sobrevivem

Feito criança teimosa insisto no sonho de querer abraçar o mundo;

 enlaçá-lo em meus braços curtos e acolhê-lo em meu corpo franzino. porque nesta vida já tem gente demais queixando-se do pobrezinho. e eu me pego pensando que talvez ele só precise de um ombro para desabar; um bom ouvinte para entender seus motivos e uma meia dúzia de conselhos que podem muito bem não servir de fato, mas que acalmarão o sentimento constante de solidão. e é por isso que eu insisto em acreditar no amanhã mesmo que as notícias de jornal evidenciem o caos. persisto em ser o colo que acolhe e o coração que alivia, dentre tantos que fazem questão de machucar. me pego querendo semear paz por entre essa existência que anda só e perdida. desejando cultivar  a esperança que anda esquecida; tenho tentado ser mais do que alguém que apenas se espanta com a dor alheia, mas não faz nada pra ajudar. quero sarar as feridas e mostrar a bondade e a gentileza sobrevivem debaixo de toda essa bagunça que nos tornamos. por fim acabo não sendo o bastante e me pego sendo fisgado pelas ausências e faltas desse mundo; martelado por entre os desastres do universo. há tanta falta de lá fora. tanta falta de amor, falta de nós; há tanta falta de humanidade entre os humanos. e em meio a tudo isso eu só quero abraçar o céu, e espremê-lo até que ele chova sentimento e encharque todas essas almas velhas e descrentes da humanidade. quero inundar os corações vazios do sentir e provocar uma tempestade de felicidade; quero colher uma safra inteira de sorrisos sinceros e mandar anonimamente minha mais especial coleção de elogios. eu quero abraçar o mundo, segurar seu peso e chorar suas dores. porque no final das contas todos merecem um pouco de calmaria dançando dentro de si. 

e tudo só para amenizar a sensação de que o mundo tem estado só, e só meus braços não são suficientes para envolvê-lo. 

r-etalho acompanhado de cidadedocaos

os dias refletem tanto na poesia da alma que a essência perde os sentidos. é tanto sentimento que as vezes você só sente vontade de afogá-los, e afoga-os. mas descobre que eles aprendem a nadar pelo instinto natural de sobrevivência, e sobrevivem. e como animais esfomeados, eles correm desenfreados atrás da presa. outro choque: eu sou a presa, você é. os sentimentos te caçam e como uma mente psicopata, te torturam. parece não ter saída, parece impossível encontrar algo que o tire dali. as orelhas observam, os olhos escutam, a boca treme, as mãos falam, inicia-se uma troca de sensações, os sentidos se perderam e estão tentando encontrar o caminho de volta para a casa. e os sentimentos É a floresta que engole um individuo que se atreve a entrar nela sem um guia, os sentimentos É a escuridão que apaga o individuo que não se previne guardando uma vela na gaveta da cozinha caso falte energia. nós somos os sentimentos. nós somos a escuridão e ao mesmo tempo vítima dela, somos a floresta e ao mesmo tempo o indivíduo que foi engolido por ela, porque somos inimigos de nós mesmos, porque fugimos de quem somos, porque fugimos do que estamos prestes a sentir, porque fugimos do que podemos ser, porque deixamos de ser. é compreensível o que eu to dizendo? talvez não seja, talvez seja louco, perdido. que bom. os sentimentos são mutáveis, quando permitimos que outras pessoas sintam com a gente, ele é vela, ele é guia. espero que isso pareça não terminado, incompleto, um pouco vago, confuso.

(tenho um carinho por esse, espero que apreciem. gabriela sene - 29/03/2015)

SEUS FEITOS SÃO SEUS MONUMENTOS


Esse preceito significa que deveríamos ser lembrados pelas coisas que fazemos. Elas importam mais do que tudo. Mais do que aquilo que dizemos ou do que nossa aparência. As coisas que fazemos sobrevivem a nós. São como os monumentos que as pessoas erguem em honra dos heróis depois que eles morrem. Como as pirâmides que os egípcios construíam para homenagear os faraós. Só que, em vez de pedra, são feitas das lembranças que as pessoas têm de você. Por isso nossos feitos são nossos monumentos. Construídos com memórias em vez de pedra.

—  R.J. Palácio. In: Extraordinário
Eu sempre gostei de navegar, seja pelos 7 mares ou por alguns amores, mas meu defeito é que eu nunca fui boa capitã. Meus barcos sempre foram feitos de papel. E olhe que eu nunca dominei muito a arte do origami, então é de se imaginar que eles navegassem apenas por alguns segundos antes de se chocarem contra algum iceberg e afundarem mais rápido do que o titanic. As profundezas do oceano do meu ser sempre foram muito boas em afogar todos os amores, sempre daquela forma desesperadora, em que o náufrago debate-se contra a água e luta por oxigênio até o último instante antes de ser engolido pelas águas. Mas meu maior problema com os oceanos sempre foram as correntes marítimas, que inúmeras vezes deságuam na beira da praia tudo aquilo que você achou que tinha se livrado por ter apenas jogado no oceano sem ao menos se certificar que um tubarão tivesse feito seu banquete ao invés de deixar que o mar se encarrega-se disso. E cá entre nós não há nada pior do que aqueles que sobrevivem a tentativa do afogamento apenas mantendo a calma e deixando o corpo boiar até ser resgatado por aquela pontinha de esperança que as lágrimas não levaram.
—  Navegando pelo mar da esperança
Era uma vez, a vez dela...


Ela cultiva um jardim, no qual nem sempre as plantas sobrevivem, por motivos até então desconhecidos por ela, mas tudo bem.
Ela cultiva dar abraços sinceros, do tipo de coração para coração, e nem todos entendem o que significa, mas tudo bem.
Ela se realiza quando está ressoando com alguém, mas esses alguéns por algum motivo, até então desconhecidos por ela, nunca mais aparecem de novo, mas tudo bem.
Ela tem amigos que estão prestes a dar um passo para a cura de seus problemas mas não o fazem, e não entende muito bem o motivo de cultivarem esse tipo de comportamento, mas tudo bem.
Ela gosta de aprender com as pessoas, e de conversar com as mesmas, de forma não superficial, mas nem todos que interagem com ela interpretam essa atitude da mesma forma, mas tudo bem.
Ela cultiva sinceridade, sem os julgamentos comuns da sociedade vigente, algumas pessoas se surpreendem com essa excentricidade, o que aparentemente estimula o centro sexual de alguns homens, longe de ser a intenção dela, mas tudo bem…
Ela se incomoda em ter q sorrir para coisas que não achou de fato engraçado mas seus músculos da bochecha se contraem mesmo assim, formando um sorriso sem dentes, mas isso não é mal, é?
Ela talvez critique demais as coisas a volta dela, e espera demais das pessoas e de suas intenções, e isso… Isso não está nada bem….

Ela fica feliz por acreditar que possui um escudo contra ataques de energias, afinal elas não dissonariam abruptamente com sua própria energia?! Sim, mesmo depois de todos os acontecimentos ainda acredita.

Ela cultiva pêlos nas pernas e no suvaco, e sorri ao perceber que gosta do corpo desse jeito, e seus pelinhos sempre sobrevivem!

a vida tem se tornado tão confusa…
sem  motivos para vive-la
sem principios para convivência
tudo tem se tornado tão banal
de modo aos seres se tornado tão invidualistas
cada um  por si
o que nos remete a frase tipica do capitalismo
sobrevivem os mais fortes
e os mais fracos se tornam degraus
e aprendizados para não sermos como eles
o Individualismo tomou posse
esta no poder
o mundo é dos espertos
de quem tem o passo a frente
nas atualidades, nesse mundo tecnologico
onde segundos são capazes de transformar o mundo.

- Benelli Shaja’at

“Amar de longe não é fácil. É complicado não acordar com aquele cheiro, aquele calor do corpo, aquele abraço. É doloroso não ter aquela voz no ouvido, aquele colo, aquela risada boa e boba. Pode ser logo ali, naquela cidade que fica a quarenta e cinco minutos de avião. Pode ser lá longe, em outro país. Pode ser em outro estado. Pode ser do outro lado do oceano. Não importa: a saudade arde. Mas serve para nos mostrar como o outro é importante. Serve para mostrar como pequenas coisas fazem falta. A saudade faz a gente prestar mais atenção no outro. E, principalmente, a saudade mostra o que é de verdade. Porque só os amores guerreiros sobrevivem ao tempo e à distância.”

Suicidas ××

Suicidas são pessoas que precisam de ajuda. Que sofrem por brigas de casa, de atitudes de amigos, por momentos maus da vida que nao conseguem ultrapassar.
Suicidas são pessoas que quase desistem da vida não vivem mas sobrevivem a sua maneira.
Todos os dias se levam e fingem estar bem durante o dia, mas depois se cortam pois e a única maneira que arranjam de aliviar.
Mas quem nunca se cortou nunca o faça pois aquilo e viciante.
Muita gente tem vergonha, de mostrar o que realmente faz, cicatrizes, entao tenta esconder ao maximo para que as pessoas nao as critiquem nem julguem porque muita gente nao entende o que é passar por tudo aquilo.
As vezes chega a um ponto que se querem matar porque aquilo nao chega.
Por isso nunca comece a se corte e se o faz pare isso por um lado e é bom mas por outro nao. A mais soluçoes a pessoas que podem ajudar.

Synanceia verrucosa

Synanceia verrucosaé um peixe da família Synanceiidae. Confundidos facilmente com pedras ou corais, eles sobrevivem até um dia fora d’água. É o animal mais venenoso conhecido atualmente, pois a sua mordida pode ser fatal para os seres humanos. Pode ser encontrado no Oceano Pacífico e Índico e mede entre 30 e 60 centímetros. A sua alimentação consiste em pequenos peixes e crustáceos. A sua cor…

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E é na madruga que paro, penso e na minha mente viajo, não tem fim a profundidade das perguntas que me faço, se eu conseguisse expressar metade das questões que me imponho com pelo menos um décimo do peso e da complexidade que enxergo em cada uma delas, talvez fosse compreendido. Mas isso não vai acontecer, pelo menos não tão cedo, sendo assim o jeito é tentar e tentar até chegar lá.
O que tanto se passa em minha cabeça? Existem muitas questões, acredite não lembro de todas assim logo de cara, alguns exemplos como, por que umas pessoas suportam mais que outras, como são escolhidas as que passam pelas piores experiências, como sobrevivem a isso? Mas a questão que me importuna nessa madrugada é outra, é a questão de que por que mesmo querendo, não consigo sem um empurram, como devo fazer p não recuar e sim bater mais forte que o problema? Sabe vejo a garra de algumas pessoas em que simplesmente parecem amar a vida, desafios, dificuldades enfim e me pergunto, como isso? Como faço para conseguir isso? Essa vontade de viver, se esforçar, se superar. De onde vem isso, onde encontrar por isso?
Sinceramente até hoje, em todas as vezes que pensei sobre isso só obtive perguntas e mais perguntas, nenhuma resposta. Bom nenhuma resposta racional, a única coisa mais próxima de uma resposta que cheguei foi “ interferência divina ” mais conhecida como a mão de Deus, milagre e coisa e tal.

Cinco curiosidades científicas sobre as árvores de Natal

Na natureza, elas sobrevivem a drásticas mudanças de temperatura, crescem como arranha-céus e criam ecossistemas.

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Por mais estranha que a vida possa parecer, ela n cansa de surpreender cada um de nós não só com momentos bons, mas com momentos difíceis para que cada um possa ser forte e superar, até porquê só os fortes sobrevivem nesse mundo louco.

Mil Orquídeas Marginais

A idéia do projeto Mil Orquídeas Marginais é plantar mil orquídeas às margens dos rios Tietê e Pinheiros, nos pedaços de mata ciliar que ainda sobrevivem na região.
O plantio será feito com a espécie de orquídea que originalmente era nativa à beira desses rios, a Cattleya Loddigesii. Essa planta, como boa parte da mata atlântica, é praticamente extinta da natureza. Devolver a flor à lapela desses rios parece uma atitude pequena, mas trata-se de uma poderosa força motriz que pode recuperar o bioma natural da região.
A cidade ganharia um Tietê e um Pinheiros um pouco mais perfumados e um pouco mais convidativos para serem visitados por pessoas.

Quando o site Bike Legal fez uma matéria sobre o projeto eles já estavam em 400 mudas plantadas!

para ajudar, clique aqui!