sobrevivem

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A saudade mostra o que é de verdade. Porque só os amores guerreiros sobrevivem ao tempo e à distância.

Amar de longe não é fácil. É complicado não acordar com aquele cheiro, aquele calor do corpo, aquele abraço. É doloroso não ter aquela voz no ouvido, aquele colo, aquela risada boa e boba. Pode ser logo ali, naquela cidade que fica a quarenta e cinco minutos de avião. Pode ser lá longe, em outro país. Pode ser em outro estado. Pode ser do outro lado do oceano. Não importa: a saudade arde. Mas serve para nos mostrar como o outro é importante. Serve para mostrar como pequenas coisas fazem falta. A saudade faz a gente prestar mais atenção no outro. E, principalmente, a saudade mostra o que é de verdade. Porque só os amores guerreiros sobrevivem ao tempo e à distância..∞ - 

A Febre Das Track Pants.

A Febre Das Track Pants.

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Não é de hoje que a pegada sportwear dominou o mundo da moda, né? Com sua praticidade e conforto ela dominou os armarios dos adeptos as tendências. As Track Pants são inspirações dos anos 90’s  nas calças esportivas, mas com um toque de glamour e sofisticação do corte de alfaiataria e tecidos mais nobres. Porém não só de conforto as Track Pants sobrevivem, a listra lateral é um ótimo truque para…

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Dessas alegrias timidas…essa coisa que te faz acreditar que as esperanças sobrevivem no limbo… e eu nunca vou poder negar esse carinho, meu bem querer…não, não posso nem sei negar…o que tenho aprendido é a lidar com impossíveis. Caramba, como eu gosto de você, de graça mas com juros altíssimos. ..rsrs vai entender…

(Verônica Dantas)
Demografia das Empresas 2013: menos da metade (47,5%) das empresas sobrevivem após quatro anos de atividade

Demografia das Empresas 2013: menos da metade (47,5%) das empresas sobrevivem após quatro anos de atividade

“Ela tinha apenas 14 anos e estava se descobrindo. Tinha em seus olhos o reflexo de seus sonhos mais profundos e ele por sua vez, já todo experiente, trazia em seu coração cicatrizes da sua trajetória. Um dia, os caminhos se cruzaram e a consequêntemente o surgimento de sentimentos, o que foi inevitável. Ele a amava sem mesmo a tocar. E ela o amava assim como amava o brilho intenso das noites de luar.

O tempo passou; eles agora estão 4 anos mais velhos. Seus pensamentos antes solitários estão mudados. Vivem bem, ou sobrevivem bem, mesmo sem ainda se conhecerem. Eles possuiam todas as ideias mirabolantes na cabeça sobre suas viagens de mochilão; a casinha que teriam para abrigar o amor; o casamento e logo adiante os três filhos. O tempo e a distância foi modificando o amor inocente que começou naquela tarde vazia de março. Foram dias de luta longe de quem se ama. Ela sozinha e ainda começando a viver, encontrava-se em desespero todas as noites por ele não estar lá. Mas isso, ela nunca demonstrava a ele durante o "boa noite”. Preferia guardar pra sim suas angustias e não preocupar -lo, pois ele, já andava com a cabeça cheia demais do trabalho e da família sem sentido que tinha. Ele não precisava de mais um problema. Ele precisa ser feliz. Ele merecia mais que todo mundo essa felicidade que ela já não estava proporcionando a tempos.
Isso foi a desgastando e no fim ela disse adeus. Abandonou todos os planos na tentativa de acabar com suas angustias e fazer-lo feliz. Mas, fui infeliz. “

-ASF-

Título: A Lâmina da Assassina (Extra);

Série: Throne Of Glass;

Autor: Sarah J. Maas;

Sinopse: Conheça o caminho da assassina. Pavimentado com sangue, lágrimas e suor. Implacável, sedutora, letal. Poucos conhecem seu rosto, menos ainda sobrevivem à sua fúria. Não à toa Celaena Sardothian é sinônimo de morte. Suas lâminas são certeiras, assim como seu estranho código de honra e seu aguçado senso de justiça. Mas como uma menina, encontrada agonizando pelo rei dos Assassinos de Adarlan, se tornaria a campeã do rei? Disputada pelo capitão da guarda real e o próprio príncipe herdeiro? No centro de intrigas políticas?Acompanhe Celaena vencer um lorde pirata e toda sua tripulação; o encontro como uma curandeira; seu treinamento com o Mestre Mudo, senhor dos assassinos silenciosos, nas dunas do deserto Vermelho; a prisão nas Minas de Sal de Endovier; ou, ainda, sua luta contra o mais escorregadio e traiçoeiro dos adversários — o próprio coração.

Ler Online e Download: Aqui

Dez dicas de como empreender na crise


Se por um lado a taxa de desocupação atinge níveis recordes, por outro, o número de pessoas empreendendo cresce. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, divulgada nesta terça-feira (25) pelo IBGE, o número de profissionais autônomos no País aumentou 4,6% no segundo trimestre do ano em relação ao mesmo período de 2014, totalizando 22 milhões de pessoas empreendendo individualmente.

A opção de virar empreendedor, porém, precisa ser bem pensada e alguns cuidados devem ser tomados. Para auxiliar as pessoas que pensam em criar o seu próprio negócio nesse momento adverso da economia brasileira, reunimos dez dicas de empreendedores que resolveram alçar o seu voo solo. Veja abaixo:

Acreditar no próprio negócio

Começar o próprio negócio pode dar um frio na barriga no primeiro momento, mas é preciso persistir e acreditar no empreendimento, diz Tiago Delgado, sócio-fundador da plataforma Medicina Direta, especializada em gestão de clínicas. “Os produtos e serviços que sobrevivem a crise são aqueles em que o empreendedor acredita. É fundamental acreditar na empresa e prepará-la para a chegada do cenário econômico favorável”, afirma Delgado.

Entender o mercado e a sua ideia

Não é possível criar o seu próprio negócio sem antes entender a sua viabilidade e aceitação no mercado, diz André Pontual, sócio-fundador da NoBeta, startup especializada em segmentação de anúncios. “O primeiro ponto é entender a sua ideia, medir o tamanho do mercado, as possibilidades de aplicação e qual é a forma mais rápida de fazer o seu negócio começar a dar dinheiro”, afirma Pontual.

Resiliência ao longo do caminho

Nessa nova etapa, adversidade serão enfrentadas. Mas nem por isso o empreendedor deve desistir, avalia Guillermo Reid, CEO e cofundador da desenvolvedora de soluções tecnológicas para seguradoras WDEV. “Empreender requer otimismo para os ‘nãos’ ao longo do caminho. É preciso ser adaptativo, ágil, pensar fora da caixa. Em momento de crise como este é preciso focar os investimentos no que de fato importa , fazendo o mínimo possível para que o modelo de negócio gire”, afirma Reid.

Estude a concorrência e os clientes

Requisito básico para qualquer empreendedor é conhecer a sua concorrência e como fidelizar os seus clientes, avalia Augusto Lins, diretor da adquirente de meios de pagamentos Stone. “Conheça os pontos fortes e fracos dos concorrentes e as oportunidades e ameaças que seu negócio irá enfrentar com a competição”, diz Lins. “Atenda seu cliente da melhor forma possível. Coloque ele em primeiro lugar. Você só fideliza o cliente quando cria um relacionamento com ele”, complementa o executivo.

Planejamento do negócio

Em momentos de baixa da economia, planejar as despesas e reduzir os custos ao máximo é essencial, de acordo com Felipe Cataldi, sócio-fundador da plataforma de gestão para empresas de comércio eletrônico Betalabs. “Foco em execução é essencial pra fazer o negócio andar, porém o empreendedor não pode se perder nos problemas diários e deixar de pensar no crescimento da empresa. Sem planejamento e visão de futuro a empresa pode estagnar”, avalia.

Imóvel e equipe

Caso o empreendedor possua capital para alugar uma sala comercial e contratar colaboradores no início do negócio, o momento de crise pode ajudá-lo nessa empreitada, diz Tiago Delgado, da Medicina Direta. “Em momentos de depressão econômica os aluguéis comerciais tendem a cair de preço. Com isso pode ser um bom momento para conseguir uma boa localização”, afirma o empreendedor. “Outro fator que pode ajudar em momentos de crise é a contratação da equipe. Com a economia patinando, normalmente o acesso a talentos e mão de obra se torna mais fácil”, complementa.

Acompanhe os números

A partir do momento que o pontapé inicial no negócio foi dado, é preciso acompanhar os resultados para avaliar o andamento do empreendimento. “Meça e conheça sua operação no detalhe. Seja obcecado por saber o resultado e retorno de cada ação que sua empresa faz”, diz Augusto Lins, da Stone.

Considere o investimento inicial

Para quem resolver criar o seu próprio após sair ou perder o emprego, é preciso considerar que todo custo inicial do empreendimento virá do próprio bolso, alerta André Pontual, da startup NoBeta. “Uma vez desempregado, as condições de empréstimos diminuem consideravelmente e as necessidades financeiras da empresa – dos custos de abertura de uma empresa ao aluguel – sairão do seu bolso”, diz. “Por experiência própria posso dizer que o gasto muito superior ao esperado não é falta de organização. Faz parte das necessidades do dia a dia de uma empresa, das quais não temos como fugir por mais que gostaríamos”, resume Pontual.

Escolha bem os sócios

Empreender nem sempre pode ser uma opção individual e muitas vezes somar forças pode ser uma boa opção. Mas é preciso ter cuidado, diz Felipe Cataldi, da Betalabs. “Recomendo a todos encontrar aliados, pois diferentes perfis complementares geram uma enorme sinergia que traz insights mais assertivos para o negócio”, afirma.

Não tenha medo de errar

No começo do empreendimento poderão ser cometidos falhas até acertar o ponto certo. Portanto, estar sujeito a erros é normal para qualquer negócio e todos devem ser considerados, avalia Augusto Lins, da Stone. “Não tem problema errar. Como diz a máxima, é errando que se aprende. Tolice é cometer o mesmo erro novamente. Aproveite as falhas para aprender e corrigir processos”, afirma.

FONTE: JORNAL DO EMPREENDEDOR

A linha física do tempo

Através do nosso corpo conseguimos estabelecer uma relação física e concreta com o conceito de tempo: a nossa idade faz-nos sentir a sua passagem, revelando as alterações físicas naturais que vamos sucessivamente acumulando ao longo da nossa vida. Podemos dizer que todas as coisas que nos rodeiam registam tempo, desde a sua criação até à sua destruição. Em arquitetura, o estado extremo de marcação temporal exibe-se através das ruínas: todas aquelas que por erosão ou ação humana, sobrevivem à passagem do tempo. Enquanto o corpo humano se encontra  biologicamente circunscrito a uma estimativa de vida limitada no tempo, a arquitetura permite através da sua materialidade, obter uma significativa longevidade, quase comparável às paisagens naturais mais resistentes à passagem do tempo.

Reabilitar, restaurar, recuperar encarnam as ações que transformam o antigo em algo ininterruptamente atual, uma vez que perdura ao longo de gerações para seu usufruto. Edifícios e cidades revelam as linhas físicas do tempo, entre paredes, pavimentos e coberturas até ao mais discreto e insignificante elemento de uma qualquer construção. A  sobreposição de diferentes materiais e técnicas de construção testemunham a regeneração de antigos edifícios que, por vezes devolutos, adquirem o passaporte para uma nova vida. No fundo, o tempo somos nós: no uso e investimento que fazemos deste durante a nossa existência. As cidades revelam os seus habitantes em cada canto do seu território. O tempo exibe a motivação que quotidianamente as alimenta. A arquitetura feita por arquitetos e habitantes marca o tempo de uma determinada civilização, materializando as suas necessidades, vontades e possibilidades.

©10dedosvalentes

PÁTRIA PERDIDA

Território de inevitáveis considerações

e violentas lembranças.

Território de pequenas realizações,

promessas desmedidas,

imensuráveis.

Território infeliz, onde o

tédio faz contraste com

o inconstante enigma da

mente humana,

onde somente os fortes sobrevivem,

os fracos são soterrados

e agonizam

entre os destroços

da civilização destruída.

Território injusto,

contraditório, promíscuo e violento,

onde sublimes sonhos são

levados com as tempestades

de humor

e morrem na praia.

     EvaniseBossle

 

 

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