sobre americano


Ao longo das gerações e do passar dos anos, muitos guitarristas bastante talentosos foram surgindo. Dito isto, o site do canal americano sobre música “VH1” decidiu criar uma lista dos 20 Guitarristas de Metal Mais Influentes da Era Moderna.

A lista conta com Synyster Gates, guitarrista do Avenged Sevenfold.

Segundo o site, a lista foi feita baseada nos destaques das gerações do Metal nos últimos anos, que provavelmente irão servir de exemplo para futuras gerações, e nos músicos mais influentes que marcaram o gênero num aspecto geral no comando da guitarra.

No “TOP 10″ da lista, aparecem grandes nomes do Metal como Slash (Guns N’ Roses, Velvet Revolver e Slash’s Snakepit), Dimebag Darrell (Pantera, Damageplan) e Zakk Wylde (Black Label Society, Ozzy Osbourne).


Confira em que posição ficou Synyster, o que o site disse sobre o músico e o papel dele no A7X, além do impacto de suas músicas nas gerações futuras de guitarristas:

20. Synyster Gates – Avenged Sevenfold

“Nós não sabemos o impacto total de uma banda como o Avenged Sevenfold e um guitarrista como Synyster Gates durante os anos, mas esta é uma banda que move o ponteiro com os jovens de forma que a maioria dos guitarristas na lista não tem a capacidade de fazer. Nenhuma outra banda nas rádios de rock é tão destemida quanto o A7X. Eles ajudaram a abrir as portas para que bandas enormes como Black Veil Brides e Asking Alexandria continuassem a se expandir. Eles são uma das maiores bandas de metal no mundo, e sua imagem pode não se ligar a você, mas Synyster é um músico de classe mundial que já treinou música Clássica e Jazz. Seu estilo está em algum lugar entre outras seleções de lista com John Petrucci, Slash, e Marty Friedman, mas ele tem um comóditi especial que é verdadeiramente seu. O Slash me inspirou a pegar uma guitarra, e, sem dúvida, milhares de garotos decidiram pegar uma todos os dias por causa do Avenged Sevenfold e Synyster Gates. Isso deve ser elogiado e respeitado”.


Fonte: Avenged Sevenfold Brazilian Fans

Foto: Brendan Donahue Photography    

danxeuse asked:

Really, I can’t believe you got us stuck in detention.

–– Em um mundo paralelo onde Phoebe e Arthur nunca foram separados e os irmãos White estudaram na mesma escola ––

Arthur não costumava fazer muitas coisas erradas quando estava na escola. Sabia o quão caro o lugar era e por mais que seus pais tivessem dinheiro o suficiente para pagá-la para os dois filhos e ainda sobrar para viagens e passeios, Harris se sentia na obrigação de seguir todas as regras, tirar notas boas e deixar seus pais orgulhosos. Provavelmente esse fora o motivo pelo qual todos os professores ficaram tão assustados ao saber que ele e a irmã haviam ficado em detenção.

O dia poderia ter começado como qualquer outro para a maioria dos alunos, porém Arthur havia acordado mais cedo para que pudesse correr até a escola e chegar lá antes de Phoebe. Precisava terminar de deixar o lugar pronto  para seu aniversário. Poderia parecer um exagero, porém o loiro era o tipo de pessoa que levava aniversários à sério. Comprou vários sacos de confete e fez o time inteiro das líderes de torcida ficar a postos na entrada do colégio, assim como a banda da escola, que tocava durante os jogos de futebol americano.

Quando finalmente Phoebe entrou no lugar, os confetes foram jogados enquanto o time de futebol a pegava e a colocava sobre os ombros. As líderes de torcida tentavam cantarolar rimas bobas relacionadas à pequena White, assim como a banda tocava a música favorita de Phoebe, que Arthur os fizera ensaiar tantas vezes até estar perfeita. A cena pareceria cômica aos olhos de qualquer um que passava por lá, menos do seu professor de física, que pensou ser uma imaturidade do loiro e deixou os dois irmãos de detenção.

Remar. Re-amar.

Olha, eu sei que o barco tá furado e sei que você também sabe, mas queria te dizer pra não parar de remar, porque te ver remando me dá vontade de não querer parar também.Tá me entendendo? Eu sei que sim. Eu entro nesse barco, é só me pedir. Nem precisa de jeito certo, só dizer e eu vou. Faz tempo que quero ingressar nessa viagem, mas pra isso preciso saber se você vai também. Porque sozinha, não vou. Não tem como remar sozinha, eu ficaria girando em torno de mim mesma. Mas olha, eu só entro nesse barco se você prometer remar também! Eu abandono tudo, história, passado, cicatrizes. Mudo o visual, deixo o cabelo crescer, começo a comer direito, vou todo dia pra academia. Mas você tem que prometer que vai remar também, com vontade! Eu começo a ler sobre política, futebol americano, ficção científica, o que for. Aprendo a pescar, se precisar. Mas você tem que remar também. Eu entro nesse barco, é só me pedir. Perco o medo de dirigir só pra atravessar o mundo pra te ver todo dia. Mas você tem que me prometer que vai remar junto comigo. Mesmo se esse barco estiver furado eu vou, basta me pedir. Mas a gente tem que AFUNDAR JUNTO E DESCOBRIR QUE É POSSÍVEL NADAR JUNTO. Eu te ensino a nadar, juro! Mas você tem que me prometer que vai tentar, que vai se esforçar, que vai remar enquanto for preciso, enquanto tiver forças! Você tem que me prometer que essa viagem não vai ser a toa, que vale a pena. Que por você vale a pena. Que POR NÓS VALE A PENA.

Remar.

Re-amar.

Amar.

El legado de Bahía de Cochinos

El legado de Bahía de Cochinos
Echarle la culpa a Obama equivale a exculpar a la nación cubana por
aguantar la dictadura castrista más de medio siglo, afirma el autor de
este artículo
Arnaldo M. Fernández, Broward | 14/04/2015 11:07 am

Nada más cómodo entre cubanos que descargar sus problemas sobre el
presidente americano de turno. Así como la crisis económica se imputa al
bloqueo antes que a la centralización autoritaria y la descentralización
anárquica, el acomodo Cuba-EEUU se achaca a la traición de Obama, como
si la Casa Blanca tuviera que esperar todavía más por la caída del
pueblo cubano en trance anti-dictatorial. La tradición viene de culpar a
Kennedy por negarse a prestar la debida cobertura aérea a la Brigada
2506, aunque la CIA, dueña de los caballitos, había aceptado que se
daría apoyo sin dar “any sign of U.S. participation”.
Preludio
Los bombardeos del 15 de abril de 1961 se atribuyeron a desertores de la
fuerza aérea de Fidel Castro, quien soltó que ni Hollywood podía rodar
semejante película. El canciller Roa armó tremendo escándalo en la ONU,
que convocó enseguida a sesión especial de su Comisión de Política y
Seguridad.
El paripé de la CIA dejó mucho que desear. Un tal Juan García [el
brigadista Mario Zúñiga] aterrizó en la Florida y contó haber atacado
con otros desertores las bases aéreas de Castro. Solo que su B-26 tenía
nariz de metal [los B-26 de Castro tenían narices de plástico] y no
parecía haber disparado sus ametralladoras. Así y todo, la CIA quería
propinar al descaro otro golpe aéreo el 17 desde Nicaragua. La Casa
Blanca repuso que no podían bombardear más hasta que la brigada tendiera
una pista de aterrizaje en la cabeza de playa. Los jefazos de la CIA
Bissell y Cabell protestaron, pero no se atrevieron a interpelar
directamente a JFK.
Fuga
Ante el cuero que daba la aviación de Castro tras el desembarco, la CIA
ordenó atacar con bombas de fragmentación la base de San Antonio de los
Baños. La noche del 17 al 18, tres B-26 salieron con esta misión y
ninguno dio con la base. Por la tarde, Bissell recurrió a pilotos yumas
y las antiaéreas del central Australia tumbaron el B-26 en que volaba
Leo F. Berliss. Al otro día Roa mostraba en la ONU hasta el número de
seguridad social de Berliss y espetaba que, naturalmente, los aviones
enemigos venían de la Luna.
Hacia la medianoche del 18 al 19, el almirante Burke instó a Kennedy:
“Let me take two jets and shoot down the. enemy aircraft”. El Presidente
dijo que no y les recordó a Burke y a Bissell haber advertido —desde
mucho antes— que EEUU no intervendría directamente. No obstante, JFK
autorizó una hora de apoyo aéreo al amanecer con seis cazas a chorro sin
insignias que no entrarían en combate contra los aviones de Castro ni
atacarían objetivos en tierra, pero iban a meter miedo para propiciar
mejor desempeño de los B-26 de la brigada. Sin embargo, la CIA y el
Pentágono no tuvieron en cuenta que Nicaragua y Cuba tenían husos
horarios diferentes. Los cazas nunca se encontraron con los B-26.
Allegro
Desde el 31 de enero de 1961, el brigadier Gray (Estado Mayor Conjunto)
había dictaminado que la brigada aguantaría cuatro días a lo sumo,
incluso si la sorpresa y la supremacía aérea fueran absolutas. El 15 de
febrero de 1961, Thomas Mann, Subsecretario de Estado para Asuntos
Interamericanos, propuso cancelar la invasión. Aunque era un acérrimo
anticastrista, se percató de que la CIA jugaba con un alzamiento popular
improbable y la brigada tendría que ser apoyada con intervención militar
abierta, pasar a la guerra de guerrillas o quedar abandonada.
Bissell replicó que, sin necesidad de intervención militar directa, la
brigada podía tumbar a Castro o al menos de provocar una guerra civil.
Para el 16 de marzo, Bissell convencía a la Casa Blanca de que Mann
andaba despistado: informes “de inteligencia” de la CIA estimaban en
“fewer than 20 percent” el respaldo popular a Castro y en “approximately
75 to 80 percent” la deserción entre los milicianos al entrar los
brigadistas en combate.
El 8 de abril, el jefe de la Task Force de la CIA para Cuba, Jake
Esterline, veterano de la operación encubierta (1954) contra Arbenz en
Guatemala, fue a casa de Bissell y presentó su renuncia, ya que las
limitaciones impuestas por la Casa Blanca imposibilitaban el éxito de la
operación contra Castro. Bissell pidió a Esterline que no renunciara,
porque la invasión iba de todos modos. Esterline aceptó a regañadientes
y la mala suerte de la brigada quedó echada.
Coda
Tal y como sucede hoy con la USAID, la NED o la OCB, la CIA se equivocó
de pueblo y emprendió acciones condenadas de antemano al fracaso por
errores de diseño. Aquella equivocación y este error aún se arrastran
por el anticastrismo en su variante de oposición pacífica o cívica.
Tras haber ganado el castrismo la guerra, es caso de psiquiatría seguir
pensando que irá al diálogo con gente sin poder político que vocea
representar al pueblo cubano sin que a ese pueblo le importe un comino.
El anticastrismo no pudo impedir que la Casa Blanca decidiera no esperar
más por una oposición errática y equivocada de pueblo. Echarle la culpa
a Obama equivale a exculpar a la nación cubana por aguantar la dictadura
castrista más de medio siglo y esconder la chapucería bajo la traición
de otro presidente americano.

Source: El legado de Bahía de Cochinos - Artículos - Opinión - Cuba
Encuentro -
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Dorothea Lange (1885-1965) fotografiar para enseñar a la gente a ver más allá de las imágenes

Hay personajes en la historia de la fotografía social que nos dan a la vez lecciones de vida y lecciones de fotografía.

Es el caso de la imprescindible Dorothea Lange (1885-1965).

Hemos cruzado su nombre cuando hablamos en nuestro ultimo articulo, de Walker Evans, su contemporáneo con el que comparte la mirada fotográfica pero también el echo de ser conocida mundialmente por el trabajo realizado sobre los agricultores migrantes americanos durante los años 1930 y 1940. Sin embargo, su trabajo no se resume a esta única misión.

Su trabajo fotográfico esta íntimamente ligado a su vida, así que les proponemos de adentrarnos en ella !

Dorothea Lange nació Dorothea Margaretta Nutzhorn el 26 de mayo de 1895 en Hoboken, New Jersey. Su familia es de la segunda generación de emigrantes alemanes que vinieron a instalarse sobre el suelo americano. Niega su apellido a partir de los doce años cuando su padre decide de abandonar el hogar familiar. Toma entonces el apellido de soltera de su madre. Las consecuencias del abandono paternal se sentirán más tarde en la elección de sus sujetos fotográficos. Lo que tenemos que saber de Dorothea Lange es que logra valorar a los excluidos porque se siente cercana a ellos.

A los 7 años, Dorothea contracta la poliomielitis lo que la afectará toda su vida ya que quedará para siempre coja. A pesar de haber llevado a cabo estudios brillantes y contra todo pronostico, rechaza ser profesora y decide ser fotógrafa. Así no más. Sin jamas haber tomado una foto en su vida. Se inscribe a estudiar fotografía en la Columbia University de New-York y acompaña sus estudios trabajando en pequeños estudios fotográficos donde aprende todas las facetas de esta profesión y empieza a fotografiar para bodas y en estudio.

En 1918 se instala en San Francisco y abre, un año más tarde, un modesto estudio fotográfico y se especializa en retratos. Muy rápidamente encuentra la fama y se construye una reputación local. Pero muy rápido las ganas de salir del estudio se vuelven más fuertes y decide realizar fotografias en el exterior a partir de 1920.

En 1930 se cuestiona : « Realicé que fotografiaba solamente a las personas que me pagaban. Esto me molestó. Entonces decidí cerrar el estudio y desmontar la cámara oscura. Me pregunté : Que es lo que trato de decir ? Realmente quise mirarme de frente ». Cierra entonces su estudio en San Francisco y busca fotografiar lo que pasa al rededor suyo, ir a ver los que no aparecen en las fotografías comunes. Y personas excluidas hay muchas en Estados Unidos durante los años 1930. El país atraviesa una crisis financiera sin precedentes. Y esta crisis financiera tiene un impacto social tan inmediato como cruel.

Dorothea Lange, White angel bread line 1933

Quiere usar su cámara fotográfica como una « maquina para matar las indiferencias » y va al encuentro de personas que sufren la crisis : los trabajadores ferroviarios en huelga de San Francisco, los millones de desempleados que buscan cotidianamente trabajo, en vano, los agricultores sin tierra y en éxodo. California parece todavía ser un El Dorado para muchas familias rurales provenientes de Alabama u Oklahoma (es todo el tema de la novela de Steinbeick « Las uvas de la ira »). Dorothea Lange quiere atestiguar de las condiciones de vida de estos migrantes, llegados a California con falsas promesas de empleo, con esperanzas de una vida mejor pero que se encuentran amontonados en los campamentos improvisados y trabajando por un salario de miseria para productores californianos.

Dorothea Lange es contratada por la WPA (Work Progress Administration) para atestiguar de la situación y ayudar a encontrar soluciones. Será testigo, sobre todo durante los 15 años en los que trabajará para los servicios del Estado (que cambian varias veces de nombre) de la profunda dignidad de hombres y mujeres que retrata llenos de humanidad. Sus fotos las más conocidas son de esta época. Pensamos inmediatamente a la iconica « Madre migrante » tomada en 1936. Sus diferentes reportajes alertarán al publico sobre esta situación y sobre todo crearán empatía.

Dorothea Lange, Migrant Mother 1936

Decide dejar, lo que se convirtió en la FSA, en 1943 debido a que ya no se siente en fase ideológicamente con este programa.

La enfermedad la obligó a dejar de fotografiar durante casi 6 años pero retoma nuevamente a partir de 1954-1955 realizando largos reportajes sobre la vida de los mormones en Irlanda. Es también durante este periodo que realiza, en colaboración con el periodista Ansel Adams, reportajes para la revista Life. Empieza también un estudio exhaustivo del sistema judicial en California.

Dorothea Lange, Coca Cola bottle children and mother, Californie 1939

Al principio de los años 1960 hace varios viajes al extranjero, sobretodo en Asia oriental, Venezuela, Ecuador y al Medio Oriente.

Muere poco tiempo después en 1965 de un cáncer.

Tenemos tanto que decir de la vida de esta fotógrafa que nuestro próximo articulo también se lo dedicaremos a ella.

MEXICO TRAVEL WARNING

The U.S. Government “warns U.S. citizens about the risk of traveling to certain places in Mexico due to threats to safety and security (such as violent crimes, kidnapping, carjacking, and robbery) posed by organized criminal groups in the country.”  4/13/15

El Gobierno de Los Estados Unidos “advierte a los ciudadanos americanos sobre el riesgo de viajar a ciertos lugares en México debido a las amenazas y ataques contra los extranjeros (como delitos violentos, secuestros, y robos) planeados por los grupos delictivos organizados en el país.”  4/13/15

Petróleo fecha em alta em Nova York, a 51,91 dólares o barril

O petróleo fechou com pequena alta nesta segunda-feira em Nova York, em um mercado otimista sobre a demanda, mas sem esquecer da ampla oferta da matéria-prima.

O preço do barril de “light sweet crude” (WTI) para entrega em maio subiu 27 centavos, a 51,91 dólares, no New York Mercantile Exchange (Nymex).

Em Londres, o barril de Brent fechou com alta de 6 centavos, em relação ao fechamento , a 57,93 dólares en el Intercontinental Exchange (ICE).

O mercado iniciou o dia com uma alta significativa, depois que o Banco Mundial (BM) voltou a reduzir nesta segunda-feira suas previsões de crescimento para a China e o sudeste asiático em 2015, em um contexto de desaceleração econômica do gigante asiático. A China, segunda economia do mundo, é a maior importadora de petróleo em nível mundial.

Na semana passada, o governo americano informou sobre um aumento três vezes maior do que o previsto das reservas americanas de petróleo.

“Começamos uma semana com muita informação importante”, disse Bill Baruch, da iiTrader.com, mencionando o PIB chinês, os dados sobre as reservas de petróleo nos EUA, que será divulgado na quarta-feira, e o informe mensal da Opep sobre o mercado de petróleo, previsto para quinta-feira.

youtube

Capítulo 3 - Visto canadense, Visto americano, a saga Twilight e a roleta do dólar

Deixei acumular mil coisas pra um único post. Shame on me…

Acho que no último mês eu passei menos de 36h consecutivas em casa.

Se candidatar a dois vistos ao mesmo tempo é uma verdadeira maratona, você não tem ideia da loucura em que se meteu até o momento em que começa a ter pesadelos em inglês com os agentes do consulado. Tragicomédia, teu nome é Dandara Ramos, rs.

Sobre o visto americano eu tenho um total de zero reclamações.

Site super explicativo, regras claras, CASV eficiente e entrevista consular tranquila. Em menos de uma semana eu já tive o visto B1/B2 aprovado e com validade de 10 anos. God bless America e obrigada Obamas, amo vocês.

Sobre o visto canadense: lágrimas de sangue e bolhas nos pés.

Site péssimo. Zero eficiência pra pagar as taxas consulares (só aceitam pagamento no HSBC na boca do caixa = filas, filas, filas…). CASV muito mal localizado (Barra da Tijuca = engarrafamentos eternos na linha amarela) e funcionários mais desinformados que eu. Exame médico com preços abusivos (R$895 and no, I’m not kidding) e CINCO vias de sangue (incluindo HIV, gravidez, DST screening e teste pra Febre tifóide [?]). Regras de imigração que mudam depois da sua entrada no processo e são retroativas [?]…te obrigando a submeter o dobro de documentos e ir ao CASV mais de cinco vezes até solucionar o problema.

Enfim, não tenho palavras pra expressar o tamanho do meu cansaço e indignação com todo o processo.

Canadenses são vampiros. Não tenho a menor dúvida. 

O que importa é que sobrevivi ao vampirismo consular e, mesmo com R$ 1695 e cinco vias de sangue a menos, tenho um Work Permit canadense válido até 31/12/2015.

Com todo esse drama a la Twilight, enquanto o consulado sugava meu dinheiro e meu sangue (literalmente), fiquei receosa em comprar passagens sem saber se o visto sairia. Nesse meio tempo, o dólar subiu de 2,76 para deliciosos 3,40 e vi as passagens pra Toronto passando de R$1900 pra R$3500.

Chorei, sofri e comi bastante pizza pra acalmar os nervos.

That’s all folks.

As pessoas sempre ficavam lisonjeadas quando Ifemelu perguntava sobre a vida delas e, se ela não dissesse nada depois que começassem a responder, isso só fazia com que falassem mais. Eram condicionadas a preencher silêncios. Se perguntavam o que Ifemelu fazia, ela respondia vagamente ‘Tenho um blog sobre comportamento’, porque dizer 'Tenho um blog anônimo chamado Raceteenth ou Observações diversas sobre negros americanos (antigamente conhecidos como crioulos) feita por uma negra não americana’ os deixava constrangidos. Mas Ifemelu já dissera isso algumas vezes. Uma vez para um homem branco de dread que havia se sentado ao seu lado no trem, com cabelos que eram como velhas cordas de barbante trançado que acabavam em tufos louros e uma blusa esfarrapada usada com tamanha humildade que a convenceu de que ele devia ser um guerreiro social e talvez desse um bom colunista convidado. 'Esse negócio de raça é totalmente exagerado hoje, os negros precisam desencanar, é tudo questão de classe agora, os opressores e os oprimidos’, dissera ele sem hesitar, e Ifemelu havia usado a frase para abrir seu post intitulado 'Nem todos os caras brancos de dread estão na nossa’
—  da Chimamanda Ngozi Adichie (que é uma nigeriana feminista com uma escrita Igbo) no seu livro “Americanah”
The Jinx: The life and deaths of Robert Durst (2015)

Si se encuentran conmigo por estos días lo primero que les voy a decir es: -viste The Jinx?!!, pues deberías. Así de MANIJA te deja esta mini-serie documental de 6 episodios de HBO. 

Es una historia real, que los noticieros se encargaron de spoilear bastante bien (acaso no hay noticias de este fukin país como para andar spoileando una serie americana, imbéciles) sobre Robert Durst, un americano parte de una familia millo y bastante poderosa de NY, dedicada al negocio inmobiliario, que supo ser parte de la empresa de su padre y por una serie de cosa, pobrecito derrapó. 

El tipo está loco, completamente loco, y desde los 80 se lo relaciona con casos de homicidio y desapariciones. Casos que algunos quedaron inconclusos, que por ser quién es lo absolvían o pagaba una mega-fianza y el tipo sólo estuvo preso un par de años. Lo que hace Andrew Jareki, el director es él mismo investigar sobre estos casos, entrevistar a toda la gente que se relacionó con RD en diferentes situaciones y tratar de cerrar el rompecabezas, pero este Jareki se encuentra con la sorpresa que RD quiere hablar ÉL en el documental, sobre él mismo. JACKPOT! Así que a lo largo de los episodios vas viendo las entrevistas que Jareki hizo con Durst y su propia versión de los hechos. Sin dejar de decir que está súper bien filmado, con unas buenas recreaciones que no son para nada gronchas y buenas entrevistas y puestas de cámara.

En fin… es espectacular poder ver a este tipo, un viejito creepy ya hablando sobre lo que pasó, mintiendo descaradamente, delirando otro poco, aveces te da pena, te reís, pero la verdad es que a la serie no podés parar de verla y soñá que ves un capítulo y al otro día ves el otro, porque te atrapa mal y no podés para hasta verla entera. recomendadísima.

EUA conclui revisão de presença de Cuba na lista sobre terrorismo

O departamento americano de Estado está na fase final do processo de revisão da presença de Cuba na lista de países que patrocinam o terrorismo, revelou nesta terça-feira uma alta fonte diplomática.

“Realizamos este trabalho durante alguns meses e acredito que estamos no final deste processo, terminando esta tarefa”, disse a subsecretária de Estado para a América Latina, Roberta Jacobson, sem precisar “exatamente” quando o departamento de Estado enviará sua recomendação ao presidente Barack Obama.

Ben Rhodes, assessor de Obama no Conselho de Segurança Nacional, disse mais cedo que o processo de revisão sobre a presença de Cuba na lista está na “fase final”.

Ao anunciar a reaproximação com Cuba, em 17 de dezembro passado, Obama pediu ao departamento de Estado a revisão da presença de Havana na lista de patrocinadores do terrorismo.

Cuba está na lista desde 1982, ao lado de países como Irã, Síria e Sudão.

Após Washington e Havana surpreenderem o mundo com o anúncio de que deixariam para trás meio século de enfrentamentos, o governo americano colocou em vigor, em janeiro, uma série de medidas para flexibilizar as viagens, o envio de remessas de dinheiro pelas famílias, e o comércio com a Ilha, mas sem eliminar, contudo, o embargo vigente desde 1962.

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April 08, 2015 at 12:00AM - AnonymousBr4sil

O ex-analista da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), Edward Snowden, hoje refugiado na Rússia, concedeu uma entrevista bem-humorada ao comediante inglês John Oliver, que foi ao ar neste domingo. Durante a conversa, que foi gravada em Moscou para o programa “Last Week Tonight”, o entrevistador sugeriu que os americanos só se oporiam à vigilância maciça do governo americano sobre os dados compartilhados na internet se tivessem certeza de que o Estado tem acesso a fotos íntimas suas. A ideia foi reforçada com um vídeo que mostrou diversos transeuntes, em Nova York, afirmando que isso seria uma invasão de privacidade e que, se o monitoramento acontece mesmo, as pessoas devem exigir leis claras sobre privacidade on-line.

— Este é o limite mais claro para as pessoas: o governo pode ver meu pênis? — argumentou o apresentador, sugerindo que a NSA tem acesso a e-mails pessoais dos internautas.

O ex-operador da NSA que divulgou documentos secretos da agência entrou no clima da brincadeira e, entre risadas e afirmações sérias, descreveu como as autoridades podem violar a privacidade das pessoas, inclusive, ter acesso a fotografias indiscretas.

— A boa notícia é que não há um programa [de espionagem] chamado “fotos de pintos”. A má notícia é que o governo ainda está coletando informações de todo mundo, incluindo fotos de seu pênis — respondeu Snowden. — Isso é visto como algo corriqueiro na cultura da NSA, porque você vê fotos de pessoas nuas o tempo todo.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001, o então presidente americano, George W. Bush, assinou a lei antiterrorismo “Patriot Act”, cujas implicações só foram descobertas pelos americanos em 2013, depois que Snowden revelou documentos que mostram a amplitude da coleta de informações pelas agências de inteligência. A lei foi alterada nos anos seguintes, e hoje quase todos os elementos dela tornaram-se permanentes, com a exceção do famoso “Artigo 215”. Este artigo que continuará vigente até junho autoriza a NSA a coletar informações sobre os telefones chamados, duração e horário das comunicações, sem registrar o conteúdo.

— A NSA tem a maior capacidade de vigilância que já vimos na história — afirmou Snowden na entrevista. — O que ela vai argumentar é que não usa esse poder para propósitos nefastos contra cidadãos americanos. O problema é que ela está usando essa capacidade para nos tornar vulneráveis, só que então dizendo: “Tenho uma arma apontada para a sua cabeça, mas não vou puxar o gatilho”.

Snowden lembrou que a base legal para o monitoramento de cidadãos comuns está na seção 702 da chamada “FISA Amendment Act”, de 2008, e explicou como isso é feito.

— O Artigo 702 permite a coleta de comunicações de internet fora do país. Se você tem uma conta de e-mail hospedada em outro país, ou que em qualquer momento cruze as fronteiras dos Estados Unidos, a foto do seu pênis vai parar no banco de dados — brinca o ex-agente da CIA, antes de explicar melhor a captura de informações privadas: — Quando você manda uma foto íntima por Gmail, por exemplo, aquilo fica armazenado nos servidores do Google. O Google movimenta essas informações de banco de dados para banco de dados sem seu conhecimento, então suas informaçãoes podem ser levadas para fora dos EUA temporariamente. Ou seja, quando você envia uma foto do seu pênis por e-mail, a NSA recebe uma cópia.

Apesar de estar ciente da coleta de dados, Snowden acredita que os cidadãos não devem parar de compartilhar informações privadas por conta da vigilância do Estado.

— Você não deve mudar seu comportamento porque uma agência está fazendo a coisa errada. Se sacrificarmos nossos valores porque estamos com medo, então não ligamos tanto para eles.

‘MATERIAL FOI PASSADO AOS JORNALISTAS’

Apesar do tom de humor, Oliver também fez perguntas duras ao delator, como uma sobre quantos documentos Snowden realmente leu antes de divulgá-los. O entrevistador questionou se não foi irresponsável expor papéis do serviço secreto sem avaliá-los com cuidado.

— Em minha defesa, não estou mais lidando com nada disso. O material foi passado aos jornalistas. Eles estão usando medidas de segurança para que isso seja passado ao público da forma mais segura possível — justificou Snowden.

O apresentador, no entanto, citou o caso de um documento mal editado pelo jornal New York Times em que era possível ler, por baixo da tarja preta inserida pelo veículo, informações confidenciais perigosas.

— Temos que aceitar que alguns erros são cometidos no jornalismo. Esse é o conceito fundamental da liberdade. Você nunca estará completamente livre de risco se não estiver livre — minimizou o refugiado.

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‘Quando você envia uma foto do seu pênis por e-mail, a NSA recebe uma cópia’.

Refugiado na Rússia, Edward Snowden concede entrevista bem-humorada ao comediante inglês John Oliver - Reprodução

RIO – O ex-analista da Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês), Edward Snowden, hoje refugiado na Rússia, concedeu uma entrevista bem-humorada ao comediante inglês John Oliver, que foi ao ar neste domingo. Durante a conversa, que foi gravada em Moscou para o programa “Last Week Tonight”, o entrevistador sugeriu que os americanos só se oporiam à vigilância maciça do governo americano sobre os dados compartilhados na internet se tivessem certeza de que o Estado tem acesso a fotos íntimas suas. A ideia foi reforçada com um vídeo que mostrou diversos transeuntes, em Nova York, afirmando que isso seria uma invasão de privacidade e que, se o monitoramento acontece mesmo, as pessoas devem exigir leis claras sobre privacidade on-line.

— Este é o limite mais claro para as pessoas: o governo pode ver meu pênis? — argumentou o apresentador, sugerindo que a NSA tem acesso a e-mails pessoais dos internautas.

O ex-operador da NSA que divulgou documentos secretos da agência entrou no clima da brincadeira e, entre risadas e afirmações sérias, descreveu como as autoridades podem violar a privacidade das pessoas, inclusive, ter acesso a fotografias indiscretas.

— A boa notícia é que não há um programa [de espionagem] chamado “fotos de pintos”. A má notícia é que o governo ainda está coletando informações de todo mundo, incluindo fotos de seu pênis — respondeu Snowden. — Isso é visto como algo corriqueiro na cultura da NSA, porque você vê fotos de pessoas nuas o tempo todo.

Após os atentados de 11 de setembro de 2001, o então presidente americano, George W. Bush, assinou a lei antiterrorismo “Patriot Act”, cujas implicações só foram descobertas pelos americanos em 2013, depois que Snowden revelou documentos que mostram a amplitude da coleta de informações pelas agências de inteligência. A lei foi alterada nos anos seguintes, e hoje quase todos os elementos dela tornaram-se permanentes, com a exceção do famoso “Artigo 215”. Este artigo que continuará vigente até junho autoriza a NSA a coletar informações sobre os telefones chamados, duração e horário das comunicações, sem registrar o conteúdo.

— A NSA tem a maior capacidade de vigilância que já vimos na história — afirmou Snowden na entrevista. — O que ela vai argumentar é que não usa esse poder para propósitos nefastos contra cidadãos americanos. O problema é que ela está usando essa capacidade para nos tornar vulneráveis, só que então dizendo: “Tenho uma arma apontada para a sua cabeça, mas não vou puxar o gatilho”.

Snowden lembrou que a base legal para o monitoramento de cidadãos comuns está na seção 702 da chamada “FISA Amendment Act”, de 2008, e explicou como isso é feito.

— O Artigo 702 permite a coleta de comunicações de internet fora do país. Se você tem uma conta de e-mail hospedada em outro país, ou que em qualquer momento cruze as fronteiras dos Estados Unidos, a foto do seu pênis vai parar no banco de dados — brinca o ex-agente da CIA, antes de explicar melhor a captura de informações privadas: — Quando você manda uma foto íntima por Gmail, por exemplo, aquilo fica armazenado nos servidores do Google. O Google movimenta essas informações de banco de dados para banco de dados sem seu conhecimento, então suas informaçãoes podem ser levadas para fora dos EUA temporariamente. Ou seja, quando você envia uma foto do seu pênis por e-mail, a NSA recebe uma cópia.

Apesar de estar ciente da coleta de dados, Snowden acredita que os cidadãos não devem parar de compartilhar informações privadas por conta da vigilância do Estado.

— Você não deve mudar seu comportamento porque uma agência está fazendo a coisa errada. Se sacrificarmos nossos valores porque estamos com medo, então não ligamos tanto para eles.

‘MATERIAL FOI PASSADO AOS JORNALISTAS’

Apesar do tom de humor, Oliver também fez perguntas duras ao delator, como uma sobre quantos documentos Snowden realmente leu antes de divulgá-los. O entrevistador questionou se não foi irresponsável expor papéis do serviço secreto sem avaliá-los com cuidado.

— Em minha defesa, não estou mais lidando com nada disso. O material foi passado aos jornalistas. Eles estão usando medidas de segurança para que isso seja passado ao público da forma mais segura possível — justificou Snowden.

O apresentador, no entanto, citou o caso de um documento mal editado pelo jornal New York Times em que era possível ler, por baixo da tarja preta inserida pelo veículo, informações confidenciais perigosas.

— Temos que aceitar que alguns erros são cometidos no jornalismo. Esse é o conceito fundamental da liberdade. Você nunca estará completamente livre de risco se não estiver livre — minimizou o refugiado.

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