sobre americano

As experiências com belchior

Quando ela disse
“eu escuto Belchior”
minha mente fez pouco caso
“ah, ela só deve saber cantar
a divina comédia humana…”
em resposta aos meus pensamentos altos
e julgativos ela cantou:

“Se você vier me perguntar por onde andei
No tempo em que você sonhava
De olhos abertos lhe direi
Amigo eu me desesperava…”

E logo depois veio com essa

“Eu não estou interessado em nenhuma tiuria,
Nem nessas coisas do oriente, romances astrais
A minha alucinação é suportar o dia-a-dia,
E meu delírio é a experiência com coisas reais…”

Achei que ela estivesse brincando
e tinha escutado esses refrões aleatoriamente
em alguma roda de viola…
quando de repente ela me deu uma aula sobre
“o rapaz latino-americano
sem dinheiro no banco e vindo do interior.”

Foram horas magníficas
observando e aprendendo
cada palavra pronunciada por ela…
quando de repente
ela interrompe a aula e diz:
tenho que ir
chegou minha hora
depois a gente se fala.

E meu coração cantarolou:

“Meu bem, guarde uma frase pra mim
dentro da sua canção…”

E nunca mais a vi.


@luizmchd

En respuesta a este post

—¡¿Y a dónde demonios iría?! —en un arrebato de enojo, Zachary tomó ambas muñecas del vampiro y las colocó a los lados de su cabeza. De ese modo el moreno lo encaró más cerca y alterándose más conforme pasaban los segundos, así como las palabras de Cadin actuaban peor que lanzas o dardos venenosos— ¿Sabes lo que pienso? No quieres sentir afecto por nadie más por temor a resultar herido de nuevo ¿No es así? Solo tienes en la mente lo que pasó en el pasado y te rehúsas a que dejes de atormentarte con pensamientos fatalistas sobre él.

El americano se estaba saliendo muy rápido de sus cabales y la fuerza en las pálidas muñecas, aumentando, era la prueba. Sí, era cierto, deseaba a su maestro intensamente, pero eso quedaba en segundo plano cuando veía al pelirrojo como el que le sacó de la podredumbre donde vivía luego de salir del ejército. Le debía tanto y él intentaba ser recíproco, inevitablemente sintiéndose atraído por su belleza, cual moscas a la miel, quedando atrapado en su encanto de inmortal, pero Zachary era más feliz cuando al menos sentía que servía adecuadamente para él. Verle complacido, un atisbo de tranquilidad en medio de la tormenta en que vivía el Lawrence.

—¿Cómo podría dejarte? —de pronto, su voz se volvió una especie de susurro, pero la expresión en su rostro no variaba. Antes de que pudiera hacer algo que pondría en peligro su propia integridad, soltó de manera tosca sus muñecas y apretó los puños—. Me marcharé entonces y quizá sirva a otra familia, si es que no termino en manos de los Cromwell, a ellos les gusta recoger a los idiotas como yo de la calle ¿No? 

Filmes LGBT com protagonistas Negros

Uma coisa bem difícil é a representatividade negra na mídia, é bem dificil ter protagonistas negros em series, telenovelas e filmes.

Negro sempre é amiguinha da branca loira, ou a empregada, o traficante e por ai vai, e a representatividade fica mais escassa quando falamos de entretenimento no meio LGBT. Filmes famosos da comunidade LGBT como Brokeback Mountain, From Beginning to End, Shelter, Transamerica, Prayers for Bobby, The Normal Heart e outros são protagonizados por.. white people.

Então selecionei (que foi bem dificil apanhar) alguns filmes e documentários LGBT que tem nós negros como estrelas principais:  

1.Pariah

Pariah é um filme de ficção de 2011  escrito e dirigido por Dee Rees . Ele conta a história de Alike ( Adepero Oduye ) , uma adolescente Negra de 17 anos que abraça a  sua identidade como uma lésbica.

Alike  sai em clubes com sua amigo abertamente lésbica Laura . Alike lentamente e firmemente chega a um acordo com a sua própria identidade como uma lésbica  , se sentido confortável em roupas largas e underwear masculinos . Alike tem conflitos com a mãe sobre sua sexualidade e maneira de vestir.

2.Paris Is Burning

Esse clássico, De 1990 dirigido por Jennie Livingston, o filme é considerado um documentário inestimável do fim da “ Era de Ouro” dos Drag bailes de New York , é  uma exploração cuidadosa de raça, classes sociais , gênero e sexualidade na América.   

3.Change 

‘Change’(2011)  é um curta sobre um adolescente negro americano  gay que luta com sua identidade , na noite em que  o presidente Barack Obama foi eleito e Proposição 8( projecto para eliminar o casamento homossexual) aprovada. 

4. STILL BLACK: A Portrait of Black Transmen

De 2008,É um documentário  sobre sobre a intersetorialidade vivida por homens trans  negros .

5.Stud Life

’ Stud Life’ de 2011 conta a história de uma lésbica britânica, JJ, e seu melhor amigo gay,Seb. Eles trabalham juntos como fotógrafos de casamentos  , mas a sua amizade fica abalada quando JJ se apaixona por uma diva e tem que escolher sua crush ou o Seb.

6.You Are Not Alone

Um documentário de 65 minutos examinando muitos fatores psico-sociais subjacentes que causam a depressão em homens gays negros : lutas com orientação sexual ,identidade, raça ; luta contra pastores e sociedade em geral que declaram que um homem gay é uma abominação para famílias e comunidades; fala baixa auto-estima , de  contrair o HIV   e a discriminação que se seguiu acompanhando o diagnóstico ; 

E a visão de  muitos homens idosos gays negros que vivem com a solidão, isolamento e abandono, incluindo desespero por carinho, intimidade e sexo. Em entrevistas com homens gays negros de diferentes idades , profissões , saúde mental.  E recriações de experiências explorando as razões para entrar em depressão e suicídio. (Chorei demais vendo esse filme)

7. The Skinny

'The Skinny ’, protagonizado pelo  Jussie Smollett(Jamal da serie Empire),    conta a história de cinco colegas de faculdade , quatro homens gays e uma lésbica , reunindo em Nova York para um fim de semana de diversão, segredos e drama. 

(Falando em Empire vou fazer um post a falar das series protagonizados por negros) 

8.Black.Womyn

É um documentário de longa-metragem focando as vidas  de lésbicas negras de várias origens. Ele apresenta entrevistas com mulheres lésbicas negras discutindo sobre sair do armário, sexualidade e religião, amor e relacionamentos, o casamento, o patriarcado, a visibilidade nos meios de comunicação, discriminação e homofobia, o ativismo, identidade de gênero, juventude negra lésbica e anciãos, balanceamento de gênero / raça / sexualidade, e, finalmente, o que significa chamar-se Preto Lésbica hoje. (AMEI esse Filme)

9.Noah’s Arc: Jumping the Broom

É uma comedia romântica que  conta a história de dois homens gays se preparando para o  casamento deles . No meio da trama tem algumas tretas e tal. 


Esse são alguns filmes LGBT com Negros como protagonista deve ter mais , espero que gostei.  se tiverem mais alguns para recomendar é so vir. ;) 

E que venha mais REPRESENTATIVIDADE <3. 

LA GRAN MENTIRA DE LA ESCLAVITUD Y EL GENOCIDIO ESPAÑOL EN AMERICA

De todas las mentiras que he escuchado a lo largo de mi vida sobre asuntos históricos, quizá entre las que más me molestan estén las relativas al papel ejercido por España en América. Las que conforman la “Leyenda Negra” que acusa a España de genocida y esclavizadora de los pueblos americanos durante la Conquista. Y me molestan porque son acusaciones falsas e infundadas, que a base de ser repetidas e introducidas con calzador en el ideario popular, hemos acabado por creérnoslas hasta los propios españoles.

Todo proceso histórico conquistador o colonizador conlleva el uso de la violencia y de las armas. Si bien el Imperio Romano invadió y conquistó España desde el siglo III A.C., arrasando y aniquilando a nuestros antepasados celtíberos, lusitanos, astures o cántabros, a nadie con un mínimo de inteligencia se le ocurriría hoy decir que Roma es la culpable de “la aniquilación de España” y del “sometimiento injusto” de nuestro pueblo. Más bien, los españoles mantendremos una deuda eterna con Roma por habernos dejado un legado inigualable tras su paso, latinizándonos y regalándonos su influencia y su organización. Algo parecido, o quizá de superior magnitud, sucedió en lo que respecta a la transmisión de riqueza a América tras nuestra llegada. La diferencia, sin embargo, es que el Imperio Romano no tuvo la mala suerte de contar con un enemigo anglosajón que volcara sobre él durante siglos infinitas mentiras y leyendas destinadas a diezmar su legitimidad y grandeza incontestables.

También los propios Tlaxcaltecas ayudaron a Hernán Cortés a derrotar a sus enemigos deTenochtitlán (los Aztecas de Moctezuma), y los Aztecas, a su vez, combatieron junto a los españoles en posteriores colonizaciones…La historia, como vemos, es al final una sucesión de conquistas, y si bien se cometieron algunos casos aislados de maltrato durante los periodos de introducción y de Conquista (inevitables teniendo en cuenta las gentes, las circunstancias y la época) España no ejerció sobre los nativos americanos ningún tipo de genocidio ni esclavitud generalizado. Muy al contrario, podemos decir (y avalarlo con documentación y hechos contrastados de la historia), que España fue el único país de Europa que siempre protegió en su Conquista a los nativos de todos nuestros territorios de Ultramar, garantizándoles una vida digna y unos derechos integrales.

Pocos años después de nuestra llegada a tierras americanas, y en virtud de nuestra condición de Reino católico (clave en nuestra posterior relación con los indígenas), y del impulso de nuestros frailes Franciscanos y Jesuitas, fuimos los propios españoles quienes dictamos multitud de normas, leyes y decretos oficiales que protegían a los indígenas de cualquier abuso. Y fue la propia Reina Isabel la Católica quien determinó tras el primer viaje de Colón, que los indios nativos no debían ser considerados esclavos, ni siquiera gentes colonizadas, sino súbditos de pleno derecho de la Corona Española, como habitantes de las nuevas provincias recién descubiertas.

Y nos tomamos tan en serio los españoles la aplicación de justicia sobre los indígenas delNuevo Mundo, que la Monarquía Hispánica inmediatamente acometió las reformas necesarias para regular su trato de forma oficial. De esta manera, nada más dos décadas después de iniciarse el Descubrimiento (el 27 de diciembre de 1512), España abolió la esclavitud indígena mediante las “Leyes de Burgos”, en las cuales se emitieron las ordenanzas necesarias “para el gobierno con mayor justicia de los naturales, indios o indígenas” y se estableció que el Rey de España tenía derecho a “justos títulos” de dominio del Nuevo Mundo, pero sin derecho a explotar al indio, que era hombre libre y podía tener propiedades, pero que como súbdito debía trabajar a favor de la Corona sin mediar la esclavitud, retribuido y con libertades garantizadas, a través de los españoles allí asentados. España anteponía la evangelización de los nativos a cualquier otra materia, nativos a quienes consideraba hermanos cristianos, dejando a un lado las excepciones salvajes que efectivamente se pudieran dar y de las que de ninguna manera fue culpable España como unidad.

Pero las “Leyes de Burgos” no fueron unas leyes aisladas en lo referente al trato a los indígenas, y treinta años más tarde (1542), España emitía las “Leyes Nuevas” ( o Leyes y ordenanzas nuevamente hechas por Su Majestad para la gobernación de las Indias y buen tratamiento y conservación de los indios), en las que entre otras cosas se regulaba aún más en detalle el trato a los nativos, proclamando de nuevo su libertad y suprimiendo igualmente las encomiendas. Eran normas emitidas por los propios españoles y que restaban derechos a los pobladores españoles en beneficio de los indígenas, algo inédito en aquel momento y digno de asombrosa admiración…En esas “Leyes Nuevas”, el Emperador Carlos I mandó constituir una comisión que determinara la limitación de los derechos de los españoles en sus encomiendas y el sistema y forma en que se llevaban a cabo las Conquistas (no podían violarse los derechos indígenas en ese proceso). En dichas leyes, también se regulaban los tributos que los indígenas debían aportar al Estado, como súbditos del Rey que eran y no como esclavos.

En resumen, en lo relativo al trato a los indígenas, las “Leyes Nuevas” aportaban lo siguiente:

- Sobre la esclavitud:

* Cuidar la conservación y gobierno y buen trato de los indios

* Que no hubiera causa ni motivo alguno para hacer esclavos, ni por guerra, ni por rebeldía, ni por rescate, ni de otra manera alguna.

* Que los esclavos existentes fueran puestos en libertad, si no se mostraba el pleno derecho jurídico a mantenerlos en ese estado.

* Que se acabara la mala costumbre de hacer que los indios sirvieran de cargadores (tamemes), sin su propia voluntad y con la debida retribución.

* Que no fueran llevados a regiones remotas con el pretexto de la pesca de perlas.

* Se dictó orden a la armada española para la persecución y castigo de las naves esclavistas inglesas, holandesas y portuguesas que infectaban el caribe con destino a las colonias anglosajonas y a Brasil.

- Sobre las encomiendas:

* Que los oficiales reales, del virrey para abajo, no tuvieran derecho a la encomienda de indios, lo mismo que las órdenes religiosas, hospitales, obras comunales o cofradías.

* Que el repartimiento dado a los primeros Conquistadores cesara totalmente a la muerte de ellos y los indios fueran puestos bajo la real Corona, sin que nadie pudiera heredar su tenencia y dominio.

Y es que, como decía el historiador e hispanista estadounidense Lewis Hanke, uno de los mayores expertos sobre Hispanoamérica: “Ninguna nación europea se responsabilizó de su deber cristiano hacia los pueblos nativos tan seriamente como lo hizo España”. Y no solo cuidamos más que ningún otro país nuestra relación con aquellos nuevos compatriotas, sino que el nacimiento del Imperio Español en América supuso, de facto, en inicio de uno de los periodos más prósperos de la historia universal. Un periodo en el cual la ciudad de México llegó a convertirse en la urbe más grande y rica del planeta, o en el que cuando llegaron las independencias, España había creado un legado que convertía a Hispanoamérica en la región más próspera del planeta, con un nivel de vida y una economía incluso superiores a las de la Europa de entonces y con unas ciudades (como Lima, Santa Fe de Bogotá o México), mucho más importantes que Londres, París o la Roma de aquel momento…Y fuimos quizá tan respetuosos y precavidos, que podemos afirmar que los problemas reales de las independencias americanas no fueron causados por España, sino por los trágicos y mal llamados “libertadores”, que en nombre de una falsa igualdad arrebataron a los indios sus derechos y sus tierras comunales, amparadas por las leyes y los derechos que los españoles habíamos decretado siglos antes.

Nuestra labor en América no tuvo absolutamente nada que ver con genocidios o esclavitudes, y sin embargo sí mucho que ver con el florecimiento en América de una nueva cultura que venía a cambiar para mejor la que nos encontramos al llegar. Descubrimos sociedades tecnológica y humanamente 3000 años atrasadas, generalmente inconexas entre ellas, que en su práctica totalidad practicaban el canibalismo y los sacrificios humanos, y a las cuales situamos a la cabeza del mundo en pocos siglos.

Y es España la responsable de haber trasladado a América el urbanismo, el derecho, las economías estructuradas, la agricultura, las universidades, las catedrales, las técnicas arquitectónicas, la influencia del Renacimiento, la imprenta, la rueda, la escritura, la música o la fe, entre otras infinitas cosas.

Fundamos 23 universidades en América que daban educación a casi 200.000 alumnos de todas las clases sociales y razas (Portugal no fundó ninguna en Brasil durante su periodo colonial, mientras que la Inglaterra colonial de entonces, por ejemplo, hasta ese momento se había preocupado más bien poco por educar a sus indígenas), y a través de la península, hacíamos llegar a América todas las corrientes intelectuales y las artes que la grandiosa España de entonces absorbía.

¿Qué se cometieron atrocidades e injusticias? Sin duda, sí. ¿Qué hubo quienes utilizaron su poder personal para esclavizar a veces a los indígenas? También. Pero el 95% de las muertes acaecidas por aquel tiempo en América no son producto de las armas españolas, sino de los virus y enfermedades (como la gripe, la viruela, la escarlatina o el sarampión), que inevitablemente se transmitieron de España a América y de América a España entre dos mundos que hasta ese momento habían estado permanentemente aislados entre sí.

Por todo ello, creo que es deber de toda la comunidad Hispanoamericana conocer estos hechos, para no dejarnos seguir engañando por la leyenda negra creada por el mundo anglosajón y por quienes encabezaron las distintas independencias e hicieron creer a algunos que la bellísima historia común que tenemos no fue sino una vulgar y cruel escabechina. Con un poco de rigor histórico y cultura, descubrimos que lejos de ser aquello que esos dicen, la historia de España en América es uno de los periodos más hermosos y prósperos de la historia universal, porque España no fue a América para irse sino para quedarse, para construir y para fusionarse. Y fruto de ese aporte y de esa fusión son sus ciudades y sus gentes de hoy, que son el mejor ejemplo vivo de aquella gesta sin igual que hermanó para siempre a una comunidad de naciones que hoy engloba a 450 millones de personas.

FUENTE: “Guía políticamente incorrecta de la civilización occidental”, adaptación española basada en: The Politically Incorrect Guide to Western Civilization. Anthony Esolen y José Javier Esparza Torres. Ciudadela Libros, S. L. Madrid (2009). ISBN: 978-84-96836-56-3

Autor: Luis Yanguas Gómez