sistema sociale

… la delincuencia tiene una cierta utilidad económica-política en las sociedades que conocemos. La utilidad mencionada podemos revelarla fácilmente:

1) Cuanto más delincuentes existan más crímenes existirán, cuanto más crímenes haya más miedo tendrá la población y cuanto más miedo haya en la población más aceptable y deseable se vuelve el sistema de control policial.


La existencia de ese pequeño peligro interno permanente es una de las condiciones de aceptabilidad de ese sistema de control, lo que explica porque en los periódicos, en la radio, en la televisión, en todos los países del mundo sin ninguna excepción, se concede tanto espacio a la criminalidad como si se tratase de una novedad en cada nuevo día.

—  “Las redes del poder”, Michel Foucault.
quais possíveis temas da redação do Enem 2017?

1. O conceito de família no século XXI

Apesar de esse tema ter sido cobrado recentemente em uma proposta de redação da UNESP – um dos maiores vestibulares paulistas – consideramos que ele ainda pode ser utilizado no ENEM, de forma integral ou voltado para pontos mais específicos: casamento entre homossexuais e adoção, por exemplo. Pesquise sobre o projeto de lei que deu origem a essa discussão e busque ampliar seus conhecimentos sobre o assunto refletindo sobre diversas formações familiares que existem, como crianças criadas por avós, casais sem filhos, etc.

2. Descriminalização das drogas

Atualmente, está em discussão na política brasileira a possibilidade de descriminalizar a maconha para uso medicinal e recreativo. Há tempos que esse assunto é polêmico e envolve argumentos sobre saúde dos indivíduos e tráfico de drogas, por exemplo. O Supremo Tribunal Federal está com a Lei Antidrogas em discussão. Aproveite para pesquisar mais sobre isso. E vale uma dica de ortografia: veja também a diferença entre descriminar e discriminar.

3. Justiça com as próprias mãos

Os linchamentos foram assustadoramente recorrentes nos últimos anos. Muitos dos casos ligados a racismo e homofobia, a justiça com as próprias mãos mostra o aumento da intolerância e ódio a determinados grupos da sociedade, assim como o descontentamento dos brasileiros com a justiça brasileira. Uma dica para engrandecer a argumentação de uma redação com essa temática é estudar os filósofos contratualistas como Hobbes e Locke e refletir o linchamento como uma quebra do contrato social.

4. Manifestações populares

O espaço público tem sido cada vez mais ocupado com manifestações tanto políticas quanto ligadas a assuntos específicos, como o valor do transporte público que deu início às manifestações de junho de 2013, iniciadas em São Paulo e difundidas por todo o Brasil. A importância desses atos pode ser pauta de discussão em uma redação do ENEM, assim como a represália estatal e consequente violência policial que muitas vezes ocorre nessas manifestações.

5. Democratização da tecnologia

A tecnologia tem aumentado a democratização dos meios de comunicação, de entretenimento e educação no Brasil. Exemplos disso são as empresas WhatsApp, Netflix.. Essa mudança de comportamento dos usuários de internet que buscam, cada vez, conhecimento online (seja uma receita culinária até artigos acadêmicos) é um bom ponto de reflexão.

6. Esporte como transformador social

“Quando eu crescer, quero ser jogador de futebol “. Essa é uma frase bastante ouvida pelas crianças, principalmente as de classe socioeconômica mais baixa. Um dos motivos é a valorização do futebol no Brasil, e a possibilidade de crescer na vida através dele. Como o Brasil sediou a última Copa e as Olimpíadas, esse assunto pode ser alvo de discussão na próxima edição do ENEM.

7. Sistema previdenciário brasileiro

O sistema de previdência social está em mudança no Brasil e isso tem trazido muita discussão sobre aposentadoria. É importante se manter atualizado sobre essa questão, pois ela pode aparecer na proposta de redação de forma direta ou indireta, por exemplo, sobre a qualidade de vida na terceira idade ou o papel dos idosos na economia brasileira.

8. Sistema carcerário brasileiro

O sistema carcerário brasileiro é um dos mais precários do mundo, sendo um dos principais problemas a superlotação. Vários movimentos de Direitos Humanos e pesquisadores estudam essa situação e outras questões como rebeliões, formação de facções, dificuldade de reinserção do ex-detento na sociedade e no mercado de trabalho, violência policial, etc. Para instigar a reflexão, vale a pena recordar o filme “Carandiru”, baseado na obra do médico Drauzio Varela.

9. Os limites do humor

É comum vermos piadas ultrapassando os limites do humor respeitável e se tornando ofensa para grupos estereotipados. Um bom exemplo disso é o comediante Rafinha Bastos, protagonista de diversas polêmicas. Essa reflexão é válida de ser feita em diferentes ambientes: escolar, de trabalho, familiar, stand up, etc. Um filme muito interessante que, além de outros assuntos, também possibilita a reflexão sobre o discurso de ódio disfarçado de humor é o “Ele está de volta”, de David Wnendt, disponível no Netflix. Além disso, também tem um interessante documentário chamado “O riso dos outros”, de Pedro Arantes, disponível no Youtube.

El patriarcado es tan real como yo  que estoy escribiendo esto, que estoy respirando, vive y late, aunque lo quieran negar, aunque nos tilden de exageradas, violentas y ridículas, vengo a hablar de un patriarcado que existe,  por el cual estamos atravesados aunque intentemos levantarnos contra él, del que nos estamos desestructurandonos, está presente incluso en el lenguaje, en algo tan simple, que nos identifica como “hombres” a los seres humanos, excluyendo a la mujer de ser persona, posicionándola en el lugar de objeto privado y el varón como sujeto social, la mujer por detrás de él, obedeciendo, agachando la cabeza y sin reprochar, sin decir todo lo que piensa por miedo, siendo “esposa de”, “hija de”, está detrás de cada “chiste” misógino, de cada burla mandando a lavar los platos, en el comentario de la suegra que dice que la novia de su hijo es una inútil porque no cocina, está en el “sos una puta por garcharte a alguien con novia” y en millones de ejemplos más que normalizamos porque ya es parte de nuestro día a día… El patriarcado existe, es un sistema político y social que existe desde que se puede escribir, que es machista y homofóbico, que nos oprime a todxs y del cual somos parte, aunque no queramos, nos quieren calladas y sumisas, nos quieren a su servicio, porque el varón tiene la idea desde que existe la ciencia de que la mujer (como la naturaleza) existe exclusivamente para su servicio y voluntad, para ser explotada y maltratada para que él pueda beneficiarse de eso, sin importar las consecuencias o si alguien más sufre por ello.               Hablo de un patriarcado que se esconde detrás de cada “no está bien que la hayan violado pero…”, “qué pendeja de mierda, como quiere llamar la atención”, “y si, mira la ropa que tenía”, “¿cómo va a ir al boliche si sabe lo que pasa?” y no es viejo, sigue pasando, siguen apoyando al opresor cuando son parte del oprimido. Hay que romper las cadenas que nos atan a un sistema machista, hay que salir, gritar, exigir lo que nos merecemos, basta de callarnos, basta de agachar la cabeza y mirar al piso por miedo, rebelate, salí a la calle y empoderate, mujer, que, aunque no te sientas representada este patriarcado existe y la ley sólo está hecha para el varón heterosexual, blanco y exitoso, quién no cumpla con esos requisitos, se caga. El feminismo lucha por destruir este patriarcado que oprime, mata y desvaloriza, que quiere silenciar su lucha, que no tiene en cuenta a la mujer, que la sigue menospreciando y matándola para callarla, cada femicidio es una perdida, fallamos como sociedad, fallamos salvándolas, el estado se ausenta, los carteles se levantan, más mujeres se rebelan, basta de callarnos, es tiempo de empodernos y destruir a este sistema asesino que nos hace parte de su crueldad y nos obliga a obedecer.

Cada vez mais, conforme penso na história, fico convencido de que tudo que vale a pena no mundo foi conquistado pelo espírito livre, inquisitivo, crítico, e que a preservação desse espírito é mais importante do que qualquer sistema social, seja ele qual for. Mas os homens de ritual e os homens de barbárie são capazes de calar os homens de ciência e silenciá-los para sempre.
—  Sinclair Lewis.
Il termine “meritocrazia” apparve per la prima volta nell'opera Rise of the Meritocracy (1958). L'autore, il sociologo britannico Michael Young (1915-2002), intendeva usare il termine in senso dispregiativo. Nel libro tratteggiava lo scenario di un futuro distopico in cui la posizione sociale di un individuo veniva determinata dal suo quoziente intellettivo e dalla capacità di lavorare. Nell'opera, l'oppressione generata da tale sistema sociale finisce per portare a una rivoluzione in cui le masse rovesciano i governanti, divenuti arroganti e distanti dai sentimenti del popolo.
—  wikipedia

Por que es importante ser consiente del feminismo intersecional.

Siempre he hablado sobre la importancia del feminismo intersecional. Para mi, el feminismo real y correcto es el intersecional, pues es importante tener una visión clara de cómo la desigualdad involucra a personas de color, personas negras, personas con discapacidad, personas con enfermedades mentales, personas de diferentes nacionalidades y religiones y si, incluso hay que defender a personas que tienen privilegio en el sistema social, pues el feminismo intersecional no es excluyente. Es por eso que hablo mucho sobre el intersecionalismo por qué muchas veces el feminismo en algunas personas se desarrolla de forma clasista y selectiva. 

Es muy fácil ser racistas y discriminatorios aunque no lo notemos y eso se ve reflejado en la forma en la que hablamos o nos referimos a personas homosexuales, transgenero o de piel negra. Una de las formas más comunes de ser discriminatorios sin notarlo es como nos acostumbrado a decir palabras que refuerzan estereotipos negativos. Como he dicho anteriormente, el feminismo intersecional no es perfecto pues abarca demasiados ámbitos, la política, la religión e incluso la cultura juega un papel importante y si no somos cuidadosos estaríamos reforzando estereotipos. El feminismo es mucho más que querer igualdad social y económica; es mucho más que mostrar el seno o querer que no seamos juzgadas sexualmente. Yo soy una persona de color con piel blanca (si, por etnia somos personas de color) pero hay una diferencia entre personas latinas que son blancas y personas latinas negras, como es el caso de las personas Afro-Latinas. Constantemente borrados de los medios. Los Afro-Latinos sufren bastantes prejuicios aún en la sociedad, las personas que sufren algún tipo de enfermedad mental son muchas veces calladas o llamados ‘locos’, las personas árabes aunque emigraron a muchos países latinos desde hace muchos años siguen siendo llamados terroristas, los estereotipos y fobia hacia personas con sobre peso o incluso como a un hombre color negro se le apropian estereotipos de criminal. Las personas homosexuales tienden a sufrir estereotipos fuertes inclusos en Latinoamérica  como ‘se hizo gay’ y paro de contar.  Uno de esos problemas los tengo con familiares, amigos, más que todo con mi mama. En Latinoamérica es difícil avanzar hacia una sociedad más progresista por qué crecimos con familias demasiado conservadoras y religiosas. No sé si les ha pasado a ustedes pero mi mama ya que creció en una época distinta aún ve muchas cosas como algo malo, aún reafirma los estereotipos y roles de género, aún discrimina pues así la enseñaron a ver el mundo. Mi abuela aún cree que si me casaré debería cocinar. 

Allí es donde veo la importancia del feminismo, me he dado cuenta que en Latinoamérica sobre todo la juventud a sido más consiente sobre todo en estos últimos años sobre el sexismo, racismo, roles de género, sexualidades, incluso siento que los jóvenes han avanzado en ser más inclusivos, muchísimo más que nuestras familias. Nosotros los jóvenes seremos el futuro del país, del mundo. Los que estamos estudiando ahora algún día tendremos un trabajo y si trabajamos duro tal ves dueños de nuestro propio negocio donde podremos tener la desicion de contratar a diferentes personas sin importar su condición, raza, religión, sexualidad. Los que deseamos tener hijos algún día, está en nuestra manos el enseñarle a aceptar a los demás, respetar, no tener miedo a ser como es. Cuando tenga una familia le enseñaré a mis hijos enseñaré la importancia del consentimiento desde una temprana edad, no forzare roles de género y a medida de que crezcan les enseñaré a tratar a todos igual. Así es que se forma una nueva sociedad transparente y llena de valores.  Creo que sería importante tener clases de la sexualidad que sea netamente inclusivo y no sólo hetero-normativo. También la importancia del consentimiento. He visto bastantes avances en la sociedad, sobre todo en Latinoamérica, no como me gustaría ya que es muy difícil cambiar el modelo conservativo en lo que nos han educado. Pienso que corregir a tu familia y amigos es vital, sin importar lo que crean de ti. Algunos lo tomarán como consejo, algunos no. Pero para mí una nueva sociedad se forma con la acción de todos.

Alguna ves has tenido problemas con tu familia? Es tu familia/amigos/pareja aún sexistas?

youtube

Estudié Bellas Artes y he aprendido más de Velázquez y Las Meninas con este trap que en cinco años de carrera.

@davidpareja

Planetas personales, sociales y transpersonales

La astrología divide a los planetas del sistema solar en personales, sociales y transpersonales. Cada uno se corresponde con un arquetipo en particular que marca al individuo y al colectivo humano.

PLANETAS PERSONALES: Sol (la astrología sabe que es una estrella, pero forma parte del arquetipo del ego, y por lo tanto para no confundir, lo pone dentro de la clasificación de planeta), la Luna, Mercurio, Venus y Marte.
PLANETAS SOCIALES: Júpiter y Saturno.
PLANETAS TRANSPERSONALES: Urano, Neptuno y Plutón.

Sol, Luna, Mercurio, Venus, Marte: definen el ego, cómo pensamos y nos comunicamos, qué nos atrae, cómo nos relacionamos con los demás y cómo actuamos para obtener lo que queremos. El Sol está treinta días en cada signo y representa el “yo” consciente, la Luna está 2 días en cada signo y representa el mundo emocional, Mercurio está 21 días en cada signo y rige la comunicación y la manera de pensar, Venus está 28 días en cada signo y rige los deseos, las relaciones y los gustos artísticos y mundanos, y Marte está 40 días en cada signo y rige nuestra forma de conseguir lo que queremos, nuestro lado conflictivo y el acercamiento que tenemos a la sexualidad.

Júpiter y Saturno: por un lado tenemos al gran benefactor (Júpiter), que se encarga de las leyes, la religión, las corrientes de pensamiento filosófico, los ámbitos de estudio y las culturas a nivel mundial. Por el otro tenemos al señor del karma ( Saturno), que se encarga de poner los límites y por eso las autoridades gubernamentales e institucionales le corresponden, el ejercicio de la política, las empresas y los grandes logros materiales. Júpiter está alrededor de 1 año en cada signo y Saturno 2 años.

Urano, Neptuno y Plutón: afectan generaciones enteras de gente porque tardan muchos años en pasar de un signo al siguiente. Urano y Neptuno abarcan casi una década mientras que Plutón tarda 20 años en cruzar un signo. Urano rige las rebeliones, los conflictos sociales a gran escala, los ideales sociales, los movimientos rupturistas y de vanguardia. Neptuno rige el sentido que le da una generación a la creencia en algo superior y es el gran solvente universal, porque dependiendo en qué signo se encuentre va a disolver el ego o los rasgos negativos del mismo trabajando a través de las personas afectadas. Plutón es el cambio de estado permanente de varias cuestiones colectivas básicamente; rige los procesos de eliminación y desintoxicación del colectivo, además del poder que tienen los individuos para llevar esas tranformaciones profundas adelante. Una vez que Plutón transforma algo, ese algo no puede volver a su estado anterior, ya que se encarga de la muerte psicológica y la real.

El cissexismo y el heterosexismo en la sociedad, especialmente en la secundaria.

Este tema ha sido recomendación de @feministadefuego, voy a estar tocando el tema de la sexualidad, y como el mismo es tratado en las secundaria o la sociedad en general. Antes de ponerme a hablar sobre la sexualidad, quise dejar claro unos términos (los mismo se encuentran más a fondo aquí es importante que lean).  

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Rousseau disse que o homem nasce bom, e a sociedade o corrompe. Mas essa ideia precisa de reparos: para mim, o homem nasce neutro e o sistema social educa ou realça seus instintos, liberta seus psiquismo ou o aprisiona. E normalmente o aprisiona.
—  O Vendedor de Sonhos.