sinaleiro

Não adianta ir a igreja e fechar o vidro do carro quando tem um morador de rua no sinaleiro. Não adianta ir a igreja e matar gato envenenado. Não adianta ir a igreja e ser a favor da violência contra homossexuais. Não adianta ir a igreja e julgar o próximo baseando-se nas suas crenças . Como é que você cuida dos erros alheios e não cuida os seus próprios? Como é que você é tão severo com as falhas dos outros e sempre arruma uma desculpa pras suas? Como é que você fica tão indignado ao perceber os defeitos do próximo e se sente tão injustiçado quando apontam os seus defeitos?
Jesus não fez acepção de pessoas, nem tão pouco julgou e se sentiu superior em relação aos demais. Ele só pediu para que amássemos uns aos outros. Como você diz que ama a Deus mas rejeita e condena seu “irmão” se Deus é a imagem e semelhança dele?
Enquanto o ônibus estava parado no sinaleiro, eu, ali no meu canto, observei as pessoas que estavam lá fora…todas elas, em um vai e vem, a preocupação e o stress estampado em suas caras, pensei o quanto a gente vive para o mundo, para as outras pessoas e esquecemos de nós. Adoecemos e nos esquecemos de que na vida, nada é mais importante do que a nossa família.
—  Autorias/megamentevazia

A vida é uma caixa de surpresa, fico me perguntando se talvez não tivesse sido melhor sermos um desses casais tradicionais. Eu iria em uma festa e você me olharia de longe, eu te olharia de volta dando um sorriso singelo, você se aproximaria e me faria rir com alguma coisa, conversaríamos a noite inteira. Você se ofereceria pra me levar pra casa, e eu perguntaria porque não, em algum sinaleiro durante o percusso pra me deixa em casa, eu te olharia com um sorriso de canto de boca e você me beijaria. Quando fosse me deixar em casa eu te chamaria pra subir, e você aceitaria, chegando em casa me deixaria completamente nua, poderia dizer que faríamos amor porém não combina com a gente, então creio que você me foderia fazendo que ambos chegasse ao ponto máximo de prazer. Depois eu pediria educamente pra você ir embora, e no outro dia você me mandaria um “oi, dormiu bem?” e assim começaríamos nossas conversa eu descobriria que o que eu achei que fosse ser só mais um transa, se tornou o homem que eu quero construir minha vida, brigaríamos frequentemente mas não seria o suficiente pra nos afastar, sera que assim você deixaria eu te amar? Sera que assim poderíamos ver desenhos, ir ao cinema, passar uma noite bebendo e rindo das historias alheias, eu fico me perguntando que se talvez tivesse sido assim nos não teríamos perdido o interesse não estaríamos tão distantes.

HB.   

Capitulo 100

Bom finalmente chegamos no ultimo capitulo dessa temporada e quero dedicar ele para meu amor e para todas as meninas do grupo do whatts que me aturam o dia inteiro HAHAHA E claro que para todas vocês que leem e acompanham a fic, me mandam mensagens e estão sempre aqui comigo, afinal se não fossem todas vocês o que seria da fic certo? Meninas e meninos, meus lindos e minhas lindas, meus amores e minhas amoras muito obrigada por tudo que fazem por mim e que venha a segunda temporada, ansiosos? TMJ e eu amo vocês ♥♥

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Junior: Vou na cantina querem algo? – Perguntei apenas para sair dali assim que Thiago sumiu do nosso campo de visão e para minha sorte todos não queriam nada, então sai andando em passos largos para alcançar Thiago. – Tem algo para falar comigo? – Perguntei assim que o encontrei.

Thiago: Não necessariamente. – Falou tirando um papel dobrado do jaleco. – Vanessa pediu para que eu entrasse isso a você. – Me entregou e eu franzi o cenho. – Não deixe que ninguém veja é um pedido dela, agora se me da licença preciso realmente ir um paciente acaba de me ligar.

Junior: Vai lá Thiago, obrigada tomarei cuidado. – Falei e ele assentiu saindo andando então caminhei ate a cantina porque se alguém fosse me procurar tinha que estar lá e assim que cheguei me sentei e abri o bilhete.

“Vê se lê isso quieto e calado ouviu? Não acredito que vou contar isso antes da hora, mas pelo visto vou precisar da sua ajuda de novo. Bom na segunda gaveta da cômoda do meu quarto embaixo de tudo tem um papel com um endereço, você deve conhecer bem o lugar é ai perto de casa, enfim tem uma chave escondida dentro do meu coturno preto que esta numa caixa amarela misturado com os outro sapatos no guarda-roupa, pegue as chaves e vai lá hoje se possível e procure por Gustavo e fale que Vanessa Mesquita te mandou ate lá assim que chegar saberá o que fazer.”

Junior: O que será que ela esta aprontando dessa vez? – Falei pensando alto rasgando o papel em vários pedaços. – Eê Vanessa você ainda vai me colocar em encrenca. – Disse sozinho negando com a cabeça enquanto jogava os pedaços de papel no lixo e voltando para onde estão todos.

May: Ai esta você. – Falou assim que me viu e eu franzi o cenho. – Já estava indo atrás de você, será que pode me levar na casa da tia Sol? Preciso pegar uns papeis que Bella pediu e Thais saiu correndo porque a ONG ligou. – Assim que ela terminou eu tive vontade de abraçar Mayra e roda-la no ar, tudo que eu precisava era uma desculpa para ir na casa de tia Sol e ela tinha acabado de resolver esse problema. – Junior você pode? – Perguntou apontando para o celular e eu apenas assenti sorrindo. – Ele pode Bellinha, em uns vinte minutos deixo ai pra você. – Falou desligando. – Então vamos? – Perguntou me olhando.

Junior: Vamos. – Respondi sorrindo. – Já voltamos qualquer coisa vocês me liguem ok? – Elas apenas assentiram e saímos dali. – May posso te fazer uma pergunta? – Perguntei assim que já estávamos no caminho de casa.

May: Claro Junior. – Falou sentando de lado me olhando.

Junior: Porque você e Thais não assumem logo que estão se pegando e gostando uma da outra? – Perguntei direto e ela ficou vermelha.

May: Não é questão de assumir Junior. – Falou e eu arqueei uma sobrancelha confuso. – Eu amo aquela menina, ela mexe comigo de uma forma que nenhuma outra nunca mexeu antes, nunca pensei que ficaria com uma mulher ate eu ver ela pela primeira vez. – Suspirou sorrindo. – Mesmo que ela tente passar essa panca de marrenta pra vocês é completamente diferente quando estamos juntas, ela me trata com carinho e tem toda a paciência do mundo comigo…

Junior: Desculpe mais ate agora não vi nenhum problema. – Disse a interrompendo.

May: Mais não tem nenhum problema mesmo, com ela nunca tem e talvez isso seja um problema. – Falou sorrindo. – Mas aconteceu tudo muito rápido Junior e não foi só entre nós, nessas duas semanas aconteceram muitas coisas e você sabe muito bem, ninguém estava com clima para pensar nisso. – Falou e eu assenti sorrindo. – Porem agora podemos pensar nisso com calma, só vou esperar Van receber alta e conversar isso com ela.

Junior: Você sabe que pode contar comigo né? – Perguntei e ela assentiu sorrindo. – Ótimo, porque faço mó questão de ajudar vocês. – Falei parando o carro em frente à garagem. – Vamos logo que tenho que ligar para seu irmão e resolver algumas coisas do meu apê.

May: Se você quiser pode me deixar na delegacia e ir resolver suas coisas porque ainda vou ajudar Bellinha com algumas coisas e deve demorar.

Junior: Por mim esta perfeito, não sei quanto tempo vou demorar então qualquer coisa me liga ok? – Ela apenas assentiu e entramos na casa. – Bom só vou correr ali em cima e pegar um negocio. – Falei subindo as escadas enquanto ela procura os papeis necessários na sala. Corri ate o quarto de Vanessa tentando ao máximo não fazer barulho. – Quem esconde uma chave dentro de um coturno? – Perguntei pra mim mesmo sorrindo enquanto procurava a caixa amarela o que não foi tão difícil porque era BEM amarela, me levantei colocando as chaves no bolso e fui ate a cômoda pegando o tão papel.

May: Junior vamos! – Gritou lá de baixo e fechei a gaveta com cuidado para não fazer barulho e desci correndo antes que ela subisse e me pegasse aqui.

Junior: Então vamos. – Falei e ela me olhou desconfiada porem não dei moral, fomos conversando coisas aleatórias enquanto ouvíamos musicas e parei em frente à delegacia. – Assim que terminar você me liga que venho te pegar ok? – Falei e ela assentiu saindo do carro e dei partida parando no sinaleiro e peguei o papel no bolso para ver o endereço que Vanessa falou. – Esse é o endereço do meu prédio. – Pensei alto confuso com o que li e me lembrei do “procure por Gustavo”. – O que Vanessa tem haver com o porteiro do meu prédio? – Perguntei negando com a cabeça e fazendo o que ela mandava.

Gustavo: Oi senhor Junior, veio terminar de arrumar sua mudança? – Perguntou simpático assim que cheguei na portaria.

Junior: Ainda não, vim aqui porque Vanessa Mesquita mandou conhece ela? – Perguntei ainda confuso.

Gustavo: Claro que sim, a senhorita Mesquita não me falou que conhecia o senhor e nem que alguém viria aqui.

Junior: Sou cunhado dela, desculpe Gustavo ela não me deu muitas informações como conhece ela? – Perguntei franzindo o cenho e ele sorriu simpático.

Gustavo: Bom então além de cunhado será vizinho, a senhora Mesquita comprou o apartamento que fica acima do seu algum tempo atrás. – Falou calmamente.

Junior: Foi aquela vaca que comprou a cobertura? – Perguntei no susto e ele riu. – Bom creio que as chaves que ela me deu é do apartamento, então se me permite vou ate lá. – Entrei no elevador e apertei o botão escrito “13º – Cobertura” ainda sem acreditar, quando fui comprar esse apartamento eu queria a cobertura porem não foi possível porque o corretor disse que ele já havia sido vendido e que a proprietária não vinha aqui com tanta frequência porem não me passou pela cabeça que seria Vanessa, então tive que me contentar com o apartamento do 12º andar que não era ruim, muito pelo contrario. Esse prédio modesta parte era lindo e um dos melhore por aqui, havia um apartamento por andar o que tornava os apartamentos bem maiores. – Não acredito… – Falei assim que virei à chave e olhei para o apartamento.

POV Clara

Quatro dias se passaram desde que Van acordou e ela estava bem melhor a cada dia, estava conversando mais que a boca e completamente sorridente e empenhada a melhorar rápido, ela já estava ate andando pelo hospital mais é claro que acompanha de alguém e sempre do seu pequeno enfermeiro que não saia do lado dela, bom nem preciso dizer que esse pequeno enfermeiro é Max né? May ajudou Bellinha com alguns papeis da verdadeira identidade de Fabiano, atestado de óbito e sobre seu inventario essas coisas que eu nem fazia questão de saber e finalmente hoje Van ganharia alta e Junior se mudaria para seu novo apartamento.

Thiago: Você esta gostando tanto de andar por aqui que estou pensando em jogar essa sua alta no lixo. – Falou sorrindo assim que nos viu entrando para o quarto depois de seu pequeno tour.

Van: Já posso ir? – Falou rindo fingindo que iria correr nos fazendo rir.

Thiago: Quem diria que há quatro dias a senhorita estava em coma em? – Disse com um sorriso vitorioso. – Espero não te ver aqui tão cedo em dona Vanessa. – Falou entregando em sua mão o papel com sua alta assinada.

Clara: Pode deixar que vamos ficar de olho né filho? – Falei brincando com Max que assentiu sorrindo. – Algum cuidado especial?

Thiago: Espero que ela não de muito trabalho, porque é cabeça dura toda vida. – Falou rindo e eu apenas concordei sorrindo. – Bom não é bom fazer muito esforço e você tem que se alimentar direito ouviu? E nada de ir trabalhar durante a próxima semana ouviu? Vai ficar quieta em casa com seu filho e sua mulher ouviu? – Falou dando um beliscão no braço de Vanessa nos fazendo rir. – Qualquer coisa já sabem é só me ligar.

Clara: Obrigada por tudo Thiago. – Falei sincera e ela assentiu sorrindo. – Vamos pra casa? – Perguntei olhando nos olhos de minha mulher que sorriu abertamente.

Junior: Só se for pra minha casa né, hoje é a grande inauguração. – Falou atrás de nós, nos assustando ao aparecer ali de repente.

Clara: Mais se pudermos ir vivas vai ser super legal. – Falei sorrindo e Junior pegou uma malinha com algumas roupas minhas e de Vanessa que tivemos que levar para o hospital nesse tempo que moramos aqui. – Espero não voltar aqui tão cedo. – Falei olhando para a portaria do hospital.

Van: E não vamos. – Falou selando nossos lábios.

Fomos para o apartamento de Junior e todos já estavam lá a nossa espera ate Diego tinha vindo de Olímpia passar alguns dias aqui em São Paulo, tia Sol tinha feito um almoço com a ajuda de May e Thatha que prepararam a sobremesa. Passamos o dia rindo e colocando as fofocas em dia e o sol estava quase se pondo quando Vanessa se levantou e olhou para Junior sorrindo.

Van: Podíamos ir ate a cobertura ver o por do sol o que acham? – Perguntou animada.

Thais: Como vamos fazer isso anta? – Falou fazendo cara de tedio. – A cobertura pertence quem mora no andar de cima e você não esta pensando em bater lá e simplesmente falar: Oi sou sua vizinha, posso ver o por do sol na sua cobertura? – Falou rindo e Van franziu o cenho.

Van: Ate onde eu sei não mora ninguém lá, Junior pode conseguir as chaves. – Falou calma e Junior a olhou sorrindo de canto.

Junior: Não garanto a chave mais tem um jeito, vamos? – Falou animado se levantando.

May: Se eu for presa eu juro que mato vocês ouviu? – Disse atrás da gente e entramos todos no elevador, Junior foi o primeiro a descer do elevador caminhando ate a porta e esse prédio era lindo imaginem a cobertura? A dona deve ser muito sortuda por morar aqui.

Junior: Duvido você entrar. – Falou em tom de desafio me olhando assim que destrancou a porta e eu apenas revirei os olhos caminhando ate a porta odiava que duvidassem de mim então assim que abri a porta ele acendeu a luz.

Clara: O que é isso? – Perguntei com os olhos cheios de lagrimas assim que a luz clareou tudo, tinha uma trilha de pétalas vermelhas que começava na porta e pelo que parecia ia para todos os cômodos.

Van: Porque não entra e descobri? – Falou no pé do meu ouvido me fazendo arrepiar inteira, ela segurou na minha mão e fomos andando juntas pelo apartamento acompanhado de todos que vinham atrás.

Clara: Vanessa o que é isso? – Perguntei deixando uma lagrima correr pelo meu rosto assim que vi escrito na parede “Bem vinda ao lar Clara” e quando olhei para trás a espera de uma resposta Vanessa estava ajoelhada no chão.

Van: Eu não queria ter casado com você em um hospital Clara, eu havia planejado tudo e ate quatro dias atrás ninguém sabia desse lugar a não ser eu. Bom meu amor eu comprei esse apartamento há quase um mês atrás pensando em você, no nosso pequeno, em mim, em nós. – Falou com lagrimas nos olhos. – Clara tudo que eu mais quero nessa vida é construir uma família ao teu lado e então pretendi começar pela casa, achei que você iria gostar desse lugar é grande dá para criar nossos filhos e sim eu disse nosso porque eu quero ter um time de futebol se você estiver ao meu lado. – Disse sincera e eu já estava em prantos. – Clara não sei quantas vezes eu te perguntei isso porem agora é oficial e sem nenhum empecilho para nos atrapalhar você aceita se casar comigo? Com direito a festa, cerimonia e tudo que você merece meu amor. – Perguntou sorrindo.

Clara: Quando vai parar de me surpreender? – Perguntei sorrindo e ela deu os ombros.

Van: Enquanto eu viver vou viver para te fazer a mulher mais feliz do mundo.

Clara: Isso eu já sou porque tenho você, é obvio que eu aceito me casar com você e montarmos um time de futebol. – Falei sorrindo e ela se levantou vindo correndo ate mim me abraçando forte selando nossos lábios.

Van: Então vamos conhecer nossa nova casa. – Falou sorrindo segurando minha mão e me levando para conhecer nosso lar que tinha a sala de estar e a de televisão, uma cozinha, uma sala e jantar, três quartos, dois banheiros e nossa enorme cobertura com direito a piscina e uma churrasqueira.

Tia Sol: Quando será o casório? – Perguntou divertida atrás da gente e nos sentamos todos na nossa cobertura para finalmente ver o por do sol e toda a São Paulo dali.

Clara: Em breve… – Respondi sorrindo, agora não teria nada para nos atrapalhar e finalmente seriamos felizes, livres e o mais importante de tudo construindo nossa família JUNTAS como deve ser.

Capitulo 21

N.A 

Minha internet voltou *—* Hoje o capitulo esta saindo mais cedo porque to passando muito mal e acho que vou ter que ir no pronto de socorro. Espero que curtam e ate amanha. 

__________x___________

Van: Então o que achou? – Van me despertou de meus pensamentos quando o carro parou em um sinaleiro já perto de sua casa, eu nem tinha notado que passei quase o caminho todo calada pesando.

 Clara: Ah sim – Respondi voltando a realidade. – Tudo estava perfeito, eu realmente amei sua mãe e todos os seus filhos, devemos fazer isso mais vezes.

Van: Pode ter certeza que vamos fazer. – Ela disse com um sorriso largo no rosto.

Clara: Não vejo a hora – Me aproximei dela e depositei um selinho em seus lábios.

Van: O que você tem Clara? – Ela me perguntou voltando sua atenção para o transito.

Clara: Como assim o que eu tenho? – Falei torcendo pra ela não me perguntar sobre todo meu silencio.

Van: Você esta muito calada, parece distante de tudo aqui.  – Ela disse parando o carro em frente à garagem já abrindo o portão.

Clara: Já chegamos? – Ela assentiu, eu realmente estava em outra orbita.

Van: Você quer conversar?

Clara: Não é nada, só estou pensando.

Eu acho que pensei muito sobre o fato de Fabiano voltar amanha e eu estava em pânico, com medo, assustada, e a ponto de enlouquecer. O motivo que eu não queria contar para Van era apenas um: Não queria ver ela preocupada e não queria envolver ela mais do que já estava e se Fabiano soubesse dela o que ele faria? Quanto tempo eu ficaria escondida? O que ele seria capaz de fazer comigo ou Max? Estão vendo porque não posso contar pra ela? São muitas perguntas sem respostas e duvidas que possam assusta-la e eu sinto que não devo a preocupar com isso agora.

Van: A gente podia pedir uma pizza e ver um filme o que acha? – Ela falou em meu ouvido já atrás de mim.

Clara: Van a gente passou à tarde na casa da sua mãe comendo e você quer comer mais? – Disse rindo e me virando para ficar de frente a ela.

Van: Eu estou em fase de crescimento tá bom? – Ela fez um biquinho parecendo criança.

Clara: Um crescimento que não para mais né? – Levei um tapa no braço e a vagabunda começou a rir.

Van: Então qual sabor você quer? – Ela disse indo ate a geladeira pegar o numero da pizzaria.

Clara: Ah eu conheço um ótimo. – Falei já atrás dela e empurrei seu corpo com certa força contra a geladeira a virando de frente pra mim.

Van: Eu estava me referindo à pizza idiota.

Clara: Van – Falei baixo e fiz uma pausa aproximando cada vez mais meu rosto do dela. – Fica caladinha fica, estou me controlando o dia todo.

Eu sequer esperei uma resposta e avancei para selar nossos lábios, não tinha como não ficar excitada ao lado de Vanessa a beijando então era uma tarefa quase que impossível, levei uma de minhas mãos em seu rosto enquanto a outra eu levei ao seu cabelo para poder a puxar mais contra mim. Vanessa estava com suas mãos em minha cintura apertando com força o que estava me deixando toda molhada. O desejo, tesão, saudade já estavam falando mais alto e em questão de segundos, Vanessa pegou impulso na geladeira me empurrando para a mesa que havia ali na cozinha e antes que eu pudesse bater as costas ela levou suas mãos em minhas pernas me erguendo e se colocando entre minhas pernas.

Quando me sentei minhas mãos foram direto ate sua blusa e arranquei a peça junto com seu sutiã jogando longe e ela fez o mesmo. Ambas estavam sem nenhuma roupa na parte de cima o que aumentava mais o tesão se era possível, ela parou o beijo e me olhou nos olhos e deu um sorrisinho todo malicioso e desceu fazendo uma trilha de beijos ate chegar a meus seios, assim que ela chegou começou a chupar com vontade e dava leves mordidas que me faziam gemer alto.

Van: Clara me explica pra que um short tem tantos botões? – Sim ela parou o que estava fazendo para me perguntar isso e o motivo? Ela não estava conseguindo desabotoar e ela estava tentando a alguns bons minutos o que me fez rir.

Clara: Da próxima vez eu fico sem. – Disse a ajudando a desabotoar o resto dos botões que faltavam.

Van: Isso seria ótimo. – Ela disse retirando a peça juntamente com a calcinha e eu apenas ri baixo com o que ela havia falado. 

Em pouco tempo eu estava nua em cima da mesa e ela apenas de saia tratei logo de resolver isso e tirei o resto que faltava para ela ficar nua em minha frente, voltei a beija-la com ferocidade e ela levou sua mão em minha intimidade pressionando com força meu clitóris o que me fez voltar a gemer, quando eu menos esperava ela começou a me penetrar com dois dedos com vontade mais ao mesmo tempo com calma ela não tinha pressa em me ver gozar estava tudo diferente não estávamos apenas fazendo sexo e sim estávamos fazendo AMOR, sim com todas as letras A-M-O-R e não me importo se é cedo pra isso mais meus sentimentos falam mais alto. O beijo estava virando uma tarefa difícil de fazer, pois eu já gemia alto e comecei a rebolar em seus dedos.

Vanessa com cuidado deitou meu corpo sobre a mesa e continuou seus movimentos que ficavam cada vez mais intensos, meu corpo já dava sinais que eu iria chegar a meu ápice e ela aumentava cada vez mais o ritmo e não demorou a que eu gozasse em seus dedos ela o levou ate sua boca chupando todo meu gozo.

Clara: Van eu te amo. – Disse recuperando a minha respiração, mas com toda certeza que eu tinha quando eu olhei seu corpo deitado sobre o meu naquela mesa, nossos corpos suados e nossos sorrisos no rosto denunciavam o quanto verdadeiro eram aquelas palavras, ela selou nossos lábios em um beijo apaixonado que falava mais do que qualquer palavra e quando eu menos espera ela disse um “Eu também” em meu ouvido que me fez me sentir a pessoa mais feliz do mundo.

Nós nos levantamos da mesa e colocamos nossas roupas e fomos pedir à pizza o que demorou mais do que o necessário, pois foi uma briga sobre qual sabor pedir, acabamos pedindo meia vegetariana e meia a moda da casa comemos, vimos alguns filmes e ficamos de amorzinho no sofá, quando o relógio já marcava meia noite e decidimos dormir, pois no outro dia Van levantava cedo e meu dia provavelmente seria longo.

Eu estava com uma sensação de que já tinha dormido umas 14 horas seguidas então peguei meu celular para verificar as horas e o relógio marcava 03:45 eu havia dormido relativamente pouco tempo, olhei para o lado e não vi Van na cama e eu me lembro exatamente de dormir abraçada a ela, será que ela teve alguma emergência no hospital? Então me levantei e fui ao banheiro e ela não estava lá, caminhei ate o criado para ver se tinha algum bilhete e nada, fui a todos os cômodos com exceção do quarto de Max e nada de encontra-la, voltei ao nosso quarto e pude notar que o celular dela estava ali na cama então caminhei ate o aparelho para ver se tinha alguma ligação e para minha supressa não tinha nada. Aonde ela tinha se metido? Então decidi ir ao único cômodo que ainda não tinha ido ao quarto de Max.

Clara: MAAAAAX. – Dei um grito ao notar que meu filho não estava ali.