sim eu sei que n ficou bom

Imagine com Liam Payne

•Pedido

•Faz um imagine cm o Liam que eles são casados, ela trabalha na empresa dele e ele demiti ela que fica puta cm ele mas ele se redimi, eles podem ter uma filha ou mais se quiser.

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Trabalhar na mesma empresa que sua esposa não é nada fácil, ainda mais quando ela é ciumenta e acha que sua secretária dá em cima de você.

Sou casado com (S/N) a seis anos e temos dois filhos, George de cinco e Lexi de quatro meses, (S/N) passou dois meses longe da empresa, mas agora que ela voltou, posso dizer que ele voltou com tudo, não é que eu não goste de companhia dela aqui na empresa, é que as vezes ela me sufoca um pouco.

-Liam, chegaram esses papéis para você assinar.- Alysson minha secretária entrou na minha sala.

-Pode deixar na minha mesa.- respondi sem olhar para ela.

-Está tudo bem Lee?- ela me olhou sorrindo.

-É que estou meio estressado, minha mulher está me sufocando.- respondi sorrindo também.

-Entendo Liam, ela parece ser bem “grudenta”.- se sentou na minha frente cruzando as pernas, Alysson é uma mulher muito atraente, mas nunca trairia minha esposa.

-Sim ela é.- suspirei pensativo.

-Sabe Lee, você é sócio da empresa, tem tudo o que precisa, por que ela tem que trabalhar aqui?- Alysson perguntou me encarando confusa.

-Desde que trabalho aqui, ela já estava aqui, foi assim que nos conhecemos.- lembrei do dia que conheci minha princesa.

Assim que cheguei em Londres, virei sócio de Niall na empresa, logo ele me apresentou todos os funcionários, dentre todos uma me chamou atenção (S/N), uma moça linda que trabalhava no departamento de contabilidade, assim que nos conhecemos começamos a sair, e assim começamos a namorar, hoje somos casados e temos dois filhos lindos.

-Mas vocês não precisam disso, Liam ela só está te atrapalhando, você tem total estabilidade de sustentar sua família, você não precisa dela aqui.- pensando bem, Alysson está certa.

-Nunca tinha pensado nisso.

-Pensa bem Liam, vai ser melhor pra vocês, seus filhos precisam dela em casa.- ela disse e saiu do meu escritório.

-Ficou bastante tempo conversando com sua secretária gostosa.- (S/N) entrou em minha sala nervosa.

-Nós estávamos conversando sobre o trabalho.- já estava me exaltando.

-Sei… Bom, vou ter que ir pra casa George está passando mal, volto mais tarde.

-O que ele tem? Você não vai voltar mais tarde.- me levantei ficando em sua frente.

-Ele está com dor de cabeça, nada grave, e sim, eu volto pra terminar meu trabalho.- ela virou as costas e saiu.

Vou ter que tomar uma decisão, (S/N) não pode mais ficar aqui, seu ciúme me irrita, e seu papel de mãe está ficando de lado, já estava decidido, irei demiti-la.

☆♡Pov (S/N)♡☆

Cheguei em casa e fui direto para o quarto do meu filho, George estava deitadoa cama e a babá ao seu lado.

-Mamãe chegou meu amorzinho.- abracei ele.-Está melhor?

-Depois que eu tomei aquele remédio horrível, sim.- ele sorria pra mim.

-Que bom meu amor, descansa um pouco, mamãe vai ficar aqui até a tarde com você.- fiquei acariciando seus cabelos até ele dormir.

Passei no quarto de Lexi e ela estava dormindo como um anjinho, esperei mais um tempo até ter certeza que George estava bem e voltei para a empresa.

Assim que cheguei na porta da minha sala, algumas pessoas estavam tirando minhas coisas de lá, Alysson secretária de Liam, estava comandando eles.

-O que está acontecendo aqui?- perguntei para ela.

-Me desculpe Sra. Payne, mas você não trabalha mais aqui.- ela me disse com a maior naturalidade.

-COM ASSIM?- me exaltei no momento.

-Liam te demitiu.- ela sorriu vitoriosa.

-Ele não tem esse direito, vou falar com ele.- sai rumo sua sala mas Alysson me puxou de volta.-O QUE VOCÊ QUER?

-Liam está em reunião, ele não pode te atender agora, vá pra casa (S/N), você não trabalha mais aqui.- minha vontade era de quebrar a cara daquela vadia.

Não respondi nada, me virei e voltei para casa, como ele foi capaz de fazer isso comigo, sempre fui apaixonada por meu trabalho, trabalho lá antes mesmo de conhecer ele, estava muito magoada, nunca pensei que ele fosse capaz de fazer isso comigo.

Assim que cheguei, fui tomar um banho pra ver se relachava um pouco, passei a tarde brincando com meus filhos, mas nada tirava a tristeza que eu estava sentindo.

-George vamos dormir, já está na hora.- troquei sua roupa e o coloquei para dormir.

Voltei para meu quarto e encontrei uma coisinha brincando com os próprios pés, Lexi havia acordado enquanto eu fazia George dormir.

-Oi meu amor, mamãe está aqui.- fiz uma voz de bebê fazendo com que ele sorrisse.

Coloquei ela para mamar, já que fazia três horas que eu havia à amamentado, me encostei na cama e fiquei observando minha bebê, escutei a porta sendo aberta e Liam entrando. Ele se aproximou, e minha raiva foi subindo cada vez mais.

-Oi amorzinho.- depositou um beijo na testa de nossa filha.- Oi amor!- tentou me beijar mas desviei o rosto.

-Vamos dormir filha.- ignorei totalmente ele e fui para o quarto de Lexi.

Fiquei um tempo por lá, afim de chegar no quarto e Liam já estar dormindo, mas não foi como eu pensei.

-Por que você está estranha.- ele se sentou na cama me encarando.

-Eu não quero falar com você.- reapondi seca e me deitei virada de costas para ele.

-O que está acontecendo com você (S/N)?- me virei para ele.

-E você não sabe?! Você me tirou da empresa Liam, me demitiu, quem te deu esse direito?- O olhava com ódio.

-Eu sou o dono, faço o que eu quero lá dentro.- não aguentei e dei um tapa em seu rosto.

-VOCÊ ACHA QUE PODE MANDAR EM TODO MUNDO?! QUE VOCÊ É O TODO PODEROSO?! NÃO LIAM, VOCÊ NÃO É! VOCÊ ME HUMILHOU NA FRENTE DAQUELA PUTA DA SUA SECRETÁRIA, ELA PRATICAMENTE ME EXPULSOU DE LÁ, COMO SE ELA FOSSE SUA ESPOSA! ISSO ME MACHUCA LIAM, AINDA MAIS PELO FATO DE EU AMAR MINHA PROFISSÃO, SER APAIXONADA PELO QUE FAÇO, e você me tirou isso.- as lágrimas escorriam livremente em meu rosto.

-Eu não queria te magoar (S/N), mas já estava passando dos limites, seu ciúmes estava me irritando, e você passa tanto tempo longe de casa, longe de nosso filhos.- ele parecia estar arrependido.

-Eu só tenho ciúmes porque te amo, não aguento aquela sua secretária dando em cima e você, ficar te chamando por apelidos, entenda Liam, eu te amo e não suportaria te perder, e minha ausência nunca foi problema, sempre que tenho um tempo livre venho aqui em casa ver as crianças.- continuei chorando.

-Me desculpe minha princesa, eu não sabia que iria te magoar tanto, acho que passei dos limites, eu também te amo muito amor.- ele veio me abraçar.

☆☆Pov Liam☆☆

-Só te peço uma coisa, já que não trabalho mais com você, demita sua secretária também, não suportaria saber que vocês estão trabalhando juntos e eu não vou estar por perto.- meu coração se apertou na hora.

-Eu vou fazer isso amanhã mesmo meu amor, e você vai voltar a trabalhar lá, eu nunca deveria ter te demitido, amanhã você mesmo vai tirá-la de lá.- nos beijamos e fomos dormir.

-Fim de jogo piranha, você está na rua.- sorri ouvindo a conversa da minha esposa com minha ex secretária.

Essa mulher não tem jeito mesmo!

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Se tiver algum erro, me perdoem!

Espero que gostem, espero a resposta de vcs!

Yasmim:)

Mini Imagine Niall Horan - Ginecologista. ~ Parte I ~

Parte II >>

  • Pedido
  • Ps: Quem acha errado aconselho que não leia, o imagine não é hot, porém possui provocações do Niall como profissional durante a consulta. 

- Dorothy, eu estou indo ao meu médico, se alguém me procurar informe que eu já fui pra casa, certo?

- Certo, senhorita (s/s). E se for alguém de sua família?

- Pode dizer que fui ao médico.

- Okay. - Sorri e eu entrei no elevador. Me preparei mentalmente para não ficar olhando para o meu médico como uma louca carente, mas ao vê-lo novamente me comportei do mesmo jeito.

- Olá, senhorita (s/s). - Ele disse com um breve sorriso estampado no rosto.

- Olá, doutor Horan. - Entrei na sala e sentei-me na cadeira a sua frente.

- Podemos começar?

- Sim, claro.

- Então pode se direcionar até aquela sala ali, retirar suas roupas e vestir a roupa especial que tem lá.

- Certo. - Falei, deixei minha bolsa na cadeira e fui me trocar. Eu só poderia ser realmente uma mulher louca, como eu posso me sentir atraída pelo meu ginecologista? - Pronto.

- Ótimo, deite-se ali e posicione-se, sim? - Falou pondo suas luvas.

Fiz como ele pediu e tentei me concentrar em um campo com belas flores vermelhas e amarelas, uma porção de cachorros e gatos e eu entre eles na maior felicidade. Niall ficou entre as minhas pernas e eu pude sentir suas mãos me tocarem ali, analisando tudo.

- Você notou alguma melhora? Diferença?

- Sim, ando me sentindo mais inchada, sabe? - Eu não tinha mais vergonha de falar sobre isso com ele.

- Você anda tendo muita relação sexual?

- Não, nenhuma pra ser mais exata. - Niall riu.

- Bom, tem algum lugar específico da sua vagina que você sente estar mais inchado? - Você é médico, deveria saber e reconhecer o lugar… Pensei, mas não disse nada.

- Não sei dizer.

- Tudo bem. - Ele riu novamente. - É aqui? - Ele apertou um pouco os grandes lábios.

- N-não. - Assustei-me.

- E aqui? - Agora foi a vez dos pequenos lábios. Droga, seu loiro desgraçado! Não faz isso comigo.

- Um pouco. - Pude ouvir uma risada abafada.

- Então só pode ser aqui seu problema. - Ele apertou de leve o meu clitóris e em seguida deu um apertão rápido. - Acertei?

- S-sim. Deve ser, você é que é o médico, não é? - Falei nervosa. Tire as mãos de mim agora ou eu vou ter que te agarrar, Dr. Niall. Isso era antiético, mas o que ele estava fazendo era bom demais. Eu estava completamente excitada, com as suas palavras, seu toque, sua risada, a situação…

- Não foi muito esclarecedor, portanto eu preciso de uns exames antes de passar medicamento, certo? - Fui trocar de roupa e enquanto isso pude ouvi-lo falar.

- Certo. - Eu estava tensa, se ele havia notado que eu me excitei com seus toques? Com certeza…

- Os exames serão realizados por mim depois de amanhã aqui nesse consultório, tudo bem pra você? - Ele disse anotando as coisas em um papel.

- Claro, claro que sim. - Não mostre tanta felicidade. Calma aí.

- Que bom, te vejo em breve então. - Sorriu, apertou minha mão, deu um beijo nela e em minha bochecha e assim eu saí do consultório. Eu não sei no que isso vai dar, mas eu mal posso esperar pra que esse dia do exame com ele chegue logo.

Jess

One Shot - Louis Tomlinson (Parte I)

Parte II - Final >>

- Mãe? - Meu filho puxava a barra da minha blusa enquanto eu tentava conversar com uma amiga no supermercado. - Mãe? O telefone está tocando. - Olhei meu celular e nada. - Mãe! - Ele gritou e eu despertei, era sonho.

- Oi. - Respondi assustada.

- O telefone está tocando. - Disse novamente.

- Já vou. - Retirei as cobertas e fui até a sala onde o telefone de casa tocava insistentemente. - Alô?

- (s/a)? - Reconheci a voz, mas estranhei.

- Johannah?  

- Isso. Tudo bem?

- Sim, está tudo bem. Algum problema?

- Não, nenhum. Desculpe a ligação repentina, mas é que… - Deu uma pausa. - (s/n), eu sei que não deveria estar te ligando pra te dar informações sobre o Louis, mas é mais forte que eu, ainda tenho esperanças de vocês voltarem.

- Eu não…

- Deixe-me terminar. - Ela repreendeu me fazendo rir. - O casamento do Louis acabou há uns meses e eu só tive certeza agora, não queria te envolver nesse assunto antes de saber se ele e a Caren acabaram mesmo.

- E onde eu entro nessa história?

- Você entra na parte em que recupera o seu ex marido.

- Olha Johannah, eu agradeço muito pela tentativa, mas não há como. O Louis prometeu que nunca voltaria pra mim e eu não vou me humilhar pra ele, entende?

- Entendo, mas ele ainda te ama. Eu sei disso, mãe sabe! - Ela argumentou. - Você é mãe, sabe o que estou dizendo, aliás, como vai meu neto? - Meu corpo gelou. - (s/n)? - Nem havia notado que fiquei calada por muito tempo.

- O Andrew vai bem.

- Todos sabem que ele é filho do Louis, mesmo você dizendo que não.

- Johannah, seu filho jogou na minha cara, disse na frente de todos que o Andrew não era e nunca seria filho dele, então não, ele não é seu neto.

- O Louis estava nervoso naquele momento, mas também você teve a oportunidade de fazer o teste de DNA e não quis.

- Não iria me rastejar depois do que ele disse. Neguei e continuo negando, o pai do Andrew é o Lewis.

- Tenho certeza que ele é a cara do meu filho. (s/a), não é querendo ser insistente, mas você poderia trazer o Andrew aqui em casa amanhã à tarde?

- Johannah…

- Por favor. - Insistiu.

- Isso não é uma armação para que eu encontre o Louis aí não, né?

- Não, até porque ele só virá aqui amanhã à noite.

- Tudo bem, tudo bem. - Me dei por vencida. - Eu levarei ele aí.

- Obrigada, querida. E desculpe qualquer coisa.

Desliguei a ligação e pude finalmente respirar fundo. Andrew apareceu e eu o encarei detalhadamente, meu filho realmente era a cara do pai. Num deslize eu traí o Louis com o Lewis e ele acabou descobrindo. Sim, eu sei que fui safada, mas o Louis me traía toda vez que fazia uma turnê nova, eu não suportei saber disso. No mesmo período eu fiquei grávida e aí juntou tudo, Louis não acreditava que o filho era seu.

- Mamãe, eu vou pra escola hoje? - Andrew perguntou com a mochila nas mãos.

- Meu Deus! Esqueci completamente. - Corri para o quarto e troquei de roupa. - Você se arrumou sozinho?

- Sim. - Sorriu. Ele tinha apenas 5 anos.

- Você é realmente um ótimo filho. - Ajeitei seu cabelo que ainda estava bagunçado e o abracei. - Já comeu?

- Já sim. A Beth fez. - Apontou para a empregada que me olhava divertida.

- Não ri, Beth. - Repreendi-a fazendo com que todos rissem, inclusive eu.

- Vamos logo, você vai se atrasar no primeiro dia de aula. - Fomos para o carro e rapidamente eu cheguei na escola, nem sei como tive coragem de dirigir tão rápido. - Tenha um bom dia. - Falei pra ele que desceu sozinho e pegou sua mochila, mas antes me deu um beijo.

- Bom dia, mamãe. Te amo. - Acenou e foi até o portão, mas o segurança não o deixou entrar. Saí do carro irritada.

- Qual o problema aqui? - Falei segurando meu filho pelos ombros.

- Desculpe, senhora. Precisamos que os menores entrem com os pais hoje e preciso que a senhora me dê seu RG para que tudo fique seguro.

- É impressão minha ou eu estou tendo que provar que sou mãe do meu próprio filho? - Me irritei mais ainda.

- Não, senhora. São apenas as novas normas da escola. - Ele explicou paciente. - Seu nome?

- (s/n) (s/s).

- Certo. E o do senhor aí atrás?

- Louis Tomlinson. - Ao ouvir a voz e o nome meu corpo paralisou, mais uma vez no dia, todos os meus pelos arrepiaram-se e senti minha boca ficar seca.

- Podem deixar as crianças aqui dentro. - O segurança falou e eu me virei para o Louis que teve a mesma reação que a minha, depois de um tempo ele olhou para o menino que eu segurava.

- S-seu filho? - Perguntou.

- É. Essa é sua? - Olhei para uma menininha de olhos claros e loira ao seu lado.

- É. Essa é a Louise.

- E ele é o Andrew. - Falei.

- E aí. - Meu filho disse pra ele. - De onde você conhece minha mãe? - Ele questionou. Mais uma característica forte do Louis que ele tinha.

- De uns anos atrás. - Louis ria.  - Você é bem esperto. Quantos anos você tem?

- 5 anos, e a sua filha?

- Responde, Louise. - Ele falou com a menina que parecia acanhada.

- Tenho 4.

- Bom senhores, as crianças devem entrar. - O segurança alertou.

- Ah, desculpe. - Respondi rindo. - Vai lá filho. - Beijei sua bochecha. Louis olhava cada movimento nosso.

- Ele é… Especial. - Meu ex marido disse.

- Especial?

- É, não sei porque, mas eu sinto isso. - Arqueei uma sobrancelha. Isso é sentimento de pai, Louis Tomlinson. - Topa tomar um café comigo?

- Agora?

- Se você não tiver algo mais importante pra fazer, claro… - Olhou para o chão.

- Claro… - Lembrei da minha reunião daqui a umas horas, mas… - Que não. Eu posso ir sim.

- Que bom. - Sorriu. - Vamos?

- Claro. - Seguimos um ao lado do outro até o próximo quarteirão e eu senti a energia que sempre me invadia atingir meu peito de novamente. Era um sentimento tão bom que só o Louis me proporcionava.

- Então, como vão as coisas? - Perguntou assim que ocupamos uma mesa.

- Vão indo como devem ser, sem muita emoção, mas normais. - Ri sem graça. Era estranho falar com ele assim depois de tanto tempo. - E as suas?

- Agora que eu me separei tudo ficou mais leve, os problemas ficaram mais fáceis pra serem resolvidos, sabe?

- É, sua mãe me disse.

- Ah foi? Vocês se encontraram? - Me calei. Percebi a merda que fiz e agora eu ia só espalhar mais um pouco, pra variar.

- Não, ela me ligou. - Ele riu.

- Ela não perde tempo. - Olhou para o seu café.

- Não mesmo. Ela me falou que vocês se divorciaram há uns meses. - Louis arregalou os olhos.

- Nem faz um mês! - Ele gargalhou e eu o acompanhei. - E o Andrew?

- O que tem?

- Está… Grande.

- Está sim, mas você nem o viu menor.

- Vi sim, um dia eu te encontrei levando ele naquela escola quando deveria ter mais ou menos uns dois anos ou menos, ele estava muito pequeno. Por isso que eu decidi colocar a Louise aqui também.

- Por quê? - Meu coração parecia querer pular de meu peito.

- Porque o ensino parece ser bom, ele ficou lá por muito tempo, não é? - Falou e aí eu percebi o quanto sou idiota.

- É… É sim. - Ele sorriu breve e me encarou novamente.

- Ele é meu filho.

- O quê? - Assustei-me.

- Eu sei que ele é meu filho, hoje só tive a certeza. Esse menino é a minha cara, eu já o vinha notando de algumas vezes e ele até nos gestos me lembra.

- Você… Você vinha vigiando o meu filho?

- Nosso. - Ele corrigiu. - Sim, eu vinha. Precisava tirar essa duvida que me atormentava por tanto tempo, (s/n).

- E acreditar na minha palavra não funcionou, não é?

- Desculpe. - Tocou em minha mão. - Eu estava cego naquela época. Sabe o quanto é duro descobrir que está sendo traído?

- Sei, você me fez sentir isso meses antes. - Rebati.

- Tudo no final foi culpa minha.

- Sabe Louis, na verdade você só veio atrás do Andrew porque sabe que a sua ex mulher vai te tirar a Louise e você pra não ficar por baixo quer se consolar com o meu filho, mas eu te digo uma coisa, ele não é nenhum tipo de brinquedo que você recupera quando quiser, certo?

- A mãe da Louise a abandonou também. Nós dois. - Ele explicou. - Sendo mais específico, eu terminei com ela, pedi divórcio e como resposta ela me deu a guarda da Louise. Achou que a menina era justamente o que você disse: brinquedo. - Tomou mais um pouco do seu café e eu do meu. Eu estava envergonhada. - Mas eu vou cuidar dela e do Andrew, meus filhos. E se você…

- Louis, por favor. - Interrompi-o. - Não faça isso. - Levantei-me da mesa e ele junto. - Você querer se aproximar do seu filho tudo bem, mas a gente…

- Não dê uma resposta definitiva, por favor.

- Tudo bem. Eu vou indo.

- Podemos nos ver depois? Com o Andrew e a Louise?

- Não sei. - Sorri brevemente e saí da cafeteria.

Continua…

Jess