she-never-misses

Time of Heroes art by Kekai Kotaki

It’s that time! Time for my traditional summer week off. As is my usual totally advisable tradition, I’ve asked my cosmic, world-annihilating pal Emrakul to keep tabs on my cubicle while I’m gone. May her tentacles warp the edges of your sanity I mean, have a good week!

I probably won’t be able to post, as wifi in the chaotic un-realm of the Blind Eternities is spotty at best. But I hope you guys enjoy some Jace-themed goodness next week and have a great time with Magic Origins. I’ll be back before you know it, and meanwhile, check out all the awesome fan-made Gideon-osity going on in the #planeswalkerpositivity tag! YESSSS

A CATO & CLOVE MINIMIX: “We’re going to kill you.”

we never really had a choice
no it don’t mean all that much to us
but we never really had a choice
we’re conscience killers
don’t want no conscience at all
- conscience killer, black rebel motorcycle club

i’m going in for the kill
i’m doing it for a thrill
oh, I’m hoping you’ll understand
and not let go of my hand
- in for the kill, la roux

love is just a bloodsport
‘cause love is just a bloodsport
sex and love are not a game
a game is something you can win
- bloodsport, the sneaker pimps

they can keep me out
'til I tear the walls
'til I save your heart
and to take your soul
for what has been done
cannot be undone
in the evil’s heart
in the evil’s soul
- seven devils, florence & the machine 

you will be the death of me [..]
our time is running out
our time is running out
you can’t push it underground
you can’t stop it screaming out
how did it come to this?
- time is running out, muse 

3

On 23 July, 1991, a cooler was found beside the Henry Hudson Parkway in New York City. To the horror of the finder, when they opened the cooler they discovered the decomposed body of a young girl inside. An autopsy showed that the little girl had been asphyxiated, raped and sodomized. The case went cold for twenty years and the unidentified girl was known as “Baby Hope”. Finally, in 2013, the case was reopened as information came in which led authorities to a woman by the name of Margarita Castillo, who stated that her 4-year-old daughter, Anjelica, had gone missing in 1991. She reported that Anjelica’s father had ran off with the child and she never reported her missing. DNA samples from Baby Hope and Magarita proved that the baby found inside the cooler was Anjelica. The investigation led to 52-year-old Conrado Juarez, Margarita’s cousin, who confessed to torturing, raping, and sodomizing the girl before smothering her. He also admitted to tying Anjelica to a table and starving her. After a long 22 years, Baby Hope was finally laid to rest under her real identity, Anjelica Castillo.

ok but now i can’t stop imagining steven going to help jamie out with more of his plays and pearl just going to every single one. she never misses it. and each time, she still yells out compliments to him and even nudges the people next to her saying, “you see that tree up there?? that’s my steven up there!! isn’t he so talented!” and she’s just so proud of him oh gosh

2

O chão da campina estava coberto por uma camada fresca de neve, a pouca luz que me permitia diferenciar as sombras vinha da lua. Eu estava no centro de um grande círculo formado por algumas poucas pessoas, todas vestidas em mantos negros e mascaradas. Eu ainda podia reconhecer os longos cabelos loiros da minha mãe e Evan com uma das mãos fechada em punho. 

Meu coração martelava ansioso contra meu peito, mas não mais com medo. Fazendo meu melhor para manter-me firme nos sapatos de saltos extremamente altos que minha irmã me obrigara usar, meu olhar vagava por todo o meu campo de visão, procurando por algo que indicasse quando meu teste começaria. Uma das minhas mãos empunhava minha varinha, a outra empunhava a faca nova que Evan me dera. O bolso interior do meu casaco pesava com outras facas, mas isso não me incomodava.

O vento frio e impiedoso açoitava meu rosto, jogando meus cabelos com bastante violência até minhas costas. Nenhum ruido ousava quebrar o silêncio, ninguém se mexia. Então eu estava pensando o que iria acontecer comigo.

Então mais pessoas se materializaram na neve, mais umas cinco pelo menos, cada uma delas traziam alguém preso nos braços. E ruídos de choro atingiram meus ouvidos.

Não demorou muito para eu estar de frente com uma pequena família de cinco pessoas. Mãe, pai e três filhos, sendo que o mais novo não podia ter mais de cinco anos. Todos estavam bastante assustados, e nenhum deles tinha machucados assustadores. Alguns olhos roxos e um pouco de sangue aqui e ali. Eu ofeguei quando percebi o que teria de fazer. Mas quando eu dei um passo para trás, fui impedida por alguém que fechara os dedos no topo dos meus braços, seu hálito quente alcançando meu pescoço.

- Mate-os todos, da maneira mais dolorosa que você pode pensar. - Ordenou a voz em meu ouvido, não mais alta que um sussurro, porém bastante letal.

Eu assenti, mas hesitei. Meus olhos corriam da mulher que dizia em um baixo sussurro para que eu não fizesse nada com o seus filhos até o garotinho que chorava escandalosamente de medo. Eu me aproximei da garota que não parecia ser muito mais nova que eu, 13 ou 14. Sustentei seu olhar assustado tentando controlar minhas emoções.

Eu coloquei minha faca embaixo do queixo dela e lágrimas começaram a correr por seu rosto.

- Não! Deixa minha filha em paz! - Gritou a mulher.

- Calada! - eu gritei para ela.

Então eu pensei em toda a minha vida. Dos animaizinhos que eu matei a pedadras, chutes e jogando de penhascos quando eu era pequena. Pensei em todas as garotas que eu já havia machucado em Beauxbatons, pensei no garoto que eu joguei da escadaria e que por pouco não morrera. Pensei em Georgie… Pensei em toda a crueldade que vivia em mim e só então eu percebi que eu não era mais assim. Eu não queria matar aquelas pessoas. Mas se tinha uma coisa que eu sabia era que nenhum deles sairia vivo dali, mesmo se eu não os matasse. E se eu não os matasse, minha família e eu tínhamos grandes possibilidades de sermos jogados na mesma vala.

Pensei em Louis, em Alice, na esposa do meu irmão e seus dois filhos pequenos, pensei no marido de minha irmã que estava em casa com a filha. Eu não podia vacilar e nem era mais por mim.

Puxei a garota pela frente do casaco até ela ir ao chão e então me posicionei em cima dela, prendendo seus pulsos sob meus pés e pressionei meu antebraço em seu pescoço. Guardei minha varinha e empunhei minha faca. Ela começou a chorar e a implorar para que eu parasse, mas eu nem havia começado. Tentei resgatar um pouco da minha crueldade e comecei a destruir seu belo rosto com a ponta da minha faca. Ignorando as súplicas de seus pais e o choro de seus irmãos eu continuei a descer minha faca, abrindo feridas em seu corpo, fazendo seu sangue respingar em meu rosto. Então enterrei a faca na altura de seu estômago. Uma, duas, três, várias vezes. Meus olhos firmemente fechados, enquanto eu tentava a todo custo não tremer. Então a pressão que ela fazia para se livrar de mim se foi. E então eu havia matado um ser humano pela primeira vez na vida.

Levantei-me completamente suja de sangue e ofegante, então pus-me a escolher minha próxima vítima. O garotinho. Eu não podia fazer nada com ele. Saquei minha varinha e apontei para ele, mas meus olhos estavam focalizados em um ponto acima de sua cabeça.

- Avada Kedavra.

E seu choro desesperado se fora, seu corpo bateu contra a neve, em cima da poça de sangue da irmã. 

Puxei outra faca do interior do bolso do meu casaco e a lancei, previamente mirada na base do pescoço do homem, ela atingiu o alvo. Ele caiu sobre seus joelhos e entrou em desespero enquanto o sangue saia em um jorros por sua pele.

Haviam agora a mãe e um garoto por volta dos 16.

O garoto eu torturei. Torturei muito, até que ele começou a implorar para eu atirar uma de minhas facas em seu coração e acabar com aquela dor de uma vez. E foi o que eu fiz, porque eu já aguentava mais ouvi-lo chorar.

Então eu encarei a mulher que era o reflexo do desespero puro.

- O que eu vou fazer com você hein? - Perguntei inclinando minha cabeça para o lado.

- Qualquer coisa, mas me mate logo. - Ela implorou.

Mas como eu podia ser cruel com ela quando eu já haia sido com toda a sua família? Como eu podia arrumar coragem para isso? Eu não podia mais…

- Avada Kedavra. - Disse, apontando minha varinha para seu coração.

Uma salva de palmas começou a tomar conta da campina, mas eu não consegui sorrir, me sentir vitoriosa ou coisas do tipo.

Virei-me para a forma que eu sabia ser Lord Voldemort, esperando. Ele elogiou minha habilidade com as facas utilizando aquelle tom de voz que fez com que eu me arrepiasse. Mas ele não fez mais do que isso. Perguntou então se eu estava disposta a me submeter as suas ordens e vontades. Confesso que achei esse modo de falar meio estranho, carregado com algo mais, mas simplesmente respondi que aquele era meu maior desejo.

Recebi um discurso sobre lealdade e fidelidade de um homem que ficava sempre ao redor do Lorde, e em como erros não eram admitidos, mas então eu parei de ouvir. Meu estômago estava rodando.

Me forcei a voltar a prestar atenção em absolutamente tudo quando Lord Voldemort voltou a falar. Ordenou que eu me prostrasse aos seus pés e eu o fiz. A manga esquerda do meu casaco foi erguida e eu não tive muito tempo para pensar antes que tivesse acontecido. Brasas consumiram meu antebraço por completo. Precisei de muita displina para não gritar enquanto assistia meu braço queimar dentro de uma flama  de um verde tão vivo quanto o da própria maldição da morte. Aos poucos elas foram se extinguindo em um brilho negro. Então, mesmo sabendo o que havia acontecido, por um momento eu achei que meu braço estaria carbonizado, e isso não ajudou meu estômago. Abri meus olhos aos poucos para encontrar a marca negra em meu braço, rodeada por minha pele queimada e bastante ardente. 

Eu fui tomada por uma enorme onda de alívio. Eu sabia que aquilo havia apenas começado, mas por enquanto estava feito. Eu não precisava mais me preocupar em impresssioná-lo. Nem Voldemort, nem meus pais, nem ninguém. Tudo o que iria ser exigido de mim daqui pra frente era um peso leve considerado ao que acontecia em meu estômago agora.