sete anoes

Amooor, obrigada por ser tão bom pra mim, por me salvar de tudo de ruim e por ter chegado tão de repente. Por me ajudar em vários momentos, por ser quem você é e corrigir vários dos meus erros. Esse é algum dos vários textos que farei pra agradecer e dizer o quanto te amo. Feliz dia dos namorados!. Não sei se já te disse, mas eu quero dizer que o nosso namoro parece um casamento, tudo isso por pura convivência e vontade de convivência pro resto da minha vida, obrigada por ser quem é, obrigada por me aguentar, por me deixar vermelha, obrigada por fazer tudo valer a pena, eu te amo muito, obrigada por me fazer rir, por me fazer chorar com suas declarações de amor, eu não sei o que seria de mim sem você, não mesmo. Nós nos fundimos e viramos um só. Não há você sem mim, e eu não vivo sem você. Obrigada por nunca desistir de mim, eu prometo, que até as estrelas perderem o brilho, o sol perder a luz e a lua perder sua magnitude, estarei com você. Obrigada por cuidar de mim nesses 1 anos e 7 meses, obrigada por fazer sentido e fazer diferente porque eu sou dependente de você como uma asmática é dependente de uma bombinha de asma. Eu faria tudo pra corrigir todos os meus erros apenas pra ver um sorriso seu, obrigada por absolutamente tudo, porque eu já desisti de tentar achar palavras pra descrever o quão é forte o meu amor por você.
—  Julia Sanofi
Eu já fui a garota que pegava abelhas com as mãos e as prendia como se fosse um casulo sabendo que iriam me picar e morrer logo em seguida. Era mágico ver a vida em minhas mãos. Pode ser um pouco cruel pensar assim, mas dentro de mim já existiu a esperança de que assim como aquelas pequenas abelhas eu sairia viva do meu casulo. Eu sempre tive sonhos altos demais, daqueles que você tropeça e cai no chão por algum tempo até ralar os joelhos de uma vez. Eu sempre fui uma criança teimosa demais, batia o pé e chorava. Eu era a garotinha do papai até que a vida fizesse com que eu deixasse de ser. Eu nunca fui o exemplo de filha e de irmã, mas também nunca quis ser exemplo pra ninguém. Eu sempre acreditei que as abelhas poderiam viver mesmo depois que perdem a parte que as faz continuar vivas. Eu acreditei por cinco anos que bebês eram deixados nas portas das casas, acreditei por sete anos que papai Noel existia, acreditei por doze anos que confiança e amor eram a base de tudo. Dizem que cresci rápido demais e com isso minha confiança, esperança e capacidade de amar foram deixadas para trás. Não é tão ruim assim, mas quando você se vê sozinho sem ter alguém que realmente confie em você e que te entenda, é frustrante. Você morre sufocado. É difícil realmente confiar em alguém, não pelos dias atuais, mas desde sempre confiar em alguém requer muito mais do que palavras e olhares. Você confia hoje e amanhã pode não confiar mais e ter todos os seus segredos expostos por alguém que você um dia tanto amou, confiou e nutriu esperanças. Então você se fecha em seu casulo, se tranca em seu quarto e ninguém entra e nem você sai. Você vive nesse círculo vicioso e às vezes tem recaídas. Você rala os joelhos mesmo quando não confia em ninguém, você os rala pois não tem ninguém a quem amar porque convive com a dor emocional dia após dia e isso te sobrecarrega. A sua alma está machucada e então você se pergunta: cadê a garota das abelhas? Da esperança, amor e confiança? Para onde ela foi? Ela morreu? Ou está gritando querendo sair de dentro de você e pegar abelhas com as mãos, correr pelo campo de tranças e galochas vermelhas? Sou a abelha dentro do meu próprio casulo, lutando exaustivamente para sair com vida de dentro do meu confinamento, querendo sentir o sol penetrar em meus poros, nos meus dedos dos pés molhados na grama fria. Eu sou a abelha querendo ser criança novamente, querendo correr pelos campos e ser livre.
—  Are you really okay, Charlie?
Ela saiu de casa batendo a porta. Mas antes, ele tinha mandado ela tomar no cu. Mas antes, ela tinha pedido que ele pelo menos limpasse a merda que fez. Mas antes, ele tinha derramado vinho no tapete. Mas antes, ela tinha duvidado de que ele derramaria o vinho todo no tapete. Mas antes, ele tinha dito que derramaria o vinho todo no tapete. Mas antes, ela tinha dito que a culpa não era dela de ele não ter um emprego. Mas antes, ele tinha dito que ela não precisava jogar na cara que ele não tinha dinheiro nem para comprar um tapete. Mas antes, ela tinha dito que a mãe dela merecia respeito, afinal de contas era ela quem tinha mobiliado o apartamento, do ventilador ao tapete. Mas antes, ele tinha dito que a mãe dela era uma vaca. Mas antes, a mãe dela tinha saído do apartamento batendo a porta. Mas antes, ele tinha pedido que a mãe dela saísse, de preferência sem bater a porta. Mas antes, a mãe dela tinha dito que ele estava mais gordo. Mas antes, ele tinha dito que a mãe dela estava mais velha. Mas antes, a mãe dela perguntou se ele tinha conseguido o emprego. Mas antes, ele disse que a mãe dela chegar de surpresa era só o que faltava. Mas antes, a mãe dela tinha chegado de surpresa. Mas antes, eles tinham se beijado e pedido desculpas e prometido que não iam brigar. Mas antes, ele perguntou por que é que nada que ele faz nunca está bom. Mas antes, ela tinha reclamado que ele não sabia nem abrir um vinho. Mas antes, ele tinha tentado abrir um vinho. Mas antes, ela tinha sugerido que ele abrisse o vinho. Mas antes, eles tinham se beijado. Mas antes, eles tinham deixado os filhos na casa da irmã dele. Mas antes, eles tinham dito que seria uma noite linda. Mas antes, eles tinham passado no supermercado e comprado o melhor vinho. Mas antes, ela tinha dito que tinha muito orgulho do marido que ele era. Mas antes, ele tinha chorado porque não era assim que ele se imaginava aos 35. Mas antes, ele tinha sido recusado na entrevista de emprego. Mas antes, ela tinha dito que confiava cegamente nele. Mas antes, ele tinha dito que era só uma entrevista de emprego, e que nada estava certo ainda. Mas antes, eles tinham combinado de comemorar as duas coisas, o aniversário e o emprego novo. Mas antes, eles tinham acordado e percebido que, naquela noite, eles iriam comemorar sete anos juntos. Mas antes, eles tinham sido felizes. Isso antes.
—  Gregório Duvivier.
E então ele se apaixonou… pela minha melhor amiga, você tem noção do estrago que há dentro de mim? Eu não consigo acreditar em como fui tão estúpida de não perceber isso antes, é meio óbvio que isso iria acontecer, ela é do tipo que diz coisas doces e se equilibra num salto agulha por uma festa inteira, enquanto eu não sei nem equilibrar minha alma. Nunca a vi tão contente, parece que ele a faz sorrir á cada segundo, e a culpa de eu estar despedaçada nunca foi dela, eu nunca tive coragem de gritar meu coração á ninguém, e talvez eu tivesse feito a coisa certa, só talvez. Vejamos, eles formam um casal bonito sabe? Daqueles do slogan de resort de férias, percebi que ele adora o jeito como o cabelo dela balança, mas há uma coisa que ela não consegue fazer: ler a alma dele. Eu sei decifrar o que ele quer o que ele sente o que ele procura, tudo isso pelo jeito como os olhos brilhantes se movem, eu sei quem foram seus primeiros ídolos, o nome do seu cachorro de infância, os sonhos que ele ainda guarda ou a coleção de botões do bisavô, sem contar a lista das imbecis que pisaram no seu coração, aquelas que jogaram fora a única chance que eu queria, eu sei disso, e todos os outros segredos que ele esconde, porque eu vi cada momento de camarote. Eu fui à garotinha que estourou os balões da festa de sete anos, que assoprou as velas antes dele e que jogava bolinhas de papel durante o recreio, eu fui a primeira garota que ele beijou quando ambos sentimos vontade de saber o que era isso, o que não se repetiu, é claro, coisa insignificante, pelo menos pra ele. Também me contou com quem perdeu a virgindade e como foi o primeiro dia de emprego, era eu a mulher que ouvia cada segundo do seu dia sem a menor pressa, aquela que o acolhia quando o mundo todo atirava pedras, aquela que o arrancava rizadas ás três da manhã quando a insônia batia na porta dele, eu era a melhor amiga, a mulher que ele não apresentava pros amigos, ele tinha ciúmes de mim, como um irmão tem de uma irmã. É engraçado o esforço gritante que eu sempre fiz pra ele me notar, de outra forma sabe, engraçado como ás vezes vestimos máscaras, fazemos malabares, tudo isso pra pessoa gostar da gente, enquanto outras o máximo de esforço que fazem é respirar, e acreditem, essas são as vencedoras, porque o sentimento só acontece quando tem que acontecer. E é assim que tem que ser, quem é eu mesmo? Por que vou exigir que duas pessoas que eu amo – e que provavelmente se amam – fiquem afastadas? Prefiro aprender outra vez á conviver com essa solidão desgraçada, não vou estragar aquilo que de longe parece coisa do destino, todo mundo os venera, todo mundo se inspira, o tipo de casal que eu olho toda boba sonhando com o dia em que alguma coisa vai realmente dar certo pra mim. E pela milésima vez o amor me destruiu. Viva o amor.
—  Cartas para um coração volúvel.
Em uma das minhas visitas ao hospital, um dia uma garota sentou-se ao meu lado e me perguntou: “Você já sentiu como um borrão?”
E eu como todo adulto de merda ri, e ela me olhou com seus olhos grandes e brilhantes, eu respondi que não e perguntei o porque daquilo, e então ela respondeu de forma séria:
— Mamãe me odiava e nunca soube o porque. Ela conheceu meu pai e logo engravidou. Depois que nasci mamãe sempre me amou, pelo menos era o que demonstrava. Ela cuidava de mim, me protegia, me dava tudo o que eu queria. Era uma ótima mãe. Quando fiz quatorze anos descobri que ela queria me abortar, junto com isso descobri que ela conheceu papai enquanto ainda estava com outra pessoa, ela queria dinheiro e meu pai mesmo modesto, tinha seu dinheiro pois trabalhava muito para isso. Mamãe me usava como sua conta poupança premium, com direito a cartão de platina e seu nome em letras maiúsculas nele. Depois que descobri isso e muitas outras coisas, passei e me odiar. Mas por que? A única pessoa que deveria me amar, na realidade me odiava e eu não entendia o motivo. Por que ela não me queria? O que eu havia feito de errado? Porque isso, porque aquilo. Eu cheguei à conclusão que preferia ser abortada do que ter que viver aquilo. Ela supostamente deveria me amar, cuidar, proteger, independente do que fosse acontecer. O que fiz de errado mamãe? Não sou digna de amor? Nem o teu? Mamãe por favor me ame, me queira com você, serei sua melhor amiga. Mamãe, me ame, por favor. E então, se passaram sete anos e eu ainda me odeio, eu a odeio também, por tudo o que fez para meu pai, para minha família, para mim, eu não mereceria isso. Mas ainda preferia ter sido abortada, você está com aquele olhar, “mas o que ela está falando?” Eu estou falando que todos merecemos ser amados e muitos de nós não se sentem amados, mesmo quando são amados compreende? Meu pai me ama, minha família me ama. Mas eu me amo? Se eu não me amar, como serei capaz de aceitar qualquer tipo de amor. Eu me sinto uma daquelas pessoas que estão ocupando o ar de algum gênio com QI de 190. Eu sou um borrão entende? Não tenho forma geométrica, cor ou cálculo. Eu sou um daqueles cartoons com um sorriso horripilante e de dar medo ao mesmo tempo. Sabe por que estou aqui? Porque eu me internei aqui dentro, mas antes disso me internei dentro da minha própria mente. Suicídio foi uma opção, mas não tenho coragem de fazer sozinha. Hoje não quero mais me matar. Hoje quero me amar, quero sorrir verdadeiramente sem ser aquele borrão ou o cartoon horripilante. Eu quero me amar, eu preciso me amar. Você sabe como é angustiante ver todas as pessoas ao seu redor felizes, se amando e sendo amados, e você não? Pois bem, eu sou um borrão e você?
—  Os Devaneios de Adam Joseph-Fritz.

Niall Horan - Especial 7 anos do blog 


  • srabiebert :Quero um do Niall que eles estão prestes a se casar (por contrato) e ela descobre que tá grávida mas ele não aceita e rompe o contrato e expulsa ela da casa dele e ninguém aceita ela. Quando ela tá com uma 3 meses e vê que não tem saída ela quase entra no ramo da prostituição , mas quando ela vai lá pedir pra entrar na boate ela descobre que o dono é o Nini (ele tá bem abatido). Aí ele vê ela e fala que mulher dele não trabalha com essas coisas e ela perdoa ele. Ele desiste de tudo por ela. 😘😘 
  • Fiz um pouco diferente pois quando estou escrevendo minha mente ela muda o destino do que estou escrevendo, mas espero que goste :)
  • Boa Leitura!


Desde criança eu sonhava e imaginava como seria meu casamento, com o homem da minha vida, como seria meu vestido, qual seria a cor das flores a decoração essas coisas bem fofas mesmo, mas infelizmente não vai ser assim até porque eu não imaginava que teria que casar por contrato, pois para ele assumir a empresa teria que ter uma noiva e foi assim que ele me encontrou, nosso relacionamento começou muito conturbado, quase não nos falávamos e eu era obrigada a ir aos eventos para manter as aparências, mas com o tempo fomos nos aproximando e parecíamos mesmo um casal de noivos que estavam muito felizes, mas o que eu menos esperava era que eu ia ficar grávida, e não sabia como iria contar e qual seria a reação dele, então mandei mensagem para ele vim até minha casa para conversarmos. Escuto a campainha e respiro fundo antes de atender.

- Oi – sorrio – entra

- Oi, o que aconteceu? Suas mensagens me deixaram preocupado

- Eu tenho que te falar uma coisa Niall – digo e sento no sofá

- Estou escutando (seu nome) – ele diz e se senta do meu lado

- Eu estou muito feliz que estamos nos dando bem e espero que com essa notícia  continuamos nos dando bem – respiro fundo – eu… eu estou grávida

- O que? – ele se levanta furioso – como isso foi acontecer?

- Ah, quer dizer que você não sabe? – digo

- Isso tá errado (seu nome), eu… eu não posso ter esse filho agora – ele coloca a mão nos cabelos – eu estou começando uma empresa nova e não posso, isso  - ele apontou para minha barriga – vai atrapalhar tudo

- Você está mais preocupado com a sua empresa do que com o seu filho, uau – uma lágrima teimosa escorre sem querer – estou vendo a bela pessoa que vou me casar

- Eu não quero mais casar, quero acabar com esse contrato, eu te dou um dinheiro você some da cidade e fingi que nunca me conheceu – ele diz e eu fico boquiaberta.

- Não vou discutir, eu não preciso do seu dinheiro eu vou embora e não quero nada seu – saio e já começo a arrumar minhas coisas, logo que termino de arrumar minhas coisas vejo um dinheiro em cima da mesa, pego e saio torcendo para ainda ter um ônibus para o subúrbio de Londres.

Cheguei numa pequena vila e lá era muito deserto, eu não sabia qual lugar ficaria, mas fiquei na casa de uma senhora muito legal que assim que viu meu estado não hesitou em me ajudar.

2 semanas depois

Eu tinha prometido para a Beth que iria arrumar um emprego para ajuda-la, mas ela disse que não precisava, mas mesmo assim vou continuar procurando. Naquela noite decidi sair um pouco e fui para o centro da cidade, logo vi umas luzes e um lugar muito badalado com várias pessoas na porta e escrito bem grande “inauguração”, e um pôster pequeno escrito “contratando” decidi entrar e tentar, conversei com uma moça e logo ela me levou para a área administrativa.

- Pode se sentar aqui – sento em um sofá em uma sala mais silenciosa, fiquei esperando uns cinco minutos e logo ela entra com uma ficha na mão e com várias roupas.

- Bom vou te fazer umas perguntas e seja sincera – assenti e ela começou

- Qual seu nome?

-(seu nome completo) – e assim ela perguntou minha idade, se eu já tinha trabalhado em uma boate, mas logo chegou na pergunta que eu menos esperava

- Você está grávida ou já ficou?

- É…

- Seja sincera, não precisa mentir.

- Eu estou grávida sim – digo – mas eu preciso muito desse emprego, por favor.

- Eu sei querida, todo mundo quer esse emprego, eu vou falar com o dono daqui e quem sabe ele abre uma exceção pra você – ela diz e eu abro um sorriso e ela sai, esperei mais um tempo e logo vejo alguém entrando

- (seu nome) – reconheci a voz e levanto

- Niall? O que faz aqui?

- Meu Deus! Até que enfim eu te achei – ele dia me abraçando e eu fico sem reação – como vocês estão? – ele diz referindo a mim e ao bebê

- Estamos bem, mas você não respondeu minha pergunta

- Eu sou dono daqui, e quando eu vi sua ficha eu não acreditei que você estava aqui querendo esse tipo de emprego

- Tipo de emprego?

- É, de stripper

- O que? Eu achei que era de garçonete ou algo assim, que vergonha meu Deus

- Bem, se você quisesse mesmo eu não iria deixar minha noiva tirar a roupa para vários caras – ele diz

- O que? – digo

- Isso mesmo, depois daquele dia que falei aquelas coisas horrível para você eu abri esse lugar escondido do meu pai pra afogar minhas mágoas sem você e me arrependi muito, eu te procurei, mas nada até que você apareceu – ele diz sorrindo

- Olha Niall, vai ser difícil pra eu não me lembrar daquelas coisas, mas eu não escolhi ter esse filho agora também, mas se aconteceu teremos que arcar com as responsabilidades, eu achei que você ia adorar a ideia de ter um filho e isso só apressaria nosso casamento por conta do seu pai – abaixo a cabeça

- Eu sei meu amor, mas olha agora eu quero esse filho tanto quanto você e acredite meu pai vai ficar muito feliz quando souber que nem casei e já dei um neto pra ele – ele me abraça e encosta nossos lábios e sinto seu hálito com cheiro de álcool e me afasto

- Desculpe eu ando muito enjoada ultimamente e seu cheiro tá muito forte – digo

- Desculpa

- Tudo bem – sorrio

- Agora, você aceita voltar comigo e recomeçar? Sem contratos e regras apenas nós dois – ele encosta sua testa na minha

- Não Niall,  nós três – sorrio e ele me beija

- Vem vamos sair daqui – ele me puxa e eu não me importava para onde ele estava me levando, eu só queria ficar com ele para sempre.

Plágio é crime!

Volte na ask para dizer o que achou :)

Não é o tempo nem a oportunidade que determinam a intimidade. Sete anos seriam insuficientes para algumas pessoas se conhecerem, e sete dias são mais que suficientes para outras.
—  Jane Austen
Não sei quantas garrafas de cerveja consumi esperando que as coisas melhorassem. Não sei quanto vinho e uísque e cerveja, principalmente cerveja consumi depois de rompimentos com mulheres. Esperando o telefone tocar. Esperando o som dos passos, e o telefone nunca toca antes que seja tarde demais e os passos nunca chegam antes que seja tarde demais. Quando meu estômago já está saindo pela boca elas chegam frescas como flores de primavera: "Mas que diabos você está fazendo? Vai levar três dias antes que você possa me comer!“ A mulher é durável, vive sete anos e meio a mais que o homem, bebe pouca cerveja porque sabe como ela é ruim para a aparência. Enquanto enlouquecemos elas saem, dançam e riem com caubóis cheios de tesão. Bem, há a cerveja, sacos e mais sacos de garrafas vazias de cerveja e quando você pega uma, as garrafas caem através do fundo úmido do saco de papel rolando, tilintando, cuspindo cinza molhada e cerveja choca, ou então os sacos caem às 4 horas da manhã produzindo o único som em sua vida. Cerveja, rios e mares de cerveja, cerveja, cerveja, cerveja. O rádio toca canções de amor enquanto o telefone permanece mudo e as paredes seguem paradas e estáticas, e a cerveja é tudo o que há.
—  Charles Bukowski. Poema “Cerveja”, No livro O amor é um cão dos diabos.
Olá, João. Ou João Gabriel. Ou Santiago, não sabemos ainda, eu e sua mãe não conseguimos nos decidir. Sei que eu queria brasileirar Lenon ou Dilan, mas sua mãe anda redutiva quanto a isso, diz querer protegê-lo. Mas do quê, a gente pode saber? Talvez de fazer sucesso com as menininhas do Jardim de Infância com um nome lendário desses. Mas não se chateie, ok? Nós vamos encontrar uma solução. Bem, eu não sei como começar isso, é estranho falar com uma barriga gorda, a última vez que fiz isso foi aos sete anos quando o tio Lino me jurou ter comido o Caco, um hamster branquinho que eu tinha. Mas isso é uma longa história. Você quer um hamster também? O pai compra. Pai. Que troço esquisito pra quem ainda come sucrilhos pela manhã. Mas agora está tudo bem. Nós não planejamos você, mas o inesperado aconteceu. Primeiro eu tive algumas crises peterpânicas, sumi por um tempo, cheguei a sugerir que você fosse interrompido. Aí veio o ultrassom, aquela canção do Cat Stevens num comercial sobre o verão, os livros do “Diário de Um Banana” na livraria perto daqui. Então eu decidi que precisava de você, talvez mais que você de mim. Acho que você pode me ensinar muitas coisas. Não coisas como lidar com peitos, isso eu já aprendi aos 23. Há montes de outras coisas que eu preciso saber, como ser menos egoísta, menos farisaísta, menos inconsequente. Ou como dar nó em gravatas, seu avô já tentou trezentas vezes, mas acho que ele não sabe direito o que está fazendo. Bem, acho que já deu pra sentir que ainda estou confuso quanto ao meu papel nessa peça que a vida me pregou. As coisas vão mudar, eu sei, mas acho que vou me sair bem. Dizem que, agora sim, vou conhecer o verdadeiro amor. E, confesso, estou curioso e trêmulo. Talvez eu desmaie no seu parto, tudo bem pra você? Mas é só questão de idade, pulando essa parte a gente pode sair do hospital, conhecer o mundo e passear por aí. Comecei uma poupança pra você. Já tem trinta reais. Sei que não é muita coisa, mas já dá um Mc Lanche Feliz. O que você acha? Depois, mais tarde, talvez uns vinte anos, podemos beber algumas cervejas e falar sobre garotas ou sobre o que está errado na escalação do nosso time do coração. O que você quer agora? Batatas fritas? Uma garupa até a praça do avião? Uma guitarra? Uma estrela do mar? Bem, como você pode ver, o clima é de ansiedade, alegrias e de uns tapinhas nas costas. Tenho recebido muitos abraços, parabéns e recomendações para criar juízo. Não sei que porra as pessoas estão pensando quando me mandam criar juízo. E também não entendo os parabéns, foi fácil e gostoso fazer você, mas isso é papo pra daqui uns quinze anos. Quem sabe, se der tempo, você conheça seu bisavô. Ele está com Alzheimer. Às vezes ele joga o prato inteiro de comida na parede e os adultos acham um pouco triste, mas acho que você vai até achar engraçado. Aliás, estou louco pra escutar seu riso. E também já fiz planos de cantar “Hey Jude” quando você começar a espernear no berço que ganhamos dos seus avós de Pelotas. Não será perfeito o tempo todo. Haverá dias que você vai berrar sem parar e eu vou implorar pra você começar a falar agora mesmo, e diga afinal o que é que você quer. Mas tudo bem, a gente faz as pazes e algumas fuzarcas. E depois você pode adormecer no meu peito assistindo “Três é Demais” no sofá, até a mamãe chegar. Ah, sobre a mamãe. Bem, acontece que não estamos mais juntos. Não sei explicar, essas coisas são meio complicadas, temo que se eu começar a explanar como funciona os relacionamentos você relute sair daí e depois precisaremos gastar todo dinheiro da sua faculdade numa cesariana desnecessária. Vai ser um pouco estranho, mas hoje em dia é comum os pais morarem em apartamentos separados, por mais idiota que isso possa parecer. O lado bom é que você terá dois quartos. É, nós adultos somos muito idiotas mesmo, na maioria das vezes a gente não sabe direito o que está fazendo. Mas não se preocupe, ainda somos amigos, a gente se dá legal e estaremos sempre por perto. Sem brigar, a gente jura. Sei que estamos sempre jurando coisas, mas vamos trabalhar duro. Por você. Certo? Se está bom pra você, dá um chute. Se não, dois. E pode apostar, vamos amar você infinitamente mais e melhor do que a gente já se amou um dia. Como assim, quanto é infinito? Infinito é infinito. É tudo. É pra sempre. É sem fim. É uma coisa que não dá contar nos dedos. Nem na calculadora? Não, nem na calculadora, filho.
—  Gabito Nunes, amor sem fim.
A ciência diz que todos os dias seu corpo está mudando, suas células estão morrendo e outras estão nascendo. Neste exato momento, você está em processo de mudança. Isso acontece com todos nós, não somos mais os mesmos depois de um certo tempo, não tem como escapar. Todas as células que existem em você agora, terão sido substituídas por novas daqui há sete anos. Eu nunca liguei muito para ciência, você sabe, mas não posso negar. É reconfortante saber que em algum momento, ao longo do caminho, eu terei um corpo inteiramente novo, um corpo que você jamais terá tocado.
—  É quase inverno.
Hoje meu professor me disse "todas as  células do nosso corpo inteiro são destruídas e substituídas a cada sete anos" sabe o quão reconfortante é saber que um dia vou ter um corpo que você nunca vai ter tocado?
Sou um homem ridículo. Agora já quase me têm por louco […] mas eu já não me aborreço por causa disso, agora já não guardo rancor a ninguém e gosto de toda a gente, ainda que se riam de mim… sim, senhor, agora, não sei por quê, mas sinto por todos os meus próximos uma ternura especial. Teria muito gosto em acompanhá-los no vosso riso… não precisamente nesse riso à minha custa, mas sim pelo carinho que me inspiram, se não me fizesse tanta pena vê-los. É pena que não saibam a verdade. Oh, meu Deus! quanto custa isso de ser um só a saber a verdade! Mas isto não compreendem eles. Não, nunca compreenderiam isto. A princípio fazia-me sofrer muito a ideia de parecer ridículo. Não o parecê-lo, mas o sê-lo. Eu sempre fui ridículo, e eu já o sabia talvez desde que nasci. Talvez já aos sete anos eu me apercebesse perfeitamente de que era ridículo. Depois fui para a escola, e a seguir para a Universidade, mas… quanto mais aprendia, mais obrigado me via a reconhecer a minha condição de criatura ridícula […] Mas ninguém sabia, nem suspeitava sequer, que, se existia no mundo um homem que soubesse melhor do que todos eles como eu era ridículo, esse homem era era eu próprio.
—  Fiódor Dostoiévski.
Moinho

“A vida é um moinho” : dizia Cazuza em uma música do compositor Cartola. E eu inocente, cantarolava sem pretensões e sem se quer colocar sentido no tom dolorido da palavra.

A vida nos mói, reduz as ilusões a pó, tritura teus sonhos mesquinhos, machuca, fere e principalmente dilacera os sentimentos mais bonitos.

Você me apareceu como um presente da vida, aqueles que Deus  coloca em nosso caminho para nos marcar de uma forma bonita, deixar a vida mais leve e tirar sorrisos sinceros e bobos quando se remete a uma lembrança ou outra. Foram sete anos de encantamento, sete anos de conversas; segredos; confissões e trocas sinceras de olhares e zelo. Foram sete anos de amor…

Não…. Na verdade, não foram sete anos…. Foi. É. E Será por mais sete; por mais de uma vida. A gente realmente estava escrito nas estrelas (e não é comentário piegas da boca para fora), os astros escreveram nossas linhas para que elas se cruzassem e formássemos a mais bela de todas as constelações: a junção da força e a determinação de um leonino (mais doce que mel) e o equilíbrio de uma libriana (sim, indecisa e medrosa). Histórias que se cruzaram e imploraram por uma pitada de atenção, na qual houve permissão para entrar; se acomodar e desenrolar por cada cômodo da casa. Não só teve permissão para tais ações, mas para permanecer e criar raízes, essas mais profundas do que nunca.

A gente se acolheu em um lençol tecido por feridas e bordado com segredos, mágoas e angústias nas quais pareciam tolas na liberdade que cada um permitia ao outro para sermos nós mesmos, sem se quer um olhar de julgamento. O teu abraço é sinônimo de apego, é manto de proteção, é lugar que se encaixa e se faz morada.

Certas reviravoltas não se têm explicações…

Foi um redemoinho de caos, me pegou de jeito e me bateu a ponto de me deixar no chão. Perdão.

Perdão por permitir sonhar e não se fazer realizar. Perdão por me deixar ser tomada pelos medos. E principalmente, me perdoe por estar tomando uma decisão contra a vontade do meu coração, maldita razão que quis gritar logo quando o silêncio me fazia tão bem.

Só mais uma coisa… nunca haverá confidente maior que você e muito menos quem faça meu coração pulsar desse jeito, sorrir sem jeito e me entregar sem medo (por inteira). Obrigada por tudo e eu sempre vou te amar. Afinal, meu presente nessa vida: foi você. 

Ps: amo seu sorriso

-EuGirassol

Pedido: Faz um cm o Harry q o filho deles sente falta do pai q está sempre viajando por causa da carreira de cantor e o Harry promete pra ela q vai pra casa passar o fim de semana cm eles só q ele vai pra uma premiação de última hora o q causa uma briga e ela diz pra ele q a família deveria ser mai importante e o filho deles acha q o Harry nem gosta mais dele mas final feliz - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤️

***

Imagine Harry Styles:

Henry estava o tempo todo perguntando por seu pai, Henry não parava nem quando eu o chamava para comer ou para assistir televisão, o garoto estava inquieto e algumas vezes chateado.

-Quando vamos ver o papai?
O garotinho de sete anos me encarou com suas esmeraldas brilhantes.

Já não víamos Harry á dois meses, ele estava sempre em shows, entrevistas, programas de TV e nunca tinha um tempinho para a família.

Eu sabia que quando Henry nascesse não teríamos tempo para nada, mas Harry me assegurou de que tudo daria certo, afinal, Henry não foi planejado mas eu nunca teria coragem de abortar, por mais difícil que fosse a situação.

Mas talvez Harry não tenha lembrado de sua promessa, já que o mesmo disse que seria um pai presente e estaria a todo momento me ajudando e cuidando de nosso bebê e de mim. Mas talvez quando se passam sete anos a memória da pessoa não deve ser mais a mesma, tirando a minha é claro, já que mesmo depois de sete anos nunca me esqueci que prometi a mim mesma que não importa o que poderia me acontecer, eu daria a minha vida pela minha família.

-Eu não sei filho, eu vou falar com ele.
Acariciei seu fios castanhos e o mesmo sorriu.

(…)

Peguei meu celular para ligar para Harry, após clicar em seu contato, esperei que o mesmo atendesse.

-Alô?

-Oi querida, que saudade.

-Não é o único, Henry está morrendo de saudades de você e perguntando a todo momento sobre você.

-Diga a ele que eu também estou com saudades e mande um abraço.

-Poderia vir você mesmo o abraçar não acha Harry? Não nos vemos a dois meses.

-Desculpe amor, sabe como estou ocupado, acabei de lançar meu álbum solo e estou esta semana no The Late Late com o James.

-Eu sei Harry, sem você por aqui tudo o que eu e Henry fazemos é acompanhar você nas suas entrevistas e programas de TV. Ele sente falta do pai.

-Eu sei, me desculpe, mas eu preciso realmente estar aqui, não posso simplesmente largar tudo e ir para casa. Desculpe.

-Não peça desculpas, você prometeu que estaria sempre com ele. Comigo.

-Amor…

-Eu sei que não foi fácil ter um filho com apenas dezessete anos, mas agora que tivemos temos que cuidar, não dá para você simplesmente largar sua família e ir viver pelo seu trabalho.

-Hey fica calma…eu te amo e amo o Henry. Vou tentar chegar ai esse final de semana. Me desculpe estar tão distante.

-Tudo bem Harry, vamos te esperar. Não nos decepcione.

-Prometo que não vou. Beijos.

-Beijos, te amo.

-Também te amo.

Desliguei a ligação e Henry já esperava que eu dissesse algo.

-Ele vai vir, no final de semana, vamos ter ele por um tempinho finalmente.
Sorri e o pequeno me abraçou.

-Ainda bem que ele não nos abandonou.

-Ele nunca faria isso.
Apertei-o mais ainda.

| Sábado |

Eu havia acordado e preparado o café, Henry já havia comido e tomado banho. Tudo estava pronto para a chegada de Harry, exceto por ele mesmo.

-Será que aconteceu alguma coisa?
Henry perguntou e eu o mandei uma mensagem.

“Onde está? Não se esqueça de nós. xX”

Harry não respondeu e nem sequer visualizou.

-Logo ele chega, não se preocupe querido.
Beijei o topo de sua cabeça.

(…)

Passado algumas horas, já estava de tarde, Henry estava jogando em seu notebook enquanto eu estava terminando alguns trabalhos da minha faculdade. Até que o garoto começa a me chamar desesperadamente.

-O que foi Henry?
Entrei preocupada no quarto encontro tudo em seu devido lugar. Olhei para o garoto e o mesmo apontou para a TV onde Harry aparecia falando algo sobre algum prêmio que ele estava concorrendo.

-Isso é de quando?
Perguntei tentando me lembrar de alguma premiação que Harry já havia ido com aquela roupa ou sequer concorrido a aquela categoria.

-É ao vivo! Papai não vai vir.
Henry falou ficando triste.

Olhei para a TV perplexa, ele havia prometido e mais uma vez não cumpriu com suas promessas.

Henry já chorava baixinho, e me corta o coração ver meu filho sofrer, ainda mais pela falta do pai.

-Não se preocupe, amanhã ele vai vir. Nem que eu tenha que o puxar pelos cabelos.
Fali vendo-o sorrir um pouco antes de voltar a chorar.

| Dia Seguinte |

Acordei com barulhos na cozinha e na sala, como já imaginava que era Harry, nem me dei o trabalho de levantar da cama. Escutei a porta do quarto abrir e Harry depositou um beijo em minha testa antes de se afastar e fazer algo que eu imaginei que fosse tirar a roupa e deitar na cama comigo.

-Agora acha sua família importante?
Perguntei ainda de olhos fechados. Harry não respondeu então os abri para o encarar.

-Me desculpe de verdade eu prometo que…

-Sem promessas Harry! Já basta as que você não cumpriu.
Me levantei exaltada.

-Amor por favor…

-Sem essa, sabe o quanto me cortou o coração ver Henry chorando? Você tem idéia?
Perguntei e vi que Harry estava cabisbaixo.

-O quão importante a nossa família é para você?

-Mais do a minha própria vida.

-Então por quê não deixou a porra de uma premiação para passar um tempo com ela?!
Harry suspirou e me puxou para deitar a cabeça em seu peito. A porta do quarto foi aberta e o pequeno garoto subiu na cama.

-Papai?
Henry olhou Harry e se deitou ao meu lado.

-Oi filho, desculpe não ter vindo ontem.
Harry falou com sua voz rouca. Ele queria chorar.

-Você não me ama mais?
Henry perguntou com seus olhinhos brilhando. Harry deixou escapar uma lágrima enquanto franzia as sobrancelhas.

-É claro que amo filho.

-Então por quê nunca mais veio me ver?
Henry deitou sua cabeça em minha barriga e Harry limpou suas lágrimas.

-Papai estava ocupado, vou dar mais atenção a vocês.
Harry sorriu e eu os observei.

Confesso que duvidei de Harry, mas uma semana depois ele veio avisar que havia adiado sua turnê para tirar férias com a família. então tudo acabou feliz, com um pai e marido mais presente.

***

Espero que tenha gostado.😘

Se possível, vá na ask e diga o que achou, é importante para mim e isso me motiva a continuar.❤😊

One Shot Liam Payne 

Parte I | Parte II (Final)


7 Anos mais tarde

— Há alguns dias o mundo foi ao delírio com a primeira foto do novo bebê do casal Liam e Cheryl Payne no dia dos pais. O nome da criança ainda é um mistério, mas toda a repercussão do bebê nos fez pensar no que aconteceria se Liam Payne se descobrisse pai de mais uma criança e é isso que vamos descobrir nos próximos dias. Os nossos repórteres investigativos levaram meses para remexer o passado após recebermos uma ligação anônima nos passando uma informação que seria capaz de chocar todo o mundo, colocamos essa história bombástica nas mãos do nosso melhor pessoal e aqui estão as provas. Isabelle (seu sobrenome) nasceu há quase sete anos fruto de uma traição do ex-integrante do One Direction com uma dançarina bem no começo de sua carreira solo. Segundo fontes, a dançaria (seu nome completo) foi demitida após a noite que teve com Liam para ficar o mais longe possível de sua vida e não comprometer seu relacionamento com Cheryl. O que vocês pensam sobre o queridinho da One Direction agora? Daria tudo para ver a cara dele ao saber que ao invés de dois filhos, ele tem três somando com a que ele nem se deu o trabalho de conhecer.

Meus olhos estão completamente arregalados e minha boca seca, eu não consigo distinguir se o que eu acabei de vê é real o meu pior pesadelo, o que eu sempre temi. Todo o meu passado e a vida da minha filha foram expostos em um programa de fofoca, o vídeo das câmeras de segurança do hotel o qual Liam e eu passamos a noite anos atrás e fotos minha com a Izzy andando nas ruas.

Um dia se passou desde que essa matéria foi ao ar, eu não gosto de ficar procurando a vida dos outros na internet ou assistir canais de fofoca, então eu fui uma das últimas a saber, se minha não tivesse me ligado hoje, eu ainda não saberia.

Como eu não percebi que tinha pessoas tirando fotos minhas com Izzy? Como eles descobriram essa história se eu nunca contei a ninguém a não ser a minha melhor amiga?

Hannah. Só pode ter sido ela.

Respirando fundo peguei meu telefone rapidamente ao meu lado e liguei para a pessoa que eu confiei minha vida e que possivelmente me entregou aos leões. Nunca imaginei que seria traída dessa forma por alguém que eu considerava da família.

— Quanto você cobrou para enfiar uma faca nas minhas costas?

Foi o que eu disse após ouvir a voz dela pelo telefone, eu estou tão chateada e com raiva que tenho vontade de ir até a casa dela socá-la.

— Calma, (seu nome), eu não fiz o que está pensando, eu…

— Você o quê? Você me traiu! Você jogou a nossa amizade no lixo por causa de dinheiro. Que tipo de pessoa é você? Você não pensou na Izzy? Em como ela ficaria nessa história? Você não só me expôs, expôs a minha filha e isso foi a pior coisa que uma pessoa poderia ter feito.

Minha voz foi ficando embargada pelo choro à medida que eu deixava as palavras saírem sem controle da minha boca. Minha pequena agora será perseguida e tudo que eu não queria na minha vida era que Liam soubesse sobre ela, se ele tentar tirá-la de mim eu não sei o que fazer e tem o Zayn também… Meu Deus, o Zayn vai me matar.

— (Seu nome) por favor me escuta, eu nunca faria isso com você, amiga. Nunca! Minha prima não parava de falar e endeusar o Liam e eu acabei contando toda a história para ela porque eu sei que ele não merece que as pessoas pensem que ele é um santo ou algo além de um canalha sem coração. Por favor me perdoe, eu não queria que isso acontecesse, nunca pensei que ela poderia trair a minha confiança.

— Quem traiu a minha confiança foi você. Eu te confiei uma coisa tão séria e você a passou para frente, bem que dizem que para uma pessoa guardar um segredo você tem que matá-la um minuto depois que contar.

A porta abriu em um rompante e Zayn entrou na sala parecendo um furacão, seu rosto transmitia raiva e eu também estaria assim no lugar dele. Desliguei o celular passando o dorso da mão em meu rosto para limpar as lágrimas, mas novas voltaram a rolar de meus olhos fazendo o trabalho ser em vão.

— Me desculpe, Z…

— EU TE PERGUNTEI TANTAS VEZES, TANTAS VEZES, (SEU NOME), E VOCÊ MENTIU PARA MIM TODAS ELAS SEM REMORSO ALGUM! — Zayn gritou e eu apenas abaixei a cabeça chorando mais alto porque tudo que eu não queria era perder o Zayn e correr um grande risco de perder a minha filha também — O LIAM É O MEU MELHOR AMIGO, VOCÊ DEVERIA TER ME CONTADO. EU NÃO TERIA ME ENVOLVIDO, EU…

— Por favor, não fala isso… Eu te amo tanto, Zayn… — falei entre choro olhando em seus olhos castanhos completamente desapontados.

— Você me ama e mentiu para mim esse tempo todo? Me deixou registrar a filha do meu melhor amigo e não confiou em mim o suficiente para dizer a verdade. — ele abaixou a voz quando seus olhos encontraram os meus — Não existe amor sem confiança, não existe nada para falar a verdade.

— Eu não queria acabar com a amizade de vocês, Liam não tem nada a ver com nós dois. — caminho até colocando as mãos em seu rosto — Acredite em mim, por favor, eu não pretendia me apaixonar pelo melhor amigo do homem que mudou a minha vida, mas não se pode controlar isso, Zayn. Eu não deveria ter te deixado dar seu nome para a Izzy, mas você insistiu tanto. — Zayn suspirou e limpou as lágrimas de meu rosto com o seu polegar deixando um beijo em minha testa.

— Eu ainda estou chateado com você, mas acho que te entendo… Você queria apenas enterrar o passado. — eu balancei minha cabeça repetidamente assentindo e logo senti os braços de Zayn ao meu redor. Fechei os olhos e aproveitei o seu carinho. — Izzy está na escola? —  eu assenti novamente —  Eu vou buscá-la antes que alguém fale alguma coisa para ela.

— Eu te amo, Z.

— Eu também te amo. — ele me soltou beijando minha testa novamente e caminhou em direção a porta sumindo ao passar por ela.

Um dos meus problemas estava parcialmente resolvido, eu sei que apesar de tudo Zayn nunca vai abrir mão de ser o pai da Izzy, ele está com a gente desde que ela tinha quatro anos e desejava mais que tudo ter um pai, agora ela tem quase sete e não quero deixá-la confusa com toda essa situação.

~o~

A campainha tocou e tenho que admitir que um pequeno medo do que poderia ser se apossou de mim, poderia ser qualquer pessoa e entre ela Hannah disposta a pedir mais desculpas por ter provocado um tsunami na minha vida. Me levantando do sofá onde fiquei pensando no que fazer desde que Zayn saiu de casa, caminhei até a porta e assim que a abri tentei fechá-la novamente, mas a pessoa que eu menos queria ver estava disposta a entrar.

— Eu não vou sair daqui até você me explicar toda essa merda! — Liam colocou o pé entre a porta e batente para me impedir de fechá-la.

— Se ter uma filha é uma merda para você, apenas vá embora! — empurro a porta o máximo que posso, mas a força que o Liam aplica contra ela é mais forte então não consigo manter por muito tempo e caio no chão assim que ele a abre completamente.

— Não foi isso que eu disse. — ele entra me vendo jogada no chão — Me desculpe. — ele caminha até mim e tenta me ajudar a levantar mas eu bato em sua mão.

— Eu não preciso da sua ajuda! — me levanto e me afasto alguns passos — Vá embora daqui e não volte mais, é muita audácia a sua me procurar depois de ter me usado e em seguida me demitido.

— Eu não usei você, não fiz nada que você não quisesse. — como pode ser tão idiota? — E tenha a certeza que eu não estaria aqui se você não tivesse soltado nosso caso mídia e inventado uma filha que eu com certeza não tenho. Você não me engana, (seu nome), eu vi você há alguns anos com uma garota provavelmente filha de um de seus casos que agora você está usando para conseguir algum dinheiro.

Antes que eu pudesse sequer me controlar minha mão foi de encontro ao rosto de Liam o acertando, minha palma ardeu no mesmo momento tamanha a força que eu usei.

— Eu não quero nada de você! — minha respiração estava acelerada — A única coisa que quero é que vá embora e esqueça que eu existo como foi durante todos esses anos.

A porta abriu e eu fechei os olhos imaginando o que estava por vir e quando voltei a abri-los, Izzy passou por Liam correndo com um sorriso em seu rosto e parou diante de mim.

— Mãe, meu pai chegou! Meu pai chegou! — em dias normais eu daria risada de sua animação e seus pulinhos, mas não hoje.

— Eu não sou o seu pai! — a voz de Liam cortou a onda de animação que tomava conta de Izzy e ela se virou o encarando confusa.

— Quem é ele? — ela voltou a me olhar e eu apenas dei de ombros percebendo que Liam também estava confuso.

— Ninguém estava esperando na- — Zayn parou de falar assim que percebeu quem estava em nossa sala — Você chamou ele aqui? — a pergunta foi direcionada a mim juntamente aos olhos confusos e um pouco raivosos — Você não pode dizer a ela. — eu o conheço o bastante para saber que ele está com medo de perder o amor de pai da Izzy.

— Zayn? — Liam olhou para o amigo e a confusão estava feita.

— Contar o que papai? — Isabelle olhou para o Zayn.

— Papai? — Liam olhou da minha filha para o Zayn e eu teria que tirá-la da sala antes que tudo se tornasse uma bola de neve ainda maior.

— Izzy, vai lá em cima e junta todos os desenhos que você fez para o papai enquanto ele estava fora que ele logo irá ver todos eles, tudo bem? — ela assentiu voltando a se animar e subiu as escadas correndo antes de deixar um beijo na bochecha de Zayn.

— Alguém pode me explicar o que está acontecendo? — Liam puxou seu topete em sinal de irritação — Aquela é a minha filha? Por que ela chamou o Zayn de pai?

— Não! Aquela é a minha filha e sempre será. — Zayn disse rapidamente não dando espaço para que eu respondesse as perguntas.

— Liam, Isabelle é a minha filha e de Zayn também, por favor, vá embora e não volte a nos procurar. Você não quis mais nada depois daquela noite e Izzy não te pertence… Nos deixe viver nossas vidas. — praticamente implorei.

— Você roubou a minha filha! — Liam virou para Zayn ignorando o meu pedido.

— A única pessoa que quer roubar a filha de alguém é você. Pai é quem cria e durante anos eu tenho dado a minha vida por essa garota, pelas suas devo dizer. Você abandonou o seu posto e eu não vou deixar você voltar agora para exigir algo que não tem direito. — tudo que eu menos queria estava acontecendo bem na minha frente, eu não queria que as histórias se misturassem. Zayn e Liam eram amigos antes de Liam me dar a Izzy e isso não deveria interferir na amizade deles.

— Eu vou entrar com um pedido de guarda. Vocês esconderam a minha filha durante anos e querem que eu vá embora e finja que não a tenho? — Liam me olhou.

— Você não a tem! — Zayn esbravejou.

— Por favor, Liam, deixe que a Isabelle decida… Quando ela fizer dezoito anos, nós três nos juntamos e contamos toda a história. Deixe que a decisão seja dela, não vamos confundi-la. — eu já estava chorando novamente.

— Vocês terão anos para fazer a cabeça dela contra mim, eu não sou idiota. — Liam riu com ironia negando com a cabeça.

— A possibilidade dela se sentir enganada é imensa… Ela pode vir a ficar contra mim e Zayn, então nós três temos o que arriscar. — o silêncio se instalou em toda a sala.

— Tudo bem… Eu vou pensar e o que eu decidi vocês ficarão sabendo. — Liam deu as costas e se retirou da casa.

~o~

Liam só aguentou guardar o segredo até o ano seguinte, segundo ele não seria nada vantajoso ficar longe da filha enquanto ela cresce com um pai e uma mãe fazendo com que ele não seja nada na vida dela. A reunião foi antecipada alguns anos e depois de escutar toda a verdade, a não tão pequena Izzy pediu a Liam para chamá-lo de tio e sem escolha ele aceitou com a condição de poder pegá-la uma vez por mês para ficar um final de semana em sua casa junto à seus irmãos.




Espero que tenham gostado ❤

Não se esqueçam de me dizer o que acharam, é importante. ❤

- Tay


Pedido: Faz um imagine com o Niall que ele e a Sn são casados e ela tem um filho e o menino tem o Niall como um pai e ensina ele jogar golf e que ele chame o Niall de pai pela primeira vez

           Logan estava parado olhando para a janela que dá acesso ao jardim da nossa casa. Sorri ao ver o menino com os cabelos negros e olhos verdes sorrindo assim que viu o carro do Niall estacionando na frente de casa, Logan correu o mais rápido possível até a garagem para poder receber seu padrasto.

           Há sete anos, estava em um relacionamento com o menino do sul da Inglaterra, mais precisamente em Bournemouth, uma cidade do condado de Dorset, eu tinha a visão da vida perfeita, namorava um cara legal é passava o resto do meu dia na praia, apenas observando o mar e com os meus amigos ao meu lado, abandonei a faculdade para ficar ao lado dele, mas tudo mudou drasticamente no dia seis de novembro de dois mil e seis, quando descobri que estava grávida, com apenas dezoito anos, meus pais não aceitaram e expulsaram-me de casa e o meu namorado não assumiu o meu filho e também me mandou embora da sua casa. Fiquei sem rumo por um tempo, passei a morar de favor na casa de algumas amigas, até que finalmente consegui um emprego e uma casa de aluguel e consegui terminar minha faculdade de moda e em uns dos meus trabalhos conheci Niall, quando vestia ele e seus colegas de bandas para um ensaio fotográfico para a marca Gucci.

           Sorri para o meu marido quando ele se aproximou com Logan no seu colo e beijou meus lábios, Logan fez uma carinha de nojo. Depois de meses nós conhecendo finalmente contei para o Niall sobre o meu filho e a minha historia, pensei que ele iria fazer como todos os caras que conheci durante a minha vida, larga-me no mesmo instante, mas ele agiu diferente ele aceitou o meu filho e isso me fez me sentir a pessoa mais feliz do mundo, quando finalmente encontrei a pessoa que eu amo e que ama meu filho.

- Diz para a sua mãe o que vamos fazer. – Niall olhou para o Logan e depois para mim.

- Eu e o Niall vamos jogar golf e você vai ser a plateia. – Logan sorriu ao dizer isso.

           Aproximei-me do meu filho. – Seria uma honra para mim vê esse grande jogo.

           Sentei-me no banco do nosso jardim e observava enquanto Niall ajudava o pequeno garoto de cabelos negros a jogar, eles pareciam tão felizes que eu poderia por um instante imaginar que na verdade o verdadeiro pai de Logan é o Niall. Tomei um gole da minha água e sorri para os dois, enquanto Niall segurava o taco juntamente com o Logan.

           Niall deixou o menino sozinho e o incentivou a jogar sozinho, ele sorriu e com toda a sua força bateu na bola a fazendo a praticamente voar para longe e acertando em cheio o buraco. Niall correu até Logan e o pegou no colo girando o menino no ar. Corri em direção deles e os abracei com toda a minha força.

- Obrigada pai. – Logan sorriu envergonhando assim que disse ‘’pai’’.

           Senti meu coração parando por um segundo quando ouvir meu filho dizer aquilo para o homem que eu amo. Niall sorriu para mim e logo depois abraçou o garotinho mais forte ainda. – Eu te amo meu filho.

Olá, João. Ou João Gabriel. Ou Santiago, não sabemos ainda, eu e sua mãe não conseguimos nos decidir. Sei que eu queria brasileirar Lenon ou Dilan, mas sua mãe anda redutiva quanto a isso, diz querer protegê-lo. Mas do quê, a gente pode saber? Talvez de fazer sucesso com as menininhas do Jardim de Infância com um nome lendário desses. Mas não se chateie, ok? Nós vamos encontrar uma solução. Bem, eu não sei como começar isso, é estranho falar com uma barriga gorda, a última vez que fiz isso foi aos sete anos quando o tio Lino me jurou ter comido o Caco, um hamster branquinho que eu tinha. Mas isso é uma longa história. Você quer um hamster também? O pai compra. Pai. Que troço esquisito pra quem ainda come sucrilhos pela manhã. Mas agora está tudo bem. Nós não planejamos você, mas o inesperado aconteceu. Primeiro eu tive algumas crises peterpânicas, sumi por um tempo, cheguei a sugerir que você fosse interrompido. Aí veio o ultrassom, aquela canção do Cat Stevens num comercial sobre o verão, os livros do “Diário de Um Banana” na livraria perto daqui. Então eu decidi que precisava de você, talvez mais que você de mim. Acho que você pode me ensinar muitas coisas. Não coisas como lidar com peitos, isso eu já aprendi aos 23. Há montes de outras coisas que eu preciso saber, como ser menos egoísta, menos farisaísta, menos inconsequente. Ou como dar nó em gravatas, seu avô já tentou trezentas vezes, mas acho que ele não sabe direito o que está fazendo. Bem, acho que já deu pra sentir que ainda estou confuso quanto ao meu papel nessa peça que a vida me pregou. As coisas vão mudar, eu sei, mas acho que vou me sair bem. Dizem que, agora sim, vou conhecer o verdadeiro amor. E, confesso, estou curioso e trêmulo. Talvez eu desmaie no seu parto, tudo bem pra você? Mas é só questão de idade, pulando essa parte a gente pode sair do hospital, conhecer o mundo e passear por aí. Comecei uma poupança pra você. Já tem trinta reais. Sei que não é muita coisa, mas já dá um Mc Lanche Feliz. O que você acha? Depois, mais tarde, talvez uns vinte anos, podemos beber algumas cervejas e falar sobre garotas ou sobre o que está errado na escalação do nosso time do coração. O que você quer agora? Batatas fritas? Uma garupa até a praça do avião? Uma guitarra? Uma estrela do mar? Bem, como você pode ver, o clima é de ansiedade, alegrias e de uns tapinhas nas costas. Tenho recebido muitos abraços, parabéns e recomendações para criar juízo. Não sei que porra as pessoas estão pensando quando me mandam criar juízo. E também não entendo os parabéns, foi fácil e gostoso fazer você, mas isso é papo pra daqui uns quinze anos. Quem sabe, se der tempo, você conheça seu bisavô. Ele está com Alzheimer. Às vezes ele joga o prato inteiro de comida na parede e os adultos acham um pouco triste, mas acho que você vai até achar engraçado. Aliás, estou louco pra escutar seu riso. E também já fiz planos de cantar “Hey Jude” quando você começar a espernear no berço que ganhamos dos seus avós de Pelotas. Não será perfeito o tempo todo. Haverá dias que você vai berrar sem parar e eu vou implorar pra você começar a falar agora mesmo, e diga afinal o que é que você quer. Mas tudo bem, a gente faz as pazes e algumas fuzarcas. E depois você pode adormecer no meu peito assistindo “Três é Demais” no sofá, até a mamãe chegar. Ah, sobre a mamãe. Bem, acontece que não estamos mais juntos. Não sei explicar, essas coisas são meio complicadas, temo que se eu começar a explanar como funciona os relacionamentos você relute sair daí e depois precisaremos gastar todo dinheiro da sua faculdade numa cesariana desnecessária. Vai ser um pouco estranho, mas hoje em dia é comum os pais morarem em apartamentos separados, por mais idiota que isso possa parecer. O lado bom é que você terá dois quartos. É, nós adultos somos muito idiotas mesmo, na maioria das vezes a gente não sabe direito o que está fazendo. Mas não se preocupe, ainda somos amigos, a gente se dá legal e estaremos sempre por perto. Sem brigar, a gente jura. Sei que estamos sempre jurando coisas, mas vamos trabalhar duro. Por você. Certo? Se está bom pra você, dá um chute. Se não, dois. E pode apostar, vamos amar você infinitamente mais e melhor do que a gente já se amou um dia. Como assim, quanto é infinito? Infinito é infinito. É tudo. É pra sempre. É sem fim. É uma coisa que não dá contar nos dedos. Nem na calculadora? Não, nem na calculadora, filho.
—  Gabito Nunes.