servida

Se os elogios dos outros me alegram demais e as acusações me deprimem; se não posso passar por mal-entendidos sem me defender; se eu gosto de ser amada mais do que amar, servida mais do que servir, então não conheço nada do amor do calvário.

— Amy W. Carmichael

Wigetta Extremo #25 -Un tótem menos

V: ¿Sobretodo sabes cuándo tengo mala suerte…? Cuando me junto contigo, creo yo… Como que… Como que me chupas…
W: Que va, si el otro día que no estaba yo ahí se te perdió todo… Antes de ayer.
V: Tu me chupas la mala suerte.
W: Entonces sería bueno.
V: ¡La buena, la buena, la buena! *Risas* Perdona.
W: Claro, hombre, claro… Va a ser eso, Vegetta. V: ¡Pues sí…! Yo creo eso. (22:20) _________________ Ese “me chupas…” me ha sonado a otra cosa, eh 😏. Bueno, sonado no, será que lo que le chupa es otra cosa. Entre los huevos que se quiere comer Vegetta y que Willy le chupa la buena suerte estoy servida 😂💜💚

One Shot Harry Styles

  • Pedido -  oizinho, poderia fazer um imagine do Harry, que ele e a s/n brigam, por causa do ciúme exagerado da parte dela, eles podem estar em um local público, dai o Harry está conversando c/ uma amiga (de forma respeitosa), mas a s/n já se senti desconfortável, e chama atenção dele perto da garota (amiga dele), ele fica meio envergonhado, então eles decidem dar um tempo, se eles vão ficar juntos no final fica ao seu critério?! obrigadinha 🤗😉


— Aqui é muito bonito.

(Seu nome) sorriu olhando para os lados observando com atenção cada mínimo detalhe do restaurante que seu namorado, Harry, a levou para jantar. Não havia uma comemoração específica, ele apenas sentiu vontade de sair na companhia dela e a levou para jantar em seu restaurante favorito e consequentemente caro pelo serviço de qualidade e os renomados chefs de cozinha.

— Você nunca veio aqui? É o meu lugar favorito em Londres. — ele sorri pegando o cardápio o analisando mesmo que ele já soubesse o que iria pedir — Traga um vinho enquanto decidimos o que pedir, por favor. — ele desviou o olhar para o garçom sorrindo de leve o vendo se afastar.

— Meus amigos daqui não são muito de restaurantes, sempre que eu vinha a Londres, nós íamos nos divertir em pubs. — (seu nome) disse simplesmente olhando o menu tentando decidir se pede por conta própria ou pede a ajuda de Harry, já que ele já é familiarizado com tudo no lugar.

O vinho chegou e suas taças foram servidas, Harry fez o pedido para ambos e o garçom acenou com a cabeça se retirando e deixando os dois a sós.

— Aqui é bem aconchegante. — (seu nome) comentou e levou a taça até os lábios bebendo um pouco do vinho.

— Sim… Eu me sinto em casa quando venho até aqui. É simples e sofisticado. — Harry sorriu também bebendo um pouco do vinho.

— Temos quanto tempo até termos que voltar a Los Angeles?  

— Acho que uma semana… O suficiente para terminar a divulgação do álbum por aqui. — Harry deu de ombros olhando para a entrada do restaurante onde pôde ver uma loira entrando desacompanhada — Eu não acredito… Que coincidência. — vendo o sorriso animado em seu rosto, (seu nome) seguiu o olhar dele não gostando nada do motivo do sorriso — Eu preciso ir até ela, você se incômoda? Eu não vou demorar!

Antes que (seu nome) pudesse responder, Harry já caminhava em direção a loira deixando a namorada para trás se perguntando o porque da pergunta se ele ao menos deixou que ela respondesse que se incomodaria muito se ele fizesse aquilo, talvez ele não esperou justamente por saber que ela seria sincera em dizer que sim.

(Seu nome) assistiu o namorado chamar a moça de forma animada, não que ela pudesse ouvir algo já que a mesa ficava há seis mesas de distância da qual estava sentada, mas ela podia notar pelo sorriso no rosto de Harry. Eles se abraçaram e ela se sentou à mesa e Harry continuou de pé, não por muito tempo, porque ele não demorou a se sentar. Mesmo que ele tenha apontado para a mesa em que ela estava em algum ponto da conversa, ele não pareceu se importar em voltar a se sentar com ela porque se passaram cinco minutos e nada dele se levantar da mesa que agora estava.

Os pedidos chegaram e pela expressão facial do garçom, ele estranhou o fato de da mulher estar sozinha e estranhou mais ainda ao passar os olhos por todo restaurante e ver seu par em outra mesa com outra mulher. (Seu nome) poderia jurar que o garçom estava decidindo se perguntava se deveria levar o prato de Harry até ele na outra mesa, mas ele pediu licença e saiu ainda sem entender.

(Seu nome) começou a comer sua refeição na esperança de que Harry olhasse em sua direção e se tocasse de que a verdadeira companhia dele estava sozinha na mesa que ele deveria estar, com um prato esfriando a sua frente enquanto ele está de papo com uma loira vadia. Não que a loira seja culpada do que ele fez, mas a essa altura para (seu nome), até o manobrista tem culpa por ela estar sozinha fazendo papel de idiota.  

Mais alguns minutos se passaram e (seu nome) poderia dizer que foram horas, ela terminou de comer, de beber o vinho e Harry continuava a conversar e sorrir na mesa com outra pessoa e essa foi a gota d'água.

Depois de limpar a boca no guardanapo, (seu nome) pegou sua bolsa na cadeira ao lado e se colocou de pé caminhando até a mesa em que o namorado estava.

— Com licença. — ela falou com um sorriso forçado no rosto quando se aproximou — Eu só vim avisar ao meu namorado atencioso e dedicado que eu ainda estou nesse restaurante e que já terminei de jantar sozinha enquanto o prato dele enfiava a minha frente. — ela usou todo o sarcasmo que podia para dizer os adjetivos “atencioso e dedicado”.

— (Seu nome) e…

— Não precisa dizer nada, querido. — ela o interrompeu queimando-o com seus olhos enquanto o sorriso forçado não deixava seu rosto — O que deveria ter sido dito já não dá mais tempo… Lembre-se na próxima vez de me dizer que eu só vou te acompanhar até a porta do restaurante porque você vai se sentar com outra pessoa. Assim eu não me dou o trabalho de sair de casa. — Harry ficou a olhando sem reação e a mulher loira a sua frente, sem saber o que fazer, tomou um gole da água que estava em sua taça sobre a mesa — Tenham uma boa noite. — (seu nome) se virou para sair mais voltou-se ao namorando quando se lembrou de algo — Não se preocupe… O garçom irá trazer a conta até você.  

E então ao se virar, (seu nome) caminhou decidida para fora do restaurante deixando que o sorriso falso sumisse de seus lábios que pareciam dormentes de tanto ficarem esticados em falso contentamento. Ela estava borbulhando de raiva por dentro e milhões de pensamentos homicidas passaram por sua mente enquanto ela andava até o ponto de táxi mais próximo torcendo para não ficar ali muito tempo esperando porque isso era só o que faltava para fazê-la cuspir fogo no primeiro que aparecer em sua frente.

Os minutos foram passando enquanto ela batia o pé no chão impaciente, agradeceu mentalmente ao ver um farol de carro indo em sua direção, mas quando ele parou a sua frente ela apenas amaldiçoou a noite miserável que estava tendo.

— Entra no carro! — Harry falou autoritário ao abaixar o vidro do lado do passageiro para que pudesse ver a namorada. Quando ela apenas se virou na outra direção como se ele não estivesse ali, ele bufou irritado — Não me faça descer e te pegar a força.

— O que aconteceu com o super papo que você estava tendo com aquela mulher? Só era interessante quando você sabia que tinha uma idiota comendo sozinha enquanto esperava por você? — (seu nome) se virou para olhar o namorado ainda dentro do carro.

— Aquela mulher é apenas uma amiga que eu não via há algum tempo, o papo só rendeu e eu não me esqueci de você. Eu estava conversando sobre o meu álbum. — Harry tentou se explicar, mas viu que não deu certo ao ouvir a risada sarcástica da namorada.

— Fico muito feliz em saber que eu não fui esquecida por você… Não posso nem imaginar como seria se você realmente tivesse me esquecido.  

— Não seja assim, (seu nome). Por favor, não complique as coisas. — Harry passou a mão sobre o rosto.

— Eu não te obriguei a vir atrás de mim, você poderia fazer como fez no restaurante. Me ignorar completamente.

— Entra no carro que eu vou te levar para casa. — Harry falou após um suspiro cansado.

— Tchau, Harry!

(Seu nome) caminhou até um pouco mais atrás do carro e sinalizou para um táxi que se aproximava, ignorando os chamados de Harry. Ela não queria discutir mais e entrar no carro dele só os fariam brigar, ela estava de cabeça quente e nada que ele dissesse poderia fazer com que ela se acalmasse.

[…]

(Seu nome) e Harry não se falam desde a noite do restaurante e já se passaram uma semana desde então. Naquela noite ela foi direto para o aeroporto e voltou para Los Angeles, sem se importar de pegar suas roupas na casa de Harry em Londres. Ela ignorou todas as chamadas telefônicas e todas as mensagens que ele a mandou, a única coisa que ele ficou sabendo foi por uma curta mensagem que ela mandou.

Estou bem. Estou em LA.”

Harry logo estaria de volta e com certeza a procuraria, ela só não esperava que seria tão rápido ao abrir a porta de sua casa e dar de cara com ele.

— Está disposta a conversar agora? — Harry entrou na casa sem deixar que a mulher falasse algo — Você acha certo sumir e não me dizer nada?

— Eu disse que estava bem e onde estava. — (seu nome) rebateu fechando a porta.

— Me desculpa, ‘tá legal? — Harry a olhou nos olhos — Eu não deveria ter te deixado tanto tempo sozinha, isso foi erro meu, mas você também não cooperou. Mal me deixou falar e foi embora sem me avisar.

— Ok, Harry. Satisfeito? — (seu nome) apoiou a mão em sua cintura.

— Você ainda está brava? Cara, já se passaram uma semana. — Harry bufou.

— Não me chama de cara e eu já disse “ok”.

— “Ok” não quer dizer nada, (seu nome).

— Está bem, Harry, tudo bem você ter me deixado mofando naquela mesa. — ela falsificou um sorriso.

— O que eu faço para fazer você me perdoar?  

— Você já pensou em flores e chocolate? Acho que daria certo… — (seu nome) deu de ombros.

— Isso! Fique aqui, eu já volto! — Harry saiu apressado pela porta fazendo (seu nome) rir.

— Eu espero que esse “já volto” não seja como o “não vou demorar” do restaurante.

(Seu nome) riu ao falar já sozinha na sala de sua casa. Ela não está mais brava, só gostava de ver Harry todo preocupado e empalhado em fazê-la desculpá-lo.




Espero que tenham gostado

Podem me dizer o que acharam pela ask, eu não me importo 😉

- Tay

Um dia, um homem me disse que eu não era uma mulher pra casar. Pensei, pensei, pensei e concordei, realmente, eu não sirvo pra isso ou pra aquilo, afinal eu não tô aqui pra servir! Casamento pra você é serviço, contrato firmado? Depois de contratada, a mulher tem que ficar calada; o trabalho é todo dia, horário do almoço é a beira da pia. Lavar, passar, cozinhar, limpar e a noite, reprodução. Saber chupar, transar, fazer gozar, engravidar e, logo, ter filhos para cuidar. É em tempo integral, sem benefícios, sem direito a vale emoção ou vale sorte e as exigências não param por aí. É preciso trabalhar perfumada, bem arrumada e estar sempre bem humorada, a imagem da empresa não pode ser manchada. Sendo assim, prefiro ser minha, ter a carteira do cartório vazia, levar o sobrenome de vadia a me casar como alguém como você; sexista, machista, conservador. Conserva a dor. Absorve minha vida, observa a ferida, me quer serva e de quebra bem servida.
—  Slam Resistência -
Sabrina Lopes.
Te atreves a decir la verdad? -Wigetta.

Narra Frank. /Cap 1

Recuerdo las ocasiones cuando iba a ver a mi amigo a los Ángeles, vaya, la época en la que era feliz.

Sus risas tontas, la forma en la que nadie lo reconocía y podía besar a su pareja, supongo que  fue un error el que regresaran a España, pero ya no era decisión de ellos.

Después, mucho tiempo de su rompimiento decidieron darse una segunda oportunidad, vaya que éso fue extraño y satisfactorio, ellos eran jodidamente feliz y éso bastaba.

Pero…

Pero…

(El tipo movía su pluma, la intriga  del psicólogo fue tal que bajaría su agenda y preguntaría con la curiosidad a tope)

-Entonces que, Frank?

Seguí hablando, debía ayudar a ambos.

-Samuel golpeo a Willy, no podía contener la rabia de Samuel. Y Willy no se defendía, él fue quién le decía a Samuel que siguiera…

Debía decir toda la verdad, fue Willy quien arruinó la relación pese a que todos se fueron con Samuel y no pensaron en meterlo preso, sin embargo ésta vez no defenderé a Willy.

Ésta vez opté por invertir todos los recursos que están a mi disposición para ayudarlo a salir de ésta situación.

-Entonces usted es testigo que fue el señor William quién provocó la pelea?

-Sí. Quisiera que Willy pudiese hablar y él mismo responda.

Samuel esta ahora en un centro de enfermos mentales, pues pese a ser un agresor, ahora su salud mental se esfumo. Él está en trance y Willy tiene la cara con tanta hinchazón por los golpes que le es imposible hablar. Escuché que su padre dijo que tiene que ser ingresado pues tiene la mandíbula ropa en varias partes.

Aquel día es sin duda el peor para ambos, y sus familias están tan en contra, es tan complicado después de haberse tratado de lo mas bien.

Nuestros amigos no quieren meterse en ésto, quisiera que  no pasara pero pasa.

La sesión acabó y aún nadie puede ver a Samuel, el asunto se mantiene en total discreción, mas aún tengo un permiso del abogado que lleva el caso.

Salí tan de prisa al centro de sanación mental, todo era tan blanco,  como si quisieran que los recuerdos se te marchasen, como si quisieran dejarte en un trance permanente.

Era espeluznante, llegué para tan solo observarlo por una ventanilla diminuta, su camisa de fuerza y su mirada perdida en aquella habitación acolchonada.

-Samuel… Samuel… -Susurre. Realmente tenía tan poco tiempo ya que nadie lo ha visto, en las noticias aún no se ha informado por decisión mutua de ambas familias.

No respondía, era difícil respirar al ver a mi amigo en tal situación, el tiempo se acabaría.

Tomé una foto y me marché con el guardia y mi abogado.

No podía creer como ésto pasaba, ni siquiera el porque Willy había traicionado a Samuel, las cosas que le dijo.

Recuerdo las palabras de Samuel que con tristeza lloraría y le diría.

-Arreglaremos ésto chiqui… -Con lagrimas y sonriendo a la vez Samuel queriendo tomar las manos de Willy.

Sin embargo Willy no sentía ni un indicio de culpa, era como si lo hubiese gozado.

Willy no se dejaba tocar, no lloraba ni reía. En tal persona había tanto resentimiento, sin saber el porque le escupió a Samuel.

Cayendo, sin poder siquiera manifestar una idea clara de todo lo que ocurría Willy seguiría diciendo cómo fue que aceptó serle infiel, las situaciones, el porque lo hizo.

Samuel estaba tan humillado, sin fuerza, en el piso, sin saber como levantarse de ello.

En ése momento me di cuenta que la persona a quien amas es aquella la que tiene el poder de destrozarte el alma y quebrarte las alas, de  tal forma en la que Willy lo hacia.

No podía creer tanta mierda, quise intervenir, pero Willy me empujo para seguir con la humillación hasta que se agacho a la altura de Samuel y le gritó.

-DEFIÉNDETE DE LA ÚNICA FORMA QUE PUEDES, CON LA RABIA. GOLPEAME!

Lo hizo, Tomé a Samuel para que dejase a Willy.

La seguridad llegó y se lo llevó, fue tan horrible pero que doy gracias que no llegó a las noticias.

Hable con la prima de Samuel pues ninguno de sus padres puede mencionar palabra.

Le dije lo que estoy haciendo y ella quedó en verme en la noche ya que no está en la ciudad.

Las horas pasaban tan lentas, y supuse que los días serán peor.


Narra Laura (Prima de Samuel) /Cap 2

Llegué a Madrid luego de la llamada de mis tíos, debía llegar  a una sola persona y ésa era Frank.

Todo era tan confuso pese a haber hablado con Samuel hace un par de días y escucharlo tan feliz al decirme que estaba con su novio y ahora esta en un centro de rehabilitación mental.

Vi a a Frank tan angustiado mientras hablaba con el abogado.

-Frank por favor dime como va Samuel? -Pregunté ansiosa al verlo frente a mi.

El abogado me daría las indicaciones y todo parecía indicar que la familia de Willy no ha levantado cargos por petición del mismo agredido, las cosas estaban tan mezcladas a la par que ambos quedaron con secuelas.

Entre a la sala donde nos dijeron que Samuel estaría por una tiempo en el centro de rehabilitación pese a que no reacciona, mis tíos se demoran en llegar pues a mi tía la noticia no le fue sencilla y le afecto el corazón.

Tres días han pasado, mi tío está con Samuel, quien no responde a ninguna palabra.

Frank es quien se la pasa en todas partes dando noticia tras otra, Willy no está en posición de responder pues los golpes que recibió por Samuel fueron tal que le fracturó la mandíbula, quebró algunos dientes y demás.

Era incluso mas extraño porque vimos al padre de Willy en el centro, él está preocupado pues sabe que fue su hijo quién provocó todo y no muestra indicio de culpa.

Han pasado dos semanas de lo ocurrido, ambas familias se reunieron sin saber porque tanta violencia, era definitivo que esto era un final.

Samuel y Willy han acabado todo vínculo, su relación no iba a poder ser nunca mas.



Narra el padre de Willy/ Cap3

Nunca apoye a mi hijo, es verdad. No me engañaré o lo haré con el mundo.
Un día cómo cualquier otro llegué a casa y vi a la familia reunida, de pronto una risa que jamás escuché se presentó.
-Papá, al fin llegaste. -Dijo Caro.
En la sala la comida estaba siendo servida y mi hijo era quién más sonreía junto a él, Samuel.
-Señor, buenas noches. -Recuerdo su nervios.
He de haber puesto cara de pocos amigos. 

A partir de aquel momento ellos tuvieron permiso para estar en mi sala, salir con mi niña y por supuesto el estar con mi hijo.
Cómo dije no estuve de acuerdo.
Las consecuencias son nefastas, mi hijo está tan mal y no puedo defendedlo. Ni siquiera se que decir a ésa familia.
Llegué donde el padre de Samuel, él agradeció el que mi familia no levantemos cargos.
Me disculpé pensando que él tenía idea de el porqué?, no la tenía.
Observé a Samuel tan distante, perdido en su mundo a las preguntas que ignoraba por parte de los médicos.
Ellos decían que no es nada sano el que ni siquiera muestre tristeza, rabia, agresión. 

Aquello era una mala señal.
Hablé mas tiempo con el padre de Samuel notando la rabia de ver a su hijo quién siempre tiene alegría  y ahora está tan destruido.
Lo tomé del hombro percatándome de su impotencia.



Salí de tal lugar notando que Willy no tiene idea de la destrucción que ha hecho a ambas familias.



Narra Carol. /Cap 4

Papá se marchó tan molesto, la impotencia de no poder hacer nada. 

Hemos esperado una cirugía tras otra, nada parece que estará bien.

Mamá se la pasa viendo por a ventanilla de cuidados intensivos, Willy no parece sentirse culpable y sé que es imposible saberlo.

La policía ha insistido con levantar cargos, ni papá o mamá sabría como responder a ello. Todo ha ocurrido tan rápido.
La prima de Samuel me escribe constantemente diciéndome por lo que pasa Samuel, no se que responder y tampoco le diré a mamá.
Ella dice que Frank está ayudando a Samuel, éso me sorprendió al principió pues él es el mejor amigo de mi hermano y no se encontraba en su momento.
Pero luego me enteré que fué mi hermano quién provocó de forma directa ésto y supuse que si no fuera porqué tengo la misma sangre abandonaría a Willy y consolaría a Samuel.
El ir y venir del colegio ya era una barbaridad, nadie había en casa y creo que pasará por mucho tiempo pues mamá me dijo que no podía quedarme mas en el hospital y perder clases.
Podría destruir, gritar, perderme y nadie lo notaria, nadie.

Era martes, llovía fuerte y decidí faltar a clases y encontrarme con la prima de Samuel.
Sería en el piso de Frank mientras éste visita al abogado.
Pasé y sentí el aroma a chica, el piso de Frank se sentía cómodo con ella ahí.

Frank no es que la haya pasado bien desde que terminó con su novia, el refugio de él siempre fue Samuel y mi hermano.

-Carol pasa. -Dijo ella.
-Gracias. -Respondí y entré.

Tenia puesto un delantal mono, una coleta. El aroma de la comida y los cuadros de Frank que adornaban la sala.

Ella tiene el mismo aire de Samuel, parece calmada hasta que te sorprende con un fuerte abrazo.
Asentí y pase.

Ella dijo que teníamos tiempo pues Frank recién se había marchado, se demoraría por lo visto.

Empezaríamos a romper. La tensión de lo ocurrido al ir a la mesa, no es que tuviese hambre pero comería pues no soy grosera.


Ella decía que Samuel no responde a nadie, que ya han ido sus familiares y nada. Está estancado en aquel trance.
-Crees que puedo ir a verlo? -Su expresión cambiaría a mi pregunta.
El silencio.
Ella se puso de pie y recogió la vajilla.
-Mis tíos, ellos no quieren que nadie visite a Samuel. Han firmado un papel para sacarlo del país.
No creía nada, tan mal acabaría la historia de mi hermano y su novio?
-QUE! NO! -Grité tan fuerte.
-No puedes Carol. El canal de mi primo quedará hasta ése punto, nadie sabrá nada hasta que Samuel lo diga. Ojalá que pase algún día.
No pude mencionar mas, salí corriendo, confundida queriendo llegar a un sitio que me permita pensar.
-Hermano que has hecho… -Dije al marcar el número de Frank.
No respondía..


Narra el padre de Samuel/ Cap 5

Tuve que pedir que anestesiaran a Samuel, quisiera que todo esto que está pasando sea una maldita pesadilla, deseo que mi hijo escape de éste infierno.

Aún no hay una buena noticia, ya nada queda.

No quiere comer.

No dice palabra.

No sonreía peor muestra signos de tristeza, es como si el sol se escapase en su rostro, Frank sigue con nosotros pese a que le dije que no era necesario y lo que está perdiendo por estar aquí.

-Tranquilo señor, seguramente Samuel haría lo mismo por un amigo. -Dijo él al vernos en aquel vuelo.

Samuel tenía que viajar con una enfermera que cuida de él, ella nos decía que en cualquier momento él despertará y todo mejorará.

..

Casi un año después.

Samuel sigue así, nada parece que ha mejorado.Su peso no se mantiene. todo parece que empeorará en cualquier momento.

Frank sigue con Samuel, es él quien se ha encargado de ayudarlo. De hablarle de la vida que tenía sin mencionar a Willy.

El médico dice que no lo hagamos,  si queremos que reaccioné aquel no es para nada el mejor método.

Caminaba lentamente por un parque recordando cuando Samuel era pequeño, cuando prometía a su madre que no dejaría que hablase con extraños. Prometí muchas cosas que ahora castigan a mi hijo.

-SAMUEL DESPERTÓ! -Dijo Frank.

-QUE!? -Respondí a la vez que corría al hospital.

Era lo mas perturbador que le podía pasar a mi hijo, él estaba viviendo la continuación de aquella pelea, no sabía que el tiempo había pasado, desconociendo el lugar sólo gritaba por lo que le pasaba.

Lo anestesiaron…

Era un calvario observar como él perdía voluntad y callaba rápidamente hasta perder el conocimiento.

-Descuide, dormirá por unas horas. -Dijo el médico.

Aquello no me tranquilizaba, quería a mi hijo como era antes, eso sería complicado dijo Frank al ya estar informado de lo que vendrá.

Informamos a la familia, por supuesto llamé al padre de Willy quien me dice que su hijo está pasando por tratamiento, terapia para poder hablar como antes, después de que Samuel rompiese su mandíbula  en varias partes.

No sé si aquel hombre siente algo por lo que pasa mi hijo pero yo no siento nada por el suyo, es mas si estuviese frente de mí seguramente terminase la pelea que mi hijo dejó inconclusa.

Las horas pasarían  de prisa al ver a mi hijo reaccionar, él ya no quería dormir y advirtió que golpearía al siguiente que lo inyectará y anestesiara.

Reí.

Tomé su mano y le dije que haré lo posible e imposible para que nadie vuelva a lastimarlo.

Él hacía demasiadas preguntas que no puedo responder, las cosas no iban bien al verse atado a la cama. Samuel siempre ha sido impaciente y verse de tal forma lo enloquecía y las preguntas de quien fue su novio seguirían.

Salí por orden de los médicos quienes harían pruebas.

-PAPÁ! …. -Gritó al verme que me marchaba de la habitación.

-SUÉLTENME! WILLY! -Se movía impaciente queriendo quitarse  los artefactos que lo ataban.

No podían soltarlo, dije explicitamente que él era un tipo con un temperamento doble, pues por una parte es muy risueño, buena persona pero al cabrearse no le importa nada. Recordé las veces que la lió en la escuela, colegio y cuando anduvo metiéndose con tipos, vaya ésa vez que lo encontré teniendo relaciones en el piso, joder.

-Lo peor ya lo pasamos. -Dijo Frank al apoyarse en mis hombros y dar palmadas en la espalda.

-Vamos por un café. -Respondí.

Frank tenía razón, prefería ver  a mi hijo mandando a la mierda a todos que en aquel trance.


Narra Samuel/ CAP 6


Maldecía a Willy, si alguna vez lo quise me arrepiento. 

Te odio, jamás tendrás calma.
Las cosas pasaron en minutos que para él fue mas de un año.
Papá no me dice nada, los médicos sólo dan señas entre uno y otro, les entiendo la mayoría de sus términos por lo que niego aquellos resultados, no estoy loco.

-Papá! Papá!

-Grité con todas mis fuerzas pero éste solo ignoraba mis gestos de cabreo.


No se cuanto pasó entre los exámenes pero finalmente alguien podría darme las respuestas que tanto quiero, Frank está junto a mi.


Sus expresiones eran confusas, sentí que tomó fuerte mi mano.


-Estas hecho mierda, (riendo) yo te ayudaré… -Él observó a los médicos y salió con ellos haciendo un gesto de “Ya vuelvo”

Éso me tranquilizó, deje de forcejear y esperaría a Frank, sé que él no me dirá mentiras.


Cinco minutos.


Luego diez.


Finalmente quince en total.


Frank entró, no me quitarían las agarraderas tan sólo su abrazo.

-Te ayudaré en todo.
-Dime la verdad.
-Pregúntame.
-El cabrón de Willy. Que me hizo, porqué estoy aquí!?, Donde está él!?
-Él, pues él…
-Habla Frank!
-Él te dejó, las cosas se dieron tan horribles que le rompiste la cara, él está en recuperación. Su familia no levantó cargos pues él no lo permitió.
-Sé que lo golpeé pero porqué me dejó!?
Frank no quería seguir respondiendo, la impaciencia fué tal que quise destrozar la camilla por falta de respuestas, él me tomó de la mano.
-Willy te dejó por otro tipo, él vendió su canal y se entregó al dueño de una cadena de empresas. Samuel por favor debes prometer que ya no seguirás lastimándote.
No sabía que decir, la impotencia e incredibilidad hacia Frank, no podía.

Dejé de forcejear.
Dejé de pensar.

-Ninguno  de nuestros amigos saben lo ocurrido, para ellos su desaparición ha sido un misterio. Seguramente Willy aparecerá en el momento que esté recuperado y dirá parte de la verdad.

-No puede haber parte sin mencionarme, él no podrá hablar sin mencionarme Frank. Él pagará por lo que me ha hecho.
Frank se agachó y tomó mis manos para que me tranquilizara, éso no pasará.


Narra Willy. /Cap 7


Ya tengo en mi poder todos los documentos que necesitaré.

Andrés me ayudó a redactar, renuncio y entrego todo ello que alguna vez tuve junto a Samuel.

Nuestros canales.

Libros.

Agendas.

Series.

Contratos.

Bienes.

La vida, los recuerdos que ya no serán mas.

Lo firme todo, ya nada quedará que me ate a él.

Papá no decía nada, mamá seguramente se opondría. Quizá por ello que no está junto a mí, seguramente ella pelearía por una reconciliación pero al ser yo quién lo cede todo no hay nada mas por lo cuál hablar.

Debía ir a recuperación, terapia, asuntos legales. Andrés me ayudará a que todo mejore, él me ama.

Según lo pactado mejoraré dentro de poco pese a que nadie esperaba que fuese así, el dinero servirá luego y no tendré el remordimiento de nadie pues ya pagué por mis culpas.

-Levanta la barbilla. -Dijo la traumatologa junto a la fisioterapeuta,

Hice caso, llevo mas de tres semanas en un tratamiento riguroso, seguido de ejercicios en casa, junto a Andrés.

-Luego quiero que firmes unos papeles que quedaron en la oficina ayer. -Dijo Andrés.

Quisiera sonreír pero me es imposible, aún la terapia no logra aquel paso.

Salí luego de dos horas de terapia, debía ponerme unos aparatos parecidos a un cuello ortopédico y demás. Todo dolía, pero pasará.

Narra Frank. /Cap 8


Samuel saldría hoy, por decisión de sus padres él se quedará en Estados Unidos, aún deberá ir a terapia. Aún no está bien.

Todos fuimos al piso que alquilé, al principio fue provisional por que tengo un familiar que ya no lo ocupa y luego de mas de un año pasó  a ser mi casa.

Sus  padres entraron, reconociendo el lugar pues se marcharían en la tarde del día siguiente.

-Vamos Samuel, todo estará bien ahora. -Dije.

Las cosas eran tan dolorosas, yo lo sabía sin que dijese palabra alguna.

Sin embargo sonreía a todo, él quería demostrar que estaba todo bien. Que no hay razón para que sus padres se preocupasen.

-Vamos papá, mamá. Dije que todo estará bien. Frank está aquí. -El abrazo era sincero, no había algo falso el tal gesto.

Se marcharon luego de dejar las maletas en el cuarto.

Desde que estoy en tal país me ha tocado aprender a cocinar, a hacer  de ropa, compras, pagar las deudas. Todo ha sido un lío que se está resolviendo poco a poco.

Según los médicos no hay que presionar  a Samuel, quedé de manera pacifica en acompañarlo a terapias.

Él ha quedado con sus padres en seguir con sus estudios, ello que prometió en Youtube. Éso que se refiere a la medicina. 

Su madre se contento y su padre quería saber si diría algo a las tantas personas que aún se preguntan por él.

Sin embargo Samuel ya había planeado un mensaje para sus suscriptores, la despedida pues nada mas diría.

Yo no estaba excepto  a las preguntas de que pasó con Samuel, tampoco le había dicho a Samuel que Willy ya había dado un comunicado pasado por un señor quién agradeció el apoyo por todos estos años, sin mas se despidió y dijo que el canal quedará hasta el último vídeo de un MOD a medias.

Quién sería capaz de decirle que sus negocios ya están saldados. Que sus padres ya saben todo, pero no saben como decirlo.

Mas aún sé que Samuel ya sabe del vídeo de Willy.

Se nota su fastidio, también se percibe su asco por tal persona.

-Frank podrías venir? -Accedí al ver que ya eran casi media noche.

-Dime? 

Se notaba su  pena, el frasco de pastillas que le fue recetado en el velador y un vaso de agua junto a las mismas.

-Podrías dormir conmigo?

-No.

Al principio pensé que era una broma, pero su cara no era de ser una.

-Ya no quiero tomar esas pastillas. No quiero ser dependiente de algo así. Cuando las tomo duermo y ya no puedo despertar,  no sé si tengo sueños. No puedo recordar nada, ya no soy feliz en esos estados.

-Que dices! Pero si ya no estas en trance.

-Cuando duermo lo estoy.

No sabía que decir, él se sentó mirando con desesperación las pastillas.

Tomó una.

-NO LA TOMES! -Se la quité y la puse de nuevo en el frasco.

-Antes yo no era así, jamas se me ha hecho tan difícil dormir.

-Dame un momento.

Salí,  fui a mi habitación. Tomé la toalla y marché a la ducha.

No podía creer lo que haría.

Ya estaba en la habitación de Samuel, él ya tiene los papeles a donde iremos el día de mañana,  averiguar por unos cursos de ingles, de medicina y por la lista de compras que haremos.

Me acosté en la cama.

-Quieres que encienda la Tv? -Dijo al verme sorprendido. Supongo que no creería que finalmente aceptaría.

-Claro. 

Hace demasiado frío, él se recostó en mis piernas y veríamos cualquier programa.

Era mas extraño de lo que pensé, sin embargo ésto no es como si fuese la primera vez pues cuando vivió en los Ángeles y en Barcelona con Willy hacíamos ésto de ver películas y de quedarnos acostados así. Pero ya no esta Willy, me siento como si estuviese haciendo algo mal.

No dije nada, sentía a Samuel feliz y era lo que importaba, sus ojos se empezaron a  cerrar lentamente hasta que se durmió.

Era tenue la luz que pasaba por las cortinas, era frío el aire que se desliza sobre las sabanas. Al abrir lentamente los ojos y sentir lo adormilado del cuerpo, me percaté que lo cálido era algo agradable.

Voltee, Samuel me tiene agarrado en posición fetal, recordé todo  y el porqué estoy en tal situación.

Quise voltear, los brazos de Samuel me tienen tan fuerte, pese a que Samuel ha perdido bastante peso sus músculos se han marcado mas, éste no ha parado de desquitar su rabia con ejercicio.

-Samuel… -Susurre previniendo ser brusco.

Eran las siete con siete de la mañana, poco mas de seis horas de sueño. 

Sería equivoca le idea de despertarlo, pero debía hacerlo.

Él despertó,  sin embargo el sorprendido sólo era yo.  Me senté.

-Gracias Frank. 

Samuel se puso de pie y me dio un beso corto.

No supe que decir al verlo marcharse feliz al baño.



                                                                                              Continuará..





/Trataré de escribir de la misma forma que lo hice ahora, Gracias a quién siga el Fanfic z4/

Las perturbaciones, las ansiedades, las depravaciones, la muerte, las excepciones de orden físico moral, el espíritu de negación, los embrutecimiento, las alucinaciones servidas por la voluntad, los tormentos, la destrucción, los vuelcos, las lágrimas, las insaciabilidades, las esclavitudes, las imaginaciones que profundizan, las novelas, lo inesperado, lo que no se debe hacer, las singularidades químicas de buitre misterioso que acéchala carroña de alguna ilusión muerta, las experiencias precoces y abortadas, las oscuridades de caparazón de chinche, la monomanía terrible del orgullo, la inoculación de estupores profundos, las oraciones fúnebres, las envidias, las traiciones, las tiranías, las impiedades, las irritaciones, las acrimonias, los despropósitos agresivos, la demencia, el esplín, los espantos razonados, las inquietudes extrañas que el lector preferiría no sentir, las muecas, las neurosis, las matrices sangrientas por las que se hace pasar a la lógica de rodillas, las exageraciones, la ausencia de sinceridad, lo latoso, lo chato, lo sombrío, lo lúgubre, los partos peores que asesinatos, las pasiones, el clan de novelistas de sala en lo criminal, las tragedias, las odas, los melodramas, los extremos presentados a perpetuidad, la razón silbada impunemente, los olores de gallina mojada, las insipideces, las ranas, los pulpos, los tiburones, el simún de los desiertos, lo sonámbulo, turbio, nocturno, somnífero, noctámbulo, viscoso, foca parlante, equívoco, tuberculoso, espasmódico, afrodisíaco, anémico, tuerto, hermafrodita, bastardo, albino, pederasta, fenómeno de acuario y mujer barbuda, las horas ebrias del desaliento taciturno, las fantasías, las actitudes, los monstruos, los silogismos desmoralizadores, las basuras, lo que no reflexiona como el niño, la desolación, ese manzanillo intelectual, los chancros perfumados, los muslos de camelias, la culpabilidad de un escritor que rueda por la pendiente de la nada y se desprecia a sí mismo con alegres gritos, los remordimientos, las hipocresías, las perspectivas vagas que os trituran con sus imperceptibles engranajes, los escupitajos serios sobre los axiomas sagrados, la gusanera y sus insinuantes cosquilleos, los prefacios insensatos, como los de Cromwell, de la señorita de Maupin y de Dumas hijo, las caducidades, las impotencias, las blasfemias, las asfixias, las sofocaciones, las rabias: frente a esos osarios inmundos, que me ruboriza nombrar, es por fin tiempo de reaccionar contra lo que nos choca y nos somete tan soberanamente.
—  Conde de Lautréamont

Especial de aniversário


Mini imagine


 Dei uma volta 360° para observar toda a boate,as bebidas sendo servidas,a decoração,tudo em perfeito estado,ouvi alguém gritar meu nome mas não dei ouvidos,meus olhos pararam em S/n que entrava na minha festa,fui em sua direção e ela pareceu nervosa em me ver

 -Feliz aniversário, mesmo depois de tudo achei que deveria comparecer

Não respondi nada,apenas a puxei para a pista de dança a deixando um pouco confusa

  -Me desculpe por tudo -peguei sua mão gelada

  -Tudo bem, já passou -s/n desviou os olhos dos meus

  -Isso está me matando

  -Não quero falar sobre isso Harry -s/n suspirou e no mesmo momento tocou uma música conhecida por nós dois

  Quando Let me love you começou a tocar s/n tentou sair de perto de mim,mas eu a puxei deixando minha ex namorada sem saida

  -Tem sido uma viagem e tanto -citei parte da música que tocava em seu ouvido e a trouxe para perto de mim -Eu sei por que veio,veio por que você me perdoou

 Senti S/n negar com a cabeça,mas seu corpo dizia outra coisa

 -Nunca vou te deixar, nunca vou te decepcionar -citei outra parte da música e ela se contorceu

 -Você já me decepcionou Harry -partiu meu coração saber que eu a magoei tanto assim

 -Temos milhões de quilômetros à nossa frente -apertei S/n contra mim

 -Por que quer tentar de novo Styles? -ela não se opôs ao meu corpo,mas não relaxou em meu abraço

 -Por que eu te amo -s/n apertou meus ombros como se aquela frase doesse em seu coração,eu acho que realmente doeu

 -Let me love you -s/n se afastou um pouco do meu abraço e me encarou -Let me love you -repeti a letra junto da música esperando que s/n visse a sinceridade em meus olhos

S/n sorriu e assentiu com a cabeça fazendo meu aniversário ser épico e me fazendo o homem mais feliz do mundo


~Keth

Eu poderia fazer greve de fome ou ficar dias sem dormir. Poderia andar quilômetros debaixo do sol ardente do meio dia descalço, e sem usar protetor solar. Poderia inventar um novo idioma ou decorar todos os teoremas de Einstein em um mês. Eu poderia fazer todas essas coisas pra provar o quanto gosto de você. Poderia, mas não vou. Não me leve à mal, te quero mais que tudo, mas você não faria por mim nem metade das coisas que eu faria por você. Aprendi com os tombos da vida que se a reciprocidade não estiver sendo servida na mesma intensidade devemos nos levantar e ir embora, às vezes ir sem querer, mas é melhor deixar o que não nos faz bem agora, do quê nos machucar futuramente.

anonymous asked:

Reacción de Got7 cuando llegan tarde a casa y te ven a ti dormida en el sofá porque los estabas esperando para cenar juntos. (Amo realmente como escribes,no es la primera vez que hago algún pedido,pero es que simplemente amo como te expresas al hacer esto♡)

Gracias por tu hermoso cumplido, y por tu pedido 😘✌️. Espero te guste la reacción.


JB

Habría hecho hasta lo imposible por volver temprano a casa, pero los ensayos les habrían costado más de lo normal a los demás.

“¡Jagi!, ya llegue, perdona por hab…” -Deteniéndose-

Se detendría al ver que estabas dormida sobre el sofá, habías dejado la mesa servida, pero al ver que él no llegaba, habrías tapado los platos. Te levantaría delicadamente, y te llevaría al cuarto.

Originally posted by wangpxppy

Jinyoung

Se sentiría mal, por haber tardado en llegar, haciendo que te quedaras dormida, mientras lo esperabas. Se quedaría por unos instantes mirándote, después te despertaría con un beso, y te pediría perdón.

“Perdóname” -Besándote- “Prometo recompensarte en la mañana”.

Originally posted by markificent

Jackson

Al volver, y notar que en la mesa se encontraban los platos con comida, empezaría a buscarte con la mirada, cuando se daría cuenta de que estabas durmiendo en el sofá, con el móvil entre las manos. 

“Esperaste mucho por mi, ¿no?” -Diciéndolo, mientras te tapaba con su chaqueta-.

No te querría molestar, al menos, hasta que se cansara de verte, antes de despertarte, sacaría una foto de ti, para recordar que bonita te veías.

Originally posted by jacksonwangblog

Mark

No podría dejar de sonreír, al haberte encontrado dormida, antes de despertarte, se comería rápido lo que habías preparado, para que cuando te despertara, diciendo que ya había llegado, ambos pudieran irse a dormir juntos.

“T/N, ¿T/N?” -Besando tu rostro- “Ya llegue, vayamos a la cama, perdona por haber llegado tarde, la comida estaba deliciosa”.

Originally posted by jypnior

Youngjae

Se habría reído al haberte visto dormida, en el sofá, se reiría fuerte, por lo tierna que te veías, esa risa habría hecho que te despertaras.

“¿Mmh?” -Refregándote los ojos- “¿Youngjae?, ¿cuándo llegaste?” -Hablando mientras bostezabas-,

Al ver, tal escena tan tierna, iría corriendo hacía ti, y te abrazaría.

“Perdóname, no quise demorarme tanto” -Besándote dulcemente la mejilla-.

Originally posted by softseong

Bambam

Al verte dormida, iría hacia donde estabas, y al ver tu cuello al descubierto, te dejaría un tierno beso.

“Perdona por llegar tarde” -Besando tu cuello-. “Te ves tan hermosa”.

Se quedaría observándote, tocaría tu cabello, y rostro, y susurrándote al oído, haciendo que te despertaras.

Originally posted by tanjhent

Yugyeom

Se arrodillaría junto donde estabas durmiendo, pasaría su mano por tu rostro, para poder correr tu cabello, y con una sonrisa, te daría un beso en la mejilla.

“Jagi, ya llegue” -Besando tu mejilla, y frente-. “Ya podemos ir juntos a dormir”.

Luego de que te despertaras, agarraría tu mano, y te llevaría hasta el dormitorio.

Originally posted by jypnior

Amantes

Luego de hacer el amor, de saciarse en sus jugos; se dio cuenta de que la carne no era lo que deseaba: que el amor estaba en las palabras y las salidas al parque.

Esa tarde, terminó con su amante. Laura lo esperaba en casa con la cena servida.

Desde ese día, jamás la engañaría de nuevo.

Link al original: https://124letras.tumblr.com/post/158160514724/amantes

(Por favor etiqueten a 124 letras, ya que ese es mi blog de escritor, y no a benjamundo)

Shuu: -Observó la comida servida a la mesa y luego su mirada se fue hasta encontrar a su chica dormida en el sofá. Sin dudarlo ni un instante, se recostó al lado de la chica, haciéndo caso omiso a la comida y envolviendo el cuerpo de ella con sus brazos para apegarla a él y prepararse para dormir con ella, sin querer despertarla.-

Reiji: -Una suave y discreta sonrisa se formó en sus labios apenas notó la mesa perfectamente servida. Al darse cuenta de que la comida ya se había enfriado, se ocpó el de calentarla de nuevo y de servirla en los platos, para luego dirigirse hasta su chica y agacharse, besándole la mano con mucha caballerosidad y cariño.- Lamento la demora, he calentado la coida. Vamos a cenar. ¿Te parece bien?

Ayato: -Apenas entró, el aroma de la deliciosa comida lo llevó a la cocina y al observar que la chica había preparado Takoyaki para él, no pudo evitar sonreír.- ¡Vaya, Chichinashi! ¡Te luciste! -Dijo alto, pensando que ella estaría despierta. Al hallarla dormida en el sofá, soltó una risita.- Hmpf. Eres colmo, te has dormido. Hey, arriba. Ven a cenar conmigo, no pensarás que Ore-sama comerá todo eso solo.

Kanato: -Los ojos se le iluminaron casi de inmediato al ver tanta comida servida y sobre todo, porque la mayoría de ésta estaba constituida por postres. Apretó a Teddy en brazos, sonriéndo.- Parece que hoy cenaremos muy bien, Teddy. - Le dijo luego de sentar al osito de peluche a la mesa y entonces se percató de que su chica no parecía estar al rededor.- Espera aquí, Teddy. Iré por ella y luego cenaremos los tres juntos. ¿Sí? 

Raito: -Al ver lo que su chica había hecho para él, no dudó ni un momento en ir a buscarla y al encontrarse con la escena de ella dormida en el sofá, se acercó, dejando su cuerpo sobre el de ella más sosteniéndo su peso con sus brazos para no lastimarla y en seguida comenzó a dejar dulces y tiernos besos por todo el rostro de su chica.- Biiiiitch-chan~, despiertaaaa~. Ya llegué. Tenemos una cena pendiente, fufu.

Subaru: -No pudo evitar sentirse un poco mal consigo mismo por no haber podido llegar un poco más temprano. Sin embargo, él mismo se esforzó para calentar la comida sin hacer un desastre, y una vez hubo servido y preparado la mesa, fue a buscar a su novia y sin preguntarle la alzó en brazos y comenzó a despertarla con myuchos besos en lo que andaba al comedor.- Despierta. Vi lo que hiciste. M-muchas gracias…. 

Ruki: -Sonrió de inmediato, agradeciendo el gesto tan lindo por parte de su chica. Inmediatamente se ocupó de calentar la comida y además, hacer un postre rápido con fresas y un poco de crema y más cosas, así, estarían a mano. En seguida fue hasta su chica en el sofá de la sala y sentandose a su lado, comenzó a dejar suaves besos en su mejilla.- Hey. Despierta Kachiku, ya he llegado. Ven a cenar con tu amo.

Kou: -Dejo caer su mochila donde llevaba sus cosas luego del concierto que había dado y al oler la comida, corrió emocionado buscando a su chica y al encontrarla durmiendo se le lanzó encima con muchos besitos y cosquillas.- ¡M-Neko-chaaaaan~, me haz hecho de comeeeeer! ¡Qué liiiiiiinda~! Pero, ¿qué esperas? ¡Vamos a comeeeeeer~, fufu!

Yuma: -Supo de inmediato que su chica había cocinado por el delicioso aroma que le invadió los sentidos apenas cruzó la puerta y decidió que revisaría la cocina para ver en qué condiciones había quedado. Probó los platillos y se dio cuenta de que algunos necesitaban unos arreglos como sal, o agua, o crema y cosas por el estilo. Sin decir nada, se ocupó de sazonar estos para que cuando la chica fuese a sentarse con el a la mesa, pensara que le habían salido más que perfectos. . Luego de eso, fue a buscarla para despertarla.- 

Azusa: -Se sentía muy halado porque la chica hubiese cocinado para él. Y a pesar de estar cansado, pensó que se daría el tiempo para cenar con su chica y luego ir a dormir. Caminó hasta el sofá donde estaba ella y suavemente le retiró un mechón de cabello del rostro.- Eve…. Ven…. vamos a cenar juntos y luego dormimos abrazados…. ¿si, Eve…?

Carla: -Sonrió discretamente y se ocupó de tomar en brazos a su chica para llevarla a su habitación, no sin antes ordenar a las sirvientas que calentaran la comida y la llevaran al cuarto donde ellos estarían. Así, podrían cenar juntos en la quietud de la habitación de ambos.-

Shin: -Un rubor se apoderó de sus mejillas por un instante, y una vez que pudo recobrar la cordura según él, fue a buscar a su chica. Dudó entre despertarla o no pero finalmente lo hizo acariciandole suavemente el brazo y después la mejilla.- Vamos a cenar boba, o sino no servirá de nada tu esfuerzo. -Sonrió.- Gracias.

“El Pogo Subterráneo”, el show récord de la historia del rock nacional

                

“Damas y caballeros, los Fundamentalistas del Aire Acondicionado”; como al comienzo de cada misa, cual padre nuestro se rezara, luego de una breve introducción digna casi de una orquesta cinematográfica, la ponderosa e inconfundible voz del Indio Solari retumba por los más de 10 puestos de sonido ubicados estratégicamente a lo largo del hipódromo entrerriano. Las luces bajan, los músicos entran en escena… “cada vez somos más”, proclama ese semidiós que fue capaz de reunir allí a esos 170.000 locos que llegaron desde todos los puntos del país y alrededores. La guitarra de Gaspar Benegas comienza a desgarrar la fría noche gualeguaychense con las primeras notas de Nike Es La Cultura, y lo que para muchos habían sido meses de ahorro, de planificación, de espera, de impaciencia, de incertidumbre, de juntar como sea hasta la última moneda para poder ser parte de la historia en vivo del rock nacional, llegaban a su momento soñado.

¿Y quién iba a ir a decirles algo ahí justamente a esas bombas pequeñitas? De que el barro esto, que la voz del Indio aquello, que la caminata lo otro. Al hincha (bien llamado “hincha”, porque su devoción excede los límites de la música) de Patricio Rey no le interesan esas cosas; así como no le interesó caminar 10 kilómetros a la salida en la oscuridad de una ruta en Junín, ni le interesó la intensa aguanieve helada en Mendoza, así como no le importaron nunca los obstáculos, tampoco nada le iba a arruinar ahora la fiesta que en esta vez congregaba a todos en la ciudad de los carnavales.

Quien al mejor estilo de Jorge Boimvaser (periodista, autor del libro “A Brillar Mi Amor”) se pone a buscarle en su explicación tintes mitológicos o relaciones con lo religioso a lo que se vive en cada show de Carlos Solari, está totalmente en sus cabales, porque este fenómeno que se repite generalmente cada largo tiempo es una de las pocas muestras de semejante masividad y fidelidad que se viven aún en la Argentina, que sobrepasan ampliamente lo que es el rock nacional, y que a esta altura sólo podría compararse con una suerte de peregrinación a Luján, o cualquier culto religioso. La evolución de la imagen de quien una vez fuera un estampador de telas en La Plata a la de ser hoy la estampa de todo un movimiento en la Argentina es pura y exclusivamente gracias al monstruo llamado Patricio Rey y Sus Redonditos de Ricota. Luego de la separación de la banda en el 2001, el Indio fue principalmente quien logró heredar a esa multitud que había quedado perdida; y también a sus hijos, y a los amigos de sus hijos, y acoger además de a todos ellos a todos los nuevos feligreses que quisieron unirse a la movida y que una vez que probaron del néctar del rocanrol del país, no pudieron dejar de beberlo. Ese cóctel que no se mezcla solo, y que surge de la unión entre la música y la gente. Los que se identifican con ella, los que la disfrutan, y que entre ellos en su inmensidad se unen fraternalmente para cada gran fiesta, sin distinción de edades, de sexos, de clases sociales, de nacionalidades. Sin caretas ni documentos.

Todos a los botes!

La madrugada del sábado 12 de abril recibe a la mayoría de los ricoteros terminando de preparar sus mochilas, sus banderas, sus provisiones (el buen fernet y la santa coca), cerciorándose de que nada falte para emprender el emocionante viaje; a otros, los de tierras más lejanas, los agarra seguro ya en plena ruta disfrutando de una de esas previas únicas que se arrancaron largo rato antes y que no terminarán hasta que las luces del hipódromo en la noche no se apaguen; los más dichosos habrán de conciliar el sueño por unas horitas más. Lo cierto es que a estas horas ya nadie queda exento al recital, ni mucho menos los anfitriones, que si bien los que concurran a la función son bendecidos con más horas de descanso que el resto de los asistentes, la ciudad no duerme preparándose para recibir al Indio y su cofradía. Todas las tiendas y locales se disfrazan por un fin de semana y se adaptan a la fiesta del pueblo. De ahí es que luego se puedan observar cosas tan peculiares como una agencia de lotería que vende remeras, un taller electromecánico que expende choripanes, o un salón de boutique y belleza que promociona con carteles enormes la venta de “porrón” y fernet de litro. La mesa está servida.

Yo ya sé que la ruta no es buena, (me contás y me pongo inquieto!)

Sin duda alguna la logística del evento fue un detalle en el que la pifiaron los organizadores, tanto por parte de la municipalidad como lo perteneciente al mando de Solari. Por empezar, el prohibir el tránsito a dos de los tres accesos a la ciudad no fue una idea muy brillante que digamos. Si encima tenemos en cuenta el hecho de que ese único camino que quedó habilitado al tránsito de los 1700 colectivos, las 4000 combis, y la incontable cantidad de autos que viajaron haya sido la Autopista 14, se acrecienta bastante el pensamiento de que efectivamente no fue una gran idea. Uno quizás puede pensar que el hecho de hacer pasar semejante convoy de vehículos por tan estrecho camino haya sido ideado para que Tránsito pudiera tener un mejor control sobre ellos, pero la respuesta es que las medidas de seguridad fueron prácticamente nulas (sólo un par de efectivos con silbatos a la entrada que nomás parecían darte la bienvenida al carnaval). Lo peor de todo es que en el desconocimiento de la ruta y la ansiedad de los viajantes de un momento a otro se terminó por colapsar dicha autopista, transformándose por la fuerza de doble mano a una sola (por la cual pasaban 2 filas de autos por la calzada y otras 2 por cada costado). Pero claro, al no ser tenido en cuenta previamente, en algún momento era obvio también que algún vehículo iba atener que partir desde Gualeguaychú en el sentido contrario, por la única vía de salida que era la autopista. El resultado fue un total caos que demoró unas 6 horas a todos los vehículos, hasta que pudieron re organizarse uno por uno. No da para imaginarse la bronca del pobre tipo que se dirigía a visitar a sus suegros a Colón, o del que debía entregar un pedido en Zárate, y se topó con semejante despelote.

Las desinteligencias no se encontraban sin embargo sólo sobre ruedas. Una vez en la ciudad, las autoridades dispusieron que toda la gente que quisiera entrar al hipódromo debiera dirigirse por un camino trazado principalmente sobre las avenidas Del Valle y Rocámora, como bordeando a la distancia al lugar. ¿El resultado?, un ingreso de más de 30 cuadras, que sí o sí debían ser caminadas, y en las cuales cabe destacar no hubo ni un solo control policial que justifique este desvío. Para los que no se guiaron mucho por las calles, al salir del recital se terminaron dando cuenta que de no ser por esos vallados que cortaban varias calles, tranquilamente cada uno se podría haber ahorrado al menos unas 20 cuadras de caminata. Pero bueno, al fin y al cabo caminar hace bien a la salud, ¿no?. Las interminables calles se llenaron de ricoteros que, lejos de flaquear ante la odisea, con alegría atizaban la celebración y acrecentaban la impaciencia de que dé comienzo la función. La fiesta no se mancha.

El barro se hace cruel, nos viene a sepultar

Va llegando a su fin la caminata, se ven las tribunas del corsódromo y se dividen las puertas. Sector A dobla a la izquierda, sector B a la derecha, y a darle dos cuadras más. “Ya estamos”, reproducía cada guerrero llenándose de emoción. Una vez que se lograron pasar los controles, sin ningún disturbio, la cuasi unánime primera sensación de cada uno de ellos al cruzar la última línea de entrada y ver el hipódromo era esbozar un simple pero significativo: “Nah! No te puedo creer!”.

Si de por sí ya es algo imponente el sentirse adentro, ver el enorme escenario y el extraordinario despliegue de las instalaciones para el recital, el barro fresco y los charcos de agua que se veían desparramados por la totalidad del predio tomaban inevitablemente el protagonismo y se hacían merecedores de un nuevo adjetivo. ¡Si incluso en el mapa de las salidas de emergencia un sector (que llegó al extremo de tener que ser vallado) se indicaba como “laguna”!. Lejos de dar la media vuelta, esquivando las partes blandas de esa suerte de arena movediza que las tormentas de días previos habían formado, cada individuo enfilaba al frente y se iba acomodando en la inmensidad del lugar.

Faltando dos horas para el comienzo, el hipódromo ya explotaba. Ya no existía eso de tener simbólicamente uno su lugarcito en un pedazo de tierra. Ya no había personas. Todo se había vuelto una gran masa de gente que por impulso o unión se movían uniformemente al mismo tiempo. Complicada se volvía la cuestión si uno se había ubicado a una cuadra de distancia del escenario, creyendo que ahí la gente no se iba a mover. Cuando comenzaron a sonar los primeros cantitos como “El que no salta es un inglés”, esos eran los mejores indicios de que quedarse quieto no iba a ser una opción aquí.

Vas a invitar a los notables y a las celebridades underground; van a sonar aplausos para todos hoy

Llegó el momento que todos los mortales esperaban y Gualeguaychú se pone a temblar junto con cada una de las 170.000 criaturas que movían el piso del recinto a cada nota que transmitían esos seres con maravillosos instrumentos. A la apertura antes mencionada la siguieron Chau Mohicano y A Los Pájaros Que Cantan Sobre Las Selvas De Internet, dos de las grandes piezas del más reciente disco. Cuando parecía que los temas movidos iban a cesar para dar un break, Los Fundamentalistas se clavaron tres temas de Los Redondos al hilo; Fusilados por la Cruz Roja, Me Matan Limón!, y el estreno en vivo en la etapa del Indio solista de uno de los hits de la primera placa redonda “Gulp!”, Unos Peligros Pocos Sensatos. La felicidad de la gente desbordaba, y ya nadie se acordaba de que sus pies estaban 500 centímetros bajo tierra.

Los temas se sucedían y además de presentarse algunas rolas de Pajaritos, Bravos Muchachitos (como Había Una Vez, A la luz de la Luna, Beemedobleve) se aparecían canciones de El Perfume de la Tempestad (Black Russian, Todos a los Botes!, Vino Mariani), Porco Rex (Martinis y Tafiroles, Y mientras tanto el sol se muere, Sopa de Lágrimas), y hitazos de Patricio Rey (Caña Seca y Un Membrillo, El Infierno Está Encantador).

El pelado hace una pausa, y rememorando una promesa que había realizado meses atrás en Mendoza le concede a Déborah Dixon la exclusividad del micrófono en Blues de la Libertad. La negra simplemente la descoció, haciendo valer en esos cinco minutos y medio cada una de las virtudes de su privilegiada voz blusera. Una corista digna de Ray Charles o de cualquier músico en los alrededores del globo.

El rendimiento de los invitados en la velada comenzaba a dar un buen sabor de boca, y mientras cada uno recomponía las sensaciones de sus tímpanos luego de la performance de Dixon, la voz de Solari se volvió a hacer escuchar, esta vez para anunciar a “tres queridísimos amigos de todos”; y aparecieron ellos… Sergio Dawi, Semilla Bucciarelli y Walter Sidotti, los tres ex Redonditos de Ricota, que sin mediar más se pusieron a tocar La Pajarita Pechiblanca. Los niveles de epicidad estaban por las nubes.

Sin dudas el epicentro de la velada estuvo concentrado allí y en la espectacular versión de Ya Nadie Va A Escuchar Tu Remera, en la cual alguna estadística indicará que 1600 zapatillas por fin cedieron y fueron succionadas por la tierra, pero donde ni uno solo de todos los presentes dejaron de moverse, saltar, cantar y bailar. La sucesión a esto fue la sorpresiva inclusión de un tema inédito de Los Redondos a la lista de temas, varias generaciones escucharon por primera vez Nene Nena. Vea uno la calidad que tenía esta banda, que hasta se podía dar el lujo de dejar temas como éste afuera de un vinilo.

Mi Caramel Machiato, Pedía Siempre Temas En La Radio, To Beef Or Not To Beef (con su ya clásico mensaje de que acá ya no se vive tan mal, dirigido a todos los que se fueron del país cuando las papas quemaban), Porque Será Que No Me Quiere Dios; los Redonditos ya se habían bajado del escenario y el Indio se despachaba con sus melodías más líricas. Para algún desprevenido, ésta sólo es la calma que antecede al huracán. Esta vez, y a diferencia de como había sido en cada uno de los 14 recitales dados hasta la fecha, sin excepción, no sonaron los clásicos Juguetes Perdidos y Pabellón Séptimo, ausencias importantes que se sumaban a la de un ya habitué Flight 956. ¿Cómo se compensó esto? Simple, volvieron los tres mosqueteros a sus posiciones y reventaron la noche con Todo Un Palo y Ji ji ji, el pogo más grande del cosmos, en su versión más multitudinaria en la historia.

Muchos escombros y el agua al cuello, y “el zumba” insiste en que todo es pan comido.

Se terminó el show. Fuegos artificiales acompañan los últimos acordes de uno de los más grandes éxitos del rock argentino y cada uno de los presentes lentamente va volviendo a la tierra y a recordar que tenía un cuerpo. Una nueva misa se había completado, y nada le podría quitar ya nunca más la satisfacción de los rostros a cada uno de los grandes y pequeños que vivieron la fiesta del evento musical pago más multitudinario en la historia en el país. A modo de destacar, y a diferencia del prejuicio y la discriminación de la prensa pública que hay para con los ricoteros, hay que decir que la fiesta se vivió completamente en paz, que no se generaron disturbios dentro ni fuera de las instalaciones, que no hubo problemas con las fuerzas policiales, que no hubo daños a la vivienda de ningún habitante de la ciudad, y que si bien las inmediaciones quedaron un poquito sucias una vez que se fue la gente, un operativo de la municipalidad logró limpiar todo con eficiente rapidez. Poco, muy poco, tendrán para sacar aquellos que quieren rascar un poquito de fama a costas de polémicas, mentiras y calumnias defenestrando al Indio y sus shows. Por ahí algunos salieron a decir que Solari se rehusaba a pagar la tasa de impuestos que deben abonar todos los músicos que den un espectáculo allí. Pobre de ellos que no saben (o no quisieron saber) que a Gualeguaychú le entraron a fin de cuentas unos 100 millones de pesos limpios, y que por tal motivo fue que decidieron pasar por alto ese impuesto absurdo (cosa que tiene un precedente con Joan Manuel Serrat en 1993).

Por las calles de la ciudad entrerriana hoy todo está tranquilo, el viento sopla con fuerza desde Uruguay, el sol sale brillante y reina la calma; pero la inmensa ola que no dejó rincón sin sacudir en la noche del 12 de abril de 2014, es una marca que quedará para siempre en la historia. El polvo y la tierra se van de las zapatillas en menos de una o dos semanas, pero verlo a él, pero esas guitarras, pero formar parte de algo tan grande y único, va a quedar para siempre marcado a fuego como un tatuaje en la memoria de cada presente. Si la lluvia en el recital de Charly Garcia en Velez le mereció el mote honorífico de ser “El concierto subacuático”, sin dudas que éste fue el recital de “El pogo subterráneo”.

Por Santiago Fraga

Crédito de foto a quien corresponda

monimb1007  asked:

El problema que han sido dos veces que me ha pasado entonces llegas a un momento donde piensas que todos te harán daño y te desilusiones dejas de creer en muchas cosas hasta en las personas 😳 No todos son iguales los dos años que estuve fueron muy duros ahora que tengo 21 algunas veces doy gracias por estar ahí esos años no todo fue malo algunas cosas buenas y me enseñó bastante, las monjas bueno martirio

a mí me han pasado 5 xdd una se acostumbra :’v (me enamoro muy fácil y muy intenso, por lo cual mi corazón roto duele mucho también. pero con el último me dolió demasiado).


sigo creyendo en el felices para siempre tho c:


si te ha enseñado, ¡éso es genial! a veces necesitamos un empujón que duele para ahorrarnos cosas peores.


recuerda: con que tengas salud, ¡date por servida! no muchos tenemos ése privilegio c’:

#Reflexion

Talvez estemos llevando una vida de Ester, digo sobre el tiempo en que se convirtió en reina. No después de la conversación con su primo Mardoqueo , los tres dias de ayuno o invitación a cenar.
Pero antes, cuando solo se acostaba en sábanas de seda y vivía en los jardines con las siervas a rodearla. Quizás hayas vivido asi, en una vida digna de una hija,. Claro, con dias un poco mas difíciles que otros, con noticias desagradables, con las mismas adversidades comunes de una vida, pero bien. En compañía, en un hermoso trabajo, con una voz hermosa, rodeada de admiración, un honroso ministerio. ..quizás hayas vivido asi y con eso te acomodaste.

Que no te olvides de las enseñanzas de tu maestro cuando lavó los pies de sus discípulos dejando claro, que vino para servir. Que no te acomodes con un tiempo de bonanza y con el hecho de ser servida. Pero que en el fondo siempre te recuerdes con honor, seriedad y un espíritu humilde que tu belleza, habla, ministerio, dones, posesiones y todo lo que hace feliz a la gente, te fueron entregados con un único propósito para el cual todos fuimos formados : GLORIFICAR A DIOS.