ser poderoso

Mensagens de aniversário para Namorado

Que seu caminho seja longo e abençoado

Meu amor, pela graça de Deus hoje você comemora mais um ano de vida, e a Ele eu agradeço com fervor, pois sua existência é a maior bênção da minha vida. Feliz aniversário, meu namorado!

Sou muito feliz ao seu lado, mais do que algum dia imaginei vir a ser, e tudo que desejo é que você seja tão ou mais feliz.

Que Deus lhe dê muitos anos de vida, e que através deles sempre abençoe nosso amor. Que seu caminho seja longo, e que nunca faltem a fé, a esperança e o amor. Eu te amo!


Parabéns meu namorado, uma bênção de Deus

Ninguém sabe se é realmente feliz ou não até se encontrar com a verdadeira felicidade. Assim foi comigo, até ao momento em que Deus resolveu me presentear com a maior de todas as bênçãos: você! E ainda que esteja há pouco tempo na minha vida, você já a transformou por completo, meu amor.

Hoje é o seu dia especial, o seu aniversário, e eu agradeço a Deus pela data, por você, por toda esta enorme quantidade de emoções que entretanto descobri. Parabéns, meu amor!

Como o amor não se mede pelo tempo, mas sim pela intensidade, posso dizer que amo você como nunca alguém foi amado, e que nosso namoro tem me proporcionado os dias mais felizes da minha vida.

De você eu quero apenas o que já tenho, o seu amor, sua companhia, seu carinho e apoio, e que seja muito feliz, hoje e sempre! Eu te amo!


Parabéns e saudades, meu namorado lindo

Como dói o coração por neste dia tão especial eu não poder estar com você, enchê-lo de mimos e cobri-lo de beijos; olhar nos seus olhos e lhe dizer tudo o que você significa para mim. Feliz Aniversário, meu namorado lindo!

Mas apesar da distância que agora nos separa, eu espero que você possa sentir todas as energias boas que lhe envio. Todo meu carinho, saudade e principalmente todo meu amor por você.

Desejo a você um dia lindo, uma vida longa comigo ao seu lado, e um caminho cheio de sucesso. Eu te amo!


Nosso amor nasceu virtual e cresceu real

Feliz aniversário, namorado mais lindo! Hoje desejo que seu coração se encha com tanta alegria quanto o meu, pois este é um dia único e maravilhoso, a data em que celebramos a sua chegada ao mundo.

Nosso amor nasceu virtual, você aí, eu aqui, e cresceu até ao ponto de se tornar o maior que alguma vez existirá. Muitos duvidaram de nós, do nosso relacionamento, do nosso amor, mas não nós, e quando todos apostavam contra, nós superamos e ganhamos essa aposta.

Hoje eu sei que minha felicidade não estava nem perto de ser completa antes de conhecer você, tal como sei que quero e preciso de você ao meu lado hoje e sempre, para sempre! Desejo a você toda felicidade e todo sucesso do mundo, e muitos anos de vida para celebrarmos esta maravilhosa data juntos! Eu te amo!


Este dia é seu, a eternidade é nossa, meu amor

Meu anjo, nosso namoro pode ser recente, mas eu sinto como se já tivesse vivido uma vida inteira ao seu lado. Feliz aniversário, meu amor!

Hoje o dia é seu, meu namorado mais lindo, mas também meu, pois celebrar o nascimento de alguém tão importante para mim é comemorar a própria vida. Sem você meu sorriso não existiria, nem meu coração bateria deste jeito.

Sou muito feliz com você, e assim espero que seja para sempre, pois uma eternidade é pouco para amar você. Seja muito feliz, sempre comigo ao seu lado! Eu te amo!

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Bueno, creo que este es el hijo más humilde de todos los que existen hasta ahora de Zack y Black, no tiene nombre porque no le han puesto (debido a que sus padres aun no lo conocen). El nació durante una pelea que tuvieron sus padres con un ser poderoso, ambas almas tenían tanta energía que un poco de ambas se salió de ellas, se mezcló y originó a este pequeño en un bosque cerca de donde ellos peleaban, pero al nacer se golpeó la cabeza, por lo que ahora tiene una ruptura en su cráneo, este accidente hizo que se despertara un sexto sentido. Como era solo un bebé y se hallaba solo en ese bosque, deseaba que alguien lo cuidara y lo protegiera, tanto era su deseo que logró invocar un Gaster Blaster a tan corta edad y este al verlo tan indefenso decidió cuidar de el, con el paso del tiempo ese Gaster Blaster evolucionó y desarrolló un cuerpo-esqueleto de serpiente, investigó como vivan los monstruos, robó una manta para cubrirlo cuando el era un bebé y que ahora usa como capa, busca comida, lo protege de todo peligro, y literalmente se convirtió en su madre adoptiva. 

Ahora el niño cuida de las criaturas del bosque en el que vive, no tiene contacto con el resto de humanos y monstruos, pero algún día conocerá a sus verdaderos padres.

Como lo dije en un principio, no tiene nombre, eso se decidirá con el tiempo (o lo elegirá Makicute ). No tengo experiencia en este tipo de cosas, así que no se si está bien, de todas formas, gracias por ver :D.

“No soy como las demás chicas”

Ilustración por Beatriz Prados.

Cuando tenía 11 años y estaba transitando la primer etapa de la adolescencia, leía muchos libros (principalmente novelas románticas) que trataban diversas tramas, desde el príncipe que elije a su esposa como si fueran productos en venta de un supermercado, o la chica buena que tiene un promedio excelente pero se enamora del chico malo de la secundaria y pierde toda su moral, hasta la chica emo que es aislada por sus compañeros y es, milagrosamente, salvada por el chico popular. En cada historia, aparte de que la mujer era objeto del hombre (ya sea para ser “salvada, “elegida” o “amada”), me cruzaba con la frase: “No soy como las demás chicas”.

Crecí con este pensamiento de que estos personajes (el de la típica chica que no usa maquillaje, no tiene amigas, no practica deportes, no es popular, no tiene sexo con muchos chicos, tiene buenas notas, no se arregla el cabello, odia la música pop y sólo escucha bandas viejas, etcétera) son todo lo que tenía que aspirar a ser al crecer.

Bueno, dejenme decirles algo: ¡Primicia! ¡Todos estos conceptos son totalmente erróneos!

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Demorei muito tempo para entender que o amor não dói. Que carinho não é coisa que se pede, como quem pede o sal do outro lado da mesa. “Me passa o sal, por favor?”… e a pessoa não ouve. Mastiga, mastiga e não ouve. E você repete meio tom mais alto, até quase estar gritando enquanto toda a mesa te olha. Demorei muito tempo para entender que atenção dá quem quer. Que não é coisa que se cobre, feito um professor mirrado e quieto que atira giz nas cabeças que insistem conversar com os fulanos ao lado, observar insetos nas paredes ou rabiscar as carteiras. Quem se interessa senta logo na primeira carteira e te ouve. Você narra um livro clássico inteiro, para na metade e conta da vida pessoal, enrola, faz uma piadinha sem graça e, ainda assim, quem se interessa te ouve em silêncio. Eu demorei muito tempo para enxergar que o contrário do amor não é o ódio, é a indiferença. Você chega e apresenta seus planos contente e espera alguém que comemore junto, te convide para jantar e a pessoa só sorri amarelo. “Ah, mas fulano me ama porque sorriu”. Você chora e tenta baixinho dizer seus segredos e medos esperando alguém que te conforte e te abrace e te beije… mas a pessoa atropela sua fala e diz que não tem nada a ver. “Ah, mas o fulano me ama, só não soube o que dizer”. Não. Não era ódio, mas também não era amor. Era essa coisinha pequena, quase imperceptível, chamada indiferença. Vejam como é fácil se camuflar entre a nossa vida sem que a gente perceba, nos fazendo aceitar coisas ralas e líquidas, tão líquidas, que escorrem facilmente pelas bocas de lobo quando chove. Demorei muito tempo para perceber que o querer move, sim, montanhas. E que, portanto, o ser que possui qualquer desejo puro em seu coração torna-se o ser mais poderoso dessa Terra. Demorei para entender que na vida só vale à pena o que é leve. E que, a partir do momento em que precisamos implorar algo a alguém, tal coisa já será feita com o peso da obrigação, que carrega os nossos ombros e puxa para baixo o nosso barco. Tudo torna-se forçado, como o navio de onde é jogada a âncora. Perde-se, imediatamente, a leveza que é fluir junto ao mar. Eu demorei muito tempo para entender que não devemos nos agarrar às âncoras, que nos prendem e nos travam… podemos acabar submersos.
—  Rio-doce

existir não deveria ser um fardo
existir deveria ser o máximo
porque somos o que podemos ser
e tudo poderia ser tão poderoso
porque respirar é mágico
viver é um espetáculo a parte

mas o ser humano optou por sofrer
tudo gira em torno do depressivo azul escuro

doer não deveria ser tão poético
poema não deveria doer na alma
mas dói
porque a dor faz parte do nosso
de nós
do feto e do corpo em decomposição

a vida deveria ser flor
mas murchou
e aplaudimos o podre como se fosse espetáculo

e dói

eu sei que você chora e que se esconde e eu sinto muito. há breves momentos em que eu me permito me sentir triste, mas a tristeza não me domina e é passageira. a tristeza não é por mim, é pela falta que sinto de você, mesmo estando ao seu lado. eu estou te deixando aqui e sinto muito, não só por te deixar, mas também porquê dói, eu sei da sua dor, não pense que a ignoro. e é claro que dói em mim também, mas não muito, não há permissão para a dor. é apenas uma continuação, um futuro, um amanhã. é a construção de uma outra incerteza. é a pergunta o que vem depois? que acontece todos os dias com os segundos seguintes, e é também a resposta. ou não. você não precisa se sentir triste, mas eu entendo e sinto muito. há um depois. e nesse depois há um novo eu e você. é apenas uma viagem, uma viagem só nossa, onde não carregamos nada além de quem realmente somos. nossa forma mais pura e verdadeira. e se eu vou chegar mais cedo é só pra deixar tudo arrumado pra você, só para que, no minuto em que você chegar, a mesa esteja afastada e haja uma música tocando suave, e então nós poderemos dançar. isso não parece bonito? não chore, meu amor. é apenas toda a beleza comum da vida. está tudo bem, chorar também é a beleza comum da vida. nós somos, agora, donos de todas as possibilidades. o que você quer que exista no “depois”? eu não estou falando sobre humanidade, a menos que isso seja o que você quer. estou falando sobre sermos o amarelo e o laranja que colorem o pôr do sol. ou sobre vivermos os tons de vermelho que existem numa rosa. estou falando sobre você ser o céu e eu o horizonte. nada é maior do que nós. estou falando sobre eu ser as ondas do mar enquanto você é a areia da praia. ou você prefere ser as ondas enquanto eu sou a areia? tudo bem, nós podemos trocar, alternar, dividir. tudo nós podemos. estou falando sobre sermos as folhas que caem de uma grande e sábia árvore, sobre cairmos levemente e adubarmos a vida dessa mesma árvore, e florescermos. podemos ser tudo e ser nada, ser imenso ou minúsculo, ser poderoso ou inofensivo. podemos ser. eu sempre quis saber como é ser nuvem. você aceita ser nuvem comigo? eu sempre quis dividir o céu com alguém. o que mais você imagina? eu não estou indo embora. dance comigo. dance agora e dance no depois e se você quiser chorar eu choro com você, se você quiser fugir eu fujo com você. nós temos todas as possibilidades do mundo, de fora do mundo, do tudo e do nada. temos tempo, temos luz, temos alma. e a verdade é: isso não é um adeus. mas não é um até logo também, pois o tempo não importa, nós somos donos do tempo. eu não quero que você sinta só tristeza ou só saudade. quero que você sinta. sinta tudo sinta o mundo. eu tenho que ir, mas devo dizer antes: você é toda a luz do meu mundo, você é a maior árvore que já existiu na minha terra, você é a maior fonte de vida que existe em minha vida. talvez eu seja uma estrela por um tempo, só para que meu brilho alcance você. ou talvez eu seja a flor que você verá todos os dias no caminho para casa. saiba que eu vou achar um lindo lugar para nós dividirmos no nosso depois. e eu vou te assistir sentir, sentir a vida e os seus arredores. e, de novo, eu sinto muito. mas não esqueça que nós vamos colorir o mundo, que vamos dar aroma ao ar e trazer luz ao céu e à terra. nós podemos e seremos. quando somos donos do tempo, a eternidade é só uma dança a mais. meu amor encontrará o seu no meio do caminho entre a troca de música e a eternidade. e será um encontro de almas. você não imagina o quão poderoso isso pode ser. extraordinário. estarei esperando por você, meu amor, em meio às estrelas.

Dios me odia.

Asi es, he llegado a la conclusión de que dios me odia; no saben cuantas noches eh llorado pidiendole a dios que me “cure” de la homosexualidad o que ya no este “confundido” ( Asi es como me lo han hecho entender, que estoy enfermo y necesito curarme o que solo estoy confundido y con el tiempo sere normal). Si segun dios puede ver todo, entonces el ha visto que la mayoria de los días me la paso deprimido, llorando solo por el hecho de ser gay; cuantos cortes me he hecho por odiarme por ser gay.
Ahora ya no se a quien recurrir, me refiero a que le pedi ayuda al ser “Mas poderoso y Amoroso” del mundo y el me ignoro.
Solo espero que esta mierda termine pronto.

libertad-para-pensar  asked:

Se puede demostrar racionalmente la existencia de Dios?

Hola :)

La pregunta de si hay un argumento concluyente para la existencia de Dios, ha sido debatida a través de la historia por gente extraordinariamente inteligente que se ha colocado a ambos lados de la disputa. En tiempos recientes, los argumentos contra de la posibilidad de la existencia de Dios han asumido un espíritu militante, que acusa a cualquiera que se atreva a creer en Dios, como alguien delirante e irracional. Karl Marx aseguraba que cualquiera que creyera en Dios debía tener un desorden mental que causaba la invalidación del intelecto. El psiquiatra Sigmund Freud escribió que una persona que creyera en un Dios Creador, era una persona delirante, y que sólo sostenía esas creencias debido a un factor de “cumplimiento de un deseo” lo que causó que Freud lo considerara como una posición injustificable. El filósofo Frederick Nietzsche dijo abiertamente que la fe equivalía a negarse a conocer lo que es verdadero. Las voces de estas tres figuras de la historia (junto con otras), ahora son simplemente repetidas por una nueva generación de ateos quienes claman que la creencia en Dios está intelectualmente injustificada.

¿Realmente es éste el caso? ¿El creer en Dios es mantener una posición racionalmente inaceptable? Fuera de lo referente a la Biblia, ¿puede establecerse un caso de la existencia de Dios que refute la posición tanto de los viejos como de los nuevos ateos, y ofrecer suficiente garantía para creer en un Creador? La respuesta es sí, se puede. Por otra parte, al demostrar la validez de un argumento a favor de la existencia de Dios, el caso del ateísmo resulta ser intelectualmente débil.

Para formar un argumento para la existencia de Dios, debemos comenzar por hacer las preguntas correctas. Comenzamos con la pregunta metafísicamente más básica: “¿Por qué tenemos algo, en vez de nada en absoluto?” Esta es la pregunta básica de la existencia - ¿Por qué estamos aquí; por qué está la Tierra aquí; por qué está aquí el universo en vez de la nada? Comentando sobre este punto, un teólogo ha dicho, “En un sentido, el hombre no hace las preguntas acerca de Dios; su existencia misma levanta la pregunta acerca de Dios.”

Al considerar esta pregunta, hay cuatro posibles respuestas del por qué tenemos algo en vez de nada en absoluto:

1. La realidad es una ilusión.
2. La realidad es/fue auto-creada.
3. La realidad es auto-existente (eterna)
4. La realidad fue creada por algo que es auto-existente.

Así que, ¿cuál es la solución más plausible? Comencemos con la realidad siendo simplemente una ilusión, lo cual es la creencia de un número de religiones orientales. Esta opción fue excluida hace siglos por el filósofo Rene Descartes quien es famoso por su declaración, “Pienso, luego existo.” Descartes, un matemático, argumentó que si él estaba pensando, entonces él debía “existir.” En otras palabras, “Pienso, por lo tanto, no soy una ilusión.” Las ilusiones requieren de algo que experimente la ilusión, y por otra parte, tú no puedes dudar de la existencia de ti mismo sin probar tu existencia; es un argumento auto-excluyente. Así que la posibilidad de que la realidad sea una ilusión queda eliminada.

La siguiente es la opción de que la realidad sea auto-creada. Cuando estudiamos filosofía, aprendemos sobre las declaraciones “analíticamente falsas”, lo que significa que son falsas por definición. La posibilidad de que la realidad sea auto-creada es una de esos tipos de declaraciones por la simple razón de que algo no puede ser anterior a sí mismo. Si tú te creaste a ti mismo, entonces tú debes haber existido antes para que te crearas a ti mismo, pero eso simplemente no puede ser. En la evolución a veces se refieren a esto como la “generación espontánea” – algo que procede de la nada – una posición que pocos, si no es que ninguna persona razonable sostiene, simplemente porque no puedes obtener algo de la nada. Aún el ateo David Hume dijo, “Yo nunca juzgué tan absurda una proposición como la de que cualquier cosa puede surgir sin una causa.” Puesto que algo no puede proceder de nada, la alternativa de la realidad como algo auto-creado es excluida.

Ahora, nos hemos quedado con solo dos elecciones – una realidad eterna, o la realidad siendo creada por algo que es eterno; un universo eterno o un Creador eterno. El teólogo del siglo XVIII Jonathan Edwards resumió esta encrucijada:

• Algo existe.
• La nada no puede crear algo.
• Por tanto, existe un “algo” necesario y eterno.

Notemos que tenemos que regresar a un “algo” eterno. El ateo que se burla del creyente en Dios por creer en un Creador eterno, debe recapacitar y aceptar la existencia de un universo eterno; es la única otra puerta que puede elegir. Pero ahora la pregunta es, ¿a dónde conduce la evidencia? ¿Acaso la evidencia apunta a la existencia de la materia antes que la mente, o a la mente antes que la materia?

Hasta ahora, todos los puntos clave de la evidencia científica y filosófica apuntan lejos de un universo eterno y hacia un Creador eterno. Desde el punto de vista científico, los científicos honestos admiten que el universo tuvo un principio, y todo lo que tiene un principio no es eterno. En otras palabras, todo lo que tiene un principio tiene una causa, y si el universo tuvo un principio, tuvo una causa. El hecho de que el universo tuvo un principio, es subrayado por evidencias tales como la segunda ley de la termodinámica, el eco de radiación del big bang descubierto a principios del siglo XX, el hecho de que el universo se esté expandiendo y pueda ser rastreado hasta un singular inicio, y la teoría de la relatividad de Einstein. Todas ellas prueban que el universo no es eterno.

Más aún, las leyes que rodean la causalidad hablan en contra de que el universo sea la causa última de todo lo que conocemos por este simple hecho: un efecto debe asemejarse a su causa. Siendo esto así, ningún ateo puede explicar cómo un universo impersonal, sin propósito, sin significado y amoral, accidentalmente creo seres (nosotros) que están llenos de personalidad y obsesionados con el propósito, el significado y las leyes morales. Tal cosa, desde el punto de vista causal, refuta por completo la idea de un universo natural dando origen a todo lo que existe. Así que al final, el concepto de un universo eterno es eliminado.

El filósofo J. S. Mill (no un cristiano) resumió a lo que ahora hemos llegado: “Es evidente en sí, que solo la Mente puede crear mente.” La única conclusión racional y razonable es que un Creador eterno es el responsable por la realidad tal como la conocemos. O poniéndolo en un conjunto de declaraciones lógicas:

• Existe algo.
• Tú no obtienes algo de nada.
• Por tanto necesariamente existe “algo” eterno.
• Las únicas dos opciones son un universo eterno y un Creador eterno.
• La ciencia y la filosofía han descartado el concepto de un universo eterno.
• Por tanto, existe un Creador eterno.

El alguna vez ateo Lee Strobel, quien llegó a este resultado final hace muchos años, ha comentado, “Esencialmente, me di cuenta de que siendo ateo, tendría que creer que la nada produce todo; que la no-vida produce vida; la aleatoriedad produce sincronización; que el caos produce información; que la inconsciencia produce consciencia; y la no-razón produce razón. Estos saltos de fe simplemente fueron demasiado grandes para que los aceptara, especialmente a la luz del caso afirmativo para la existencia de Dios… En otras palabras, en mi evaluación, la cosmovisión cristiana justificó la totalidad de la evidencia mucho mejor que la cosmovisión atea.”

Pero la próxima pregunta que debemos abordar es la siguiente: si existe un Creador eterno (y ya hemos demostrado que así es), ¿qué clase de Creador es Él? ¿Podemos inferir opiniones acerca de Él en base a las cosas que ha creado? En otras palabras ¿podremos entender la causa por sus efectos? La respuesta a esto es sí, podemos hacerlo, deduciendo las siguientes características:

• Él debe ser de naturaleza sobrenatural (puesto que Él creó el tiempo y el espacio).
• Él debe ser omnipotente (excesivamente poderoso).
• Él debe ser eterno (auto-existente).
• Él debe ser omnipresente (Él creó el espacio y no está limitado por él).
• Él debe ser eterno e inmutable (Él creó el tiempo).
• Él debe ser inmaterial porque trasciende el espacio y lo físico.
• Él debe ser personal (lo impersonal no puede crear la personalidad).
• Él debe ser infinito y único puesto que no puedes tener dos infinitos.
• Él debe ser plural y sin embargo tener unidad puesto que la unidad y la diversidad existen en la naturaleza.
• Él debe ser omnisciente (supremamente inteligente). Solo un ser cognoscitivo puede producir seres cognoscitivos.
• Él debe tener propósito puesto que creó todo deliberadamente.
• Él debe ser moral (ninguna ley moral puede obtenerse sin un dador).
• Él debe ser protector (o no habrían sido dadas leyes morales).

Siendo ciertas estas cosas, ahora preguntamos si alguna religión en el mundo describe a tal Creador. La respuesta a esto es sí: el Dios de la Biblia se ajusta perfectamente a este perfil. Él es sobrenatural (Génesis 1:1), poderoso (Jeremías 32:17), eterno (Salmo 90:2), omnipresente (Salmo 139:7), eterno/inmutable (Malaquías 3:6), inmaterial (Juan 5:24), personal (Génesis 3:9), necesario (Colosenses 1:17), infinito/único (Jeremías 23:24, Deuteronomio 6:4), plural pero con unidad (Mateo 28:19), inteligente (Salmo 147:4-5), con propósito (Jeremías 29:11), moral (Daniel 9:14), y protector (1 Pedro 5:6-7).

Un último punto por abordar sobre el tema de la existencia de Dios, es el asunto de cuán justificable es en realidad la posición del ateísmo. Puesto que el ateo afirma que la posición del creyente no es convincente, sólo es razonable voltear la pregunta y dirigirla de regreso a él. La primer cosa por entender es la afirmación que hace el ateo – “sin dios,” que es lo que significa “ateo” – es una posición insostenible de adoptar desde el punto de vista filosófico. Como dice el jurista y filósofo Mortimer Adler, “Una proposición existencial afirmativa puede ser probada, pero una proposición existencial negativa – una que niega la existencia de algo – no puede ser probada.” Por ejemplo, alguien puede asegurar que las águilas rojas existen y alguien más puede asegurar que las águilas rojas no existen. El primero sólo necesita encontrar una sola águila para probar su afirmación. Pero el segundo debe peinar el universo entero y literalmente estar en todo lugar al mismo tiempo para asegurarse que él no ha pasado inadvertida ninguna águila roja en alguna parte y en algún momento, lo cual es imposible de hacer. Esto es por lo que los ateos intelectualmente honestos, admitirán que ellos no pueden probar que Dios no existe.

En seguida, es importante entender el problema que rodea la seriedad de las afirmaciones de la verdad que se han hecho, y la cantidad de evidencia requerida para respaldar ciertas conclusiones. Por ejemplo, si alguien pone dos vasos de limonada frente a ti, y te dice que una puede ser más ácida que la otra; puesto que las consecuencias de elegir la bebida más ácida no son serias, no necesitarías una gran cantidad de evidencia para tomar tu decisión. Sin embargo, si el anfitrión le añadiera azúcar a un vaso pero en el otro pusiera veneno para ratas, entonces querrías tener la suficiente evidencia antes de tomar tu decisión.

Aquí es donde una persona sopesa las evidencias, al tratar de decidir entre el ateísmo y el creer en Dios. Puesto que el optar por el ateísmo podría resultar en irreparables consecuencias eternas, parecería que debiera demandarse del ateo presentar pruebas fundamentales y de peso para apoyar su postura, pero no puede. El ateísmo simplemente no puede presentar la prueba para la evidencia por la gravedad de los cargos que hace. En vez de ello, el ateo y aquellos a quien él convence de su posición, se deslizan a la eternidad con sus dedos cruzados, esperando no encontrar la desagradable verdad de que la eternidad realmente existe. Como dice Mortimer Adler, “Más consecuencias para la vida y la acción se derivan de la afirmación o negación de Dios, que de ninguna otra pregunta básica.”

Así que ¿el creer en Dios tiene una garantía intelectual? ¿Existe un argumento racional, lógico y razonable para la existencia de Dios? Absolutamente. Mientras que los ateos tales como Freud aseguran que aquellos que creen en Dios simplemente quieren el cumplimiento de un deseo, tal vez es Freud y sus seguidores quienes realmente sufren del cumplimiento de un deseo: la esperanza y el deseo de que no haya un Dios, ni a quién entregar cuentas, y por lo tanto tampoco un juicio. Pero refutando a Freud está el Dios de la Biblia, quien afirma Su existencia y el hecho de que verdaderamente vendrá un juicio para aquellos que sabían dentro de ellos mismos la verdad de que Él existe, pero que suprimieron esa verdad ( Romanos 1:20). Pero para aquellos que responden a la evidencia de que realmente existe un Creador, Él ofrece el camino de salvación que ha sido logrado a través de Su Hijo, Jesucristo: “Mas a todos los que le recibieron, a los que creen en su nombre, les dio potestad de ser hechos hijos de Dios, los cuales no son engendrados de sangre, ni de voluntad de carne, ni de voluntad de varón, sino de Dios.” (Juan 1:12-13)

Te mando un abrazo y que Dios te sorprenda.

¿Cómo os imagináis al tiempo? Según lo pintan algunos debe de ser un ser omnisciente y todo poderoso que lo soluciona todo. La verdad, me parece una estupidez, ya que le atribuyen los mismos poderes que los religiosos a su dios. ¿Cuándo la raza humana será capaz de aceptar que ella y solo ella es la responsable de sus actos? No hay ningún ser divino, ni temas de destino que determinen nuestras decisiones. Cada persona tiene el poder de hacer lo que quiera cuando quiera, eso sí, la mayoría se rigen por lo que deberían hacer. Ese es el conflicto de toda película romántica, “¿qué hacer cuando lo que se quiere y lo que se debe no es lo mismo?”. Pues yo digo que lo más lógico y racional es regir cada uno de nuestros actos para que el día de mañana, cuando seamos cenizas palpitante basadas en recuerdos pasados, podamos decir sin duda alguna que nunca nos arrepentimos de no haber hecho algo.
—  Srta Tass. - El tiempo es el camino, nosotros los conductores.
músicas e cheiros

Podem até parecer coisas distantes mas é incrível a capacidade que essas duas coisas têm de nos trazer de volta lembranças que já se foram, uma música te remete rapidamente a um momento de sua vida e toda a sensação do momento vem atona e o cheiro, ahhh os cheiros podem ser ainda mais poderosos por nos trazerem de volta até mesmo as pessoas que carregam sua essência e como rapidamente queremos nos apegar a aquela pequena amostra mesmo que seja passageira …

-Diário Meu

Se Deus lhe dissesse: “Peça o que desejar, e eu lhe darei”, o que você escolheria? Qualquer coisa. Você pediria algo para você mesmo? Ou pensaria em algo que também pudesse ajudar outras pessoas?
Salomão teve o cuidado de chegar até Deus, usando as regras de Deus. Em vez de orar para ser rico ou poderoso, ele pediu a Deus sabedoria para governar o povo de Israel com justiça. Por isso, o Senhor deu a Salomão mais sabedoria que a qualquer outra pessoa antes ou depois dele. E deu essa sabedoria para fazer de Salomão um homem rico e famoso.
Deus quer que você use os dons que ele lhe deu para ajudar os outros. Em seu momento de oração hoje, peça a Deus que a ajude a ter um coração disposto a ajudar as pessoas, como fez Salomão. Tenha certeza que Deus ficará feliz por fazer isso.
—  Devocional de 1Reis 3:5-14 (Bíblia Sagrada, Entre Mulheres e Deus)

sevenix76  asked:

¿Puedes hablar español no? Bueno un AU o universo alterno como quieras llamarlo que tengo yo es uno donde bakugou sea el que no tenga peculiaridad y mirodiya si(y no me refiero al típico AUswap ya que seguirían teniendo sus personalidades) el quiera ser héroe pero a diferencia de midoriya lo haría por si solo y rechazaría al principio la propuesta de all might ya que no necesita la ayuda de nadie(según el claro) es solo una idea por ahora espero que te sirva y me gusta tu arte sigue así y eso(?

Sep, Soy hispano hablante aunque me he empeñado a aprender ingles, digo, ingles ya sé pero me falta escribirlo mejor, así que como practico un poco en tumblr.

AL AU

Seria deku con los poderes de sus padres y una combinación de ambos ¿No? Aunque uno diga que las personalidades se mantengan, creo que igual hay cosas claves que cambian. 

Deku tendría más seguridad en sí mismo, ya gran causa del bulling y de su inseguridades están porqué no tenia una quirk, Así que en este Au deku seria más calmado y con un poco más de confianza 

En cambio Kacchan… 

Pues seguiría siendo casi perfecto en todo pero no podría ser el bully todo poderoso que es en el original, Deku seguiría siendo su amigo (y único amigo) aunque se trate de una relación unilateral.

Kacchan andaría por ahí tratando de pelear con todo el mundo mientras Deku trata de evitar que se meta en problemas.  

Eso si la admiración de Deku no cambiaría, porqué Kacchan seguiría siendo excelente en todo, solo que sin quirk. 

Deku le trataría de dar ánimos a Kacchan en su sueño de ser un héroe y se me salio lo shipper al final pero es que no puedo evitarlo. 

Creo que la relación de ambos seria más sana y un poco más balanceada en este AU ya que Kacchan no podría ser el bully todo poderoso y Deku, pues tendría más confianza. 

nataliehdz  asked:

Hola Rebe apenas un amigo me preguntó: ¿por qué crees en Dios? ¿cómo sabes que Dios existe si nunca le has visto? Él cree en la ciencia y tiene muchas teorías, es necio y no quiere creer, ¿qué puedo aconsejarle? ¿cómo podría hacerlo cambiar de opinión? Es mi amigo desde hace mucho tiempo y me preocupa.

Hola, Natalie :)

La pregunta de si hay un argumento concluyente para la existencia de Dios, ha sido debatida a través de la historia por gente extraordinariamente inteligente que se ha colocado a ambos lados de la disputa. En tiempos recientes, los argumentos contra de la posibilidad de la existencia de Dios han asumido un espíritu militante, que acusa a cualquiera que se atreva a creer en Dios, como alguien delirante e irracional. Karl Marx aseguraba que cualquiera que creyera en Dios debía tener un desorden mental que causaba la invalidación del intelecto. El psiquiatra Sigmund Freud escribió que una persona que creyera en un Dios Creador, era una persona delirante, y que sólo sostenía esas creencias debido a un factor de “cumplimiento de un deseo” lo que causó que Freud lo considerara como una posición injustificable. El filósofo Frederick Nietzsche dijo abiertamente que la fe equivalía a negarse a conocer lo que es verdadero. Las voces de estas tres figuras de la historia (junto con otras), ahora son simplemente repetidas por una nueva generación de ateos quienes claman que la creencia en Dios está intelectualmente injustificada.

¿Realmente es éste el caso? ¿El creer en Dios es mantener una posición racionalmente inaceptable? Fuera de lo referente a la Biblia, ¿puede establecerse un caso de la existencia de Dios que refute la posición tanto de los viejos como de los nuevos ateos, y ofrecer suficiente garantía para creer en un Creador? La respuesta es sí, se puede. Por otra parte, al demostrar la validez de un argumento a favor de la existencia de Dios, el caso del ateísmo resulta ser intelectualmente débil.

Para formar un argumento para la existencia de Dios, debemos comenzar por hacer las preguntas correctas. Comenzamos con la pregunta metafísicamente más básica: “¿Por qué tenemos algo, en vez de nada en absoluto?” Esta es la pregunta básica de la existencia - ¿Por qué estamos aquí; por qué está la Tierra aquí; por qué está aquí el universo en vez de la nada? Comentando sobre este punto, un teólogo ha dicho, “En un sentido, el hombre no hace las preguntas acerca de Dios; su existencia misma levanta la pregunta acerca de Dios.”

Al considerar esta pregunta, hay cuatro posibles respuestas del por qué tenemos algo en vez de nada en absoluto:

1. La realidad es una ilusión.
2. La realidad es/fue auto-creada.
3. La realidad es auto-existente (eterna)
4. La realidad fue creada por algo que es auto-existente.

Así que, ¿cuál es la solución más plausible? Comencemos con la realidad siendo simplemente una ilusión, lo cual es la creencia de un número de religiones orientales. Esta opción fue excluida hace siglos por el filósofo Rene Descartes quien es famoso por su declaración, “Pienso, luego existo.” Descartes, un matemático, argumentó que si él estaba pensando, entonces él debía “existir.” En otras palabras, “Pienso, por lo tanto, no soy una ilusión.” Las ilusiones requieren de algo que experimente la ilusión, y por otra parte, tú no puedes dudar de la existencia de ti mismo sin probar tu existencia; es un argumento auto-excluyente. Así que la posibilidad de que la realidad sea una ilusión queda eliminada.

La siguiente es la opción de que la realidad sea auto-creada. Cuando estudiamos filosofía, aprendemos sobre las declaraciones “analíticamente falsas”, lo que significa que son falsas por definición. La posibilidad de que la realidad sea auto-creada es una de esos tipos de declaraciones por la simple razón de que algo no puede ser anterior a sí mismo. Si tú te creaste a ti mismo, entonces tú debes haber existido antes para que te crearas a ti mismo, pero eso simplemente no puede ser. En la evolución a veces se refieren a esto como la “generación espontánea” – algo que procede de la nada – una posición que pocos, si no es que ninguna persona razonable sostiene, simplemente porque no puedes obtener algo de la nada. Aún el ateo David Hume dijo, “Yo nunca juzgué tan absurda una proposición como la de que cualquier cosa puede surgir sin una causa.” Puesto que algo no puede proceder de nada, la alternativa de la realidad como algo auto-creado es excluida.

Ahora, nos hemos quedado con solo dos elecciones – una realidad eterna, o la realidad siendo creada por algo que es eterno; un universo eterno o un Creador eterno. El teólogo del siglo XVIII Jonathan Edwards resumió esta encrucijada:

• Algo existe.
• La nada no puede crear algo.
• Por tanto, existe un “algo” necesario y eterno.

Notemos que tenemos que regresar a un “algo” eterno. El ateo que se burla del creyente en Dios por creer en un Creador eterno, debe recapacitar y aceptar la existencia de un universo eterno; es la única otra puerta que puede elegir. Pero ahora la pregunta es, ¿a dónde conduce la evidencia? ¿Acaso la evidencia apunta a la existencia de la materia antes que la mente, o a la mente antes que la materia?

Hasta ahora, todos los puntos clave de la evidencia científica y filosófica apuntan lejos de un universo eterno y hacia un Creador eterno. Desde el punto de vista científico, los científicos honestos admiten que el universo tuvo un principio, y todo lo que tiene un principio no es eterno. En otras palabras, todo lo que tiene un principio tiene una causa, y si el universo tuvo un principio, tuvo una causa. El hecho de que el universo tuvo un principio, es subrayado por evidencias tales como la segunda ley de la termodinámica, el eco de radiación del big bang descubierto a principios del siglo XX, el hecho de que el universo se esté expandiendo y pueda ser rastreado hasta un singular inicio, y la teoría de la relatividad de Einstein. Todas ellas prueban que el universo no es eterno.

Más aún, las leyes que rodean la causalidad hablan en contra de que el universo sea la causa última de todo lo que conocemos por este simple hecho: un efecto debe asemejarse a su causa. Siendo esto así, ningún ateo puede explicar cómo un universo impersonal, sin propósito, sin significado y amoral, accidentalmente creo seres (nosotros) que están llenos de personalidad y obsesionados con el propósito, el significado y las leyes morales. Tal cosa, desde el punto de vista causal, refuta por completo la idea de un universo natural dando origen a todo lo que existe. Así que al final, el concepto de un universo eterno es eliminado.

El filósofo J. S. Mill (no un cristiano) resumió a lo que ahora hemos llegado: “Es evidente en sí, que solo la Mente puede crear mente.” La única conclusión racional y razonable es que un Creador eterno es el responsable por la realidad tal como la conocemos. O poniéndolo en un conjunto de declaraciones lógicas:

• Existe algo.
• Tú no obtienes algo de nada.
• Por tanto necesariamente existe “algo” eterno.
• Las únicas dos opciones son un universo eterno y un Creador eterno.
• La ciencia y la filosofía han descartado el concepto de un universo eterno.
• Por tanto, existe un Creador eterno.

El alguna vez ateo Lee Strobel, quien llegó a este resultado final hace muchos años, ha comentado, “Esencialmente, me di cuenta de que siendo ateo, tendría que creer que la nada produce todo; que la no-vida produce vida; la aleatoriedad produce sincronización; que el caos produce información; que la inconsciencia produce consciencia; y la no-razón produce razón. Estos saltos de fe simplemente fueron demasiado grandes para que los aceptara, especialmente a la luz del caso afirmativo para la existencia de Dios… En otras palabras, en mi evaluación, la cosmovisión cristiana justificó la totalidad de la evidencia mucho mejor que la cosmovisión atea.”

Pero la próxima pregunta que debemos abordar es la siguiente: si existe un Creador eterno (y ya hemos demostrado que así es), ¿qué clase de Creador es Él? ¿Podemos inferir opiniones acerca de Él en base a las cosas que ha creado? En otras palabras ¿podremos entender la causa por sus efectos? La respuesta a esto es sí, podemos hacerlo, deduciendo las siguientes características:

• Él debe ser de naturaleza sobrenatural (puesto que Él creó el tiempo y el espacio).
• Él debe ser omnipotente (excesivamente poderoso).
• Él debe ser eterno (auto-existente).
• Él debe ser omnipresente (Él creó el espacio y no está limitado por él).
• Él debe ser eterno e inmutable (Él creó el tiempo).
• Él debe ser inmaterial porque trasciende el espacio y lo físico.
• Él debe ser personal (lo impersonal no puede crear la personalidad).
• Él debe ser infinito y único puesto que no puedes tener dos infinitos.
• Él debe ser plural y sin embargo tener unidad puesto que la unidad y la diversidad existen en la naturaleza.
• Él debe ser omnisciente (supremamente inteligente). Solo un ser cognoscitivo puede producir seres cognoscitivos.
• Él debe tener propósito puesto que creó todo deliberadamente.
• Él debe ser moral (ninguna ley moral puede obtenerse sin un dador).
• Él debe ser protector (o no habrían sido dadas leyes morales).

Siendo ciertas estas cosas, ahora preguntamos si alguna religión en el mundo describe a tal Creador. La respuesta a esto es sí: el Dios de la Biblia se ajusta perfectamente a este perfil. Él es sobrenatural (Génesis 1:1), poderoso (Jeremías 32:17), eterno (Salmo 90:2), omnipresente (Salmo 139:7), eterno/inmutable (Malaquías 3:6), inmaterial (Juan 5:24), personal (Génesis 3:9), necesario (Colosenses 1:17), infinito/único (Jeremías 23:24, Deuteronomio 6:4), plural pero con unidad (Mateo 28:19), inteligente (Salmo 147:4-5), con propósito (Jeremías 29:11), moral (Daniel 9:14), y protector (1 Pedro 5:6-7).

Un último punto por abordar sobre el tema de la existencia de Dios, es el asunto de cuán justificable es en realidad la posición del ateísmo. Puesto que el ateo afirma que la posición del creyente no es convincente, sólo es razonable voltear la pregunta y dirigirla de regreso a él. La primer cosa por entender es la afirmación que hace el ateo – “sin dios,” que es lo que significa “ateo” – es una posición insostenible de adoptar desde el punto de vista filosófico. Como dice el jurista y filósofo Mortimer Adler, “Una proposición existencial afirmativa puede ser probada, pero una proposición existencial negativa – una que niega la existencia de algo – no puede ser probada.” Por ejemplo, alguien puede asegurar que las águilas rojas existen y alguien más puede asegurar que las águilas rojas no existen. El primero sólo necesita encontrar una sola águila para probar su afirmación. Pero el segundo debe peinar el universo entero y literalmente estar en todo lugar al mismo tiempo para asegurarse que él no ha pasado inadvertida ninguna águila roja en alguna parte y en algún momento, lo cual es imposible de hacer. Esto es por lo que los ateos intelectualmente honestos, admitirán que ellos no pueden probar que Dios no existe.

En seguida, es importante entender el problema que rodea la seriedad de las afirmaciones de la verdad que se han hecho, y la cantidad de evidencia requerida para respaldar ciertas conclusiones. Por ejemplo, si alguien pone dos vasos de limonada frente a ti, y te dice que una puede ser más ácida que la otra; puesto que las consecuencias de elegir la bebida más ácida no son serias, no necesitarías una gran cantidad de evidencia para tomar tu decisión. Sin embargo, si el anfitrión le añadiera azúcar a un vaso pero en el otro pusiera veneno para ratas, entonces querrías tener la suficiente evidencia antes de tomar tu decisión.

Aquí es donde una persona sopesa las evidencias, al tratar de decidir entre el ateísmo y el creer en Dios. Puesto que el optar por el ateísmo podría resultar en irreparables consecuencias eternas, parecería que debiera demandarse del ateo presentar pruebas fundamentales y de peso para apoyar su postura, pero no puede. El ateísmo simplemente no puede presentar la prueba para la evidencia por la gravedad de los cargos que hace. En vez de ello, el ateo y aquellos a quien él convence de su posición, se deslizan a la eternidad con sus dedos cruzados, esperando no encontrar la desagradable verdad de que la eternidad realmente existe. Como dice Mortimer Adler, “Más consecuencias para la vida y la acción se derivan de la afirmación o negación de Dios, que de ninguna otra pregunta básica.”

Así que ¿el creer en Dios tiene una garantía intelectual? ¿Existe un argumento racional, lógico y razonable para la existencia de Dios? Absolutamente. Mientras que los ateos tales como Freud aseguran que aquellos que creen en Dios simplemente quieren el cumplimiento de un deseo, tal vez es Freud y sus seguidores quienes realmente sufren del cumplimiento de un deseo: la esperanza y el deseo de que no haya un Dios, ni a quién entregar cuentas, y por lo tanto tampoco un juicio. Pero refutando a Freud está el Dios de la Biblia, quien afirma Su existencia y el hecho de que verdaderamente vendrá un juicio para aquellos que sabían dentro de ellos mismos la verdad de que Él existe, pero que suprimieron esa verdad ( Romanos 1:20). Pero para aquellos que responden a la evidencia de que realmente existe un Creador, Él ofrece el camino de salvación que ha sido logrado a través de Su Hijo, Jesucristo: “Mas a todos los que le recibieron, a los que creen en su nombre, les dio potestad de ser hechos hijos de Dios, los cuales no son engendrados de sangre, ni de voluntad de carne, ni de voluntad de varón, sino de Dios.” (Juan 1:12-13)

Te mando un abrazo y que Dios te sorprenda.

almadoradas  asked:

Oye sombra :3 te tengo una preguntita si por alguna razón tu peor, peor pero peor enemigo llegara a ser igual de poderoso o mas que tu que arias pelearías o te daría igual y vas por tacos :3?

pelear!!!!

Nosotros

¿Qué va a pasar ahora? Si siempre fuimos una pareja dispareja, la mezcla perfecta entre agua y aceite. Vos tan pura, yo tan torpe, vos tan llena de vida, yo tan lleno de odio, pero el amor que sentimos el uno por el otro es más fuerte que cualquier diferencia que tengamos.
Siempre fuimos polos opuestos, te encanta conocer gente nueva y sos muy extrovertida, mientras que yo intento relacionarme lo menos posible con las personas. Irónico es que, aunque vos seas extrovertida y yo introvertido, nunca te haya gustado mostrar tus emociones, mientras que yo, en cuando tomaba confianza, me abría como una flor y no me callaba nunca.
Siempre nos amamos y nos cuidamos el uno al otro (o al menos casi siempre), hacíamos de todo para ver al otro feliz, y no había pelea que nos pueda separar. Nunca nada va a ser tan poderoso como el amor que sentimos nosotros, y aunque nos estemos rompiendo de a poco, aunque sea por un corto lapso de tiempo, fuimos eternos.
¿Qué va a pasar ahora? Ojalá tu perdón sea más grande que tu decepción, y ojalá mi fuerza de voluntad sea más grande que mi idiotez