sequestradas

Imagine Louis Tomlinson

Pedido:  Faz um do Louis em que ela e sequestrada e ele fica maluco atrás dela

N/A: Pra não ficar muito parecido com um do Liam que eu tenho aqui (foi o meu primeiro imagine nesse Tumblr), resolvi fazer assim. 

————————-


Desativo o alarme da Land Rover preta na garagem e dou a partida assim que entro nela. Eu já estava atrasada para o meu primeiro paciente do dia. Dirijo calmamente pela ruas ainda movimentadas da cidade. Se Louis souber que estou indo sem um dos seguranças ele me mata!

Meu marido é um dos mais ricos empresários de toda a Inglaterra. Desde que ele recebeu a herança do pai, ficou paranoico com isso. E ainda mais depois que tudo que ele já tinha, triplicou de tamanho. Ele não vai na esquina se não tiver, no mínimo, 3 seguranças armados. E comigo é a mesma coisa. Nós vivemos com seguranças nas nossas costas 24 horas por dia. 

Eu até entendo sua preocupação. Muitas pessoas tem inveja dele e de tudo que ele conquistou, e, nessa jornada, conquistou alguns inimigos também. Mas isso as vezes vira paranoia. 

E hoje foi um dos dias que eu resolvi que não queria um bando de seguranças na minha cola e sai de fininho de casa. Estacionei o carro na frente do hospital e desci. Eu não sei o que aconteceu, mas senti uma dor forte na cabeça, tudo ficou preto e eu apaguei. 


**

Louis Point Of View.

**


Um dos seus seguranças entrou desesperado na minha sala, ele mal consegui falar; parecia que tinha corrido uma maratona. 

- O que foi?

- Ligaram do Hospital lá na sua casa, perguntando se a S/N não iria pra lá hoje… Olharam a casa toda. Ela sumiu, não estava em canto nenhum.

- Mas e os seguranças? 

- Ela saiu sem nenhum. - senti meu sangue ferver. Eu já havia dito para não fazer isso. 

- Mas que porra! - soquei a mesa. - Ela não pode ter sumido. Rode essa cidade atrás dela. Vá. - disse revoltado. 

Onde é que essa mulher se meteu, meu Deus?

**

Eu andava de um lado para o outro impaciente. Eu estava aflito, e esperava por notícias dela o mais rápido possível. Até que o segurança entra.

- Nada, senhor. Não está na casa da mãe, da amiga, no parque, no mercado. Em canto nenhum. - respirei fundo. 

- Ela saiu com qual carro?

- Com o dela mesmo, senhor. A Land Rover preta. 

- Rastreie. Agora. - ele sai e volta pouco algum tempo depois. - Onde estava? Por que tanta demora?

- Pelo rastreador, ela estaria no hospital. Eu fui até lá, mas nem sinal dela. 

Levei minhas mãos na cabeça e puxei meus cabelos. Tudo que eu queria era saber onde ela estava. 

- Pode sair. Mas me mantenha informado e continue procurando. - ele assente e sai da sala.

Já se passavam das 4 horas da tarde e ainda não tinha sinal nenhum de onde S/N podia estar. Minha secretária entra na sala com uma caixa e me entrega. Na caixa tem as iniciais “S.N”. Estranho, mas abro a caixa. Dentro está a pulseira de ouro da S/N, que eu lhe dei quando completamos 1 anos de casados. Fecho minha mão em punho e jogo a caixa longe.

- Luke. Localize todos os carros do Saulo.

- Saulo Nevado? - ele pronuncia o nome do meu maior inimigo. 

- É. Esse filho da puta está com a S/N. - digo com raiva. - Coloque os helicópteros e os outros caras para procurar pela cidade. Eu tenho que achar a S/N. - digo olhando pela janela a enorme cidade. 

Passa-se 1 hora e ele volta para minha sala. 

- Nós localizamos. Ele está num galpão abandonado, quase na fronteira. - diz afobado. - Ele entrou em contato, disse que quer aquilo que você sabe, ou S/N pagará as consequências. 

- Vão atrás dele e tragam ela de volta pra mim. Ele que não ouse fazer mal à ela. Me mantenha informado. 

Imediatamente ele faz o que eu mandei e vai atrás da minha mulher. Eu só quero ela aqui comigo. Eles vão me dizendo tudo que está acontecendo. Saulo resiste, mas eles conseguem tirar ela de lá e o deixam preso. 

Eles a levam imediatamente para casa e vou mais que depressa pra lá. Todos os seguranças estão reunidos e eu subo correndo para o nosso quarto. S/N está desacordada, com arranhões e hematomas por todo seu corpo. Travo meu maxilar. Aquele filho de uma puta a agrediu. Ele machucou a minha menininha. 

Volto até onde os caras estão e eles olham assustados, provavelmente pela minha cara. 

- Ele a machucou. Deem a ele o que ele merece! - eles entendem o que eu quero e eu volto para o quarto. 

Tirou meus sapatos, minha gravata e meu paletó. Me deito na casa e a puxo para o meu peito. 

- Ele vai pagar pelo que fez. - digo baixinho e beijo sua cabeça. - Eu vou cuidar de você, minha princesa. 


[…]

Masterlist (Reactions e Moodboard)
Reactions BTS

BTS mafia reaction: Você sendo sequestrada

BTS reaction: A descobrir que você é uma ginasta profissional

BTS reaction: Primeiro encontro

BTS reaction: Você tem problemas para dormir

BTS reaction: Você sendo assediada em uma festa e ligando para ele te buscar

BTS reaction: A você ser um híbrido de gato

BTS reaction: Descobrindo que você é um anjo

BTS reaction: Você fazendo aegyo

BTS reaction: Você rimando muito bem

BTS reaction: Gritando com você na frente de alguém

BTS reaction: Você não conversa com eles durante a Turnê

BTS reaction: Você contando ser bissexual

BTS reaction: Briga por ciúmes e você quer terminar

BTS reaction: Você doente

BTS reaction: Á você estar “naqueles” dias

BTS reaction: Com ciúmes

BTS reaction: Como seria se te traíssem

BTS reaction: A você sair correndo depois de algo que eles disseram

BTS reaction: Você sendo amiga do EXO e Big Bang

BTS reaction: Você é uma K-Idol

BTS reaction: Você cantando bem

BTS reaction: Você assistindo pornô

BTS reaction: Você grávida

BTS reaction: Assistindo filme de terror

BTS reaction: Sendo pego pelos filhos em um momento intimo

BTS reaction: Encontrando S/N somente de toalha

BTS reaction: Você tremendo de medo por causa de uma barata

BTS reaction: Você entra no meio do show cantando parabéns

BTS reaction: Você não conseguindo ir no Fansign do GOT7

BTS reaction: Você quer se manter virgem até o casamento

BTS mafia reaction: Alguém invade a casa

BTS reaction: A ver alguém te batendo

BTS reaction: Conhecendo seus pais

BTS reaction: Descobrindo a festa surpresa

BTS reaction: Quando um K-Idol dá em cima de você

BTS reaction: S/N comprando camisinha

BTS reaction: A vocês serem vistos como casal, em público

BTS reaction: Namorada gamer

BTS reaction: Você cantando o solo dele no álbum WINGS

BTS reaction: Você descobrindo que ele te traiu

BTS reaction: Sendo seu primeiro beijo

BTS reaction: S/N de mau humor

BTS reaction: Você querendo um piercing íntimo

Fetiches/Kinks que eu acho que eles tem….

BTS reaction: Você sendo uma rapper

BTS reaction: Descobrindo que você tem piercings/tattoos minimalistas

BTS reaction: Te confundindo com sua irmã gêmea

BTS reaction: A perda do primeiro filho

BTS reaction: Sendo pedido em casamento

BTS reaction: Descobrindo que você lê assiste Yaoi/Yuri

BTS reaction: A você levar um tiro

BTS reaction: Você ser integrante de um GirlGroup e ter muitos fãs homens

BTS reaction: Descobrindo que essa seria sua primeira vez MONSTA X

Monsta X reaction: Rindo de um vídeo deles

Monsta X reaction: Com ciúmes de você

Monsta X reaction: Você grávida de quadrigêmeos EXO

EXO reaction: Você se declarando para ele

EXO reaction: A filha deles revela que está namorando

EXO reaction: Namorada gamer

EXO reaction: Você está ocupada mas ele quer atenção Blackpink

Blackpink reaction: Ela se declara, mas você gosta de outra integrante GOT7

GOT7 reaction: Primeiro encontro

GOT7 reaction: Vocês fazendo uma colaboração

GOT7 reaction: Ficando na friendzone

GOT7 reaction: Gritando com você na frente de alguém

GOT7 reaction: Te encontra se masturbando

GOT7 reaction: Você chorando

GOT7 reaction: Sendo seu primeiro beijo

GOT7 reaction: Você mudando de visual

GOT7 reaction: Sendo pedido em casamento

GOT7 reaction: Você quer terminar porque está com raiva

GOT7 como namorados Moodboard’s BTS

Taehyung moodboard - Primeiro encontro

Seokjin moodboard - Primeiro encontro

Jungkook moodboard - Primeiro encontro

Jimin moodboard - Primeiro encontro

Hoseok moodboard - Primeiro encontro

Jikook moodboard - Young Forever/Spring Day/We Don’t Talk Anymore

Yoongi moodboard cinza

Taehyung - Noite

Namjoon - Casal ~mochi

REAÇÃO DO BTS ao você ser sequestrada.

Situação: O namoro de vocês havia vindo a público e uma fã enciumada planejou o seu sequestro de forma a chamar a atenção do seu namorado, o único que poderia te salvar.

—————-

Rap Monster (Kim NamJoon): Homem forte? O que é isso mesmo?

Namjoon entraria em desespero quando recebesse a notícia, esbarraria em um ou outro móvel e quando desse conta estaria chorando e gritando por seu hyung pelo dormitório. Ele não negaria nenhum pedido da sequestradora e quando enfim te tivesse em seus braços faria o possível para conseguir uma folga da empresa para poder sumir da vista da mídia com você.

Suga (Min YoonGi): Ele desligaria a indiferença e ficaria completamente apavorado. Tentaria manter a razão no controle mas quando menos esperasse iria estar seguindo as ordens da sequestradora para conseguir te ter segura em seus braços o quanto antes.

Jungkook (Jeon JungKook): Jeon sentiria-se como uma criança indefesa, não saberia se seguia ao pedido da “louca” que havia tirado sua garota de si ou dos policiais que montavam suas próprias ideias de acordo. Ele engoliria o choro e manteria uma postura forte, por mais amedrontado que estivesse.

Jin (Kim SeokJin): Seokjin já estava completamente decepcionado com a reação das fãs perante ao namoro, já que muitas haviam achado um absurdo que ele estivesse em um relacionamento. Odiava quando suas fãs esqueciam que ele também era humano e quando descobriu que uma havia te sequestrado para ter sua atenção ele se perguntou se aquela carreira era mesmo a certa para ele.

Ele se sujeitaria aos pedidos da sequestradora com ou sem permissão das autoridades, faria de tudo para tirar sua princesa das mãos daquela pessoa.

Jimin (Park JiMin): Consigo imaginar claramente o ChimChim encolhidinho em algum canto e com o rosto nos joelhos. Ele não negaria as lágrimas e deixaria que elas banhassem seu rosto na frente de todos, Jimin sentia o medo em suas veias e desejava estar em seu lugar.

V (Kim TaeHyung): Muitos podem achar Taehyung uma criança, porém, para ele, você quem era como uma. Ele amava cuidar e proteger você e sentiria-se um péssimo namorado por não ter te protegido o suficiente e insistiria a todo momento para que os policiais deixassem ele tentar se resolver com a sequestradora. Ele não mediria esforços para te ter segura em seus braços novamente.

J-Hope (Jung HoSeok): Assustado e inquieto. Hoseok não conseguiria ficar parado, e quando conseguia se manter sentado roía todas as unhas das mãos. Ele choraria na frente de todos sem vergonha alguma, primeiro por medo e depois por raiva de alguém tão horrível se dizer sua fã.

Twitter oficial: https://twitter.com/btboysreaction

Tropes femininos para evitar


Sei que estou meio afastada, mas como feminista de carteirinha acho que não podia deixar de fazer alguma coisa sobre o dia das mulheres. Ano passado (acho?) falei sobre autoras femininas, e esse ano vou falar sobre três tropes focados em personagens femininos que são negativos e o porquê de eu os considerar negativos.

- Damsel in Distress (Donzela em Perigo)

Esse é bem típico, mas geralmente a gente nem percebe que o está colocando na história. Ele ocorre quando uma personagem feminina é posta em perigo com o objetivo de fazer com os outros personagens a salvem. Agora, é claro que em uma história de fantasia, ou na maioria das histórias com conflitos violentos, alguém vai ficar em perigo. A questão aqui não é colocar a personagem feminina em uma situação complicada — presa, sequestrada, perdendo uma luta. A questão é, exatamente, a parte em que os outros personagens que vão salvá-la.

Por que é problemático? Porque, histórica e socialmente as mulheres foram consideradas indefesas, menos habilidosas, e num geral inferiores aos homens. Essa é uma noção que, embora tenha sido combatida, ainda existe na sociedade. E promover esse tipo de trope, como o da donzela em perigo, garante que essa noção permaneça. Bem ou mal, a mídia ensina alguma coisa. Bem ou mal, representar personagens femininas como inferiores faz com que leitores continuem vendo mulheres como inferiores.

Numa ideia alternativa, você pode, como escritor, fazer com que o personagem masculino fique em perigo, para variar. Ou, claro, fazer com que a personagem feminina escape sozinha ou contribua ativamente com o próprio resgate. Especialmente se ela for inteligente.

- Manic Pixie Dream Girl (meio complicado de traduzir, sorry)

Esse é bem típico, também. Acontece quando uma personagem feminina tem uma personalidade bem excêntrica, otimista, é brincalhona, meio infantil… e existe única e exclusivamente para salvar o protagonista (de gênero masculino) de sua existência infeliz e negativa. Por si só, não é negativo. As características da personalidade não são negativas. O problema está, é claro, na parte em que a personagem feminina só é utilizada em prol do personagem masculino.

Isso é problemático por diversos motivos. Em primeiro lugar, um personagem precisa de qualidades e falhas. As MPDGs (porque escrever isso toda hora será um saco) geralmente são caracterizadas em uma luz positiva o tempo inteiro. Isso as torna absurdamente rasas. Além disso, elas raramente possuem motivações fora do romance. Em segundo lugar, novamente mencionando a mídia como educadora, mostrar mulheres como secundárias aos homens e existentes para melhorá-los contribui para que esse tipo de ideia (não-saudável) seja mantida na sociedade.

Esse trope pode ser resolvido muito facilmente ao desenvolver a personagem e o romance de uma maneira realista, dando à MPDG falhas, uma história, tristeza (ninguém é feliz o tempo inteiro), motivações.

- Femme Fatale

Eu odeio esse trope de todo o coração. A Femme Fatale é aquela personagem poderosíssima, com aquela aura sexual que guarda segredos e confunde o herói. Ela é do mal? Ela é do bem? Eu só sei que ela é sexy e sabe que é sexy.

Em primeiro lugar, é uma personagem feminina reduzida a sexo. O único apelo dela é esse. Ugh. Ugh. Ugh. Como eu disse ali em cima, personagens precisam de personalidade. Ser gostosa e saber disso não é uma personalidade. É um traço. Em segundo lugar, assim como as MPDGs, elas geralmente existem só pelo protagonista masculino. De maneira diferente, sim, porque enquanto as MPDGs têm um efeito positivo, as Femme Fatales geralmente existem para confundi-los e tirá-los do caminho correto.

Tosco.

Sério.

Dá pra fazer uma personagem poderosíssima que é muito mais que o próprio corpo e a própria sensualidade. Por favor.

Eu sou bem apaixonada por tropes. Para quem quiser e souber inglês, sugiro fortemente ler o TV Tropes, que é de onde tirei a pesquisa para essa postagem (sans as partes com as minhas opiniões, claro). Lá tem também vários exemplos de cada trope, e é ótimo para ver a teoria na prática.

20 coisas para fazer antes de morrer

1-Vá até um lugar, grite uma pessoa que está longe e a chame com a mão, quando ela chegar perto a olhe estranho e chame outra.


2- Vá até um lugar público com um rádio e coloque um Hip Hop e comece a dançar loucamente.


3- Vá até uma praça vestida de mendiga com uma placa “faça essa adolescente feliz doe dinheiro pra ela poder realizar o sonho de ver seu ídolo”.


4- Escreva um bilhete de despedida pra sua mãe, saia de casa e só volte de madrugada.


5- Quando o elevador parar em um andar e a pessoa for sair fale “foi nesse andar que eu morri” e sorria.


6- Em um lugar movimentado, comece a andar ao lado de uma pessoa e a olhe com cara de psicopata.


7- Chegue pra algum casal e fale “você está me traindo? eu não acredito! E eu ainda estou grávida” e saia chorando.


8- Quando estiver andando de carro, abra a janela e coloque a cabeça pra fora e comece a gritar que está sendo sequestrada.


9-Caminhe na rua falando com alguém no celular, quando uma pessoa passar fale “trabalho feito, ele está morto”.


10- De noite fique andando em círculos em um lugar e quando perguntarem porque você ta fazendo isso diga que foi ali que você morreu.


11-Entre em um táxi e fale: siga aquele carro.

12- Saia na sua rua com a cara pintada como se fosse fazer um protesto e grite sem parar “eu odeio todos vocês”.

13- Diga a sua melhor amiga que você está grávida e não sabe quem é o pai.

14- Vá até uma loja de roupas e fique andando por lá, quando ver alguém entrando vá até a pessoa e fale “em que posso ajudar?”

15- Chame um amigo pra sair e vá até uma lanchonete, coma tudo que tem direito e na hora de pagar diga que não tem dinheiro.

16- No último dia de aula jogue suas coisas no chão e comece a cantar e dançar uma música alegre.

17- Chegue na menina feia que se acha da escola e diga “você é tão maravilhosa, sou sua fã!”.

18-Tire uma foto no cemitério, poste no instagram e escreva na legenda “no céu também tem wi-fi”

19-Diga para seu professor que é melhor guardar suas provas porque quando for famoso não vai ter tempo de dar autógrafos a ele.

20-Vá em uma loja e peça 10 pares de sapatos pro vendedor e enquanto ele vai buscar vá embora.

“Oi, se os pedidos estiverem abertos, faz um do Zayn em que ela foi sequestrada, mas ele estava em turnê e um dos seguranças (que ele tinha deixando para cuidar dela) liga para ele avisando, logo após um show, ele fica desesperado e cancela tudo. Os policiais a encontram, mas ela está bem machucada e tem que ficar no hospital alguns dias, o Zayn não sai do lado dela nenhum minuto e fica se sentindo culpado (mesmo a culpa não sendo dele), e fica cuidando dela e tals. Queria na visão dele, se possível, obrigada desde já!”

bellemagrii


Espero q tenha gostado,desculpe qualquer erro


Imagine do zayn


Saio do palco suado e calçado,adoro a vida que levo mas as vezes fica  difícil aguentar,ficar longe da família, namorada e amigos é foda mas tudo isso que estou fazendo compensa pois vejo no olhar de meus fãs o quanto  isso significa para eles,so de me verem,isso é a parte mais importante para mim e fora que eu adoro cantar,nao sei o que eu faria sem ser cantor,minha vida e fantástica nao posso reclamar de mao cheia,tenho a S/N ao meu lado,meu porto seguro,mês que vem se der estou voltando pra casa amor.

  -bom trabalho hoje zayn-fala Cameron meu empresario me cumprimentando com um abraço.

  -e quando nao faço cameron-digo me exibindo.

Cameron foi um únicos dos caras q acreditou em minha carreira solo,nem eu acreditei tanto em mim,a pessoa que me incentivou mais foi S/N,meu anjo…meu celular começa a tocar e vejo que é Stuart,o segurança de casa,atendo rapidamente,pois deve ser algo grave ja que o mesmo nunca me liga.


  -senhor malik a senhorita S/N ta em perigo.-meu coração para,nao consigo raciocinar,minha princesa estaria bem agora-ela saiu para ir ao shopping senhor e eu fiquei sabendo que ela foi sequestrada,as câmeras do lugar mostraram dois homens encapuzados   á rendendo senhor.-ele diz rápido e nervoso

 
 -Seu irresponsável porque diabos deixou ela sair sozinha te pago pra cuidar dela-meu amor esta correndo perigo nesse momento,preciso acha-lá.-encontre logo seu merda.-aviso


Porque com ela Deus ela e o ser mais doce que ja conheci nao posso viver sem ela. Sem perceber lágrimas caiem dos meus olhos,choro forte como nunca chorei nao posso perde-la,nao posso mais ficar aqui me acabando em lágrimas tenho que fazer alguma coisa tenho que voltar a Londres agora mesmo e encontra-la.


Vou a procura de Cameron,ainda chorando feito um condenado.nao consigo parar de pensar que eu poderia ter evitado se estivesse lá.


  -Cara cancele essa porra inteira,eu vou voltar pra londres.-falo praticamente berrando à Cameron,que me olha como se eu fosse retardado,conto tudo à ele e se ele disser que é besteiro o mato aqui mesmo,mas ele compreende e fala que vai anuciar o cancelamento da turnê.E ja peço á ele para preparar o jatinho,pois vou para  Londres agora  mesmo.


(…)

Estava voando ainda isso nao chega nunca tudo bem que do México ate londres é 9 horas de viagem mas eu nao consigo parar de pensar em como ela deve ta agora,sera que tao machucando ela?ou coisa pior?nao pense nisso agora zayn S/N deve estar bem.


Depois do que parece uma eternidade finalmente Londres saio correndo do jatinho e no aeroporto há um monte de paparazzi,pois o sequestro da namorada de zayn malik havia saído na internet assim que deixei o show,parece que alguem da própria  policia informou à mídia,foi dificil chegar  ate o carro pois estava cheio de repórteres no aeroporto fazendo perguntas para mim e isso me deixou puto.

Vou direto para casa avisto o segurança e vou de encontro a ele,estou tao irritado com esse filha da puta irresponsável.


  -como deixou-à sozinha seu merda do caralho-disse pegando ele pelo colarinho e o levantando,queria matar esse…

 
 -senhor malik solte esse homem agora nao adianta fazer nada agora-diz um policial acho que era o investigador-eu coloquei meus melhores homens nesse caso logo logo sua mulher estará em casa-ele diz tentando me tranquilizar. Solto o desgraçado.


  -saia da minha frente seu inutil-digo ao homem que sai imediatamente de minha casa.-vao achar ela?se pedirem dinheiro eu pago quanto for pra ter ela aqui.


 

Com  -o negócio agora é manter a calma senhor malik-manter a calma…MANTER A PORRA DA CALMA?ele tem sorte que é da Polícia.


  -o que eu faço?- pergunto perdido.


  -Descanse agora sua mulher vai estar aqui quando o senhor menos pensar.-ele diz


E penso que  eu nao posso realmente nao fazer nada,entao subo para nosso quarto e sinto seu cheiro aqui e nao consigo parar de chora,tomo um banho e as lágrimas ainda param,deito na nossa cama e deito a cabeça em cima do travesseiro dela e passo a noite inteira assim. Pensando nas coisas maravilhosas que ja passamos juntos.


Ouço varias batidas na porta  levanto desesperadamente para ver quem é vejo policial de ontem.

 -encontram ela-desco correndo com a mesma roupa que dormi mando o motorista preparar o carro e me viro a ao policial onde esta meu amor ,ele diz que ela esta em um hospital e me desespero denovo.ELA esta bem?Deus que nao tenha acontecido nada demais…


Entro no hospital correndo e pergunto por S/N  e a moça da recpsao enrola e me irrito com ela ela diz que o medico irá vir conversar comigo. Sento e penso no pior pois algo ruim aconteceu sinto isso e começo a chorar denovo.Vejo um homem velho em minha direção e levanto esse e o médico


  -venha  comigo senhor malik-ele diz e sigo ele ,nós entramos em um corredor brancoele para e começa a falar comigo- o s
Estado de S/N e grave pois esta muito machucada,estamos fazendo teste para agressao sexual mas n acho possivel-nao S/N ficará traumatizada,ela nao merecia isso e tudo culpa minha.


  -Posso vê-la?


 -sim, mas ela nao está acordada ainda senhor

 
 Eu entao no querto e S/N esta lá deitada seu rosto esta todo cortado e inchado e aquela hora  me acabo s/n ta respirando por aquele cubinho,porque logo ela?eu merecia isso nao ela,se eu  tivesse a levado comigo na turne nada disso teria acontecido,pego em sua mão e acaricio sento na poltrona ao seu lado e fico o a observando.


Depois de dois dias aqui eu so sai do seu lado para Tomar  um café, nao posso deixá-la sozinha denovo,nesse tempo minha familia e a de sn veio aqui, na verdade apenas seu irmao ja que ele é o único  familiar dela vivo,e descobriram que os caras que a sequestraram aqueles filhos da puta iam pedir dinheiro mas a polícia os encontrarão e salvou  ela,eles so agrediram ela fisicamente,nao sexulmente,mas esses desgraçados foram presos.Mas ela ainda nao acordou,e isso está me matando o medico disse que ela pode acordar qualquer hora e vou continuar aqui ao seu lado.


Estou morrendo de sono e quando estou quase adormecendo sinto algo apertar minha mão.


  -zayn?-meu amor diz

BTS mafia reaction: Você sendo sequestrada

✳ Seokjin: Ele havia chegado em casa de madrugada - uma das partes ruins do “trabalho” dele era essa - e deixou o blazer no braço do sofá, subindo as escadas e esperando encontrar você no quarto ou talvez acordada vendo algo na TV já que às vezes gostava de espera-lo chegar, mesmo que fosse muito tarde.
Mas quando ele chegou na porta do quarto e viu a cama vazia, os cobertores desarrumados, o seu cheiro ainda no ar. Ele viu seu celular no chão, a tela trincada e suspirou, franzindo as sobrancelhas.
Algo estava fora do lugar.
Você nunca saia de casa sem avisa-lo, e/ou se o fizesse, sempre levava seguranças. Ele ligou para cada um para confirmar o que suspeitava: Você não estava com nenhum deles.
Ele chamou todos os seus homens, e os dividiu em dois grupos: O primeiro procuraria nos lados, norte e sul enquanto o segundo, no leste e oeste. E deixou um aviso:
- Só voltem quando encontra-la. Quero ela viva. E se voltarem sem ela, eu mato cada um de vocês. Entendido?

✳ Namjoon: Os integrantes da gangue rival te pegaram na saída da escola, por uma breve distração dos seguranças que Namjoon havia contratado. E agora, um deles contava a infeliz notícia ao chefe, que voou no pescoço dele.
- O que disse?
O homem engoliu em seco, sentindo as mãos do mais alto apertando-se cada vez mais em volta de seu pescoço, e a feição dele, era assustadora. Não negava ser o mafioso mais perigoso de Seoul.
- C-chefe. - Engoliu em seco. - Não foi intencional. Nos distraím-
- Eu estou pouco me fodendo! Eu contratei vocês, seus filhos da puta, pra proteger a S/N! Mas que porra! - Ele soltou a garganta do outro e se virou de costas, jogando tudo que estava em cima de sua mesa, no chão.
Seu peito arfava desesperado, o cabelo bagunçado, as mãos tremiam. Ele não podia pensar que alguém te machucaria, ele não permitiria que o fizessem. Ele te prometera isso.
- Estão demitidos. Todos.
Os homens saíram da sala, quietos.
Namjoon rosnou e sacou o telefone, ligando para os números que tinha decorado. - Hoseok, me ajuda. Eles pegaram ela, Hoseok.
- Merda. Estamos indo. - O telefone foi desligado e ele sabia que seus homens estavam a caminho.

✳ Yoongi: Ele contratou o que se poderia chamar de exército. Ele não se importava de torrar todo seu dinheiro em armas, contratando assassinos profissionais e homens para te procurar. Ele apenas queria você de volta.
E faria qualquer coisa por isso.
Moveria Seoul e iria até o inferno, mas ele te encontraria. Fez acordos com traficantes para que eles os cobrissem na missão, e assim ele e seus homens entrassem no galpão onde você fora localizada.
Não demorou muito para que eles conseguissem acesso, e Yoongi correu para checar o lugar todo, te procurando, enquanto deu a ordem para que seus homens matassem todos que encontrassem.
E quando ele a tivesse em seus braços, mesmo que fraca, chorando e tremendo, ele suspiraria aliviado e mesmo não sendo um fiel religioso, agradeceria a todos os Deuses por não ter te perdido.

✳ Jhope: Assim como Yoongi, não pouparia esforços para te achar. Contrataria os melhores hackers do mundo e entraria em contato no mesmo dia com seus sequestradores.
Enquanto ele fingia negociar com eles no telefone, seus homens já estavam chegando no local onde você estava escondida. Faltava pouco para acertarem o valor, Jhope estava nervoso, aflito e ansioso, mas sabia muito bem disfarçar com sua lábia incrível.
- Vou te passar o número da conta. - O sequestrador disse. E no mesmo instante um segurança sinalizou para Jhope que haviam te achado, ele suspirou e riu.
- Vai se fuder. E só um aviso: Eu vou te matar.

✳ Jimin: Ele não dormia bem, nem comia, talvez a única coisa que lembrasse vagamente de fazer era beber água, uma ou duas vezes ao dia. A casa nunca fora tão vazia.
Ele estava acostumado a sua presença alegre e radiante, a você dançando a uma musica qualquer descalço, desfilando com um dos milhares vestidos que ele havia te dado, de forma engraçada, fazendo caras e bocas.
Ele riu mórbido com a lembrança. E o copo de água deslizou entre seus dedos, indo ao chão. Ele apertou a testa e apoiou a outra mão no balcão. Sentia tanto a sua falta que chegava a doer.
Machucava acordar sem você ao lado, a casa silenciosa e escura. Sem vida. Não existia Jimin sem você. Há um mês você havia sido sequestrada por seus inimigos e ele se sentia extremamente culpado.
Até ouvir a porta bater e abriu os olhos, para encontrar sua figura instável e cheia de machucados a sua frente, mesmo assim você sorriu, porque estava feliz em ve-lo.
- J-jimin…. - Você sussurrou deixando as lágrimas caírem e ele correu até você. Abraçando seu mundo.

✳ Taehyung: O mais poderoso mafioso de toda Seoul. Todos temiam esse nome. Mas parecia que quem te sequestrou estava tentando testar a paciência de Kim Taehyung.
- Como assim, não acharam ? - Ele espalmou as mãos na mesa, lançando um olhar ao homem a sua frente.
- Procuramos, em todos lugares, senhor. Sinto muito. - Ele adicionou rapidamente, já temendo a reação do chefe.
Taehyung riu.
- Ouça, bem. - Ele fez uma pausa, olhando nos olhos do outro. - Vá do céu ao inferno, procure em cada canto dessa porra de cidade, porque eu quero a minha garota de volta. Eu preciso repetir ou vou ter que desenhar?
A voz dele apesar de baixa, era completamente assustadora. O tom rouco, era quase assassino. O homem assentiu repetidas vezes e saiu correndo do escritório dele.
Enquanto Taehyung desabou na cadeira, arrependido de ter te exposto ao perigo te envolvendo no mundo dele.

✳ Jungkook: Ele procurava com uma quantidade excessiva de homens, em cada canto, não fazia nada além disso. Não pensava em mais nada, ele apenas tinha que te encontrar.
Ele tinha olheiras fundas abaixo dos olhos, a boca seca, não sorria, nem falava, parecia quase um morto vivo. Havia acabado de voltar de mais uma missão de te achar, que havia falhado, de novo.
Ele adentrou a sala de casa, encontrando os meninos no sofá, que levantaram ansiosos para saber se você havia aparecido e ele negou, sentindo a visão turva.
Jungkook sentiu os joelhos cederem abaixo de si e caiu. Viu sapatos a sua frente, a visão borrada, instável, mal ouvia o que era dito.
- Jungkook. Fique aqui. Podemos procurar por ela. Descanse. Você tem feito isso há dois meses. - Não conseguiu identificar de quem era a voz, mas talvez fosse de Taehyung ou de Yoongi. Ele não sabia.
- Hyung. Eu n-não…. Eu preciso, p-preciso encontrar…. - Jungkook não conseguiu terminar a frase, apagou antes disso.
E sua surpresa foi, acordar três dias depois, com um soro ao lado, e você do outro lado da cama, sorrindo fraco, com um curativo no supercílio.
Ele não ligou se tinha uma agulha no braço, nem do quão fraco estava, apenas te abraçou e deixou-se chorar. - Jagiya….
__________________________________
Desculpa a demora (mesmo), e espero que tenham gostado 💜
~mochi

Pedido por: Anonimo


Coloquei os brincos de diamante cuidadosamente, vendo o brilho ser refletido pelo espelho. O batom rosa e pouco chamativo dava um toque final no visual chique e moderno. Eu estava me achando maravilhosa ao me ver daquele jeito, e com os elogios que ouvi, não podia ser diferente.

Tony estava parado na porta, encostado, esperando impacientemente. Sua cara emburrada não me intimidou, estava irritado por ser obrigado a me acompanhar no evento de hoje à noite, uma ópera. 

Como Tony odeia óperas e eu as amo, era a vingança perfeita pelo susto que levei quando fui sequestrada pelo Mandarim e quase morta em uma queda de sessenta metros.

— Você está linda nesse vestido — umedeceu os lábios. — Mas fica mais ainda sem ele.

Sorri para sua imagem refletida no espelho, terminando de ajeitar o decote.

— Boa tentativa, mas você ainda tem que ir.

— Quantas vezes tenho que dizer que aquele ataque não foi culpa minha? — ele tentou, pela milésima vez. Sua cara de cachorro sem dono, por um momento, me fez sentir pena dele.

— Eu sei que não foi sua culpa — virei para trás, o encarando. — Mas quero que vá comigo e aproveite essa ópera. Ou quem sabe, posso convidar o Steve. É um homem sensível, tenho certeza de que ele vai gostar.

Seu corpo se enrijeceu e ele cruzou os braços, com sua cara de poucos amigos agora de volta ao rosto, pigarreou, irritado. 

A tática do ciúme do Steve. Nunca falhava.

— Podemos ir logo? — ele disse, sério.

Me aproximei, lhe dando um beijo rápido, mas que o fez relaxar.

— Claro, meu herói — dei batidinhas leves em seu peito. — Vamos.

Dei uma ultima olhada no vestido pelo espelho, maravilhada com a peça. Tony havia escolhido quando estávamos passando pela frente de uma loja, dizendo ser a minha cara e que eu ficaria ótima nele. Seu bom gosto sempre me surpreende.

(…)

Happy abriu a porta do carro e eu desci, sendo acompanhada por Tony, que andava ligeiro para me acompanhar. Estar ali era um sonho se tornando realidade, eu adorava óperas e ir à uma era maravilhoso. E se Tony não estivesse tagarelando a respeito dos vestidos das senhoras que passavam e reclamando sobre estar perdendo seu tempo, seria o momento perfeito.

— Não entendo por que as pessoas choram quando escutam isso — ele disse, com uma careta, lendo o papel que nos foi entregue na entrada do evento. — Quero voltar para a minha casa e colocar AC/DC o mais alto possível.

— Anthony Edward Stark, você está agindo como uma criança — sussurrei, percebendo que as pessoas em volta nos observavam.

— S/N, você parece a minha mãe falando — ele retrucou na mesma altura.

— Tudo bem, vamos fazer um trato, ok? — parei de andar, tocando seus braços e alisando-os, olhando-o nos olhos. Pela primeira vez desde que chegamos, ele me ouviu. — Quando voltarmos, vou ouvir AC/DC com você. E quem sabe até podemos realizar aquele pedido que você me fez outro dia, se lembra?

Ele deu seu sorriso mais safado.

— Na oficina?

— Onde você quiser.

— Fechado — disse, segurando minha mão e me conduzindo até o grande salão. — Eu amo ópera.

Sorri, me sentando no local indicado e ele sentou ao meu lado, apenas aguardando pacientemente até o final.

O barítono cantava com paixão, as palavras em italiano saíndo de sua boca com magia, era impossível não se emocionar. Seus olhos se fechavam a cada nota alta e a platéia suspirava, era lindo como seu tom de voz casava perfeitamente com a musica melancólica.

As mulheres, e alguns homens ao meu redor, choravam com tamanha beleza. Tony, porém, só sabia bufar e balançar a perna nervosamente, reclamando que aquilo era um tédio.

Quando controlar as lágrimas já estava impossível, me permiti chorar e colocar toda a emoção para fora. Isso, porém, só serviu para Tony fazer mais piadas.

— Não acredito que você está chorando — disse com um sorriso no rosto. — Está parecendo uma garotinha.

— Qual é o problema nisso? — indaguei, secando as lágrimas que insistiam em cair sem parar.

— Nada, mas é engraçado.

Os aplausos calorosos encerraram a apresentação com chave de ouro. Tony estava eufórico para chegarmos logo em casa, mas mesmo com isso, não parava de implicar comigo.

—… e aí ela começou a chorar feito uma criança — contou para Happy, que ria sem parar com a história do amigo.

— Me poupe, Stark — cruzei os braços, desviando o olhar para a rua pela janela da limusine.

— Eu estava brincando, meu amor — ele se aproximou. — Na verdade, fiquei admirado com sua sensibilidade. Não conhecia esse seu lado, estou feliz em dizer que estou ainda mais apaixonado por você.

Lutei contra a vontade de sorrir, mas era impossível resistir esse homem.

— Você é um idiota — o puxei para um beijo, os lábios de Tony encontraram os meus, atacando-os com urgência.

— Eu não quero ver isso — Happy pressionou um botão, fechando a pequena janela que dava acesso a parte da frente da limusine.

Após voltarmos para a mansão, Tony, apressado, correu para a sala de estar, pedindo para que Sexta-Feira colocasse sua melhor playlist de rock e me esperou com um sorriso sugestivo.

— Espero que não tenha gasto sua energia — disse.

— Ainda estou cheia de disposição — envolvi seu corpo em um abraço, recomeçando um beijo cheio de desejo. Suas mãos percorreram minhas costas lentamente, descendo pela cintura e me erguendo para que eu o entrelaçasse com minhas pernas.

— Me surpreenda ainda mais — disse contra meus lábios. — durante a noite toda…

Pedido: Pode fazer um do Harry em que ela é sequestrada e ele fica doido para achar ela – Anônimo

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

***

Imagine do Harry

Eu namoro com Harry Styles já faz quase três anos, ele é um dos homens mais ricos da Europa, muito conhecido pelas suas empresas, eu sou uma médica famosa, e nos conhecemos quando ele sofreu um acidente leve e depois disso ele ficou no meu pé, querendo meu número, querendo sair comigo e eu aceitei depois de muita insistência e deu certo, acabei me apaixonando por ele. Nosso relacionamento foi difícil, mas aqui estamos mais juntos do que nunca. Um dos nossos problemas foi com uma ex dele, Kate, ela simplesmente é louca pelo Harry já tentou nos separar de todas as formas.  

Estava tomando meu café da manhã e assim que termino pego a minha bolsa a chave de uns dos carros de Harry e saio do apartamento e entro no elevador, aperto no botão para ir ao subsolo onde tem todos os carros do dele.

Caminho até o Audi preto e o destravo, abro a porta e entro, dou á partida no carro e saio do estacionamento acelerando até o hospital.

Ligo o rádio para poder dispersar os pensamentos e começa a tocar Kings and Queens e fico batucando de leve os dedos no volante enquanto espero o sinal de transito ficar verde. Finalmente o sinal abre e saio acelerando pelas ruas até avistar a entrada do Hospital.

Assim que chego ao hospital, eu desço até o estacionamento no subsolo e estaciono o carro de Harry lá e desço do carro. Antes fechar a porta do carro, recebo um murro no queixo e desmaio.

***

POV Harry:

Tinha saído para trabalhar e estava dentro do Audi quando finalmente chego na empresa e desço do carro. Entro na empresa e vou caminhando com passos duros ao elevador, durante o caminho várias pessoas me cumprimentam com respeito e mulheres me olham com desejo e respeito, mas finjo não ter visto elas, sou fiel á minha (S/n).

Aceno com a cabeça para a maioria e entro no elevador e aperto no botão do ultimo andar.

Assim que chego ao ultimo andar  vou direto para a minha sala com Mary em meu encalço com um tablet na mão onde deve estar anotado todas as reuniões que tenho hoje.

- Senhor Styles – Mary me chama perto da porta.

- Sim, pode me dizer a minha agenda de hoje – Digo sério e começo a digitar enquanto Mary se aproxima e mexe no tablet.

- Pela manhã tem três reuniões e pela tarde tem mais quatro reuniões – Ela diz e depois mexe novamente no tablet.

- Tudo bem, pode ir… – Mando e Mary assente e vai saindo – Mary – Eu a chamo novamente.

- Sim, senhor Styles? – Ela pergunta se voltando para mim.

- Se (S/n) ligar passe sem hesitar a ligação pra mim, isso é uma ordem – Digo encarando ela com um olhar frio e Mary assente rapidamente.

- Claro, Senhor Styles, irei fazer isso – Ela diz e sai da sala fechando a porta atrás de si.

Já ia entrar na primeira reunião quando o meu telefone começou a tocar e atendo.

- Styles – Atendo com a voz forte e imponente.

- Senhor Styles, aqui é a Lucy – Ela diz com a voz meio tímida, ela é a minha empregada.

- Sim, Lucy – Respondo não entendendo muito bem o porque dela ter ligado.

- Só liguei para avisar que a (S/n) saiu com um dos seus carros e sem nenhum segurança junto – Lucy diz e eu respiro fundo.

- Muito obrigado por avisar, Lucy, vou ligar para ela e mandar os seguranças – Respondo e desligo.

Ligo para o chefe de segurança e depois de 5 minutos ele entra bate na porta do escritório e eu o manda entrar.

- Sr Styles? – Ele diz com total competência.

- Preciso que rasteiem um dos meus carros que saíram da minha garagem e mandem seguranças para lá – Falo e Mark assente.

- Sim, senhor – Ele diz e sai da sala e fecha a porta atrás de si e eu pego o seu celular e ligo para (S/n).

Depois de uns minutos o celular é atendido.

– Alôôô – Uma voz de homem atende no lugar dela e sinto a ironia exalar na voz desse homem e sinto uma fúria me tomar. Quem é ele? Onde está (S/n)?

- Quem é você? – Pergunto com a pura fúria exalando na minha voz.

– Ah quem sou eu? Não importa – O homem diz como se isso fosse de extrema besteira. Escuto pneus raspando a estrada e a preocupação me toma.

- ONDE ESTÁ (S/N)? – Grito já perdendo a paciência e minhas mãos tremem de raiva.

- (S/n)? Bem, ela está aqui comigo – O homem diz com uma normalidade como se não importasse.

– HARRY, SOCORRO – Escuto (S/n) soltar um grito bastante alto e isso me desespera e fico sem reação, em estado de choque por poucos segundos e logo meu instinto protetor que tenho por ela entra em ação.

– CALA A BOCA – O homem solta um grito furioso com (S/n) e eu fico mais puto, mais furioso e mais preocupado.

- QUE PORRA VOCÊ ESTÁ FAZENDO COM ELA? ESCUTA AQUI SEU FILHO DA PUTA SE VOCÊ ENCOSTAR UM DEDO NELA EU VOU TE CAÇAR ATÉ NO INFERNO E VOU TE MATAR COM AS MINHAS PRÓPRIAS MÃOS – Grito com muita fúria.

– Escutou isso, Senhor Styles, eu estou com o seu amor, mas agora tenho que desligar, tchau – O homem faz de conta que não escutou nada do que eu disse e desliga, eu jogo todas as coisas que estavam em minha mesa no chão e depois corro em direção a porta do escritório e saio como um furacão pela recepção do seu andar e Mary se levanta rápido e eu passo por ela como se ela não existisse. Corro até a sala dos seguranças onde Mark está e o encontro ele com mais cinco seguranças e todos se levantam quando me vêem.

- Sr Styles – Eles falam.

- (S/n) foi sequestrada, onde está o carro que ela saiu? – Pergunto correndo os olhos pelas telas de computadores e os seguranças voltam rapidamente para o trabalho.

- Aqui, ela pegou um Audi, primeiro ela foi ao hospital e no minuto seguinte o carro sai do hospital e vai em direção a saída da cidade, agora eles estão cruzando a saída, já mandamos três carros com quatro seguranças dentro de cada atrás deles – Mark diz e eu assinto.

- Vamos manter contato com eles pelo rádio – O segurança número 1 diz.

- Tudo bem – Digo apertando a cadeira com força quase a quebrando.

***

Os carros com os seguranças do Harry estão alcançando o carro do sequestrador. O carro em que (S/n) está dentro está andando feito louco pelo transito, fazendo curvas e mais curvas, desviando de carros que estão pela frente e dos carros com os seguranças que estão atrás. Os quatro carros de segurança aceleram e vão pegando mais velocidade. Até que um dos carros de Harry encosta no carro do seqüestrador e sai seguindo com ele por perto e arranhando toda a lataria dos dois carros e o seqüestrador bate no carro ao seu lado fazendo esse carro capotar e vira para o outro lado conseguindo se desvencilhar dos carros dos seguranças e quase virando o carro em que (S/n)está dentro, Harry quase tem um ataque do coração quando vê o carro de (S/n) quase virando. ELA ESTÁ LÁ DENTRO, PORRA.

O carro em que (S/n) e o homem estavam conseguem escapar.

- Perdemos o rastreamento do carro – Mark diz digitando nos vários teclados que tem a sua frente. Harry olha para todos os lados e vê um pequenino objeto em cima da mesa e o pega já tento uma idéia na cabeça.

- PORRA – Harry soca a parede – Mandem os helicópteros sobrevoarem o local – Ele diz e dois seguranças assentem e saem da sala correndo.

Harry sai da sala de segurança e fica dando volta pela recepção, ele fica andando de um lado pro outro com uma mão no cabelo e para e respira fundo.

Ele escuta barulhos de salto altos contra o chão se aproximar e ergue o olhar.

Kate caminha em sua direção com um sorriso. Harry sabe que foi ela quem seqüestrou (S/n), mas ele tem que manter a discrição, o que é bem difícil.

- Harry, querido – Ela diz e observa bem o rosto dele e depois dá um sorriso.
- Kate – Ele diz meio frio.

- Vim dizer que vou ficar uns dias sem ver você porque eu… irei viajar – Kate diz e Harry assente.

- O que houve? – Ela pergunta.

- Posso te dar um abraço? – Harry pergunta e Kate fica surpresa, mas abre um sorriso maior do mundo e abre os braços pra ele, que a abraça.

Harry abraça Kate e ficam ali por um minuto e depois dos dois se desvencilham.

- Muito bem, agora tenho que ir – Ela diz passando a mão pelo rosto de Harry e depois sai.

Harry abre um sorriso vitorioso quando vê Kate ir embora.

Ele conseguiu colocar um rastreador preso com segurança na roupa de Kate.

***

Harry depois de ter colocado o rastreador bem preso na roupa de Kate volta pra sala de segurança.

- Sigam o rastreador 529, eu coloquei na Kate, ela deve saber onde exatamente levaram (S/n) – Ele manda e todos da sala ficam atentos a Mark que está digitando furiosamente no teclado do computador.

- Aqui, senhor– Ele diz e aponta a onde tem um ponto que ainda está saindo da Empresa Styles.

- Ótimo, vamos segui- lá e saber pra onde (S/n) foi levada – Ele diz e todos mantém a atenção voltada para o pontinho na tela, em Kate.

***

- Kate está aqui, senhor Styles, os seguranças chegaram até ali, mas em seguida perdemos o carro deles, eles estão próximos – Mark diz e Harry assente.

- Mandem um helicóptero sobrevoar e chame todos os meus seguranças disponíveis aqui e ligue para o chefe de investigações, Stevie, vamos resgatar a minha mulher – Harry diz e todos assentem.

Harry entra no carro e sai cantando pneus em direção a onde (S/n) foi levada, ele dirige com tanta velocidade que com certeza já deve ter levado umas quatro multas.

Quando chegam ao local, ele vê muitos carros de segurança e policiais parados prontos para arrombar a porta.

- Porque estão esperando? Arrombem logo isso – Harry diz furioso. Os policiais arrombam as portas e já entram apontando armas para todos os lugares. Harry escuta uma tiro e seu coração se comprime de preocupação. Ele entra correndo dentro da casa de madeira e vê sangue no chão.

- (S/N)? – Ele grita pela sua mulher.

- HARRY – Ele escuta ela gritar o seu nome e Harry fica mais aliviado, ele sai correndo e a encontra presa em uma cadeira e ao chão Kate morta e o homem, o seqüestrador, está preso com algemas.

Ele desamarra a (S/n) e a puxa para seus braços e a aperta ali.

- Eu fiquei tão preocupado com você – Ele diz e ela o abraça com força.

- Eu fiquei com tanto medo.

- Nunca mais vou deixar nada de ruim acontecer com você, eu te amo mais do que a eu mesmo – Harry falo e coloca seus lábios nos dela.

Espero que tenham gostado, se sim, deixem uma ask me contando

*Os favoritos são importantes, então se gostou deixa seu fav lindo aí ;D

toda a imensidão de meu ser cabe num pote de margarina (derretida)

Ela gostava de dormir de barriga para cima, embora a ideia de ter pesadelos durante a noite a atormentasse profundamente: sabia que, embora em sua certidão datasse dezoito anos desde seu nascimento, possuía a idade mental de uma criança de quatro. Seu sonho era ter estrelas brilhantes coladas no teto de seu quarto, para que todas as noites, imprescindivelmente, pudesse se encantar com o brilho, embora artificial, das pequenas esferas de calor, de mentira. A ideia de que possuía o universo em seu quarto era uma ideia que a agradava imensamente.

Uma vez, o psicólogo perguntou a ela o quão é possível uma imensidão caber num espaço pequeno. De início, a resposta fora sequestrada, bem diante dos seus olhos redondos, daquele castanho tão escuro que perdia-se em tonalidades expressivamente negras. Na luz da sala, a sua pele atingia tons mais claros, e os lábios tornavam-se pálidos. Era possível uma imensidão caber num espaço pequeno, afinal?

Ao meio do desenho, duas meninas, de mãos dadas, cuja posição indicava especificamente a sua importância a todos os outros elementos. Era de se admirar: toda a composição havia sido feita à aleatoriedade, e não era intenção sua fazer com que a amada ficasse bem ao centro do seu universo particular. Ao redor, os outros elementos não eram apagados, no entanto: havia muito de si nas estrelas artificiais, nos quadrados de linhas duras e firmes e na saudade inegável de pessoas. Havia desconfiança: em seus sóis, em suas nuvens, em seus bonecos e em seu vazio.

Ela possuía um metro e cinquenta e quatro centímetros de altura, e pesava cinquenta e dois quilos. Os seus cabelos eram encaracolados, embora insistisse em alisar os fios, pretendendo em um futuro inalcançável atingir a meta de tal liberdade. Não falava muito em público, ou perto de desconhecidos, mas adorava o som das palavras proferidas por si uma vez próxima das pessoas que eram suas. Uma coisa, no entanto, a acrescentar: mais que o som das palavras, vivia a intenso frenesi em sua mente, jamais silenciada.

Entendeu o que era a imensidão, diante dos extensos desenhos desconexos, essenciais à compreensão de si mesma. Deixou-se dançar a música e tentou calar as vozes em sua cabeça por segundos falhos. Tentava-se fazer pequena, em vão: sua imensidão era impossível de valer-se menor que suas próprias pretensões. Era enorme, mas incrivelmente pequena também.

Lavínia Ramos

Bts reaction você não conversa com eles durante a Turnê

Jin: Te ligaria umas mil vezes, incluindo chamada vídeo, mandaria mensagem, e moveria metade do mundo. Claramente preocupado porque você não havia dado sinal de vida desde que ele entrara em turnê.
- Você vai atender esse celular ou eu vou ser obrigado a comprar uma passagem de avião pra ir até aí?

Namjoon: Confuso. Provavelmente te ligaria algumas vezes e quando percebesse que você não atendia, ele ia parar. Rebobinando os últimos acontecimentos na cabeça, pensaria que ele havia te magoado ou algo assim.
- Eu fiz alguma coisa? Desculpa se eu fiz. Mas eu realmente não me lembro, jagi.

Yoongi: Preocupado mas também iria te dar um gelo. Você não mandaria uma única mensagem o que o faria cogitar a possibilidade de você estar morta ou ter sido sequestrada.
- Ok. Essa é a ultima vez que eu to ligando. Será que daria pra…. sei lá…. atenDER ESSE CARALHO?!

Jhope: Não pararia de te ligar, mandar mensagens, postar vídeos, te marcar em fotos no Instagram, te chamar de meia em meia hora no Skype até que você o respondesse.
- Ah, eu não me importo em fazer isso o dia todo. Alguma hora você vai ter que dar um sinal de vida.

Jimin: Nervoso. Com medo de ter feito algo e ter te deixado com raiva, ou de algo ter acontecido com você. Ligaria para alguma amiga sua e a obrigaria a passar o celular pra você.
- Olha, S/N, dá pra falar comigo? Eu to quase tendo um troço, mulher!

Taehyung: “Merda.” Assim que vinte dias se passaram e em nenhum deles você ligou, foi nisso que ele pensou. E pegou o celular do Jungkook, ligando com uma risada nervosa. Não pararia de falar.
- Hey, jagi. Tudo bem? Por que não fala comigo? Esqueceu do seu namorado? Hein? Aish, eu fiz alg-

Jungkook: Acredito que ele ficaria meio nervoso, sempre pensando nisso. Provavelmente dedicaria alguma música pra você em um show, esperando que você visse. E ansiosamente, esperaria uma mensagem sua.
- Aaaah, por que demorou tanto pra responder?? Não faça isso, jagiya….
ps: desculpa a demora e nao desiste de mim bjo
~mochi

One Shot Harry Styles 

<< Parte I / Parte II (Final)


Quatro anos se passaram cheios de dúvidas e teorias que me fizeram ficar noites e noites sem dormir apenas olhando o teto do quarto. Várias perguntas sem respostas eram feitas em minha cabeça e até mesmo para outras pessoas quando eu estava bêbado o suficiente para chorar na frente delas chamando por (seu nome).

Na noite que sai preocupado de casa por deixá-la e depois sorri feliz por ter conseguido fazer algo só meu dar certo, eu não esperava chegar em casa e entrar em desespero por não encontrá-la. Eu liguei para todo mundo, para polícia, para minha mãe, mas de nada adiantou, todos esses anos se passaram e o ponto de interrogação continuava no mesmo lugar.

Eu tentava encontrar motivos dela ter sumido por meio de teorias, eu até cheguei a achar que ela tinha sido sequestrada por ETs, mas eles não faria as malas dela antes, eles não teria esse cuidado apenas a sugaria para a nave e adeus.

Eu passei a viver meio vivo, meio feliz, meio saudável, completamente triste e às vezes completamente bêbado. Eu saia com várias mulheres na tentativa de encontrar alguma coisa que eu encontrava em (seu nome), mas eu só conseguia tomar tapa na cara por chamá-las pelo nome dela.

A única coisa que eu me recusava pensar estava bem diante dos meus olhos, eu não conseguia imaginar (seu nome) com outro homem, não depois de todos os “eu te amo’s" trocados entre nós dois.  

— Tudo faz sentido agora… — eu disse baixo vendo (seu nome) pegar a criança no colo e me olhar em dúvida — Se você não me amava mais seria mais fácil ter me dito em vez de sumir me deixando na merda.

Tudo bem que eu não medi minhas palavras antes de dizer “merda" na frente de uma criança, mas eu estou tão atordoado com a nova informação que eu terei que digeri que eu apenas sai o mais rápido que eu consegui antes de chorar na frente dela.  

Eu preciso de um amigo e não estou falando da bebida que têm sido a minha companheira há longos quatro anos, mas sim um amigo que sempre esteve lá para mim, uma amigo que vai me abraçar e dizer que tudo ficará bem. Preciso de Louis Tomlinson, Liam está no Caribe em lua de mel.

Já em frente a casa de Louis eu bati na porta várias vezes me esquecendo da campainha e assim que a porta abriu eu abracei a pessoa. O corpo mais baixo e bem mais magro que o meu só podia ser Danielle, mas eu não me importo nem um pouco.

— Eu não acredito que você veio até aqui abraçar a minha namorada. — no momento que eu vi a voz de Louis, eu soltei a garota indo até ele o abraçando forte.

— Ela não me amava… Tudo faz sentido… — sussurrei abafado contra seu pescoço.

— Foi ela que te disse isso ou você apenas deduziu?

Eu e Louis estamos sentados na bancada da cozinha enquanto tomamos chá depois dele passar longos minutos até conseguir me fazer parar de chorar. A verdade é que qualquer um dos meninos já estavam acostumados, no começo da banda qualquer coisa que eu não achava bom o suficiente em mim me fazia chorar vários minutos até um deles me fazer rir. Sempre seremos uma família.

— Ela estava fugindo a todo momento e quando não havia mais escapatória uma criança apareceu… Se ela me amasse mesmo não teria uma filha com outra pessoa.  

— Pelo que eu me lembro você saiu com varias pessoas depois dela. — o quê? Esse eu meu amigo ou não?

— É mais eu não engravidei ninguém. Vem cá, Louis?! Você está aqui para ficar do meu lado ou do dela?

— Eu estou na minha casa, quem está aqui é você e eu só estou sendo sincero. — ele deu um gole em seu chá.

— Liam faz falta… — comentei o vendo revirar os olhos.

— Bem… Você disse criança… Quantos anos acha que ela deveria ter?

— Quando teve a criança?

— Não, burro… Quantos anos acha que a criança tem?  

— Não sei… Quatro… Três… Eu não sei, Louis. De que isso importa?! — eu definitivamente estou pensando na bebida nesse momento.

— Freddie tem quatro e ele já tinha nascido quando (seu nome) foi embora… Compare a criança com o meu filho.

— Um pouco menor… Eu ainda não sei o por que disso.

Assim que Louis abriu a boca o celular dele tocou o fazendo levantar e sair da cozinha. Eu fiquei no mesmo lugar pensando no que fazer ou como seguir agora que eu sei de tudo, se estava ruim antes, agora com a verdade está muito pior.

— Em cinco minutos (seu nome) estará aqui… Vocês precisam conversar.

— Eu não quero falar com ela, ela não fala nada apenas fica mudando de assunto.

— Ela vai falar, até porque é ela quem está te procurando agora. — ele recolheu as xícaras colocando-as dentro da pia — Não grite… Eu, Dani e Charlie estaremos no andar de cima.

— Quem é Charlie? — a campainha tocou.

— Eu não vou falar, saiba que depois de todos esses anos de convivência… Você continua um asno.

Louis saiu da cozinha e eu o segui até sala o vendo abrir a porta, (seu nome) entrou dando a criança para Louis que subiu as escadas em seguida nos deixando sozinhos.

— Eu fiz tudo pensando em você, não me odeie, por favor, eu já vi todo mal que causei a nós três. — ela se aproximou ficando uns dois metros a minha frente — Você estava começando uma fase nova na sua vida e eu não queria que você deixasse de lado por nós duas, eu te conheço e sei que você deixaria suas coisas de lado para acompanhar a gente.

— Eu não sei sobre o que está falando e não sei o porque está no plural, mas eu não esperava que você chegasse assim e toda a verdade fosse passada na minha cara desse jeito. — meus olhos estavam fixos no carpete da sala, eu não queria a olhar e me deixar levar por todo amor que ainda tenho em mim.

— Então você já sabe… Eu fiz por você e me dei conta que não foi o certo depois que te encontrei hoje. Me perdoe por tudo isso.

— Eu não posso perdoar você ter ido embora e voltar com uma filha sua e de outra pessoa que não sou eu, você poderia ter me dito que não me amava mais para eu não ter passado anos esperando o seu retorno. — eu a olhei nos olhos vendo seu cenho um pouco franzido.

— Não! Não Harry! Eu amo você e por isso não quis que abandonasse seus novos projetos por mim e pela Charlie. Me desculpe por ter engravidado em um momento não propício para isso, mas aconteceu.

Foi a minha vez de franzir o cenho com o que me foi dito, demorou alguns minutos para que eu entendesse o que Louis estava insinuando e o que (seu nome) tentava me dizer desde que chegou. Minha fama de lento e até mesmo burro fazia todo o sentido agora e eu acho que estou com um problema serio de fala já que abro minha boca e nenhuma palavra sai.

Uma filha.

Quatro anos que eu tenho uma filha e não fazia a menor ideia disso, quatro anos eu passei com bebidas e mulheres vazias sendo que em algum lugar minha filha estava sem mim para o meu bem.

E eu me pergunto o que aconteceria se fosse para o meu mal.

— Você me privou de ser pai por causa de uma droga de carreira? — minha voz saiu mais baixa que o normal.

— Não é a droga de uma carreira, era a sua carreira. Eu estou arrependida, achei que seria o melhor, todas elas já me odiavam e se você parasse por minha causa elas iriam querer a minha cabeça.

Toda minha raiva e tristeza se tornou preocupação, eu não sabia o que havia acontecia nesses longos quatro anos com as minhas duas garotas. (Seu nome) nunca a pessoa mais privilegiada do mundo, ela tinha os problemas dela e não tinha a conta bancaria recheada como a minha e de muita gente, a minha maior preocupação é se havia faltado algo para as duas.

Sem aguentar nem mais um minuto, eu eliminei a distancia entre nós dois a abraçando apertado deixando que suas lágrimas caíssem na minha camisa. Se foi difícil para mim, imagine para ela que carregava uma criança, a nossa criança.

— Vocês ficaram bem não é?! Nada de ruim aconteceu com vocês ou aconteceu? — eu separei nossos corpos para segurar seu rosto olhando em seus olhos.

— Não… Nós ficamos bem… — ela sorriu fraco — Ela já sabe sobre você e está ansiosa para te conhecer.

— Charlie, hm? Me lembro de ter dito Darcy. — eu ri baixo voltando a abraçar.

As coisas se acertaram para mim, eu dei uma pausa na carreira de modelo e (seu nome) fez o mesmo para que ficassem os juntos com nossa filha.  

Nós três fizemos tudo o que podíamos em família, viagens, piqueniques, compras e Charlie adorou tudo e todos, adorou tanto que não quer mais desgrudar de Freddie, mas eu estou de olho nesses dois.



Espero não ter decepcionado tanto com essa parte, não foi muito legal, mas espero que tenham gostado :)

- Tay

Pedido: Faz um do Liam em que ela é filha do Capitão América (ou de algum outro herói) e ele é filho do Loki (ou de algum outro vilão). - serial-killer-de-colheres

*Aqui nesse link http://hot-1d-imagine.tumblr.com/pedidos vocês podem ver quais e a ordem que em os imagines vão ser postados, se o seu não estiver na lista é porque infelizmente não chegou, vou estar sempre atualizando a lista*

Eu escolhi ela sendo filha do Batman e ele sendo filho do Joker (Coringa)

***

Imagine do Liam:

Mais um dia em Gotham City, eu estava me vestindo para ir ao colégio, estou terminando o ensino médio finalmente e já estou de olho na faculdade principal de Gotham, meu pai Bruce Wayne é dono da corporação Wayne Enterprises, ou seja, eu sou herdeira do império dele. Eu vivo junto com meu pai e Alfred, porque eu nunca conheci a minha mãe, ela me abandonou na frente dos portões da mansão de Bruce junto com uma carta, meu pai nunca precisou fazer exame de DNA em mim porque quando fui crescendo foi notado de maneira visível minha semelhança com o mesmo. Alfred sempre fica surpreso em como eu me pareço com meu pai, tanto fisicamente como na maneira de agir.

Eu sei que meu pai é o Batman, descobri isso quando ele chegou extremamente machucado depois de uma luta terrível com o Joker e o filho desse palhaço psicopata. Ele chegou vestido ainda com a roupa do Batman, confesso que não fiquei tão surpresa, meu pai vivia saindo durante a noite e voltava sempre com algum machucado e isso me levou a ter duvidas do que ele fazia. O que me deixava preocupada era se um dia o Joker e o filho dele matarem o meu pai, eu ficaria sem chão. O filho desse psicopata já aprontou muito em Gotham, igual o pai dele, o que sabemos que ele é conhecido por seu nome Dealer, que significa traficante, uma das coisas que ele faz pro pai dele, ninguém sabe o seu nome verdadeiro, ele tem 21 anos, e já matou metade da policia de Gotham, já entrou em luta com meu pai, fez as pessoas do Banco de Gotham de reféns por quase um dia, causou uma chacina em parque publico.

Ele tem a pele branca como papel, seu cabelo é verde apenas nas pontas, diferente do seu pai, sua boca não é tão vermelha mas é mais vermelha que o natural, seu corpo é cheio de tatuagens e ele é forte, e eu tenho medo porque Dealer sabe que o Batman vive atrás de me proteger, porque certa vez ele e o Joker atacaram minha escola e o Batman ficou louco quando o próprio Joker apontou a arma para mim, eu tinha apenas 14 anos na época e o Dealer tinha 18 anos.

Desço as escadas e chego à sala, Alfred me esperava com uma maçã na mão.

- Você está atrasada, terá que ir comendo no caminho – Ele diz e me entrega a maça.

- Desculpa, eu fiquei pensando em muitas coisas e acabei me atrasando – Digo e ele me dá um beijo na testa e eu saio correndo pelas ruas e me recuso a ir com o motorista e escuto os gritos de Alfred, ele está com raiva porque irei a pé pro colégio, mas eu preciso pensar sobre o que está acontecendo ao meu redor, preciso digerir ainda que o Batman é o meu pai.

Enquanto andava eu comia a minha maçã com calma, meu colégio é próximo da minha casa, ou melhor, mansão. Estava indo atravessar a rua quando vejo uma Lamborghini roxa vindo na minha direção em alta velocidade, eu não estava preocupada se ela ia me atropelar, eu estava preocupada com quem estava dirigindo o carro, só sei de uma coisa, eu estava muito ferrada.

O carro para a pouquíssimos centímetros de mim cantando pneus, eu respiro fundo, pelo menos não fui atropelada, a porta se abre devagar e vejo Dealer sair de dentro do carro, ele está usando um robe de couro roxo que chega até seus calcanhares e não usa blusa nenhuma o que deixa suas tatuagens amostra, ele está com uma calça preta e vejo que tem uma arma em sua cintura. Ergo meu olhar para seu rosto e vejo um sorriso imenso psicótico estampado na sua cara e seus cabelos estão penteados para trás, mas eu consigo ver o verde nas pontas. Algo que eu não posso negar é que Dealer é lindo, ele é muito bonito mas o que tem de bonito tem de louco psicopata, acho que foi a convivência com o pai e com a mãe dele, Harley Quinn.

- Olha o que temos aqui – Ele diz caminhando calmamente na minha direção com os braços abertos – A protegida do Batman – Ele agora está na minha frente, meu rosto bate em seu pescoço de tão alto que ele é, ergo meu olhar e encaro os olhos deles.

- Não sou protegida de ninguém – Digo com a voz firme e me surpreendo por isso.

- Ah não… – Dealer diz fazendo um bico e sorrindo largo depois, ele toma a maçã da minha mão mordendo um pedaço e joga fora e anda até ficar atrás de mim – Então ele não vai se importar se eu levar você comigo – Dealer diz e em seguida me dá uma coronhada na cabeça e eu caio desmaiada.

***
Quando acordo vejo que estou deitada em uma cama de casal bastante limpa, na verdade o quarto todo é muito bonito e arrumado, acho estranho pois afinal eu fui sequestrada pelo filho do Joker e estou em um lugar que não parece que estou sendo mantida em cativeiro.

Me levanto rápido e sinto minha nuca doer, maldito psicopata.

Ando até a porta e abro a mesma e vejo que tem um cara guardando a porta.

- Ei, você, volte para dentro agora, o chefe mandou eu ficar de olho em você putinha – O homem diz rude e eu o encaro com raiva.

- Foda-se você – Digo e no minuto seguinte recebo um tapa na cara, o homem me bateu.

- Oh, não acredito no que meus olhos viram – Escuto a voz rouca do Dealer – Eu vi você batendo nela? Ele bateu nela, Harry? – Ele pergunta pro segundo cara que está do lado dele.

- Sim, chefe, ele bateu na (S/n) – Harry responde.

- Sabia que eu não estava enganado – Dealer retira a arma da cintura e vejo o homem que me bateu tremer de medo ao meu lado.

- Por favor, chefe, não me mate, ela mandou eu ir me foder eu fiquei com raiva foi instintivo – Ele diz suplicando e escuto a risada psicopata do Dealer.

- Parece que minha menina tem a boca suja, eu gosto – Ele diz sorrindo largo e no segundo seguinte atira na cabeça do homem e ele cai morto ao meus pés, eu encaro o cadáver e não consigo digerir aquilo, o sangue dele se aproxima dos meus pés e eu me afasto e encaro o psicopata.

- O que você quer comigo? – Pergunto séria e ele abre um sorriso e vai se aproximando de mim e me puxa para dentro do quarto.

- Garanta que ninguém nos incomode, Harry – Ele manda e o tal de Harry assente. Dealer fecha a porta e a tranca. – O que eu quero de você? Bom, eu quero muitas coisas, Sweet, eu quero seu corpo, quero você inteira, mas também quero pegar o Batman, sabe? Eu sei que vocês tem uma ligação e espero que não seja uma ligação romântica porque eu sou bastante ciumento com as coisas que me pertencem – Ele diz próximo ao meu ouvido e eu me arrepio.

- Eca não, eu não tenho nada com o Batman, não o conheço e nunca falei com ele, e quem te disse que eu vou me entregar para você? Eu não sou sua, você nunca terá meu corpo – Falo e ele ri alto do meu lado, e anda até ficar próximo a mim.

- Sim, você vai ser minha – Ele diz e me joga na cama e sobe e fica por cima de mim – Eu venho te observando desde os seus 14 anos, (S/n), sei que é filha do Bruce Wayne, mora em uma mansão foda, conheço todos os seus amigos e sei onde eles moram, sei onde seu pai trabalha e sei também que o Alfred sai todo dia para comprar mantimentos para a casa, seria uma pena se as pessoas que você ama morressem em um trágico acidente não é mesmo? Que pena seria, mas você pode mudar tudo isso apenas parando de mentir e me falando o que você e o Batman tem juntos… – Ele diz quase colando sua boca na minha, minha respiração fica acelerada.

- Eu já falei que não conheço o Batman, nunca mais o vi desde quando o seu pai apontou a arma na minha cabeça, ele nunca fez contato comigo, Dealer – Digo o encarando com raiva.

- Ah, você falando o meu nome me deixa arrepiado, mas prefiro que me chame de Liam – Ele diz e o encaro surpresa – O que? Achou estranho alguém como eu ter um nome comum? Foi ideia da minha mãe – Liam diz – Tudo bem, entendo que não tenha nada com o Batman, mas será que você resiste a mim? Sua boca parece tão macia, me deixa com vontade de prová-la – Ele diz e no segundo seguinte está me beijando de maneira selvagem, eu solto todo o ar de meus pulmões e tento me livrar dele, mas acabo cedendo ao seu beijo e o retribuo com vigor. Passo minhas mãos pelo seu cabelo meio verde o desarrumando e arranho o couro cabeludo dele que solta um gemido na minha boca – Se você continuar assim eu irei tirar sua preciosa virgindade e acredite, eu quero muito fazer isso, quero estar dentro de você, mas agora quero testar o meu plano, quero saber se o Batman realmente se importa com você – Liam se levanta e me puxa, eu percebo a sua ereção e ele sorri malicioso pra mim – Vamos, Sweet.

Ele me puxa com força e me dá mais uma coronhada e eu apago.

Espero que tenham gostado, se sim, deixem uma ask me contando

*Os favoritos são importantes, então se gostou deixa seu fav lindo aí ;D*

Nome: Duquesa Katriona Alberta Stuart. Mas responde por Katie Darling hoje.
Codename: Nightingale
Pronomes: Ela/dela
Idade:
26 anos
Ocupação: Linha de Frente
Faceclaim:
 Lily James  
Habilidades: Mestre na arte da mentira (do tipo imune a detector de mentira) e habilidade com armas brancas.

Keep reading

Quero te salvar do massacre cotidiano das más notícias, mas não sei como. não sei como porque não me salvo, não sei como porque dói aqui também. dói aqui esse bocado de gente que podia sentir amor, se quisesse. dói aqui esse bocado de gente que acha o ódio bonito, quando não é. doem aqui os seus preconceitos diários - inclusive os meus que ainda não fui forte o bastante pra desconstruir (mas tento). dói saber que tem um tanto de gente que eu não conheço odiando um tanto de gente que não conhece só pelo fato dessas pessoas existirem. dói saber que tem um tanto de gente que eu conheço apoiando e espalhando o ódio de um tanto de gente que elas pensam conhecer. dói e eu queria salva-los disso porque, meu deus, eu sinto tanto. e eu sinto tanto por todo mundo. só que eu não posso. eu não posso abrigar refugiados, eu não posso abraçar aquelas mães de Orlando, eu não posso carregar Beatriz no colo, eu não posso encontrar aviões, eu não posso resgatar aquelas jovens sequestradas pelo Isis ou devolver parte do corpo arrancado daquelas meninas na África e você acha que não dói? não dói principalmente não poder salvar você da falta de empatia e desse monte de opinião venenosa sem-fins-opressivos que as pessoas jogam na sua cara e riem porque você não pode levar a sério, porque o mundo tá chato demais, porque já é normal?
por que eu não posso te salvar do pensamento que toda espécie de ódio-violência-desrespeito é natural? porque dói menos? porque dói menos abrir mão de doer pelos outros?
eu só queria te salvar.
eu só queria te amar como quase ninguém tem feito.

O sequestro das palavras

Vamos supor que toda palavra tenha uma vocação primeira. A palavra mudança, por exemplo, nasceu filha da transformação e da troca, e desde pequena servia para descrever o processo de mutação de uma coisa em outra coisa que não deixou de ser, na essência, a mesma coisa –quando a coisa é trocada por outra coisa, não é mudança, é substituição. A palavra justiça, por exemplo, brotou do casamento dos direitos com a igualdade (sim, foi um ménage): servia para tornar igual aquilo que tinha o direito de ser igual mas não estava sendo tratado como tal.
No entanto as palavras cresceram. E, assim como as pessoas, foram sendo contaminadas pelo mundo à sua volta. As palavras, coitadas, não sabem escolher amizade, não sabem dizer não. A liberdade, por exemplo, é dessas palavras que só dizem sim. Não nasceu de ninguém. Nasceu contra tudo: a prisão, a dependência, o poder, o dinheiro –mas não se espante se você vir a liberdade vendendo absorvente, desodorante, cartão de crédito, empréstimo de banco. A publicidade vive disso: dobrar as melhores palavras sem pagar direito de imagem. Assim, você verá as palavras ecologia e esporte juntarem-se numa só para criar o EcoSport –existe algo menos ecológico ou esportivo que um carro? Pobres palavras. Não tem advogados. Não precisam assinar termos de autorização de imagem. Estão aí, na praça, gratuitas.
Nem todos aceitam que as palavras sejam sequestradas ao bel prazer do usuário. A política é o campo de guerra onde se disputa a posse das palavras. A “ética”, filha do caráter com a moral, transita de um lado para o outro dos conflitos, assim como a Alsácia-Lorena, e não sem guerras sanguinárias. Com um revólver na cabeça, é obrigada a endossar os seres mais amorais e sem caráter. A palavra mudança, que sempre andou com as esquerdas, foi sequestrada pelos setores mais conservadores da sociedade –que fingem querer mudar, quando o que querem é trocar (para que não se mude mais). A Justiça, coitada, foi cooptada por quem atropela direitos e desconhece a igualdade, confundindo-a o tempo todo com seu primo, o justiçamento, filho do preconceito com o ódio.
Já a palavra impeachment, recém nascida, filha da democracia com a mudança, está escondida num porão: emprestaram suas roupas à palavra golpe, que desfila por aí usando seu nome e seus documentos. Enquanto isso, a palavra jornalismo, coitada, agoniza na UTI. As palavras não lutam sozinhas. É preciso lutar por elas.

—  Gregorio Duvivier na Folha de São Paulo 21/03/2016
Ultimo Capitulo - FINK (Feelings I Never Know)

(Pov Vanessa)

– Você não pode decidir isso por mim! - Clara esbravejou do topo da pequena escada de meu apartamento

Senti meu sangue ferver ao mesmo tempo em que minhas pernas fraquejavam. Estávamos vivendo um verdadeiro inferno desde que Sinu teve a brilhante ideia de passar tudo que tinha para o nome de Clara, que decidiu ir para o México, assumir sozinha o Belacqua enquanto termina uma faculdade qualquer em seu país natal.

– Eu posso decidir sim! - gritei do me levantando do sofá bruscamente a encarando por completo – Eu sou sua noiva

– Grande merda! - ela gritou prolongando as palavras com todo o desprezo possível em sua voz – Arrume outra desculpa Vanessa, porque essa você tem usado todos os dias.

– Pare de agir feito criança e entenda que isso não é necessário

– Quem tem que entender é você! Eu quero subir na vida sozinha, me deixa ter essa oportunidade

– Você vai estragar tudo o que a gente construiu, mais de um ano juntas Clara, por favor

– Só não vai dar certo se você não quiser que dê

– Não existe relacionamento que funcione a distância, dá pra você pensar na gente, por favor? Eu não quero te perder!

– E você não vai, as coisas não são como antes, agora é só pegar o avião, não vai ter minha mãe para impedir e você tem dinheiro o suficiente para ir e voltar quando bem entender

– A questão não é o dinheiro, Clara! - subi os pequenos degraus ficando de frente a ela – Eu não quero ficar sem você, eu não consigo passar quatro dias sem te ver quem dirá semanas, ou até meses porque você está achando que administrar hotel é que nem brincar de boneca? Não vamos ter tempo para uma viagem dessas como México-Miami mais do que uma vez no mês

Num movimento rápido ela pressionou minha nuca e me surpreendeu com um beijo envolvente, um beijo sem domínio, onde nós duas buscávamos apenas sentir a outra e guardar aquilo para sempre. Envolvi sua cintura e juntei seu corpo ao meu, afrouxando-a conforme o beijo perdia o ritmo. E inevitavelmente ele acabou, ela se afastou alguns centímetros com um olhar triste e apelativo, os lábios agora levemente inchados e rosados faziam com que o aperto de meu coração apertasse ainda mais só de imaginar em ficar longe daquilo.

– Não vai, por favor, cancela esse vôo, por mim, pelo o que a gente fez

– Dá uma chance pra mim, eu sei que vai dar certo

Neguei com a cabeça sentindo as lágrimas se formarem em meus olhos, passo por passo eu fui recuando vendo o choro se formar em seu rosto, quando já estava estava distante o bastante, apenas virei as costas e saí correndo, deixando os gritos de Clara morrerem abafados contra a porta.

***********************

(Pov Clara)

Meu rosto estava inchado por conta do choro que me perseguiu durante todo o dia. Seis horas haviam se passado, meu vôo sairia daqui a duas horas e ela não tinha voltado para o nosso apartamento. Boi me olhava inquieto na porta e latia toda vez que eu abaixava o olhar, numa tentativa nula de me alegrar.

Nada do mundo é maior do que o que eu sinto por ela, mas eu quero ser independente, não é porque ela é rica que eu vou me prender no dinheiro que ela tem, eu quero subir na vida pelos meus próprios caminhos também. Pode parecer egoísmo, mas não é. Eu estou pensando nela, eu estou pensando em nós mas eu acho que eu também preciso do meu espaço e eu sei que com esforço e amor conseguiríamos manter a nossa relação, estamos juntas há praticamente um ano e meio, com certeza não seria a distância que mudaria o que eu sinto por ela.

O toque alto e estridente de meu telefone soou da bancada e aos tropeços eu fui correndo na esperança de ser Vanessa.

– Alô? - atendi eufórica pronta para fazer um puta pedido de desculpas e mudar minha decisão

– Mi hija - a voz de minha mãe soou impaciente do outro lado da linha e eu suspirei contrariada – Já estamos no aeroporto, onde estão você e Vanessa?

– Hã.. - tentei pensar em algo para dizer sobre Vanessa ter sumido há seis horas atrás

– Resolveu mudar de ideia, mi hija? Diga logo que eu cancelo a passagem entã..

– Não! - exclamei decidida, eu não vou mudar meus planos por causa do egoísmo dela – Já estou chegando

– Vanessa se atrasou? -ela disse rindo fraco

– Ela teve um imprevisto no Belacqua, mãe - disse enquanto calçava as lindas sandálias que ganhei de Vanessa – Eu vou de táxi, já já eu chego, beijos

Finalizei a ligação antes mesmo de minha mãe responder e de qualquer maneira coloquei o celular na bolsa de couro, arrastando minha mala com a outra mão.

O aeroporto estava mais vazio do que o comum, os imensos corredores tinham apenas carrinhos de bagagens vazios e a única coisa que chamava atenção eram as aeronaves do lado de fora. Algumas pessoas corriam para não chegarem atrasadas na sala de embarque, mas tudo que eu fazia era passar a ponta dos dedos do rosto freneticamente tentando disfarçar as lágrimas.

A única coisa que vinha em minha mente era a última vez em que pisei em um aeroporto, quando fui sequestrada. Quando Vanessa estava comigo e nós duas chorávamos pela minha partida.

Porque diabos México tem que ser tão longe de Miami?

Ergui o olhar pois não podia deixar isso transparecer para os meus amigos, muito menos para a minha mãe por mais que a ausência de Vanessa aqui indique que tudo está acabado.

– Mi hija - minha mãe abriu os braços e eu afundei em seu abraço, deixando-a me ninar por alguns segundos – Quer mesmo ir? Talvez Vanessa tenha razão

– Já está tudo decido mãe - ela beijou o topo de minha testa e eu sorri fraco

Minha mãe iria permanecer em Miami na companhia de Michael, eles estavam se dando muito bem juntos e eu ficava feliz por eles.

– Vou sentir sua falta - Wesley disse com a voz rouca e eu pude ver como o seu rosto estava vermelho

–!Ah meu grandão, não faz isso - abracei-o com força afundando em seu peito e ele apoiou o queixo em minha cabeça

Fechei meus olhos e deixei ele me passar todo o conforto que eu precisava. Sem querer minhas lágrimas começaram a descer encharcando sua camisa, mas eu não ligava, eu só conseguia pensar no quanto eu iria sentir falta de tudo em Miami, de como eu ia sentir falta do amor de minha vida, que agora, não estava aqui.

– Não chora, por favor -ele me afastou e enxugou as lágrimas que desciam feito um rio de meus olhos, e eu assenti deixando que ele beijasse o topo de minha cabeça

– Clara - Keaton apareceu de mãos dadas com Milena e eu sorri, como iria sentir falta desses dois, abracei-os ao mesmo tempo

– E de mim, você não vai se despedir?

Olhei para trás e pude avistar Normani com uma expressão triste e chorosa, corri para abraçá-la com todas as forças que tinha. A garota que menos gostava de mim no começo de tudo, havia se tornado minha melhor amiga

– Eu sei porque ela não veio - ela enxugou algumas de minhas lágrimas – Não fique assim, vai ficar tudo bem

Assenti com meu peito ainda mais fundo, ela não viria mesmo. Tentei controlar o choro e pensar que era só uma fase, eu não iria acabar com todo o clima estava sendo formado ali.

– Clarete, eu te amo tanto - Angel afundou em meu abraço, soluçando contra meu peito e isso só fez cortar meu coração ainda mais – Eu vou sentir tanto a tua falta, por Deus, Clara, não vai, como eu vou ficar sem você?

– Eu tenho que ir, Angel, eu te amo muito, de verdade - com relutância eu a afastei e beijei sua testa

Uma voz mecânica cortou todo o aeroporto, indicando que era a última chamada para o vôo 337 com destino México. Senti meu peito apertar e em meio a choros, soluços e abraços eu me despedi de todos aqueles que eu amava e segui para gélido corredor que me levava ao meu avião. Olhei para trás umas mil vezes na esperança vê-la ali, mas isso não aconteceu. Sentei em minha poltrona segurando o forte impulso de agarrar meus joelhos e chorar, chorar até tudo passar. Chorar até Vanessa aparecer e dizer que tudo ficaria bem, que ela estaria ali para mim e que nada iria me acontecer com ela perto, mas esse era o problema, ela não estava perto.

Aproveitei a falta de companhia na poltrona e enquanto os passageiros ainda subiam, coloquei meus fones de ouvido no máximo, querendo me desconectar do mundo e esquecer de tudo, fechando os meus olhos, deixando Imagine Dragons tomar conta do meu ser.

Após alguns minutos, senti uma mão fria tocar meu ombro, mas resolvi nem me mexer, apenas ignorei, deve ser a pessoa que vai sentar do meu lado. Mas o infeliz não desistiu, cutucando-me diversas vezes, me fazendo abrir os olhos com a melhor cara de revoltada que eu consegui, mas assim que abri meus olhos, os arregalei e senti meu coração descompassar.

– Ótimo, agora estou tendo alucinações - murmurei baixo fazendo-a soltar uma risada gostosa

Vanessa enrolava a ponta da regata com um grande sorriso sem graça no rosto, então num movimento só, se jogou ao meu lado, entrelaçando nossos dedos e eu a fitei completamente confusa

– O que você está fazendo aqui? - disse baixo ofegante, tentando segurar um sorriso nervoso por tê-la ali

– Vou te falar uma coisa - ela cruzou as pernas me encarando, apoiando nossas mãos em sua coxa – Arrumar uma passagem para o México em última hora é mais difícil do que eu pensava

Abri um sorriso sem ainda acreditar no que ela dissera e ela me roubou um selinho, acho que se eu sorrisse mais um pouco, minha cara explodiria

– Achou mesmo que eu iria deixar você assim?

– Eu.. não sei, eu não estava acreditando

– Se Maomé não vai até a montanha, a montanha vai até Maomé

– Van, você não existe - algumas lágrimas escaparam de meus olhos, mas agora eram lágrimas de emoção, de felicidade – E o seu trabalho? e o hotel?

– Estou disposta a fazer tudo pra dar certo, mesmo que tenha que trabalhar o dobro por morar no México

– Como assim morar no México? Você não está insinuando que..

– Sim - ela me interrompeu – Eu não comprei um transporte de animal para o Boi atoa, aposto que ele não vai gostar da viagem mas não podemos nos mudar sem levar tudo não é? Deu um trabalho..

– Vanessa, você vai… vai pra ficar… comigo? - disse tudo muito devagar, quase parando enquanto dizia e ela sorriu

– Espero que eles tenham aqueles cursos ensinando novos imigrantes a falar a língua deles

Sem conseguir dizer mais nada, a puxei num beijo apaixonado, ignorando as pessoas que circulavam no corredor da aeronave. Foi um beijo terno e calmo que rapidamente acabou quando o avião decolou.

A fitei intensamente e ela retribuiu o olhar com um largo sorriso no rosto, ao mesmo tempo olhamos pela pequena janela do avião, vendo a cidade se transformar em pequenos pontos abaixo de nós. Naquele momento, estávamos deixando grande parte de tudo que tínhamos para trás mas o mesmo tempo, estávamos iniciando uma nova página de nossas vidas. O futuro ainda me amedrontava, mas eu estava disposta a encarar tudo o que viesse pela frente se ela estivesse ao meu lado, me mostrando que com amor, seríamos capazes de qualquer coisa.

O amor ainda era um mistério para mim, mas eu não fazia questão de desvendá-lo, apenas entender e sentir era o suficiente para mim. Vanessa me mostrou que por amor, fazemos sacrifícios e nos doamos sem esperar nada em troca, mas são esses atos que nos tornam, junto à outra, uma pessoa completa.

Segunda Temporada- Capítulo 17

N.I: O capítulo seria bem mais longo, mas eu tive que interromper por alguns motivos… Compenso no próximo, ok? <3

Mais de um ano passara, e mesmo assim a delegacia do Delegado Mazon não mudara uma única característica visual. Era como entrar em um livro antigo que nunca será mudado, apenas renovado. Eu me lembro exatamente da última vez que estive ali, principalmente por ter sido na época que eu começava a perceber que Clara não ficaria ao meu lado para sempre. Fora um tempo difícil e, embora o local fosse totalmente inapropriado para algum gesto de felicidade, eu pude sentir isso ao ser revelado a pessoa que roubara a Empresa, o fim do mistério que deixou todos nós com uma pulga atrás da orelha por ter sido um plano tão perfeitamente elaborado. Também consigo lembrar de os choques, das palavras de Diego. A Delegacia nunca seria um lugar para uma boa lembrança de vida.

-O delegado Mazon é uma pessoa de extrema eficiência, logo conseguiremos pegar Fabien. –Bella garantiu, transbordando o ponto de esperança que acabara de surgir na mesma. Consegui um curvar de lábios para aquele seu gesto, não tão duradouro.

Adentramos a delegacia, e eu  estranhei a calmaria do ambiente para um lugar tão movimentado como Vegas. Apesar disso, ignorei pensamentos profundos sobre o assunto, e logo tratei de perguntar sobre o delegado na recepção.

-Bom dia. –Disse educadamente.

-Bom dia, em que posso ajudá-la? –A voz da mulher soou automaticamente e eu sorri em gentileza.

-Queremos falar com o delegado Mazon pessoalmente. –Eu disse. A mulher me encarou com um olhar cínico, e eu consegui presumir sua próxima frase. Tratei logo de cortá-la. –Clara Aguilar está conosco, então é melhor a senhorita não demorar muito. –Disse de uma forma convicta, quase ameaçadora. A mulher estremeceu e chamou um policial qualquer assobiando, dando ao mesmo as instruções para que ele nos levasse até a sala do delegado Mazon. Seguimos o tal policial por um corredor que parecia infinito, não sei se por minha ansiedade, ou se ele realmente era assim. A minha surpresa maior foi quando adentramos a sala do superior.

Roni Mazon não estava sentado em seu gabinete, como de costume. No lugar dele, um homem muito mais jovem, com barba mal feita, e um olhar vaidoso extremamente irritante, estava sentado lá, como se fosse dono daquele local há anos. Ele sorriu de orelha à orelha a ver Clara ali, mas, ao contrário de o que o outro faria, ele não moveu um músculo para nos cumprimentar, e balançou uma caneta entre os dedos afirmando sua falta de paciência.

-Onde está o delegado Mazon? –Coyotte perguntou sério.

-Aqui ele não está. –O homem respondeu cínico.

-Quem é você? –Junior perguntou, fechando os punhos ao lado do corpo.

-Alguém apto profissionalmente para cumprir qualquer desafio que os senhores e senhoritas me proporem. –Ele disse, encarando cada um de nós. Olhei para o homem, desconfortável com a presença dele, e o mesmo devolveu o olhar, friamente.

-Estamos aqui para tratar de um assunto sério, e queremos falar apenas com o delegado Ma…-Bella tentou dizer, porém fora interrompida.

-O delegado Mazon não está aqui, senhorita! –O homem disse, esbanjando toda a sua autoridade. –Se vocês querem ser ajudados, façam o favor de falarem o que desejam, ao contrário, podem ir embora, eu tenho trabalho a fazer. –Ele completou ríspido. Todos engolimos seco. Clara apertou o meu braço e eu suspirei cansada, nós não podíamos mais esperar , Max poderia estar em perigo. Se tivéssemos que receber ajuda de outro homem senão o delegado Mazon, teríamos de aceitar.

-Uma criança fora… sequestrada… –Disse receosa. –O homem que fez isso, pai dele, está aqui em Vegas, e nós queremos pegá-lo antes que ele fuja para outro país. –Completei e o homem engoliu lentamente as palavras antes de pensar em que responder.

-O pai dessa criança tem a guarda legal dele? –Ele perguntou, focado.

-Sim. –Clara respondeu.

-Então isso não foi um sequestro.  –Ele disse quase que imediatamente. Coyotte bufou desacreditado, e May repetiu o gesto, porém alterada.

-O senhor não entende, há uma história suja por trás dele… –Bella tentou falar, e novamente fora interrompida.

-Vocês têm provas? –Ele perguntou, mas nenhum de nós respondemos. –Ótimo. Voltem aqui quando tiverem. –Ele encerrou, colocando um óculos escuro e sorrindo para nós sem mostrar os dentes. Todos ficamos desacreditados, principalmente Clara. Mayra tivera que segurar Coyotte para o marido não ir atrás do tal delegado falar algumas verdades na cara dele, e Bella ainda tentava pensar em algum argumento para convencer o homem de pelo menos escutar a história. Tudo em vão, ele já tinha ido.

Dispensei Junior e Bella, e voltei para a casa junto com Clara, Mayra e Coyotte. Frustrados, nós sequer abrimos a boca para falar uma palavra durante a viagem de volta. Estávamos embaraçados e revoltados com a atitude ignorante daquele homem, e para piorar, não fazíamos a mínima ideia de onde estava o delegado de nossa confiança.

Ao chegar ao Hotel, as minhas irritações apenas aumentaram quando eu vi Pepa ali. Ela não era o tipo de gente que me irritava de forma alguma, mas saber que ela e Clara tinham uma desavença enorme e não faziam questão nenhuma de deixar isso de lado pelo menos por agora, era algo incapaz de ser ignorado ou relevado. Eu teria de lidar com a perda de Max, o sumiço de Fabien, a minha e a irritação de Clara, e a presença de Pepa. Isso era demais para mim. Minha cabeça explodia ao pensar em tantas coisas para resolver, e a atitude do delegado me deixara mais inconformada ainda.

Durante a tarde, eu pensei bastante a respeito do modo em que fomos tratados naquela delegacia, e apesar de saber que o delegado estava certo por não termos provas, aquilo ainda me deixava uma pulga atrás da orelha. Ele nem mesmo quisera ouvir o que tínhamos para falar, fora a frieza como ele nos recebeu desde o princípio. Não sei se era a minha mania de desconfiar de tudo, mas eu queria tirar isso a limpo, e eu faria no fim dessa noite.

-Não vim causar mais problemas. –Ouvi a voz suave de Pepa soar ao meu lado, e virei-me para encarar o seu rosto em uma expressão compreensiva. Assenti agradecida, e ela sentou-se ao meu lado, dando um leve esbarrão no meu braço.

-Eu sei o que você quer. –Eu disse. Olhei para a janela e vi a noite se aproximar. –Mas para isso, vai ter que me ajudar em uma coisa…

Que meu dia seja maravilhoso, que as piriguetes que estao atras dele nao me irritem, que elas sejam sequestradas e que levem elas pra outro país. É só isso que desejo pro meu dia, amém.