sentimentos congelados

Não quero palavras ligeiras, pensamentos cortados, desejos pela metade tua vontade negada teus sentimentos congelados. Não quero teu sabor de ontem, seus olhos frios e distantes não quero viver de esperanças que pão velho volte a ser novo como antes. Vou sorrir pra vida, e abrir meu coração como uma flor. Talvez um dia um passarinho ali faça seu ninho e o encha de amor.
—  Virei a página, mas a próxima estava em branco.
já mil e uma noites,

era como se nos conhecêssemos a anos. talvez décadas. de repente o que não tinha cor, tornou-se um lindo arco-íris. sentimentos congelados no meu peito, derreteram-se. eu já possuía novamente coragem de tentar de novo, de gostar de novo. trouxe resoluções para questões jamais respondidas para meu coração, e engraçado, chegou tão de fininho. chegou tão de fininho mas eu já me via vivendo seu caos, chegou tão de fininho mas eu já me via sentindo o calor da sua pele, chegou tão de fininho mas eu já me via deitado com a cabeça no seu peito admirando o som dos seus batimentos cardíacos, chegou tão de fininho mas eu já me via com uma vida conjunta com ele. porém havia um problema, a maldita distância. sim, maldita. por quê mesmo pessoas que te completam estão a milhas de distâncias? talvez ninguém nunca saiba responder essa pergunta, mas, tudo bem. eu guardo você aqui, numa linda caixinha no meu coração, e daqui você não sai, mesmo que queira. talvez nunca nos encontremos, mas eu vou continuar idealizando na minha mente nossa simples e amorosa vida, porque era como se nos conhecêssemos já a mil e uma noites.

l.

Sabe, me acostumei há estar só, faz tempo que não divido minha vida com ninguém, meus sentimentos estão congelados. Mas eu prefiro assim, tudo está muito calmo ultimamente, preciso a calmaria do que as turbulências de um relacionamento confuso. Então me deixe só, eu prefiro assim.
—  Caroline Hoier.