seixo

#Bedtime We are falling more #inlove with this #hotel every time we see it, Areias do Seixo @areiasdoseixo their beautiful #design the #tree #room founded through our friends at @cheerup_portugal Stay tuned for more…The #beauty of #Portugal is #rich + #cultured #EntireLifestyle #travel #eco #decor and on a chilly end of summer night, a #fireplace and #candles are always needed. #love #muito

O CONJURO DA QUEIMADA

Mouchos, coruxas, sapos e bruxas. Demos trasgos e dianos, espritos das nevoadas veigas.

Corvos, pintigas e meigas, feitizos daas mancineiras. Pobres canotas fura das, fogar das vermes e alimanas. Lume das Santas Companas, mal de ollo, negros meigallos, cheiro dos mortos, tronos e raios. Oubeo do can, pregon da morte, fucino do satiro e pe do coello. Pecadora lingua da mala muller casada cun home vello.

Averno de Satan e Belcebu, lume dos cadavres ardentes, corpos mutilados dos indecentes, peidos dos infernales cus, muxido da mar andan a xaneira, guedella porca da cabra malparida.

Con este foi levantarei as chamas de este lume que asemella ao do inferno, e fuxiran as bruxas a cabalo das suas escobas, indose bañar na praia das areasgordas. Oide, oide! Os ruxidos que dan as que nos poden deixar de quemarse no agoardente quedando asi purificadas. E cuando este brebaxe baixe polas nosas gorxas,quedaremos libres dos males da nosa ialma e de todo embruxamento.

Forzas do ar, terra, mar e lume, a vos fago esta chamada: si e verdade que tendes mais poder que a humana xente, eiqui e agora, facede cos espritos dos amigos que estan fora, participen con nos desta queimada.

Glow Getaway- Santa Cruz, Portugal. In the permaculture garden picking our fresh veggies for lunch. I picked 21 varieties of salad greens, some beans, wild herbs, squashes, radishes, beets, nasturtiums and baby tomatoes! The garden is all organic and self sustaining. It’s very important to connect with the land. Wherever I go- I get my feet in the dirt and observe the plants and eat organic plant foods native to that region. Plants provide our cells with information about the ambient landscape. #glowmaveninportugal #portugal #farmtotable #garden #permaculture #travel #santacruz #wellness #wellbeing #nurture (em Hotel Areias Do Seixo)

Fotógrafo Fábio Seixo abre exposição gratuita na Galeria Rampa - Barra da Tijuca

Fotógrafo Fábio Seixo abre exposição gratuita na Galeria Rampa – Barra da Tijuca

Exposição gratuita na Galeria Rampa. A mostra O Campo inaugura mais um espaço voltado às artes no Rio de Janeiro: a Galeria Rampa. Idealizado pela RJZ Cyrela, o espaço tem o objetivo de aproximar público e artistas, com foco preferencial em imagens do universo urbano. De 16 de agosto a 30 de novembro, o carioca poderá conferir as imagens carregadas de potência cromática do fotógrafo Fábio Seixo.…

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Abismo

Já estive aqui antes. Roxo, magenta, anil

o uivo do vento em torno dos seixos

Sim, já estive.


Essas pedras, todas eu conheço

uma a uma, debaixo dos dedos

alojadas nas unhas.


Já estive aqui antes  —e quando?

O precipício além do escarpado

o abismo desolador

sim, já estive.


O vento rodopiante em valsa

caxemira, renda, seda

perfume de cabelos à parte

a altura é meu embate, mas não adianta descrevê-la.


Não, para quem não conhece

o abandono do corpo em metros

murmúrio do sereno ao relento

a madrugada e os anos que levo

dezoito, trinta, trezentos.

Areias Do Seixo Charm Hotel by Vasco Vieira

http://architectism.com/areias-do-seixo-charm-hotel-by-vasco-vieira/

Areias Do Seixo Charm Hotel by Vasco Vieira

The Areias Do Seixo Charm Hotel is located near Lisbon, on the dunes of the Portugal shoreline and it features everything you could wish for while in a vacation, in a cozy design and with nature surrounding it. The site included an old aviary before the hotel was built and the new building…

Rio Camarão

Não sei se vocês conhecem o livro Caminho das Águas de Salvador, que descreve as bacias hidrográficas da cidade.

Ele é muito bom por ter iniciado um novo trabalho de delimitação dos bairros de Salvador a partir da sua pertença a bacias hidrográficas. E dá um razoável panorama, um tanto sem querer, do tecido associativo soteropolitano (cooperativas, associações de bairro, grupos culturais etc.), por confiar bastante em depoimentos de lideranças locais como base para a reconstrução da história dos bairros.

Lá pela sua página 31, entretanto, algo me chamou a atenção. Ali surge uma estranhíssima “Bacia Hidrográfica de Ondina”, recém-desmembrada da bacia do Rio dos Seixos (aquele rio da Centenário, coberto há alguns anos).

Segundo o texto, o desmembramento da bacia se deu por terem encontrado

…a existência da nascente de um córrego que drena a localidade de Jardim Apipema e o bairro do Calabar, onde foi observado um suave caimento no terreno […] também localizado um curso d’água completamente degrada do no seu escoamento superficial, que corre paralelo à Rua Nova do Calabar, em áreas bastante impermeabilizadas, ao fundo dos lotes lindeiros a esta via, cujo sentido de fluxo das águas, indica que as áreas de contribuição para o mesmo, pertencem à Bacia de Ondina.

Ora, vejam vocês, esta é a mesma área de um rio que me chamou a atenção há algum tempo: o Rio Camarão.

Este rio desembocava em algum lugar de Ondina, e serpenteava terra adentro; suas nascentes variavam de mapa a mapa. Vejamos:

  1. A carta hidrográfica da Baía de Todos os Santos, de 1831 (ver clicando aqui), mostra-o com dois braços, um se estendendo até o Forte de São Pedro e outro até perto da igreja da Vitória.
  2. A “planta do acampamento de Pirajá e Itapoan”, feita por Henrique de Beaurepaire-Rohan em 1839 (ver clicando aqui), dá seu curso em algum lugar entre o “Oiteiro das Pombas” (atual Alto das Pombas) e o “Oiteiro de São Lázaro” (atual Alto de São Lázaro, ou São Lázaro). Neste mapa, sua nascente estaria em algum lugar no fundo do “Oiteiro das Pombas”.
  3. O mapa de Carlos Weyll, de 1855 (ver clicando aqui), mostra um lugar chamado “Camarão”, onde desemboca um rio que nasce no fundo do cemitério do Campo Santo. Comparando-o com a carta hidrográfica de 1831, há outro rio vizinho, com dois grandes braços, nascendo um deles também no fundo do Campo Santo e outro que nasce perto da igreja da Vitória e margeia o que hoje conhecemos como Ladeira da Barra; os dois braços criam um vale que delineia a parte alta da Graça e encontram-se, ainda neste vale, para formar um só rio, que desemboca em localidade próxima ao que hoje é o Morro do Ipiranga (também conhecido como Morro do Cristo da Barra) e corresponde, sem sombra de dúvida, ao que o livro Caminho das águas de Salvador indica ser a bacia do Rio dos Seixos.

Quer dizer: ao que tudo indica, e tanto a topografia quanto a hidrografia pregressa parecem apontar neste sentido, todos os córregos, fontes, riachos, filetes d'água etc. encontrados no Calabar e no Alto das Pombas são os restos do velho Rio Camarão.

Não por acaso, no Jardim Apipema encontra-se um lugar chamado Largo do Camarão (clique aqui para ver o mapa) e, no Calabar, rente à Rua Nova do Calabar mencionada no livro, há a Rua do Riacho (clique aqui para ver o mapa), que termina no campo de futebol e na Travessa 16 de Abril.

O que terá acontecido com o Rio Camarão?

Muito provavelmente foi sendo aterrado por construções. Mas ainda há no Calabar quem aponte inúmeros minadouros, fontes e nascentes, alguns ainda “vivos”, outros já soterrados.

Caberia aqui abrir um parêntese para falar da Fazenda Camarão que existiu na mesma área, mas fica para outro dia.