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Be My One.

Jika suatu saat aku berkata bahwa pagi ini kamu yang paling pertama aku cari; Aku tidak berbohong. Jika kau bertanya siapa yang paling aku cinta hari ini, kau akan mendengarkan aku menyebut namamu di depan semua orang yang menujuku.

Maka berhentilah kau bergetar karena perasaan yang kau buat sendiri. Kau hanya takut tersaingi, padahal aku yang sekarang berlomba karena kau yang menjadi pialanya. 

Kau terlalu jatuh pada perasaan yang kau buat sendiri. Kau merasa takut kehilangan dan tidak dipedulikan. Kau terus berpikir banyak alasan kenapa aku akan melakukan hal itu kelak. Bodoh! Berhentilah berpikir seperti itu, di sini aku punya 1001 alasan untuk membuatmu berhenti berpikir seperti itu.

Aku mau mencintaimu, mencintai segala kekuranganmu, mencintai segala ketakutkanmu kehilanganku. Karena aku tau, pada dasarnya kau hanya tak ingin dijadikan pilihan. 

Kau tenang saja. Kau bukan pilihan. Kau adalah tujuan dari setiap langkahku dari masa lalu menuju masa depan. Maka cintailah aku setulusnya, dan tidak hanya kata-kata; Namun duniaku pun akan selalu tertuju padamu.

Will you be my partner of life, Darl?

Me procurei gradativamente em utopias de caleidoscópio. Gosto de encontrar sentido em constelações imaginárias, universos paralelos, planetas distantes onde tudo é igual ainda que completamente diferente. As ruas são as mesmas, as pessoas continuam com o mesmo olhar de quem sabe tudo o que há para saber (ainda que morram de medo do ato falho que desencadeará a catástrofe), os horários seguem inalterados e detentores de blasfêmia, enquanto que eu me torno o oposto. Veja bem, não é que desagrade me ser, as coisas tem seguido um caminho diferente e tenho coragem suficiente para admitir o medo e a possibilidade de desastre presente em cada esquina. Cada passo para frente é, ao mesmo tempo, para fora de mim. Não sei dizer se estou me tornando alguém diferente ou se finalmente me serei por completo. Sequer sei descrever ou compreender o sentido das palavras que me tomam por completo, apenas me permito finalmente admitir que não há mais nada para dizer. Acredito que tudo seja dito no silêncio ou em pilhérias aleatórias ao longo do dia. Gosto de quem se permite através da máscara, ou melhor, que se faça de máscara mas tenha a cara limpa. Então é possível ver cada cicatriz da infância, cada marca de sol daquele dia ensolarado demais para ser responsável, cada lágrima derramada sem mais nem menos, pela tolice que foi a gota d’água. Coração partido também é cicatriz e se esconde na retina, e me foi permitido observar até compreender que nem tudo é passível de entendimento. Vejo cada detalhe, ainda que inexato (nada nessa vida sentida é). Canto aquela do Chico: “deixa em paz meu coração”, e você pede pra ficar. Mas fica. Fica. Cada sílaba, devagar. A vogal se estende pelos olhos. E eu fico, eu fico.  

G.

“Non mollare mai” col cazzo, hai presente quando qualcuno, non un semplice qualcuno, la persona che ami ti spezza il cuore e tu non ti arrabbi, rimani in silenzio.
Sei come bloccata da quella notizia, rimani solo delusa, ma poi inizi a crederci, che tutto quello che è appena successo è vero, e li ti rompi incominci a sgretolarti e a quel punto che puoi fare se non mollare?
—  ( via il-diario-di-una-ragazza-triste )