salvando vidas

Un soldado rescató a este conejito y se pasó horas y horas para asegurarse que comiera .

Un delfín muy joven quedó atascado en la playa ,  Y este hombre salió a rescatarle . 

Este hombre enseña al amor de su vida a leer de nuevo después de que ella tuviera un derrame cerebral.

Durante una protesta en Brasil un oficial pidió a los manifestantes que no pelearan porque era su cumpleaños y le acabaron dando una gran sorpresa.

Un valiente oficial de policía se esposó a una mujer que estaba tratando de suicidarse y le acabó salvando la vida.

Una mujer compró dos comidas y dió una a este hombre. Con el cuál se presentó y habló con él sobre su vida.

Iba a llover y un vecino se aseguró de que el coche de alguien no se mojara. 


Una joven egipcia ayuda al hijo de un vendedor ambulante a aprender a leer 


“Ya que no podemos cambiar la realidad, cambiemos los ojos con que vemos la realidad.”

-Nikos Kazantzakis.


Hitoria de gente con buenos actos y que hacen de este un mundo mejor ¿Cual te ha gustado? 

15 Datos curiosos

1. El Código Hammurabi condenaba a muerte a los cantineros que rebajen la cerveza con agua.


2. Para las Olimpiadas del 1932, Brasil no pudo pagar el viaje de sus atletas hasta Los Angeles. Así que decidieron enviarlos en un barco mercante de café.


3. Los vegetales que son cultivados en Alaska son gigantes, debido a que reciben 20 horas de luz solar por día.


4. Según estadísticas el 51% de las personas creen que están en una relación seria, cuando su pareja les comparte la cuenta de Netflix.


5. El usuario promedio de iPhone desbloquea su teléfono 80 veces al día.

Keep reading

“Eu não sou do tipo "perfeitinho”, também tenho meu lado obscuro. Não sou o super man, e nem o homem aranha que sai por aí salvando vidas, na verdade eu sou aquele palhaço mais atrapalhado que só quer fazer alguém sorrir. Talvez eu seja só um palhaço.“

Paremos para olhar ao nosso redor, paremos para olhar o mundo que nos cerca, mas paremos principalmente para olhar as pessoas. Pessoas que, na sua maioria, estão cansadas, tristes, desgastadas. Pessoas que perdem o propósito de si mesmas, que não encontram mais motivos para sorrir e nem procuram novos objetivos para as suas vidas. Você que está lendo isso, eu sei que com certeza tem mais do que um problema, que tem mais do que uma dor de cabeça. Mas sei mais, sei que muitas vezes o que lhe falta é um ombro amigo, falta alguém para ouvir. Só ouvir. Então por que não tenta ser a diferença? Com o pouco de forças que tem, levante alguém. É disso que precisamos, de pessoas que se levantem, porque o mundo está carente. Carente de abraços, carente de ouvidos, carente de compaixão. Faça isso, e eu realmente espero que a vida te devolva em dobro. Porque talvez, com essa simples atitude de ouvir, você esteja salvando uma vida. Lembre-se: Espalhe amor, porque de dor e sofrimento, o mundo está cheio.
—  Apoio ao Movimento Setembro Amarelo, Vittoria Catarina.
#NiUnaMenos

Tengo bronca así que lo voy a escribir acá. Cuando estás en contra del femicidio, tenés que estar a favor del aborto legal, gratuito y seguro. No estás salvando una vida publicando fotos truchas en facebook sobre cómo el aborto está mal. El aborto clandestino es una realidad, que en Argentina se lleva la vida de 3000 mujeres por año. Nadie quiere matar bebés, nadie quiere hacerse un aborto. Pero es una necesidad. Y la posibilidad de un aborto seguro y accesible salvaría las vidas de todas las personas que mueren por año porque no tienen acceso a un aborto seguro. 

Si estás en contra del aborto legal, no estás a favor de la vida. Estás a favor de dejar morir a toda esta gente. Entonces, si estás a favor de que la gente que necesita un aborto se muera, por favor no te saque fotos con el cartelito de Ni Una Menos, no te llames feminista, no pienses que defendés los derechos de nadie. O estás ignorando todas estas muertes que pasan porque NO HAY ACCESO A UN ABORTO SEGURO Y GRATUITO o preferís dejarlxs morir, y no sé que es peor. 

Cuando somos sensibles, cuando nuestros poros no están cubiertos de las implacables capas, la cercanía con la presencia humana nos sacude, nos alienta, comprendemos que es el otro el que siempre nos salva. Y si hemos llegado a la edad que tenemos es porque otros nos han ido salvando la vida, incesantemente. A los años que tengo hoy, puedo decir, dolorosamente, que toda vez que nos hemos perdido un encuentro humano algo quedó atrofiado en nosotros, o quebrado.
—  Ernesto Sabato, La resistencia
  • 1s Zayn Malik. 

- Você está estranha. -Zayn diz pela décima vez na noite-

- Meu irmão tem razão, o que houve?

- Não gostou do jantar querida?  -minha sogra pergunta eu nego rapidamente.

Olho para meu relógio e vejo que ainda nem são dez da noite, desde quando eu fiquei tão sem paciência? Não aguento mais ser bombardeadas de perguntas idiotas, meu marido ficou fora por um ano e ninguém nem perguntou como eu me senti em relação a isso. Todos que me ligavam só queriam saber como o médico da família estava, ninguém perguntava como a professora do pré estava, se ela precisava de uma companhia, ou até mesmo de uma ajuda com a enorme casa que habitava sozinha.

- Meu amor, porque está chorando? -Zayn pega minha mão mas eu a solto indo em direção a porta. Antes que ele possa vir atrás pego minha bolsa e abro a porta e vou correndo em direção ao meu carro. Bato a porta e abaixo o pino, minhas lágrimas se misturam com a breve chuva que molhou meu rosto, deixando tudo pior ainda.

-  S/n espera -Zayn berra da porta, enquanto pega o guarda-chuva.

Dou partida no carro e em poucos segundos o Zayn se torna um pequeno ponto no meio da grande rua, dirijo o mais rápido que posso enquanto sinto minhas lágrimas escorrendo em meu rosto. Queria poder parar no quarto quarteirão e chamar pela minha mãe, tenho certeza que ela me atenderia, me acolheria e me daria um chá para tomar, de maçã, seu preferido. Mas ela se foi, se foi quando ele estava fora e ele nem ao menos me consolou quando chegou, apenas ficou falando de suas cirurgias e de como era ótima a sensação de salvar vidas. Sinto tanta falta daquela que me deu a luz!

Minha memória dela é um pouco diferente. Tenho certeza que todos se lembram de sua própria versão dela. Versões que eu nem reconheceria. Isso é tudo que sobra de alguém quando ele se vai.

- Quando foi que você se tornou essa pessoa Zayn? -pergunto mesmo sabendo que ele não vai responder, não respondera pois não está aqui. Sabe essa sensação de abandono da parte dele já se tornou comum para mim, e por mais que eu o ame não sei se suporto isso.

Assim que entro em casa segurando meu sapato vejo Zayn deitado no sofá, fecho a porta e o mesmo se acorda, seus olhos primeiro se arregalam e depois se estreitam em minha direção, ele se levanta e dá passos grandes até mim, fecho os olhos quando ele passa a mão pela minha bochecha e sinto mais uma lágrima cair.

- Você quase me matou de susto -ele sussurra entre o abraço.

- Eu sei -digo e me solto dele.

- Parou para pensar em como eu ficaria sem você?

- Você só pensa em você mesmo né? Eu fiquei um ano inteiro da minha vida sem você, nosso primeiro ano de casados só para constar! Como acha que eu me senti quando acordei da nossa lua de mel e você não estava? Foi embora e só deixou um misero bilhete -começo a dizer mas me interrompo, e me viro para Zayn que está boquiaberto diante de mim.

- EU ESTAVA SALVANDO VIDAS -ele grita e em um ato inesperado eu o empurro fazendo o mesmo bater com as costas na parede fria.

- E EU ESTAVA AQUI NESSA CIDADE DE MERDA SOZINHA, MINHA MÃE MORREU E EU NÃO FUI NO ENTERRO PORQUE EU ESTAVA AQUI, EU VIM PARA CÁ POR VOCÊ E NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE VOCÊ ME DEIXOU, SEU MERDA!

Berro aos prantos e dou um murro na parede, me arrependo em segundos pois sinto o rompimento do meu osso de imediato, urro de dor e então caminho até a cozinha. Zayn vem atrás de mim, me segura pelo pulso e me vira para ele, aperto os olhos e ele faz pressão com a mão no local.


- Quebrou. -ele diz e morde o lábio inferior.

- Eu não me importo, não preciso dos seus cuidados!

- Não seja infantil!

- Fui adulta por muito tempo Zayn, e você não viu. Não viu porque você me deixou, sozinha, na nossa casa. Jogou nosso casamento no lixo!

- Na alegria e na tristeza lembra? -ele me relembra com lágrimas nos olhos.

- Essa frase se tornou vazia depois de suas ações -digo e mordo o lábio não aguentando mais de dor.

- Nós juramos perante de Deus que ficaríamos juntos, e agora no primeiro ultimato você quer desistir?

- Quero. -grito e tento sair da cozinha mas ele me impede.

- Para com isso -pede enxugando minhas lágrimas- Não desiste de mim S/n!


Ele solta um suspiro e passa a mão pelos cabelos, seus olhos se tornaram um grande vulcão que já entrou em erupção muitas vezes em um dia.


- Não desiste de nós. - ele implora e eu sinto meu coração partir aos poucos.


Cirurgiões são criados para ser invulneráveis. É muito difícil os desnudar, porque eles sabemos exatamente o quão profundas algumas lesões podem ser. E ver o Zayn assim vulnerável diante de mim prova que ainda existe um pouco daquele que por quem me apaixonei dentro dele.


- Preciso de um tempo.

- O casamento é imperfeito e propenso a crises de silêncio meu bem, ser casado com quem se ama tem dessas. Nós vamos brigar, vamos nos entender e o importante é não desistir. -ele solta o ar com força e parece exausto-

- Tenho medo da gente forçar a barra, e estragar tudo aquilo que a gente já teve. Tenho medo de nossas brigas apagarem os nossos momentos especiais e inesquecíveis que tivemos juntos!

- Elas não vão, eu prometo meu amor. -suas palavras me deixam sem folego.

- Não faça mais promessas, por favor -peço de olhos fechados.

- Como quiser -ele sorri-

- Eu queria ficar discutindo mais com você, mas minha mão quebrada está doendo muito.

- Posso cuidar disso -ele me informa- posso cuidar de você também, dos nossos filhos e da nossa casa, você só precisa me dar uma chance! Eu sou o homem da sua vida S/n, e nem Deus pode mudar isso.



E foi nesse dia que eu entendi que, o juramento de na alegria e na tristeza não é, nem nunca será atoa. O casamento é deixar pra trás todas as expectativas do que você pensa que o casamento deveria ser, é ter paciência, é conhecer outro alguém assim como conhece a si mesmo, é alegria e, às vezes, tristeza. E, finalmente, o casamento é acreditar realmente nessa outra pessoa. Você pode construir uma casa com qualquer coisa, fazer que ela seja tão forte quanto você queira. Mas um lar… Um lar é mais frágil que isso. Um lar é feito com as pessoas que você o enche. E as pessoas podem ser quebradas, com certeza. Mas qualquer cirurgião sabe que o que está quebrado pode ser consertado. O que está machucado pode ser curado. Não importa o quão escuro esteja… O sol vai surgir de novo.

WhatsApp: modo de usar

Peço permissão para me revoltar com um tema aparentemente mais frívolo do que a política nacional, mas não menos urgente: o WhatsApp.

Primeiro inventa-se o produto, depois o manual. Quando surgiu a vuvuzela, por exemplo, parecia uma ótima ideia soprar uma corneta pelas ruas. Demoramos algum tempo até entendermos a real utilidade de um invento. No caso da vuvuzela, era nenhuma.

Uma pesquisa revelou que o brasileiro passa em média 47 minutos no famigerado Whats. Não adianta procurar essa pesquisa, fui eu mesmo que fiz. Nos meus grupos de Whats.

Tem o grupo grande do trabalho que só fala de trabalho. Tem o grupo menor do trabalho que só fala de beber –além de falar mal do grupo grande do trabalho. Tem o grupo da família que só compartilha vídeos de bebês e memes políticos de veracidade duvidosa. Tem o grupo dos meninos da escola que só mandam pornô escatológico. Nove a cada dez usuários do WhatsApp já mandaram um pornô escatológico no grupo da família ou um nude no grupo do trabalho.

Uma medida urgente que vai salvar sua vida: “Grupo do trabalho” e “grupo da escola” são perigosamente parecidos. Sugiro rebatizar o grupo da escola de PORNÔ ESCATOLÓGICO em letras garrafais. “Ah, mas aí o nome do grupo vai ficar pipocando na frente de todo o mundo.” O que nos leva à segunda medida urgente: tire a pré-visualização na tela bloqueada. Eu posso estar salvando sua vida.

O áudio tornou-se um problema do tamanho da vuvuzela. O que era pra ser uma ferramenta excepcional (“tô com as mãos ocupadas, tô dirigindo, tô cozinhando, meus dedos foram decepados”) acabou se tornando um esporte. Todo dia recebo uns 12 áudios de três minutos em que uns dois minutos e meio são de “ééé”, “entãããão”, “só um instante”. E não consigo fazer uma leitura diagonal de um áudio. É preciso ouvir tudo, até o final, pra descobrir que não era nada.

“E aí, brother, tudo bem, ééé, entãããão, tô precisando que você, ééé, só um instante, deixa eu só ver aqui um negócio, pronto, éééé, rapidão, pronto, na real não precisa mais não, já resolvi aqui.” Cancela o áudio, brother! É só deslizar o dedo pra esquerda. A vida é muito curta pra perder tempo com áudio errado.

Pela mesma razão, não faz sentido falar só “você tá aí?”. Não precisa checar. WhatsApp não é ICQ. Fala logo. Todo grupo de família é uma profusão de “bom dia”. A vida é muito curta pra dar bom dia no WhatsApp.

Guardián: Capitulo 2 - Gran Caminata

Algún Lugar de Galicia, España

6:26 P.M.

El joven Alejandro respiraba algo ya cansado, pues la caminata que estaban dando había llegado a durar unas cuatro hora. Y no solo eso lo cansaba, el hecho de que Guillermo ni siquiera hablara lo volvía loco. Sus pensamientos comenzaban a llenar su mente y no todos eran bonitos, se sentía asfixiado y ahogado.

Habían caminado de un principio unas cinco horas, luego descansaron cerca de un río, bebieron algo mientras Guillermo revisaba lo que traía a mano. Lo que no era mucho. Luego del receso, continuaron caminando y han estado así.

Ya era de tarde en el día, Alejandro no sabía bien qué hora, porque al parecer ni el soldado traía reloj. A esa altura del día Alejandro ya se había deshecho de su molesta corbata. Llevaba las mangas arriba y la camisa suelta hasta el segundo botón desde arriba. A pesar de que estuviera nublando, el calor era insoportable. Y lo hacía transpirar aún más el hecho de que no sabía nada de lo que pasaba, ni qué estaban haciendo, ni dónde se dirigían, ni la hora sabía. Y sabía que el tal Guillermo estaba tan cabreado como él.

-¿Dónde estamos?- Alejandro trató de sonar lo más amable posible, lo que le resultaba difícil incluso al poco tiempo de haber conocido al soldado.
-Dije que sin preguntas.- comentó Guillermo aún caminando delante de él.
-¿Hasta cuando?
-Hasta que lleguemos.
-¿Llegar a dónde?
-A Madrid.
-¿Pero dónde mierda estamos?- insistía Alejandro ya cabreado. Pero Guillermo lo estaba más.
-Oh, mierda…- se llevó la mano apretándose los ojos -¿Por qué me tuvo que tocar tratar con un niño?
-¿Niño?- preguntó Alejandro ofendido -, tenemos casi la misma edad.
-Escúchame, enano- se giró Guillermo y Alejandro dio un paso atrás pues la última vez lo tomó de la camiseta y le gritó en la cara -. Te estoy salvando la vida, ¿vale? Se supone que te llevaré de vuelta a tu casa de niño rico, la cual está a las afueras de Madrid, ¿no?- afirmó más que preguntó -Así que para allá vamos, ahora deja de molestar y sígueme como se supone que va el plan. Y que tengamos la misma edad, no nos hace del mismo rango en estas cosas, yo soy el experto, tú solo eres el protegido, ¿vale enano?- dio media vuelta y continuaron caminando.
-Me llamo Alejandro…
-Que te calles.

Quedaron en silencio otros minutos.
“¿Y este qué mierda se cree?”, se preguntaba Alejandro mientras le seguía atrás. Aún habían muchas dudas por contestar, pero el soldado le dejó bien en claro que no podía preguntar. Continuó con sus pensamientos mientras el sol comenzaba a ocultarse y este se cansaba más, se había aburrido de la constante vista. “Pero tiene buen culo”, pensó Alejandro al verle el levantado trasero que se le formaba a Guillermo bajo esos pantalones de militar que llevaba, probablemente tenía un muy buen físico.
“¿Qué mierda?”, sacudió su cabeza para alejar sus pensamientos y continuar el camino.
Tenía ganas de vomitar de lo cansado que estaba, mental y físicamente. Eran tantas las preguntas que tenía por hacerle, pero no podía.
“¿Quién eres?, ¿quienes eran los que me secuestraron?, ¿por dónde estamos?, ¿qué hora es?, ¿qué tan lejos estamos de Madrid?, ¿qué querían esos tío?, ¿estás soltero?”, una vez más se detuvo y sacudió fuerte su cabeza haciendo que hasta le doliera por el brusco movimiento.
“Bueno, supongo que si no puedo preguntar, puedo hablar.”

-Supongo que sabes por dónde vamos.- comentó Alejandro tratando de parecer normal. Ya se le había quitado el miedo y el nerviosismo, pero no la ansiedad.
-Claro que sé por dónde vamos.- contestó Guillermo sin mirar atrás, él aún cargaba el arma entre sus manos. Alejandro la miró y supo de qué arma se trataba, pues era parte de su trabajo diario tratar con armamento militar. En eso consistía su labor en el negocio de los Bravo, bueno, antes de que falleciera su padre esa era su única tarea.
-Y también supongo que haces esto a menudo.
-Más de lo que tu crees, enano.
-Alejandro- corrigió con molestia -, y supongo que el soldado piensa protegernos con esa simple arma, ¿eh? Capitán América.- rió Alejandro.
-¿Sabes manipular un arma?- giró Guillermo con una ceja arriba -, ¿tienes la más mínima idea de cómo apuntar y jalar el gatillo?- no esperó a que Alejandro contestara -, pues cuando sepas de armas podemos hablar de opciones y comportarnos como que ambos supiéramos lo que hacemos aquí.- volteó y continuó su camino pasando por sobre un tronco.
Alejandro respiró profundo, luchando contra la hermosa y cercana idea de dar la vuelta e ir por el otro lado, pero él sabía perfectamente que el bosque no le daría compasión y si se encontraba con los tipos estos de negro que lo raptaron, lo más probable era que lo volvieran a hacer. Así que se aguantó las ganas de darse ostia contra el tronco y subió por él para seguir al soldado.
Pero eso no evitaría que se quedara callado ante el insulto de que él no sabía sobre armas, pues Alejandro era experto.

-Maschinepistole 5- dijo Alejandro con perfecta pronunciación, pero Guillermo no hizo nada -, MP5 en simples palabras- justo cuando Guillermo iba a abrir la boca para decirle que eso no lo hacía experto Alejandro continuó -. Arma Alemana, subfusil, creada a mitad de la década de los 60, ocupa un calibre 9mm, Luger, es un fusil automático, como lo muestra el número 5 en su nombre original “HK MP 54”.
El silencio reinó y Guillermo se detuvo, volteó y miró a Alejandro, lo analizó de arriba a abajo, como si ese fuera el primer momento en todo el trayecto donde se detuvo a observar a su protegido.
-Me impresionas, enano, no creí que supieras de armas.- admitió Guillermo.
-Me llamo Alejandro.- gruñó el joven como siempre.
-Si tan bueno eres en las deducciones de seguro sabes por qué atacaron la conferencia y te raptaron.- en ese momento Alejandro recordó lo que dijo uno de los que lo raptaron, cuando habló sobre que llevaban el armamento en el otro camión.
-Las armas…- murmuró lo suficiente fuerte como para que Guillermo le escuchara.
-Así es…- aclaró su garganta es soldado -, por eso te raptaron, han querido robar las armas que creaste para venderlas al Medio Oriente. Aunque no se alejan mucho del trabajo que haces tú.- agregó lo último lo cual Alejandro se tomó como una ofensa.
-Ni de tu ocupación.- comentó sabiendo que todo estaba conectado, tanto la venta de armas como el que Guillermo las usara.
-Eso es diferente…
-Explícate, Cap.- acusó Alejandro bajando por una ladera junto al soldado.
-Yo utilizo las armas para proteger gente, para mantener el bienestar de los inocentes.- se defendió Guillermo.
-¿No es eso lo que hacen en las guerras?- preguntó Alejandro al aire -, cada bando protege a su pueblo y nación del ataque de los otros, esa es su justificación. Defiendes atacando.
-No- Guillermo se detuvo en seco y apuntó a su bordado a un lado de su camisa -, ¿sabes lo que significa esto? Alianza de Seguridad Nacional e Internacional. Nuestro trabajo es evitar la venta de armas terroristas y de contrabando, bueno, las ventas en general de armas. Pues nuestro objetivo es que aquellas guerras como las del Medio Oriente no sucedan.
-Pues gran trabajo hacen.- Alejandro continuó caminando pasando delante de Guillermo e ignorando su mirada de odio.
-Eso no está a discusión. Intenta sacrificar tu vida para el resto y no para ti.- pasó Guillermo devuelta a la delantera, dando un fuerte empujón al hombro de Alejandro, quien gruñó al sentir el contacto.

~~~

Ambos caminaron un poco más, era notable el cansancio en sus cuerpos. Sobre todo en el inexperto cuerpo de Alejandro. El cual era delgado pero no estaba preparado para tal tipo de cosas, además, el hecho de que fumara constantemente no le servía de nada. Por eso sus nervios lo mataban.
Se acercaron a otro río, la noche ya estaba cayendo y la temperatura también, pues Alejandro podía sentir sus huesos congelar bajo su delgada camisa.
-Por aquí.- le indicó Guillermo como si ya supiera el lugar. La luna comenzaba a ponerse arriba de sus cabezas, el soldado sacó de su bolsillo una linterna e iluminó el camino hasta una cabaña desolada cerca del río.
-¿Qué es eso?
-Tu nueva mansión, enano.- rió Guillermo para sus adentros y se acercó a la choza destartalada.
-Me llamo Alejandro.- gruñó el joven empresario. Guillermo abrió la puerta y ambos entraron. Era tan pequeña que en ella no había nada más que una mesa de centro, dos sillas, una chimenea y un saco de dormir. Y por supuesto, lo que todos esperan en una cabaña abandonada en medio del bosque, telarañas, muchas telarañas en los rincones.
-Aquí pasaremos la noche- comenzó a decir Guillermo mientras entraba como si fuera su propia casa -, mañana temprano seguiremos la caminata a Madrid, estamos saliendo de Galicia, así que mañana caminaremos todo el día, buscaremos otro lugar para pasar la noche y al día siguiente estaremos en Zamora.- planeó todo en aquel momento, era experto en ese tipo de cosas. Guillermo había pasado varias veces por situaciones similares.
-¿Zamora?
-Sí, pasaremos por ahí, luego iremos a Madrid.
“Dos días”, pensó Alejandro un poco disgustado, pues quería llegar a su hogar pronto. Se sentía sucio, hambriento y cansado.
-¿Qué pasó con tu grupo?
-¿Mi equipo? Pues nuestra misión era interceptar ambos camiones, el de los armamentos y el tuyo. Y nuestras instrucciones siempre son claras, si alguno daba contigo, debía de inmediato avanzar a la central.- contestó Guillermo como olvidando completamente que no quería contestar preguntas.
-¿Central?- frunció Alejandro el ceño.
-Sí, de la A.S.N.I.
-Pero, creí que me llevarían a casa…
-Eso será después, pero allá llegarás.- se frotó Guillermo el cuello algo agotado, pero aún le quedaba energía para más.
-¿Y qué hay de tu equipo?, ¿no necesitan a su líder?
-Pueden cuidarse solos, para eso están entrenados, no necesitan mi ayuda.
-¿Y tú no los necesitas?- la pregunta de Alejandro sonó muy profunda, más de lo que él mismo quería que sonara.
-Yo no necesito ayuda de nadie.

Alejandro se sentó en una de las sillas y suspiró, deseando estar en casa y ser atendido por su mayordomo y tener su cama. En resumen, no estar ahí.
-¿Quienes eran esos?- preguntó Alejandro refiriéndose a los que lo raptaron.
-Ellos son miembros del A&L.
-¿A&L?
-Es una burla, al tópico literario “De Las Armas y Las Letras”. Su líder es un poco… filósofo.- dijo rebuscando la palabra.
-Vaya… y querían las armas nuevas de la compañía.- dedujo mirando el suelo. Algo dentro de él le hizo sentir un poco, culpable.
-Sí- comentó Guillermo como no queriendo hablar del tema, como ocultando algo -. Ahora duérmete, enano.- le dijo mientras tomaba la otra silla y la acercaba a la ventana, la inclinaba y se apoyaba en la pared, dejaba el arma a un lado para quedarse mirando por la ventana por la cual entraba algo de luz de luna, pues el soldado apagó la linterna y era toda la luz que había
-Alejandro.- murmuró el otro joven, quien no le quedó otro remedio que estirar el saco de dormir, lo sacudió deseando no encontrar algún amigo no deseado entre él. Vio una de las telarañas, donde había una gran araña en el rincón. El escalofrío que le dio lo obligó a quedarse por sobre el saco de dormir.
Antes de cerrar sus ojos vio a Guillermo que miraba por la ventana.
-¿Piensas quedarte despierto toda la noche?
-Duérmete.- ordenó Guillermo.
-Pero…
-Ahora.- ni siquiera miró a su protegido, se cruzó de brazos y continuó mirando el oscuro y tétrico bosque. Alejandro suspiró fuerte y se recostó en el saco, ya se le había pasado el frío, pero no el hambre, esperaba poder comer en la mañana de quién sabe dónde. Por un lado se sentía seguro por tener al soldado con él y por otro nervioso por despertar sin cabeza. Por un momento pensó en decir buenas noches, pero encontró que no sería lo ideal con alguien como Guillermo, así que solamente cerró sus ojos y se dejó caer en el sueño mientras sabía que su odiado guardián estaría ahí.