salto fino

Eu não sei sofrer. A dor sempre acaba comigo e eu acabo entregando os pontos, as cartas e o jogo. Porque eu, de fato, não sei lutar contra ela. E é por isso que eu repito em alto e bom som para quem quiser ouvir, que eu não nasci para sofrer. Grito pela milésima vez e mais uma se preciso, para que o destino entenda que essa função não é minha. Eu não sei fazer isso direito. E cada pedacinho do meu corpo – esse por menor que seja – dói. Eu também não sei lidar com a dor sambando de salto alto e fino bem no meio do meu peito, e ainda ficar achando graça disso. Eu me acabo. E no final das contas eu não sei lidar nem comigo, quem dirá com a dor. E tudo se torna grande demais, vazio demais, apertado demais. O problema é que assim como eu não sei sofrer, eu também não sei não sofrer. Não sei olhar pro chão e não ter medo de ficar sem ele, e nem olhar a cicatriz sem pensar que ela pode ser aberta de novo. Não sei olhar pro céu e não ter medo de perder as estrelas e nem rir sem pensar que eu vou chorar muitas vezes ainda. É, eu não sei não sofrer, porque eu, definitivamente, não sei correr sem ter medo de cair. O joelho ralado sempre me pareceu um tiro no peito, ainda que eu nunca tenha levado um tiro. Eu só sinto muito, porque o sentir pouco nunca fez parte de mim. Não sei preferir o insuportável e desconfortável silêncio quando eu ainda tenho o grito. Então não me peça para sofrer em silêncio enquanto a dor grita - E grita alto. Não me  peça para chorar em voz baixa porque chorar alto é muito mais libertador. Não me peça para ser pouco, quando eu só sei ser muito. E o que é amarelo claro se torna amarelo escuro, quase fogo. O chuvisco se torna uma tempestade que não me permite dançar na chuva. A maré baixa se torna um tsunami e eu sempre acabo me afogando, porque bom… Eu não sei nadar nesse mar.
—  Cuidar.
Imagine - Niall Horan

Eu não sabia muito bem como fazer o Niall rolezeiro; ele é fofo demais para isso! hahahaha mas fiz o melhor que pude; e depois desse imgine, eu não sei onde vou enfiar minha cara. Boa noite! hahahaha

oi faz um com o niall em q ele é rolezeiro e ela td quietinha e eles são colegas de quarto na faculdade e aí ele arrasta ela pra balada um dia e eles se pegam lá e rola um hot (bem hot mesmo) pq ela era masoquista apesar de nn parecer e depois eles se declaram! Bjsss ❤️❤️


Quartos mistos… era tudo que eu precisava na faculdade. Pelo menos o cara é legal; meio estranho, mas legal.

Niall entrou todo esbaforido no quarto usando uma camisa de futebol e fone de ouvidos.

- Oi, (S/N)! – Niall disse recolhendo suas coisas para ir tomar banho. – Ainda estudando?

- É, essa matéria é complicada. – Dou de ombros e Niall se escora no batente da porta do nosso quarto.

- Hoje vai ter uma festa da fraternidade lá de baixo, quer ir? Vai ter música, bebida e eu. – Ele sorriu. – Vamos?

- Ah, não. Obrigada, Niall; mas vou ficar no quarto. – Sorri envergonhada.

- Ah, qual é?! Você fica aqui vários dias da semana, uma sexta-feira não vai acabar com todos seus esforços. – Ele fez bico.

- Mas, podemos voltar cedo? – Ele franze a testa, revira os olhos, mas concorda.

- Acho melhor você trocar de roupa… – Ele gesticula um pouco.

- Vou tomar banho também. Você me espera? – Ele concordou com a cabeça.

Depois que Niall saiu, eu escolhi um vestido preto do meu armário, uma lingerie escura e peguei meus produtos de higiene e maquiagem, e fui para o banheiro feminino.

Depois de uns quarente minutos sai do banheiro completamente pronta. Uma maquiagem leve, cabelos lisos e secos e o vestido com um ótimo caimento e bem cinturado; voltei para o quarto pensando em que sapato usar para ir à festa. Nada muito alto para não sentir dor, mas nada muito baixo para não focar feio.

Achei, no fundo do meu armário um salto médio e fino; assim que terminei de me calçar, Niall entrou no quarto.

- Wou! É você mesmo, (S/N)? – Ele perguntou e em seguida caminho até onde eu estava, segurou a minha mão e me fez dar uma voltinha.

- Para, Niall! – Disse rindo e me soltando dele.

- Já está pronta? – Ele vai para seu armário pegar um perfume.

- Já! Vamos?

- Vamos!

Peguei meu celular e vi Niall fazer a mesma coisa.

- Meu carro está no estacionamento, vamos até lá. – Ele segura minha mão me guiando pelo caminho.

- Você tem carro? – Pergunto incrédula.

- Ah, tenho sim! – Ele ri.

- Eu preciso comprar um para mim. – Resmungo e torço os lábios.

- Podemos ir juntos ver um, qualquer dia desses. Se você quiser, é claro…

- Marcamos, eu aviso você com antecedência.

- Está bem.

Paramos de conversar no exato momento em que paramos em frente a um carro que nem nos meus sonhos imaginei ser de Niall, principalmente por não saber sua marca. Ficamos em silêncio todo trajeto até a fraternidade que já estava abarrotada de pessoas com copos nas mãos.

- Uh, essa vai ser boa. – Diz Niall depois de estacionar o carro.

- Você vem em todas? – Pergunto meio assustada.

- É, todas que eu consigo vir, venho!

- Uau. É ter pique. – Resmungo e o ouço rir. Descemos do carro e mais uma vez ele segura minha mão.  

Entramos na festa indo direto para a cozinha para pegar algo para beber e Niall pegou uma garrafa de cerveja para cada um.

- Vou dar uma volta. Você me espera no jardim? – Concordei e sai para a rua.

Sabia que Niall me largara sozinha, seria questão de tempo; mas ele foi educado o suficiente para me avisar. Demi Lovato começou a tocar nas caixas de som e eu cantava as músicas baixinho; estava sentada em um banco mais afastado

- Finalmente achei você! – Niall se joga ao meu lado. – Se você queria sumir, deveria ter me avisado.

- Está bem, na próxima eu aviso. – Reviro os olhos.

- Quer ir dançar?

- Pode ser….

Seguimos para dentro da casa onde uma música de batida animada tocava; Niall colou seu corpo ao meu e com as mãos em meus quadris fez eu me movimentar sensualmente ainda de costas para ele.

Seus lábios foram para meu pescoço e eu subi uma das minhas mãos para acariciar seus cabelos. Suas mãos faziam carinhos na minha cintura e quadril; eu sentia meu corpo cada vez mais próximo do dele. Me virei de frente para ele e senti sua mão indo para minha bunda e a apertar; ralei meus lábios nos seus e o vi umedecer os próprios lábios e se inclinar para mim.

Eu sentia meu corpo esquentar conforme o beijo ganhava agressividade.

- Ah, Niall. – Gemi descaradamente em seu ouvido ao senti-lo duro próximo ao meu quadril.

- Merda! – Ele esbravejou apoiando sua cabeça em meu ombro. – Quer subir para um dos quartos?

- Quero! – Digo e mordo o lábio inferior sentindo minha intimidade latejar.

Niall me, praticamente, me arrastou escada acima; achamos um dos quartos vazios e, depois de entrarmos, Niall trancou a porta.

Minhas costas atingiram a cama com brutalidade e mais um gemido ecoou dos meus lábios. Niall atacou meu pescoço com mordidas e lambidas continuas e seu corpo fazia um vai e vem ritmado sobre o meu. Meus lábios já estavam cortados de tanto que eu os mordia.

- Niall, mais. Eu quero mais. – Implorei sentindo suas mãos invadirem a sair rodada do meu vestido. Seus dedos me acariciaram ainda por cima da calcinha.

- Você quer mais? – Ele falou rouco.

- Quero. Eu preciso de mais, e mais forte. – As palavras escapavam de mim. O prazer me embriagava.

Niall nem se deu ao trabalho de tirar minha calcinha, após a colocar para o lado, seus dedos me fizeram gemer e revirar os olhos de prazer. Os movimentos brutos que ele fazia, me dava o gostinho do que poderia vir depois. Assim que gozei, Niall levantou correndo para se despir e se proteger com a camisinha. Eu, meia tonta, tirei o vestido e o esperei para que tirasse o resto.

Suas mãos seguraram cada lado da minha peça intima e a correu por minhas pernas e em algumas partes da minha pele deixava beijos castos. Não vi onde minha calcinha e sutiã foram parar, pois no exato momento, Niall me preenche.

Um grito fino escapa pelos meus lábios e meus olhos se fecham. Assim como pedi, as estocadas são firmes e fortes contra mim. Levo sua mão até minha bunda e o encaro. Niall dá um tapa forte e estalado no lugar onde eu havia posto sua mão.

- Você gosta disso? – Ele diminui o ritmo e dá mais um tapa, me fazendo gemer arrastado. – Que menina mais safada!

Os estalos dos tapas e as palavras sujas que Niall se deliciava em dizer me fizeram gozar; minhas pernas ficaram bambas e minha visão turva. O sentimento que o prazer me dava era indescritível.

- Então você é das que gosta de tapas. – Niall se virou para me encarar depois de recuperado.

- É, gosto. – Disse envergonhada.

Niall sorriu e se inclinou em minha direção para me beijar. Um beijo delicado, ao contrário de todos os outros que eu recebi durante a noite. Um beijo que eu ousava dizer que tinha até um toque de amor; seus braços me abraçaram quase protetores.

- Vamos para o dormitório? Quero dormir agarrado em você… – Niall murmura em meu ouvido. – Todos os dias.

Part I

Me desvencilhei do garoto de  com a desculpa de que ia pegar bebida no bar e voltava. Eu até fui mesmo até o bar, mas não peguei nenhuma bebida, e muito menos voltei a procurá-lo, e  eu realmente não lembro o nome que saiu de seus lábios, lábios esses que pareciam muito mais atraentes na hora do que realmente eram, mas que se dane.

Subi no segundo andar da boate, um lugar consideravelmente mais ‘morto’, quer dizer, todos ali estavam sentados em mesa tentando conversar, provavelmente só tentando mesmo, porque a música dali  era tão ensurdecedora quanto na pista.

Mas ao menos ali eu tinha a vista de todos lá em baixo, aonde eu podia procurar por minha irmã mais nova. Depois de alguns segundos passando o olhar rápido pelas pessoas, a encontrei, e lá estava ela com o mesmo cara de sempre. Eu realmente não entendo o que eles ainda vem fazer aqui se eles sempre se pegam dessa forma.

Peguei o celular da pequena bolsa preta em minhas mãos buscando por um relógio, para ver se já estava muito tarde. E bem, considerando que o chá de panela da Gemma seria amanhã, às onze horas da manha, e que minha mãe com certeza me obrigaria a ajudar na organização, duas e meia é tarde.

Mandei uma mensagem rápida pra minha irmã, sabendo que ela provavelmente só veria quando fosse me avisar que iria embora com o tal cara que, apesar dela comentar comigo, eu também não lembro o nome. Ok, talvez eu não seja muito boa com nomes mesmo.

Desci as escadas com cuidado pelo salto fino que eu usava.

Tudo bem Manoela, mãos no corrimão, um pé após o outro, cabeça levemente abaixada para que dê pra ver os degraus mas para que não fique parecendo uma velha, está tudo bem, tenho menos de vinte e cinco e apesar de não gostar de academia as pernas me aguentam.

Ergui a cabeça, quase que orgulhosa de mim por conseguir descer a escada, lotada de gente subindo, descendo e se pegando e logo  continuando meu caminho até a saída como se nada tivesse acontecido.

‒Manu?! ‒Paralisei por um segundo ao ouvir a voz dele gritado meu nome. Neguei com a cabeça me desfazendo da imagem da pessoa que minha mente dizia ser o dono da voz e voltei a andar. Eu estou ficando maluca, só pode. ‒Ei, Manu! ‒ A voz gritou de novo, e então eu senti uma mão em meu braço, puxando meu corpo e me fazendo parar. E eu só conseguia pensar em como, mesmo depois de dois anos, eu ainda conseguia reconhecer sua voz.

Me virei para trás, torcendo pra eu estar enganada, muito enganada.

E eu não estava, mas eu não sei se estava realmente chateada por estar certa.

‒Harry?! ‒ Minha voz saiu baixa demais para que ele ouvisse, mas sorri involuntariamente ao me deparar com seu sorriso. Eu não sei se a luz estava realmente favorável à ele ou se era eu quem estava. ‒ Eu.. Eu achei..  ‒Por céus por que eu estou  gaguejando? ‒Eu achei que.. Você..  Ainda estava..

‒Em Los Angeles? ‒Ele completou ainda sorrindo a frase que eu não conseguia terminar então apenas assenti, sentindo minhas bochechas corarem. Por sorte estava escuro de mais para que ele percebesse ‒Pois eu estava mesmo, apenas voltei.

‒É, você voltou..  ‒Sorri, sem graça.

‒Cheguei ontem de madrugada, passei o dia dormindo hoje, quer dizer, ontem ‒Ele riu de si próprio e eu tinha certeza que minha cara confusa foi o que fez ele desfazer o sorriso.  Ele ainda segurava meu pulso, mas de uma forma tão fraca que eu cheguei a pensar na ideia de sair correndo dali, mas não fiz . ‒Por isso ainda não deve ter me visto pela vizinhança e..

‒Voltou por quê? ‒Nossos olhares estavam ligados um no outro, e eu já não precisava gritar pra que ele me entendesse.  

‒O chá de panela da minha irmã.. ‒ Harry largou meu pulso.

‒Ah, sim.. É verdade.. ‒sorri sem graça e apesar de toda a barulheira do local, o silencio se instalou entre nós. Eu não sei por quê mas,  eu realmente queria ter alguma coisa pra falar agora.

‒Eu acho que, teoricamente.. ‒Ele deu um passo em minha direção. Meus olhos desceram automaticamente para seus lábios eles estavam tão.. Convidativos. Eu realmente não me importaria em beijá-los agora. ‒Nós não terminamos oficialmente né..? Quer dizer.. ‒Mais uma passo‒ Nós apenas seguimos rumos diferentes e..

‒E a vida nos afastou. ‒Completei, sem me importar que ele percebesse o que eu tava encarrando.

‒Exatamente Manu. Exatamente. ‒Mais um passo em minha direção. Entre nós agora havia um espaço de um palmo, no maximo ‒Você por acaso está com alguém..

‒Não. ‒ respondi mais rápida do que deveria sem conseguir parar de encarar seus lábios. Eles já estavam tão próximos..

‒Então ótimo! ‒Ele sorriu.

Suas mãos foram para minha cintura, colando nossos corpos de  vez, de um modo que nós praticamente nos chocamos, o que já era bom por si só.  Sua mão, firme em minha cintura, me puxou pra ainda mais perto, no que parecia uma tentativa de, de alguma forma, fundir nossos corpos. Minhas mãos passaram por cima de seu ombro, e logo, minha mão livre já estava em seu cabelo, mais comprido do que eu lembrava ser.  Num ato em conjunto nossos lábios se grudaram e Deus, como isso era bom! Era como se eu tivesse voltando à dois anos atrás, no dia em que eu dei meu último beijo no cara que eu tinha jurado meu coração.

Havia calma e ferocidade Havia uma mão quase na minha bunda e outra em meu rosto, aprofundando mais nossos rostos. Não era um beijo afobado, mas também não havia tranquilidade.

E então o beijo se partiu. Minha respiração estava descompensada e a dele também, eu a ouvia quase que nitidamente mesmo com a musica.

Abri os olhos, aparentemente junto com ele.

‒Você está com alguém? ‒ Minha vez de perguntar

‒Claro que não.. ‒Ele negou com a cabeça rindo um pouco

‒Ótimo. ‒ Respondi e ainda com as mãos em seu cabelo voltei a beijá-lo.

(**)

Esse especial não está terminado, como geralmente estão os que eu começo a postar, decidirei se continuarei escrevendo ou não através do retorno de vocês. Se vocês não gostarem muito, nem se interessarem, eu não continuo, caso contrário, eu continuo.. xx

Lia.

Io ruberei tutte le stelle dell'universo
A te che sei come la notte di San Lorenzo
Illuminata come un cocktail di cielo immenso
É stupido negarlo, ancora ci penso
Come fare un salto fino a Mercurio
Per te che ho preso botte sotto al diluvio
I segni sull'asfalto li vedi al buio
Sei la mia luce nella notte: plenilunio
Lei non capisce che splende
Piú di un pendente di perle
Ascolta il mio canto ribelle
Sto qui sotto un manto di stelle
Lo dico sapendo di avere ragione
É un atto di venerazione
Ti porto sull'Orsa Maggiore
Per questa scommessa d'amore
—  Briga, Questa é la strofa che ho scritto per “La Nuova Stella di Broadway” di Cesare Cremonini, on Facebook
Eu vou fingir que esse não é mais um texto pra você, e que não me estremeço todo ao lembrar da tua boca pintada de vermelho e dos sons que emitia quando fazíamos amor na nossa cama. Ah, mulher, você pisou no meu coração com aquele salto bico fino preto que eu adorava e nem me disse adeus. A dor tomou conta de mim e eu não consigo mais me encontrar. Era o teu riso que me trazia euforia de carnavais, era o balouçar do teu corpo que me era o retrato perfeito das ondas do mar, deixavas minha carne ensandecida com cada fragmento teu cravado fundo nos ossos. Fostes para mim todas as memórias felizes, todas as crenças possíveis, e hoje já não consigo te desvencilhar de minha postura cabisbaixa e de meus desentendimentos. Tu costurastes uma mudez na minha garganta, quando tudo que eu queria era gritar o teu nome.
—  Thomaz Torres e Lorenzo Fonseca
La nuova stella di Broadway (Cover)
Briga
La nuova stella di Broadway (Cover)

“ Io ruberei tutte le stelle dell'universo
A te che sei come la notte di San Lorenzo
Illuminata come un cocktail di cielo immenso
É stupido negarlo, ancora ci penso
Come fare un salto fino a Mercurio
Per te che ho preso botte sotto al diluvio
I segni sull'asfalto li vedi al buio
Sei la mia luce nella notte: plenilunio
Lei non capisce che splende
Piú di un pendente di perle
Ascolta il mio canto ribelle
Sto qui sotto un manto di stelle
Lo dico sapendo di avere ragione
É un atto di venerazione
Ti porto sull'Orsa Maggiore
Per questa scommessa d'amore…”

vanessa e june foram expulsas do bar de novo por causa que june que estava totalmente bêbada, ao ponto de ter feito um lap dance mal feito em um cara gato que tava com a namorada, e obviamente a namorada começou uma briga com june mas foi impedida com o salto fino da ruiva que ela queria enfiar no olho da garota, e claro, vanessa como uma amiga responsável só viu a briga acontecendo. ‘ i’ll never drink again
Io ruberei tutte le stelle dell'universo
A te che sei come la notte di San Lorenzo
Illuminata come un cocktail di cielo immenso
É stupido negarlo, ancora ci penso
Come fare un salto fino a Mercurio
Per te che ho preso botte sotto al diluvio
I segni sull'asfalto li vedi al buio
Sei la mia luce nella notte: plenilunio
Lei non capisce che splende
Piú di un pendente di perle
Ascolta il mio canto ribelle
Sto qui sotto un manto di stelle
Lo dico sapendo di avere ragione
É un atto di venerazione
Ti porto sull'Orsa Maggiore
Per questa scommessa d'amore
—  Briga
Io ruberei tutte le stelle dell'universo
A te che sei come la notte di San Lorenzo
Illuminata come un cocktail di cielo immenso
È stupido negarlo, ancora ci penso
Come fare un salto fino a Mercurio
Per te che ho preso botte sotto il diluvio
I segni sull'asfalto li vedi al buio
Sei la mia luce nella notte: plenilunio
Lei non capisce che splende
Più di un pendente di perle
Ascolta il mio canto ribelle
Sto qui sotto un manto di stelle
Lo dico sapendo di avere ragione
È un atto di venerazione
Ti porto sull'Orsa Maggiore
Per questa scommessa d'amore.
—  Cover by Mattia Briga, La nuova stella di Broadway.

Io ruberei tutte le stelle dell'universo
A te che sei come la notte di San Lorenzo
Illuminata come un cocktail di cielo immenso
É stupido negarlo, ancora ci penso
Come fare un salto fino a Mercurio
Per te che ho preso botte sotto al diluvio
I segni sull'asfalto li vedi al buio
Sei la mia luce nella notte: plenilunio
Lei non capisce che splende
Piú di un pendente di perle
Ascolta il mio canto ribelle
Sto qui sotto un manto di stelle
Lo dico sapendo di avere ragione
É un atto di venerazione
Ti porto sull'Orsa Maggiore
Per questa scommessa d'amore

Strofa La nuova stella di Broadway di Briga.

A casa estava cheia de gente, as pessoas se aglomeravam nos cantos para conversar em grupos, e eu me sentia perdida em meio a toda aquela classe.
Harry havia me convidado para ir junto ao jantar que teria na casa de um dos chefes da empresa em que trabalha. E como era um dos sócios mais importantes daquele império, achava que não cairia muito bem se fosse sozinho. Eis que surgiu a brilhante ideia de convencer a namorada a aceitar o convite.
Para aquela ocasião, eu usava um vestido justo e longo na cor marfim, com uma delicada abertura na lateral da perna direita, que ia dos pés até um pouco acima do joelho, deixando um pouco a mostra. Os sapatos eram da mesma cor, o salto era fino e as finas tiras que subiam até o tornozelo eram cobertas com pedras brilhantes. Optei em manter o cabelo solto e não me preocupei tanto em fazer uma maquiagem bem elaborada. Nada que um pouco de rímel não fosse suficiente.
Passei pelas pessoas que insistiam nas mesmas conversas, ignorando o fato de que aquilo era um jantar. As taças de champanhe não saíam de suas mãos, ora levando-as a boca para um pequeno gole. Parei perto de um grupo de mulheres, que cochichavam alegremente sobre algo, mas, sinceramente, não me interessava em saber sobre o que elas tanto falavam, certamente seria sobre os bens dos maridos e o quanto eles esbanjavam para mantê-las na vida que sempre levaram.
Estava pronta para ir até Harry e implorar que ele não demorasse tanto, não aguentava mais permanecer naquele lugar onde as pessoas nem ligavam para a minha presença, mas, antes que eu pudesse me locomover até ele, uma das mulheres me puxou pelo braço, fazendo com que eu me juntasse ao grupo de fofocas.
- Belo vestido. - disse uma delas, enquanto as outras olhavam atentamente cada pedaço do tecido, dos pés a cabeça.
Tentei não parecer tão desinteressada, apenas dei um leve suspiro e sorri.
- Obrigada. - respondi.
- Veio com seu esposo? Ou faz parte da equipe de funcionários? - perguntou a mulher que havia me arrastado para aquele canto.
Outra vez sorri, sem mostrar os dentes, passei a mão nos cabelos, colocando uma mecha atrás da orelha e então olhei diretamente para a mulher que fizera a pergunta.
- Eu…
Fui interrompida, o que me rendeu outro suspiro, de alívio.
- Não acredito que ele esteja solteiro. - disse uma das mulheres. Era morena, os cabelos na altura dos ombros, ondulados e com um brilho que daria inveja a qualquer uma. Trajava um longo vestido preto, com um decote avantajado e rendado em algumas partes. Os lábios estavam lotados de batom vermelho, e os olhos pequenos cobertos de rímel. Ela era bonita, até demais.
As outras mulheres direcionaram o olhar para onde a morena observava, então não pude evitar e dei uma espiadinha.
Meu queixo caiu quando vi Harry passando, com seu sócio, todo elegante, para não dizer outra palavra, em seu terno escuro. Olhei novamente para aquelas mulheres, que não desviavam o olhar do meu namorado, mas permaneci em silêncio.
- Ele é bom demais pra ser real.
- Deve ser casado, Jane. - a mulher olhou em volta, fingindo não ligar tanto assim.
- Mesmo assim, ele não deixa de ser um tremendo gato.
- E deve ser bom de cama. - completou a morena.
A mulher de cabelos loiros e olhos claros, que pelo que pude ouvir chamava-se Jane, revirou os olhos.
- Somos casadas, e daí? Eu daria tudo por uma bela trepada com ele.
Tentei não demonstrar a minha irritação, arrumei o vestido e me afastei, indo em direção ao Harry.
Por mais que elas desejassem o meu homem, jamais o teriam. Era comigo que ele teria uma bela trepada, e, com certeza, várias outras depois.
Ouvia alguns risinhos vindo daquelas mulheres, e imaginava o que elas estariam falando de Harry, quem sabe estavam imaginando em quais posições poderiam dar pra ele ou em qual tom deveriam gemer. Fiquei ainda mais irritada, mas acima de tudo, estava excitada.
Assim que me aproximei de Harry ele olhou para mim e sorriu, fazendo com que eu ficasse ainda mais nervosa. Ele passou a mão em volta de minha cintura e me puxou para perto, juntando meu corpo ao dele.
- Podemos ir embora? - sussurrei, próxima de seu ouvido.
Novamente ele sorriu, olhou para mim e apertou os dedos sobre minha cintura.
- Tem algum outro compromisso? - perguntou, ainda sorrindo.
Segurei sua mão que estava me apertando e entrelacei nossos dedos.
- Pra ser sincera, sim, eu já tenho outros planos.
Harry me encarou travesso, o olhar fixo em meu rosto e um sorriso sacana tomou seus lábios.
- Posso saber se estou incluso nesses seus planos?
- Obviamente.
- Só mais alguns minutos e então podemos ir. - disse ele, me deixando à beira de gritar de desespero.
- Harry…
Fui interrompida por um dos colegas de Harry, que veio todo sorridente ao encontro dele.
- Styles! O todo poderoso. - o homem abriu os braços e o cumprimentou com um abraço. Em seguida olhou atentamente para mim. - E quem é essa bela dama? - perguntou.
- Essa é (S/N), (S/N) (S/S).
- É um prazer conhecê-la, Srta. - o homem fez uma reverência e estendeu a mão para mim. Assim que repousei a minha sobre a dele ele se curvou e encostou os lábios em minha pele, depositando um beijo delicado. - Me chamo Jordan.
Harry olhou de relance para nossas mãos e me puxou levemente pela cintura.
- É um prazer também, Jordan. - sorri, tentando esconder o nervosismo, mas, provavelmente, não deu muito certo.
- Meu amor, você se importa se eu me afastar por alguns minutos? Eu preciso resolver umas coisas com Jordan, mas prometo que não demoro.
Assenti e então ele deu as costas e se retirou, junto com seu amigo.
- Droga! - sussurrei para mim mesma, odiando Harry profundamente nesse curto período de tempo.
Escutei passos se aproximando, e me virei, dando de cara com uma mulher alta, de cabelos negros e olhos azuis, o corpo bronzeado e um vestido turquesa que ia até os pés.
- (S/N)? - perguntou ela, e no mesmo instante me perguntei de onde ela me conhecia.
Confirmei com a cabeça e reparei no quanto ela me observava.
- Você é a esposa do Harry, não é?
Esposa. Aquela palavra vinha me perseguindo desde que cheguei naquele lugar. Mas ao invés de eu explicar que, apesar de Harry e eu termos um relacionamento sério, não chegávamos a ser marido e mulher, apenas confirmei, deixando que o orgulho tomasse conta da situação e, de certa forma, causasse inveja nela, até porque era mais do que óbvio que aqueles lábios rosados não estavam interessados apenas no trabalho de Harry, e sim em uma coisa bem mais interessante.
Sorri para ela, que permaneceu com a mesma expressão surpresa desde que pôs os olhos em mim.
- E você…?
- Ah, sim! Me chamo Emma, sou amiga de Harry.
Ela se curvou para me dar dois beijinhos no rosto, ainda com aquele olhar patético sobre mim.
- Foi um prazer conhecer você, Emma, - menti - mas preciso encontrar meu esposo antes que ele esqueça que temos outro compromisso mais tarde. - saí praticamente pulando por dentro, cantando uma vitória sem cabimento e infantil.
Olhei em volta, em todos os cantos, mas não conseguia ver Harry, o que me deixava mais impaciente a cada minuto. Algumas pessoas passavam e me cumprimentavam, outras cochichavam algo. E quanto a mim, bom, eu estava fervendo por dentro. Por mais que seja ridículo e doentio, eu sentia um tesão enorme em ver todas aquelas mulheres desejando Harry, pois sabia que tudo aquilo que elas queriam fazer com ele, era comigo que ele fazia.
Fiquei perdida durante alguns segundos, até sentir aqueles dedos familiares tocarem meus ombros e pressioná-los em minha pele. Me virei instantaneamente e dei de cara com aquele par de olhos verdes e aquele sorriso sem vergonha.
- Podemos ir agora? - perguntei.
- Meu amor…
- Não dá mais, Harry! - o interrompi, parada em sua frente, com os braços cruzados sobre o peito. - Você tem que parar de ser tão canalha. - sussurrei as últimas palavras.
Ele me encarou confuso, mas percebi que se controlava para não rir.
- O que foi que eu fiz dessa vez?
- O que você tá demorando pra fazer seria a pergunta correta. - fiz uma pausa, me aproximando mais dele e repousando as mãos em seu peito, sobre o paletó. - Eu não aguento mais ouvir essas mulheres soltando elogios pra você o tempo todo. Dizendo o quanto você é gostoso e o quanto deve foder bem, elas estão me dando…
- Raiva? - perguntou ele, observando atentamente meu rosto.
- Vontade de trepar loucamente com você. - sussurrei novamente.
Harry soltou uma gargalhada abafada e segurou minhas duas mãos, dando um beijo em meus dedos logo em seguida.
- Quer ir pra casa agora?
Confirmei com a cabeça.
- Tudo bem, meu amor. - se aproximou de mim e sussurrou em meu ouvido: - Só não se esqueça que, depois desse seu discurso, você vai ter que cumprir cada palavra que disse.
- Confie em mim.
Em 20 minutos já estávamos no carro, finalmente indo para casa de Harry. Ele apoiou uma das mãos em meu joelho, que estava exposto por causa da abertura do vestido, e apertava de vez em quando. Até que começou a deslizar os dedos na parte interna de minha coxa e subir cada vez mais. Dei um longo suspiro, esperando que seus dedos chegassem até minha calcinha, ultrapassasse o tecido e me tocasse.
- Harry… - parei de falar para soltar mais um suspiro, só que mais desesperado dessa vez. - Presta atenção na estrada.
- Eu gosto de olhar pra você, principalmente quando tá excitada. - disse ele, continuando com os dedos em mim, roçando cada vez mais próximo de meu clitóris.
- Harry… Você pode fazer isso em casa…
- Eu quero fazer tantas coisas com você, (S/N), não sei nem como começar.
- Pode fazer o que quiser, - segurei sua mão e a afastei. - em casa.
Harry segurou o volante com as duas mãos e acelerou ainda mais o carro. Olhei para ele e abri um sorriso, incapaz de sentir qualquer outra coisa a não ser tesão.
Ao chegarmos em sua casa, nem eu e nem ele tínhamos paciência para esperar. Nos agarramos como se fosse a última vez. Harry segurou firmemente minha cintura, apertando os dedos contra minha pele e me puxando para perto de si. Quando nossos corpos se chocaram, consegui sentir seu pau, já duro, sobre o tecido da calça. Queria tocá-lo; chupá-lo; ver ele gemendo meu nome, assim como queria que ele me colocasse de quatro e me fodesse com força.
Virei de costas e fiquei me esfregando nele, deixando-o me empurrar até um canto, enquanto lambia e chupava meu pescoço, e me prensar entre seu corpo e a parede. Espalmei as mãos ali e abri as pernas. Senti os dedos de Harry me examinando, passando pelas minhas costas e abrindo o zíper do vestido. Quando, enfim, ele o abaixou o suficiente para deixar meus seios a mostra, soltei um gemido, seguido de um suspiro longo. Harry se curvou e tocou minha pele com os lábios, as mãos segurando minha cintura, empurrando o vestido para baixo até conseguir tirá-lo por completo. Com os pés, joguei-o para o lado, ficando apenas de calcinha e salto alto.
- Então quer dizer que você fica excitada quando as mulheres me olham com desejo? - perguntou Harry, ainda esfregando minha pele com os dedos.
- Sim. - respondi, com a voz valha devido aos carinhos que ele fazia em mim.
Suas mãos escorregaram até minha bunda, apertando-a com força. Joguei a cabeça para trás e fechei os olhos. A esse ponto eu já ultrapassava o nível máximo de excitação. Harry conseguia causar esse efeito em mim em apenas alguns minutos. Senti a respiração dele em minhas costas, e percebi que ele tinha se agachado atrás de mim. Com um movimento rápido, ele abriu ainda mais minhas pernas, escorregando as mãos delicadamente por minha pele.
Seus dedos percorreram até minha calcinha, puxando-a para o lado para esfregar os dedos em minha entrada. E então, impaciente, ele a arrancou, rasgando o tecido fino.
- Tão molhada. - sussurrou, em seguida acariciou meu clitóris. Depois voltou até minha entrada, introduzindo de uma vez dois de seus longos dedos.
Gemi baixinho, mordendo o lábio inferior para conter um grito.
- Harry…
- É isso que você quer, meu amor? Quer que eu te foda desse jeito?
- Sim, Harry… sim! - abri os olhos somente por alguns segundos, visualizando o teto, depois os fechei de novo, apertando as pálpebras fortemente.
Harry começou a mover os dedos dentro de mim, retirando-os e colocando-os de volta lentamente, explorando cada canto.
- Que bocetinha molhada. Isso tudo é vontade de trepar comigo?
Ao ver que eu não conseguia responder, ele aumentou a velocidade em que enfiava os dedos.
Não consegui me conter e gemi alto, fechei as mãos em punhos e deixei-as apoiadas na parede.
- Harry, por favor…
Seus dedos se mexiam dentro de mim rapidamente, famintos. E então ele parou.
- Ah! - deixei um gemido de desaprovação escapar. Abri os olhos, pronta para me virar, mas antes que eu fizesse isso, ele o fez, agarrando minhas duas pernas e me colocando em seu colo. Me levou até o sofá e me jogou deitada, as pernas arregaçadas e totalmente exposta.
Antes que ele pudesse começar a fazer qualquer coisa, se ajoelhou no chão, em minha frente, e aproximou os lábios dos meus, me dando um beijo quente e desesperado. Quando se afastou, deu um sorriso largo e se abaixou.
O primeiro contanto já fez com que todos os pelos de meu corpo se arrepiassem. Sua boca tocou em meu clitóris e logo sua língua começou os movimentos rotativos. Arqueei as costas e abri um pouco mais as pernas, agarrei seus cabelos e deixei que ele me chupasse daquela forma gostosa que ele sempre fazia. Não demorou muito para ele enfiar dois dedos em mim novamente e arrancar gemidos de minha garganta. Eu tentava não gritar, não me contorcer no sofá, mas Harry tinha uma habilidade incrível com os dedos e a boca.
- Ah, Harry… - acariciei seus cabelos enquanto ele enfiava os dedos cada vez com mais força e sua língua lambia e mordiscava suavemente meu clitóris.
- Ah, meu Deus… que delícia!
Harry tirou os dedos de dentro de mim e introduziu a língua o suficiente para me fazer gritar.
- Harry, isso…
Eu sentia que ia gozar, mas sabia que Harry não deixaria isso acontecer tão fácil.
Ele se afastou um pouco, olhou em meus olhos e deixou as mãos apoiadas em minhas coxas.
- Desculpa, meu amor, mas não vou te deixar gozar agora.
- Por favor, Harry… me fode logo, me faça gozar.
Ele não respondeu, apenas subiu no sofá e se ajeitou entre minhas pernas, depois as segurou e me puxou para mais perto de si.
Fiquei observando enquanto ele se despia, ficando apenas de cueca, deixando visível sua ereção. Lambi os lábios e o encarei, implorando para que ele tirasse logo sua boxer e me fodesse gostoso.
Meu corpo inteiro estremeceu quando ele tirou aquele pedaço de pano preto que o cobria e segurou seu pau com uma das mãos, o acariciando.
Quando Harry viu que eu estava o observando, ele começou a se masturbar com rapidez, levando a mão até a base, esfregando a cabecinha de seu pau, depois o esfregando novamente, para cima e para baixo. Ver ele se dando prazer me deixava com a boca seca. Eu poderia chupá-lo, poderia masturbá-lo, mas ele estava me provocando. Tentei fechar as pernas mas Harry me impediu.
- Por favor. - sussurrei.
Um sorriso se formou em seus lábios e então ele se ajeitou, segurando minhas pernas para mantê-las abertas e se posicionando mais perto, com seu pau já roçando em minha boceta.
Antes de me penetrar, Harry se inclinou e me beijou, depois foi deslizando a língua até meu pescoço, chupando e lambendo minha pele, e então meteu com força.
Joguei a cabeça para trás, a vontade de gritar só aumentou quando ele saiu de dentro de mim e meteu de novo, com a mesma força de antes.
Agarrei seus cabelos e os puxei, seu corpo fazia peso sobre o meu, o que me ajudava a manter as pernas abertas.
Eu tinha vontade de gritar, de mostrar o quanto eu gostava quando ele me fodia desse jeito, mas a única coisa que conseguia fazer era gemer incontroladamente enquanto ele mordia meu lábio inferior.
- Harry… - fechei os olhos e cravei as unhas em suas costas. - ah, meu Deus, por favor…
- Essa sua bocetinha é tão apertada. Gostosa demais.
- Continua, por favor, mete mais forte. - implorei com uma voz manhosa.
- Você sempre fica tão molhada, só pra eu meter meu pau nessa sua boceta gostosa, desse jeito.
Harry beijou meu pescoço, em seguida se abaixou um pouco mais para tocar em meus seios, chupando meus mamilos e mordiscando ao mesmo tempo em que metia em mim cada vez com mais força e mais velocidade.
Já estávamos suados, ofegantes e cansados, eu estava quase lá, quase atingindo aquele orgasmo de revirar os olhos e contorcer os dedos dos pés, e pelos gemidos e grunhidos de Harry, ele não estava muito longe disso também.
- Isso… só mais um pouco, Harry, continua metendo. - continuei gemendo. - Eu vou gozar.
A língua dele escorregava em meu mamilo, e uma de suas mãos apertava ao redor do outro. Ele voltou para a minha boca, sussurrando sacanagens para mim e me beijando em seguida.
- Isso, meu bem, goza pra mim. Goza no meu pau.
Senti meu corpo amolecer e minhas pernas ficarem trêmulas. Soltei um grito desesperado e gozei.
- AH! Meu Deus, Harry… eu…
Harry saiu de dentro de mim e novamente segurou seu pau, começando a se masturbar em minha frente. Entre gemidos e suspiros ele também gozou, jorrando aquele líquido espesso e branco em minha barriga.
- Minha. - disse ele, com a respiração acelerada.
- Meu. - passei as mãos em minha barriga, juntando com o dedo um pouco de seu gozo e lambendo.
- Porra, você é muito gostosa!
Harry se inclinou sobre mim e me beijou. Deixei que ele continuasse assim por um tempo, mas a minha vontade ainda permanecia ali, eu precisava disso mais do que tudo.
- Harry, - me apoiei sobre os cotovelos e permaneci com o olhar fixo no dele. - eu quero te chupar.
Ele sorriu, se aproximou e me deu um selinho.
- Se minha namorada insiste em pagar um boquete pra mim, quem sou eu pra negar?
Soltei uma gargalhada e me mexi em baixo dele. Harry rapidamente inverteu as posições, passei a ficar por cima, mas logo me levantei, fazendo com que ele pudesse sentar no sofá e eu me ajoelhasse em sua frente. E assim o fiz.
- Pode chupar a vontade, meu amor. Eu adoro essa sua boquinha gostosa.
Segurei seu pau com uma mão e comecei a acariciá-lo, fazendo movimentos para baixo e para cima, masturbando-o lentamente. Passei os dedos sobre a cabecinha, acariciando bem de leve. Olhei para cima e peguei Harry me observando, lambi os lábios e o coloquei na boca, primeiro lambendo, depois o enfiando por completo. Continuei massageando toda sua extensão, passando pela bolas e dando atenção à elas também. As vezes alternava de chupões para longas lambidas, depois o masturbava novamente e voltava a colocá-lo por completo na boca.
Harry começou a gemer baixo, soltando alguns suspiros longos, até que agarrou meus cabelos em um rabo de cavalo e fazia força na mão para pressionar minha cabeça para baixo, dando mais velocidade nos meus movimentos.
- Isso, meu amor… chupa assim, bem gostoso. - disse ele entre gemidos, enquanto empurrava minha cabeça de encontro à seu pau cada vez mais rápido. - Quero gozar nessa sua boquinha maravilhosa e fazer você engolir tudo… ah!
Continuei no mesmo ritmo, com a ajuda de Harry, que grunhia cada vez que minha boca engolia todo seu pau.
- Ah, que delicia… chupa mais, enfia tudo na boca. Quero meter bem fundo, quero foder sua boquinha até ver você engolindo toda a minha porra.
Ouvi-lo implorando por mim me deixava com vontade de tê-lo dentro de mim novamente, forte e rápido.
Esperei mais alguns segundos e o tirei da boca. Apenas o masturbei até que ele gozasse, e quando vi o líquido escorrendo o coloquei na boca, chupando tudo, engolindo tudo, como Harry queria. Ele ficou observando, puxando o ar e o soltando devagar.
- Ainda não acabou, meu amor, vem cá. - disse me puxando para o seu colo. Meus seios ficaram colados em seu peito, ele abriu as pernas e ajeitou as minhas para que ficasse uma de cada lado de seus quadris, fazendo com que eu sentisse seu pau, ainda duro, em minha barriga. - Quero que fique de quatro pra mim.
Sorri e me levantei, e logo ele fez o mesmo. Me abaixei em frente ao sofá e fiz o que Harry pediu, fiquei de quatro enquanto meus cotovelos estavam apoiados no sofá, facilitando caso eu quisesse olhar enquanto ele me fodia.
- Consegue gozar pra mim de novo, baby?
Apenas concordei com a cabeça. Harry se ajeitou atrás de mim e não esperou um minuto sequer, apenas posicionou seu pau em minha entrada e meteu com força. Meu corpo se movia para frente a casa investida dele, que não poupava forças pra me foder cada vez mais rápido.
- Ah, Harry… ah…
- Porra, (S/N)! Você tem uma boceta tão apertada, meu Deus!
- Me fode mais… quero mais, Harry, mais rápido.
Meus gemidos passaram a se tornar gritos. Era o segundo orgasmo que eu teria naquela noite, e com certeza viria mais rápido e seria melhor do que o anterior.
- Mete mais… me fode com força…
- Sim, baby, vou te foder todinha, até você implorar por mais.
- Eu preciso… ah, cacete!
- Precisa do que, meu amor? Hein?
- Preciso… gozar. Me faça gozar.
Como se tivesse cedendo ao meu pedido, ele passou a ser mais bruto, saindo completamente de mim e enfiando seu pau ainda mais forte. Segurei firmemente uma almofada que estava em minha frente e apertei as mãos, arranhando o tecido escuro.
- AHHH! ISSO, HARRY… ASSIM, METE BEM GOSTOSO. - gritei, jogando a cabeça para frente e a apoiando na beirada do sofá. Eu não aguentava mais, iria gozar, queria gritar, implorar cada vez mais por ele. Como sempre fazia toda vez que a gente trepava.
Harry gemeu alto e gozou, dentro de mim, me fazendo chegar ao meu ápice também.
- Porra! - ele soltou o ar dos pulmões e se retirou, se deitando no chão e me puxando para o seu lado. Apoiei a cabeça em seu peito e inspirei profundamente, tentando estabilizar a respiração.
- Sou uma mulher de palavra. - disse, sorrindo enquanto olhava em seus olhos.
- E de longos gemidos, e gritos, e dona da boca perfeita para mim.
- E dona disso tudo. - fiz sinal para todo o seu corpo, parando em seu pau. - Principalmente disso.

É stupido negarlo, ancora ci penso
É come fare un salto fino a Mercurio
Per te che ho preso botte sotto al diluvio
I segni sull'asfalto li vedi al buio
Sei la mia luce nella notte: plenilunio.
—  Briga; La nuova stella di Broadway.
Cap 55


Clara – você é louca? Surda? Não ouviu que não te quero mais nessa casa?
Vanessa – eu já estava indo…
Clara - …………
Vanessa – se você me soltar eu posso ir embora….
Clara - ………. (eu idiota não conseguia soltar o braço dela)
Vanessa - ……. (ela sorria) com a boca você diz uma coisa, com os olhos você suplica pela presença… você não me engana Clara, você não engana nem a si mesmo!

Soltei seu braço na mesma hora, petulante, ela me tirava do serio, acho que esse jeito dela era o que eu mais gostava, mas eu não podia gostar mais.

Clara - … eu vou voltar pra festa…
Vanessa - volta… pra suas mentiras…. pro seu mundo de faz de conta… luta contra seu amor, você fala que eu sou infantil, mas você vive num mundinho tão hipócrita quando você diz ser o meu.

Eu ouvia aquilo de costas pra ela, agora ela resolveu mudar de tática, estava querendo me envolver em suas palavras…

POV Vanessa

Ela não ia me perdoar mesmo, então eu resolvi chutar o balde, era tudo ou nada, falando umas verdades, talvez ela ficasse tocada e sei lá, esquecesse de tudo e voltasse pros meus braços, tática ridícula, mas valia tudo pra ter ela de volta, meu deus como eu queria agarra ela ali mesmo, será que ela ia me agredir seu eu fizesse isso?

Clara – se já não bastasse suas traições, agora você quer me dar lição de moral?
Vanessa – olha Clara, aconteceu, eu não posso voltar no tempo, eu não posso….eu queria, mas não posso! O que ta feito ta feito. Eu gostaria muito que não tivesse acontecido, eu tive medo… medo do rumo que minha vida estava seguindo, acho que suas intenções eram muito diferentes da minha e eu errei em não ter te dito isso, eu errei inúmeras vezes, mas eu não posso voltar no tempo, eu estou aqui, já te perdi perdão, eu amo você… eu não posso fazer nada alem disso, te amar, eu sei que é um amor cheio de defeitos, mas eu só tenho ele a oferecer… (ufa)
Clara – aconteceu… é uma pena que tenha acontecido…

POV Clara

Suas palavras não me abalaram, ate porque ela em si já me abalava, não eram suas palavras que mexiam comigo, era ela. Era essa merda que mexia comigo, eu só queria beijá-la e esquecer de tudo, mas virei as costas , depois dela ter dito tudo aquilo eu apenas me virei e fui caminhando ate o jardim da festa… ela veio atrás de mim e me segurou nos braços, eu nem tentei sair dos seus, ela me beijou com tanta violência, sua mão segurou meus cabelos com muita força, ela me beijava com tanta vontade, eu estava sem chão, sem ar, o coração parecia estar saindo pela boca, até que ela me solta…

Vanessa – parabéns mais uma vez…

Ela sorriu e agora deu as costas pra mim, não pude esconder um sorriso, acabei de ganhar o melhor presente, voltei pra festa, alias eu nem estado nela direito tinha, voltei a dançar com uns amigos, a noite foi bem agradável, a loira obvio já devia me odiar essa hora, nem a vi mais, graças a deus. Junior me divertiu, Fabian e Edu viraram casal chiclete, coisa chata, nem fiquei muito perto deles durante a festa. Mayra também foi um amor comigo durante toda a noite, que no final foi muito boa, não pela festa, mas pelo beijo roubado, pelo menos foi ela que me agarrou, eu continuo firme e forme, sem perdão.

As pessoas beberam tanto na minha festa que no dia seguinte eu via alguma delas dormindo no quintal, eu quase não tinha bebido tanto como de costume, então com as pessoas que ficaram fizemos uma after party, geral na piscina, bebendo mais e mais, me soltei um pouco, bebi mais que na noite anterior, me diverti mais.

POV Vanessa

Sai da festa feliz por ter conseguido o beijo, mas triste de saber que o perdão estava longe de ser conquistado, as lembranças da loira me atormentavam, não dormi direito, rolava de um lado pro outro, na manha seguinte eu estava cansada por não ter dormido. A tristeza tomava conta de mim na manha de domingo, nem sai pra caminhar, alias séculos que não fazia isso, não tinha mais vontade de nada, Claudia me ligou logo cedo pra saber como eu estava, péssima obviamente, como sempre, mas ela era um amor sempre, era o tipo de mulher que era difícil não se apaixonar, eu gostava de estar com ela, era uma pessoa tao agradável… mas não era Clara.
Minha curiosidade em saber quem era a loira que tinha ido pra cama com Clara era tanta que apelei, liguei pro Junior, coitado estava com a ressaca do século, ele me contou que era estagiaria da empresa, meu mundo ruiu, que ódio de pensar que aquela vagabunda foi pra cama com minha mulher, desliguei o telefone revoltada da vida, sem pensar muito liguei pro telefone da casa de Clara, o celular eu não sabia mais o numero, a empregada atendeu e eu resolvi fingir que era não eu, assim ela me atenderia, a empregada foi chamar ela e eu comecei a raciocinar sobre minha insanidade, o que eu ia falar com ela?

Clara – alo?
Vanessa - ……….
Clara – quem tá falando?
Vanessa - …..
Clara – ah vai a merda…
Vanessa – espera!
Clara – quem é?
Vanessa – sou eu…. (ela já reconhecia minha voz pela sua respiração eu percebi)
Clara – o que você quer?
Vanessa - ……….. você transou com ela na sua sala também? (meu deus que coisa mais idiota que eu falei)
Clara – o que?
Vanessa – é….
Clara – Vanessa, vai arrumar o que fazer e para de me pertubar!

Ela desligou na minha cara, obvio. Como eu sou idiota, quanto mais ela esculachava, mas eu tinha vontade de te-la nos meus braços. O dia passou lentamente como todos os outros desde que eu e ela nos separamos, a noite Edu me ligou chamando pra ir pra boate, eu estava sem animo algum pra isso, recusei o convite e resolvi me deitar cedo.

POV Clara

Depois de um dia com muita bebida, muitos amigos, eu por algumas horas esqueci da minha vida, a noite, Fabian me ligou dizendo que ia pra boate, eu resolvi ir com ele, estava enganando a solidão como ninguém, a melhor forma de fazer isso é estando rodeado de gente, não que me fizesse esquecê-la, mas me fazia neutralizar sua imagem por algumas horas em algum canto do cérebro que não fosse o que me fazia pensar nela o dia todo.

Me arrumei lindamente pra boate, saia curta, blusa coral, eu estava bem queimada, adoro essas clinicas que fazem bronzeamento artificial, salto alto, maquiagem leve e fui pra boate encontrar meu ex marido haha, la estavam alguns amigos nossos e é claro seu atual esposo Edu.

POV Vanessa

Sabia que ia ser mais uma noite em clara, sem remédio eu não dormia mais, devia ser a culpa pela quantidade de burradas, como o remédio tinha acabado, levantei da cama e resolvi ir pra boate que Edu me chamou, nem liguei pra ele porque sabia que ia ta no mesmo lugar de sempre, área vip, Fabian era cliente antigo ali.

Resolvi me arrumar um pouco mais, calça jeans escura, uma blusa verde claro com um decote que deixavam meus seios em evidencia, salto fino. Peguei meu carro e não demorei a chegar lá, já conhecia o segurança do local, ele deixou eu passar e eu fui subindo pra área vip, o cara também me conhecia, alias eles ainda deviam achar que eu estava com Clara, cheguei na parte que eles estavam e dei de cara com Fabian totalmente alcoolizado, ele me recebeu com um abraço, assim que o abracei vi Clara parada atrás dele, pqp, não ia dar em coisa boa, a cara dela deixou bem claro que minha presença não era bem quista por ela.

La nuova stella di Broadway (Cover)
Briga
La nuova stella di Broadway (Cover)

“Io ruberei tutte le stelle dell'universo
A te che sei come la notte di San Lorenzo
Illuminata come un cocktail di cielo immenso
É stupido negarlo, ancora ci penso
Come fare un salto fino a Mercurio
Per te che ho preso botte sotto al diluvio
I segni sull'asfalto li vedi al buio
Sei la mia luce nella notte: plenilunio
Lei non capisce che splende
Piú di un pendente di perle
Ascolta il mio canto ribelle
Sto qui sotto un manto di stelle
Lo dico sapendo di avere ragione
É un atto di venerazione
Ti porto sull'Orsa Maggiore
Per questa scommessa d'amore”

Io ruberei tutte le stelle dell’universo
a te che sei come la notte di San Lorenzo
illuminata come un cocktail di cielo immenso
è stupido negarlo, ancora ci penso
come fare un salto fino a Mercurio
per te che ho preso botte sotto al diluvio
—  briga

frammentidicomete  asked:

Ti va di parlare?

Era strano da dire, da capire e da vivere, ma ve lo assicuro era una sensazione strana o forse, perfetta.

Era Novembre e lei era sempre bellissima.

“Salve Signora, sono venuto a prendere sua figlia, la vorrei portare al mare” dissi appena suonai il citofono di casa sua.

“Certo Caro, entra pure” mi disse con tono caldo.

Entrai dentro casa sua, salutai sua madre che mi fece sedere sul divano e mi chiese se volessi qualcosa da bere, le dissi che avrei voluto un bicchiere d'acqua.

Ero seduto sul divano e non capivo se stessi aspettando di più la bevanda oppure lei.

Lo capii subito.

Sentivo un rumore dalle scale che si faceva sempre più forte, stava scendendo le scale saltando.

Con un ultimo salto arrivò fino al pavimento e disse “Ciao”.

Cuore, cervello, sangue e tutto quello che si potesse fermare nel mio corpo, si fermò.

Indossava dei calzini grigi, delle calze color carne, un vestito nero e una felpa grigia.

Era vestita in maniera strana, è vero, ma era bellissima.

I suoi capelli erano mossi e lunghi, le scendevano lungo la schiena e alcuni ciuffi le uscivano in avanti, aveva poco trucco, il giusto per essere più perfetta della perfezione.

Scese con i suoi occhi color smeraldo e il suo sorriso perfetto stampato in faccia.

L'ho già detto che era bellissima?

Ero seduto sul divano e non capivo se stessi aspettando di più la bevanda oppure lei.

Lo capii subito.

Stavo decisamente aspettando lei.

“Sei pronta?” le chiesi guardandola negli occhi.

Non rispose, ma mi sorrise e aggiunsi solo “Muoviti, che appena finisco di bere l'acqua che mi porta tua madre andiamo al mare”

“Dove?” domandò.

“Muoviti” le sorrisi.

Uscimmo dopo circa una mezz'ora e dopo un'ora di macchina, arrivammo alla spiaggia.

Tolsi le scarpe e i calzini, ci prendemmo per mano e facemmo una corsa verso la sabbia.

Fredda. Soffice. Lei era ancora bellissima.

Camminammo in riva al mare per un'ora e mezza o forse anche di più, mancavano uno o due chilometri prima di arrivare alla macchina quando cominciarono a scendere poche gocce d'acqua.

Eravamo al mare, a Novembre, scalzi, pioveva e lei era bellissima.

Le feci fare una giravolta su se stessa sotto la pioggia, ma prima che finisse il giro la presi in braccio senza che se ne accorgesse.

Facemmo dei giri e io avevo il suo sorriso e i suoi occhi che gridavano e urlavano mentre il mondo si muoveva attorno a noi.

Era come se i nostri corpi fossero stati fermi e il mondo si muovesse e girasse velocemente, anche se effettivamente eravamo noi quelli che giravano.

Mi fermai, la guardai e sotto la pioggia la baciai.

Non ci pensai due volte, non m'importava se mi potesse respingere, non m'importava se sarebbe successo qualcosa dopo.

La baciai e basta, senza una spiegazione.

L'acqua cominciava a farsi sempre più pesante e delle volte sembrava quasi che tagliasse, mancavano pochi metri alla macchina e decidemmo di farli correndo, mano nella mano.

Salimmo in macchina ridendo, non c'interessava del bacio, almeno non credo.

Eravamo bagnati, stavamo ridendo e lei era ancora più bella.

Ci guardammo e nulla.

Facemmo l'amore.

Io ruberei tutte le stelle dell’universo
a te che sei come la notte di San Lorenzo
illuminata come un cocktail di cielo immenso
è stupido negarlo, ancora ci penso
come fare un salto fino a Mercurio
per te che ho preso botte sotto al diluvio
i segni sull’asfalto li vedi al buio
sei la mia luce nella notte: plenilunio.
lei non capisce che splende
piú di un pendente di perle
ascolta il mio canto ribelle
sto qui sotto un manto di stelle
lo dico sapendo di avere ragione
è un atto di venerazione
ti porto sull’Orsa Maggiore
per questa scommessa d’amore.
Ti porto sull'orsa maggiore
la nostra scommessa d'amore.
—  Briga