saltam

Eles saltam pela janela

Olha-se no espelho. Um reflexo vazio. Pensa se não seria mais fácil se simplesmente acabasse com tudo. Preso entre o “está tudo bem” e o “eu não posso sobreviver mais”. Na realidade, o seu coração é quebrado pela milionésima vez todos os dias, mas está tudo bem. Afinal, ele vai à escola, fala, escuta, ri até um pouco. O normal, eu acho. Apenas vagamente pior. Não existe sentido na sua vida e mesmo assim ele continua. Tudo é inútil. Não tente mudar nada. Mas ele tenta viver. Conhece pessoas na rua, as pessoas da sua escola. Compra algo na loja daquela rua; loja que nunca tinha reparado existir. Caminha pelo piso irregular procurando por alguém, alguém que quer ajudá-lo a emergir. Uma mão é disposta. Caminham lado a lado. Tudo é inútil. Eu disse para não tentar mudar nada. Onde está a sua razão para viver? Ele grita, chora, olha-se novamente no espelho. Tenta arranjar o último espaço intacto da sua pele. Percorre de novo o piso irregular da ponte. Marca o número e espera enquanto o silêncio quebra a milionésima parte, de hoje, do seu coração. Sente as suas mãos suadas e frias. Olha em volta. Vê a vida em seu redor e sente mais fundo o abismo. Não vai mudar nada se ele deixar de existir. Experimenta a mão de alguém na sua, ouve súplicas e lágrimas. Vê amor. Ele encontrou a sua razão. Sorri e expira percebendo que esteve a suster a respiração durante demasiado tempo. Olha para o céu enquanto puxa a mão em direção a essa pessoa. Desaparece. Ele olha em volta, de novo. As suas mãos continuam suadas e frias e alguém fala do outro lado da linha. Ninguém ama ninguém que não existe. Salte.

- Marta Bessa

A Minha Sorte!

Ora cá está um dos pontos importantes da minha praceta, o Lixo residual e o Ecoponto ! :) 

A precisamente 10 passos da minha porta, e muito menos da porta dos meus vizinhos, o que torna a praceta num local digamos ‘’bem situado’’ , pois alguns moradores de Santa Iria não tem esta sorte ! Ah pois é ! 

Todos nós sabemos que reciclar é um ponto importante nas nossas vidas e cada vez mais o mundo da indícios que é importante fazê-lo, o que por vezes se torna difícil devido á falta de ecopontos situados a longas distancias das habitações, o que no meu caso e nos meus vizinhos da praceta não deveria ser e não é, pois este ecoponto é o 2º dos 2 existentes na zona. Tive sorte neste dia, foi o dia da recolha do lixo, em que curiosamente o camião com 2 colaboradores, que normalmente antes de este parar saltam com energia para o chão, embora que se fosse eu ,e á hora que o fazem não o faria com aquela energia toda,aliás,para mim seria um martírio,mas pensando assim que sorte temos nós nesse aspecto. 

E que sorte tenho eu, que desde pequenina sempre odiei despejar o lixo, e essa era não mais que a minha tarefa domestica :’( 

Cada vez que a minha mãe me chamava para ir ao lixo, eu ia sempre de pijama, e esse habito ainda perciste, tudo isto devido ao facto que ser como referi,a 10 passos da minha porta. Chegava eu a fazer corridas com o meu caniche branco pelo caminho,e o pior era a força que tinha de fazer para abrir o caixote… isso sim era aborrecido. Mas nada disso poderia acontecer mais uma vez sem a sua proxima localização! 

Entre eles também, era o ponto de referencia entre amigos, eu e mais uns quantos encontrava-mos ali mesmo,e ficavamos noites a fio (até a mãe dar um grito para ir para casa), a conversar e até a jogar as cartas. Quatro deles moravam na porta verde e por ali ficavamos.

Sinal obscuro

O ritmo da dança toca os passos no chão. Estamos prestes a cair de cansaço e suor. A excitação fervente nos deixa sem fôlego. Labaredas saltam de nossas narinas. Você sorri. A brisa noturna aplaude cada reencontro de nossos corpos. Taças cantam, magníficas! Vidros estilhaçam no ar. Vermelha, a escuridão derrama toques suaves de perfume. No céu, em harmonia, a lua cheia fumega. Olhos partem-se e, numa mistura de garras e lábios, ao despertar da vitalidade, nos unimos vorazmente. Até que algo vindo do desconhecido, de súbito, nos diz: “é preciso engolir o mundo sem dó”. E em meio aos trajes esvoaçantes, a chuva eterna da paixão ensandecida nos invade.

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   Bom, parece que está começando a haver uma mudança. Eu sei que é bem lenta (e pouquíssima, não é quase nada pra ser sincera), mas conforme os dias vão passando, seu empenho em manter as dietas (ou o NF no meu caso) vai aumentando, umas singelas mudanças são perceptíveis. Como por exemplo: suas clavículas começarem a despontar no meio das suas gorduras, seus ossinhos das costas começam a aparecer mais, sem que você tenha que forçá-los; os ossos do seu quadril quando você deita, saltam um pouco do meio das suas gorduras; de repente, o seu pulso começa a ficar menor e você consegue circundá-lo com seu polegar e dedo médio, coisa que antigamente era impossível pois o pulso gordo não deixava; suas costelas começam a aparecer um pouquinho mais e a curvatura da sua cintura começa a ficar menor.
   Em suma, estou postando estas fotos minhas, para exemplificar apenas uma coisa: mesmo que você esteja descrente de que tenha uma mudança acontecendo dentro de você, não desista! Não vai ser de um dia pro outro que você vai perder 10, 15, 35 quilos de uma vez. Esse processo é lento, árduo e pode ser alcançado mais rapidamente se você começar a se empenhar mais e tentar dar os parabéns a si mesma por cada pequena perca, vitória, connquista e sucesso que obtiver. Portanto, não desista ok?

Eu  juro que eu tento não magoar ninguem, mas as palavras saltam da minha boca naturalmente. Não consigo segurar!
—  Roberta Araujo
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O artista vive e trabalha em Milão, mas o seu trabalho deixou marcas em todo o mundo. As obras tidas como criações temporárias de arte de rua prolongam sua existência graças à Internet e às redes sociais. Suas imagens saltam na web e elas são tão coloridas e extravagantes que merecem uma propagação viral virtual.

Por muito tempo Fra.Biancoshock nem teria sido considerado um verdadeiro artista, pelo menos até o momento em que ele se tornou consciente de seu próprio papel e missão na arte. Não podendo introduzir suas criações em nenhuma categoria já existente, decidiu criar um espaço só para si.

Agora ele é o pai da arte efêmera, que nasce e morre nas ruas da cidade, mas que encontra nova vida graças à web.

Mais de 400 de suas obras foram expostas não só na Itália, mas também na Espanha, Portugal, Croácia, Hungria, República Checa e Singapura.

Para saber mais sobre o artista: fra-biancoshock.org

Fonte fotos: fra-biancoshock.org

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Reggie Makes Music (with Kid Cudi)

As mentioned in episode #39 of Seth and Lizzy Talk About Music.

‘Stamos em pleno mar… Doudo no espaço
Brinca o luar - dourada borboleta;
E as vagas após ele correm… cansam
Como turba de infantes inquieta.

'Stamos em pleno mar… Do firmamento
Os astros saltam como espumas de ouro…
O mar em troca acende as ardentias,
- Constelações do líquido tesouro…

'Stamos em pleno mar… Dois infinitos
Ali se estreitam num abraço insano,
Azuis, dourados, plácidos, sublimes…
Qual dos dous é o céu? qual o oceano?…

'Stamos em pleno mar… Abrindo as velas
Ao quente arfar das virações marinhas,
Veleiro brigue corre à flor dos mares,
Como roçam na vaga as andorinhas…

Era um sonho dantesco… o tombadilho
Que das luzernas avermelha o brilho.
Em sangue a se banhar.
Tinir de ferros… estalar de açoite…
Legiões de homens negros como a noite,
Horrendos a dançar…

Negras mulheres, suspendendo às tetas
Magras crianças, cujas bocas pretas
Rega o sangue das mães:
Outras moças, mas nuas e espantadas,
No turbilhão de espectros arrastadas,
Em ânsia e mágoa vãs!

E ri-se a orquestra irônica, estridente…
E da ronda fantástica a serpente
Faz doudas espirais …
Se o velho arqueja, se no chão resvala,
Ouvem-se gritos… o chicote estala.
E voam mais e mais…

Presa nos elos de uma só cadeia,
A multidão faminta cambaleia,
E chora e dança ali!
Um de raiva delira, outro enlouquece,
Outro, que martírios embrutece,
Cantando, geme e ri!

Existe um povo que a bandeira empresta
P'ra cobrir tanta infâmia e cobardia!…
E deixa-a transformar-se nessa festa
Em manto impuro de bacante fria!…
Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,
Que impudente na gávea tripudia?

Silêncio. Musa… chora, e chora tanto
Que o pavilhão se lave no teu pranto!…
Auriverde pendão de minha terra,
Que a brisa do Brasil beija e balança,
Estandarte que a luz do sol encerra
E as promessas divinas da esperança…

Tu que, da liberdade após a guerra,
Foste hasteado dos heróis na lança
Antes te houvessem roto na batalha,
Que servires a um povo de mortalha!…

Fatalidade atroz que a mente esmaga!
Extingue nesta hora o brigue imundo
O trilho que Colombo abriu nas vagas,
Como um íris no pélago profundo!

Mas é infâmia demais! … Da etérea plaga
Levantai-vos, heróis do Novo Mundo!
Andrada! arranca esse pendão dos ares!
Colombo! fecha a porta dos teus mares!

—   O Navio Negreiro, Castro Alves.

anonymous asked:

há muuuito tempo, tinha uma música aqui que falava alguma coisa se ou sê, tipo reconstruir.. uma mulher cantava e só tinham dois videos dessa música no youtube, vc lembra o nome?

Olhos no Espelho de Marielza Discate? Pode ser essa.. “Vejo sombra, vejo luz, quando os meus olhos, cruzam-se no espelho e as verdades saltam, mesmo assim eu vou além, me atravesso, me conheço, do outro lado do avesso, lá também estou eu..” 

AMERICANOS GOSTAM DE ENTERRAR COISAS

Tenho vivido muito a cultura americana desde que decidi que deveria assistir as suas séries de TV. Para além da imersão na França, com dedicadas aulas de francês, para além da rendição aos ingleses, pelos programas de culinária da BBC, agora são os americanos que me saltam aos olhos como estudo do ser humano, como entendimento do que está aí no tempo presente. E isso não é novidade no mundo desde 1945.

De tudo isso, comecei a prestar atenção na redundância da fórmula, que pode ser resumida no clichê “american way of life”. E, talvez, essa abundância de séries americanas de agora, seja, além de uma percepção de mercado, uma releitura do que chamávamos de enlatados nos anos 90. Algumas com qualidade incrivelmente superiores, roteiristas primorosos e cineastas gigantes (aqui uma ressalva para David Lynch em Twin Peaks, ainda nos anos da TV de tubo), que, vez ou outra, passeiam no mundo da televisão por diversão e para ganhar um dinheiro mais fácil do que em longas-metragens. Mas, como sempre, tem as séries do jogo ganho, daquela trama pipoca que derrapa em falhas de roteiro para dar soluções out of the blue ao enredo. Na minha opinião, é o caso da construção dos episódios de Homeland, por melhor que eles terminem.

Listei então – porque eu gosto de fazer listas – um conjunto de situações repetidas nos últimos seriados a que assisti. House of Cards (com um Kevin Spacey excepcional, a segunda temporada estreia dia 14 de fevereiro); Mad Men (a melhor, e que está me fazendo sofrer de abstinência até abril);Breaking Bad (foi um alívio terminar as 6 temporadas e os sonhos permeados por armas e metanfetaminas); e, agora, Homeland. Acrescento que essa lista foi escrita a partir de observações pessoais, contaminada pelos meus últimos meses passados na companhia da leitura do David Foster Wallace, e dos delírios nas madrugadas frente à TV. Porque tem uma hora que frita.

Aqui vai:

– Americanos gostam de enterrar coisas. Segredos, principalmente.

– Cenas de café da manhã com cereais ou ovos estrelados têm de estar presentes, afinal os personagens tomam café da manhã. Mas tá aí um bom momento para acontecer um desentendimento, uma porta batida, alguém que restou pensativo e solitário.

– A chatice adolescente para gerar conflitos em casa, e normalmente entre os pais, separados ou em crise. Vida real.

– Apresentação de final de ano do balé ou do karatê que o pai faltou.

– O filho mais novo em segundo plano, em decorrência da importância da chatice adolescente do primogênito para o enredo.

– Vícios: álcool, remédios, drogas, poder, dinheiro, mulheres. Tornam a trama mais quente, reveladora de submundos que o espectador não frequenta, gera pena de uma Claire Danes (Homeland) psicótica ou nos faz imaginar o prazer delirante de deitar sobre uma montanha de dinheiro (Breaking Bad).

– Citação militar: Don Draper é Don Draper (Mad Men) depois de renegar sua identidade e abandoná-la nas trincheiras coreanas. A ode aos veteranos, o FBI e a CIA, lembrando em que mundo ameaçado estamos.

– Traição feminina como troco para a vida livre masculina.

– E há sempre uma porta nos fundos para escapar.

– Encontros constrangedores de todo tipo no elevador, essa locação-chave.

– A janela como um recurso de vigilância, doméstica, passional, política.

– As SUVs, aquelas caminhonetes enormes representantes da megalomania americana.

– Uma família e o eterno esforço em cumprir o faz de conta que está condenado ao fracasso.

– A maldade que aumenta e aumenta até que o espectador a julgue patológica, gerando uma confusão de sentimentos em torno do personagem apegado.

– A cama do casal, onde tudo isso se reúne.

Eu sigo assistindo, subtraindo horas de páginas não lidas e somando noites de mergulho na cultura pop, na televisão em que me insiro, na cultura do espetáculo, pensando em Baudrillard e Debord. Tentando acreditar que é uma falácia a prerrogativa de que produções para a internet (e o que é o Netflix?) devem ser curtas porque há muito com o que se distrair e pular na barra que custa a carregar. Estamos vidrados em 47 minutos de episódios, que, frequentemente, são assistidos em sequência. Mérito dos americanos de não nos deixar entediados em 3 horas de suspense, traição, tiroteios e apego, traduzidos em olheiras, se o relógio tiver que despertar no dia seguinte.

Tenho pensado como isso influencia no meu trabalho, que nada tem da sabedoria pop americana. Mas percebi que essas séries me fazem tentar, cada vez mais, apresentar meus vídeos e filmes (e é difícil assumir e saber se o que eu faço é filme) de 12, 17, 40 minutos, para espectadores na rede, que é onde estamos sentados.


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Thom Yorke scores Stanley Donwood’s “The Panic Office”

As mentioned in episode #52 of Seth and Lizzy Talk About Music.

The Witcher: conheça os melhores easter eggs dos games da série (via TechTudo): The Witcher é uma série de RPGs de ação desenvolvida pela CD Projekt RED. A saga acabou de ganhar uma terceira versão que traz uma gráficos incríveis e jogabilidade apurada . Inspirado nos livros do polonês Andrzej Sapkowski, o game aposta em um vasto universo, repleto de criaturas fantásticas e referências. Confira agora os principais easter eggs da franquia. Pesquisa revela as curiosidades dos jogadores brasileiros The Witcher: confira os easter eggs dos games da série (Foto: Divulgação) Personagem de Assassin’s Creed No início de The Witcher 2, é possível encontrar o corpo de um personagem jogado ao lado de um monte de palha. A cena é uma clara referência à série Assassin’s Creed, onde assassinos saltam de prédios e usam palha para amortecer a queda. Rostos dos desenvolvedores Como uma “homenagem” aos desenvolvedores, alguns dos personagens da série ganharam representações fiéis dos rostos de alguns membros da equipe. Dois exemplos são os personagens Detective Raymond e Siegfried of Denesle, que trazem feições inspiradas nos dois produtores do primeiro game. Alguns personagens têm rostos inspirado nos desenvolvedores do game (Foto: Reprodução) O Exterminador do Futuro Na região de Trade Quarter, é possível conferir diversos cartazes com anúncios de itens, serviços e armas. Um deles mostra um grande machado de duas mãos e chama a atenção pelo nome: The Terminator. Trata-se de uma referência ao filme O Exterminador do Futuro. Marcha Imperial No primeiro game, durante as longas caminhadas pelo mapa, é possível encontrar milhares de NPCs realizando diversas atividades. Ao se aproximar deles, é possível reparar que alguns assobiam calmamente a Marcha Imperial, música tema de Star Wars. Rosto de Leonardo da Vinci Em diversos pontos do primeiro jogo, é possível esbarrar com pinturas que retratam o rosto de um homem preso em paredes. Uma avaliação mais cautelosa revela que são extremamente parecidas com os retratos de Leonardo da Vinci. Homenagem a Skyrim O bem sucedido RPG da Bethesda também foi alvo de uma das brincadeiras de The Witcher. Na mais recente versão, durante um jogo de cartas, é fácil reparar em “Black Infantary Archer”. No texto descritivo da carta, é possível ler “I aim for the knees. Always.” (eu miro nos joelhos, sempre). Essa é uma referência ao RPG The Elder Scrolls: Skyrim. Game de cartas mostra referências a Skyrim (Foto: Reprodução) São Jorge Em The Witcher, ocasionalmente Geralt passará por uma pintura em uma parede e comentará que a imagem é o “Witcher George derrotando o dragão”. Na verdade, trata-se de uma referência bíblica a São Jorge, que também retratado em batalhas contra dragões. São Jorge é homenageado no primeiro game (Foto: Reprodução) Penas de Assassin’s Creed Um dos objetivos de Assassin’s Creed é coletar diversas penas pelos cenários. Em tom de brincadeira, a CD Projekt não perdeu tempo e tratou de armar uma missão secundária repleta de humor: Geralt precisa buscar penas para um personagem, que curiosamente está fantasiado com roupa de galinha. Wilheim Scream Um dos maiores easter eggs da cultura pop em geral, esse grito é constantemente usado em filmes famosos. The Witcher 3 também arrumou um lugarzinho para o icônico berro, que aparece em um momento específico do título. NPCs cantarolando a trilha dos Smurfs Não é difícil flagrar os NPCs de The Witcher cantarolando pelos mapas. Além da trilha de Star Wars, os personagens também podem ser vistos assobiando trechos da música tema dos Smurfs. O que você espera de The Witcher 3? Comente no Fórum do TechTudo! saiba mais The Witcher 3: Wild Hunt mostra extenso mapa em vídeo de gameplay The Witcher 3: Wild Hunt terá 16 DLCs gratuitos

Amor proibido

Só quem viveu entende
Amor proibido.
Mexe com a essência da gente,
Com o libido.
Tudo fica mais excitante.
No encontro escondido
O coração bate forte,
O rosto cora.
Num simples toque de mão.
Não há quem suporte
A emoção da primeira vez,
É emoção de mais.
Mistura de medo e paixão
Arrependimento jamais.
Os sentimentos saltam aos olhos,
As palavras saem entrecortadas.
Parece que o mundo inteiro
Vai descobrir esse pecado.
Mas com tanto amor assim,
Com certeza seremos perdoados.

Rafael do Nascimento Monteiro

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“24 Hour Lover Man” by Foxygen

Começando a rabiscar, estudar uma bíblia nova, essa é sem estudo, com letras grandes! Para usar no dia-a-dia, tenho algumas e adoro! Como é preciosos ler, anotar os versículos que lhe saltam nos olhos e no coração! Rabiscar o que o Senhor falou na leitura, ou até mesmo colocar o nome de alguém, a qual você quer compartilhar aquela palavra! Leia, estude, medite de dia e de noite! Para te-lá no coração, para vivê-la! #palavradeDeus #bíblia #melhorparte #palavrasdevida #Jesus #Deus #amoreterno #sabedoria #vida

Imagens revelam angústia e sofrimento de vaca na fila do matadouro

(da Redação)

[caption id=“attachment_526052” align=“aligncenter” width=“526”] Foto: YouTube[/caption]

Sem mostrar nenhuma gota de sangue, esse vídeo faz uma profunda reflexão sobre os horrores da produção de carne.

Em apenas três minutos, as imagens concentram-se em uma vaca assustada esperando na fila de um matadouro. Apesar de não haver imagens chocantes, os resultados são igualmente estarrecedores. As informações são do The Dodo.

Uma bonita vaca branca, molhada e suja de lama, está atrás de uma outra na rampa de entrada de um matadouro. Estrondos e gritos podem ser ouvidos do interior do edifício, e as orelhas dos animais se contraem nervosamente conforme eles se esforçam para ouvir os sons.

A porta bate. Um funcionário sai, e ambas as vacas saltam, com medo. Ele usa um instrumento para dar um choque na primeira vaca da fila para empurrá-la para dentro do matadouro, e a porta bate atrás dela.

Então acontece. Embora o espectador somente consiga ver os cascos da vaca pela pequena porção na parte inferior da porta, há um estrondo e ela cai no chão. A vaca que está à espera vê isso e entra em pânico.

Tentando desesperadamente espremer o seu corpo em torno da pequena rampa, ela arqueia o pescoço para dirigir o olhar sobre o ombro à pessoa que está filmando, com os seus olhos implorando por ajuda.

Em determinado momento ela quase cai, de tão desesperada que está para se virar e fugir pelo estreito corredor, projetado especialmente para evitar isto.

Mas não há ninguém para ajudá-la, e logo chega a sua vez. Apesar dela voltar-se para o canto, encolhida de medo, o funcionário puxa o seu aparelho elétrico e introduz o animal desesperado pela porta de espera, que bate atrás dela.

A câmera amplia a abertura por baixo da porta, onde os seus pequenos cascos podem ser vistos apoiando-se contra a parede.

Há um estrondo.

E ela cai.

Este vídeo não apresenta as imagens sangrentas e fortes mostradas na maioria dos vídeos de matadouros, mas a emoção capturada por ele é comovente. Não há dúvidas de que essa vaca sabia exatamente o que estava para acontecer - e que teria feito todo o possível para escapar.

Assista ao vídeo a seguir.

eu não consigo parar de
errar os mesmos
erros e

usar as mesmas
frases curtas para
me acalmar:

“vai passar” e
“essa é a última vez” e
“eu juro”.

meu peito dói,
minha respiração pesa e
meus olhos ardem:

“eu não vou chorar” e
“eu não vou chorar” e
“não dessa vez”.

repetidas vezes,
todos os sábados às oito horas e
todas às quintas durante vinte quatro horas.

os mesmos erros me saltam pelas mãos,
me escorrem pela boca e
se prendem em meu tórax.

sempre. sempre. sempre.

“e que esse seja o último texto sobre o assunto”
“fim”

—  mais um poema ruim sobre o mesmo assunto.