sacolinha

Ei, menina! Pára de se lamentar pelo que não deu certo, apenas seja forte e siga em frente. Sei que não é tão fácil assim. Sei que seu coração foi partido em pedacinhos minúsculos, e também sei que está sendo difícil catar todos os caquinhos pelo chão. Mas não vai fazer muita diferença você catar tudo pra tentar colar agora, pois vai estar faltando alguma parte. E tenho certeza de que a pessoa que partiu seu coração, foi justamente quem levou essa parte que está faltando quando optou por ir embora da sua vida. Ah! Não vai me dizer que você não sabia? Dentro do bolso, ele leva uma sacolinha que possui vários caquinhos dos corações que ele já partiu, e ele costuma guardar como souvenir. Sim, boba… Você não foi a única. Não adianta ficar chorando, nem adianta fazer drama esperando que ele vá voltar. Ele não vai voltar nunca mais! Se ele decidiu partir, foi porque talvez você não tenha sido o bastante pra ele. Um dia essa dor vai passar, então só tenta manter a calma. Um dia o seu coração vai parar de doer, e você vai parar de sentir essa angústia dentro do peito. Mas quero que você lembre que pra isso acontecer, você também precisa parar de se torturar. Comece isso apagando o número dele da agenda do seu celular, evita de ficar investigando a vida dele nas redes sociais. E o sentimento que você tem por ele vai acabar desaparecendo conforme o tempo for passando. Nem se preocupe muito, porque nenhuma dor é eterna. E saiba que você merece alguém que te dê flores, e não dores.
—  Suelen Bastos.

anonymous asked:

poderia fazer um imagine, que o Harry e a s/n briga em frente a família dele, por causa que a s/n bebe vinho, e ela tá grávida de poucas semanas, então o harry chama atenção dela, e eles discutem. eles podem estar em um almoço de família (do harry)??! obrigada 🙏🏻😊

Pronto!

N/A: Olá, tudo bom? espero que goste do seu pedido -se não gostar, diz que eu reescrevo pra você.-, manda ask dizendo o que achou, eu vou ficar muito feliz em saber sua opinião. Desculpa pela demora, e obrigada pelo pedido. 

Boa leitura!


 “Amor?” Harry chamou por S/N que estava no banheiro sentada ao lado da privada, ela não estava bem; seu rosto estava pálido, náuseas e dores de cabeça não a davam paz já á alguns dias. Suas mãos massageava seu couro cabeludo, tentando de alguma forma aliviar a dor.

     Harry estava aflito em ver sua esposa naquela situação, em tantos anos de relacionamento nunca tinha a visto tão mal. Ele estava achando todos os sintomas muito estranhos; sua indisposição, sono excessivo e enjoos, estavam trazendo vários pensamentos para sua mente.

 “Uh?” Ela gemeu inclinando seu rosto na direção dele.

 “Nós deveríamos ir ao médico, baby.” Ele disse se aproximando de S/N, que estava encolhida, ajudou-a a se levantar e a guiou até o quarto.

 “Não precisa, Harry.” Ela sussurrou, não era como se ela estivesse morrendo; se estivesse, ela até cogitaria a ideia de ir a um hospital.

 “Sabe amor, eu estava pensando…” Ele suspirou e a ajudou a deitar-se antes de completar sua frase e deitar-se também. “Não sei, será que… não teria nenhuma chance de você estar gravida?” Um sorriso iluminou seu rosto só em pensar nessa hipótese.

 “Não sei.” Ela disse baixinho escondendo seu rosto no pescoço do marido. Eles eram casados há cinco anos, ter um filho sempre foi um sonho compartilhado pelos dois, mas nunca quiseram planejar; sempre acharam que quando acontecesse seria mágico, queriam que tudo ocorresse naturalmente. “Você sabe… não é como se fosse impossível.” Ela continuou, um sorriso bobo já brincava em seus lábios.

 “Só em imaginar essa possibilidade, eu já fico feliz.” Harry aperta S/N em seus braços. “Você acha mesmo que pode ser?” Ele perguntou deixando transparecer toda a sua excitação com o momento. Afinal, ele poderia estar prestes a realizar seu maior sonho.

 “Eu acho.” Ela disse rindo um pouco.

     O período de S/N não estava atrasado, mas o mal estar dos últimos dias e as pequenas porém, inegáveis mudanças em seu corpo tinham que ser levadas em consideração.

 “Eu vou à farmácia comprar um teste.” Harry disse de repente, já se sentando a beira da cama e calçando seus sapatos. “Eu estou muito ansioso para descobrir.” Continuou rápido.

 “Amor, não crie tantas expectativas.” Ela pediu, tinha medo de Harry ficar mal se não fosse o que pensavam. “Pode ser apenas uma virose.”

 “Tudo bem, querida.” Ele disse deixando um beijo em sua testa, S/N só estava querendo protege-lo, mas já não era possível deixar essa ideia de lado. Eles tinha um casamento maravilhoso, e uma criança só traria mais alegria para a vida de ambos. Harry se agarrou em pensamentos positivos, e uma sensação gostosa atingiu seu peito. “Fica aqui bem confortável, eu não demoro.” Ele disse selando os lábios dela. “Eu te amo.”

 “Eu também.” Ela respondeu baixinho, Harry se afastou da cama e foi em direção à porta. Desceu rapidamente as escadas, e pegou as chaves de seu carro que ficavam sob a mesinha perto da porta e saiu logo em seguida. Era como se todas as suas ações fossem automáticas, ele só conseguia pensar na possibilidade de receber uma das melhores noticias de sua vida. Ansiedade e euforia descreveria a energia que o rodeava.


     Não demorou mais que 30 minutos para um Harry agitado entrar no quarto novamente, S/N estava no mesmo lugar que ele deixou. Ela encarou a sacolinha nas mãos dele, e um choque percorreu todo o seu corpo.

     S/N levantou lentamente e foi em direção a Harry, que entregou a sacolinha a ela. Antes que ela se virasse para ir ao banheiro, ele puxou seu braço suavemente. “Eu quero que saiba que não importa o resultado, eu sempre vou te amar.” Ele acariciou o rosto dela, e colocou uma mecha de cabelo atrás de sua orelha. “Nós temos todo o tempo do mundo para fazer um bebê.” Ele disse arrancando uma risada dela.

 “Obrigada por dizer isso.” Ela beijou seus lábios e entrou no banheiro fechando a porta atrás de si.

     S/N se olhou no espelho; suas bochechas haviam ganhado cor tamanha era sua emoção, um sorriso esperançoso não deixava seus lábios, e uma onda de confiança atravessou seu corpo. Ela abaixou a cabeça, e encarou a caixinha em suas mãos. Leu todas as instruções e seguiu a risca todas elas, o teste prometia não só tirar sua dúvida, ele, além disso, mostraria quantas semanas tinha sua possível gestação.

     Os minutos de espera do resultado pareciam uma eternidade, suas mãos passavam repetidamente por seus cabelos em puro sinal de nervosismo. Encarava todos os cantos daquele banheiro, vários pensamentos vinham a sua cabeça, e isso deixava aquele momento mais assustador. A ansiedade pela resposta fazia seu estomago revirar, tudo estava acontecendo em câmera lenta.

     Depois de alguns minutos de tensão, S/N pegou o teste em cima da pia e antes de olhar pediu a Deus com todas as suas forças que fizesse a vontade dele. Todos os pelos de seu corpo se arrepiaram em antecipação, ela fechou seus olhos, e abriu alguns segundos depois encarando o resultado.

     Seus olhos se encheram de lágrimas quando leu o ‘Positivo’ escrito na pequena tela, ‘quatro semanas’ podia ser lido em letras miúdas, logo abaixo. Soluços escapavam de sua boca, junto com vários ‘obrigada’, ela seria mãe. Seu sonho estava se tornando realidade.

     Harry que estava impaciente do outro lado da porta, ouviu os soluços de sua mulher. Uma expressão preocupada tomou seu rosto.

 “Amor, você está bem?” Ele perguntou tentando abrir a porta, que estava trancada.

     S/N abriu a porta devagarzinho; seu rosto coberto por lágrimas, seus olhos encarando o teste em suas mãos.

 “Positivo.” Ela sussurrou apenas.

     Ele não disse nada, sua boca abriu varias vezes tentando formular alguma frase. Ele a abraçou apertado, sua grande mão acariciava seus cabelos. Beijou toda a extensão do rosto dela sentindo o gosto salgado de suas lágrimas, S/N sorria sentindo todo o encanto e felicidade do momento.

 “Eu… eu vou ser pai.” Ele sussurrou para ela. “Obrigado meu amor, muito obrigado.” Lágrimas deixaram seus olhos também, era inexplicável a sensação daquele momento. Seu peito doía de tanta alegria.

     S/N e Harry ficaram o resto daquele dia comemorando a novidade, já faziam planos e conversavam sobre os possíveis nomes para o bebê. Falavam baixinho um para o outro o quanto estavam felizes e o quanto já amavam aquela sementinha do amor, era o momento mais gostoso da vida deles.

     Logo pela manhã do dia seguinte S/N e Harry foram até uma clínica para ter certeza absoluta do resultado, algumas horas depois seus olhos se encheram de lagrimas outra vez quando o resultado foi confirmado, naquela mesma semana teria sua primeira consulta com uma obstetra, ela estava ansiosa para saber se o pequeno ser dentro dela estava bem. Harry, não poderia estar mais animado, cuidava de S/N como se não houvesse nada mais importante, e para ele não havia mesmo. A mulher que ele escolheu para passar o resto de sua vida lhe daria um filho, e ele queria proteger o máximo possível os dois maiores amores de sua vida, e era isso que ele iria fazer dali em diante.




     Harry agarrou a mão de S/N, entrelaçando seus dedos. O vento balançava seus cabelos da moça, e seu rosto, agora com um brilho diferente, fazia o sorriso de Harry se iluminar. Eles subiram os dois degraus fincando na frente da porta da casa de Anne, mãe de Harry. Fazia algumas semanas que eles haviam descoberto que um bebê estava a caminho, e quando dividiram a noticia com a família Anne fez questão de comemorar com um almoço em sua casa.

     S/N tinha apenas 8 semanas de gestação, sua barriga não apresentava nenhum sinal de mudanças, apenas seus seios estavam mais fartos. Mesmo assim, elogios e abraços não foram poupados quando sua sogra a recebeu.

 “Você está tão linda, querida.” Anne disse ainda com seus braços rodeados em torno de S/N.

 “Obrigada.” Ela disse tímida, apesar dos anos de convivência, ainda ficava extremamente nervosa quando se tratava da família de Harry.

 “Estou tão ansiosa para ver essa barriguinha crescer.” Sua sogra continuou, era seu primeiro neto; ela estava tão entusiasmada.

 “Oi, mãe. Estou ótimo e a senhora?” Harry brincou tentando chamar a atenção de sua mãe, era incrível vê-la tão alegre. Dava para ver de longe a felicidade dela quando o assunto era o bebê.

 “Oh, criança.” Ela disse abraçando seu filho. “Meu amor, parabéns por isso. Eu estou tão feliz por vocês.” Disse sorrindo e soltou Harry, ainda não tinha caído a ficha de que seu menino seria pai.

 “Obrigada, mãe.” Ele disse abraçando sua esposa desajeitadamente, o que fez Anne rir.

 “Venha S/N, você precisa comer alguma coisa. O almoço ainda vai demorar um pouco para ficar pronto.” Ela suspirou, agarrando a mão de S/N e a levando até a cozinha. Harry permaneceu na sala para assistir alguma coisa que passava na TV.

     Algum tempo depois, todos os convidados para o pequeno almoço já tinham chegado. S/N ainda estava na cozinha com Anne, mas agora as duas estavam acompanhadas de Gemma, algumas das primas e uma tia de Harry, esse que estava na sala conversando com alguns de seus parentes e amigos mais próximos da família.

     Risadas e vozes enchiam toda a cozinha, as meninas falavam sobre tudo, agora que a pauta ‘gravidez de S/N’ tinha saído um pouco do foco, elas beliscavam algumas das muitas guloseimas que estavam em cima do balcão, ao mesmo tempo que todas ajudavam Anne com as tarefas.

     S/N e a tia de Harry estavam sentadas próximas a bancada, uma garrafa de vinho estava ali e S/N quase como se fosse automático se serviu de uma taça. Bebericava sua bebida enquanto ria de alguma coisa que Gemma tinha acabado de falar, todas estavam muito alegres, e a conversa estava mais que animada.


     O som da porta da cozinha sendo aberta assustou a todas, S/N lançou seus olhos em direção ao barulho e ficou confusa quando viu Harry com uma expressão nada amigável.

 “Isso é uma piada, certo?” Ele perguntou chamando a atenção de todas para si. “Você só pode estar brincando comigo.”

 “O que?” S/N perguntou ainda confusa.

 “O que?” Harry passa seus dedos pelos cabelos, seu rosto adquirindo um tom vermelhado tamanha era sua raiva. “Por um acaso você esqueceu que está gravida?” Ele perguntou aos berros.

 “Claro que não, Harry.”

 “Não é o que parece.” Ele disse se aproximando e tirando a taça de sua mão.  “Você é uma irresponsável, por que estava bebendo?”

 “Harry, é só uma taça de vinho, não vai fazer mal.” S/N disse se levantando, seu rosto queimou quando notou que todas a encaravam.

 “É, Harry. Se acalma!” Gemma tentou se aproximar do irmão mas ele a afastou.

 “Me acalmar?” Harry riu sarcástico. “Como posso me acalmar quando a mãe do meu filho parece não se importar com ele?” Ele disse tudo rápido e olhando para sua esposa.

 “Realmente acha isso de mim?” Ela perguntou.

     S/N não esperou seu marido responder, apenas saiu da cozinha as pressas; pegou sua bolça e casaco e saiu correndo da casa de Anne, ela podia ouvir Harry gritando seu nome mas nem se quer olhou para trás. Milagrosamente um táxi passou por ela e S/N não hesitou em entrar.

     Ela pediu para o taxista deixa-la em um Caffe um pouco afastado do centro, ela pensou que Harry nunca a encontraria ali, e seu plano deu certo. Passou a tarde e o comecinho da noite sentada em uma mesa mais isolada chorando baixinho enquanto comia muffins e tomava vários frapuccinos. Ela estava muito chateada, e os hormônios não a ajudavam a melhorar.


     Depois de muito pensar, resolveu voltar para casa. As palavras de Harry haviam a machucado muito, e ela restava realmente mal. Ele deveria saber que poderia falar qualquer coisa, menos que ela não se importava com seu bebê. Poxa, ela sempre sonhou em ser mãe e esperava ser a melhor nisso, e ouvir tudo aquilo de seu marido tirou toda a sua confiança.

     O táxi estacionou na frente de sua casa, e ela desceu logo após pagar o motorista. S/N caminhou devagar e abriu a porta com cuidado, estava torcendo para Harry não estar em casa, ela não estava pronta para vê-lo ou para conversar sobre o que aconteceu mais cedo.

     Nada disso valeu muito apena, no momento que ela abriu a porta um Harry com o rosto coberto de lagrimas a abraçou com força, ela se quer consegui sair do abraço. Harry falava algumas coisas mas ela não conseguia entender nada, apenas deixou que sua bolça caísse de sua mão e chocasse contra o assoalho de madeira.

 “Você está bem? Eu fiquei tão preocupado.” Ele perguntou rápido, lagrimas saindo de seus olhos enquanto ele analisava S/N, sentiu seu coração aliviar quando viu que aparentemente nada estava errado.

 “Estou bem.” Ela disse e se afastou dele seguindo em direção ao quarto.

 “Me perdoe pelo que eu disse? Por favor.” Ele pediu interrompendo o caminho dela.

     S/N riu um pouco e olhou em seus olhos. “Você fala todas aquelas coisas e espera que algumas lágrimas me façam de perdoar?”

 “Por favor amor, foi apenas um momento de raiva. Me perdoa, por favor.” Ele implorou.

 “Harry eu estou cansada, quero tomar um banho. Será que eu posso?” Sua voz tinha um tom frio, não estava com raiva dele mas ainda estava magoada.

 “O que quer que eu faça? Me ajoelhe?” Ele perguntou em desespero. “Eu me ajoelho.” Harry dobrou seus joelhos em sua frente, suas mãos agarrando o vestido dela, seus olhos ainda deixavam lagrimas cair.

 “Harry, levanta.”

 “Amor, me desculpa. Eu sei que fui muito duro com você hoje, mas é o nosso primeiro filho. E caralho, eu estou tão feliz e assustado ao mesmo tempo.” Ele suspirou e pegou um pouco mais de folego. “Eu tenho tudo, eu tenho vocês. E é uma dor horrível pensar em perder isso, eu quero proteger vocês de tudo, e quando eu vi você com aquela taça na mão, eu fiquei com tanto medo disso me fazer perder o que eu tenho.”

     S/N agachou e ficou na altura de Harry, lágrimas já molhavam seu rosto novamente. Ela conseguiu sentir toda a sinceridade nas palavras de Harry, um sentimento de culpa se instalou em seu peito. Ela sabia que uma taça de vinho poderia trazer riscos mínimos para sua gravidez, mas deveria ter pensado mais em Harry que desde que descobriu do bebê dobrou seus cuidados com ela.

 “Tudo bem, amor.” Ela sussurrou o abraçando e deixando um carinho em seus cabelos. “Me desculpe por ter feito você se sentir assim, eu realmente agi de forma irresponsável e nem se quer pensei em como você se sentiu.”

 “Amor…”

 “Eu sou muito grata por ter você ao meu lado, e tenho que te agradecer por cuidar de mim e do nosso bebê.” Ela disse sendo ajudada por Harry a se levantar. Eles caminharam até o sofá e sentaram se embolando um no outro. “Você sempre foi um anjo na minha vida.” S/N acariciava o rosto de Harry, que sorria com suas palavras.

 “Eu te amo.” Ele disse e beijou os lábios dela lenta e delicadamente. “Não some de novo não, eu já estava ficando louco.”

 “Eu também te amo, e prometo tentar te compreender mais.” Ela disse deixando mais beijos em seus lábios.

     Harry e S/N foram para o quarto, o dia tinha sido exaustivo e pesado. Eles precisavam descansar, depois de um banho demorado de banheira, os dois deslizaram na cama. Uma das mãos de Harry acariciava a barriga sem nenhum volume aparente de S/N, enquanto seu rosto estava mergulhado nos cabelos dela inalando o cheiro bom de flores que tinha ali.

 “Eu te amo.” Ela sussurrou para ele, seus olhos fechados quase se entregando ao sono.

 “Eu também.” Ele sussurrou de volta, seu coração estava leve. Sua família estava segura e protegida em seus braços, e ele iria lutar para continuar assim.  

Preference #04 - Valentine’s day

Vou contar uma coisa para vocês: as vezes eu sou mó faísca atrasada hahaha era para esse preference ter saído ontem, mas não foi… espero que gostem… beijinhos 


Harry:

- Acho que só um jantar bastava. – Niall resmungou ao meu lado.

- Pare de resmungar, já disse que quando você arranjar alguém te ajudo até no pedido de casamento. – Ajeitei a gravata em meu pescoço.

- Você está lindo. – Niall pôs a mão em meu ombro.

- Vai se ferrar! – O empurrei entrando no carro.

Dirigi por alguns minutos até o apartamento em que (S/A) morava, quase no centro da cidade, bem pertinho do restaurante que eu havia feito reserva.

Assim que estacionei meu carro embaixo do seu prédio, mandei uma mensagem avisando que havia chegado. Poucos segundos se passaram e eu vi (S/A). Linda em um vestido vinho; os cabelos presos em um coque fofos; seus lábios tinham o mesmo tom do vestido e seus olhos estavam bem delineados pela maquiagem.

Após um selinho rápido e abrir a porta para que ela entrasse no carro, dirigi até o nosso restaurante favorito. O jantar ia começar a ser servido quando Niall entrou trajado de terno, com o violão em mãos, e (S/A) segurou o riso. (S/A) era apaixonada por música, mas só em ouvir e entender se instrumentos, nunca quis investir carreira no meio.

Segurei sua mão atraindo sua atenção para mim.

- Hoje teremos música ao vivo, só suas favoritas! – Beijei sua mão. – Feliz dia dos namorados!

 Zayn:

- Mais livros, (S/A)? Você não se cansa deles? – Zayn estava deitado na nossa cama quando eu cheguei em casa com mais uma sacolinha de livraria.

- Você se cansa das suas canções ou dos seus grafites? – Ele negou com a cabeça. – Escrita e leitura também são artes, e eu amo elas.

- Já perdi o argumento, então, não vou nem discutir. – Ele se sentou na cama. - Ganho beijinho?

*semanas depois*

- Eu quero um spray de cada cor. – Apontei para a estante colorida.

- Prontinho! – A vendedora me entregou as sacolas com animação após eu lhe entregar o dinheiro.

Em passos apresados fui para casa.

- Oi. – Disse suspirando por ter entrado em um ambiente quente.

- Finalmente! Achei que ia ter que te caçar na rua. – Zayn disse me abraçando e logo em seguida me estendendo um embrulho. – Sei que já disse o quanto te amo hoje pela manhã, mas o presente é só um detalhe.

O sorriso tímido de Zayn derreteu meu coração e eu lhe estendi minhas sacolas.

- Não deu tempo de embrulhar. – Sorri envergonhada.

- Abra o seu. – Acenei com a cabeça e rasguei o pacote com calma.

- Mais livros? – Olhei para ele com a sobrancelha arqueada.

- Somos amantes das artes, lembra?

 Niall:

- Você precisa de ajuda (S/A)? – Niall perguntou segurando o riso.

- Seu idiota, saia daqui! – Joguei o pano de prato nele que riu alto e veio correndo até mim e abraçou minha cintura.

- É tão bonitinho você querendo me agradar… pena que é péssima na cozinha! – Niall mordeu meu nariz fraquinho.

- Eu só queria fazer uma coisa especial para que nós jantássemos hoje! – Fiz bico.

- Eu sei que você queria fazer algo especial, mas ainda acho legal a gente pedir uma pizza!

- No dia dos namorados? Pedir pizza? – Torci os lábios esperando algo mais romântico, mas quando se tratava de Niall era um pouco complicado.

- O que nós comemos no nosso primeiro encontro? – Ele arqueou uma sobrancelha.

- Pizza. – Murmurei. Aquela havia sido uma noite e tanto…

- O que seria mais romântico do que uma pizza? Além do que, hoje elas vêm em formato de coração…

- Você já tinha me convencido quando falou no nosso primeiro encontro. – Sorri.

- Então eu vou encomendar. – Antes de sair correndo para a sala, Niall deixou um beijo quente nos meus lábios. Acho que a noite do nosso primeiro encontro pode se repetir…

 Liam:

- (S/A), cadê você? – Liam gritou de algum lugar da casa.                              

- No sofá da sala. Em frente à televisão. – Gritei de volta.

Logo em seguida vi Liam descer com algo rosa nas mãos. Assim que identifiquei o que era meu coração acelerou.

- O que é isso, (S/A)? – A voz de Liam era mansa. – O que significa esses dois riscos? É o que eu acho que é?

- O que você acha que é? – Perguntei envergonhada.

- Eu acho que você está esperando um filho meu. – A voz de Liam saiu esganiçada, me assustando.

- E o que você acha disso? – Perguntei cautelosa.

- Eu acho que isso seria maravilhoso. – Ele sussurrou encarando minha barriga.

- Parabéns, papai! – Acariciei minha barriga coberta pelo vestido que eu usava.

- Sem sexo no dia dos namorados, por você minha nova paixão. – Liam beijou minha barriga.

- Que coisa mais linda de se falar para uma criança, Liam. – Segurei o riso sem acreditar no que ele tinha falado.

- Apenas fui sincero com ele, amor. – Ele sorriu me beijando.

 Louis:

- Eu não sei o que faço. – Cosei minha cabeça nervoso. – É o primeiro dia dos namorados da (S/A) aqui e comigo… e pelo que eu sei no Brasil é outra data… eu estou confuso.

- Faça algo que ela possa gostar. – Niall murmurou jogando-se ao meu lado.

- Me diga algo que eu não sei, oh sábio Niall. – Niall deu uma risadinha nervosa.

- Um jantar? Cinema? Teatro? Show?

- Hm, gostei do cinema. – Passei a mão pela minha barba que precisava ser feita antes de encontrar (S/A). Ela ama quando eu estou sem barba.

- Viu, não sou tão inútil assim. – Niall bufou e eu ri.

Mandei uma mensagem para (S/A) dizendo que as 19 horas passaria para buscar ela; também avisei que colocasse uma roupa simples pois não iriamos a nenhum lugar chique. As 19h em ponto eu estava a sua espera. De vestidinho florido e sapatilha eu vi (S/A) sair pela porta do seu prédio.

- Tão linda! – Murmurei próximo de seus lábios antes de beijá-la.

- O que você vai aprontar, hein, Tomlinson? - (S/A) riu contra meus lábios.

- Você vai ver.

Dirigi com calma até o shopping da cidade e a levei diretamente para a área do cinema.

- Hoje temos uma sala todinha para nós e qualquer filme romântico que você quiser assistir. – Falei em seu ouvido parando em frente a porta número 6.

- Só você mesmo… – ela riu.

- Feliz dia dos namorados!

Boa tarde gente! Hoje trago a vocês, 4 receitinhas caseiras pro cabelo que são muito fáceis e eficiente!

  • 1. Hidratação de Maizena

2 colheres rasas de maizena, 1 copo de leite integral (copo americano), 1 colher de máscara hidratante (eu colco creme), pode acrescentar ampola de crescimento e hidratação que ajuda muito tbm. Mistura tudo até engrossar, mas não muito se não fica pastoso, passa no cabelo após lava-lo com shampoo 2 vezes, deixe-o nos cabelos por 20 minutos com uma touca (ou sacolinha msm), lave e condicione.

  • 2. Hidratação de café

2 colheres de café, 2 colheres de mascara, mistura e aplica nos cabelos após lavá-los com shampoo, deixe-o nos cabelos por 20 minutos e depois lave e condicione.

  • 3. Hidratação de banana

1 banana amassada, 1 colher de sopa de máscara, aplique nos cabelos lavados , deixe por 15 minutos, enxague bem e condicione.

  • 4. Hidratação de Açúcar

2 colheres de sopa de açúcar, 2 colheres de sopa de máscara, aplique nos cabelos apor lavá-los com shampoo, e deixe-o agir por 20 minutos, depois lave e condicione.

Preference #365: "EW?”
  • PEDIDO: “Oie, vocês podem fazer um preference em que ela está menstruada e ele quer sexo?”
  • eu tive um sonho relacionado a isso, então o preference é uma junção bem loca, das quebrada (brincadeirinha)
  • falou moçacada, tamo ai! se quiserem mais preferences e tiverem algum pedido especial, se achega na ASK e manda um salve pras mana. flw.
  • é nóis, truta. vlw, flw.

ZAYN:

–  Você pode me dizer, que caralho está acontecendo? – disse entrando no quarto e desligando a luz do banheiro – Você tem me rejeitado á uns bons cinco dias.

– Que? Não está acontecendo nada, Zayn – resmunguei e me virei para deitar de costas pra ele

– Nada, S/N? Certeza? – respondeu sarcástico e chutou alguma coisa – Você tem ignorado meus carinhos de noite, tem me evitado e nem me beija direito. PORRA O QUE EU TENHO DE ERRADO?

– Você é um bobo – respondi baixinho, mas o suficiente pra ele se jogar na cama e me forçar a sentar, sua mão me apertava – Você está me machucando!

– Sabe o que machuca? – ele disse soltando meu braço por fim, me encolhi saindo de perto dele – Te ver dormindo todos os dias com esse vestidinho e ficar duro, latejante e você se virar e dormir

– Eu não posso – disse baixinho e me encolhi sentindo a cólica ficar mais forte, ele olhou pra mim um pouco preocupado e se deitou sobre minhas pernas. – Me desculpa

– Você está doente? – ele perguntou baixinho, e eu me assustei com o quão ingênuo ele poderia ser. – Você quer ir ao médico? Eu posso ligar para minha mãe, ela deve ter uma misturinha que te faça melhorar

– Eu só preciso de uns dias – murmurei e dei um beijinho em seus cabelos – Eu não estou te rejeitando, eu só não posso, você sabe, aqueles dias…

– Oh meu Deus – seus olhos estavam arregalados ele me encarava perplexo – Porque você não disse antes?

– Você estava ocupado dizendo que eu estava te rejeitando – resmunguei e ele fez uma careta – O que é um baita de um erro.

– Como assim?

– É como negar comida á um faminto. – Zayn me olhou incrédulo e eu ri com a confusão em seus olhos – É um pecado.

HARRY:

Coloquei meus braços ao redor da cintura de Harry, e o senti rir e se inclinar para mim, me soltei e voltei ao sofá.  Em meu útero algum hipopótamo dançava loucamente Gangnam Style enquanto alguns arqueiros treinavam seus tiros, era uma metáfora de merda? Sim, mas era basicamente o que eu sentia. Estava frio e chovia insanamente, e toda aquela dor da cólica me fazia querer chorar o resto da noite, as mãos grandes e quentes de Harry tocaram meu rosto e eu o olhei saindo de meu devaneio, seu sorriso era de todo malicioso e ele me puxava para ficar a sua frente. Ugh.

– Amor – suspirei baixinho e ele me encarou com um sorriso nos lábios, me abraçando novamente e depositando seus beijos em meu pescoço – Uh, Harry.

– Está frio – ele disse baixinho, e segurou em minha mão puxando meu corpo para si. O calor de seu corpo, fazia com que eu me esquecesse da dor, temporariamente. – Vamos lá pra cima, enquanto eu tomo banho, sabe, você pode vir comigo

– Eu já tomei banho – disse baixinho o seguindo para o quarto

– Pode tomar outro, sabe – parou e me empurrou sobre a porta dando alguns beijinhos em meu pescoço e maxilar. Oh.

– Hoje não – resmunguei e forcei um sorriso enquanto me soltava do corpo dele e me deitava na cama. Me deu um beijo na bochecha e entrou no banheiro. Eu não sabia por quanto tempo ele ficou no banheiro, eu apenas o senti reclamar enquanto eu me mexia demais na cama.

– S/N – me chamou um pouco mais alto, me virando para ele – S/N, acorda

– Uh? – abri meu olho e deixei com que minha cabeça tombasse para o lado, Harry se deitou sobre meu corpo e colocou a testa sobre a minha dando um beijinho em meu nariz

– O que você tem? – perguntou e com seu dedão acariciava meus lábios, olhando fixamente para eles – Porque você está tão quietinha hoje?

– Dor – resmunguei e ele me deu um beijo rápido – Mas você ameniza ela, continua. – resmunguei e passei meus braços ao redor de seu pescoço o puxando para se deitar parcialmente sobre mim. Seu peso sobre minha barriga estranhamente amenizava minha dor.

– Deixa eu cuidar de você – ele murmurou baixinho passando a mão sobre meu corpo todo e descendo seus beijos pro colo de meu peito, passou suas mãos por meus seios e desceu até a barra de minha calcinha. Droga.

– Não! – disse um pouco alto demais e ele me olhou assustado, minha mão começou a tremer obliquamente e Harry bufou saindo de cima de mim.

– O que diabos você tem? – perguntou exasperado puxando o lençol pra cima de seu corpo – Você está me rejeitando desde que eu cheguei aqui, tá com dor e não me esperou pra dormir, você nunca faz isso.

– Desculpa – resmunguei baixinho e me sentei na cama, prendendo o cabelo – Não é o que eu não quero, eu não posso

– Porque?

– É que eu to, sabe – disse baixinho quase sem voz – Tádescendopramim..

– Ta descendo o que? – repetiu um pouco exasperado me olhando incrédulo, como se não soubesse do que eu estava falando – Oh droga, você tá menstruada.

– Harry!! – resmunguei e bati em seu peito me deitando de costas pra ele, sua mão sobre minha cintura e seus beijos em meu cabelo me fizeram amolecer e me virar para ele

– Deixa eu cuidar de você – ele murmurou e colocou sua perna sobre meu corpo, como um coala. – Você disse que eu amenizo a dor, me fala como eu faço isso

– É só me abraçar e ficar me dando beijinhos.

– Sabe.. – Harry murmurou um pouco antes de eu cair no sono – Quando essa fase chata passar, e você estiver bem, eu acho que mereço um agradinho.

NIALL:

Desci as escadas correndo e Niall se assustou com meu barulho e me encarava assustado. Sorri pra ele e procurei nas sacolas que ele trouxera desesperadamente por meus chocolates, e ele não trouxe, joguei a sacolinha na mesa e ele me olhou incrédulo e confuso

– Droga Niall – resmunguei e me sentei no sofá emburrada – Não acredito que você não comprou

– Quem disse que eu não comprei, ué? – se sentou ao meu lado e colocou os chocolates em meu colo. – Mas eu podia ser recompensado, não podia?

– Não fez nada mais que seu papel. – resmunguei e subi as escadas e corri pro quarto. A dor no meu útero era incrivelmente forte pra caralho, corri pro banheiro e senti Niall entrar no quarto, tranquei a porta e me sentei sobre a beirada da banheira. Eu tinha esquecido o absorvente na minha bolsa – MERDA! – gritei com raiva e isso só fez com que eu sentisse mais dor.

– S/N? – perguntou batendo na porta, preocupado

– Sai daqui Niall – respondi e abracei minha própria barrigada – Sai do quarto.

– Eu não vou sair daqui, até você me dizer o que esta acontecendo.

– Nada – respondi e bati com a mão na banheira gritando de dor, por ser tão idiota

– S/N!!!! – esmurrou a porta e eu já não sabia mais o que fazer

– Niall – resmunguei impotente e caminhei até a porta abrindo uma frestinha e o olhando, ele estava preocupado pra caralho, tentou abrir mais a porta mas eu não deixei. – Pega minha bolsa

– Porque? – perguntou desconfiado

– Pra mim ligar pro Ricardão – respondi sem paciência e ele me encarou incrédulo –Você tá achando que eu vou fazer o que com minha bolsa? Tirar de lá um macho pra nós fodermos no seu banheiro? Vai logo, criatura

– Nosso, sem educação – resmungou e pegou minha bolsa que estava meio aberta e deixou com que a bolsinha de absorventes caísse, ele a pegou de colocou de volta e me entregou a bolsa, tranquei a porta em sua cara e ele resmungou algo. Eu sai do banheiro e ele estava me encarando desconfiado.

– S/N me ajuda aqui – disse enquanto se sentava na cama – Olha, faça as contas comigo.

– Que? Contas de que?

– Faz mais de duas semanas que nós transamos – disse ele baixinho e depois me encarou – Você me fez comprar uma enxurrada de chocolate, tá de mal humor e tem uma bolsinha de absorventes na sua bolsa.

– E? – perguntou com um sorriso desconfortável, fazendo ele rir da minha cara.

– Você está menstruada, não é? – perguntou sério esperando uma resposta mas eu apenas forcei um sorriso esquisito. – Merda, nada de sexo selvagem hoje.

LOUIS:

Louis acabara de sair do banho e me encarava deitada na cama, enrolada com o cobertor por todo o corpo, com apenas os olhos de fora. Sorriu sem vergonha e se deitou ao meu lado, distribuindo beijos por todo o meu rosto e descendo pra clavícula. Grunhi de dor e eu sabia que ele estava pensando que era por prazer, procurei sua mão e entrelacei nossos dedos, puxando-os contra meus lábios e dando um selinho nele, chamando sua atenção.

– Você está bem? – perguntou baixinho e eu neguei. Endireitou o corpo e me puxou contra seu peito. – O que você tem?

– Cuida de mim. – respondi baixinho, mas meio inaudível. – Só cuida de mim.

– Eu ia cuidar de você – disse e passou a mão por meu corpo, me causando uma onda de eletricidade por todo ele. – Mas você não me deixou.

– Não estou pedido pra me chupar, Louis – reclamei, me soltando de seu corpo e dando as costas pra ele.

– Só sexo? – perguntou colocando a cabeça em meu ombro e depositando alguns beijinhos ali.

– Não quero transar. – sussurrei baixinho e  ele ficou rijo em meu corpo. Eu nunca tinha negado ele. – Quer dizer, eu não posso.

– Não pode?

– Eu estou com dor.

– Uh!

– Uh?

– Uh.

– Louis! – resmunguei, não entendendo mais nada.

– Eu já entendi, S/N – sussurrou e me puxou contra seu corpo novamente. – Eu vou cuidar de você.

– Entendeu?

– Eu quero namorar você hoje.

– Namorar?

– Uhum, sabe – murmurou afastando algumas mechinhas de meu cabelo do meu rosto. – Ficar te beijando até você dormir e mesmo que isso me deixei duro pra caralho, nós não podemos transar.

– Até eu dormir?

– A-ham, se necessária fico te beijando até depois de dormir.

– Louis – resmunguei seu nome, mais pra mim mesma do que pra ele mesmo. – Louis, bebê.

– Oi, amor – sussurrou de volta, dando beijinhos em meu pescoço. – Eu estou aqui.

Louis – estremeci murmurando o nome dele novamente, ele deixou um beijo em meus lábios e me apertou contra ele novamente.

– O que?

– Eu gosto do seu nome. – confessei e ele sorriu, passando a mão para dentro da minha blusa. Fechei meus olhos e me escondi em seu corpo, sentindo seu perfume, até que ele me fizesse dormir. – Louis. Eu gosto tanto de Louis. Eu gosto tanto do Louis.

– Que vida injusta. – resmungou e deixou sua mão entra o elástico de minha calcinha e minha pele. – Eu gosto tanto do seu corpo e não posso ficar usando dele agora.

– Eu estou carente, você cuida de mim. – resmunguei e ele sorriu, arrastando sua unha em minha pele.

LIAM:

Mordi meu lábio e o puxei arrancando um pouquinho de sangue dele. Liam estava dormindo ao meu lado e até roncava de vez em quando, encarei o desenho tentando fazer ele me distrair da irritante cólica. Bufei desligando a TV e encarando o escuro por um tempinho, me virei e me encostei no corpo de Liam, que estava quentinho e macio. Meu rosto estava curvado sobre seu pescoço e eu sugava o perfume de sua nuca.

Amor? – sua voz rouquinha me fez estremecer e eu grunhi, demonstrando que eu conseguia ouvi-lo. – Você está bem?

– Insônia. – menti e ele se virou, me abraçando e arrumando o cobertor sobre meu corpo.

– Quer namorar?  – Liam perguntou baixinho, ainda afetado pelo sono. Seus beijos estavam em meu pescoço e suas mãos exploravam minha pele por baixo do pano da camiseta velha, ele as levou até meu seio e os acariciou com a mão, apertando o bico com a ponta de seus dedos. Me contorci sobre ele, e o que era pra pseudo-dispensá-lo o incentivou, deixei meus dedos sobre seu maxilar, afastando-o de aprofundar o beijo. – O que foi?

– Não, é, hm.. – gaguejei e me deitei encarando o teto. – Vamos dormir, já está tarde.

– Uh, nãaao. – reclamou e levou sua mão de volta ao meu seio, o acariciando. – Você está tão gostosa hoje.

– Liam, eu estou exatamente como estive ontem. – resmunguei, e me virei de costas pra ele – Sem tirar nem por.

– Não disse que não estava gostosa ontem – retrucou e se encostou ao meu corpo, me fazendo sentir sua ereção. Droga.

– Liam, não. – resmunguei e ele inclinou seu membro contra mim. – Oh, droga. Eu não posso.

– Deixa de marra.  – sussurrou e beijou meus ombros, sugando minha pele e deixando-a sensível.

– Não é marra. Ugh, Liam!

– Quando você disser meu nome novamente.. – sussurrou se encaixando em meu corpo e puxando meu shorts. – Ele vai sair junto de vários gemidos de prazer.

UGH!

Deus. Liam, para. – resmunguei mais alto e ele me encarou sério

– É sério, S/N? Você está me negando?!

– Não estou te negando, idiota! – retruquei e me virei de costas novamente.

– E você chama isso de que?  – perguntou bravo.

– Liam! Me diz, que merda de dia é hoje? – perguntei e ele pareceu confuso ponderando a pergunta.

– 29?

– Sim, e a semana do dia 28 é o que?

– Que? Semana do dia 28? – perguntou e me virou, me encarando em busca de uma resposta.  – Oh, droga.

– É, droga!

– Merda.

– Sim!

– S/N!  – choramingou baixinho se jogando na cama. – Eu vou ter que dormir totalmente duro. Argh.

– Eu tentei avisar.

– Vou ficar duro pelo fim de semana inteiro.  – resmungou e deitou a cabeça pro lado me observando. – Sorte sua, não ter um pênis!

– E?

– Você não vai sofrer tanto..

– Ué, é só ir no banheiro.. – opniei e ele me encarou incrédulo, me fazendo gargalhar.

– S/N, não! Que horror. – resmungou e parou de repente, pensando em algo. – Você não se incomodaria? Digo, você ouviria e…

– É melhor do que você dormir duro, não é?

– Hm.. Não isso é baixo demais. Vamos dormir.

– S/N?

– Liam?

– Uh..

– Uh?

– Eu vou fazer xixi… – sussurrou baixinho e se levantou da cama “correndinho.

– Aproveite o “xixi”. – gritei e ele resmungou alguma coisa me fazendo gargalhar. “Xixi” até parece…

Some daqui! Não quero te ver, nem hoje nem nunca mais. Só amanhã, talvez. Mas hoje não. Hoje quero ter o descanso da tua ausência. Quero meu estômago funcionando corretamente, quero pernas firmes e mente organizada. Quero respirar gradativamente bem. Quero contar até 10 sem pensar em você, mas, se der, até 1000. Depois você volta, quando não tiver mais efeito sobre mim, ou quando eu estiver preparado para este tsunami que é tua presença. Não chega sorrindo, nem acanhado, nem me olhando como quem não quer nada. Conheço todas as suas caras e bocas, e, quer saber? Eu amo todas, uma por uma. Por isso eu peço: some da minha frente. Volta para suas baladas, volta a encher a cara, a fumar, a brigar por tudo, a gritar com o mundo. Mas me deixa aqui. Sempre fui calmaria, mas você roubou isso de mim. Aliás, você roubou tudo de mim: minha paciência, meu sono, meu tempo, meu coração. Para quem eu ligo quando tenho os sonhos extraviados? Quero te denunciar por furto, por assassinato, por abandono. Ontem foi abandono porque eu te queria aqui e você não estava, agora é diferente, eu quero que você vá. Quanto mais distante, mais seguro. Não quero que ouça meus gritos de imploração de sua volta. Quero que você ache que estou bem sem você. Bem não, bem é pouco, quero estar extraordinariamente bem. Até falar isso soa bonita, viu? Então agora vai, pega suas malas e vai, suas promessas, suas mentiras, suas meias-verdades, seus planos, suas órbitas escuras, sua boca avermelhada, seus fetiches, seus desejos, seus sonhos. Junte tudo numa sacolinha, jogue nas costas e vá. Não olhe para trás, não hesite em voltar. Se me olhar de canto, você verá o quanto estou de coração partido te pedindo isso, por isso não quero um estado irresoluto de sua partida, porque quero acordar um pouco melhor a cada dia. Meta de vida: te tirar da minha.
—  Jadson Lemos. 
Imagine - Harry Styles

Opaaaaa, quase esqueci hahahaha
Anony: “ Faz um do Harry que ela está com cólica e ele fica cuidando dela? Pfv? Romantico…”

- Tchau, (S/A)! – Harry beijou o topo da minha cabeça. – Volto mais tarde.
- Tudo bem! – Sorri. – Boa festa!
- Tem certeza que não quer ir? – Harry fez biquinho e foi inevitável não sorrir.
- Eu estou morrendo de cólica. – Fiz careta. – Vá e se divirta, eu vou me afundar em pizza e chocolate e depois de chorar com filmes bobos, vou ir dormir.
- Se eu não conhecesse você a mais de dez anos, não acreditaria nisso. – Me levantei e beijei sua bochecha indo para a cozinha. – Até mais, (S/A)!
- Pegue várias. – Gritei um pouco antes da porta ser fechada e pude ouvir a risada escandalosa de Harry.
Na portada geladeira, o panfleto da minha pizzaria favorita estava lá e em questão de segundos eu tinha encomendado uma pizza grande para mim e para Harry quando ele chegasse. Harry era como um irmão mais velho; nos conhecemos ainda na escola e na escolha da faculdade, fomos aprovados na mesma e por isso optamos por morar juntos.
Depois de separar um prato e um copo, recolhi tudo de doce que encontrei nos armários do apartamento, mas não encontrei um chocolate. Chateada, peguei os marshmallow que encontrei, a garrafa de refrigerante e todo o resto levando para a sala deixando tudo na mesinha de centro.
O netflix já estava conectado a televisão e só faltava a pizza chegar para a felicidade ficar completa, com exceção da falta de chocolate, como eu pude esquecer do chocolate.
Quando a campainha tocou, sai correndo para atender; minha pizza havia chegado. Me servi de algumas fatias e guardei o restante. Dei play no filme que eu havia escolhido para o filme e aproveitei até o último pedaço da minha pizza.
Depois ataquei o saco de marshmallow é apenas parei após me sentir completamente satisfeita.
O filme já se encaminhava para os segundos finais quando o barulho de chave se faz na porta. Atenta, fiquei encarando a porta para ver quem entraria dentro do apartamento dando de cara com Harry e uma sacola.
- Oi. – Ele sorriu. – Achei que já ia estar dormindo.
- Mas não passam das dez horas. O que você faz em casa?
- Eu vim ficar com você. – Ele suspirou sentando-se no sofá.
- Mas e a festa? E as várias garotas que você ia pegar?
- Achei que hoje era dia de ficar com você. – Ele acariciou minha perna e levantou. – Te trouxe uma coisa.
Harry voltou para o sofá com a sacolinha do supermercado na mão e a largou no meu colo.
- Espero que seja seu favorito.
- Como você sabia que eu queria, muito, chocolate? – Perguntei encarando a barra em meu colo, do chocolate que eu mais amava.
- Eu conheço você melhor do que imagina… – Ele sorriu. – Vou trocar de roupa e já venho ficar com você!
Harry sumiu no corredor dos quartos e tempos depois voltou trajando pijama, com cara de quem já estava com sono.
Eu estava deitada, mas ao notar que Harry voltava, me sentei para que ele pudesse fazer o mesmo. Mas, contrário ao que imaginei, Harry torceu o lábio.
- Vamos ficar sentados? – Ele pegou a coberta que eu estava enrolada. – Deita.
- Mas…
- Só deita e vira de frente para a televisão. – Eu fiz.
Depois de me ajeitar no sofá, Harry pegou uma das almofadas e veio deitando atras de mim. Nos tapou com meu cobertor e em seguida, abraçou minha cintura e fez com que seu corpo ficasse bem próximo ao meu.
O outro filme já estava quase no final e Harry estava com a respiração calma e ritmada; eu ainda não havia conseguido dormir como ele pela incomoda pressão no meu ventre, nem o remédio havia ajudado a me livrar da cólica. Impaciente, me levantei devagarinho do sofá, mas antes do primeiro passo, Harry levantou a cabeça com o rosto todo amassado e me encarou.
- Onde você vai?
- No banheiro. Vou ver se encontro algo mais forte para cólica… – Harry acenou com a cabeça e sentou no sofá.
Enquanto eu procurava a medicação, ouvi Harry desligar a televisão e andar até a porta do banheiro. Sem nenhum remédio, decidi ir dormir. Entrei no meu quarto e me atirei na cama de qualquer maneira.
Harry entra no mesmo segundos depois. Me ajeita na cama e deita atras de mim novamente. Sua mão descansa sobre a parte dolorida da barriga e acaricia de leve o local.
- Eu posso ficar assim com você? – Harry perguntou com a voz abafada. – To meio carente…
- Tudo bem! Minha dor está passando graças a você! – Pus minha mão sobre a dele.
Passamos a noite assim; minha dor se esvaiu e Harry abraçava cada vez mais forte, eu me sentia segura em seus braços e finalmente sem dores. Acordei com nossas mãos entrelaçadas e recebendo alguns beijinhos na testa por estar virada de frente para ele.
- Eu queria poder acordar assim todos os dias… – Harry murmurou.
- É só você encontrar uma namorada, ué. – Respondi no mesmo tom, porém minha voz saiu abafada por estar contra o peito de Harry.
- Eu não quero qualquer namorada; eu quero você como minha namorada! – Eu ia levantar a mas Harry apertou seu abraço me mantendo na mesma posição. – Eu quero cuidar de você com cólica ou gripada. Dormir e acordar assim e assistir vários e vários filmes com você. Comprar chocolate sempre que precisar e pedir pizza enquanto você vai tomar banho para não ter que esperar muito.
- Eu não consigo entender… – Olhei para cima, encarando seus olhos.
- Me apaixonei por você, (S/A). Isso você conseguir entender? – Suas bochechas coraram.
- Consigo. Eu acho. – Desci meus olhos para seus lábios, os encarando, mordi os meus.
Harry entreabriu seus lábios; se abaixou em minha direção, devagar e tomou meus lábios com os seus, em um beijo calmo. Envoltos no beijo que dávamos, Harry deitou seu corpo sobre o meu, e assim que sua mão desenhou minha cintura eu o afastei.
- Cólica. – Ele me olhou confuso. – Cólica sentimos quando….
- Aaaaah! – Ele riu e beijou meu pescoço. – Desculpe!

One Shot com Zayn Malik

Acordei pela manhã não encontrando o meu marido ao meu lado, como sempre. As vezes penso se não sou uma boa esposa, Liam não me toca mais, não me beija, nem dormi na mesma cama que eu. ele sai pra trabalhar pela parte manhã e só volta 01:00 da madrugada e olhe lá. Tinha uma notícia para dar pra ele mas ele não para em casa, talvez quando ele ver minha barriga crescendo ele venha falar comigo, sim, estou grávida de três semanas, tenho medo da reação dele, mas eu estou muito feliz, sempre tive o sonho de ser mãe e agora estou o realizando.

Já era uns duas da tarde e eu estava assistindo TV quando a campainha tocou, achei estranho já que não estava esperando ninguém e o porteiro não avisou nada então fiquei um pouco receosa de abrir a porta mas eu abri e me deparei com uma mulher alta, loira, com grandes seios, ela segurava uma sacolinha e quando me viu me mediu de baixo a cima.

- Por acaso Liam Payne mora aqui? - disse mascando chiclete

- Sim, porque ? - quando terminei de falar ela deu uma risadinha

- Empregadinha, quando ele chegar fala para ele que a noite foi ótima - me entregou a sacolinha e saiu rebolando


Continuei parada na porta olhando para o nada, não sabia o que pensar nem o que fazer, quando me casei com o Liam pensei que ele era diferente mas vejo que estava enganada. Fecho a porta , joguei a sacolinha no sofá e subi as escadas tentando raciocinar o que acabou de acontecer. Liam sempre chegava em  casa tarde mas nunca pensei que ele chegaria a esse nível, irei parar em pensar em Liam, agora eu vou pensar em mim e o meu bebê.

Peguei um mala e coloquei algumas roupas, entre coisas coisas.Depois que fiz isso escondi ela a trás da porta, Liam não ia ver, ele nunca vê nada. Fui tomar um banho pra ver se conseguia digerir tudo isso, como eu o amava, faria qualquer coisa por ele, pra salvar nosso casamento, afinal venho fazendo isso a anos, quando eu e Liam nós casamos ele era um amor, todo carinhoso mas depois de um ano tudo mudou, esse comportamento de Liam não é de hoje já tem um tempo, mais eu nunca liguei,  estava cega de amor mais hoje eu vejo que não tem mais o que salvar algo que nem sequer começou. Assim que acabei vesti um vestido, afinal não posso fazer mal ao meu bebê né ?! Ah só de lembrar dele ou dela um sorrisinho bobo se abre em meus lábios. O tempo passou rápido já era umas seis da tarde quando vejo a porta do apartamento abrir revelando um Liam segurando sua maleta impecável, Liam sempre forá limpo organizado

Ele ia subir as escalas mais eu o chamei

- Liam precisamos conversa - disse calma ainda olhando para a TV.

- O que quer Amanda? - disse suspirando e se virou para mim

- O que eu quero Liam? Eu quero divórcio - disse e no mesmo instante vi Liam na minha frente.

- É o que? 

- Por acaso você está com algum problema de audição? Eu quero divórcio - disse me levantando ficando cara a cara com o homem que um dia já amei

- Você só pode estar louca, andou bebendo? - disse rindo

- Eu não sei a onde você está vendo graça Payne, eu estou falando sério, eu não sou obrigada a ficar presa a uma pessoa que nem quer saber de mim, eu não vou te dar esse gostinho Payne, eu sinto muito mais nosso casamento acabou a muito tempo - disse fria, não sentia vontade de chorar ou algo do tipo.

- O que aconteceu com você hein? - ele rapidamente olhou no sofá e lá tinha a sacolinha - O que é isso? - disse o pegando

- Veja você mesmo - ele pegou e de lá tirou sua cueca e uma calcinha - Quem te deu isso? - disse me olhando

- Não sei, talvez uma linda mulher loira, você tem muito bom gosto Payne, parabéns - disse em um deboche

- Amanda e-eu - não aguentei

- Você me acha com cara de idiota Liam? Se você não estava feliz com a porra do nosso casamento era tão difícil pedir divórcio? Sera que você não entende? É muita dor Liam , claro que você não entende, é um sem coração que só pensa em você, eu espero que você seja muito feliz com seu novo amor.- gritei mais logo parei lembrando do meu pequeno.
Ia sair daquele comodo mais senti meu braço sendo puxando com força.

- Você não pode me deixar , eu te amo e você me ama ,lembra? - Pela primeira vez na vida vi Liam chorando , já eu não podia dizer mais o mesmo

- Eu posso sim e eu já te amei um dia Liam, hoje não mais, passar bem.- fui atrás da porta , peguei a mala e a chave do carro em cima da banquinha , peguei nosso anel de casamento e o joguei nele que o deixou  cair

- Adeus Payne - e assim estava livre, agora sim, só eu e o meu bebê

[…]

- Mamãe, Mamãe, acorda - escutei uma voz fina me chamando e pulando na cama, abri meus olhos e vi Alice toda descabelada e afobada

- O que foi amor? - minha voz saiu um pouco rouca

- Hoje é o primeiro dia na escolinha, esqueceu? - disse em cima de mim e com os olhos arregalados

- Não amor, não esqueci , vem cá - puxei ela e a enrolei no Edredom e a apartei

Ela começou a passar a mão nos cabelos lisos de seu pai

- Você sabe que ele vai brigar né? - disse sussurrando pra ela

- Vou mesmo - Zayn disse e nos duas caímos na gargalhada

- Oi papai - ela disse e deu um beijo na sua bochecha

- Oi amor , porque ta acordada uma hora dessa? - disse Zayn olhando no relógio da parede beje

- Hoje é o primeiro dia de aula dela, esqueceu? - disse o encarando

- Na verdade nem sabia disso - disse puxando Alice e colocando em cima de sua barriga

Alice para uma menina de 4 anos até que era muito esperta, isso é sinônimo que a educados bem.

- Mamãe?- fez bico

- Oi - disse pegando em seu pé

- E se eu não quiser mais ir? - disse e deitou em cima de Zayn colocando sua cabeça na curva do pescoço do mesmo. Quando ela falou isso, meu marido soltou uma risada gostosa.

- Ué, não era você que estava doida pra ir pra escola? - disse me sentando na cama

- É, mais agora mudei de idéia sabe? - disse e Zayn continuava rindo

- Sei, Sei , vamos tomar banho, quer tomar banho com a mamãe? - disse e ela sorriu

- Quero - disse pulando em mim

- Eu também quero- seu pai protestou

- Acho que não fofo - beijei sua bochecha e levantei com Alice para tomar banho e nós arrumar.

Minutos depois estávamos todos tomando café e Alice ainda com a ideia de me fazer de não leva-la hoje, já que ia passar um novo episódio de O incrível mundo de Gumball e ela não queria perder

- Você vai sim e acabou- Zayn disse colocando a xícara na pia e em seguida veio até mim me deu um selinho e em Alice um beijo na bochecha

- Tchau amores da minha vida - disse pegando a chave do carro.

- Tchau- respondemos juntas

- Vamos amor - disse a limpando e pegando ela no colo no mesmo instante ela colocou seus bracinhos em volta do meu pescoço e sua cabeça em meu ombro.

Demoramos uns doze minutos para chegar na escola, estacionei e virei pra ela que olhava lá pra dentro

- Quer que eu vá com você? - disse e ela sorriu

- Sim mamãe - Sai do carro dando meia volta a apegando no colo

- Não Fica com medo ta bem? - sussurrei pra ela

- Uhum - e não disse mais nada

Fui em direção a uma mulher que estava com uma prancheta na mão informando as pessoas

- É, por favor , gostaria de saber qual é  a sala de Alice Malik- Disse educada

- Alice, Alice .. Aqui 8B - disse

- Obrigada - disse e voltei a caminhar

Foi difícil ter que deixa ela lá eu ir, até chorou.

- Amor, a mamãe tem que trabalhar mais no final do dia mamãe vem te buscar ta bom? - disse passando a mão em seus cabelos castanhos

- Ta bom - disse e me soltou

- desculpe pelo problema - disse a professora

- Tudo bem, por aqui -  acompanhou até a porta mais antes de sair olhei Alice que conversava animada com uma amiguinha, sorri e fui embora.

[…]

Sai do trabalho correndo para ir busca minha filha, ela vai me matar. Chegando lá vi ela sentada no banco com um homem no lado dela, meu coração gelou , será que eu nunca a ensinei a não conversa com estranhos? Meu coração gelou ainda mais quando vi quem era. Que merda Liam estava fazendo ali?

- Mamãe - ela veio correndo em minha direção e pulando no meu colo

- Oi amor, desculpa a mamãe? - disse fazendo bico

- Tudo bem, eu tava conversado com o Tio Lia né? - ela virou pra ele que concordou com a cabeça

- Vamos embora? - disse a ela

- O tio lia pode ir com a gente? - disse me olhando

- Amor vai andando até o carro,tá? - disse a colocando no chão

- Uhum-  pegou uma mochila e foi

- Escuta aqui Liam, eu não quero que você chegue mais perto dela ta ouvindo? Nem dela nem da minha família, ta entendendo?

- Desde quando você se tornou tão grossa? - Disse se aproximando de mim

- Desde quando parei de ser trouxa Payne- ia virar mais ele pegou em meu braço - Não encoste em mim e me largue - Disse puxando meu braço

- Você ainda é minha Amanda - disse sorrindo

- Qual a parte solta ela será que você não entendeu? - virei e vi Zayn, Sorri

- Quem seria você? - disse me soltando

- O marido dela - disse passando seu braço tatuado em volta da minha cintura

- Quer dizer que a vadia já esta dando pra outro? - disse rindo

- Olhe o jeito que você fala com ela - Zayn disse partindo pra cima dele mais eu o segurei

- Calma amor, não vale a pena, vamos embora, por favor- disse o puxando.

Eles ainda se encaravam mais Zayn  logo cedeu.

- Vamos - disse fomos para o carro onde estava Alice

- VOCÊ AINDA É MINHA AMANDA, MINHA - gritou Liam, Zayn fez menção de voltar mais eu o impedi

- vamos zayn- sussurrei pra ele

Entramos no dentro do carro e Alice perguntou

- Mamãe quem é aquele moço? - ela me perguntou

- Ninguém amor, ninguém - disse passando a mão em seus cabelos

Sabia que o Zayn estava irritado pois não parava de morde os lábios, mais eu não disse nada

Quando chegamos em casa fui logo dar banho em Alice pra ela assistir seu desenho irritante, depois a vesti e ela desceu as escadas correndo dizendo que eu demorei demais, deixei isso pra lá fui pro meu quarto

Assim que passei pela porta vi Zayn cantarolando no banho, tirei minha roupa e fui em direção ao banheiro encontrando Zayn de costas levando seus cabelos cheios de shampoo. Como era indo e era só meu.

Abri o box sentindo uns pingos d'Água caindo em mim, me aproximei de seu corpo o abraçando. Parei minhas mãos perto de seu membro e ele fez no mesmo instante colocou as suas em cima das minhas

- Desculpa pelo incidente mais cedo? - disse descendo minha mão até chegar ao seu membro que já estava dando sinal de vida

Ele não me respondeu nada, apenas gemeu baixinho quando comecei a fazer um fraco movimento nele

- desculpa amor? - disse ainda mais de vagar

-  desculpo, desculpo, e amor, o que você acha de termos mais um filho?- Disse se virando pra mim

- acho digno - sorri e ele me beijou


~ três semanas depois ~

Estávamos nós três jantando quando Zayn pergunta a Alice

- Baby, o que você acha de ter um irmão? - disse pegando em sua mão, ela olhou pra mim e olhou pro Zayn

- Sabe, eu sempre quis, era o meu sonho- disse fazendo bico

- então amor seu sonho vai se realizar - vi um grande sorrindo surgir nos lábios de Alice. Ela levantou e me abraçou sussurrando ’ obrigada mamãe’ ’ amo vocês ’

- Nós também te amamos , Baby - disse beijando seu rosto


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Queria saber onde estão aquelas pessoas de verdade, que a gente não compra, mas também não vive sem. Aquele amigo que mudou para o outro lado do mundo, mas você não pensa duas vezes antes de pegar o carro, o ônibus ou o avião e fazer uma visita. Só olhar para ele, sentar ao lado, ouvir a voz, faz tudo ficar mais feliz. Algumas pessoas simplesmente valem a pena. Queria saber onde é que está aquele tipo de namorado que você não veste para se exibir, mas despe para provar só pra si mesmo o quanto é feliz. Que você não desfila ao lado, mas leva dentro do peito. Que você não compra, consome, negocia ou contrabandeia. Mas se surpreende quando ganha de presente da vida. Aquele tipo que você não usa para ser alguém e justamente por isso acaba sendo uma pessoa muito melhor. Não culpo pessoas, lugares e sentimentos que se vendem e muito menos me culpo por viver pra cima e pra baixo com minha sacolinha de degustações frugais. É o nosso mundo moderno cheio de tecnologias e vazio de profundidades.
Mas hoje, só por hoje, vou sair de casa sem minha bolsa. Vamos ver se acabo conhecendo alguém impagável.
—  Tati Bernardi
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hahaha o melhor

Volto lá da firma a pé. Não vou de carro por causa do trânsito, não vou de bicicleta porque o suor e a lombada me rendem boas desculpas. Volto caminhando e aproveito pra gastar uns vales indo ônibus. Como eu disse, volto a pé, como sempre. Atravesso seis bairros e uma cracolândia. Uma hora e meia, todo dia útil. Eu gosto de acompanhar da calçada o drama dos motoristas que realmente crêem na buzina. Na calçada vejo a cara de choro dos trabalhadores estocados na janela, cruzando a rota Norte-Sul em passos de formiga, no calor do amontoado, lutando por nove centímetros quadrados a fim de repousar um pouco de mais um dia daqueles. É impressionante como uma sirene de ambulância não significa mais nada. Pode ser um infarto, um atropelamento, uma bala, uma queda no banheiro. Quem se importa? Um cara passa no vermelho e quase estende mais um garoto-esqueitista no asfalto, por causa de dezesseis segundos mais adiantado. A gente só quer chegar em casa e não perder a novela. Descendo a curva de uma rua suja, uma reunião de bairro em torno de uma senhora deitada metade na calçada, metade pra lá do meio-fio, com a consciência já pra lá de Porto Alegre. Ela tem um coágulo enorme pouco acima do olho esquerdo e a nuca descansa sobre uma pocinha arrouxada e viscosa, que escorre pela canaleta da 24 de Outubro. Uma mulher monta nela e suga algo de sua boca. Um homem empurra o peito em movimentos frenéticos e sequenciais. Alguém pergunta baixinho se foi atropelamento ou o quê (Por perto não há nenhum carro prestando socorro. E nem faixa de segurança). Ninguém mais fala nada, só torce. Eu paro, olho e penso comigo “Será que ninguém vê que essa senhora já era?” E então sigo. Se eu tivesse uns oito anos, seria aquele tipo de cena para traumatizar pro resto da vida, como aquele bêbado que, de alguma forma, veio parar dentro do nosso Chevette voltando da praia aquela vez. Só que agora eu moro na capital e tenho quase 32. A gente não liga mais pra nada, nada abala. A surpresa é por não estar surpreso. Todo dia é uma coisa, e também tem as séries e filmes de sangue na tevê a cabo. A velhinha certamente tinha um nome, era avózinha de alguém que terá uma longa noite hoje. Trinta e quatro minutos depois, já passando da hora, o coração na boca, sua chegada. Uma sacolinha de compras no pulso (pode ser mais bijuteria ou talvez uma lingerie), um rosto gosmento de exaustão, “o que temos pra jantar?” Um beijo na testa, um abraço longo e apertado, fora do comum. É tão bom estar em casa e ver que você chegou. E chegou bem, reclamando do chefe, viva, sem faltar nenhum pedaço, com todos os braços, pernas e pés que eu amo tanto. Eu sirvo duas xícaras de chá e insisto em conversar, enquanto você só quer mijar e tomar uma chuveirada. Lembra daquela ideia? Aquela de ir embora daqui, pra perto dos cataventos, onde as pessoas sabem seu nome e atropelamento é dado como crime premeditado pela única delegacia da cidade? Você desembaça só um círculo com a mão ensaboada e faz cara de rejeição. Sim, de novo essa história. “Mas é aqui que a vida acontece”, posso te ouvir me explicando. É, mas também é aqui que a vida pode parar de acontecer, de um segundo para o outro.
—  Gabito Nunes.
A Extinção da Sacola Plástica

Quem diria que esse dia chegaria? Nos últimos anos, as coisas mudaram tão drasticamente que chegou o momento em que as sacolas plásticas terão seu fim decretado. Tudo em nome do meio ambiente, que acaba sofrendo por conta da intervenção humana, onde alguns simplesmente não sabem que lugar de lixo é no lixo.


O homem precisou poluir tanto o ambiente, aquele mesmo que produz oxigênio para que ele possa respirar, para chegar aonde chegou. O meio ambiente precisou pedir socorro aos humanos conscientes, pois não agüentava mais ser sufocado na poluição que outros da mesma espécie causavam.


O mundo precisou berrar para pedir socorro para não morrer e conseguiu chamar a atenção da humanidade. Esta resolveu decretar o fim das sacolas plásticas, aquelas usadas em supermercados quando você compra alguma coisa, aquela mesma que surgiu na década de 70 e que sequer sabia que seria extinta alguns anos depois


Isso não é nada se formos comparar com o que podemos esperar do nosso futuro. Ou cuidamos do mundo onde vivemos, ou então ele cuida da gente. O que você escolhe?

Volto lá da firma a pé. Não vou de carro por causa do trânsito, não vou de bicicleta porque o suor e a lombada me rendem boas desculpas. Volto caminhando e aproveito pra gastar uns vales indo ônibus. Como eu disse, volto a pé, como sempre. Atravesso seis bairros e uma cracolândia. Uma hora e meia, todo dia útil. Eu gosto de acompanhar da calçada o drama dos motoristas que realmente crêem na buzina. Na calçada vejo a cara de choro dos trabalhadores estocados na janela, cruzando a rota Norte-Sul em passos de formiga, no calor do amontoado, lutando por nove centímetros quadrados a fim de repousar um pouco de mais um dia daqueles. É impressionante como uma sirene de ambulância não significa mais nada. Pode ser um infarto, um atropelamento, uma bala, uma queda no banheiro. Quem se importa? Um cara passa no vermelho e quase estende mais um garoto-esqueitista no asfalto, por causa de dezesseis segundos mais adiantado. A gente só quer chegar em casa e não perder a novela. Descendo a curva de uma rua suja, uma reunião de bairro em torno de uma senhora deitada metade na calçada, metade pra lá do meio-fio, com a consciência já pra lá de Porto Alegre. Ela tem um coágulo enorme pouco acima do olho esquerdo e a nuca descansa sobre uma pocinha arrouxada e viscosa, que escorre pela canaleta da 24 de Outubro. Uma mulher monta nela e suga algo de sua boca. Um homem empurra o peito em movimentos frenéticos e sequenciais. Alguém pergunta baixinho se foi atropelamento ou o quê (Por perto não há nenhum carro prestando socorro. E nem faixa de segurança). Ninguém mais fala nada, só torce. Eu paro, olho e penso comigo “Será que ninguém vê que essa senhora já era?” E então sigo. Se eu tivesse uns oito anos, seria aquele tipo de cena para traumatizar pro resto da vida, como aquele bêbado que, de alguma forma, veio parar dentro do nosso Chevette voltando da praia aquela vez. Só que agora eu moro na capital e tenho quase 32. A gente não liga mais pra nada, nada abala. A surpresa é por não estar surpreso. Todo dia é uma coisa, e também tem as séries e filmes de sangue na tevê a cabo. A velhinha certamente tinha um nome, era avózinha de alguém que terá uma longa noite hoje. Trinta e quatro minutos depois, já passando da hora, o coração na boca, sua chegada. Uma sacolinha de compras no pulso (pode ser mais bijuteria ou talvez uma lingerie), um rosto gosmento de exaustão, “o que temos pra jantar?” Um beijo na testa, um abraço longo e apertado, fora do comum. É tão bom estar em casa e ver que você chegou. E chegou bem, reclamando do chefe, viva, sem faltar nenhum pedaço, com todos os braços, pernas e pés que eu amo tanto. Eu sirvo duas xícaras de chá e insisto em conversar, enquanto você só quer mijar e tomar uma chuveirada. Lembra daquela ideia? Aquela de ir embora daqui, pra perto dos cataventos, onde as pessoas sabem seu nome e atropelamento é dado como crime premeditado pela única delegacia da cidade? Você desembaça só um círculo com a mão ensaboada e faz cara de rejeição. Sim, de novo essa história. “Mas é aqui que a vida acontece”, posso te ouvir me explicando. É, mas também é aqui que a vida pode parar de acontecer, de um segundo para o outro.
—  Gabito Nunes, perto dos cataventos.