revpar

How to Achieve a Revpar 10% Higher than Your Comp Set

This is an easy one but worth mentioning:

Research has shown that hotels with an ADR significantly lower than that of their competitive set have an inferior Rev-PAR performance (Canina and Enz 2008; Enz and Canina 2004).

This relationship has been shown to hold true across all hotel market levels. For example, in the luxury market, hotels that have an ADR that is higher than their competitive set have the same or slightly lower occupancies, but have a 8- to 14-percent higher RevPAR than their competitive set.

Conversely, hotels that have a lower ADR than their competitive set have about the same to slightly higher occupancy levels, but report a RevPARS of 3- to 9-percent lower than their competitive set (Canina and Enz 2008).

Take-away: Figure out who your real comp set is and then actively manage your ADR to be above them. Measure, rinse, repeat until you get it right.

via [Hotel Revenue Management in an Economic Downturn]

UK cold but London hot

The latest HotStats Report is out from TRIHospitality Consulting.  This shows that hotels in London had an improved performance in 2010, but provincial hotels continue to suffer.  In London occupancy was up 2% on 2009, RevPAR 9%, and Gross Operating Profit by a whopping 14%.  But this is not reflected outside of London, where despite occupancy improving by nearly 2%, RevPAR was only up 1.5% and GOP was actually down 1.5%.  These headline figures mask the fact that the picture is very mixed across the country.  For instance, in December central London hotel performance was down due to travel disruption, poor weather and student protests, whereas Heathrow hotels saw RevPAR rise by 31% for the very same reasons.

Sério e rentável: Revenue Management

Faz um tempo que não falo diretamente de RM, na verdade Revenue Management é apenas e tão somente uma Filosofia de gestão, e não é para todos:

Revenue Management é uma Cultura

 Revenue Management é uma filosofia de Gestão

 Revenue Management é estatística e matemática

 Revenue Management é uma prática diária e continua

 Revenue Management é muito analítico e pouco comercial

 Revenue Management é pragmatismo e assertividade

 Revenue Management é por si só o inicio e o fim de toda a Política / Modelo de

negócio Hoteleiro e como tudo tem um início, mas neste caso não tem fim.

No nosso entender a mais completa que existe já que ela engloba todo o empreendimento e envolve todos os colaboradores, precisa, como boa filosofia de gestão partir de cima, ela tem que passar “de pai para filho”, assim fica mais fácil entender que a permissa é sempre da diretoria, superintendência, gerencias, supervisões até ao último dos colaboradores o que nada o impede de não vir a ser o gerente de amanhã. (até pouco tempo a rede Hilton só contratava faxineiros, a partir daqui formava todo seu staff).

Por comodidade ou conhecimento reduzido ou conveniência se fala muito que o Revenue Management é a arte de vender o produto certo, pelo preço certo ao cliente certo, no momento certo pelo canal certo. Só que isto é só um pouquinho do todo. Nos meus 42 anos de Revenue Management dois dos quais saí da hotelaria para montar o sistema no maior frigorífico da África do Sul, aprendi quais as empresas que podem se beneficiar desta filosofia de gestão, além das tradicionalmente enumeradas como cias aéreas, hotéis e agencias de aluguel de autos. Isto foi o começo, e exatamente nesta ordem. Mas por curiosidade deixo aqui quais as características que uma empresa precisa ter para poder nela ser implementado um sistema de RM, ela precisa atender seis quesitos principais, a saber:

  1. Capacidade finita
  2. Ter stocks perecíveis (a diária que você não vende hoje não tem substituição)
  3. Micro segmentos de mercado
  4. Procura variável e incerta
  5. Produtos que podem ser vendidos ou reservados antes do consumo
  6. Baixas razões custos variáveis X custos fixos

Estas são as características básicas para se montar um sistema de RM, há umas pequenas variáveis, mas há aqui coisas imutáveis, e estas não se aplicam à hotelaria.

Na verdade o Revenue Management é: -

“A arte do posicionamento estratégico, maximizando lucros com base da demanda e previsões, otimizando resultados fundamentados em cálculos econômico financeiros, disponibilidade e sazonalidade”.

Então causa-nos espanto, quando ouvimos alguém falar em Revenue Management e defini-lo, por exemplo, assim:

A aplicação de RM permite ao gestor lidar com as variações de demanda,

aproveitando as ocasiões de maximização de receitas em cada cenário diferente, de alta ou de baixa, através do melhor gerenciamento dos seus inventários e preços e da utilização de estratégias de vendas e distribuição mais lucrativas”.

Porque isto nos espanta, explico: “aproveitando ocasiões” para o gestor que usa esta filosofia, as ocasiões independem de época e se fazem no dia a dia. É por isso que o gestor que usa esta filosofia rentabiliza muito mais que qualquer outro. Usamos um custo atualizado e altamente bem fundamentado (Revenue Management trabalha sempre e só com preços de venda- FATO-) Como determina-lo se não conhece seus custos? Por isso dizemos envolve toda a organização.

Fazem ainda referências à variação de ADR (Diária média) Versus (RevPAR) escrevi um dia destes num artigo uma pergunta sobre o resultado de um cálculo, (o correto e universal) da RevPAR.

Sabemos hoje que em hotelaria assim como qualquer outro segmento a melhor e mais fiel unidade métrica é o GOPPAR, os grandes gestores das maiores cadeias de hotéis do mundo estão altamente focados neste índice. Pois aqui aparece o Lucro Bruto por apartamento disponível. (eu gosto e uso também o GOPPOR).

Quando se fala de tarifa dinâmica, flexível, flutuante ou qualquer outro nome que se queira dar às tarifas que realmente rentabilizam, é preciso não esquecer que tal como elas rentabilizam resultados são mais eficientes quanto mais andarem nos extremos, para isso é necessária uma bem fundamentada planilha de custos e sua correta manipulação pelo gestor competente, pois que em RM se trabalha sempre e só com o preço de venda, esse RM de que falam, posto que Revenue Management é uma Filosofia de gestão ao verdadeiro está ligado ao YELD e este sim tem os preços de custo o ideal só assim é possível definir estratégias que vão realmente rentabilizar podemos então andar sempre nos limites, ou seja, se você não sai da zona de conforto é mais um entre a maioria e ali vai ficar, quando algo acontece precisa imediatamente correr em busca de soluções, quando navegamos com menos conforto, mas com mais atenção e devidamente fundamentados, ganhamos tempo e dinheiro na hora que os outros, (concorrentes) vão atrás de soluções.

Num dos cursos fechados que ministramos um destes dias o presidente da empresa, quase no final disse: enfim, funciona, mas funciona porque requer mais atenção. Exatamente até que toda uma equipe saiba o que acontece, porque acontece e as vantagens, é preciso implantar a filosofia.

Enfim, 40 anos após a primeira aula, posso dizer que em hotelaria, ou melhor, em gestão hoteleira não há nada melhor no mundo, mas tem que estar devidamente fundamentado e não necessita de nenhum sistema automatizado caro e sofisticado, planilha de Excel rentabiliza bem até 1.600 (mil e seiscentos) apartamentos, daí para frente eu nunca fiz, mas acho que não teria problema em controlar 16.000 – claro ia dar um pouco mais de trabalho.

Conheça nosso curso, o livro didático fica com os participantes e inicie-se na arte de rentabilizar hotéis, algo que fazemos há 40 anos.

SUCESSO. Eu pude você também pode.

OUE Hospitality Trust - 1Q14 results beat prospectus forecasts

OUE Hospitality Trust – 1Q14 results beat prospectus forecasts

Analyst consensus>OUEHT – AC

Higher F&B revenue more than offsets lower RevPAR. OUEHT’s 1Q14 DPU was in line with expectations, at 24% of our full-year forecast and 4.3% above its IPO forecast. The better performance was due to higher F&B revenue from increased corporate meetings and banquet sales. The higher F&B revenue more than offset the lower 1Q14 RevPAR at S$248 (vs.IPO forecast of S$257).…

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Far East Hospitality Trust - 1Q14 results review: still a soft quarter

Far East Hospitality Trust – 1Q14 results review: still a soft quarter

Analyst consensus>FEHT – AC

Hotel weakness. 1Q14 DPU was slightly lower than expected as a result of a weaker hotel performance, at 22% of our FY14 forecast. Despite Feb’s Singapore Airshow, which lifted RevPAR in the month, 1Q14 RevPAR decreased 1.3% yoy to S$159. On the back of the hotel weakness, particularly those hotels located near Orchard Road where competition is expected to ratchet up…

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European Hotel Performance

London, Paris and Zurich had the highest RevPar in 2010, but London’s profit performance far outperformed any other European city, according to TRIHospitality’s latest European Chain Hotels Market Review.  London’s TRevPAR was 211.56 euros, slightly lower than Zurich and just higher than Paris.  But GOPPAR was 105.07 euros - over 30 euros higher than any other city.  This was mainly due to London hotels' control of labour cost, which at 24.3% was the lowest of all ten cities in the survey.  Recent research at Surrey has indicated that labour cost performance is strongly correlated with occupancy, although clearly local labour market conditions can have an effect.

CDL Hospitality Trust - 1Q14 in line

CDL Hospitality Trust – 1Q14 in line

Analyst consensus>CDLHT – AC

Picking up the pace.1Q14’s results were largely in line (core net profit at 26% of our FY14 forecast), demonstrating a more positive hotel market than a year ago. The stronger performance was partly due to Feb 14’s Singapore Airshow and the betterthan-expected performance of the Maldives portfolio. We keep our Add rating with a higher DDM-based target price of S$1.97…

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Hôtellerie +14 % à Lyon en un an

En mai, le 17e Congrès mondial des sociétés des roses (du 27 mai au 1er juin) a permis aux hôteliers lyonnais d'enregistrer d'excellents résultats. Les 27 et 28 mai par exemple, les hausses de revenu par chambre dépassent les 80 %, selon le baromètre mensuel de la CCI de Lyon.

Les nombreux ponts du mois de mai ont également permis à l'agglomération lyonnaise de drainer une clientèle loisirs plus importante. Dans Lyon intramuros durant les week-ends, les taux d'occupation ont été supérieurs de 7,8 % en moyenne par rapport à mai 2014.

Les niveaux retrouvés de 2013

Les hôtels lyonnais poursuivent donc sur une tendance positive constatée dès le premier trimestre. Depuis le début de l'année, les performances hôtelières progressent ainsi de 14 % et retrouvent leur niveau de 2013 après une année 2014 difficile.

Le segment économique reprend le dessus. Les hôtels classés 2* et 3* affichent les évolutions les plus importantes au cours du mois de mai : leur revenu par chambre (RevPAR) augmente en effet respectivement de 5,9 % et 6,4 %. La hausse de RevPAR des hôtels classés 4/5* ralentit un peu par rapport au début de l'année, notamment du fait de la baisse des prix enregistrés (3,5 %).

Retrouvez cet article sur La Tribune.fr


Hôtellerie : l'embellie continue au mois de mars
Les week-ends boostent l’hôtellerie lyonnaise

BRIEF-Shanghai Jin Jiang's May revPAR falls to 147.54 yuan

June 25 (Reuters) - Shanghai Jin Jiang International Hotels
Development Co Ltd
* Says may revPAR (revenue per available room) at 147.54
yuan ($23.77) versus 153.10 yuan a year ago
Source text in Chinese: http://bit.ly/1Jkt6TB
Further company coverage:

($1 = 6.2080 Chinese yuan renminbi)

(Reporting by Hong Kong and Singapore newsrooms)

New Post has been published on Destino SurArial

El RevPar de los hoteles españoles crece un 11,4% en mayo

El ingreso medio diario por habitación disponible (RevPar), que está condicionado por la ocupación registrada en los establecimientos hoteleros, alcanza los 42,5 euros, con un incremento del 11,4%, según datos del INE. La facturación media diaria de los…

http://www.surarial.com/el-revpar-de-los-hoteles-espanoles-crece-un-114-en-mayo/

Undersupply of budget hotels in Saudi Arabia

Despite high demand for the category, the three- and four-star hotel market in Saudi Arabia is under-supplied, opening the door for building new facilities or renovating existing ones in the country,Construction Week Arabia has reported.

STR Global in March 2015 revealed capital city Riyadh has seen a sharp rise in revenue per available room (RevPAR) since 2008, achieving one of the region’s highest Average Daily Rates (ADR) during 2014. By the end of 2014, the numbers for Riyadh showed 59 percent occupancy rate, ADR of $235 (SAR884), with REvPAR of $140 (SAR526).

In April 2015, Action Hotels, owner, developer and asset manager of branded three- and four-star hotels in the Middle East and Australia, announced the addition of a three-star hotel in Riyadh. The 130-bedroom property is set in the Olaya district, a fast-growing financial and hospitality hub in the country. It will be developed by converting an existing office building, over a period of twelve months.

“There is a limited supply of quality, internationally-branded economy and midscale hotels in Saudi Arabia,“ Alain Debare, CEO of Action Hotels tells Construction Week Arabia.

“Although the Riyadh hotel market is mature, there is considerable demand for mid-economy branded hotels from the corporate segment. This segment is currently under supplied.”

Debare explains that there was a multitude of five-star hotels across the region, but research shows that many business travellers don’t want to spend $350 a room.

“They’ll find there is little supply in the three- and four-star range,” he adds.

When Action Hotels started business in 2005, it went with a niche offering in Jordan, Kuwait, Bahrain and Oman, where there were no branded economic mid-market hotels.

“We are able to develop and divert good returns from good demand, (which would have) not (been) the case if we had been building five-star hotels, whose finances take a lot of time to stabilise,“ Debare says.

The region’s current announced pipeline of economy and midscale hotels represents less than 20 percent of the overall branded hotel supply, and is below international averages covering similar size real estate. The opportunity to build budget accommodation is a lucrative one in Saudi Arabia, the region’s largest country, which is also working on a long-term strategy focused on economic diversification and encouraging business travel.

Action’s conversion project in Riyadh is scheduled to open in the second quarter of 2016. The estimated cost of conversion is $8m, which brings the per room cost to $60,000; a hotel built from scratch will cost in the range of $135,000 to $240,000 per room.

“We have 20-year lease with an option to renew,” Debare says about the conversion project. “With leases, we can grow faster and with a lower cost of investment,” he continues. Going forward, the company will lease four out of nine hotel projects in its pipeline, and own the rest.

Debare scribing the Olaya opportunity as “rare”, because the building is a superstructure with cladding, but without MEP installations.

“We have elevator lifts and lobby to drive efficiency. This building was very well designed.”

The Olaya building is an unused structure between three and four years old, and 10 months away from completion, with the floor plan being an open shell. Debare confirms that Action Hotels is finalising the terms of a long-term management agreement with a leading hotel brand.

“It’s our first hotel in Riyadh but second in Saudi with our first under construction right now in Jeddah Industrial city,” he adds.

 

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