revirement

" I don't worry cuz everything's gonna be alright... "

J'avais perdu la foi des choses simples. Je ne croyais plus au bien-fondé du Carpe Diem qui avait si souvent dominé mon bon-sens. 

Et puis, j'ai rencontré quelqu'un, quelqu'un de simple. Juste avant que, debout sur mon fil, je ne bascule dans le monde des tordus que vous êtes, il m'a attrapé la main et susurré à l'oreille ces mots rassurants de franchise.

J'ai tourné la tête, posé un regard méfiant sur ses yeux innocents. J'ai murmuré “Pourquoi je devrais te croire?” et dans un haussement d'épaules, il m'a répondu, le plus simplement du monde “Ben, je suis du bon côté du fil, moi.”

*

MEGASURPRISE ! Après avoir raillé sur tous les tons la proposition de François Hollande d'encadrer les loyers - parlant même de pratiques dignes de l'Union Soviétique qui ne fonctionnent nulle part (alors que ça marche très bien dans ma chère Allemagne), voici que je la fais mienne.

Je suis décidément l'homme de la constance…

(Olá, gente. Esse Imagine foi uma recomendação de ideia de uma leitora nossa, mas infelizmente eu perdi a mensagem e não acho o nome de quem pediu. Mas aí está, finalmente!)

— Porra, Harry… Essa sua namorada é gostosa para caralho, hein.

Harry revirou os olhos. Ele queria poder estrangular cada um de seus amigos por estarem dizendo aquelas coisas à ele. Mas a sua namorada, (S/N), estava piorando tudo enquanto tirava o seu roupão e ficava apenas com seu biquíni.

Se o garoto estivesse sozinho com a namorada, com certeza iria se tocar por baixo da sunga, sentado na espreguiçadeira, enquanto a observava a nadar. Mas o filho da puta estava acompanhado de seus melhores amigos – Louis, Liam, Niall e Zayn – e os malditos ficavam admirando sua garota sem vergonha nenhuma.

— Você realmente é o mais sortudo entre nós… Vamos admitir. — Louis murmurou, esticando as pernas numa das espreguiçadeiras da mansão do Styles.

— Será que dá para vocês calarem suas malditas bocas? — os amigos deram risada, ignorando Harry enquanto voltavam a admirar a namorar do garoto e a cochicharem o quão boa ela era.

(S/N), de biquíni, esticou seu corpo e pulou na piscina, mergulhando até o fundo da mesma. Depois, saiu para a superfície, passando suas pequenas mãos pelos fios de seu loiro cabelo, que se encontrava molhado da raiz até as pontas. A menina apoiou seus braços na beira da piscina, descansando o queixo no dorso de suas mãos, que tinham os dedos entrelaçados.

Ela sorriu para os cinco meninos, acenando gentilmente para eles. Todos retribuíram o gesto amigável, com exceção de Harry, que apenas cruzou os braços e bufou. (S/N) franziu a testa confusamente ao ver a reação do namorado e apenas deu de ombros antes de voltar a mergulhar até o fundo da piscina.

Já durante a noite, depois que os quatro amigos de Harry foram embora e ele finalmente teve a casa somente para si e sua namorada, o garoto ainda estava perturbado pelos comentários perversos de seus colegas contra sua garota.

Sentado na ponta da cama de casal do quarto dos dois, o garoto pensava sobre todo o acontecido da tarde passada com seus amigos. Ele olhou para cima quando ouviu a porta da suíte abrindo e fechando. Viu sua namorada com o corpo e os fios de cabelo molhados, além de uma toalha branca enrolada em volta de seu belo corpo.

(S/N) virou-se de frente para Harry e franziu a testa ao ver seu namorado com uma carranca forma em seu angelical rosto.

— Ei, Harry… O que aconteceu? — ela questionou-o, ajoelhando-se em frente dele.

— Você sabe muito bem o que aconteceu, (S/N)! — a menina continuou o encarando de forma confusa. — Você resolveu ir na piscina bem na frente dos meus amigos, e você sabe como eles são…

— Você está com ciúmes, Harry? — a menina soltou uma risada alta, recebendo um sermão irritado de seu namorado.

— Não vejo nenhuma piada aqui, porra. Você sabe como eu odeio que fiquem esfregando na minha cara o quão gostosa você é.

Ainda com um sorriso bobo estampado no rosto, (S/N) levantou-se, ficando de frente para seu namorado. Ele se surpreendeu quando a menina sentou-se no colo dele, colocando uma perna sua de cada lado da cintura do garoto. Imediatamente, as mãos de Harry foram até a cintura da garota, apertando a região para segurá-la confortavelmente.

— Do que adianta eles ficarem dizendo isso, se apenas você pode me foder durante a noite, hum?

Harry logo sorriu maliciosamente, esquecendo-se brevemente da péssima tarde que teve com os comentários que ouviu.

Sendo ágil, cada um fez a sua parte. Enquanto (S/N) retirava a toalha de seu corpo para ficar completamente nua, Harry abaixava sua calça jeans e a sua cueca, fazendo seu membro pular para fora da peça de roupa. Ambos sorriram e sem mais delongas, Harry segurou seu pênis e o posicionou na entrada de sua namorada, mexendo seu quadril para enfiar seu membro totalmente dentro da vagina da menina.

(S/N) colocou suas pequenas mãos na nuca do garoto, jogando a cabeça para trás enquanto soltava um gemido arrastado e alto. Harry sorriu e apertou ainda mais a cintura dela, começando com movimentos de vai e vem bem rápidos.

O garoto usou a grande mão direita para depositar um forte e estalado tapa na nádega esquerda de (S/N), fazendo-a gritar, dessa vez. A menina inclinou-se por cima dele, fazendo-o cair deitado na cama. Ela posicionou-se confortavelmente por cima do corpo dele, deitando-se no seu namorado.

Isso não impediu Harry de continuar mexendo seus quadris para fazer movimentos repetidos e prazerosos para dentro e para fora da vagina de sua namorada. (S/N) apoiou sua testa no ombro direito do namorado, gemendo de forma sedutora no pé do ouvido dele, enquanto o provocava também com mordidas e chupões no pescoço dele.

Depois de alguns minutos nos mesmos movimentos ágeis de Harry, ele e a garota chegaram ao ápice juntos. A menina gozou no membro de Harry, e o garoto gozou dentro da vagina de (S/N).

Ele então segurou fortemente a cintura dela e retirou seu membro de dentro dela, vendo o misturado orgasmo do casal sair pela vagina da menina. Ambos sorriram e trocaram selinhos amorosos, antes de Harry falar.

— Foda-se aqueles idiotas. De todo modo, eles estão certos…

/Carol

A l'encontre de ce que disent tous les sondages depuis des mois, plaçant évidemment le chômage en tête des préoccupations des Français compte tenu de la situation économique catastrophique, je continue à agiter des épouvantails ultra-droitiers en affirmant que “la première préoccupation des Français, c'est la viande halal”.

J'avais pourtant déclaré lors de ma visite au marché de Rungis que la polémique déclenchée sur le sujet par Marine Le Pen “n'avait pas lieu d'être”. Je fais campagne au gré du vent.

Courir après Marine Le Pen semblant insuffisant, ma stratégie désespérée consiste désormais à courir devant elle. Pendant ce temps, beaucoup de Français n'arrivent pas à acheter de la viande, halal ou pas.

Dessin Manu Cartoons / Rue89

E ela teve a pachorra de olhar na minha cara e perguntar sobre o namorado filho da puta. -revirou os olhos terminando de virar a garrafa de vodka, já sentindo a visão ficar turva, enquanto se apoiava na pessoa com quem conversava.-

Bad Intentions - Capítulo 41

POV Clara

Clara - Mas que merda você fez com a minha namorada? - Joguei a pergunta pra Megan que me olhava assustada sentada no sofá. “É, querida, é pra ficar com medo mesmo” pensei.

Nessa hora o senhor Mesquita já estava em outro lugar e eu dou graças a Deus porque eu queria quebrar o barraco ali.

Megan - Eu não fiz nada - Ela revirou os olhos. Atrevida.

Clara - Não se faça de idiota, eu quero saber essa historinha sua ai - Ela fez uma cara confusa - Que papo foi esse da Vanessa de “fuder no carro”? - Tanto Thaís, quanto May me olhavam meio pasma, só Megan que continuou tranquila, até demais pro meu gosto.

Megan - A Vanessa estava bêbada, não liga pro que ela diz.

Clara - Olha, se você fez alguma coisa com ela… - Minha voz aumentou ficando num tom ameaçador.

Megan - Eu já disse que não fiz nada - Ela me interrompeu alterando o som da sua voz e se levantou do sofá ficando bem próxima do meu rosto - Na verdade, eu fiz sim, cuidei da Vanessa, que era o que você deveria estar fazendo já que é a namorada dela, não é mesmo?

Clara - Não me venha dizer como eu tenho que agir com a minha namorada, sua piranha - Falei apontando o dedo na cara dela que já não estava mais tranquila como antes.

Megan - Do que você me chamou? - Megan perguntou semicerrando os olhos - A piranha aqui é você, que trai a namorada e ainda quer que ela fique de boa por causa disso - Ela colocou um dedo em cima do meu peito, meio que me empurrando.

Clara - O que? Eu não traí ninguém - Falei alto demais - Da onde você tirou isso? - Cheguei mais perto dela, nossos rostos estavam tão próximos um do outro, o olhar furioso dela batendo no meu que derramava raiva e agora confusão também, afinal, que história é essa de que eu traí a Vanessa?

May - Hey, acho melhor vocês se acalmarem - May falou tocando no meu ombro e no da Megan, e foi nos afastando um pouco.

Megan - Fala pra essa ai se acalmar - Megan jogou a mão pra frente se referindo a mim. Eu a olhei enfurecida. Juro que ia bater naquela cara de piranha se não fosse pela May que me segurava bem firme pelo ombro.

May - As duas - May olhou pra mim - Clara, a Megan só estava ajudando, para de ser doida e escuta a menina.

Megan deu um leve sorriso e a minha raiva ia oscilando, eu queria me acalmar mas ao mesmo tempo queria matar aquele ser na minha frente.

Clara -Tá - Deixei meus ombros relaxarem e Megan sentou-se novamente no sofá. Eu ainda a olhava com certa raiva, era impossível tirar esse sentimento do peito - Você pode me falar o que é que aconteceu pra Vanessa ter chegado nesse estado? E me explica que história é essa de traição.

POV Vanessa

MEU DEUS.

Eu morri? Não acho que não, ainda sinto o meu corpo então, provavelmente, eu ainda não morri. Mas que merda, cara. A minha cabeça está doendo demais, você não tem noção. O que aconteceu comigo?

Tentei abrir os olhos mas estavam tão doloridos que eu esperei um pouco. Pronto. Abri novamente, com um dificuldade enorme e quase fiquei cega. A luz no quarto não era tão forte assim, na verdade, o único resquício de luz que tinha no quarto era natural, que vinha de uma brecha na janela. Mas aqueles feixes acertavam fortemente os meus olhos. E isso não é a pior parte, a minha cabeça está pesando uma tonelada, e uma tonelada dolorida. Parece que todos os nervos do meu corpo pulsavam de uma maneira ruim, como se eu fosse ter uma queda na pressão, sabe?

Que sensação mais terrível é essa?

Duas possibilidades: acidente ou… Ressaca. No meu caso qual é o mais provável? Difícil responder, porque constantemente eu vivia tendo acidentes e ressaca era algo bem comum pra mim.

Megan - Ressaca né - Uma voz risonha tomou conta do lugar que eu estava. Não levantei a cabeça pra ver quem era porque fiquei com medo de eu ficar com tontura ou algo assim. É, o negócio foi feio mesmo. Devo ter bebido demais, só que eu não me lembro de nada.

Vanessa - Acho que alguém leu a minha mente - Falei, mas acho que saiu tão baixo que quase nem eu mesma ouvi.

Megan - Toma aqui - Levantei a cabeça pra saber quem estava falando comigo e levei o maior susto. Aquilo era o meu cérebro zoando tudo? Olhei pra Megan meio assustada. Porque raios ela estava ali? Meu Deus, eu to na casa dela? Dei uma olhada em volta rapidamente pra me certificar de onde eu estava e percebi que era na minha casa, o que também era estranho até porque agora eu estava morando com a Clara. Ah, deixa, seria mais estranho ainda se eu acordasse no quarto da Clara com a Megan ali.

Vanessa - Megan? - Chamei seu nome pra ter certeza do que eu via.

Megan - Bom dia, Nessa - Ela respondeu com um sorriso no rosto que parecia o da minha Clara. E porque ela me chamou de “Nessa”? - Toma logo isso, se a Clara me pegar aqui dentro, ela vai me matar - Megan deu um risada.

Vanessa - O que? - Perguntei ainda confusa com a situação, minha cabeça estava latejando horrores, então tratei de pegar o que Megan me oferecia que era um remédio e um copo d'agua.

Megan - Você deve estar meio confusa né? - Ela perguntou sentando-se na cama e eu apenas assenti. Senhor, se Clara visse essa cena, nós duas estaríamos mortas - Bom, deixa eu te explicar o que aconteceu desde o começo - Megan começou a falar e falar e eu achei que ela não iria acabar nunca mais.

E eu também não sabia como eu consegui fazer tanta merda ontem e ainda não me lembrar de nada. Como eu bebi tanto assim?

Quando ela terminou de relatar o que tinha acontecido eu abri a boca em um formato de “Ó” perfeito, definindo a minha expressão de “to chocada”.

Vanessa - Não acredito que eu fiz tudo isso. Meu Deus, eu ia trair a Clara - Falei indignada depois que parei pra analisar as minhas atitudes da noite anterior. Eu fui muito piranha! - Você não contou isso pra…

Megan - Claro que não né, Nessa - Megan jogou a cabeça pra trás e se deixou rir. Engraçado que mesmo eu tendo feito tanta besteira ontem com ela, isso parece que não a abalou, ela está bem e nem um pouco brava por causa das merdas que eu fiz.

Vanessa - Eh, porque você tá me chamando de Nessa? - Tentei não ser muito grossa com ela. Não que eu me incomodasse com ela me chamando daquele jeito, mas pra isso tinha que ter um motivo.

Megan - É que ontem você me chamou de Meg, e eu gostei do meu apelido e quis te dar um também, ai eu inventei Nessa que é algo mais carinhoso que Van - Ela disse aquilo corando um pouco e eu sorri. Que fofa ela estava sendo - Você não se importa né?

Vanessa - Mas é claro que não. Até que eu gostei - Falei dando uma batida em seu ombro - Hey, uma perguntinha - Ela assentiu - Como é que a Clara reagiu quando você contou?

Megan - Ela ficou meio - Megan me olhou pensativa antes de concluir - Brava com você por ter saído e não ter tomado cuidado e mais um monte de blá blá. Agora comigo ela quase me bateu de ciúmes - Arregalei os olhos. Se a Clara tivesse feito isso, ela seria uma idiota - Tipo, eu entendo que ela tenha ciúmes, mas eu me expliquei, não tinha motivo pra continuar daquele jeito - Ela deu ombros e me olhou - Mas mesmo tendo sido uma noite difícil, eu gostei.

Vanessa - Sério? Eu só estraguei com a sua noite, acho que isso é um bom motivo pra você não ter gostado - Falei surpresa.

Megan - Gostei sim - Ela falou rindo - E é sério tá. Você é divertida, e fica muito mais muito engraçada mesmo quando tá bêbada.

Vanessa - Ai, senhor. Passei vergonha né - Dei um tapa de leve em minha testa mas doeu, ainda sentia a ressaca me atormentando.

Megan - Um pouquinho só - Ela riu e eu também - Dá próxima vez que for beber, esteja com alguém confiável do lado pra te ajudar a se recompor. Agora eu preciso ir antes que a Clara volte e me veja aqui, não vai ser nada legal - Megan disse fazendo uma careta engraçada e foi se levantando da cama - Se cuida, Nessa. E espero que a gente possa se reencontrar por ai qualquer dia desses, mas sóbria, ok?

Vanessa - Tudo bem - respondi rindo o que também me fez sentir um incomodo. Nossa, eu me estraguei inteirinha - Tchau, Meg - Falei e ela sorriu largo já saindo do quarto.

Caralho.

Eu nunca mais vou beber na minha vida. Bom, acho melhor eu não falar nunca, afinal, sempre que eu falo nunca pra bebida, eu acabo voltando pra ela. Mas eu tenho que me controlar, Jesus. Imagina o que seria de mim bêbada desse jeito que a Megan falou e acabar fazendo uma merda?

Meu Deus, eu quase fiz merda! Eu quase fiquei com a Megan… Caralho, eu ia trair a Clarinha. Não, isso não pode acontecer. Eu nunca faria algo assim com ela. Só essa ideia de possível traição já me deu um negócio no coração. Que horror. Se eu tivesse feito isso, eu iria me arrepender pro resto da vida e a Clara nunca me perdoaria.

Ah, esquece isso. Eu não a traí. Não aconteceu nada.

Fui tomar um banho pra ver se eu relaxava, porque aqueles pensamentos estavam me deixando meio atordoada.

Acho que eu lavei até a alma ali no chuveiro.

Sai e coloquei uma roupa bem confortável. Bebi um copão com uma quantidade exagerada de água porque a sede era terrivelmente outra coisa que me incomodava. Aquela ressaca estava sendo a pior da minha vida.

Me deitei lentamente no sofá pra não causar mais nenhuma outra dor e me deixar levar pelos meus pensamentos que ia apenas em direção à Clara. Onde ela estava? Será que ainda estava brava comigo?

Segundos depois quem é que me entra pela porta? Exato, ela mesmo.

Vanessa - Clarinha - Chamei ainda deitada e ela me olhou de onde estava.

Clara - Oi, Vanny - Sorriu. Ai, que bom. Isso era um sinal bom né.

Vanessa - Onde o meu pai está? - Perguntei depois de um tempo de silêncio de nós duas. Nossa, que filha eu sou? Nem lembrei que se estava na casa do meu pai, ele, obviamente, também estaria lá, mas o fato é que hoje ele não estava e só agora eu fui perceber.

Clara - Foi pra uma consulta médica. A Solange vai trazê-lo de volta mais tarde - Ela disse séria e colocou algumas sacolas em cima da mesa.

Vanessa - Precisamos conversar, né? - Falei meio ressentida. Clara me olhava meio séria demais, eu estava ficando nervosa já.

Clara - Sim. Porque você não deu mais notícias ontem, Vanessa - Ela me perguntou sentando-se no sofá no qual eu estava antes deitada.

Vanessa - Eu não queria brigar com você - Fui sincera. Bom, até a parte em que eu fui ao bar eu me lembro do que vagamente aconteceu. Depois disso tudo é como se fosse um borrão.

Clara - E porque a gente brigaria?

Vanessa - Por… - Ai, eu tinha que falar daquela puta - Por causa da… Diana.

Clara - Qual é o problema exatamente com ela? - Perguntou com as sobrancelhas arqueadas. Sua expressão séria estava me deixando meio mal por tanta coisa.

Vanessa - É só….

Clara - Ciúmes?

Vanessa - Sim - Assenti sem graça. É, era apenas ciúmes, afinal, eu não queria ver aquela lá com a minha Clara - Você vai contratá-la?

Clara - É só uma possibilidade, não sei ainda - Ela disse dando de ombros - Mas, Vanny, eu já disse que você é só minha, eu só quero e só vejo você de mulher na minha vida, tá? Eu te amo muito e pra sempre - Clara levantou meu queixo com a mão e deu um selinho demorado em meus lábios. Caramba, não fazia tanto tempo assim que eu a tinha beijado, mas eu estava com saudades daquele beijo gostoso e carinhoso que só ela sabia me dar, eu queria provar um pouquinho mais daqueles lábios - Mas se caso acabar acontecendo dela ser contratada, você ficaria de boa? Porque se não ficar, tudo bem, eu dispenso.

Vanessa - Não, não precisa fazer isso, Clarinha - Falei. Acho que era o correto a se fazer. Não seria nada ético e decente da minha parte atrapalhar a vida daquela puta né - Mas vamos mudar de assunto, por favor? - Clara assentiu e eu aproveitei que ela estava com a expressão mais tranquila e a puxei pra um abraço apertado.

Aquele abraço continha saudade, vontade, carinho, amor e também uma quantidade considerável de remorso por pensar que por mais um pouco eu tinha a traído.

Não, deixa eu tirar isso da cabeça. Eu quero a Clara e somente a Clara. A minha Clara que fique bem claro.

Soltei me do abraço e passei a olhar profundamente em seus olhos lindos que estavam brilhando. Passei meu olhar por seu rosto inteiro, analisando ela simplesmente relaxar e ficar mais linda ainda.

Coloquei a minha mão por sua nuca a puxando mais pra mim com o intuito de colar os lábios grossos e deliciosos dela nos meus, começando um beijo cheio de vontade e carinho. Aquele contato era o meu preferido e seria pra sempre assim, eu nunca enjoaria, eu nunca me cansaria de senti-lo todos os dias da minha vida.

Com a forte névoa se aproximando do castelo, a garota decidiu deslocar-se rumo a um local fechado. Peregrinou por algum tempo ao longo dos corredores, mas finalmente achou um local vazio e silencioso para realizar a leitura de seu mais novo livro, “O Gato Preto”, de Edgar Allan Poe. Daphne estava prestes a abrir as páginas do exemplar quando avistou um reflexo branco cruzando o chão do corredor. A jovem arqueou a sobrancelha, enquanto disse em voz alta: “Saia, Frost. Eu vi você.” — Pouco tempo depois, seu coelho apareceu choramingando em sua frente. Enquanto se levantava do banco, Daphne revirou os olhos, suspirando em seguida. “Você nunca vai parar de me seguir, não é? Vá procurar umas cenouras!” Blanchard não percebeu, mas o tom de sua voz naquele momento tornou-se alto o suficiente para provocar um eco. Após sua bronca, Daphne se arrependeu da atitude exaltada, uma vez que escutou passos vindo em sua direção. Droga… Mais alguém para me chamar de lunática dos animais.”

Lors de mon meeting de Bordeaux, je me prononce pour l'instauration d'un droit des victimes de faire appel des décisions des cours d'assises, dans un nouvel accès de démagogie - une telle mesure bafouant au passage la décision du peuple incarné par les jurés.

Mon Garde des Sceaux Michel Mercier s'y est pourtant opposé au nom du Gouvernement, nécessairement avec mon accord, quand un amendement en ce sens a été adopté en juin 2011.

“Cette modification porterait atteinte aux équilibres existant depuis plus de deux siècles, lorsqu'a été reconnu à la victime le droit de déclencher l'action publique en se constituant partie civile, mais jamais le droit d'exercer l'action publique, et donc de former des recours” écrivait-il notamment.

Cela “revient à privatiser notre procédure, qui serait ainsi fondée sur l'idée de vengeance privée en autorisant la victime à poursuivre la personne innocentée par la juridiction du premier degré, alors même que le parquet, représentant de la société,estime, à l'issue des débats, un appel injustifié”, poursuivait-il.

Le Gouvernement ne peut admettre que les victimes deviennent accusateurs publics, et que de faux espoirs leur soient donnés en endossant un rôle qui n'est pas le leur”, concluait-il.

Feels Like Trouble | Bertha & Lucius

Um fim de semana conseguia ser extremamente entediante se Hogwarts estivesse parada, Bertha havia desistido de procurar algo animado para fazer há muito tempo e após passar na biblioteca para pegar alguns livros de literatura, ela seguiu pelo corredor procurando por uma sala de aula vazia. Ela poderia ficar na biblioteca, sala de estar ou até mesmo em seu dormitório, mas por algum motivo inexplicável ela preferia fazer suas tarefas dentro da sala de aula. 

Após encontrar a sala que queria - uma que não era mais usada por estar com a fechadura estragada, Bertha entrou e espalhou seus materiais em uma das classes se jogando na cadeira e abrindo um dos livros. Estava tão concentrada na leitura que o barulho de passos apressados invadindo a sala a assustou. Com o canto dos olhos identificou uma figura loira.

- Não fecha a porta! - exclamou e segundos depois o click indicando que a porta havia sido fechada ecoou pela sala. Bertha levantou a cabeça e encarou indignada Lucius - só podia ser você - revirou os olhos - Hogwarts criou salas de tortura e eu não sabia?

Çağrı merkezi operatörü muamelesi yapar oldu sokağımı mesken tutan herkes. Tüm nazik merhaba Nasıl yardımcı olabilirim deyişlerime, Can'larını yakanlara kusamadıkları öfkeleri ile kükreyen kedi görünümlü aslanlar!
- Görüşmeler kayıt altına alınıyor değil mi?
- Evet alınıyor.
- Alayınızın yedi ceddini…
- Kendi kişisel götüşünüz. Saygı duyuyorum!
Ben saygı duyuyorum duymasına da senin acılarana sağır olmuş sığırlara patlatması gereken öfkeni bana haykırman neyi telafi eder ki ? Hangi hüzne yarabandı olur ettiğin küfür, kustuğun öfke! Kırık dökük kıymet bilmez hayatlardan çıkıp geliyorlar hayatıma. Revir sterilliğinde ki yüreğimde sarıyoruz birlikte ihanet kırıklarını! Üvey babasının taciz ettiği bir yüreğin tedavisi hangi cerrahi müdehaleyi gerektirir ki?
Bitiyor işte en derin acı estetiği biraz ihmal ediyorum affedin. İzi kalıyor en sığı acıların bile. Zaman silemiyor sevgi umduğun dudaklardan duyulan yalanların izini..
İzini oluşturan gidiyor. Hasta kayıt defterine kazıyorum isimleri bir bir ve ne hikmettir bilinmez, hangi zeka ürünün pusulasından çıkmıştır bu yol haritası anlaşılmaz, Her yaralı ruh, yarayı açana koşuyor gerisin geri. Acıyı seviyor insan oğlu kadını erkeği fark etmiyor! Yalana tapıyoruz, ihanetler dileniyoruz adeta! Ben yeni hastalar bekliyorum elimde sigara ve kahve. Ankara'ya ayazla karışık kar yağıyor. ben sararken onca yarayı benim yaralarım kendi kendine tedavi olma cabasında kangren oluyor, ölümden uzağa düşüyorum her intihar girişiminde. Sigaramdan artakalan tütünü basmaktan başka ne bıraktılar ki elimde…

Closed/father and son

 Ao respirar fundo uma outra vez Levin revirou os olhos e cerrou os punhos com força enquanto olhava para a placa de metal no chão perfeitamente lisa e reta, sem qual quer arranhão mais profundo. O moreno bufou ainda olhando para o objeto inanimado no chão. “ Por que parece tão mais fácil quando meu pai faz? “ Pensou. 

 Andou até o objeto e o pegou. — Quer saber? Eu desisto de você! — Mexeu um pouco nos cabelos deixando-os mais desarrumados do que estavam antes. — Não tem jeito mesmo. — Deu os ombros e virou-se em direção a porta ainda com os olhos fixos no metal pouco modificado andou até a porta e a abriu saindo do recinto não podendo disfarçar a frustração que sentia.

Me apaixonei pelo professor - Capítulo 04
  • - Gostosa? - Henrique riu malicioso.
  • - Vamos pro nosso lugar amiga - Falei mudando de assunto e saí puxando a Carol.
  • - Depois a maluca sou eu - Sussurrei.
  • - Acho que eu falei demais - Carol riu.
  • - Isso é amor, tá rolando amor, é o encontro de metades, a rosa e o beija flor - Cantei zoando ela.
  • - Para Leh - Carol me repreendeu.
  • - Carol, vai lá na sala dos professores e pega as listas do 3º ano no meu armário por favor - Disse Henrique.
  • - Ah não professor, tô com preguiça... Por que eu? - Carol riu.
  • - Por que eu quero você - Henrique falou sério e até eu senti a indireta, na hora ela ficou vermelha que nem um morango.
  • - Tá bom - Carol revirou os olhos e foi.
  • Depois da aula eu fui na sala dos professores pegar a matéria com o Luan, a Carol ficou me esperando no pátio com outros amigos nossos.
  • - Posso entrar? - Perguntei ao bater na porta.
  • - Claro, senta aqui - Luan puxou a cadeira ao lado dele e eu me sentei.
  • - A matéria foi herança sanguínea - Luan me mostrou a folha do resumo e começou a explicar.
  • - Entendi, só repete a parte da eritroblastose fetal por favor - Falei.
  • - Eu repito quantas vezes você quiser - Ele sorriu e eu fiquei calada, logo ele explicou de novo.
  • - Que foi? - Perguntei ao ver que ele estava olhando fixamente pra mim.
  • - Você é linda - Disse Luan.
  • - Obrigada - Falei com vergonha e quase disse "você também" mas preferi não dizer.
  • - Posso tirar foto dessa folha? - Perguntei sobre o resumo dele.
  • - Pode ficar com ela - Ele respondeu e eu sorri.
  • - Então eu já vou indo, tchau - Levantei.
  • - Fica mais um pouco - Disse Luan.
  • - Não dá, a Carol tá me esperando pra gente ir embora - Respondi indo em direção à porta.
  • - Espera - Luan segurou meu braço - Você esqueceu uma coisa.
  • - O quê? - Perguntei me virando pra ele.
  • - Isso - Luan colou meu corpo no dele e me beijou.
  • O beijo era lento, uma de suas mãos puxava meu cabelo, a outra segurava minha cintura.
  • - Você ficou louco? - Perguntei ofegante.
  • - Para de marra, assume que você também quer - Ele sorriu.
  • - Eu realmente preciso ir - Falei olhando pra ele.
  • - Beijos linda - Luan se despediu e eu saí ainda em choque.

Suite à l'annonce par François Hollande de son intention d'instaurer une tranche marginale d'imposition à 75% au-delà d'un million de revenus, je crie à la chasse aux riches. Ma majorité s'insurge notamment de l'assassinat du sport français, par la voix de l'éminent ministre des Sports, David Douillet.

Je me déclarais pourtant il n'y a pas si longtemps “choqué par les salaires de certains sportifs”.

Okay…

Je n’aime vraiment pas ce début de saison 3 pour THE 100…

Pour une fois qu’ils avaient la possibilité de faire quelque chose de nouveau et nous faire découvrir la culture des Grounders, ils retombent dans le vieux schème de la guerre entre les skypeople et les terriens. En vrai, ça fait déjà deux saisons qu’il y a une guerre de merde, il serait temps, vraiment temps de poser le scénario. 

Bon après, le revirement de situation de Bellamy dans le dernier épisode est épique. D’accord tu t’en veux, d’accord t’as vécu une perte, d’accord tu te sens abandonné par Clark. Mais non, part pas en couille en vingt minutes d’épisode, je veux dire, au début il court défendre Lincoln, et cinq minutes après, allons tuer du terrien qui veulent nous protéger. Faut pas écraser les mouches avec votre scénar les mecs, ça fait des tâches et ça devient illisible après.

Et on ne parle pas de l’intrigue de Jaha et Murphy, qu’on attends depuis deux épisodes. 

Bref, on avait un bon ennemie, qui a duré 5 épisodes. On nous met un relou à la tête de l’arche qui arrive à retourner la population en 20 minutes chrono. Et Marcus… Bas Marcus faut parler plus fort. 

Le soucis je pense, c’est qu’il y a trop de testostérone dans l’arche en ce moment, Clarke n’est plus là, sa mère s’efface, Octavia a trois réplique qui concernent toutes Lincoln, et… Et c’est tout ! Oubliez tous vos persos féminins sensés et badasses dans l’arche ! Sérieusement… Dès qu’ils ont parlé de leur élection de merde l’épisode d’avant j’ai su que le relou allait être chancelier. Et sinon ? Genre pas de campagne électorale ? Nan parce que juste vouloir zigouiller les terriens c’est faible comme programme, surtout quand ils sont plus nombreux et dangereux. 

Bref, ils viennent de lancer une guerre, et ça va finir par une bombe. C’est évident. C’est prévisible. C’en est reloue. 

Sinto sua falta.” “Não. Você não sente. Sabe por que? Por que todas as vezes em que eu precisei e que você soube, você não esteve ali. Você não lembrou do meu aniversário. Você se esqueceu do que eu fui pra você, ou melhor, se é que eu já fui alguma coisa pra você.
Você se esqueceu. Na verdade você nunca nem se lembrou. Chegou, revirou a minha vida e foi embora.
Você nunca fez questão. Você nunca veio atrás, e nem se quer lembrou do sentimento entre nós.
Você não quebrou o seu orgulho, não pediu desculpas, você não disse o que eu precisava ouvir, mas sim o que eu mais temia ouvir.
Você não esteve aqui. Você nem fez questão de estar. E quando eu precisei, você nem se quer se importou em me ajudar.
Então, por favor, não diga que sente minha falta. Por que quem sente falta, corre atrás. Quem sente falta sente muito, sente tanto que não consegue ficar calado e vai atrás de quem ama. Quem sente falta sente saudade e quebra o orgulho pelo amor e pelo laço com a pessoa amada.
Quem sente falta é por que ama, e você nunca me amou. Você nunca sentiu nem nunca sentirá falta.