revirement

Não me tire dessa solidão, não me prometa amor, não me prometa o mundo. Não me faça rir por horas seguidas. Não me prometa o que não consegue cumprir. Não revire o meu mundo se não puder me oferecer nada em troca. Não me faça feliz se estiver pensando em ir embora.
—  Animicida.
E como sempre, deixei alguém entrar, e ele não fez diferente dos outros. Entrou, bagunçou e partiu. Me revirou por inteiro. O problema, é que eu gostei dessa montanha russa que foi. Toda aquela intensidade que ele carregava se parecia muito com a minha. Pena que acabou cedo demais, se é que tínhamos alguma coisa. Me pergunto, do porquê que ele me proporcionou essas sensações maravilhosas e depois foi embora. Como se tudo apenas fosse um passa tempo, uma distração do momento. Será que ele nunca enxergou, como me deixava, o que me fazia sentir, toda vez que estávamos juntos? O meu corpo, meu coração e minha alma, queria entrar em conexão com a dele. Mas ele não soube, ou não quis, receber tudo o que eu sentia por ele. Tudo que quis entregar. Mas agora, deixo minha despedida, adeus, será minhas últimas palavras à ele. Já nao aguento mais esses dias cinzas. Quando alguém entra em minha vida, sempre terá uma partida.
—  Aparatizador e Quoteografa.
3

♬♫♪ I got my ticket for the long way ‘round
Two bottle 'a whiskey for the way
And I sure would like some sweet company
And I’m leaving tomorrow, wha-do-ya say?

When I’m gone
When I’m gone
You’re gonna miss me when I’m gone
You’re gonna miss me by my hair
You’re gonna miss me everywhere, oh
you’re sure gonna miss me when I’m gone~ ♪♫♬” 

[[ male cover version of the song  &  dance these poses are based on ]]

-Sais-tu ce qu'est la théorie du chaos ? m'interroge-t-il soudain.
Surprise par ce revirement, je lui lance un regard méfiant.
- Plus ou moins…
- Un phénomène d'instabilité. pour faire simple: un truc imprévisible te tombe dessus, en entraîne un autre puis un autre, ainsi de suite, et tu ne contrôles plus ta vie. Et sais-tu comment on appelle cette putain de réaction en chaîne ? Tu vas rire, on appelle ça “l'Effet Papillon”.
—  H. Roy
2

Inside the ring of flowers what were edges of his stage Revir had just finished his performance when Dumplin came over to talk to him and he raised his head from a deep bow, soon standing straight while some people threw money into his hat which was on the ground. He smiled down at the lady shorter than him as he spoke.

“Maybe! If you want we can have a little dance right away, if you’re not busy and don’t mind people watching.” 

[ @dumplingspatzen ]

“bizim mardinli bir arkadaş var,yukarıda eczacıbaşı'nın ilaç fabrikasında çalışıyor.her gün kendi yaşındaki bir kızı paketlemede görüyor.kız paketlemedeki diğer kızlar gibi mavi önlük giyiyor.bizim mardinli ile kız her gün sekiz saat hem karşı karşıya çalışıyorlar hem de iş gereği konuşuyorlar.bizim arkadaş önce tuhaf duygular duyuyor,kimyası bozuluyor,revire çıkıyor.yani önce anlamıyor bile bu kıza aşık olduğunu.kabul edemiyor hatta.çünkü aslında kızın ne gözü ne herhangi bir yeri güzel de değilmiş.ama sırf her gün onu görüp arkadaşlık ettiği için çok kötü aşık oldu.bu mümkün mü?
-sonra ne oldu,diye sordu mevlut.
kızı başkasına verdiler.arkadaş mardin'e dönünce intihar etti.”

Orhan Pamuk,Kafamda Bir Tuhaflık,syf.150

Imagine - Harry Styles

Eu queria pedir a opinião de vocês para uma coisinha… nesse imagine, pela primeira vez, eu mudei o ponto de vista dos personagens no meio da história. Me digam o que acharam, é importante para mim! Beijos e até amanhã…

Pedido: “Faz um do Harry que ele não dá mais tanta atenção pra ela por causa do trabalho, ela fica muito carente e ele percebe”


Chateada, mais uma vez fui dormir.

A dias eu pouco via Harry, meu marido. A empresa vem ocupando muito espaço em nosso casamento, mas na última vez que tentei conversar com ele, acabamos com uma discussão complicada e duas semanas sem trocarmos uma palavra.

Harry sempre foi muito carinhoso, atencioso nem se fala; mas um dos sócios saiu da empresa, ele acabou assumindo toda sua função e consequentemente mais papeis para cuidar, assim como menos tempo para ficar comigo.

Eu nunca havia ficado tanto tempo sem seus carinhos, e não falo se sexo, falo do tempo em que ele me ajudava a cozinhar ou quando ficávamos a noite toda assistindo filme depois de comer uma penca de pizza. Ele fazia falta. Sempre faria.

As noites em que Harry chagava pela madrugada, eu apenas o sentia deitar-se próximo de mim e quando já estava quase envolvido no sono, abrasava-se ao meu corpo. Sem mais beijos, palavras doces ou carinhos sinceros. Restava pouco do meu Harry. Aquele que eu escolhi amar.

Acordei ates mesmo do sol nascer no sábado pela manhã. Preparei um café forte para que eu tomasse; se hoje fosse um sábado de dois meses atrás, Harry viria atrás de mim, me obrigaria a voltar para cama com ele e me mimaria o dia todo, seria minha companhia no almoço e no jantar; mas agora, nesse sábado, Harry levantaria, tomaria banho e iria para seu escritório.

Eu estava entretida com as últimas gotas de café que escorria pela cafeteira quando Harry entrou na cozinha, e da porta, ficou me encarando.

- Está tão cedo, por que você não deita novamente e descansa? – Harry rompeu o silêncio.

- Como se você se importasse com o quanto cansada eu estou. – Em silêncio, peguei minha xícara fui para a sala.

- Não faz assim, (S/A). – Harry miou e veio atrás de mim. – Nós já conversamos sobre isso.

- Não, você gritou comigo e deixou bem claro que a empresa viria em primeiro lugar. – Apontei o dedo indicador em seu rosto. – Então, pegue sua empresa e vá passear. – Sentei no sofá e depois de ligar a televisão, tentei esquecer da presença de Harry na casa.

Eu havia feito almoço e almoçado sozinha, fiquei no quarto lendo alguns dos meus casos que seriam levados a júri ainda esse mês e depois das onze horas da noite foi que eu saí do quarto e fui para cozinha novamente para comer alguma coisa. A porta do escritório ainda estava fechada e não seria eu a pessoa a interromper o todo soberano da casa. O pior, além da saudade, era a raiva que eu sentia por me submeter a essa situação.

- Eu ainda não consigo acreditar nisso. – Murmurei enquanto mastigava o último pedaço do sanduiche.

Por costume, apaguei as luzes da casa e subi para tomar banho, um quente e agradável banho.

- Merda! – Resmunguei pois não havia levado roupa para o banheiro. Atrás da porta, um dos moletons favoritos de Harry estava pendurado, o vesti e inalei o cheiro amadeirado de Harry sentindo meus olhos inundarem de lágrimas.

Puxei a gola do agasalho até meu nariz e deixei que aquele cheirinho de saudade aquecesse meu coração. Também deixei que as lágrimas escorressem do meu rosto, levando junto todo rancor que eu sentia por estar sendo deixada de lado. Eu estava acabada por dentro, e finalmente me deixei libertar, mesmo que ainda dentro do banheiro.

Depois de alguns suspiros fortes escaparem dos meus lábios e as lágrimas secarem em meu rosto, eu saí do banheiro, passei no closet e apenas vesti uma calcinha; descendo em seguida para a sala, ligando mais uma vez a televisão e me afundando em lágrimas solitárias que escorriam pelo meu rosto. Até que eu dormi. Sem ao menos desligar a televisão.

P.O.V Harry

Bufando, atirei a papelada sobre a mesa do escritório. As palavras de (S/N) ainda ficavam gritando na minha mente e o seu olhar chateado aparecia para mim toda vez que eu fechava os olhos.

O relógio do meu notebook marcava uma da manhã e eu mal havia posto o pé para fora do escritório o dia todo. Apenas ouvia os passos de (S/N) apresados pela casa. Ao meio dia, o cheiro do macarrão invadiu o escritório e meu estomago revirou só em pensar naquela maravilha.

Desistindo de qualquer alternativa com aquela penca de papel cheio de números, saí em rumo de comida. Minha surpresa foi ver a televisão ligada e (S/N) embrulhada em um dos meus moletons. Temendo mais uma discussão, fui direto para a cozinha encontrando um potinho com macarrão e almondegas. Esquentei de qualquer maneira a comida no micro-ondas e após a primeira garfada notei a fome que sentia; (S/N) era uma cozinheira e tanto, adorava mexer com temperos e me levava a loucura com qualquer coisa que fizesse para comer, até omelete.

Do balcão da cozinha eu tinha uma visão perfeita de onde (S/N) estava deitada.

Não adiantava, uma hora ou outra, teria que enfrentar a burrada que eu havia feito, e por mais que fosse tarde, seria agora.

Larguei o prato e os talheres na pia e em passos silenciosos fui até onda (S/N) estava. Ela dormia, tinha os olhos inchados e a ponta do nariz vermelha, demonstrado que ela havia chorando; partiu meu coração saber que a culpa era minha. Passei meus braços por debaixo do seu corpo e a peguei no colo. Ela resmungou algo, mas encaixou sua cabeça em meu pescoço e sua respiração fraquinha fazia com que eu me arrepiasse de tempos em tempos.

Depositei seu corpo molinho em nossa cama e fui tomar um banho rápido.

Me aconcheguei próximo ao seu corpo e o abracei com todo amor que eu conseguia transmitir.

No dia seguinte, acordei cedo novamente, como em um piloto automático. (S/N) estava ao meu lado e seus olhinhos estavam mais inchados que na noite anterior. Com um dos meus dedos passei sobre a bolsa que havia em baixo dos seus olhos, querendo fazer elas sumirem e restar apenas um rostinho de sono pela noite tranquila. Apesar de achar que meu toque era delicado, (S/N) acordou e me olhou com um olhar triste. Eu abri e fechei meus lábios várias vezes em uma tentativa frustrada de pedir desculpa. (S/N) apenas virou seu corpo para o lado oposto do meu e eu me vi perdido.

Com muita relutância, consegui trazer seu corpo para próximo de mim e faze-la virar-se de frente para mim.

- Eu acho que você devia me lagar, você dever ter muito papel para ver e rever hoje. - (S/N) falou com a voz rouca.

- Eu sinto muito, mesmo. – Comecei. – Mas eu te amo demais, não consigo nem olhar para seus olhinhos inchados sem sentir meu coração se apertar. Se você quiser eu largo tudo. Eu saio da empresa, ou peço férias, qualquer coisa, somente para não a ver assim. Eu fui um bobo ao dizer que a empresa teria prioridade, e mais bobo ainda por deixa-la de lado; mas eu já notei o meu erro e quero repara-lo.

- Palavras bonitas não vão mudar nada, Harry. Eu senti tanta saudade e agora me sinto uma tola por ainda estar vestindo um casaco seu apenas para sentir o seu cheiro. Não quero ser um estorvo, muito menos uma obrigação. Queria apenas ser aquela para quem você voltaria toda noite, sem papeis ou empecilhos do trabalho. Mas eu não vou mais competir com isso. – Ela fez menção de levantar, mas fui mais rápido e a pus para baixo de mim.

- Eu sempre vou voltar para você ao cair da noite. E, a partir de hoje, sem mais nenhum papel ou telefonema do trabalho.

(S/N) não esboçou nenhuma reação, mas eu estava tão perdido em seus lábios entreabertos que os tomei para mim, e lá pelas tantas, senti (S/N) retribuir o carinho.

- Me deixa amar você, hm? A partir de agora, do jeito certo.

(S/N) corria contra o tempo. Ela estava atrasada… Muito atrasada.

A editora da revista para qual ela trabalhava iria dar um desfile importante nesta noite, faltavam apenas trinta minutos para começar e ela deveria ser uma das primeiras a chegar ao evento.

Entrou em seu carro e tirou o par de salto alto vermelho que usava, deixando-os de lado para que sua direção fosse mais rápida e fácil. Ligou o automóvel, se apressando em colocar as mãos no volante e dar partida com o mesmo, dirigindo na mais rápida velocidade permitida pela região de radares atentos.

Depois de quase cinco minutos de direção, seu carro começou a parar lentamente, sem o comando da garota. A mesma arregalou os olhos, repetindo palavrões cada vez mais altos. Isso não podia estar acontecendo…

Mas aconteceu.

Seu carro parou no meio da rua escura e vazia, onde somente ela habitava. A menina bateu as mãos no volante, xingando de todos os nomes que passaram pela sua cabeça. Estava completamente ferrada.

— Pelo menos eu sei que pior do que isso não pode ficar.

Ela saiu do carro, batendo a porta do automóvel com força. Um barulho foi feito e uma pequena peça da frontal se soltou, deixando (S/N) ainda mais irritada. Ela cruzou os braços, tentando pensar em uma solução para seu enorme problema.

Foi quando seus olhos encontraram o paraíso em forma de comércio. Uma mecânica. A poucos metros de distância dali, do outro lado da rua. Alguns letreiros vermelhos brilhavam com pouca força, enquanto outros nem acendiam de tão fracos.

Ela abriu o carro e pegou seu par de saltos, calçando-os de qualquer jeito. Arrumou a barra de seu curto vestido e ajeitou o casaco de pele que vestia por cima dos ombros. Se um marginal a visse daquele jeito, toda chique, no meio de uma rua pobretona, ela com certeza iria ser assaltada.

Caminhou rapidamente em direção da mecânica, vendo o quanto simples o local para ser. Enxergando a entrada, colocou um pé dentro do estabelecimento, entrando por completo. Não pode deixar de reparar ao redor…

Era um lugar bem pequeno e parecia ser desconfortável. A menina conseguiu contar no máximo quatro carros ali, três estacionados no canto da mecânica e uma picape no meio do local.

Ela revirou os olhos, estressada ao não perceber nenhuma movimentação dentro do lugar. Logo, se animou, percebendo que havia uma pessoa embaixo da picape vermelha, já que algumas peças faziam barulhos irritantes.

(S/N) colocou a mão sobre a boca, fazendo um barulho baixo, na tentativa de chamar a atenção da pessoa que se encontrava ali em baixo. Mas nada…

— Com licença? — ela disse, um pouco mais alto. Novamente, nada. — Hello?! — ela bateu a mão direita no capô da picape, fazendo um barulho extremamente alto ecoar pelo local.

A pessoa logo percebeu que havia alguém no lugar, por isso, empurrou seu próprio corpo para frente, saindo de baixo da picape sustentado por um skate velho. O homem se levantou, ficando frente a frente de (S/N).

Ao vê-lo, a menina perdeu o fôlego.

Era um garoto jovem, no máximo dois anos mais velho que a menina. Seu cabelo era curto, envolvido por um lenço azul, bagunçando os fios. Ele tinha olhos esmeraldas e lábios bem avermelhados. Seu rosto era completamente angelical…

O corpo dele era bem forte, e ele exibia os grandes músculos e as diversas tatuagens sem vergonha alguma. Usava uma regata branca e uma calça jeans escura, completando com um par de sapatos velhos.

Ele estava completamente sujo de graxa, segurando um paninho ainda mais imundo.

— Posso te ajudar, moça?

(S/N) acordou de seus pensamentos profundos, percebendo que o garoto a encarava de uma forma curiosa. Ela tossiu baixo e manteve sua postura ereta, autoritária diante do desleixado rapaz em sua frente.

— Você trabalha aqui?

— É o que parece, né? — ele sorriu, fazendo o corpo da menina se arrepiar por inteiro. Ela arrumou seu casaco.

— Então pode me ajudar…. Eu estava indo para um evento importante da revista onde trabalho e meu carro parou de funcionar no meio da rua. Ele está parado na rua de trás… Preciso que me ajude.

O menino pensou bem, analisando a menina com os olhos famintos. Passou o olhar esmeralda por todo o corpo dela, mordendo o lábio inferior com um sorriso sacana.

— Eu ajudo sim.

(S/N) se sentiu completamente desconfortável sendo observada daquela maneira pelo imundo rapaz. Respirou profundamente e não se deixou abalar por ele.

— Ótimo. Então pare de me encarar igual a maníaco e vá cuidar do meu carro.

— Vamos lá, moça.

Ele deu risada, passando ao lado dela sem antes esbarrar propositalmente no braço direito da menina, deixando uma fraca marca de graxa. A menina arregalou os olhos e passou a mão em seu ombro, tirando a marca rapidamente. Virou-se e seguiu o garoto, que já havia saído pela porta da mecânica.

Eles foram até onde o carro dela estava. A menina observou atentamente enquanto o rapaz analisada o carro dela, se abaixando diversas vezes para ver a parte de baixo do automóvel. Ele se levantou e se virou para ela.

— Me empresta a chave do carro? Preciso ver por dentro também.

A menina franziu suas sobrancelhas, dirigindo o olhar diretamente para as mãos sujas do rapaz. Ela apontou com nojo para as mãos dele, fazendo revirar os olhos. Ele bateu as mãos em sua calça, limpando bem pouco o excesso de sujeira.

— Sou um mecânico. Meu trabalho não é ficar limpo.

— Para pegar a chave do meu carro você precisa manter a higiene, é claro.

— Se deseja assim… Procure outra pessoa para arrumar seu carro. Bom evento pra você, moça.

O rapaz passou reto pela menina, e antes que ele pudesse ir longe demais, (S/N) pensou melhor e voltou com o pé atrás em sua antiga decisão.

— Espere! — ele se virou para ela, que engoliu em seco antes de se defender. — Como eu preciso muito chegar logo a esse evento, vou deixar passar dessa vez.

Ela jogou a chave em direção do moço, que pegou com agilidade a chave. Ele sorriu e voltou em direção do carro, abrindo o mesmo e entrando para poder ver melhor o estado do automóvel.

Enquanto ele analisava, (S/N) cruzou os braços, batendo o pé de forma impaciente a espera do menino. Logo ele saiu do carro, fechando a porta com cuidado.

— E então…? Descobriu o que é?

— Uma peça de dentro quebrou e eu acredito que tenho essa peça dentro da mecânica… — (S/N) não deixou o homem terminar de explicar e logo se animou.

— Ótimo! Então faça isso logo para que eu possa… — ele a interrompeu.

— Vai se acalmando aí, moça. — (S/N) ficou confusa. — Pra eu trocar a peça pode demorar horas, e eu acredito que não chegará a esse evento a tempo.

A menina abaixou a cabeça, se lamentando por isso. Bufou de raiva e olhou para o rapaz.

— Tudo bem. Eu desisto. Deixe esse evento idiota para lá. Eu nem queria ir mesmo.

Ela cruzou os braços, revirando os olhos. O garoto sentiu uma pequena dó da moça triste, em sua frente.

— Não vai te ajudar muito, mas eu posso trocar a peça agora. Você vai perder a festa, mas pelo menos vai direto pra sua casa descansar.

(S/N) levantou o olhar, encarando o garoto e percebendo que ele realmente queria ajuda-la. Se doeu por ser tão má educada com ele e pôde relaxar os ombros.

— Me desculpe por ser tão idiota com você… Eu só estou tendo um péssimo dia e me arrependo um milhão de vezes por ter acordado essa manhã. Queria que esse dia nunca tivesse acontecido…

— Aconteceu algo que eu posso te ajudar?

— Calma aí também, né. Não ache que vou te dar a liberdade de se dirigir assim a minha pessoa… A única coisa que pode fazer para me ajudar é trocar essa maldita peça e me deixar ir embora logo.

O mecânico deu risada, passando as mãos pelos braços.

— Vamos lá pra dentro da mecânica pegar a peça. Aqui fora está frio e eu iria odiar se uma mocinha fresca como você pegasse uma gripe por minha causa.

Ele começou a caminhar em direção da mecânica, passando em frente da garota. Ela se virou para ele e se sentiu ofendida, seguindo-o em direção do lugar enquanto tentava se defender.

Os dois entraram no estabelecimento, indo até a parte onde era armazenada as peças substitutas para que pudessem usar nos carros dos clientes. (S/N) observou aquela multidão de peças com um certo brilho no olhar.

— Surpresa, moça? — ela encarou o menino.

— Pare de me chamar assim! Eu tenho um nome.

— Como eu vou saber seu nome se ainda não me disse? — ele se abaixou atrás do caixa da mecânica, pegando alguns objetos.

— Me chamo (S/N). — ele se levantou, assentindo. — Agora também quero que me diga seu nome.

— Sou Harry. — ele saiu de trás do caixa e foi até uma mesa redonda, começando a organizar os objetos do qual precisava.

(S/N) caminhou em direção da picape que ele estava cuidando antes, passando a mão delicadamente pelo capô do carro. Ela sorriu ao se lembrar de quando seu pai tinha uma picape vermelha igual a essa.

— Você não possui muitos clientes, não é? — apoiou seu quadril no carro, cruzando os braços enquanto encarava um Harry de costas para ela, concentrado nos materiais que iria usar no concerto do carro.

— É claro que não. Infelizmente a mecânica tá num lugar muito afastado da grande cidade, isso nos impede de ter clientes o suficiente.

Ele se virou para a menina, caminhando em direção dela.

— Por que está tão curiosa em saber disso?

— Só estava me lembrando… Meu pai tinha uma mecânica bem perto daqui. Eu passei minha infância brincando dentro dos carros que ficavam para ele concertar. — ela sorriu bobamente ao se lembrar.

— Acho melhor você já ir embora… Eu consigo devolver seu carro até amanhã. Levo ele até sua casa. Tudo bem?

— Está me expulsando daqui, Harry? — ela cruzou os braços. — Como vou embora?

— Eu já vou sair de meu expediente e fechar a mecânica… Te dou carona até sua casa.

Ela deu de ombros, assentindo. Harry tirou o lenço de sua cabeça, deixando-o pendurado em qualquer lugar da mecânica. (S/N) observava cuidadosamente enquanto ele molhava um pano e passava pelos lugares mais sujos do seu corpo.

— O que faz quando chega em casa? — ela perguntou, sem um motivo claro.

Harry deu risada, molhando o pano cada vez mais. Ele não parou de limpar enquanto olhava para ela e a respondia.

— Tomo um banho, como algo esquentado e me jogo na cama. Amanhã tenho que estar aqui antes dos galos cantarem.

— Você ganha bem para trabalhar aqui?

— Não muito… Mas essa loja é de um amigo meu e é a única coisa que sei fazer… Não me daria bem em outro lugar, acredite.

— Você poderia tentar… É jovem e bonito demais para estar aqui.

Harry encarou a menina, franzindo a testa, escondendo um sorriso debochado do rosto. Ela percebeu que havia falado besteira e tentou se corrigir.

— O que quero dizer é que não deveria passar o resto da vida aqui, sofrendo por nada, sem ter direito a um salário bom.

— E você? O que entende de um salário bom?

— Meu trabalho é perfeito. Trabalho somente seis horas por dia, em um lugar perto de casa, totalmente acessível, recebo um ótimo salário e ainda por cima tenho ótimos contatos e amizades.

Ele sorriu, assentindo. Terminou de se limpar, jogando o pano dentro da pia do lugar. Se virou para (S/N) e sorriu fracamente.

— Se importa se eu só trocar de camiseta antes de irmos?

— Claro que não. Fique à vontade.

Os dois lados do rosto da menina se ruborizaram quando Harry simplesmente tirou a camiseta que usava em sua frente, jogando a peça de roupa dentro da pia. (S/N) arregalou os olhos ao ver o corpo musculoso e tatuado do garoto. Ela achou que ele pelo menos iria ao banheiro.

Se virou de costas, completamente desconfortável com aquela situação. Antes de colocar outra camiseta, Harry percebeu a reação da menina e soltou uma risada alta, caminhando na direção dela.

— Se virou para não me ver?

A menina revirou os olhos, tentando manter a calma diante daquela situação. Ela percebia que Harry estava bem próximo dela. Virou seu rosto lentamente e o encarou por cima de seu ombro, vendo que ele se encontrava atrás dela.

— Não era necessário tirar sua camiseta na minha frente. Não sou obrigada a ver algo do tipo.

— Vai me dizer que não queria ver meu corpo?

Ela arregalou os olhos, virando-se rapidamente de frente para ele. Se abalou ligeiramente quando o percebeu a dois centímetros de distância dela, mas logo respirou profundamente e ferveu.

— Pare de ser convencido! Não é nada demais. Já vi coisas melhores, lhe garanto! — Harry sorriu fracamente, observando a forma como a menina tentava se distanciar dele, mas não conseguia, já que estava cercada pela picape e pelo garoto. — Me diga logo o preço dessa maldita peça para podermos ir embora.

O garoto deitou a cabeça para o lado, analisando várias possibilidades que tinha em mãos naquele momento. Mordeu o próprio lábio, sorrindo de forma sedutora. (S/N) não pode deixar de se sentir intimidada.

— Vai sair bem em conta, te garanto.

Sem que a menina pudesse pensar ou protestar, Harry envolveu seu braço ao redor da cintura dela, a puxando para mais perto dele, colando os corpos. (S/N) arregalou os olhos, deixando as mãos espalmadas no peitoral dele, surpresa com a atitude do mecânico.

— O que pensa que está…? — ela foi interrompida quando Harry colou seus lábios nos dela.

A menina tentou se manter firme, mas logo se derreteu pelo beijo impactante de Harry, envolvendo os braços ao redor do pescoço do garoto, retribuindo o gesto. Ele envolveu as mãos ao redor do quadril dela, beijando-a com vontade. Era um beijo urgente, desesperado.

Logo Harry separou os lábios, deixando uma mordidinha no lábio inferior de (S/N), que arfou com o fim do beijo.

— Vamos acelerar as coisas por aqui.

O menino virou o corpo dela, deixando-a de costas para ele. A menina logo se curvou, debruçando-se sobre o capô da picape. Ela sorriu, já sabendo o que viria.

Harry abaixou sua calça jeans e sua cueca rapidamente, se aliviando ao perceber seu pênis ereto, completamente duro pela garota. Ele tirou uma camisinha de qualquer lugar dali e se protegeu.

Subiu a barra do vestido que ela usava, jogando a calcinha vermelha da menina para o lado. Não demorou muito para enfiar o membro com força dentro da vagina da menina.

(S/N) soltou um grito arrastado, seguindo por gemidinhos baixos a cada estocada lenta que Harry dava dentro dela. Ele agarrou as nádegas da menina com força, dando alguns tapinhas quando lhe dava vontade. Já era possível perceber marcas avermelhadas na bunda da garota.

Ela segurou em qualquer lugar que podia sob a picape, empinando a bunda para facilitar o trabalho de Harry em fodê-la com uma intensidade prazerosa. O menino agarrou a barra levantada do vestido dela, fazendo movimentos fáceis para frente e para trás.

Jogou a cabeça para trás, gemendo da forma mais rouca que (S/N) já havia ouvido antes. Deixando uma mão apoiada na nádega esquerda da menina, levou a outra mão até os fios de cabelo dela, envolvendo alguns fios ao redor de seu punho.

Puxou a cabeça da menina, fazendo-a esticar seu pescoço para trás. Entreabriu os lábios, gemendo cada vez mais alto, conforme Harry ia aumentando a força das estocadas dentro dela.

— Você gosta disso, sua safada, não gosta? — se debruçou sobre ela e sussurrou provocantemente no ouvido de (S/N), vendo-a sorrir maliciosamente.

— Seja um homem e me faça gozar logo.

Com uma rapidez extrema, (S/N) alcançou seu ápice, fazendo o líquido escorregar pelas pernas dela e pelo pênis de Harry. Rapidamente o garoto tirou seu membro de dentro da menina, segurando-o enquanto apontava em direção do cóccix dela.

Se masturbou em movimentos ágeis, fazendo seu gozo espirrar na bunda da menina e na direção apontada. (S/N) sorriu maliciosamente ao ouvir o gemido de Harry ainda mais rouco.

Os dois se acalmaram, respirando ofegantemente a cada segundo.

— É assim que cobra suas clientes? — (S/N) perguntou, num tom divertido enquanto arrumava seu vestido.

— Somente as mais especiais.

/Carol