represa

Pachamama, Arbolito

Si el agua que tomo
se pudre, se pudre
me pudro por dentro también
si el aire que respiro
se pudre , se pudre
se pudre mi forma de ser..
agoniza montaña vacia
de su mineral
de su corazón,
la represa que linda energia
se muere otro rio
se muere la vida…

Pachamama Madre Tierra
madre de todos los colores
Pachamama Madre Tierra
madre de todos los sabores…

Hay bosques que daban
oxigeno y sombra
y ahora ya ni se ven,
La Tierra se retuerce por dentro
y hay tantas flores que ya no crecen…

Pachamama Madre Tierra
madre de todos los colores
Pachamama Madre Tierra
madre de todos los sabores…

Algunos te pedimos perdon!!

Eu cheguei no meu limite. Minha represa terminou de rachar e saiu meio que destruindo tudo. Cansei de ter que segurar a barra dos outros e quando eu estou precisando de reparos, ninguém se importa ou tenta me ajudar a consertar. Não sou uma pessoa ruim, eu acho. Sou presente, tento me redimir quando sei que estou errado, faço o máximo, me esforço o máximo para ajudar e tentar estar ali. Mas para algumas pessoas, o meu máximo nunca é o suficiente. Exigem que eu seja bom naquilo que eu odeio e ai de mim se eu reclamar. Exigem atenção, mas quando eu precisei, me deixaram de lado. Eu queria assim, um pouco mais de atenção, um pouco mais de carinho, um pouco mais de cuidado. Cansei de colocar pessoas em pedestais altos demais e elas nem me tirarem do chão. Cansei de tratar pessoas como iPhone 6s e elas me tratarem como Nokia lanterna. Não sei o que fazer, não sei o que pensar. Eu aguento as coisas calado demais, quieto demais, e esse é uns dos meus maiores defeitos. Ninguém nunca se importa pelo o simples fato de eu não conseguir demonstrar que eu não estou bem, que eu preciso de ¼ de carinho. Se é feio homens quererem carinho? Foda-se. Só sei que ser sozinho demais as vezes cansa. Ser vazio demais as vezes te tritura.
—  André Vinícius | Aparatizador
Sei que o amor e as represas são iguais: se você deixa uma brecha por onde um fio de água possa se meter, aos poucos ele vai arrebentando as paredes - e chega um momento em que ninguém consegue mais controlar a força da correnteza. 
Se as paredes desmoronam, o amor toma conta de tudo; já não interessa o que é possível ou impossível, não interessa se podemos ou não manter a pessoa amada ao nosso lado - amar é perder o controle.
Não, não posso dar uma brecha. Por menor que seja.
—  Paulo Coelho.
Estamos no século 21, meu caro. O século onde a depressão reina, a solidão já é rotina. Estamos numa sociedade dividida entre aqueles que sobrevivem e os que vivem, no século onde somos todos diferentemente iguais, “inalteráveis”. Estamos num sistema onde a inteligência aumenta a cada dia, mas o intelecto não floresce. Os números estão exacerbados nas contas que chegam nas nossas residências e a cada dia aumentando mais e mais, porém, o número das represas que abastecem-nos está diminuindo instantaneamente. O número de casos de suicídios aumentam a cada dia, mas o número pessoas oferecendo abraços nas ruas, dando bom dia, sorrindo, está diminuindo, extinto. O número de jovens nas universidades está cada ano maior, entretanto, o número de profissionais qualificados está sempre mais reduzido. Então, meu caro, seja diferente. Mude o mundo, mas comece por você.
—  Mude o mundo, mas comece por você. Laura Bastos.
Eu deitei na minha cama, o calor do cobertor me conhecia, o travesseiro já tinha visto minhas lágrimas, mas não estava ali pra chorar, eu quis chorar, estava entalado, mas não saía uma lágrima, era como se o mar tentasse quebrar uma imensa represa, e ela aguentasse.
Me encolhi, deixei que as palavras se encaixassem, e se despedissem da minha mente, como um ladrão que rouba-nos a esperança. Deixei que o passado se despedisse também, porém ele me deixaria uma nota: “Jamais lembre-se de mim novamente.” Inútil, pois me lembrarei sempre que ver a nota, porém, posso não olha-la, e é o que farei. As costas me doem, e a febre ainda me consome, nos meus lábios ressecados as marcas física da dor do meu coração que insistia em querer me adoecer fisicamente também, como se já não suportasse, ou precisasse dividir tudo aquilo para aguentar mais.
Tentei me concentrar nas palavras que realmente iriam me levantar, as palavras que iriam me deixar seguro novamente, não era uma opção, eu não tenho mais nada, afinal, a tempos decidi a minha vida, fiz minhas escolhas, e por palavra não voltarei atras, então é o que me resta, levantar e dar valor as coisas que eu mesmo coloquei preço.
—  Junyor Owen
Sei que o amor e as represas são iguais: se você deixa uma brecha por onde um fio de água possa se meter, aos poucos ele vai arrebentando as paredes - e chega um momento em que ninguém consegue mais controlar a força da correnteza. Se as paredes desmoronam, o amor toma conta de tudo; já não interessa o que é possível ou impossível, não interessa se podemos ou não manter a pessoa amada ao nosso lado - amar é perder o controle.
—  Paulo Coelho