rastejando

⁠⁠⁠Até onde devemos insistir no que sentimos por alguém? Tudo tem um limite. Não vale a pena ficar sofrendo, correndo atrás, implorando ou rastejando por alguém que não está dando a mínima por você. Afinal que tipo de amor é esse que te faz sentir mal e triste ou invés de feliz e amada? Me diz, até onde vale a pena se sacrificar por alguém que não te dá valor? Ele pode até te tratar bem e te fazer sentir especial, mas no fundo, ele só deseja algo de você, ou está brigado com a namorada. Porque depois, ele corre para os braços dela no fim da noite. Ele diz tudo aquilo que você quer ouvir e sentir que é verdade. E, você? Você fica na banheira da sua casa, chorando, berrando, se perguntando o que ela tem que você não tem. O carinha pode ser o mais cafajeste, mas é por ele que vai correr atrás e insistir. E o outro que é o “certinho” não tem a menor chance contigo, afinal, ele presta, por isso ele não vale a pena insistir. Mas vamos por na ponta lápis… Se o carinha que presta não recebe o valor da garota que gosta, pois ela só dá valor ao que não presta, o mais sensato seria deixá-la de lado, e, um dia ele encontrará uma mulher que lhe dará o valor que merece. Mas não é assim que acontece. O carinha acaba se deixando levar e vira cafajeste, isso também acontece com a mocinha que não recebe o valor do “crush”. E, assim começa um ciclo vicioso de pessoas sofridas que magoam uns aos outros. Então, até onde vale a pena insistir por alguém?
—  Imersivel na companhia de Reajustado.
Dia 01 - Sem você
Não dá mais. Não dá. Não tá dando. Juro que não consigo. O teste pra averiguar se consigo viver sem você deu negativo. Testado cientificamente que não dá. Entendeu bem? Não dá! Tô aqui me rastejando, querendo bater na tua porta e falar tudo que tinha que ter saído da minha boca ontem, quando você falou de dar um tempo, acredito que entrei em choque, nada saiu da minha boca. Mas quando acordei hoje cedo vi que não tinha como. Foi estranho acordar hoje cedo e não ver uma mensagem tua. Era sagrado. Nunca faltou. Hoje não teve. Não teve tua mensagem, do mesmo jeito que não teve um pedaço de mim no meu peito. Hoje faltou você. E doeu, como nunca tinha doído por ninguém. Doeu saber que não vou ter seu abraço como acalento. Doeu pensar nas nossas mãos e pernas entrelaçadas, em não ter tua voz mansa aos meus ouvidos, ter suas piadas toscas, suas manias estranhas, suas brincadeiras bobas. Hoje não tem mais ‘nós dois’, e eu definitivamente não sei viver sem seus defeitos, sem tudo de maravilhoso que há em você. Eu posso até saber viver sem você, posso até conseguir, mas eu não quero, não quero deixar de lado tantos momentos, não quero que você seja uma página que eu estou passando, quero continuar a escrever uma história nossa, seja ela errada, sem as melhores palavras, mas eu quero você. Quero tudo o que fomos. Seus olhos nos meus. Sentir você respirar perto e ver o coração palpitar. Quero que nossa história não acabe nunca, porque sei que nossas brigas nos fazem crescer, nossas diferenças são complementares e o universo só tem sentido quando estou ao seu lado. Não te ter aqui, neste momento, machuca, e eu não quero mais me sentir assim. Quero o arrepio que seus toques me causam, quero o aconchego dos seus abraços, quero você, quero aquele tão perfeitamente imperfeito “nós”. Para de marra e volta pra cá, volta pra mim.
—  MATT AND LUIZA - Escrito por Paula, Andreza e Anna em Julietário.
Você se foi. E eu me pergunto, por que agora? Antes eu me perguntava, em que palavra eu tinha te ganhado. Hoje, eu me pergunto, em qual eu ti perdi? É duro os dias sem você. Sei que andei reclamando nos últimos dias. Questionando tudo. Aparentemente impondo algumas coisas. Mas, é que eu só queria ser o tipo de garota por quem o cara luta, sabe? Não queria te humilhar ou te ver rastejando aos meus pés, só queria criar uma resistência do que a gente não tinha, a de saber que fosse o que fosse, sempre teríamos um ao outro. E é, não tínhamos . Você se foi. E agora só tenho a mim. A mim em pedaços.
—  Detalhares .
Se você quer alguém rastejando atrás de você, sugiro esquecer ter me conhecido e comprar uma iguana ou algo assim. Se tem uma coisa que eu sei nesse mundo é de mim. Me conheço. No meu corpo tem cromossomos de uma zebra africana. Estou sempre fugindo dos leões. Algumas pessoas escolhem ser livres. Outras não têm chance de escolha, apenas são. E nunca mudam, mesmo que queiram. É uma questão de fase: paixão não revelada é paixão morta, amor não demonstrado é amor morto. Só mais uns dias e pronto. Estarei oficialmente no limbo, na liberdade anestésica de absolutamente nada sentir.
—  Gabito Nunes.

Pedido: Faz um do Niall q eles têm uma noite quente e no outro dia eles ficam cheio de marcas - Anônimo

Obrigada por ter feito o pedido.❤

***

Imagine Niall Horan:

Viajar é uma das coisas que mais amo na vida. Depois de meus pais e depois de Niall é claro. Mas melhor ainda do que viajar, é viajar com seu namorado lindo, maravilhoso e gostoso mais conhecido como Niall Horan. A parte chata mesmo é ter que arrumar as malas, principalmente quando se tem um loiro preguiçoso e resmungão.

-Amooor…
Niall agarrou minha cintura com seus braços e afundou seu rosto em meu pescoço.

-Se for para eu arrumar sua mala também pode ir tirando o cavalinho da chuva, não estou dando conta nem da minha! E o senhor anda muito folgado para o meu gosto.
Falei e Niall deixou alguns beijinhos antes de revirar os olhos e apertar minha cintura mais contra seu corpo.

-Não é isso, você sabe o que eu quero…
Mordeu meu pescoço puxando a pele entre seus dentes por alguns segundos antes de soltar chupando o local, provavelmente deixando uma marca horrível.

-Você sabe muito bem que vamos para Dubai amanhã e consequentemente vamos ir para praia e na praia eu vou usar biquíni, o que deixa tudo isso que você está fazendo amostra e eu não vou inventar uma história de que vampiros me atacaram.
Falei sarcasticamente e Niall sorriu sem cessar os beijos.

-Gosto quando vêem as suas marcas, mostram que você tem alguém que te faz gritar e revirar os olhos em êxtase, todas as noites.
Sussurrou perto da minha orelha de um jeito sexy, quase me fazendo cair na sua lábia.

-Mas…amanhã vamos viajar, precisaremos estar bem descansados e dispostos, até porque não vamos sozinhos e eu não quero me atrasar para pegar nosso vôo. Então pode ir se afastando e parando com esses beijos que hoje não vai rolar nada.
Falei me afastando de Niall que me olhou como um cãozinho sem dono.

Continuei arrumando minha mala, peguei todas as roupas que havia separado e comecei a enrolar formando pequenos rolinhos de forma que não iria ocupar muito espaço na mala e coloquei tudo bem ajeitado dentro da mesma, tudo sobre o olhar de Niall.
Peguei uma das minhas necessaire e caminhei até o banheiro para pegar sabonete, shampoo, escova de dentes, creme dental, fio dental, pente e algumas outras coisas que precisaria. Voltei para o quarto e arrumei tudo dentro da necessaire antes de a colocar na mala, ainda com os olhos azuis me observando.

-Niall querido, pode começar a se mexer? Não quero ter que te puxar pelas orelhas até o aeroporto amanhã.
Falei com um falso sorriso enquanto fechava minha mala e a colocava no chão.

Niall abriu um sorriso malicioso, o sorriso que eu temia todas as vezes que tínhamos algo importante e Niall me dispersava facilmente apenas com seus olhos cheios de luxúria e seu sorriso safado que me derretia.

-Não Niall, por favor!
Tentei o afastar e não olhar em seu rosto. Niall me puxou pela cintura e colou nossos corpos, fazendo nossos corações baterem como um só e eu conseguir sentir sua respiração quente batendo contra meus lábios e seus lábios roçando nos meus.

-Porra Niall, por quê faz isso comigo?
Perguntei já perdida naquelas Safiras maravilhosas, Niall deve ser algum tipo de Deus Grego.

-Eu só quero te fazer se sentir bem, sem nenhum estresse e sem ansiedade.
Cochichou beijando desde minha orelha até as marcas que ele havia feito no meu pescoço.

Niall desceu descaradamente suas mãos até minha bunda, apertando o local e me impulsionando para cima me fazendo soltar um baixo gemido pelo atrito. Logo, Niall fez questão de beijar minha boca, não deixando de lado o desespero e calor que corria por seu sangue naquele momento. Tão rápido como tudo começou, nossas roupas já estavam espalhadas pelo quarto. Niall beijava e acariciava desde meus seios até minha coxas nunca esquecendo de sussurrar o quanto me ama. Ele tinha a habilidade de me levar ao paraíso, mesmo com algo tão sujo quanto sexo, que ele fazia parecer ser a coisa mais pura e mais certa.

-Eu vou me arrepender muito disso…
Gemi e Niall sorriu convencido.

Estamos uma bagunça, estamos deitados por cima das roupas que eu havia separado na cama e que agora estão todas bagunçadas, nossos corpos estão suando e nossas respirações descontroladas, isso porque nem começamos.

-Vou ser rápido, prometo.
Niall sussurrou beijando meus lábios e voltando para o meio de minhas pernas, onde beijou a parte interna da minha coxa. Niall se levantou e pegou uma camisinha em seu bolso, revestindo seu membro e voltando para mim me olhando pedindo permissão, sorri para o mesmo e ele logo me penetrou, estocando pela primeira vez. Duas estocadas e eu agarrei os lençóis enquanto Niall beijava meus lábios não permitindo que um som saísse.

-Eu quero te ouvir amor.
Niall sussurrou afastando seus lábios dos meus. Senti uma estocada mais forte e profunda fazendo um alto gemido escapar de minha boca.

Niall aumentou a velocidade e eu fechei os olhos só focando em todas as sensações. Podia ouvir Niall quase urrando em minha orelha e isso era como música para mim, tudo me deixando nas nuvens. Suas estocadas foram aumentando até que ele conseguiu alcançar meu ponto de prazer, estocando ali várias vezes me fazendo delirar e sentir uma formigação em meu baixo ventre.

-Venha para mim, baby.
Escutei a voz dele e me desmanche, gemendo manhosamente seu nome.

Niall deu uma última estocada, logo chegando ao seu limite e saindo de dentro de mim.

-Está tudo tão…

-Shhhh! Vamos dormir.
Niall me cortou e me confortou em seus braços.

| Dia Seguinte |

-S/n…amor…princesa…meu bem…querida…
Senti uma voz calma e uma mão quente em meu braço. Abri os olhos e me deparei com o falso Deus grego a minha frente.

-O que foi?
Cocei os olhos e ele suspirou sorrindo.

-Hora de acordar, está cansada?
Perguntou ajeitando alguns fios rebeldes de meu cabelo.

-Muito.
Resmunguei e Niall sorriu malicioso.

-Sério? Nem peguei tão pesado.
Sussurrou e eu revirei os olhos.

-Preciso levantar agora?
Perguntei fazendo biquinho e Niall me beijou.

-Sim, daqui a pouco estão no aeroporto nos esperando.
Respondeu e eu bufei.

Levantei da cama preguiçosamente e me encaminhei para o banheiro, fiz tudo o que precisava e logo voltei para o quarto literalmente me rastejando.

-Dormimos em cima da roupa que eu iria guardar de volta.
Comentei e Niall observou a cama completamente bagunçada.

-Deve estar com cheiro de sexo.
Falou e eu ri de sua idiotice.

Fui até o closet e separei a roupa que iria vestir, voltando ao banheiro para tomar um banho e tirar o “cheiro de sexo”. Me troquei, me maquiei e tomei café, estando assim, pronta para ir.

(…)

-Vocês vão adorar o hotel, Sara já está lá e disse que é um dos melhores hotéis de Dubai.
Dylan contava animado e eu apenas sorria pela felicidade e ansiedade de meu amigo.

-Estou ansioso para a praia.
Niall falou animado e colocou seu braço em volta de meus ombros.

Depois de chegar no hotel e explorar nosso quarto, resolvemos ir para a piscina do hotel, pois tinha muitas fãs na porta para conseguirmos sair. Comecei a me despir e Niall não tirou seus olhos de mim, com um sorrisinho sacana nos lábios. Ignorei seu jeito estranho e me aproximei de Sara e Jéssica.

-S/n…
Jéssica me encarou e notei que Sara prendia o riso.

-Sim?
As olhei confusa. Niall se aproximou e Sara explodiu em risadas, enquanto Jéssica me olhava espantada.

-Foi por isso que se atrasaram?
Jéssica perguntou ainda chocada com algo. Franzi o cenho e logo segui seu dedo que apontava para meu pescoço e seios. E, oh meu Deus! Está cheio de marcas de chupões e mordidas, Niall fez um belo estrago noite passada.

-Eu não…não me olhei no espelho.
Me justifique corando. Niall ainda sorria da mesma forma, até que notei que ele havia tirado sua camiseta e em seu abdômen está com algumas marcas de arranhões que eu nem sequer me lembrava de ter feito, provavelmente quando estava “nas nuvens”.

-O que?
Niall reparou que todas o olhavam e se olhou vendo minhas marcas ali.

-Oh, isso. Bem…tenho uma namorada muito selvagem, sabe?
Niall falou e eu revirei os olhos.

-Ok, já nos descobriram. Agora vamos curtir a piscina.
Falei tentando mudar de assunto e todos concordaram.

***

Espero que tenha gostado.😘

Se possível, vá na ask e diga o que achou, é importante e isso me incentiva a continuar.❤😊

pensei em te ligar
pensei em te escrever

ali debruçada naquela pia

e depois rastejando no chão 
“eu to muito apaixonada”
“por quem?” - ela perguntava

e eu não respondi.

e me pergunto como seria se tivesse respondido
ou se tivesse te ligado
e te falado que eu não to aguentando

e dou graças a deus que não o fiz.

porque se eu precisasse estar ali, naquela pia
tremendo as pernas
pra ter coragem de dizer 

o quanto eu te amo

então, nem nesse mundo
nem em qualquer outro
eu seria capaz
de merecer o teu amor.

versalut

eu posso enlouquecer essa madrugada com todos meus pensamentos soltos rastejando sobre as paredes do meu quarto, procurando algum resquício de carne morta em mim. eu digo quase num sopro pra que você tão sólida não esfregue no meio fio em frente a tua casa o meu amor
as palavras impreenchíveis arranhando a janela. mas o vento sempre leva e deixa algumas letrinhas pra gente engasgar enquanto come o descaso do mundo. de tudo
minha mania em falar mais que a boca. te delinear com a língua como se amanhã já não houvesse nada
não deixa minhas ações tumultuadas te fazer ir. porque eu não sei fazer isso direito.
seria uma pena bem filha da puta. e isso não é aquelas frases de efeito que aparece nos roteiros cinematográficos com um tom de ironia puxado pro foda-se. na verdade eu diria mais um foda-me. mas eu nem preciso dizer
porque cê já me lê até no sentido mais sujo da palavra
vadia vadia vadia. é música e orgasmo na tua voz
tua saliva no meu ouvido. lapsos. eu sou tão líquida diante o fogo que te queima viva nas minhas veias.  

Todos os meus amigos estão chapados
E eu odeio essa boate
Cara, eu bebi demais
Outra sexta à noite que eu desperdicei
Meus olhos estão pretos e vermelhos
Eu estou rastejando de volta para sua cama
—  All my friends 
Nunca pense que aquela é a melhor pessoa, que aquela é a única capaz de te fazer feliz. Nunca rasteje, nunca implore, nunca corra atrás de ninguém. Não há pessoa no mundo que mereça alguém rastejando, implorando pelo amor dela. Liberte-se.
A carne cobre os ossos e colocam uma mente ali dentro e algumas vezes uma alma.
E as mulheres quebram vasos contra as paredes e os homens bebem demais e ninguém encontra o par ideal mas seguem na procura rastejando para dentro e para fora dos leitos.
A carne cobre os ossos e a carne busca muito mais do que mera carne.
De fato, não há qualquer chance: estamos todos presos a um destino singular. Ninguém nunca encontra o par ideal.
As lixeiras da cidade se completam, os ferros-velhos se completam, os hospícios se completam, as sepulturas se completam, nada mais se completa.
—  Bukowski
Por favor, não vamos repetir o mesmo erro. Eu não sou mais a mesma, mas os cacos e o caos dentro de mim continua o mesmo. Não vamos ser infantis, não brincamos mais de esconde-esconde, eu não sou mais o seu amor e você não é mais minha única opção. Eu agora tenho meus sonhos e nenhum deles você está incluso, eu agora tenho mais confiança e de que a felicidade pode está onde eu quiser que ela esteja. Naquele velho rádio cheio de poeira, naquela flor do jardim. É tudo uma questão de escolha, e eu acabo de me escolher. Pode me chamar de egoísta, mas você não pensou em mim, em suas escolhas erradas, quando resolveu destruir tudo que eu tinha de bom. Quando ainda era eu e você, eu tinha pequenas pontadas que passavam a forte dores, e cada dia era uma quase morte. E eu ia rastejando e você nunca se preocupou de estender a mão para me levantar. Apesar de seguir em frente minhas cicatrizes faz eu lembrar que a dor um dia esteve aqui e reluto em descobrir e a me apegar em outros gostos, outros cheiros, outros olhares. A felicidade nunca foi para você e eu, porquê a palavra nós nunca existiu.
—  Fratura

você me aterroriza.
faz um mês que estamos juntos e eu não posso ficar uma hora sem suas palavras, seu rosto, seu perfume rastejando o caminho através do meu cérebro. faz um mês que estamos juntos e você é o que ilumina o meu dia, minha semana, minha vida, até agora. seu impacto sobre mim em apenas um mês é tão forte que eu fico pensando no dano que você vai fazer se você for embora.

Senhor Deus, essa noite eu não queria pedir nada, porque eu já pedi tanto e tanta coisa me foi dada, saúde pra correr e proteção pelas calçada. Fui invisível pra cada alma mal intencionada, mas nessa madrugada eu não me sinto bem, todo mundo dormiu e eu preciso falar com alguém. Esse silêncio me tira do trilho e ninguém melhor que o pai pra escutar o desabafo do filho, mó pilha, talvez a culpa disso seja minha, sei que o senhor sempre intervém pra me manter na linha, pra que eu não vire entulho na caçamba, mas às vezes isso pesa e essa linha vira uma corda bamba. Como uma cobra anda, se rastejando, o mundo me quer assim aqui cada cachorro que se lamba. Caramba, fica difícil desse jeito, olho tanto pra fora e não enxergo meu próprio defeito Um pecador, carrega a dor, humano também chamado de sonhador, só. Que a colheita vem depois, ando um passo por acerto e a cada erro parece que eu volto dois. Eu não sou melhor do que ninguém não, eu não mereço mais do que ninguém não, só tô mantendo os meus passos no chão. Tudo o que eu peço nessa noite é perdão. Porque mil cairão, mil cairão, mil mas eu não serei atingido.

anonymous asked:

eu namorava e ficava com mais 3 esquemas só que hj me arrependo e percebi que gosto mesmo da minha ex, como eh que eu faço pra reconquistar ela essipe?

renasce como verme, e sai rastejando………….. q vc sofra bastante, beijos

lights on // dreams on.

and if you’re homesick, give me your hand and I’ll hold it.

  • música: people help the people - birdy. (xx)
  • tinha prometido um oneshot especial pro hiperbolezinhas, e aqui está ele! :) venham me dizer o que acharam dele na ask do @1dpreferences-br, ok?

Tirei o casaco e o joguei sobre o sofá junto das chaves e de minha carteira. S/N continuou parada na porta observando cada pedacinho de meu apartamento, enquanto mordia distraidamente os lábios. Em partes, eu não entendia o porquê dela estar tão preocupada com a nossa primeira noite juntos, mas em contra ponto eu entendia todo aquele sentimento que fazia cócegas em sua estomago, e até mesmo o medo que fazia sua garganta secar, afinal de contas, era nossa primeira noite juntos em quase um ano de namoro. Juntos e sozinhos.

Mas aqui e agora, olhando-a apertar os dedos tão apreensivamente enquanto forçava a respiração a ficar estável e deixando com que seus olhos absorvessem cada detalhezinho de minha sala, tomando cuidado o suficiente para que não fosse abusada e intrometida, mas também não deixando que nenhuma informação lhe escapasse, seus olhos tinham aquele brilho que sempre aparecia nos momentos em que ela estava sentindo demais. Minha garota estava sentindo diversas coisas e em sua cabeça mil e uma perguntas borbulhavam e gritavam em busca de respostas. Doía como o inferno saber que em seu peito, o medo e a apreensão ardiam e eu não era capaz de conseguir amenizar aquilo. Mas não me impedia de tentar.

Forcei meus pés até ela, e envolvi meus braços ao redor de sua cintura. Seus braços se envolveram em meu pescoço e seu peito esvaziou, agradecido pelo ar.

— Você está bem? — sussurro em seu ombro e a aperto um pouco mais em meus braços.  Permaneço um bom tempo sem sua resposta, apenas o som de sua respiração e agora, com o medo de que ela não esteja. — Babygirl?

S/N ronrona em meu ombro e deita seu rosto em meu peito, embolando os dedos em minha camisa. Um murmurinho sai de seus lábios e sei que ela está bem, na medida do possível.

— Vamos levar suas coisas pro quarto. — sugiro e seguro em sua mão enquanto pego sua bolsa e jogo por cima de meu ombro. — Você pode tomar um banho, enquanto eu arrumo algo pra comermos, tudo bem?

Subimos até o quarto e eu coloco suas coisas na poltrona ao lado da sacada enquanto seus olhos observam o cômodo, como fizeram com a sala. Quando seus olhos param sobre minha cama e os lençóis um pouco bagunçados, devido a minha pressa para ir busca-la, seu corpo estremece respirando um pouco mais que o necessário em um milésimo de segundo. Meus lábios se inclinam para cima num sorriso, porque sei exatamente o que ela esta pensando. Seria um pouco mais difícil namorar hoje, já que estaríamos sozinhos.

— Se você ficar pensando em tudo isso. — digo baixinho e seus olhos correm até mim, ela está torcendo os lábios e com a cabeça inclinada para o lado. Toco em seu pescoço e faço-lhe cafuné apreciando-a enquanto fecha os olhos e ronrona em minha mão. — Nós não vamos poder nem nos beijar. E isso seria péssimo, babygirl. — sussurro em seus lábios e seu rosto se inclina para tocar em meus lábios. Deslizo minha língua em seus lábios, os umedecendo e a beijo. De início estamos na mesma posição, sem nos mexer, mas S/N se inclina para mim e joga os braços em meu pescoço. Sinto sua língua quente sobre a minha e meu inferior está se agitando. Dou-lhe diversos selinhos, até ter força o suficiente para deixar seus lábios. — Vá jogar uma água no corpo, amor. Preciso fazer algo pra você comer.

Assisto ela ir até o banheiro e fechar a porta atrás de si. É preciso que eu ouça o chuveiro sendo aberto para que eu saia de transe. Corro até a cozinha e tiro a lasanha que Jodi havia preparado mais cedo da geladeira e a coloco no forno. Lavo as folhas e as coloco numa travessa de vidro que mamãe havia comprado alguns dias atrás, corto em rodelinhas o palmito e a cebola e os coloco junto das folhas e de tomates cerejas. Despejo ajeite de oliva e uma pequena pitadinha de sal. Coloco tudo arrumadinho na mesa, dou uma ultima olhada no formo e volto para o quarto.

Estou tentando ser o garoto que S/N precisa e admira, e agora também estou deixando o pânico me invadir e fazer com que eu fique com medo. Dou alguns pulinhos antes de entrar no quarto.

— Amor — sussurro baixinho apesar de saber que ela não vai me ouvir por estar no banheiro, mas ela o faz. Meus olhos travam em seu corpo molhado, coberto por apenas uma toalha e com seus cabelos molhados caindo sobre seu ombro. — Deus.

Seus olhos se arregalaram e com os braços ela cobre os seios.

— Harry — resmunga baixinho e aperta mais os braços, fazendo seus seios se sobressair sobre a toalha.

Um relâmpago passa por meus lábios, e eu me vejo parado a sua frente, tocando com a ponta de meus dedos sua clavícula.

Droga. — resmungo baixinho, mordendo meus lábios rastejando meus dedos até seus lábios. — Eu acho que estou me apaixonando.

S/N estreita os olhos e se afasta de meu toque, me encarando com seu jeitinho marrento. Ela está se soltando.

— Está se “apaixonando”? — retruca com os olhos estreitos e com ruguinhas fofas. Gargalho de sua confusão e a abraço beijando seus cabelos molhados. — Você só pode estar brincando.

— Não estou. — responde-lhe e a coloco sentada na cama. — Você não pode me culpar por isso.

— Você é um bobo. — retruca e se levanta, apertando o nó da toalha. — O que nós vamos fazer?

Eu me sento na beirada da cama, de costas pra ela e pondero sobre sua pergunta.

— Eu não sei, quer dizer, tem um monte de coisas que eu gostaria de fazer.. — zombo e me viro, observando-a de costas pra mim, colocando o sutiã. — Não coloca essa coisa, não.

S/N se vira pra mim, segurando o sutiã sobre os seios.

Hazz!

— Eu não quero você usando esse negócio ridículo, S/N — retruco e me levanto indo até ela e pegando-o de sua mão. Faço tudo que eu posso para não olhar para seu corpo e me inclino contra ela pegando uma blusa minha e lhe entregando. — É dia dos namorados, você poderia fazer isso por mim.

S/N abre a boca para choramingar alguma coisa e eu selo seus lábios.

— Seja um boa garota, baby. — murmuro e lhe roubo outro beijinho. — Não coloque essa coisa e dessa pra comer, ok?

Vou até a cozinha, desligando a lasanha e colocando-a sobre a mesa. Arrumo os pratos e coloco dois copos sobre a mesa. Coloco um vasinho de flor no centro da mesa e duas “rodelinhas” de vela ao seu lado. S/N aparece assim que eu termino de acender as velas e eu a puxo para meu corpo, beijo todo seu rosto, seu pescoço e sua clavícula. Faço o máximo que posso para que seus seios se esfreguem em meu peito e sinto-a estremecer sempre que minha mão sobe em direção a eles. Dou-lhe um selinho e a puxo para se sentar ao meu lado.

Permito que ela escolha em qual lado da cama vai se deitar, a observo desdobrando o lençol e se enfurnando em baixo dele. Caminho até ela e me sento ao seu lado, deslizando meus dedos sobre seu braço.

— Você tem certeza de que quer que eu deite com você?

S/N me encara, mordendo a esponjinha da bochecha e sorri levemente.

— Aham. — murmura baixinho e abre um espacinho pra mim na cama. — E você?

Sorrio baixinho e me deito ao seu lado, deslizando meu braço pra sua cintura e descansando meu rosto em seu pescoço. Beijo-o lentamente, arrastando meus lábios em sua pele e sugando seu leve perfume.

— Você não poderia nem imaginar… — sussurro em sua pele, fechando os meus olhos — Em quantas vezes eu quis isso.

S/N se mexe um pouquinho, virando-se na cama e se deitando de frente para mim, desliza a pontinha de seus dedos sobre meus lábios e encaixa a palma de sua mão entre minha bochecha e o travesseiro.

— Harreh? — choraminga docemente encarando meus lábios

Beijo a palma de sua mão e deslizo a minha não esquerda para debaixo dos edredons, entrelaçando nossos dedos.

— Hum?

— Você já fez amor com alguém? — pergunta lentamente e mesmo assim soa como se fosse rápido demais. Encaro seus lindos olhos castanhos e penso em uma resposta que não vá lhe machucar. Então eu paro me inclino sobre seu corpo, ficando totalmente sobre ela, com suas pernas em cada lado de meu corpo e beijo a pontinha de seu nariz.

— Você sabe que eu já tive algumas namoradas, S/N…

— Não é isso que eu perguntei. — retruca e eu viro meu rosto, evitando olhar pra ela. A pontinha de seu dedo está me fazendo encara-la e ela sorri lentamente, me dando um rápido selinho.

Ronrono em seu pescoço e deixo diversos beijinhos em sua pele morna.

— Eu… umas, acho que.. — gaguejo terrivelmente porque não quero que ela faça comparações ou que se preocupe com isso. Toco seus lábios com a ponta dos meus dedos e mordo seu maxilar, tentando distraí-la. — Duas vezes. Eu era estupidamente apaixonado por ela…

Acabo deixando escapar e paro meus movimentos bruscamente, para encarar S/N que continua fazendo carinho em minhas costas como se o que eu acabasse de falar não tivesse importância alguma.

S/N sorri como se estivesse tentando entender a história e aperta o laço de minha bermuda.

— Final ruim? — pergunta com uma ruguinha no nariz, me fazendo rir e lhe beijar.

— Infelizmente, pra mim.. — murmuro, mordendo a pontinha de seu nariz. — Ela também gostava de mulheres.

S/N gargalha de uma forma tão gostosa, permitindo que eu sinta seu peito estremecendo com sua risada, que eu me esqueço completamente que ela está rindo de mim e não para mim. Mas eu adoro o som que está invadindo completamente o quarto. Deslizo minhas mãos por todo o seu corpo, e arrasto a alça de sua blusa sobre seu ombro, o deixando exposto. Arrasto meus lábios por toda a extensão de seu ombro, até a curva de seu pescoço, mordiscando-o lentamente. Sei que S/N está respirando mais pesadamente agora e sua risada cessou. Seus dedos estão em meus braços e tremem um pouco. Tento fazer de tudo para parar de beijar seu corpo, mas é mais que necessário um puta de um esforço.

— Harry. — choraminga baixinho em minha testa, deixando um beijo na mesma. — Eu acho, que..

Saio de cima dela e me deito ao seu lado, aconchegando-a em meus braços, e ficando com meu rosto em seus cabelos, sentindo seu perfuminho.

— Você se importa de dormir assim comigo?

— Eu adoraria. — sorri minimamente constrangida e beija minha pálpebra. Nós ficamos quietinhos durante um bom tempo, apenas com o som de nossas respirações. E quando estou prestes a ceder pro sono, S/N segura em minha mão, entrelaça nossos dedos e a leva até os lábios beijando-a e arrastando seus lábios quentes sobre minha pele. Bem baixinho, ela murmura um pedido de desculpas, mas sei que não tem nada do que se desculpar. Ela estava assustada. Eu também estava, mas deixa-la saber disso seria injusto.

Arrumei meu corpo mais próximo ao seu, num abraço desengonçado e beijei sua orelha. Apertei meus dedos aos dela e murmurei bem baixinho, como ela: Está tudo bem.

Se você quer alguém rastejando atrás de você, sugiro esquecer ter me conhecido e comprar uma iguana ou algo assim. Se tem uma coisa que eu sei nesse mundo é de mim. Me conheço. No meu corpo tem cromossomos de uma zebra africana. Estou sempre fugindo dos leões. Algumas pessoas escolhem ser livres. Outras não têm chance de escolha, apenas são. E nunca mudam, mesmo que queiram. É uma questão de fase: paixão não revelada é paixão morta, amor não demonstrado é amor morto. Só mais uns dias e pronto. Estarei oficialmente no limbo, na liberdade anestésica de absolutamente nada sentir.
—  Gabito Nunes
As feministas vão te dizer isto, que você deve ter esse privilégio (de iniciar o relacionamento). Você percebe isto? Por que você iria querer ter este privilégio? De ter a tarefa do homem? Você é a rainha, sentada no trono. Ele é quem tem que vir rastejando até você! Ele é quem tem que procurar e encontrar você! Porque você iria querer ficar rodando pelas ruas fazendo a mesma coisa? Existe uma honra nisto. Mas os inimigos das escrituras vão pegar algo como isto e distorcer. Para convencer as mulheres de que são tratadas como algo de menos valor.
—  Paul Washer