rangarok online

Oh Christian. What will I ever do with you?

He’s a Royal Guard in RO1, a Gunslinger in GTRO canon (though he’s not actually in GTRO), a gunner in OC canon, and somehow when I doodled this pic of him to reply to an ask, he became a Rebellion. How does that work? At either rate, this pic had nothing to do with the answer so I’m just posting it here as is.

Ater Glacies, Capítulo 1 - O Chamado

18 . 10 . 2012 6h30AM

Vila dos Arqueiros, Payon

Uma leve neblina ainda pairava sob a vila dos arqueiros enquanto o dia amanhecia, ao sul da vila, escutava-se a marcha dos formandos da classe de arqueiros da vila de Payon, rumando para sua ceroimonia de formatura , marcada para as 7h do dia de hoje.

Entre os formandos, vários carregavam os brasões de suas famílias, já outros carregavam a bandeira da cidade. Dentre eles uma jovem de longos cabelos negros utilizava seu uniforme de arqueira com orgulho e carregava o brasão dos sonhos, pertencente a tradicional família Yumine. Ao longe seus dois irmãos, Yuukito, o mais velho, já formado atirador de elite há muito tempo, e Reiji, um pequeno arqueiro de 9 anos, ainda em treinamento, observavam a caminhada dos formandos enquanto faziam comentários maldosos sobre os garotos.

A jovem Yuuki, única menina da família Yumine, estava nervosa com a chegada de sua formatura, hoje era o dia em que ela finalmente teria coragem de seguir o caminho que sempre sonhou.

Após a cerimônia, uma senhora que aparentava ter não mais que 40 anos veio cumprimentar a arqueira formada.

“Parabéns minha filha, como presente por seu mérito aceite o meu arco” Disse a Sra. Yumine

“Mãe! Eu não posso aceitar algo assim é muito valioso” Replicou Yuuki

“Ora criança, não se preocupe com o valor, tenho certeza que será de bom proveito para uma futura caçadora” Afirmou com um lindo sorriso virginal no rosto.

Não era exatamente parte dos planos de Yuuki se tornar uma caçadora igual a todos os membros da família, ela não podia aceitar aquilo, mas diante do olhar de aprovação da mãe, não teve como recusar o arco.

Naquela mesma noite após o jantar, a família toda conversava e discutia sobre os planos para o futuro de Yuuki, ela não se sentia nada confortável com toda aquela situação. “Agora é a hora de contar a verdade para todos eles.” Pensou. Mas não teve coragem de estragar o contentamento da mãe e do pai, se fosse para quebrar o coração deles, não estaria presente para ver.

Horas depois, todos os Yumine já haviam se retirado para seus aposentos. Yuuki olhou para seu quarto e ascendeu uma pequena vela. Abriu uma mala feita de pano, jogou os poucos pertences que tinha: uma escova de cabelo, um broche em formato de harpia dourada e dois conjuntos de flechas – um de fogo e um de prata -, fechou sua troucha, colocou o uniforme de arqueira novamente, pegou seu antigo arco grande, adornado com folhas secas e fios de madeira, apagou a vela e pulou a janela do seu quarto.

Ela saiu correndo, fazendo o possível para não fazer muito barulho, crente que ninguém havia notado sua fuga.

“Desculpe mãe.” Sussurrou já perto does portões sul da cidade. “Não é essa a vida que eu quero.” Disse e colocou seu pé direito para fora da cidade.

“Não era mais fácil você ter dito isso pra ela?” Uma voz conhecida veio em resposta de sua última afirmação.

“Yuukito! Eu..” Yuuki estava sem palavras, toda a sua vida lhe passou com um flash, ela sabia o preço da desobediência, e agora que seu irmão a havia pego nunca mais teria a chance de seguir seus sonhos.

“Bah, você podia ter falado isso pra mãe, todo esse negócio de não querer seguir nossa carreira e tal.. Pra onde você vai?” Perguntou Yuukito com uma voz triste.

“Vou pra Alberta, ninguém vai me impedir!”  Disse Yuuki, aumentando o tom de voz.

“Pff, eu não vou te impedir, sobra mais frango pra mim…. Mas pensa no seu irmão e na sua mãe, quando acordarem de manhã e não te verem…”

“Ah Yuukito, a mãe nunca vai entender, e o Reiji tem você, cuida bem dele por favor?” Suplicou Yuuki.

“Você quem sabe, olha pega isso aqui, vai servir pra você por um tempo até você ter achar o seu sonho, ou sei lá” Yuukito entregou pra ela passes da corporação Kafra e 1m em dinheiro vivo. “E ah, seu arco, eu vou dar pro Reiji, ele vai usar melhor que você.”

“Yuuki…. Obrigada!” Dito isso ela abraçou o irmão mais velho, virou-se para o deseconhecido e partiu rumo a Alberta.

18 . 10 . 2012 9h45AM

Igreja Matriz da cidade de Prontera, Prontera

Reverendo Joe arrumava os pertences da Igreja após a Missa matinal. A imponente matriz de prontera era o maior centro religioso de toda a Midgard.  Ela era a casa dos órfãos que procuravam abrigo da vida cruel e ganhavam estudo, casa e comida, tudo fornecido pelos sacerdotes que viviam ali. A Igreja também abrigava aqueles que buscavam dedicar a vida a palavra de Odin, ela fornecia todo o estudo necessário para que os irmãos seguissem o caminho divino, além de prestar vários tipos de serviços a comunidade, como casamentos, exorcismos, batizados, ressurreição – ato esse muito difícil na atualidade, poucos priests conseguem realiza-lo-, benção de armas e armaduras e todo o tipo de ajuda que algum necessitavo venha a requerer, por determinado preço, obviamente.

Os seguidores nem sempre se encontravam ali, a maioria que já estava num patamar mais elevado do seu treinamento, muitos eram os que corriam pelo mundo atrás de aventuras, ajudar o próximo ou a mando da própria Igreja.

Do lado de fora de Igreja, Yohji suspirou e fez o sinal da cruz antes de entrar.

“Reverendo Joe, trago notícias sobre a situação de Umbala.” Yohji possuia um tom de voz muito grave, mas suas palavras traziam consigo um cansaço muito além do que seu corpo poderia expressar. Enquanto falava no corredor principal da Igreja, caminhava rapidamente em direção ao altar principal.

“Sumo sacerdote Yohji,  é um prazer em vê-lo novamente.. Conte-me sobre Umbala filho.” Joe já era velho, sua experiência como arce-bispo era mostrada em sua barba.

“Sem muito o que reportar Reverendo, como  esperado, a fenda de entrada do mundo dos mortos está mais aberta que o normal, os outros ainda estão lá para garantir a segurança dos moradores, mas pessoalmente acho que não tem muito o que fazer, todos os rituais possíveis foram feitos.” Explicou Yohji.

“Certo… Vou mandar um despacho que que os irmãos permaneçam lá para manter a situação em controle.” Reverendo Joe começou a ir para seu escritório. “Siga-me.”

“Senhor, se não se importar, gostaria de voltar para Umbala e ajudar os outros imãos.” Yohji parecia querer induzir o Reverendo a despacha-lo para Umbala.

“Isto Yohji, está fora dos meus planos, tenho algo melhor para você.” Replicou Joe, com um sorriso benevolente. “Creio que irá gostar de sua nova função.”

Yohji não gostou muito do sorriso do Reverendo, mas o acompanhou até seu escritório, onde supostamente uma nova missão seria incumbida a sua pessoa. “Certo.. Assim espero.” Respondeu calmamente.

O escritório era cheio de livros de relatos, duas irmãs trabalhavam quase que sem pausas e a toda hora pombos correios entravam e saiam da sala.

“Mirna, envie um comunicado para Umbala, peça que nossos representantes se estabeleçam lá até a fenda de Niffheim diminuir, envie dinheiro o suficiente para os irmãos..” Ordenou Joe. “Agora onde estavamos… Ah sim, seu trabalho novo.”

O homem velho começou a revirar sua mesa no escritório em busca de algo. Exclamou um Ah contente quando encontrou o que procurava, e puxou do fim de sua gaveta um pequeno pergaminho, que entregou ao jovem sumo sacerdote.

“Não estou entendendo Senhor, um formulário de avaliação? Pensei que já tivesse passado dessa etapa.” Comentou Yohji um tanto quanto duvidoso de sua nova função.

Joe soltou uma gargalhada curta e respondeu: “Não meu filho, não é para você, esse formulário é para você avaliar sua nova pupila.”

“PUPILA? MAS JOE.” Exclamou Yohji.

“Reverendo Joe na Igreja irmão, posso ter sido grande amigo de sua família, mas ainda estamos na casa do Senhor.” Corrigiu o velho.

“Reverendo Joe…” Prosseguiu Yohji “Eu não tenho condição nenhuma de carregar uma novata comigo”

“Claro que tem meu filho, e devo apostar que irá gostar muito da moça. Ela é dedicada e tem vocação para o sacerdócio, não consigo pensar em ninguém melhor para educa-la que você…” E puxando uma respiração profunda complementou: “Quem sabe ela também lhe ensine os prazeres da vida do sacerdócio, eu sei que nunca foi sua intenção dedicar sua vida a Igreja, mas quem sabe olhando a empolgação da moça você se sinta mais motivado com a vida que escolheu.”

“Reverendo… EU NÃO POSSO FAZER ISSO!” Esbravejou mais uma vez.

“Ora filho, não só pode como irá fazer, não desejo ouvir mais uma palavra de desgosto sobre o assunto criança, não seja ingrato e aceite o trabalho, é uma ordem.” Joe não havia perdido a paciência, mas estava com um tom de voz mais sério. “Sua aprendiz lhe aguarda na anti-sala do confessionário. Ensine-a bem.”

Dito isso o reverendo fez sinal para Yohji sair da sala e voltou a cuidar de seus afazeres.

Yohji saiu do escritório e com um grande suspiro, analizou a ficha de avaliação e se dirgiu para a ante-sala do confessionário.

18 . 10 . 2012 8h33

Torre central da escola de magia e feitiçaria, Geffen

“Mais um caso de um duplo vagando pela cidade? COMO ASSIM O MINISTRO NÃO SABE MAIS O QUE FAZER? É SÓ UM DOPPEL PELO AMOR DE DEUS..” Esbravejava a jovem professora.

Com não mais que 1.55 de altura, uma jovem com seus prováveis 23 anos de idade, vestida com roupas volumosas e uma encharpe de Nine Tails em seu pescoço, andava de um lado para o outro jogando rajadas de napalm contra as paredes, sendo seguida por um mini demônio roxo chupando uma chupeta.

“O QUE?? MANDAR OS ALUNOS? VOCÊ ENDOIDOU YUE? OBVIAMENTE QUE NÃO VOU MANDAR OS ALUNOS, SE O SEU CLÃ NÃO PODE FAZER NADA A RESPEITO DISSO PRA QUE VOCÊS EXISTEM ENTÃO?” Gritava Aline ainda conjurando os trovões enquanto falava através de um espelho mágico.

“YUE, PELA ÚLTIMA VEZ, NÃO VOU COLOCAR OS PEQUENOS NISSO…” Nesse momento uma jovem estudante entrou no escritório bagunçado em que Aline se encontrava.

“Uhmm.. Mestra? Cheguei em má hora?” Perguntou a jovem de cabelos roxos.

“Yue, depois conversamos…” Com um toque, aline dissolveu o espelho e se voltou para sua estudante. “Arrow. Envie um correio para Prontera querida.”

“Hmmm ok, pra quem?” Perguntou a estudante.

“Para a Igreja Matriz, diga ao velho Joe para enviar um Sumo-sacerdote imediatamente para a cidade. Preferêncialmente o Yohji.”

“Mas mestra, não precisamos de religião na nossa cidade…” Replicou Arrow com um ar de insatisfeita em relação ao pedido da mestra.

“Arrow querida, faça o que eu mandei. Não tenho tempo para discutir pormenores agora.” Dito isso saiu da sala e do edifício, que se encontrava no centro da cidade de Geffen.

“Oh vida, espero que dessa vez a confusão não tenha sido muito grande. De quem foi a ideia  de expulsar todos os sacerdotes da cidade mesmo?” Disse Aline para si mesma e se dirigiu ao norte da cidade.

18 . 10 . 2012 10h02

Anti-sala do confessionário, Prontera.

“Respira, inspira…. Certo eu posso fazer isso, calma…” Sussurrava uma jovem pequena de cabelos azuis compridos até a cintura. Ela fazia movimentos repetidos com a cabeça enquanto tentava recitar o cantigo para abençõar água. “Vossus patres y Fillis, Bendicta Sanctum… Ai não era assim..”

Ela não notou enquanto uma pessoa entrou na ante-sala atrás dela e a observava enquanto ela tentava recitar os versos.

“In nomine Patris et Filis et Spiritus Sancti, commodo tribuo benedictionem tuam, ad quod malum potest aqua eliminate, amen” Disse o homem atrás dela. “Você ainda não decorou?”

A garota deu um pulo para trás seguido de um “Kya!”, o que a fez bater levemente sobre um púpito com uma escultura do busto de Freya em cima, o desequilibrando. A menina rapidamente segurou o púpito e a estátua, tentando não as derrubar.

“É-é.. Eu decorei, mas me disseram que ia ter outro teste feito pelo meu mentor e eu fico muito nervosa em testes.” A menina comia palavras enquanto falava, ela obviamente estava muito nervosa.

Yohji deu uma boa olhada para a garota, pequena, frágil, olhos rosados e longos cabelos azuis cristal, caidos até a cintura. Seus pensamento não puderam lhe faltar nessa hora. “Outra virgem do povo, ah Joe, se esses são seus planos de me fazer feliz com o sacerdócio…”

“Bom, testes não serão mais necessários por enquanto. Meu nome é Sumo Sacerdote Nagine Yohji, Yohji, e eu serei seu mentor por um tempo.” Yohji tentou ser o mais agradável o possível e não trasnparecer para a coitada da menina seu desgosto em ser professor de crianças.

“C-Certo, Irmão Yohji, meu nome é..”

“Yohji, apenas.” Corrigiu

“Desculpe.. Irmã… Digo Yohji, meu nome é Vibe, Irmão Yohji.” Respondeu a menina.

O primeiro pensamento que ocorreu a Yohji era “não será uma missão fácil.” Mas a coitada da menina não tinha culpa do mentor que escolheram para ela Yohji decidiu que tentaria fazer o melhor trabalho possível.

“Pois bem, Vibe, a partir de agora você deverá me acompanhar em todas as viagens a trabalho e deverá dedicar pelo menos 3 horas do seu dia a leitura dos ensinamentos da Igreja. Vamos começar seu treinamento amanhã, por hoje quero que passe na sala do Reverendo Joe e peque dinheiro o suficiente para comprar os itens dessa lista aqui.” Rasgou um pedaço de pergaminho qualquer da bíblia que tinha em mãos e anotou os itens que ela precisava comprar. “Depois quero que vá até a cidade e compre todos os itens da lista, e me encontre no jardim de inverno do templo maior quando voltar. Entendido?”

“Sim! Sim senhor Irmão Yohji, quer dizer Yohji! Eu vou!” Dizendo isso, Vibe juntou suas coisas e saiu da sala em um trote empolgado.

Yohji colocou dois dedos sobre a testa e soltou um prolongado suspiro depois que a menina saiu da ante-sala. Era a primeira vez que foi encarregado para treinar uma novata, ele não tinha ideia de como proceder.

“Isso não vai ser fácil” E suspirando mais uma vez, deixou a sala e foi em direção a biblioteca.

18 . 10 . 2012 12h45

Canal de esgoto subterrâneos, Prontera

Mais um golpe desferido contra o esgueiro jovem mal trajado. Dessa vez o soco fora muito forte, ele cambaleeou e caiu nos detritos da cidade.

“Pff, parece que encontrou seu lugar garoto. Fica ai na próxima.” E sacudindo um saquinho cheio de moedas, a mulher de longos cabelos castanhos, trajada com um shorts muito curto, uma capa toda adornada de peles de raposa e uma bota coturno encantada, chutou um tanto de areia nos olhos do garoto, se misturou as sombras e sumiu, num piscar de olhos.

“Essa mulher me paga” Pensou o garoto, agora já parcialmente recomposto e tentando estancar o sangue que escorria pela sua nuca, manchando os cabelos prateados, razoavelmente bem cuidados para uma pessoa do seu estilo de vida.

Ele subiu novamente na plataforma de onde outrora fora arremessado e seguiu esgoto a cima, rumo a capital, onde sabia que iria encontrar a maldita que havia lhe roubado.

18 . 10 . 2012 18h27

Centro da cidade suspensa, Umbala

“Mainichi!” Exclamou uma voz intensa vindo de uma das casas suspensas. “Mainichi!”

Mainichi estava em cima do telhado comendo uma tangerina e pensando na vida. Seu arco estava disposto ao lado dele, caso uma caça interessante pudesse aparecer, mas no geral, ele estava mais preocupado com a situação do tempo do que seu pai chamando.

“Já vou pai” Respondeu.

“Agora, sua mãe piorou.”

Mainichi deu um pulo e num estalo voltou para dentro de sua casa. Os músculos fortes e bem torneados lhe davam força e agilidade para realizar pulos, escaladas ou qualquer outro serviço braçal mais rapidamente que os outros colegas caçadores da tribo.

“Que que tem a mãe, pai?” Perguntou com os olhos preocupados.

“A febre, vai até a cidade baixa e ve se você encontra um daqueles garotos com as túnicas da Igreja, eles tem remédio.” Respondeu o pai.

“OK, vou lá.”

Mainichi desceu de bungee jump para a cidade baixa e correu por dentro do mato, rumo a árvore de Yggdrasil, que ficava logo ali. Ele correu o mais rápido que conseguiu e não demorou muito até que encontrassem os dois sumo sacerdotes, ambos incansavelmente jogando rituais divinos na fenda, na esperança de que milagrosamente a fenda sumisse.

“Yo.” Saudou Mainichi meio sem jeito. Ele não estava acostumado com pessoas que não eram da tribo.

“Ah Mainichi” Disse o priest mais jovem “Veio ajudar?”

“Uhn. Não, na verdade vim pedir ajuda, minha mãe…Piorou” Respondeu honestamente.

“Ah.. Mas.. Nós não temos como ajudar agora” Respondeu o outro Sumo “Estamos sem os suprimentos, se você conseguir pegar alguma coisa em Comodo eu posso ir lá.”

“Comodo? Certo, não é muito longe, posso ir. O que que precisa?”

“Gemas azuis, ervas verdes, uvas, ovos, pão e leite.” Respondeu o primeiro sumo sacerdote.

Sem tempo para prolongar a conversa, Mainichi memorizou os itens, mesmo se perguntando porque os sacerdotes precisariam de pão e leite, mas era melhor não questionar o conhecimento dos homens. Ele simplesmente seguiu o mais rápido que pode em direção a Comodo, que realmente não era muito longe dali.