rafael mora

Sou um livro antigo de folhar deterioradas, com letras manchadas de suor e paginas faltando. Um livro em uma prateleira que esquecido pelas pessoas com o passar do tempo. Tenho o titulo mais cliché, um misturar de palavras, algumas que nem sei o significado. Estou aqui empoeirado, largado, mas no meu interior, guardo citações, versos e histórias, não querendo me gabar, mas guardo os versos mais pomposos e as histórias mais bonitas. Já fui muito usado, lido, contemplado pelas pessoas, minhas histórias já cativaram crianças, emocionaram adultos, e foram passadas de geração em geração por anciões. Eu sou um livro que guarda nossa história de amor, uma história bonita marcada por dor, briga e arrependimento, até porque se o homem é uma criatura imperfeita, não há porque de tudo dar certo.  Só que ás vezes o amor não dura pra sempre, as brigas se tornam inevitáveis, a dor cresce demais, e o que era bom se torna insuportável, o mundo gira, e as coisas começam a dar errado, nós nos separamos. E eu morri, virei história, até porque não existe história enquanto não tiver final, e esse foi o meu, eu sofri para emocionar, fiz muita gente chorar, ainda mais no final, sem amor, sem você, sem leitor, sem ninguém, eu morri. Porque no final, as paginas acabam, a história passa, e você não tem mais utilidade nenhuma.
—  Porque as histórias tristes são as mais bonitas? Brendon Moraes e Rafael Oliveira
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Feria de Jocotenango ‘15

Una de las ferias que más me disfruto. El lugar, la convivencia que tanto nos hace falta entre nosotros, vernos las caras, la comida, que sí, hay que saber seleccionar. Creo que lo que más me gusta son las fotos que se ven allí.

Les comparto algunos retratos que tome este año de la feria.

Vista desde Antonio Caso, Instituto de Anglo - Mexicano de Cultura (hoy The Anglo Mexican Foundation), calle Antonio Caso 127, San Rafael, Cuauhtémoc, Ciudad de México 1967

Arq. Enrique de la Mora con Félix Candela (techumbre del auditorio/auditorium roof)

View from Antonio Caso street, Instituto de Anglo - Mexicano de  Cultura (now The Anglo Mexican Foundation), Antonio Caso 127, San Rafael, Cuauhtémoc, Mexico City 1967

Ti voglio. Mi piace la birra, la crema dentale o una mentina. Ti voglio sdraiato sul letto, sul divano o sul tappeto. Ti voglio ballare, fermo, o semplicemente seduto ascoltando musica. Ti voglio guardare film, telefilm o un programma noioso da Auditorium. Ti voglio a casa, al lavoro, in strada. Ti voglio sulla spiaggia, sul campo, nel traffico. Ti voglio con la pizza, capelli tagliati, camicia nera. Ti voglio al mattino, di notte, di notte, di alba, con soldi o con niente, a braccia aperte o a faccia incazzata. Ti voglio, sorridendo, cantando, zitto, o parlante. Ti voglio con le mani date, incollati, separati, con i vestiti, ma preferibilmente senza. E ti voglio in ogni modo, difetto, senza mi. Ti voglio e basta.
—  Rafael Moraes
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“Você sabe rezar? Reza comigo. Tem que ter fé.”

“Eu não acredito em um Deus que parece se divertir com o sofrimento humano.”

“Eu sei o quanto está sofrendo. Eu, eu sinto muito. Me dói muito vê-lo assim. Eu queria tanto que fosse diferente. Que tudo fosse diferente.”

“Que Deus é esse Lívia, que parece se divertir? Que permite que os que se amam se separem? Que permite que você… Que eu amava. Que eu nunca deixei de amar.”

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“Do you know how to pray? Pray with me. You need to have faith.”

“I don’t believe in a God that seems to enjoy the human suffering.”

“I know how much you’re hurting. I, I’m very sorry. It hurts a lot to see you like this. I wished things were different. That everything was different.”

“What God is this Lívia, that seems to enjoy, that allows people who love each to separate? That allows that you…. That I loved. That I never stop loving.”

English corrections by the lovely rainpuddle13