racionalista

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La Casa Vilar construida en 1937 por el arquitecto Antonio Vilar, se convirtió en una de las piezas claves de la Arquitectura Racionalista Argentina.

O R. é o cerebral. É o cientista das coisas mundanas. É o desfasado da emoção. Vive pela razão, numa constante introspecção do pensamento. Coloca o mundo todo e o que nele existe, desde o palpável ao metafísico, desde o terreno ao poético, todo dentro da sua mecânica racional. A tudo que lhe suscita pergunta ele aplica a lógica, remói nas rodas dentadas da sua cabeça esquartilhada e sistemática, feita de circuitos verticais angulados em recto, rígidos e rigorosos. É o pensador do quotidiano, é o racionalista.

O Racionalista

Teoria do nada

Teoria do nada.


No íntimo do meu ser

Sinto um triste desprezo 

Desprezo da sociedade cega

Cega, porque sim !

Uma luz que está apagada

Sempre se contentando com o nada

Mesmo que lhe causa vertigem 

Keep looking to the nothing

Seguindo um caminho 

Caminho, esse, vazio 

Procurando amparo

Em que ? Em quem ?

No filho do nada ?

No livro do nada !

(Poesia que escrevi, no auge dos meus pensamentos odiosos contra a cegueira proposta.) 

youtube

O vídeo (do Lreporta) tem como corpo principal a metalinguagem da visão da morte de duas vertentes cristãs bem populares no brasil, o espiritismo kardecista e o cristianismo. Tentarei explicar minha visão sobre a morte.

“Muito se especula sobre o pós morte, mas poucos lembram que ao morrermos e “não-sermos” mais, apenas voltamos ao estágio de quando não éramos, exatamente como antes de nascer”.

Outro dia li uma matéria sobre a metafísica de Schopenhauer presente nos versos do cantor e compositor Raul Seixas e achei impressionante -, bom, eu já sabia um bocado das ideias do Raul, mas nunca tinha parado pra estudar um pouco sobre Schopenhauer.

“Uma comparação muito bem feita sobre o que é a morte está em relacioná-la com o sono, por exemplo, enquanto nosso sono é o fôlego que precisamos para continuar vivendo, nossa morte seria o sono que a Vida tem para recuperar seu fôlego”.

 De uma forma geral, o texto falava que a morte é um processo cíclico necessário à continuação, não necessariamente a sua, mas de toda a vida. Como assim, necessariamente?

Quando morremos o que acontece é a perda de consciência, nosso corpo não será mais controlado por nós, será controlado pelas forças da vida, a natureza e as unidades biológicas dela. Decompositores irão atuar sobre seu corpo e decompô-lo. “Partes de você”  poderão, sim, ir para outro humano, outro ser vivo qualquer, matéria orgânica ou não. Lembra o princípio de Lavoisier.

“A única morte possível é da consciência, não da vida ou da matéria em si”.

Viver é passar a ter consciência, controlar-se por vontades ou extintos, não por leis físicas, mas sim com as leis.

Não consigo extrair muitas palavras deste assunto. Cada um pode ter sua concepção de morte, podem uns considerar isso como algo a ser evitado, outros considerar um novo início ou como eu que apenas se preocupam com a vivencia. A morte é a certeza de ser como antes de nascer.

El #Cine #Gaumont es una sala cinematográfica que se encuentra frente a la Plaza #Congreso, en la ciudad de #BuenosAires. Desde el año 2003 funciona en él el Espacio #INCAA Km. 0.

El cine fue fundado en 1912 con el nombre de Cinematógrafo de la Plaza del Congreso, pero a los pocos años ya se llamaba Gaumont #Theatre, en referencia a Leon Gaumont. El actual edificio fue inaugurado en 1946, y es de estilo #racionalista, con su fachada revestida en #ladrillo, intercalado con bandas verticales blancas, y una franja horizontal de ladrillo de vidrio (ahora tapada por una marquesina) que brindaba iluminación natural al vestíbulo, que posee planta baja y dos escaleras laterales que suben al nivel del pullman, donde ahora funcionan las salas 2 y 3. Los interiores están revestidos en travertino nacional, y conservan la iluminación difusa original en estilo garganta, típica de los años ‘40.

En 1956, la cabina de proyección fue modificada para adaptarla al nuevo sistema de pantalla ancha #Cinemascope, y dos años después se presentó el sistema #Cinerama. Durante las siguientes décadas, el Gaumont sería la competencia del Cine Callao, que se encontraba en Avenida Callao 237, hasta el momento de su cierre final en 1982.

En 1995, el Cine Gaumont fue remodelado para aumentar su capacidad, dividiéndolo en tres salas de menor tamaño, como ocurrió con la mayoría de los viejos cines de Buenos Aires que intentaron adaptarse para competir con los nuevos multicines de los centros comerciales.

En 2003, el Instituto Nacional de Cine y Artes Audiovisuales (INCAA) alquiló el Gaumont a sus propietarios, y lo transformó en el Espacio INCAA Km. 0, como primer paso de un proyecto para generar una red de salas para la proyección y fomento estatal al cine nacional.

#bricks #architecture #style #rationalism #argentina #movies (en Espacio INCAA KM 0 - Gaumont)

o demonologista

O protagonista desta obra de Andrew Pyper, vencedor do International Thriller Writers Awards de 2014, quando concorreu com Stephen King, tem algumas semelhanças com seu criador. Tanto o fictício David Ullman quanto o real Andrew são pais, escrevem e devoram livros. 

No campo “religioso”, porém, é que começam a surgir algumas diferenças entre os dois. Enquanto o escritor deixa abertas algumas portas para o mágico, o invisível, o inalcançável, David é um completo ateu, racionalista e cético. Pelo menos no início desse romance…




A história começa quando uma mulher misteriosa aparece no caminho de David o invitando para um trabalho como Demonologista. Porém, ele nunca se viu como tal, até porque não acredita “nessas coisas”. Ele simplesmente estuda este ramo da literatura, com enfoque no Paraíso Perdido, de John Milton, onde Satã ganha o protagonismo que geralmente é dado a Deus ou Jesus.

Porém, a oferta era generosa demais para ser recusada, então David e sua filha, Tess, viajam para a Itália por este motivo. E é ali que uma série de acontecimentos imprevisíveis começa a acontecer e norteiam o livro para um caminho perigoso e misterioso.

Talvez tenha falado demais sobre a sinopse para alguém que nem sabia onde estava se metendo quando recebeu o livro da editora, então, vamos começando com minhas observações! E se é pra começar por algum lugar, começaremos com a primeira impressão que a gente tem quando pega O Demonologista nas mãos: livro lindo. 

Com capa dura e ótimo papel nas páginas internas, fitinha para marcação de páginas, ilustrações, um efeito engana-olho que finge estar desgastado… Enfim, é Darkside Books e todo mundo já sabe, elogiar o trabalho e o cuidado deles com as obras já é chover no molhado. Não tem como não se apaixonar com cada detalhe de todas as edições que eles fazem!



Se você ficou receoso com a divulgação do livro dizer que ele se assemelha um pouco a O Exorcista ou com a capa e o título tenebrosos, talvez seja este o momento de te tranquilizar. O Demonologista aposta não num terror slash, com cenas grotescas, acontecimentos descabidos ou sangue exagerado. Também esperava algo assim, mas aqui, os demônios são como pessoas comuns e os acontecimentos, apesar de sobrenaturais, beiram o tangível. Mais thriller, menos horror.




“Algumas vezes as pessoas fecham a porta
porque estão tentando encontrar
uma maneira de fazer
você bater nela.”




É um "problema familiar”, se posso assim dizer, que envolve a trama e que a torna tão dramática. E quando adicionamos coisas que fogem do nosso controle é que o medo vem. Ponto positivo para a escrita do Andrew Pyper que consegue passar muito bem essa mensagem e transmitir os diferentes climas e sentimentos da narrativa, tendo me causado algumas inquietações durante a leitura.

O motivo de tudo isso é porque Andrew Pyper não foca na figura do demônio na maior parte do tempo. O que me fez gostar tanto de O Demonologista é ele dar destaque a David, mostrando como ele sempre enxergou o demônio e como a visão dele vai mudando, aos poucos, durante as 320 páginas do romance. A gente percebe um desenvolvimento no personagem, uma mudança de pensamentos. É isso que me fazia ficar tão admirado, empolgado com a trama e continuar a leitura, mesmo sem saber ou imaginar o que estava por vir.

Quando o desfecho chegou mesmo, como comentei no vídeo, não tinha a menor ideia se tinha gostado ou não, entendido ou não. Foi algo inesperado para mim. Fica uma nébula nos últimos acontecimentos e somente o leitor pode entrar e encarar o que está ali naquelas páginas. O autor se abstém de algumas palavras e coloca silêncios onde antes haviam gritos guturais. Meio que um “creia no final que quiser”.




O Demonologista mescla muito bem romances de formação com ficção sobrenatural, caminhando pelo drama e pelo terror como nunca havia lido em nenhuma outra obra. Esperava algo mais dark, mas o que encontrei não me desagradou. Convincente e profundo, recomendado. 


APANHADO
o demonologista - andrew pyper - darkside books - 320 páginas

em 140 caracteres… uma trajetória profunda, que se inspira em clássicos para criar um thriller novo e moderno.
um livro para… ler de madrugada (se tiver coragem).
combina com… vento frio e ambientes sufocantes!
para quem já leu… o filme “a entidade”, que também coloca um pai de família escritor no centro da história (mas com um pouquinho de sangue no meio, estejam avisados).

a editora darkside books é parceira do blog e este livro foi enviado como cortesia. 
conheça seu catálogo aqui e siga no twitter e no facebook. confira também o livro e o canal da editora no skoob.


André crê.

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HEYDAR ALIYEV. ONDULACIONES Y VIBRACIONES EN EL CENTRO URBANO DE BAKÚ.

Desde hace 2 años, el skyline de Bakú (Azerbayán) ha variado sensiblemente. Azerbaiyán perteneció durante años a la antigua Unión Soviética, y su estructura urbana responde aún a la corriente arquitectónica racionalista de Modernismo Soviético. A los pies del mar Caspio, el estudio de Zaha Hadid, de la arquitecta irakí, de su mano y de la del arquitecto Saffet Kaya Bekiroglu, levantó el Centro Heydar Aliyev, creando un contraste considerable.  

Diseñado para convertirse en el edificio principal de los programas culturales de Azerbayán, Zaha Hadid ideó este emplazamiento para la cultura contemporánea con la idea de ofrecer una bienvenida acogedora y mágica al público que se acercaba. Ondulaciones, bifurcaciones, pliegues e inflexiones recuerdan a una vibración musical. En esta composición arquitectónica, si la superficie es la música, a continuación, las costuras entre los paneles son el ritmo. Durante el día, el volumen del edificio refleja la luz, alterando constantemente la apariencia del Centro de acuerdo con la hora del día y la perspectiva de visualización. Revestido de vidrio su esqueleto interior de cemento, acoge actividad cultural de diferente índole a lo largo del año.

Heydar Alived, otra creación de Zaha Hadid que  es música.

http://gusansebastian.com

El 23 de mayo de 1936 en #BuenosAires se inaugura el #Obelisco, icono porteño. Construido en apenas 31 días, el obelisco de 67,5 metros de altura fue levantado en conmemoración del cuarto centenario de la fundación de Buenos Aires. En su momento se argumentó que la elección del sitio de su erección se correspondía con el lugar de fundación de la ciudad, hecho que luego fue desmentido por investigaciones históricas rigurosas. Se trata del símbolo más reconocido de Buenos Aires y escenario habitual de manifestaciones políticas y festejos populares. Fue diseñado por el arquitecto Raúl Prebisch y las obras comenzaron el 20 de marzo de 1936. Al momento de ser terminado, estaba cubierto de piedra Olaen, pero el desprendimiento de varias secciones motiva su reemplazo por un alisado de hormigón. En su interior hay una escalera circular de 206 escalones que permiten acceder a un mirador de cuatro ventanas situado en la cúspide. Al ser inaugurado fue objeto de agrias críticas por su estilo racionalista e incluso se intentó demolerlo en 1939. #UnDíaComoHoy #Monumentos #TurismoCultural #Argentina #Ruta360 #CulturaGeneral

Fría, Frívola y extremadamente racionalista. Llámalo como quieras pero si la persona no me interesa no pongo nada, no doy nada, eso es desgastarse.
28 de Julio 1955
Hago esfuerzos para seguir pensando en L. (los cigarrillos egipcios me atontan). ¿Cómo puede amarme? Anímicamente soy opuesta a él. Él es calculador, racionalista, arriesgado (creo), realista, sutil. Además, es abierto en la comunicación. (Cuando habla de su excitación sexual por mi, lo hace en forma tan limpia y sincera que esas mismas palabras que dichas por otro serían pornográficas, me resultan tan naturales como cualquier comentario sobre, digamos la situación social). Ahora me pregunto por qué no lo amo ¡No sé. No sé! Siento que al no poder amar a L., jamás podré amar a hombre alguno. Con él se cierra la serie de hombres-objetos-a-amar. Nunca habrá nadie más bello ni más sensible que él. Pero no puedo forzar mi ser hacia él. Hay algo inefable que me detiene y que me evita sentir melancolía ante la impotencia afectiva.
—  Pizarnik Diarios

Edificio Kavanagh por Mariano Alvarez Dive
Inaugurado en 1936 y ubicado frente a la plaza San Martín, el Kavanagh, con sus 120 metros, llegó a ser el edificio más alto de Sudamérica (destronando al Palacio Barolo, terminado en 1923). Construído en estilo racionalista, contaba con detalles de confort muy avanzados para la época, como aire acondicionado central, jardines en varios de sus pisos, gimnasio con pileta de natación, y salas de lavado y planchado. En 1999 fue declarado Patrimonio Mundial de la Arquitectura de la Modernidad por la UNESCO.

Olympus PEN E-PM2 & M.ZUIKO 14-42mm f3.5-5.6 II R

¿Qué clase de misticismo fetichista dota al original de un aura imprescindible y sagrado? ¿Qué clase de necesidad enfermiza hace que nuestro disfrute dependa plenamente de que una obra determinada haya sido realizada por una determinada persona? (…) ¡basta ya de supercherías! Como racionalistas negamos el carácter sagrado al original de la obra de arte, y es más, si los museos quitaran los originales y los sustituyeran por copias no pasaría nada y el arte continuaría estando allí. Y se podría tocar las obras. Y nadie te incordiaría si las tocas.