queridos

nya-chan777  asked:

Querido Octubre~ se qué el ask aun no esta abierto pero solo quería decir que entiendo eso de morder a Enero, yo hago lo mismo con mi mejor amigo :v

Octubre: *revolviendo una mezcla negra* ok.

anonymous asked:

Spark, querido, el no esta bien (al menos sin ti no (?))

Spark: tiene a todos sus hijos que lo quieren, incluso los que no conosco, supongo que le tienen cierto cariño. Debería olvidarme y ya

*Vaults le.duele mucho la mano como para seguir dibujando*

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Qué chido y qué fácil que pongas la responsabilidad y le eches la culpa de tus acciones a otra persona. Ella no es responsable de tus sentimientos ni de tus acciones, las personas tal vez no puedan elegir de quién enamorarse pero sí tienen elección en quién lxs lastima, y ella no te debe nada porque tú no le estás haciendo ningún favor al enamorarte de ella, ella no te lo pidió, y fue decisión tuya quedarte, y ahora intentas responsabilizarla y culparla a ella en tu carta??????? a mí me parece que quien necesita madurar eres tú.
Tú solo te diste alas y la culpas a ella por decirle x cosa a algún otro chico, ella no es de tu propiedad ni eres exclusivo de su cariño.
Ella no te debe absolutamente nada por no haberte querido de la forma que tú quisieras, tal vez deberías primero aprender a respetar a las chicas de quienes te “enamoras” antes de andar diciendo que estás enamorado de ellas y culparlas por no amarte de vuelta. Porque ella no es un objeto, y no puedes obligarla a que se enamore de ti, y no puedes culparla por no hacerlo… ¿A caso tienes cinco años?, no es un juguete, es un ser humano.
¿A caso no crees que si tú de verdad llenaras ese vacío en ella ella no “pasaría” de ti?.

anonymous asked:

So, Oda said that Luffy nationality would be Brazilian right? So what if Law didn't know this and one day Luffy called him querido (dear/darling) or some other affectionate term and Law just loves it. Or Luffy talks in Portuguese in bed or just has a conversation in Portuguese one day and Law loses his shit.

holy shit i love it so much aaa. luffy pecking law on the cheek and accompanying it with a cute little whisper in his dialect and law just turning a shade of red rivalling a tomato

that’s like the inverse of a hc me and @raincloudfedarie have where law’s nationality would be Spanish in a modern au (all the ties to donquixote family etc)
and luffy always overhears law talking Spanish on the phone to good ol papa flamingo and then when they’re in the bedroom he bashfully asks “t-talk like you do on the phone”
“???? what…?”
“like…yknow, traffy…”
“…oh. oh. spanish turns you on. i see

Imagine Harry Styles - Pedido

- No que você está pensando, querido? – Daisy me pergunta.

- Hum – resmungo – Em nada – respondo finalmente, fechando os olhos e aproveitando o carinho que seus dedos fazem no meu couro cabeludo.

- Essa resposta é inválida, você sabe – eu rio e permaneço calado.

O quarto está calado, não escuto nem um mísero barulho. Minha respiração já voltou ao normal. Sinto o coração de Daisy ainda acelerado, seu peito sobe e desce de maneira rápida, mas ela permanece parada com a minha cabeça encostada no seu peito. Sinto-me culpado por ela não surtir o mesmo efeito que eu causo nela. Me odeio só de pensar que ela ainda pense na outra.Sei que a culpa é minha, mas tenho feito de tudo para esquecê-la.

- É nela, não é? – meu coração salta só pelo simples fato de Daisy a ter citado.

Fecho os olhos com força e tento normalizar minha respiração, mas o estrago já está feito. As lembranças invadem a minha mente tão rápido que nem consigo diferenciar qual sentimento me soca mais: amor, saudade, dor… Lembro dos olhos dela, sempre tão sorridentes. Do sorriso, cheio de dentes e acompanhado de uma risada alta, sempre. Lembro de suas mãos, pequenas e macias, que acariciavam o meu rosto com delicadeza e também de sua mania de sempre enrolar os cachos dos meus cabelos no dedo indicador.

Daisy para o carinho. Aperto os olhos com força e me culpo por magoá-la tanto assim.

- Eu não … eu não estava … – tento formular alguma desculpa plausível na minha cabeça, mas eu não consigo mentir pra ela. Nunca consegui.

- Você deveria superar isso, Harry – a voz dela soa baixa, quase como um sussurro.

- Mas eu superei…

- Não, você não superou nada – ela solta o ar e me empurra para o lado e se levanta, andando até a cadeira em frente à cama para pegar seu roupão. Já coberta, Daisy para e respira fundo, de costas para mim e diz: - Você me disse que estava tentando superar, que ela não surtia mais esse efeito em você. O que aconteceu?

- Não aconteceu nada, eu juro! – clamo, me sentando na cama – Eu estava … estou … não sei

Daisy suspira alto e eu sei que está prendendo o choro. Fico encarando suas costas e ela sai do quarto. Me xingo mentalmente, mas não vou atrás dela. Sou fraco demais para me levantar e pedir desculpas por uma coisa que, talvez, eu nunca supere na vida.

{¨¨¨¨}

- Você quer muffin de que? – Daisy me pergunta parada na porta da doceria.

Paro para pensar e coloco a mão no queixo, acariciando minha barba inexistente. Daisy ri e levanta a sobrancelha para mim. Olho para ela ofendido.

- Que foi? Eu preciso pensar um pouco, é muito difícil decidir qual é o melhor …

Ela ri mais uma vez.

- Então ta bom senhor pensador. Vou lá dentro comprar o meu enquanto você fica aí, decidindo. – dito isso, Daisy abre a porta de vidro e o sininho me faz lembrar das vezes que eu vinha com ela.

A manhã estava ensolarada naquele dia. Era uma sexta, fazia calor e o céu nunca esteve tão azul. Eu poderia dizer que o brilho do sol estava ofuscante, mas daí lembro do sorriso que ela me deu quando eu disse que seu vestido a deixava mais menininha. Aquela peça era tão delicada, de alcinhas finas e estampa florida. Ficou perfeito no corpo dela, eu soube disso na hora em que bati os olhos nele lá na loja. Fiz questão de comprar. Quando cheguei em casa, ela riu e disse que eu a estava transformando numa pessoa mimada. Eu apenas ri e pedi que usasse quando acordasse muito feliz. E, naquele dia ela usava. E por alguma razão eu fiquei contagiado com a alegria que emanava do corpo dela. O sorriso que não apagava de seu rosto, o caminhar leve pela calçada. As mãos sempre procurando as minhas para entrelaçá-las.

- Eu vou comer o de morango! – ela disse de supetão, me assustando um pouco quando abriu a porta da doceria – E você?

- Humm – olho para a tabela de sabores fingindo não saber qual escolher, mas eu sempre sabia o que escolher. Foi ela quem me apresentou meu sabor preferido.

- Me deixa adivinhar! – ela quase grita, se virando para mim na fila e olhando nos meus olhos. Ela finge pensar por um segundo e depois diz: - Chocolate belga?

Faço uma careta e afirmo com a cabeça. Ela ri alto e bate palmas, como se tivesse adivinhado a mais difícil das perguntas. Eu rio junto com ela e sinto os lábios dela me contemplando rapidamente.

- Você se lembra daquele dia? – ela pergunta, abraçada em mim enquanto aguardamos nossa vez.

Abro um sorriso e digo que sim.

- Você parecia tão perdido naquele dia … – ela diz olhando para o nada – Tava olhando a tabela de sabores por tanto tempo, mordia os lábios, nervoso. Aquele casaco te fazia parecer três vezes maior do que é. A touca amarela era cômica, mas quando te olhei de frente, achei um aparato charmoso.

- Não chame a minha touca de aparato e nem de cômica – eu rio

- Shhh … – ela coloca um dedo nos meus lábios e me olha duro – Me deixa continuar – me rendo e balanço a cabeça. Ela volta a me abraçar e continua: - Eu pensei que não faria mal ir lá e citar meus preferidos pro desconhecido, mas quando você me olhou confuso, se perguntando quem era aquela louca que tinha dito “chocolate belga” para o atendente, fiquei travada … – ela para de falar e fica envergonhada e lembro exatamente desse momento. Eu pensei que ela tinha roubado a minha vez. – Os seus olhos… seus olhos me deixaram sem ar – ela olha pra cima e sorri – E ainda me deixam assim.

Sinto minhas bochechas corarem e ela ri.

- Além de fazer o meu pedido, ainda acrescentou um chocolate quente bem cremoso na conta.

- Para que depois que eu te convidei para sentar comigo, você adorou.

- Vamos com calma aí – a atrapalho – Eu te chamei para sentar comigo e eu não adorei de inicio, porque você pegou minha caneca de chocolate quente cremoso e jogou em cima do muffin!

Ela começa a gargalhar.

- Eu lembro da sua cara de assustado, do tipo “ ela fez o pedido por mim e está estragando meu lanche!” – ela ri mais ainda e não consigo não acompanhá-la – Pelo menos depois você aceitou minha proposta de experimentar e adorou, amou e fez cara de orgasmo.

- Minha cara de orgasmo não é daquele jeito – digo, me defendendo e ela ri, olhando para mim e levantando a sobrancelha. Acabo concordando e sorrio, mais uma vez não conseguindo resistir ao efeito que ela tem sobre mim.

Meu devaneio termina quando ouço uma risada familiar. Viro o rosto na direção do som e meu sangue gela. Meu coração simplesmente para de bater e eu fico ali, parecendo que viu um fantasma, mas infelizmente não é um fantasma. É ela.

Os cabelos estão bem acima dos ombros, a calça jeans e a blusa de frio não combinam com seu estilo jovem e despojado do qual me lembro. Duas crianças a acompanham e ela parece entredita com a conversa. A garotinha e o garotinho saem correndo quando chegam perto da porta da doceria e logo entram, provavelmente querendo apostar corrida. Ela ri e vem correndo até eles, mas antes que consiga abrir a porta, eu a chamo.

Sem querer eu digo o nome dela, mas não gritei, apenas falei o nome dela. Por um segundo eu penso que não escutou, mas quando ela se vira na minha direção, o mundo todo para.

Os olhos dela. Os olhos dela brilham quando encontram os meus. Vejo seu rosto mudar de surpresa para tristeza e não gosto de causar isso a ela. Não gosto de a fazer sofrer.

- Harry – ela diz, no mesmo tom de voz que eu e vem andando até mim – Meu Deus

A minha boca fica completamente seca quando eu posso, finalmente, olhar naqueles olhos pelos quais fui e sou tão apaixonado depois de dez anos. Sinto a pressão do choro na garganta e tento engolir, mas dói, então faço uma careta. Ela sorri e balança a cabeça.

- Eu sei, dói em mim também – ela diz, tão baixinho que posso chegar a pensar que é tudo imaginação minha.

- Com toda certeza dói mais em você do que em mim – digo, me atormentando pelo que fiz com ela há tantos anos.

- Pare de reviver o passado, Harry. Foi há tanto tanto tempo. Você era novo, não estava preparado para uma coisa daquelas, não queria se prender a ninguém, tinha medo de pertencer a só uma pessoa.

- Mas eu não tinha o direito de te machucar do jeito que te machuquei – digo, baixando a cabeça e torcendo os dedos das mãos.

A mão dela toca as minhas e sinto todos os nervos do meu corpo de retorcerem. Fecho os olhos com força, sentindo que se permanecer com eles abertos, as lágrimas vão descer.

- Você me machucou sim, muito, mas agora nós crescemos. Já se passou dez anos, Harry. Encontramos outras pessoas, encontramos um jeito de adormecer o que tínhamos. Somos adultos agora, temos responsabilidades e uma vida para seguir. Tá na hora de deixar isso para trás.

- Eu não consigo te deixar … – solto sem querer, com a voz embargada e apertando mais os olhos.

- Eu nunca vou deixar de te amar, Harry – ela diz e todo o esforço que eu fiz para me conter, foi em vão. Assim que as palavras saem da boca dela, eu sufoco e choro, liberando tudo que estava guardando só para mim.

Penso em tudo, desde o dia em que nos conhecemos até o ultimo, quando eu simplesmente fiz a pior coisa do mundo com a única mulher que vou amar inteiramente na minha vida. Ela foi embora com toda razão e eu me lembro desse dia também. Da dor cortante no meu peito, a pressão que eu sentia e que não passava nunca, me impedindo de respirar. Lembro de chorar por semanas inteiras, ir para o trabalho com os olhos ardendo, sem disposição, sem vida. Até que conheci Daisy. Ela me tirou do fundo do poço pois sabia a formula. Ela também tinha machucado alguém importante demais e ele a deixou. Nós nos reerguemos juntos, ela deixou o passado para trás e mergulhou de cabeça na nossa relação. Enquanto eu ainda continuava agarrado, amordaçado e totalmente entregue ao passado. Nunca o deixei e isso ficou mais obvio ao longos dos anos, e toda vez que Daisy me olha, eu sei que ela vê isso, mas me ama demais para me deixar. Mais um motivo para eu me odiar.

- Eu sei que é difícil, mas você precisa encontrar um jeito. Nem todas as pessoas do mundo ficam com aquelas que foram predestinadas a elas. Nem todo mundo encontra sua alma gêmea. Mas isso não significa que elas vão morrer sem amar e ser amado.

- Mas nós nos encontramos, nós nos encontramos – repito, várias e várias vezes e abro os olhos, enxergando tudo embaçado.

- Sim, nos encontramos, mas não será a hora certa, o momento certo.

- E eu estraguei tudo

- Harry, por favor – ela diz, pedindo para que eu a olhe – Fica bem, por favor, é tudo o que eu te peço. Por favor não fique agarrado a tudo aquilo, siga em frente. Você tem muita coisa boa guardada aí dentro, mostre para as pessoas o seu melhor, seja você. Seja aquele garoto que eu conheci aqui, mas mais velho, com mais maturidade. Eu acredito em você.

As palavras dela doem, o toque dela dói, as lembranças doem e eu não consigo parar de chorar. Acho que entrei em estado de dormência momentânea. Eu vejo tudo, mas não consigo reagir, apenas fico ali, sentindo meu peito dilacerando por dentro. Em algum momento ela olha dentro dos meus olhos e quase me teletransporto para o passado, mas o momento acaba quando ela solta as minhas mãos e se vira, andando até a loja e entrando.

Olho para meus pés e vou normalizando a respiração. As lágrimas começam a secar e ouço alguém andando até mim. Levanto a cabeça rápido, pensando que ela mudou de ideia e voltou, mas me engano. É Daisy. Seu rosto está manchado de lagrimas e a dor estampada em seu rosto revela a mim que ela viu tudo.

- Você sempre vai amá-la, Harry, sempre. Não importa o que aconteça, sempre será ela, eu sei, eu sabia disso quando me apaixonei por você. Mas eu pensei que com o tempo você pudesse aprender a viver com isso, com a realidade. Me enganei profundamente.

Deixo que ela fale, eu não tenho nada a dizer. Para qualquer um que passasse por ali naquele momento em que eu estive chorando, saberia interpretar. É mais forte que eu.

- Ela tem dois filhos, Harry. Ela é uma mulher agora. Casada, mora numa casa linda, faz parte de uma família maravilhosa e você continua aí, olhando para cada canto dessa cidade e se lembrando dela, dos momentos com ela, dos beijos, dos toques, de tudo. Eu sei que dói, eu sei que é difícil bloquear tudo isso, mas com o tempo a gente consegue, porque a gente quer seguir em frente, quer olhar para outros lados, fazer novas lembranças. – as palavras dela me doem, e eu volto a chorar, pois é a única coisa que eu consigo fazer nesse momento – Durante todos esses anos eu maquiei esse seu estado, dizendo para mim mesma que um dia você me olharia diferente, que um dia me amaria um pouco mais, mas isso nunca aconteceu. E eu descobri o porque … você simplesmente não quer seguir em frente, e eu não posso me acorrentar a uma pessoa que só me puxa para o fundo do poço com ela. Não posso.

Levanto a cabeça e olho para Daisy. Uma mulher linda, cheia de qualidades, com um coração enorme, uma alma incrível. Vejo nela tudo o que vi nos últimos anos, mas agora vejo de outro ângulo. Eu a vejo como uma mulher por quem eu poderia me apaixonar se me permitisse. Eu viveria com ela em algum lugar no sul, nós teríamos um filho parecido com ela. Nós tomaríamos chá na varanda da nossa casa e tudo o que faríamos seria contemplar a paisagem.

Infelizmente eu percebi isso tarde demais, mais uma vez.

- Siga em frente, Harry. Faça isso por você mesmo, por favor.

Mais uma vez eu magoei alguém tentando não me magoar.

Mais uma vez eu deixei de ser feliz por medo.

- Eu não posso mais viver assim – são as ultimas palavras de Daisy.

E mais uma vez eu precisarei tentar seguir em frente.

 /Larry

Cuando pierdas a alguien, intenta recordarlo tal y como le viste por última vez.
Si te das cuenta, ese recuerdo probablemente sea borroso, sin detalles. Incluso dudoso.
Eso es porque no esperabas que esa fuera la última vez.

He conocido personas que sin tener que descocerlas se han dejado explorar bonito, personas que sin tener que ver el color de sus ojos he visto su tristeza, chicos que al abrazar en realidad estaban soltando y mujeres que decían no volver pero dejan migajas para que las encuentren.

He desconocido personas que un día me prometieron un parasiempre, que rozaron el dulce de mi piel, que me dijeron “teamo”.

He pensado en conocidos, como sería el sabor de sus labios, sus orgasmos mas sinceros, la risa natural o el amor no exigido.

He pensado en desconocidos, en el infierno que atraviesan, los recuerdo que no sueltan, los gemidos reprimidos y sus sueños perdidos.

He querido conocidos, de los que alguna vez me quede a su lado solo para que ellos sean felices, a los que he robado un beso al atardecer, a los que tuve que cocer y ellos solo me destrozaron, incluso a los que he abrazado hasta asfixiar.

He amado a un desconocido, soñado con su sonrisa, reído con él a los kilometros, llorado la distancia, esperado un encuentro, amado a un Desconocido que me hizo sentir amor, más que todos los Conocidos.
Y he olvidado…
Conocidos y Desconocidos.
Por mi
Por ellos
Pero sobre todo por mi.

—  Brenda Ramírez.