que susto!

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Aprecien bien el susto que Vegetta les dió a Willy y a Frank cuando entro ¡Menudo salto pegaron! Lo que me he reído, y el ratito que se quedó con ellos abriendo los cofres *-* ¡Morí! Por cierto, que guapo iba Samu vestido ¡Madre mía! Si es que estos hombres… ¡Me pueden! *-* 

PD: Si cogéis las capturas, por fis, creditos, gracias :D

E ontem ela chegou perto de mim e disse com aquele sorriso lindo que ela tem “sente o cheiro” pulando nos meus braços, “comprei um perfume novo”, e tu não imagina o susto que tive quando senti aquele perfume. É Ane, era o perfume que você usava. De repente ela não entendeu minha cara de assustado, nem meus olhos lacrimejarem, mas me perdi em memórias suas. Eu não sabia o que dizer e só comecei a pesar em você, com aquele cheiro me fazendo lembrar de tudo o que o vento já tinha levado, sei lá pra onde. E me deu saudade. Puta merda, que saudade que me deu Ane. Então eu vim pra casa, disse que não estava muito bem, e cá estou eu. Escrevendo mais uma vez pra você. Mas não devia ser assim certo? Aquela moça de sorriso lindo é minha namorada agora, eu não devia me sentir assim em relação à você! Mas aí eu me lembro de como o seu sorriso é mil vezes mais lindo. Lembro de toda sua eletricidade e desespero pra me contar tudo o que aconteceu com você como se o mundo fosse acabar  hoje e você não tivesse tempo de dizer tudo o que queria. Me lembro que aquele perfume, caí muito melhor em você com sua calça jeans e seu tênis vermelho todo esfolado. Me lembro das piadas mais sem graças e mais sem noção do mundo mas que você contando fazia sentido e ríamos sem parar. Eu me lembro que você é inesquecível Ane. De repente, eu me lembro que não te esqueci. Que mesmo estando com uma garota incrível do meu lado, ninguém nunca vai conseguir ser tão incrível quanto você. Com aquele jeito bobo e simples de se encantar com tudo o que te rodeia. Com aqueles olhos brilhantes me pedindo pra olhar o céu e esperar passar uma estrela cadente. Com aquele jeito que me fazia ficar sem jeito perto de você. Me desculpe Ane, sei que prometi não escrever mais pra você, mas eu precisava te contar, eu ainda não sei esquecer você.
—  Últimos escritos para ela, Flávia Oliveira. 
Domingo ela acordava mais cedo para ficar mais tempo sem fazer nada. O pior momento de sua vida era nesse dia ao fim da tarde: caía em meditação inquieta, o vazio do seco domingo. Suspirava. Tinha saudade de quando era pequena - farofa seca - e pensava que fora feliz. Na verdade por pior a infância é sempre encantada, que susto. Nunca se queixava de nada, sabia que as coisas são assim mesmo.
—  Clarice Lispector.
Seus olhos não fizeram nada do que o susto normalmente descreve. Nada de fechar bruscamente, nada de pálpebras batendo, nenhum sobressalto. Essas coisas acontecem quando se acorda de um sonho ruim, não quando se acorda dentro dele.
—  A Menina Que Roubava Livros.
Já levou um tombo enquanto brincava quando criança? Se já, sabe o que eu estou sentindo. Você cai, se rala inteiro, se levanta com lágrimas nos olhos, não são lágrimas de dor pois ainda não está doendo, são lágrimas do susto que você levou. Por isso, continua brincando como se nada houvesse acontecido. Até que sua mãe te vê com sangue nos joelhos e te tira da brincadeira a força, e lava a ferida com água e sabão. E aí sim você sente aquela dor aguda, aquela ardência. É aí que você se dá conta do que de fato ocorreu, da dor que você esta realmente sentido. Então você simplesmente chora.
—  Rabiscos
Yo le digo que a lo que le teme es al silencio, a las palabras no pronunciadas, a lo invisible, a lo ilegible, a lo intraducible. En el silencio no están escritos nuestros miedos. Están escritas las verdades que no queremos ver porque sentimos que no las merecemos, porque son verdades que nos hacen grandes y no queremos crecer, porque da susto aceptar que somos infinitos y que todo lo podemos.
— 

Uno siempre cambia al amor de su vida

    [Por otro amor o por otra vida]

Se que muchos están indecisos con respecto a que youtuber ver jugando Outlast, tomad una pequeña guía y elegid vosotros

Vegetta777: El juega con cabeza, va al punto y le da un toque distinto con la personalidad de él, si quieres ver un gameplay casi perfecto, haciendo todo correctamente pues miralo a él
Casi nunca pilla, no pasa con miedo todo el tiempo, pero un susto si que se lleva como todos.

elrubiusOMG: Es completamente diversión, si no estás muy interesad@ en que haga todo perfecto, o saber como se hace todo correctamente en el juego y solo quieres divertirte mientras ves un buen videojuego, entonces mira a Rubius, explicar lo que esta pasando en el juego no es muy de él, pero seguro te saca una risa con los memes, bromas y cosas que dice.

ArtuxCreed: Youtuber poco conocido, pero si quieres ver el juego con todo lo que puede pasar, Artux te sirve, el es sumamente curioso, demasiado y por eso prueba todo solo para saber que pasa si lo hace y por eso es de pillar mucho, pero es divertido, interesante y un muy buen youtuber.

Espero esto os haya servido
La decisión es vuestra ;D

~Cabaio🐎

Reaction: Salvando-os de um acidente no trânsito

OBS: Bolinhos que eu amo de coração, esse reaction pode parecer meio repetitivo por ter uma variedade pequena de situações, porém eu tentei deixar ao máximo algo bem diferente… Não sei se deu certo shaushuhs Mas espero que curtam bastante, okay?   ()

Keep reading

Colaboração: Imagine/Harry Styles

N/A: Eu amei escrever esse texto, mas quero deixar claro que fui bastante inspirada por um imagine de um blog americano. Espero que gostem!

Boa leitura!

Tinha algo errado. Durante as ultimas semanas, ele estava agindo tão estranho. Sempre parecia estar em outro lugar, todas as vezes que conseguia um pouquinho de sua atenção suas respostas eram curtas e monossilábicas. No começo eu achei que fosse o stress do trabalho ou qualquer outra coisa do gênero. Afinal, fazia todo sentido. Ele saia de casa cedo e só voltava bem tarde pra casa.

“Não sei o que aconteceu” disse baixo, bebericando um pouco do meu café quentinho. Lilly deu de ombros casualmente, enquanto ela olhava o cardápio tentando se decidir. Eu não estava me sentindo tão confortável em casa desde que Harry começou a agir dessa forma, então resolvi respirar um pouco de ar fresco, passar o dia fofocando com Lilly me pareceu uma ótima ideia. Exceto pelo fato de Lilly está me confundindo mais ainda nesse momento.

“Pense no que eu te falei, tem toda a logica”. Ela continuou tentando me fazer concordar com ela. “O que mais ele estaria fazendo? Ele tem chegado tarde em casa, não tem te dado atenção, e outra, vocês só estão juntos a alguns meses. Não faz sentido seu namoro já esta tão frio.” Ela me olhou com certa tristeza e continuou. “Olha, eu não quero ser cruel, mas talvez ele esteja, sabe… olhando ao redor.”

“Harry nunca me trairia” Eu falei um pouco mais alto do que deveria, meu rosto queimava um pouco por ter atraído a atenção de algumas pessoas. “Eu… confio nele” disse, dessa vez mais baixo, Lilly me encarou com um misto de irritação e carinho. “S/N, me ouça, às vezes os relacionamentos não dão certo. Eu sei que você gosta muito dele, mas isso perde um pouco do valor quando ele não sente o mesmo por você. Talvez vocês simplesmente não combinem”.

Nesse momento me veio algumas coisas em mente, nós erámos realmente muito diferentes. Enquanto ele era chamado pra varias festas e entrevistas eu só ficava em casa estudando e assistindo meus seriados na TV. Eu era apenas uma universitária já ele era uma personalidade mundialmente conhecida.

“Meu bem, talvez ele queira uma pessoa que tenha os mesmo interesses que ele, alguém que o entenda mais, Puta que pariu… talvez ele já tenha encontrado outra pessoa, mas ele se preocupa com você e tem medo de te machucar.”

“Não pode ser isso” Eu a cortei, sentindo um aperto no coração, não poderia ser isso. Eu não conseguiria aceitar, não conseguiria.

“S/N” Ela me chamou.

“Não quero falar mais sobre isso.” Disse.

Alguns dias se passaram, Harry veio dormir na minha casa como ele sempre fazia as sextas. Esse seria o momento perfeito pra falar com ele, eu tinha que fazer isso, essa situação estava me sufocando. Estava tão cansada de estar sozinha, de não receber afeto da pessoa que eu mais gostava, eu não queria ser tratada assim pelo meu próprio namorado.

“Amor, está tarde. O que você está fazendo?” Me desfiz dos meus pensamentos com o leve susto que levei, olhei por cima do livro que eu na realidade não estava lendo e avistei o ser de pijamas a minha frente.

“Estudando” Eu respondi em um tom mais baixo.

“Tudo bem, não estude até tarde, você fica louca quando dorme menos que 6 horas.” Ele brincou e pressionou seus lábios no topo de minha cabeça. “Vou dormir.” Um pouco antes de partir em direção ao meu quarto o chamei.

“Podemos conversar?” Perguntei baixinho, sem fazer nenhum tipo de contato visual, mas pude ver em seu rosto uma expressão de curiosidade. Ele caminhou lentamente e se sentou ao meu lado no sofá.

“O que houve?” Ele perguntou, se aconchegando mais no sofá. Ele notou as malditas lagrimas se formando em meus olhos. “S/N o que há de errado” Perguntou visivelmente preocupado.

“É que… eu gosto muito de você, mas eu sinto que você não sente o mesmo. Pelo menos não na mesma intensidade” Fiz uma pausa pra fungar, e limpar as lágrimas que já cortavam o meu rosto. “Eu sei que somos muito, muito diferentes. Na realidade, nem sei o que você viu em mim. Eu… eu só quero que saiba que se você encontrou alguém que seja melhor que eu, vou entender, eu só quero que você seja feliz.” Eu não soluçava, as lagrimas não me impediam de dizer o que eu sentia.

“Eu só não quero ficar num relacionamento sozinha, sem ser feliz e sem te fazer feliz. O máximo de carinho que tenho recebido de você são alguns beijinhos no topo da cabeça.” Disse o que a algum tempo me angustiava.

“S/N”

“Eu só quero que você seja feliz, eu sinto que não somos compatíveis. Não entendo por que você tem estado tão distante de mim, eu quero que me diga o que há de errado e eu sei que você está mal aqui, eu acho que seria melhor se nós…”

“Eu te amo” Ele disparou me interrompendo.

“Por favor, me deixe terminar.” Limpei algumas lagrimas que caiam dos meus olhos sem qualquer permissão minha. “Eu ia dizendo…” O que? O que ele disse? Espere um minuto…  espere um minuto. “O que você disse?”

“Eu sei que eu tenho sido o pior dos namorados, mas nós estamos juntos há alguns meses, e você é o tipo de pessoa que quando se sente pressionada foge da situação, e eu tive tanto medo dessa ser uma dessas situações, eu tive medo de te dizer e você ficar louca e fugir de mim. Eu não aguentaria” Ele disse, suas bochechas ficando em um tom rosado adorável. Ele colocou suas mão em meu rosto em um ato delicado e cheio de carinho. “Por favor, não fuja de mim.”

“Eu te amo tanto” Respondi sem pensar.

Harry piscou algumas vezes, um sorriso lindo tomou parte de seu rosto, ele me beijou, um beijo tão profundo e intenso. Nunca tínhamos nos beijado assim, tinha a sensação de estar sonhando. Paramos o beijo quando o ar se fez necessário. Tudo que vinha a minha mente era -O que caralhos está acontecendo?- Harry parou e me olhou por alguns segundos, piscou rapidamente algumas vezes.

“Diga de novo” Ele disse.

Dei um sorriso sapeca e respondi: “Eu-te-amo” pausadamente, ele sorriu outra vez e começou a me dar vários beijinhos espalhados pelo rosto e pescoço.

Tenho a impressão de que essa pequena frase ainda saíra muito de nossas bocas essa noite. 

Duda- Só queria abrir um parêntese para avisar que quem quiser pode mandar colaborações. Espero que tenham gostado, eu particularmente amei!
Imagine - Harry Styles

espero que atenda as expectativas  ❤

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- Oi, (S/A)! - Jenny me abraçou assim que eu cheguei na faculdade.

- Oi, Jenny! - Apressei o passo. Já sabia o que me esperava. - Você fez falta na sexta…- Ela sorriu fraquinho.

- Eu deixei claro que não voltaria depois daquela noite. - Olhei para o lado oposto de Jenny, dando de cara com Harry.

- Eles terminaram. - Jenny seguiu meu olhar.

- Que bom, para eles. - Suspirei. - Eu tenho aula agora. Nos falamos depois?

- Claro. - Ela acenou fraquinho e eu corri para dentro do prédio de “humanas”.

Eu era a única no grupo que estudava literatura, a única que cursava humanas, então, eles apelidaram meu prédio de humanas. Quase uma homenagem. Enquanto caminhava, sentia um olhar sobre mim, mas me neguei a olhar para trás.

- (S/A), minha linda! – Eliot passou o braço ao redor do meu ombro. – Como estão as coisas?

- Eu já sei que eles terminaram. – Rolei os olhos.

- Quem foi a fofoquei… foi a Jenny, né?! – Ele rolou os olhos. – Ela foi bem rápida.

- Vocês são impagáveis! – Sorri. – Eu preciso mesmo ir para aula.

- Tudo bem, de humanas. Nos vemos mais tarde?

- Claro. – Dei de ombros, já planejando onde eu iria me esconder no intervalo.

Em passos apresados, fui para a sala de aula e lá fiquei até o último minuto da aula, para não correr o risco de me encontrar com a Jenny ou com o Eliot.

As semanas continuaram correndo até que eu comecei a surtar com o final do semestre. Os projetos que eu tinha que entregar e o início do meu TCC. Tinha só mais um semestre para finalmente acabar a faculdade, e nunca mais encontrar Styles e companhia ilimitada. Dia após dia eu tinha Jenny e Eliot no meu pé, dizendo o quanto Harry estava sozinho. Eu não me importava com Harry e sua solidão; eu não queria saber o motivo do término dele com a namorada; eu não tinha mais motivos para conversar com ele.

- Ei! (S/A)! Saideira… lá no bar… na mesma mesa! – Jenny gritou, no meio do campus.

- Não posso! – Falei baixinho e acenei, pegando o rumo para o estacionamento.

Sexta-feira, último dia do semestre. Assim que cheguei em casa, tomei um banho quentinho e coloquei meu pijama favorito; fiz um balde enorme se pipoca e estava decidida a pôr minhas séries em dia. Ninguém me arrancava do sofá antes de eu terminar The Vampire Diaries. Ah, mas não me arranca daqui mesmo!

Foi o que eu pensei até a campainha tocar.

Relutante, deixei minha pipoca de lado e caminhei até a porta, olhando pelo olho mágico e dando de cara com um buque de rosas. Um enorme buque de rosas. Brancas. Minhas favoritas.

Isso só podia ser coisa do Eliot.

Bufando, abri a porta.

Harry abaixou o buque devagarinho. Com um sorriso tímido nos lábios. Me escorei no batente da porta, cruzando os braços.

- Isso foi coisa do Eliot. – Ele estendeu o buque de rosas para mim. – Mas eu vim até aqui pedir desculpas. Principalmente, pela minha grosseria. Eu me arrependo muito de ter tratado você daquela forma. Minhas sinceras desculpas.

- Já terminou? – Joguei o buque de rosas na poltrona próxima a porta. – Eu, realmente tenho mais o que fazer…

- Assistir série? Isso é mais importante do que conversarmos como pessoas civilizadas?

- Não querendo ser ignorante, mas sendo… sim, minhas séries são mais importantes.

- Por favor, (S/N). Eliot me mata se eu não levar você para o bar comigo. – Ele suspirou. - Ao menos aceite minhas desculpas.  

- Aceito o pedido, mas dispenso o convite. – Sorri sem mostrar os dentes. – Já coloquei o pijama e me nego a retira-lo.

- Nem para beber?

- Nem para beber!

- Então marcamos para outro dia. – Harry avançou os poucos passos que nos distanciavam e beijou minha bochecha. – Até mais, (S/A).

E com as mãos nos bolsos, Harry desceu a escadaria do meu pequeno prédio e sumiu do meu campo de vista.

Suspirando, entrei para dentro do apartamento.

- Vamos, (S/N), pare de pensar nele. – Murmurei para as paredes.

Acho que nem preciso comentar que passei o resto da noite pensando naquele infeliz. Antes de dormir e assim que acordei.

Bom dia! Vamos tomar um café? Naquela cafeteria do centro? ” Harry, estava escrito como remetente.

Mas eu acabei de acordar! ” Respondi no instante seguinte.

Passo para te buscar daqui a meia hora. Me espere na entrada do seu prédio! Beijos ”. Como reparei que não teria muito o que argumentar, então apenas fui para o banheiro me arrumar. Pondo apenas um jeans e um suéter.

Desci para a entrada do prédio vendo seu Jaguar E-Type Roadster estacionado bem na porta e você distraído no celular. Sorri. Bati no vidro da janela. Harry jogou o celular longe pelo susto que tomou. A porta foi destravada e eu entre, sentando no banco do carona.

- Achei que ainda ia demorar. – Ele sorriu e beijou meu rosto.

- Pensei o mesmo. – Murmurei.

- Eu estou aqui desde que enviei a mensagem. – Ele corou.

- Porque não me avisou? Você poderia ter esperado lá em cima. – Ele sorriu e deu de ombros.

- Bom, constrangimentos a parte… Hora do café da manhã! – Ele riu alto e arrancou o carro, dirigindo por poucos quarteirões.

Ao chegarmos na cafeteria, escolhemos a mesa mais afastada e tomamos cappuccinos com pequenos croissants de presunto e queijo.

- Como foi a noite de séries? – Ele perguntou.

- Teria sido melhor se eu estivesse acompanhada. – Sorri tímida e tomei mais um gole do meu café.

- E hoje à noite…. Quais são os planos? – Ele perguntou.

- Assistir mais séries…

- E quer companhia?

- Vai se candidatar?

- Sou uma opção?

- Você seria a única opção!

Harry avançou contra meus lábios com tamanha agressividade que em segundos eles estavam dormentes. Eu respirava pesado contra a pele do seu rosto; e sentia seus dedos se embrenharem em meus cabelos.

- Eu vou adorar fazer maratona de série com você. – Ele murmurou assim que partimos o beijo.

- E eu vou amar ter você como companhia.

Quando eu fiquei sabendo que meu pai estava na UTI, não pensei duas vezes e fui correndo para o hospital. Naquele momento eu não queria saber se ele se importava comigo ou não, eu só queria saber notícias dele. No caminho, dentro do ônibus, eu comecei a chorar e a pensar se ia perdê-lo, se eu nunca teria a chance de ter com ele uma relação de pai e filha. Eu não estou preparada para outra perda, faz apenas 3 anos que minha mãe se foi, e ainda não me recuperei por completo. Ele nunca foi um pai presente, nunca se importou se eu estava bem ou não, mas não deixa de ser meu pai. Por muitas vezes eu me perguntei do por que dele ser assim e se a culpa era minha. Eu sofro demais com tudo isso. Já passei várias noites em claro, chorando e tentando entender os motivos. Tantas vezes tentei conversar com ele, saber o que se passa, mas nunca consegui. Ele se fecha no mundo dele e não diz nada. Ontem eu doei sangue pra ele, fiquei o tempo todo no hospital, mas ainda não consegui vê-lo. Eu só quero poder abraçá-lo e dizer que tudo vai ficar bem. Ele precisava ver que eu me preocupo sim e que não só o procuro para pedir dinheiro. Eu só quero que ele me enxergue, note que eu existo e que sinto muito a falta dele. E eu espero que depois desse susto, ele acorde pra vida e pare de beber. Ele precisa perceber que a bebida não esta só acabando com a relação dele com as pessoas, mas também com ele e com sua saúde. Eu desejo do fundo do meu coração que ele saia dessa e possa viver bem com ele mesmo, para assim dar o melhor para aqueles que realmente se importam com ele.
—  A vida de Amanda Líria.  

Pedido: Queria um em que ela esta gravida de dois bebês (5/6 meses) e pede ajuda a ele pra pegar algo que caiu no chão e ele n vai pq esta jogando c os meninos, ai ela se abaixa p pegar e o resto você escolhe como vai ser. Com o zayn, plis.

           Estava cada vez mais difícil se locomover com aquela barriga gigante, não só se mover, fazer qualquer coisa com dois bebês dentro do meu corpo não estava sendo uma tarefa fácil. Quando descobri que estava grávida já foi um grande susto, imagina descobri que tem duas crianças se formando dentro de você. Eu estava cada vez mais inchada, meus pés e meu rosto estavam parecendo uma bola eu contava os dois para que aqueles bebês saíssem de dentro do meu corpo. Acho que as pessoas esquece-se de falar como a gravidez não é um poço de maravilhas, ser mãe não é uma coisa fácil, minhas costas não param de doer e tudo o que eu como eu facilmente vomito.

           E o meu marido Zayn até que me ajuda em algumas coisas, mas parece que a ficha dele ainda não caiu que daqui a alguns meses ele vai ser tornar pai, e às vezes parece que eu estou lidando com três crianças. Sentei-me na cama e liguei a televisão do quarto, já que o Zayn trouxe os meninos para jogar vídeo game é um alivio pelo menos não vou ter que ficar aguentando daquelas brincadeiras bestas do Zayn de como eu estou parecendo um lutador de sumo. Tentei encontrar uma posição boa para assistir, mas de todas as maneiras parecia estranhamente desconfortável. Eu me mexia tanto na cama que o controle remoto da televisão acabou caindo no chão junto com o meu celular, bufei alto.

- Zayn. – Gritei. – Você pode subir até aqui?

           Depois de alguns segundos. – Eu estou ocupado agora. – Ele disse gritando do andar debaixo.

           Ok, eu posso fazer isso sozinha. Sentei-me na cama e estiquei meus braços só que em questão de segundo meu corpo venho ao chão, senti minha barriga batendo no chão, soltei um grito não de dor, mas de desespero. Levei minhas mãos direito para minha barriga e comecei a chorar. Escutei passos vindos da escada, Liam foi o primeiro que pareceu juntamente com o Zayn. Zayn pegou-me no colo e me colocou na cama.

- Meu Deus, o que eu fiz. – Ele dizia desesperado com as mãos na cabeça. – Liga logo para o medico. – Ele gritava.

           Eu não conseguia dizer nada, apenas fiquei rezando para que nada de mal acontecesse com os meus bebês. Zayn sentou-se do meu lado e olharam para mim, seus olhos estavam cheios de lagrimas. Eu não conseguia sentir raiva dele nesse momento, isso não é sua culpa e sim minha culpa.

- Vai ficar tudo bem…

- Se eu tivesse vindo aqui, você não iria ter se machucado. – As suas lagrimas começaram a escorrer dos seus olhos.

- Vai ficar tudo bem. – Eu tentava me controlar, mas o medo de perder meus filhos estava cada vez maior.

           Assim que os médicos fizeram todos os exames, eles constataram que os bebes não tinham sofrido nada, eles estavam bem assim como eu, eu só deveria tomar mais cuidado. Zayn ficou a todo o momento do meu lado, depois desse susto acho que vai ser difícil ele sair de perto.

- Desculpe-me, às vezes eu não tenho noção que eu vou ser pai. – Ele disse beijando o topo da minha cabeça. – Eu juro que vou dar mais atenção para você e para os nossos filhos.

- Esta tudo bem, eu estou bem. – Dei um selinho nele. – Eu te amo.

intenso

tem que ser um tapa na cara
um soco no meio dos dentes
que faz sangrar
tem que correr por quilômetros
e não conseguir respirar
tem que trepar sete vezes
em uma tarde inteira e não mais
ser capaz de sentir as pernas
tem que suar tanto que
o corpo escorrega entre as mãos
tem que voltar de um show
com as costas marcadas
tem que fazer o coração pular
com o efeito de duas cafeteiras cheias
tem que arrepiar com o susto
de acordar de um pesadelo
tem que deixas as mãos tremendo
de ficar dias sem comer direito

tem que ser tudo isso
ou não tem que ser
nada.