que delicinha

IMAGINE HARRY STYLES

-(Sn), meu amor, você não acha que já está na hora de parar com as bebidas?- tentei perguntar em seu ouvido com a esperança de que conseguisse me entender mesmo com todo o barulho de música que abafava minha voz preocupada. Estávamos na festa de aniversário de Sam que resolveu comemorar em uma das melhores boates de Londres, extremante conhecida por ter as melhores e mais fortes bebidas, e somando isso com o fato de que finalmente (Sn) estava de férias de sua cansativa faculdade, o resultado é um porre histórico por parte da minha namorada que não estava acostumada a beber tanto, preocupando-me com a ressaca que ela teria no outro dia.

-O que? Parar? Mas eu nem comecei ainda, Harry, fica de boa que eu estou MA-RA-VI-LHO-SA -gritou em meu ouvido.

-Então que tal começarmos com calma, hein?- tentei mais uma vez, aproximando-me dela no sofá em que estávamos sentados e tomando o seu copo que continha um líquido colorido que havia encantado ela desde que chegamos na festa, há três horas ou dez copos atrás.

-Olha, Harry..- começou a dizer com aquela voz arrastada e um pouco embolada típica de quem já devia parar com as comemorações, apontando o trêmulo dedo em minha direção com uma cara muito séria- eu já te falei que estou bem e que não vou parar de beber porque ainda nem comecei, então, não toque no meu copo ou tente tirá-lo de mim, porque isso é muito chato e eu vou ficar muito chateada com você, você ouviu bem?- terminou séria, olhando no fundo dos meus olhos e se não fosse por sua voz nitidamente alterada, eu teria acreditado nela.

-Ok. Tudo bem, me desculpa.- preferi observar de fora e tentar evitar algo que ela pudesse se arrepender depois do que evitar que ela ficasse mais bêbada ainda, o que claramente a chatearia.

Não que eu fosse um santo que nunca tivesse ficado bêbado ou um machista que acreditasse que mulheres não podem beber o quanto quiserem porque elas ficariam “vulgares”, “não dignas de respeito” ou qualquer coisa do tipo, mas a (Sn) realmente não é de beber e tem o estômago muito fraco, o que realmente me preocupa, e além do mais, poderia fazer algo que se arrependesse depois, até porque o primeiro porre é o que nós fazemos mais besteiras, como ficar nu em cima de uma mesa, como foi o meu caso, e sei que ela ficaria realmente constrangida e chateada se descobrisse que fez algo vergonhoso perto da maioria dos nossos amigos mais próximos e eu não a impedi, como aquela vez em que ela me impediu de postar um vídeo no meu Instagram em que eu estava muito bêbado e dizia um monte de merda sobre certas pessoas que eu ainda não tinha o poder de afrontar.

-Acho que vou dançar- levantou-se animada e resolvi ir junto, ficando atrás dela e segurando sua cintura possessivamente, demarcando meu espaço visível para os outros urubus que não paravam de encará-la desde que chegamos na festa, mas apesar de tudo, eu não os culpo, afinal, minha namorada era realmente muito linda e estava mais ainda com o seu vestido preto curto brilhoso que a deixava uma delicinha.

Parei abruptamente de encarar sua bunda quando ela resolveu se virar para falar algo comigo, mas do nada se desequilibrou e caiu para frente, com seu rosto em minha barriga quando eu a segurei pelos braços. Tentei levantá-la mais uma vez pois ela fazia força para continuar na mesma posição em que estava, surpreendendo-me quando senti que ela lambia minha barriga por cima da blusa social preta que usava. Ainda sem entender direito o que havia acontecido, puxei ela com mais força, segurando sua cintura para que não caísse mais uma vez, já que seus joelhos estavam visivelmente trêmulos e fracos.

-Ual- gesticulou com a boca quando ficou com seu rosto em frente ao meu, apesar de encarar fixamente meu peito que era evidenciado pelos botões abertos da minha camisa. Suas mãos foram para meus ombros, descendo para o braço e apertando-o enquanto passava a língua pelos lábios.- adoro isso em você…

-Isso o que?

-O quanto você é viril…- sussurrou erguendo as sobrancelhas e não pude evitar fazer o mesmo com seu comentário inesperado e estranho- nossa, Harry, esse seu jeito forte e grande, com essas mãos enormes…- jogou a cabeça para trás quando tocou minhas mãos que a seguravam pela cintura, fazendo-me questionar o que tinha naquela bebida colorida- Ah Harry!! Adoro quando essas mãos estão dentro da minha calcinha- gritou, chamando atenção de algumas pessoas que riram enquanto nos encaravam- tocando na minha…

-Ok, chega!- apertei mais forte sua cintura, puxando seu corpo para perto do meu em uma tentativa de fazer com que ela levantasse a cabeça e parasse de gritar obscenidades.- acho que já está na hora de irmos embora.

-Ah, mas já?-fez um biquinho extremamente fofo- eu não quero ir embora, Harry.

-Já está tarde, (Sn).- deu de ombros- o que você quer então?- suspirei desconfiado quando vi seus olhinhos brilharem e um sorriso maroto se formar em seus lábios vermelhos.

-Eu quero te dar.

-Você quer o que?- perguntei já sorrindo.

-Eu quero te dar. Aqui.

-Aqui não dá, meu amor.- esclareci calmamente já pensando no que faríamos quando chegássemos em casa, ficando surpreso quando ela se afastou, batendo o pé no chão com os braços cruzados.

-Aqui dá sim, Harry. Eu quero que você me coma aqui e agora!

-O que te deu hoje, (Sn)?- perguntei cada vez mais sorridente e ansioso, mas ainda surpreso pelo vocabulário da minha namorada que apesar de adorar um sexo sujo e cheio de palavras pesadas, nunca as proferiu tão facilmente ou com tanta frequência.

-Eu to muito molhada, louca para te dar. Vai, me come, Haaaaaarryyyyyy….

-Tudo bem, tudo bem, eu como, mas vamos ali para o cantinho debaixo da escada e ai eu vou poder…

-NÃO, HARRY!! Eu quero AQUI!!

-Aqui? No meio da pista de dança?- assentiu- você tá doida?

-Tô, Tô doida para te dar, meu cachorrão!!!!- riu descontroladamente enquanto meus olhos triplicavam com o apelido ridículo e broxante.

-Cachorrão? Sério, (Sn)?

-Sim, meu cachorrão, meu gatão, meu tigrãoooooooo- uivou imitando um lobo- vem que hoje eu quero cruzar!!- Gritou no exato momento em que a música acabou, antes da próxima começar, fazendo com que as pessoas virassem a cabeça na nossa direção como a menina do exorcista.

-(Sn), vamos embora daqui pelo amor de Deus!!- puxei seu corpo de maneira impaciente louco para ir embora do lugar que com certeza nunca mais voltaria mas fui puxado e encurralado em um dos pilares do local por uma louca descontrolada e ninfomaníaca brega que se dizia minha namorada que nesse exato momento puxava seu curto vestido para cima como se fosse tirá-lo. Arregalei os olhos quando notei, tentando tirar suas mãos da barra do vestido sem me importar se estava em público ou se estava sendo muito agressivo- Que merda você está fazendo? PARA!

-Mas você não vai me foder? Ah, Harry, eu vou te dar uma surra de boceta que você nunca levou antes e..

-EU NÃO VOU TE COMER!- gritei nervoso ainda sem saber como agir ao certo, mas tendo a certeza que eu nunca deveria ter dito aquilo no momento em que ela ficou estática e seus olhos se encheram de lágrimas.

-Você não me quer, Harry? O que eu fiz de errado? Eu não sou mais bonita para você? Você não deseja mais meu corpo nu? Eu sou feia?- começou a chorar compulsivamente, gritando algumas vezes como se estivesse sentindo dor, abraçando-se desolada enquanto as pessoas me olhavam como se eu fosse o pior monstro que já habitou a terra ao partir o coração da pobre moça indefesa que só queria me dar uma surra de boceta.

-Não, meu Amor, (Sn), olha pra mim, por favor- tentei tocar em seu ombro desesperado mas ela se esquivava até se ajoelhar no chão e continuar chorando- eu vou te comer, amor, eu vou te comer. (Sn), pelo amor de Deus, para de chorar.

-Ei, branquelo- olhei para trás no exato momento em que ouvi uma voz extremamente rouca me chamar e me virei dando de cara com um homem alto e forte com um terno que evidenciava que era o segurança do local - o que você fez para a moça?

-Eu…eu não fiz nada, eu juro… Não é, (Sn)?- me virei de volta vendo que  ela continuava ajoelhada mas com o rosto para cima, assistindo a cena enquanto seu rímel escorria em sua face.

-Ele estava humilhando a moça. Fez ela chorar e tudo- uma mulher visivelmente alterada de raiva gritou para o segurança e só então percebi as pessoas observando a cena.

-Você estava humilhando ela, seu branquelo de merda? Ah, mas eu vou te quebrar inteiro!- agarrou a minha camisa aberta, deixando-me de cara a cara com a morte.

Mas quando eu achava que esta era minha ultima noite vivo, (Sn) se levantou sorrindo e tocou no braço do monstro de terno que ainda me apertava fortemente.

-Está tudo bem, ele não me humilhou. Pode soltar ele- disse calmamente, sorrindo para ele que apenas a encarou com desconfiança.

-Não precisa ter medo dele, pequena, eu vou quebrar ele tanto que eu duvido que ele tenha coragem para te procurar depois.

-Eu não quero que você quebre ele. Ele é meu namorado e eu preciso dele inteiro para me comer mais tarde. Depois, se eu precisar, eu te procuro.

-Promete? Odeio esses retardados que humilham as mulheres.

-Prometo. Agora, solta ele- com um olhar raivoso e um rosnado, o grandalhão me soltou, limpando as mãos e dando uma cartão para minha namorada.

-Aqui, qualquer coisa, me liga.

-Muito obrigada, querido, você é muito gentil- abraçou-o - vamos, meu amor- pegou na minha mão, puxando-me para fora do local enquanto eu ainda tentava me recuperar do que havia acontecido- você vai me comer mesmo, não é?

[…]

-(Sn), pelo amor de Deus, para com isso- grunhi frustrado e já ficando irritado com o comportamento da minha namorada que resolveu abrir as pernas dentro do carro e começar a se tocar para me deixar excitado. O problema é que estávamos em uma das avenidas mais movimentadas de Londres e ela estava masturbando a perna dela, já que não conseguia encontrar a sua boceta.

-Você não quer me comer agora, meu amor? Porque eu quero te dar de quatro agora mesmo- sorriu quando, aparentemente, teve uma ideia mirabolante. Com dificuldade, tirou o cinto que eu tive tanta dificuldade para colocar nela e simplesmente ficou de quatro no banco, com sua bunda enorme virada para mim enquanto seu rosto era pressionado no vidro do carro- vai, Harry, come essa boceta com esse seu pau enoooorme e grossoooo, oh, Harry, eu amo o seu pau…-Começou a gemer enquanto mexia a sua bunda na minha direção como uma louca, fazendo com que alguns motoqueiros tentassem andar mais colados com o meu carro só para ver mais da cena.

Puto da vida, dei sinal e encostei o carro, puxando-a para que voltasse a ficar sentada, travando uma guerra com o cinto de segurança.

-Olha, você está excitado- bateu palminhas extremamente feliz pelo feito enquanto eu pensava o quanto, nós, homens, éramos patéticos.- eu quero te chupar!- declarou e ferozmente, lutou contra o cinto e conseguindo abrir minha calça e puxar meu pau para fora dela, mas se desequilibrou novamente, caindo de cara no meu colo, dificultando meu trabalho de levantar sua cabeça pelo cabelo.

E como se fosse para debochar mais ainda da minha situação, nesse exato momento escuto alguém batendo na janela do meu carro, mas achando que era algum pervertido, apenas mostrei o dedo do meio para a pessoa que bateu mais forte no vidro, surpreendendo-me quando virei pronta para xinga-la e descobri ser um policial.

E como cereja do bolo, (Sn) conseguiu se levantar no momento em que eu abri o vidro, com a boca aberta e babada por causa da queda, deixando em evidência meu pau duro para o policial que abriu a boca em sinal de descrença.

-Inferno!!! Não é nada disso que o senhor está pensando…

[…]

-Droga, por que você teve que trocar a fechadura desse caralho?-perguntei extremamente puto, em um nível de putisse elevado, nunca antes chegado. Havia acabado de chegar da delegacia onde tive que implorar de joelhos para que acreditassem em mim e não me prendessem, recebendo uma multa gigantesca e tendo que aguentar (Sn) implorando para que eu a comesse dentro de uma cela. O que caralho tinha naquela bebida colorida???

-Eu perdi minha outra chave e tive que trocar a fechadura, meu amor- sussurrou em meu ouvido enquanto eu testava uma das vinte chaves do chaveiro e a segurava com o outro braço.

-E qual é a merda da chave certa?

-Eu não sei, mas quem se importa? A principal você já tem. A do meu coração- citou brega, calando-se quando a olhei duramente- mas se você quiser, tem a chave da minha calcinha também…

-Achei, finalmente!!- comemorei quando a porta se abriu, esquecendo que (Sn) estava apoiada em mim, derrubando-a no chão, Mas conseguindo segurá-la igual na boate, só que com a cara dela na linha da virilha. Revirei os olhos quando ela colocou a língua para fora e começou a me lamber mesmo por cima da calça, pulando de susto quando notei um casal de senhores, vizinhos da (Sn), observando-nos boquiabertos e horrorizados.

Pensei em dizer algo, até tentei puxar (Sn) para cima novamente, mas depois de tantas explicações dadas em uma mesma noite, resolvi que o melhor era fingir que nada havia acontecido. Virei (Sn) ao contrário no chão mesmo e a arrastei pelo mesmo até entrarmos no seu apartamento, não esquecendo de desejar uma boa madrugada para os velhinhos ainda estáticos no corredor que assistiam (Sn) gritar animada, sorrindo para eles.

-Finalmente vou ser comida!!- tampei sua boca quando a larguei no chão da sala- é sério, Harry, ensopada do jeito que eu estou, jorrando esse líquido como se fosse uma cachoeira, e se isso fosse água, eu resolveria facilmente o problema de falta de água no mundo..- riu descontrolada com sua piada brega, fazendo-me revirar os olhos enquanto preparava minha coluna para a difícil tarefa de pegá-la no chão. - agora vem, meu leão, faça-me rugir com seu mastro poderoso- gritou quando a joguei na cama, abrindo as pernas e tirando a sua minúscula calcinha de “quero te dar hoje”.

-Aaaah, mas eu vou te mostra meu mastro poderoso, (Sn), você mal perde por esperar.- sussurrei para ela que se arqueou toda na cama- eu só vou fechar a porta da sala que eu deixei aberta e volto aqui para te mostrar o quão puto eu estou…

Sai do quarto correndo e fechei a porta, trancando-a e decidindo me despir ali mesmo, tocando-me levemente só para deixar tudo no ponto de bala, extremamente duro para (Sn), porque eu ia foder tanto essa filha da puta que ia tirar a virgindade do seu estômago!

-Queridaaaa, cheguei e se prepare que eu vou…. MAS QUE PORRA É ESSA???- gritei puto de raiva quando encontrei (Sn) dormindo em um sono profundo na cama, chegando a babar no travesseiro- aaaah, mas isso não vai ficar assim, mas não vai MESMOO!! ACOOOOOOOORDA!!!!- chacoalhei seu corpo com a maior força que consegui, obtendo apenas um resmungo por parte dela, deixando claro que ela não iria acordar nas próximas horas.

Sentei-me desolado na cama, abraçando minhas pernas e tentando me convencer do porque eu não podia afogá-la ou mata-lá com um travesseiro, não impedindo quando um solitário suor masculino escorreu pela minha face vermelha de raiva e frustração. E para piorar tudo, meu pau extremamente duro não parava de latejar, querendo alívio.

Aaaah, mas essa filha da mãe me paga!

Capítulo 30

Vanessa: Eu te trouxe aqui, porque quero te fazer uma pergunta. – Ela não falava nada, apenas me olhava atenta. Meu coração estava quase saindo pela boca. Ela sorriu ao notar que eu estava nervosa. – Clarinha…- Segurei suas mãos. -…aceita namorar comigo? – Ela sorriu novamente.
Clara: Aceito. – Foi minha vez de sorrir.
Vanessa: Toma. – Tirei uma caixinha do bolso do meu short e a entreguei.
Clara: Não creio. – Sorriu e pegou a caixinha da minha mão. Ela abriu, leu e começou a rir. – Bestinha. Não tem problema. – Me deu um selinho. 


Dentro da caixinha havia um bilhete no lugar do anel dizendo: ‘amor, desculpa, mas o dinheiro ficou curto esse mês, assim que der, te compro um anel lindo.’

Vanessa: É brincadeira. – Tirei do outro bolso outra caixinha e a entreguei. – Aí está.
Clara: Você não presta, cara. – Ela abriu a caixinha, olhou o anel e me olhou nos olhos. – É lindo.

Eu sorri, peguei o anel da caixinha, segurei sua mão e coloquei em seu dedo.

Vanessa: Esse anel vai ser o símbolo do nosso compromisso e da minha promessa.
Clara: Promessa?
Vanessa: É. – A olhei nos olhos. – Prometo que serei fiel a você, que jamais vou te magoar ou fazer algo que a faça chorar. Prometo que vou dar o melhor de mim pra te fazer feliz, que vou achar um jeito de te conquistar todos os dias de um jeito diferente. Prometo que enquanto eu ver esse brilho dentro dos teus olhos, eu vou estar aqui por você e por nós.

E foi falando isso, que pela primeira vez a vi chorar. Ela tentava falar algo, mas só conseguia chorar e sorrir ao mesmo tempo. Eu apenas sorri e a abracei fortemente. Ao falar essas coisas pra ela, eu não esqueci que ela é uma mulher comprometida, que há um noivo que a espera em outra cidade. Não, não esqueci, mas confesso que naquele instante, fiz de conta que só existia eu e ela e ninguém mais.

Alguns minutos depois ela me olhou.

Clara: Obrigada.
Vanessa: Obrigada?
Clara: Obrigada por ter entrado em minha vida. – Sorri e selei meus lábios aos dela.

Como já era tarde e Clara acordaria cedo no dia seguinte, ficamos bem pouco na praia e logo fomos pra casa dormir. Na manhã seguinte, ela me deu um beijo, dessa vez sem me acordar, e foi pro trabalho. Eram nove horas quando eu acordei.

Mayra: Bom dia Van.
Vanessa: Bom dia May. Como passou a noite?
Mayra: Muito bem e você?
Vanessa: Também. 
Mayra: Que calor que ta fazendo hoje.
Vanessa: Realmente, hoje ta demais.
Mayra: Topa ir na praia comigo?
Vanessa: Boa idéia May. Que horas você quer ir?
Mayra: Por mim vamos agora mesmo. To louca por um mergulho. Vamos?
Vanessa: Vamos. – Sorri. – Vou trocar de roupa e já volto.

Enquanto fui pro apê do Junior trocar de roupa, May fez o mesmo. Esse passeio seria bom pra mim conhecer melhor a prima de Clara. Em questão de poucos minutos estávamos na praia. Demos um mergulho, e outro e outro e resolvemos tomar uma corzinha. 

Mayra: Esse ventinho, que delicia. 
Vanessa: Apesar de morar aqui perto, faz uma cara que nem venho a praia. – O celular de May toca.
Mayra: Só um minuto Van. Alô. Oi Clarinha, bem sim e você? É, eu to com ela aqui na praia, ta muito calor. Ta bom, pêra aí. – Ela me oferece o celular. – A Clarinha quer falar com você. – O peguei.
Vanessa: Oi amor. Sim, sim e você? Sim senhora patroa. – Sorri. – Ta bom, beijo. – Devolvi o celular a May. – Ela quer falar com você.
Mayra: Oi. Ta bom, pode deixar, beijocas. – Desligou. – Ela mandou eu ficar de olho pra ninguém chegar perto de você. – Sorri.
Vanessa: É uma boba mesmo.

Tomamos uns dois sucos e continuamos a conversa.

Mayra: Então você levou minha prima pro caminho da perdição? – Sorrimos.
Vanessa: É o que parece.
Mayra: A Clarinha nunca foi de se envolver assim.
Vanessa: Ela comentou comigo.
Mayra: Cuida bem dela, viu?
Vanessa: Pode deixar, enquanto ela estiver comigo, farei tudo pra ela estar sempre feliz.
Mayra: Por que disse ‘enquanto ela estiver comigo’? Pretende deixar ela algum dia?
Vanessa: Bem capaz. Mas sei lá, tem o Fabian na história. Esse relacionamento a três não é pra vida toda, né?
Mayra: Ela ta há anos com o Fabian e nunca se envolveu com outras pessoas. Agora ela esta com você, já é um bom sinal. É só questão de você saber conquistar ela.
Vanessa: Acha que algum dia ela largaria o Fabian pra ficar comigo?
Mayra: Se você soube conquistar ela. – Sorriu.

Eu pretendia continuar a conversa, mas dois garotos se aproximaram de nós. 

xXx: Bom dia meninas. – Nos olhamos.
Vanessa: Bom dia.
Mayra: Bom dia.
xXx: Eu sou o Cadu e esse aqui é meu parcero Guto. Podemos nos sentar aqui com vocês um pouco?
Mayra: Fiquem a vontade.
Cadu: E como as princesas se chamam? – Ê que essa é velha, pensei. 
Mayra: Me chamo Mayra e essa é a Vanessa.
Guto: Lindos os nomes de vocês. São irmãs?
Vanessa: Amigas.

Cadu se aproximou de May e o Guto de mim.

Guto: Você é muito linda, sabia?
Vanessa: Sabia. – Ele sorriu.

Cadu: Ta sozinha princesa?
Mayra: Não, eu to com a Vanessa.
Cadu: E o namorado?
Mayra: Não tenho.
Cadu: Eu também sou solteiro.
Mayra: Legal.
VanessaEssa May é foda! - Sorri.

Guto: Quer ficar comigo gatinha?
Vanessa: Não.
Guto: Não? Mas você nem pensou um pouquinho.
Vanessa: Ah ta bom. – Fiz que estava pensando. – Não, não quero ficar com você. – Sorri.

Cadu: Você vai ficar comigo, né amor?
Mayra: Eu to bebendo suco e não cachaça bebê.

Eles se olharam, insistiram mais um pouco em nós e logo depois de alguns foras, resolveram ir embora.

Mayra: Afff, homem é tudo igual!
Vanessa: Nem me fale. – Tomei um gole do meu suco. – E aí May, você não tem namorado?
Mayra: Não. Não tenho sorte com relacionamentos.
Vanessa: Já fui assim, mas uma hora a pessoa certa aparece.
Mayra: Desisti de encontrar meu príncipe.
Vanessa: Não fala assim. E uns beijinhos você tem dado, né?
Mayra: Nem isso.
Vanessa: E por que você dispensou o guri?
Mayra: Não curto ficar com caras que não conheço, ainda mais galinhas.
Vanessa: Se você espera por um cara que não seja galinha, vai morrer solteira e virgem.
Mayra: Eu não sou virgem.
Vanessa: Foi modo de falar.
Mayra: Você também não tinha sorte?

E assim fomos conversando mais um tempo, resolvemos almoçar ali na praia mesmo, em um restaurante próximo dali. Bebemos alguns copos de cerveja e fomos pra casa com o sol quase se pondo. O pessoal estava reunido já.

Clara: Até que enfim vocês chegaram.
Mayra: Nos perdemos na praia. Meeeeeeeeeeeeu Deus. – Eu estava abraçada a May, digamos que ela havia exagerado um pouco na bebida.
Paula: E pelo jeito não estão sozinhas.
Junior: Cachaceiras!
Vanessa: Que? Bebemos só duas ou três garrafas.
Clara: A May sempre foi fraca pra bebidas.
Mayra: Eu não.
Clara: Vai tomar um banho May, vai.
Mayra: Eu vou. Tchau parcera de dar fora. – Caiu na gargalhada e foi pro seu quarto.
Clara: Que papo é esse de dar fora?
Vanessa: Uns caras chegaram na gente na praia e botamos eles pra correrem.
Junior: Botaram mesmo?
Clara: Foi só isso mesmo?
Vanessa: Foi amor. – Me aproximei dela e dei um selinho. – Como foi o serviço?
Clara: Cansativo, mas deu tudo certo.

Ficamos conversando enquanto Paula e Junior faziam o jantar. May saiu do banho e se juntou a nós. Logo jantamos e cada um foi para o seu quarto. Claro, Paula dormiu com Junior e eu com Clara, rs.

Vanessa: Senti sua falta durante o dia.
Clara: Mesmo ou nem lembrou de mim na praia? – Eu sorri.
Vanessa: Claro que sim. – Me abraçou apertado e eu me ajeitei na cama, ao seu lado.
Clara: Ainda bem que amanhã é sexta.
Vanessa: Por falar em sexta, amanhã é meu dia de tocar na boate.
Clara: Ih.
Vanessa: Ih nada. Você vai comigo, né?
Clara: Claro que vou e vou correr todas as piriguetes que se aproximarem de você. – Sorri novamente.
Vanessa: Ciumentinha. – Apertei de leve seu nariz e ela sorriu.
Clara: Sou mesmo. 
Vanessa: Vou fazer o mesmo viu? – Ela sorriu.
Clara: Você nem é ciumenta.
Vanessa: Você que pensa.
Clara: Sério?

Vanessa: Demais. To sempre cuidando do que é MEU.
Clara: Senti firmeza. – Sorrimos.
Vanessa: Leva a May também, isso é, se ela curte esse tipo de ambiente.
Clara: May não tem preconceito. Quem sabe uma sapa dá em cima dela e ela desencalha. – Sorriu.
Vanessa: Não fala assim amor. – Não consegui e sorri também. – May é gente boa, não entendo porque não se da bem em namoros.
Clara: É sério amor, quem sabe ela fica com uma garota lá.
Vanessa: Será?

Ficamos jogando papo fora mais um pouco e logo o celular dela tocou, pela expressão que ela fez, pude perceber que era Fabian. Outra vez ela me pediu licença e foi atender a ligação em outro cômodo do apartamento. Fiz que não me importei e sorri até ela sair do quarto. Respirei fundo algumas vezes e engoli aquela situação, não demorou muito e Clara voltou se jogando ao meu lado na cama.

Clara: Dá beso. – Fez bico querendo o beijo. Eu sorri e fiz o bico selando ao dela. – Que delicinha! – Sorriu.
Vanessa: Ta cansadinha amor? – Levei minha mão até seu rosto e o acariciei.
Clara: Um pouquinho amor, por que?
Vanessa: Da pra fazer momo? – Ela sorriu e apertou a pontinha do meu nariz.
Clara: Safadinha! Claro que dá amor. – Sorri demonstrando ter adorado a resposta.

Sem prolongar mais o assunto, deitei parte do meu corpo sobre o dela e comecei a beijá-la. Levei minha mão até sua cintura, acariciei e fui subindo ela em direção ao seu seio por baixo da blusa. Logo o toquei e a senti sem sutiã. Apertei levemente seu seio arrancando uma ofegação dela que fez meu corpo estremecer.

Aos poucos fui subindo sua blusa até mais acima de seus seios, deixando-os expostos. Passei levemente meu polegar por um biquinho e logo levei meus lábios até ele, dando-o uma leve chupada. Me separei um pouco do corpo dela e fiquei de joelhos para tirar sua blusa. Logo que me livrei dela, voltei a chupar seu biquinho, massageando com minha mão o outro. Tremi minha língua em seu biquinho e senti sua mão forçando minha cabeça mais pra baixo, pude entender o que ela queria e assim fiz. Fui passando a pontinha da minha língua por sua barriga até chegar abaixo do seu umbigo, dando uma leve chupada naquela região. Coloquei novamente minha língua pra fora de minha boca e contornei seu umbigo, arrancando alguns gemidos baixo de Clara. Penetrei lentamente minha língua em seu umbigo e comecei a fazer vai e vem nele como se fosse em sua intimidade. Seu corpo já estava inquieto e a cama sendo bagunçada por suas mãos que não paravam quietas. Com minha mão livre, abaixei um pouco seu short e comecei a distribuir chupadas em sua bexiga fazendo ela forçar minha cabeça mais pra baixo. Juntei minha outra mão ao seu short também, e fui abaixando-o até me livrar por vez dele jogando-o no chão. Clara estava com as pernas flexionadas e afastadas e eu entre elas. Aproximei meu rosto de seu corpo e passei minha língua, na altura do seu clitóris por cima da calcinha. Logo comecei a massageá-lo ainda por cima da mesma.

Clara queria que eu a tocasse logo, porém eu estava afim de torturá-la um pouco. Coloquei mais uma vez minha língua pra fora e passei em sua virilha de cima pra baixo e de baixo pra cima várias vezes enquanto ela tentava levar seu sexo até minha língua sem sucesso. Faz logo amor, eu to muito molhada. Disse ela. Resolvi parar a tortura, não por ‘pena’, mas sim porque Clara acordaria cedo no dia seguinte. Puxei sua calcinha para o lado e passei minha língua da sua entradinha até o seu clitóris por entre seus lábios pequenos. Logo comecei a massagear seu clitóris lentamente enquanto ela rebolava em meus lábios. Levei minha mão até seus lábios pequenos e os afastei, deixando mais exposto seu clitóris pra mim. Aproximei minha língua dele e comecei a tremer ela ali bem rapidinho fazendo Clara gemer mais alto. Talvez ela havia esquecido de que não estávamos sozinhas no apartamento, May dormia logo ao lado do nosso quarto. Se bem que, com o álcool que havia ingerido, estaria no milésimo sono. Desci rapidinho minha língua até sua intimidade e comecei a fazer vai e vem dando uma forte chupada em seguida. Logo voltei a tremer linha língua em seu clitóris e a chupá-lo vez em outra. Não demorou muito e Clara deu aquele gemido demonstrando ter gozado e realmente tinha, desci minha lingüinha até sua intimidade e senti ela bem molhada, brinquei um pouquinho mais ali, arrancando alguns outros gemidos dela e logo voltei a deitar ao seu lado.

Vanessa: Delicinha! – Dei um selinho nela que estava desfalecida sobre a cama.
Clara: Você me cansa, guria. – Seu corpo estava suado e sua respiração ainda acelerada.
Vanessa: Vai se acostumando. Quando tivermos tempo, vai ser uma atrás da outra. – Sorrimos juntas. 

Antes de adormecermos, pedi que ela me chamasse assim que acordasse, pois precisava baixar umas músicas pra tocar na boate. Na manhã seguinte, assim ela fez. Como de costume, me acordou com um beijo e foi tomar seu banho, enquanto eu preparava seu café da manhã. Após o café, ela pegou suas coisas e foi para o seu trabalho, já eu, arrumei a louça do café e fui pro apê do Junior.

Junior já havia saído para trabalhar também, liguei meu notebook e comecei a baixar e organizar as músicas que eu precisava. A manhã passou voando e a tarde mais ainda. Já era noite, eu já tinha me arrumado, então resolvi ir até o apê das meninas pra ver se elas já estavam prontas.