que brutos !

Eu sei que é difícil me aturar, eu sei que sou briguento, bruto e exagerado. Mas apesar dessa cara de brabo e da apatia, eu preciso de alguém que fique, eu preciso de atenção dobrada, alguém que me ouça mesmo quando não digo nada, alguém que continue mesmo quando eu ofereço todos os motivos para ir embora. Eu preciso de alguém real, que goste de mim com todas as minhas falhas e irregularidades, que enxergue além dos erros distorcidos. Eu sou apenas um pirralho enjeitado, com medo de ser abandonado.
—  Gabriel Mariano.

agora que eu tô vendo que tu é louca, falou pra mim que gosta de sexo bruto, se eu quebrar essa mina onde eu compro outra

mas sabe, eu gosto de você.  não só da sua falta de jeito, mas também da covinha que forma no seu rosto quando você ri. e de como você fica sem graça quando eu fico te olhando e cutucando-a. é que você é lindo. sério. e nem falo do jeito que seu corpo encaixa bem no meu. e que corpo. ou dos olhos cansados com mais cílios que os meus. eu falo da bondade que você traz ai no peito, enquanto tenta pagar de badboy. quando você insiste nessa mania idiota de ser tão bom quando o mundo é tão cruel com você. e você nem liga. você sorri  e se desculpa porque não quer magoar ninguém. você é lindo. até quando tenta me assustar com sua cara de mau, mesmo sabendo que nunca me intimidou com isso. isso envolve até o seu jeito viril de tentar cuidar de tudo e me proteger, quando me dá bronca porque não comi direito e quando me abraça forte, tipo muralha. resistente a dor, mas meio frágil ao que me machuca. é lindo o jeito que você, assim, meio bruto e desligado me desarma inteira quando me deixa ver a beleza que você tem depois da pele.

04 de maio, 2017.

Me gustan las palabras y no lo digo como cliché
de escritor o poeta. De verdad me gustan las palabras
aquel que sabe usarlas y acomodarlas en el instante
es capaz de hacer universal a la razón, aquel que conoce
su aroma y su textura puede acomodarlas en el paladar
de los que no conocen el sutil cielo que desborda el lenguaje.
Las palabras son el fuego que derrite los glaciares y también
la tormenta que calma los incendios forestales.  Hay palabras
que se pronuncian en los labios y saben a frutas o a misterios
como inefable, cereza, escarcha, astro, arrebol. Las palabras
son la religión de la ciencia y el conocimiento del espíritu.
Una palabra es mejor moneda que el oro en bruto
y mejor remedio que una aspirina. Una palabra
cabe perfectamente en un acorde o una melodía,
en un verso o una historia que se hace cuento. Una palabra
embellece al monstruo y vuelve grotesco al ángel.
Una palabra en el oído de una chica puede desatar
su deseo de amar con locura y en el hombre puede
cambiar todo su destino en un segundo.
La palabra es Dios en los labios, es un poder inimaginable,
tu palabra crea, tu palabra destruye, tu palabra vuela,
tu palabra es más importante que tus bienes
porque un día te quedas sin nada pero tu palabra
forja tu convicción y fortalece tu carácter.
Dite a ti las palabras que quieres oír y estas
llegarán del norte y sur. Sé cauto y preciso
porque las palabras son balas rápidas.
Pero sobretodo úsalas en tu labor diaria
para salvarte a ti y fascinar de vida a las almas.
—  Poemas para leer en la banca del parque, Quetzal Noah
Tenho abaixado muito mais a cabeça
Buscado muito mais respostas
Rolado muito mais os olhos
Tenho sentido muito mais
Falado muito menos
Tenho sorrido cada vez mais
E cada vez menos
Me distraído com tudo
E cada vez com mais saudades.
Isso porque você levou contigo o sorriso que antes ficava em meu rosto, estampado, pra quem quisesse ver e retribuir, tirou algum brilho que provavelmente era mesmo guardado pra você, mas foi de um jeito tão burro, do teu jeito tão bruto, que não consigo encarar mais ninguém, por até hoje esperar que você me ensine como é olhar nos olhos de alguém.
Você me deu perguntas que ficaram pendentes até hoje. Entregou-as como quem entrega um filho à adoção, cheio de carinho e remorso. Mas confiante, sabia que eu tinha respostas e sabia como arrancá-las de mim. Arrancou-as e junto delas levou tua presença.
Me fez rir enquanto eu escrevia sobre este tópico. Aquela risadinha que você adorava, de canto de boca, que sai do coração, aquela que a gente não controla. A mesma que eu dei no dia em que tomei o caminho para sairmos pela primeira vez. Aquela que infelizmente saiu quando você me tocou a mão, e segurou.
Voltemos aos olhos. Os mesmos que tu sempre gostou, aqueles que rolavam para cima com tuas brincadeiras infantis, ou quando você me deitava na tua cama. Os mesmos que rolavam junto da risada-de-canto-de-boca. Os mesmos que rolavam quando você puxava meu cabelo e fazia de mim, sua.
Sentido muito mais, guardado muito mais, falado muito menos. Aceito mais, discuto menos. Você já me imaginou assim algum dia? Logo quem sempre gostou de uma boa discussão, logo eu, que acompanhava teus movimentos com o canto dos olhos, enquanto brigava por uma causa racionalmente perdida. Sinto mais, e sinto muito.
As consequências disso? Falar menos, sorrir mais, não verdadeiramente como costumava fazer, mas de um jeito para ninguém se preocupar. Eu estou viva e provavelmente vou continuar, me disseram um dia que sorrir é um dos caminhos para melhorar, né? Preciso falar quem disse?
Você reparou que eu parei de te escrever? É por aquele motivo que discutíamos quando eu obrigava você a escrever aquela tua história fraca apenas para inflar teu ego do tamanho do mundo. Bloqueio de criatividade, distração. Medo de quem vai ler. Do que vão pensar. Minhas cartas aos mortos não eram endereçadas a ninguém. Depois, a você. Acho que eu não sei escrever algo decente para alguém que no mínimo gosta de mim.
Eu sinto tua falta. Babaca.
—  N.N

agora que eu tô vendo que tu é louca. falou pra mim que gosta de sexo bruto, seu quebrar essa mina, onde eu compro outra?

HORÓSCOPO SEMANAL CAPRICORNIO.

Del 16 al 22 de Enero 2017.

No todo está hecho Capri, aún queda lo peor, recuperarte de verdad de viejas heridas. Está claro que los pasos están dados, los estás dando, y vas por el buen camino, pero hay que mantenerse, mantenerse firme en las decisiones que tomas. No seas bruto con nada, tómate las cosas son mucha tranquilidad esta semana pero no pares ni te frenes. No vuelvas a cambiar de opinión otra vez porque acabarás por volverte loco… Estás en una etapa buena en tu vida, una etapa llena de cambios y de ilusiones. Por favor, no dejes que lo estropeen. Si proyectas positividad al final la positividad llegará a ti de una forma u otra, y eso es lo que tienes que aprender de verdad. Enamórate de tu vida pero no dejes en manos de otros nada ahora. La vida te va a compensar con algo relacionado con un viaje y probablemente tengas la oportunidad de irte lejos o de al menos empezar a planearlo. No dejes ningún tipo de ciclo abierto ahora ni vuelvas a quejarte ni a lamentarte de nada. Estás donde debes estar por alguna razón Capri, pero las cosas cambian y el presente es lo único verdadero que ahora posees ¿ok? Cúrate del todo y empieza de cero. Lo que sea pero de cero y con más ilusión que nunca.

Imagine - Niall Horan

Eu não sabia muito bem como fazer o Niall rolezeiro; ele é fofo demais para isso! hahahaha mas fiz o melhor que pude; e depois desse imgine, eu não sei onde vou enfiar minha cara. Boa noite! hahahaha

oi faz um com o niall em q ele é rolezeiro e ela td quietinha e eles são colegas de quarto na faculdade e aí ele arrasta ela pra balada um dia e eles se pegam lá e rola um hot (bem hot mesmo) pq ela era masoquista apesar de nn parecer e depois eles se declaram! Bjsss ❤️❤️


Quartos mistos… era tudo que eu precisava na faculdade. Pelo menos o cara é legal; meio estranho, mas legal.

Niall entrou todo esbaforido no quarto usando uma camisa de futebol e fone de ouvidos.

- Oi, (S/N)! – Niall disse recolhendo suas coisas para ir tomar banho. – Ainda estudando?

- É, essa matéria é complicada. – Dou de ombros e Niall se escora no batente da porta do nosso quarto.

- Hoje vai ter uma festa da fraternidade lá de baixo, quer ir? Vai ter música, bebida e eu. – Ele sorriu. – Vamos?

- Ah, não. Obrigada, Niall; mas vou ficar no quarto. – Sorri envergonhada.

- Ah, qual é?! Você fica aqui vários dias da semana, uma sexta-feira não vai acabar com todos seus esforços. – Ele fez bico.

- Mas, podemos voltar cedo? – Ele franze a testa, revira os olhos, mas concorda.

- Acho melhor você trocar de roupa… – Ele gesticula um pouco.

- Vou tomar banho também. Você me espera? – Ele concordou com a cabeça.

Depois que Niall saiu, eu escolhi um vestido preto do meu armário, uma lingerie escura e peguei meus produtos de higiene e maquiagem, e fui para o banheiro feminino.

Depois de uns quarente minutos sai do banheiro completamente pronta. Uma maquiagem leve, cabelos lisos e secos e o vestido com um ótimo caimento e bem cinturado; voltei para o quarto pensando em que sapato usar para ir à festa. Nada muito alto para não sentir dor, mas nada muito baixo para não focar feio.

Achei, no fundo do meu armário um salto médio e fino; assim que terminei de me calçar, Niall entrou no quarto.

- Wou! É você mesmo, (S/N)? – Ele perguntou e em seguida caminho até onde eu estava, segurou a minha mão e me fez dar uma voltinha.

- Para, Niall! – Disse rindo e me soltando dele.

- Já está pronta? – Ele vai para seu armário pegar um perfume.

- Já! Vamos?

- Vamos!

Peguei meu celular e vi Niall fazer a mesma coisa.

- Meu carro está no estacionamento, vamos até lá. – Ele segura minha mão me guiando pelo caminho.

- Você tem carro? – Pergunto incrédula.

- Ah, tenho sim! – Ele ri.

- Eu preciso comprar um para mim. – Resmungo e torço os lábios.

- Podemos ir juntos ver um, qualquer dia desses. Se você quiser, é claro…

- Marcamos, eu aviso você com antecedência.

- Está bem.

Paramos de conversar no exato momento em que paramos em frente a um carro que nem nos meus sonhos imaginei ser de Niall, principalmente por não saber sua marca. Ficamos em silêncio todo trajeto até a fraternidade que já estava abarrotada de pessoas com copos nas mãos.

- Uh, essa vai ser boa. – Diz Niall depois de estacionar o carro.

- Você vem em todas? – Pergunto meio assustada.

- É, todas que eu consigo vir, venho!

- Uau. É ter pique. – Resmungo e o ouço rir. Descemos do carro e mais uma vez ele segura minha mão.  

Entramos na festa indo direto para a cozinha para pegar algo para beber e Niall pegou uma garrafa de cerveja para cada um.

- Vou dar uma volta. Você me espera no jardim? – Concordei e sai para a rua.

Sabia que Niall me largara sozinha, seria questão de tempo; mas ele foi educado o suficiente para me avisar. Demi Lovato começou a tocar nas caixas de som e eu cantava as músicas baixinho; estava sentada em um banco mais afastado

- Finalmente achei você! – Niall se joga ao meu lado. – Se você queria sumir, deveria ter me avisado.

- Está bem, na próxima eu aviso. – Reviro os olhos.

- Quer ir dançar?

- Pode ser….

Seguimos para dentro da casa onde uma música de batida animada tocava; Niall colou seu corpo ao meu e com as mãos em meus quadris fez eu me movimentar sensualmente ainda de costas para ele.

Seus lábios foram para meu pescoço e eu subi uma das minhas mãos para acariciar seus cabelos. Suas mãos faziam carinhos na minha cintura e quadril; eu sentia meu corpo cada vez mais próximo do dele. Me virei de frente para ele e senti sua mão indo para minha bunda e a apertar; ralei meus lábios nos seus e o vi umedecer os próprios lábios e se inclinar para mim.

Eu sentia meu corpo esquentar conforme o beijo ganhava agressividade.

- Ah, Niall. – Gemi descaradamente em seu ouvido ao senti-lo duro próximo ao meu quadril.

- Merda! – Ele esbravejou apoiando sua cabeça em meu ombro. – Quer subir para um dos quartos?

- Quero! – Digo e mordo o lábio inferior sentindo minha intimidade latejar.

Niall me, praticamente, me arrastou escada acima; achamos um dos quartos vazios e, depois de entrarmos, Niall trancou a porta.

Minhas costas atingiram a cama com brutalidade e mais um gemido ecoou dos meus lábios. Niall atacou meu pescoço com mordidas e lambidas continuas e seu corpo fazia um vai e vem ritmado sobre o meu. Meus lábios já estavam cortados de tanto que eu os mordia.

- Niall, mais. Eu quero mais. – Implorei sentindo suas mãos invadirem a sair rodada do meu vestido. Seus dedos me acariciaram ainda por cima da calcinha.

- Você quer mais? – Ele falou rouco.

- Quero. Eu preciso de mais, e mais forte. – As palavras escapavam de mim. O prazer me embriagava.

Niall nem se deu ao trabalho de tirar minha calcinha, após a colocar para o lado, seus dedos me fizeram gemer e revirar os olhos de prazer. Os movimentos brutos que ele fazia, me dava o gostinho do que poderia vir depois. Assim que gozei, Niall levantou correndo para se despir e se proteger com a camisinha. Eu, meia tonta, tirei o vestido e o esperei para que tirasse o resto.

Suas mãos seguraram cada lado da minha peça intima e a correu por minhas pernas e em algumas partes da minha pele deixava beijos castos. Não vi onde minha calcinha e sutiã foram parar, pois no exato momento, Niall me preenche.

Um grito fino escapa pelos meus lábios e meus olhos se fecham. Assim como pedi, as estocadas são firmes e fortes contra mim. Levo sua mão até minha bunda e o encaro. Niall dá um tapa forte e estalado no lugar onde eu havia posto sua mão.

- Você gosta disso? – Ele diminui o ritmo e dá mais um tapa, me fazendo gemer arrastado. – Que menina mais safada!

Os estalos dos tapas e as palavras sujas que Niall se deliciava em dizer me fizeram gozar; minhas pernas ficaram bambas e minha visão turva. O sentimento que o prazer me dava era indescritível.

- Então você é das que gosta de tapas. – Niall se virou para me encarar depois de recuperado.

- É, gosto. – Disse envergonhada.

Niall sorriu e se inclinou em minha direção para me beijar. Um beijo delicado, ao contrário de todos os outros que eu recebi durante a noite. Um beijo que eu ousava dizer que tinha até um toque de amor; seus braços me abraçaram quase protetores.

- Vamos para o dormitório? Quero dormir agarrado em você… – Niall murmura em meu ouvido. – Todos os dias.

germahony  asked:

Eres increible •○• me encanta lo que haces porfavor no abandones de verdad me gusta la historia es tan alucinante!! Te tengo preguntitas 1 porque Tadeo (creo que se llama haci) de trepa en Dylan? 2 Dylan puede soñar? 3 Como hace Dylan para cambiarse con las cadenas? 4 Como conoció Dylan a Tadeo? (si lo dijiste no lo vi sorry) 5 Que piensa Tadeo de Bendy y su relación con Dylan? Y por último pero no menos importante 6 Dylan y Tadeo están siempre juntos o en algún momento el lo deja?

1-Tadeo siempre esta arriba de Dylan por que se cree superior a el y por que le gusta su espongadito cabello suave. =‘V

2-Dylan no sueña, tiene pesadillas, todo el tiempo.

3-HAHAHAHA esa pregunta de como se cambia la ropa hasta yo me la eh echo… te lo juro XD y trato de encontrar la forma magica en que se pone su puta ropa sin que las cadenas lo jodan, pero bueno en este caso respondere que es magico. =‘V 

4-Tadeo siempre a estado con Dylan, desde que era cachorro. Chrystal y Bendy contrataron un famoso animador para hacerle un compañero de vida a su hijo.

5-Tadeo esta siempre a favor de Dylan, de nadie mas. si el odia a alguien Tadeo también

6-Tadeo esta a veces en sus jugadas, pero nunca se aleja mucho de Dylan, sabe que el muy bruto sufre de lapsos de depresión y en esos momentos puede lastimarse solo.

Diabolik lovers Lost Eden Ayato Sakamaki (dark 5) ~traducción~

Dark prólogo, dark 1, dark 2, dark 3, dark 4, dark 5 @yaochangneko

-Monólogo de Yui-

Por la noche, una inesperada persona nos visitó.

Y esa persona fue el señor Ritcher—
El hermano de KarlHeinz-san y un tío para los chicos Sakamakis.

Pero para mí,
diciendo la verdad no era una persona a la cual quería ver.

-End.

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Pouco tempo de conversa, pouca roupa

Agora que eu tô vendo que tu é louca 

 Falou pra mim que que gosta de sexo bruto 

 Se eu quebrar essa mina onde eu compro outra

Tres Amigos

Ahora tengo 38 años, y hace 26 años que comparto mi vida con mi mejor amigo. Y aunque el tuvo que tranzar con la familia, “por el que dirán”, casándose y teniendo hijos, nosotros seguimos amándonos como el primer día.

Vivimos en dos casas contiguas el vive en la casa que fue de los padres con la madre y su familia y yo al lado, pero casi siempre está en casa conmigo y ellas están al tanto de nuestra relación, dado que llegamos a un pacto de convivencia. Los dos somos Ingeniero Civil y también tenemos un estudio juntos. Esto se está tornando algo pesado y romántico, así que voy a pasar a contarles como fue que nos conocimos y empezó nuestra historia.

Cuando empezamos secundaria nos tocó en la misma clase a mi, Danny (Cutis blanco, ojos marrones, verga 17cm), a Álvaro (Blanco, ojos azules, muy peludo, verga: 18cm, la cabeza fina y se va agrandando hasta la base que tiene un grosor considerable) y a Pablo (blanco, ojos verdes, muy peludo, verga: 25cm y muy gruesa). Desde el primer día nos caímos bien y nos hicimos muy buenos amigos. Además vivíamos cerca uno del otro por lo que desde entonces siempre estábamos los tres juntos estudiando y jugando en la casa de uno u otro. Cuando teníamos que preparar algún escrito o trabajo para presentar en clase nos quedábamos los tres a dormir en alguna de nuestras casas; casi siempre era en la casa de Pablo que tenía piscina y los padres casi nunca estaban ya que vivían viajando por negocios, y por supuesto estábamos tranquilos y más a gusto.

Una de las veces que nos reunimos para estudiar, Álvaro apareció con unas revistas pornográficas heterosexuales, y nos pusimos a verlas con mucha curiosidad y morbo.

Pronto se nos notaban tremendas erecciones que no podíamos ocultar con nada. Nos mirábamos uno al otro y nos hacíamos bromas al respecto, entonces Álvaro nos dijo que estaba muy caliente y se iba a hacer una paja (masturbarse), si no queríamos pajearnos nosotros también. Pablo y yo estábamos tan calientes que ni bien lo dijo ya teníamos los pantalones y el calzoncillo abajo y estábamos pajeándonos como desesperados. Estas pajas en grupo se siguieron repitiendo siempre que teníamos oportunidad y conseguíamos nuevas revistas o videos que veíamos juntos. Después de unas cuantas veces ya estábamos bien organizados, preparábamos todo, bebidas, la película, nos desnudábamos completamente y a pajearnos hasta sacar toda la lechita.

La verdad que a mí me daba mucho morbo verlos desnudos, las vergas bien paradas, como gozaban, las caras que ponían cuando se pajeaban y cuando acababan ver como les salía chorro tras chorro de leche de la verga. En vez de prestar atención al video, lo que ocurría casi siempre, me concentraba en ellos y me hacía la historia de que era yo el que los pajeaba y después ya no me alcanzaba con pajearlos, me imaginaba mamándoles las vergas hasta sacarles hasta la última gota de leche de los huevos. Pero nunca les dije nada de mis deseos, tenía miedo de que se enojaran conmigo y los perdiera como amigos.

Todo cambió el día anterior a que yo cumpliera 14 años, nos habíamos reunido para estudiar, Pablo le había sacado una botella de Whisky al padre para que festejáramos y estábamos esperando a media noche para tomarla. También habían conseguido un nuevo vídeo, así que íbamos a festejar con todo, Whisky para tomar, una buena película y unas buenas pajas. A las doce ya teníamos todo preparado así que empezamos a tomar, pusimos la película y no había terminado la primera escena que ya habíamos acabado los tres. Seguimos tomando un buen rato, estábamos los tres en bolas prontos para empezar en cualquier momento una segunda ronda de pajas y ya estábamos bastante mareados, yo no podía ni pararme. Tampoco podía sacar la vista de mis amigos totalmente desnudos, con las vergas morcillotas que tanto morbo me daban.

Entonces Pablo, me dijo que como era mi cumpleaños les dijera que me gustaría de regalo así ellos luego lo compraban. No se de donde saqué fuerzas y me animé a decirles que quería de regalo que me dejaran cumplir mi deseo mas oculto, que me dejaran chuparles la verga hasta sacarles toda la leche. Enseguida los dos me dijeron: pero eso es cosa de putos, no sabíamos que a vos te gustaba la verga. Y continuaron diciéndome cosas por el estilo hasta que yo me sentí mal, me acosté en mi cama, me tape con la frazada y me puse a llorar. Cuando me vieron llorando no me dijeron más nada y al rato se acercaron los dos y me pidieron: que no llorara más, que era una broma, y no querían hacerme sentir mal; que no les interesaba los gustos sexuales que tuviera, que cada uno es dueño de hacer con su vida lo que quiera, que igual iban a seguir siendo mis amigos y para probarlo me iban a dejar chuparles la pija todo lo que quisiera.

Cuando sentí esas palabras no podía creerlo, al fin se iba a cumplir mi sueño. Me destapé y estaban uno a cada lado de la cama completamente desnudos, con las vergas en la mano totalmente paradas. Me las empezaron a frotar contra la cara, lamía una y después la otra, no sabía con cual empezar. Decidí chuparlas por turnos un rato cada una y después meterme las dos juntas en la boca. En la actualidad sería casi imposible.

En ese tiempo los dos las tenían más chicas, estaban en crecimiento. Seguí mamando y mamando como un desesperado, miraba hacia arriba y les veía los ojos como perdidos y una sonrisa de oreja a oreja, no paraban de gemir a cual más, hasta que conseguí que los dos vaciaran toda la leche que tenían almacenada en los huevos, en mi boca. A cual de los dos tenía la leche más deliciosa. Desde ese día me hice adicto a esas dos vergas y a su leche y ellos a mi boca.

En clase buscaban cualquier oportunidad para llevarme a algún lugar tranquilo para que les mamara la verga a cada uno y desagotar los huevos. Pablo era mucho mas calentón que Álvaro y a veces me hacía mamarlo hasta 15 o más veces por día, según como anduviéramos de tiempo. Siempre tenía un olor y un gusto delicioso a macho, me encantaba chuparle los huevos y lamerle las axilas, ya en ese tiempo era bastante peludito y eso me encantaba.

Con el tiempo le fue creciendo bello por todo el cuerpo, incluso en la espalda, parece un osito de peluche. Después de jugar al fútbol le pedía que no se bañara porque me encantaba con ese olor a transpiración que le quedaba, que yo lo lavaba con la lengua. Si a eso le agregamos otras tantas mamadas de Álvaro, había días que me quedaban las quijadas doloridas. Pasaron los meses y nosotros seguíamos con nuestras rutinas, ya no era yo el que los buscaba, eran ellos que me buscaban a mí para mamarlos. Cuando estábamos tranquilos en el dormitorio de Pablo, a él le gustaba desnudarse completamente y sentarse en la cama con las piernas bien abiertas, mostrando todos sus atributos, conciente de que estaba buenísimo y a mi me calentaba con solo verlo, invitándome a que le mamara el tremendo vergón que tiene.

Yo no me hacía rogar y me arrodillaba entre las piernas para mamarlo con gusto como un ternerito. Me gustaba y me sigue gustando lamerlo todo, desde las piernas hasta la cabeza, siempre con ese olor a macho que me enloquece. Después se acostaba encima mío en posición de 69, yo chupándole la verga y los huevos y él chupándome el culo que a veces me dedicaba un poco. Como estaba encima mío, cuando estaba muy caliente me cogía por la boca, incrustándome la verga en el esófago, al principio me hacía tener arcadas y me dejaba sin respiración, pero con el tiempo me fui acostumbrando a lo bruto que era y me tragaba la verga sin problema. Me quedaba completamente enterrada en la boca apoyando los huevos en mi nariz y sintiendo su frondoso bello púbico en la pera.

No me gustaba cuando acababa con la verga enterrada en mi garganta, porque lo hacía directamente en el estómago y me perdía el gustito delicioso de su leche calentita. Me encantaba que me acabara en la lengua juntándola para después deleitarme con su leche, mientras relamía la verga para dejársela bien limpia. Mientras me chupaba el culo, iba pajeándome lentamente y me daba un placer tan impresionante que me hacía acabar como loco. Raramente me chupaba las bolas o la verga, con Álvaro era distinto, no tenía problema en chuparme la verga y hasta llegaba a tragarse toda mi leche.

Pablo que como les contaba es más calentón, aprovechaba a acariciarme el culo mientras lo mamaba y me decía: ¡Que lindo culito que tenes! La verdad que a mi no se me había ocurrido que me diera por culo, pero una noche después de haberles sacado toda la leche a los dos, cuando estábamos por dormirnos, Pablo se metió en mi cama y me pidió si lo dejaba cogerme por el culo, que le encantaba mi culo. Me decía todo esto mientras me acariciaba todo el cuerpo y por supuesto la colita. Me seguía diciendo: que hacía tiempo que lo tenía caliente mi culo y que no aguantaba más, que me tenía que romper el culo y sacarme el virgo, que no me podía negar. Yo no lo pensé demasiado me di vuelta dándole el culo y empecé a moverlo como haciéndole saber que podía hacer conmigo lo que quisiera. Era un maldito calentón, lo tenía previsto de antes, tenía preparado en la mesa de luz un pote de lubricante.

Tomó un poco con un dedo y me lo metió en el culo y empezó a darlo vuelta tratando de dilatarme. Siguió así tomando lubricante y metiendo sus dedos por un rato, al final creo que ya me había metido toda la mano. Me estaba dando mucho placer y cuando saco la mano sentí un vacío y me di vuelta para reclamarle, pero vi que se estaba poniendo lubricante en la verga y se aprontaba para mi desvirgue.

Me hizo poner boca abajo, puso una almohada en mi estómago y me abrió bien las piernas, colocó la verga en la entrada de mi ano, me dijo al oído: prepárate y empezó a empujar. Estaba tan bien lubricado que entró sin dificultad la cabeza y casi sin dolor. Se quedó así por un rato, me dijo al oído: ahí va el resto y siguió presionando hasta clavármela totalmente. Sentí su pubis en mis nalgas, me sentía raro y sentía dolor, pero no era insoportable así que le pedí que se quedara quieto un momento hasta que me acostumbrara a su verga. El se acostó completamente sobre mí, me comenzó a acariciar y a besarme el cuello y las orejas. Sentía el calor de su cuerpo en mi espalda y caricias y mimos me hacían estremecer de placer.

Cuando sentí que pasó el dolor le dije: Cógeme papito que ya no me duele más. Empezó lentamente sacándomela y metiéndomela más lentamente. Yo apretaba el culo para hacerlo gozar más. Gemíamos los dos sin parar, seguía dándome cada vez más fuerte. Con todo el ruido que hicimos no sé cuando se despertó Álvaro, y estaba al costado de la cama mirándonos mientras se pajeaba. A mi me hubiera gustado que durara más pero estaba demasiado caliente Pablo, como para aguantarse y pronto me llenó el culo con toda su leche. Me levantó con la verga todavía bien enterrada en mi culo y me dijo ahora pajéate vos. Le pedí si me podía pajear él. Con un brazo me abrazó por el pecho y con la mano libre me agarró la verga que la tenía como un hierro y en unas pocas sacudidas logró llevarme al orgasmo más delicioso que había tenido hasta ese día.

Cuando volví a la realidad me di cuenta que Álvaro estaba acabando sobre mi cara y pecho. Y ni bien vio que Pablo me sacaba la verga del culo, empezó a decir que ahora le tocaba a él. Pablo irónicamente le dijo: te toca que te rompa el culo o que le des a Danny por culo. Álvaro le contesto: muy gracioso, quiero darle yo también por culo, dale movete y dejame el lugar. Pese a que recién había acabado tenía la verga como un garrote y ni bien salió, Pablo de encima mío, se acostó él y me encañonó la verga sin ningún miramiento.

Estaba como desesperado me cogió fuerte, yo no podía ni hablar de cómo me estaba haciendo gozar. Me tenía fuertemente agarrado de las caderas clavándome la verga con desesperación, y poco a poco fue levantándome hasta dejarme en cuatro patas con la cabeza enterrada en la almohada, aprovechando la nueva posición para clavármela con más ganas y fuerza. En esta posición la verga me entró completamente. Era una máquina, metía y sacaba, metía y sacaba, dejaba la verga afuera y me la enterraba de golpe. Yo estaba tan caliente que le pedía que me diera más fuerte, que me enterrara hasta los huevos.

Me estuvo cogiendo desaforadamente como media hora o más, acabé sin siquiera tocarme y él al sentir los estertores de mi orgasmo, al que me había llevado con su acalorada cogida, acabó como nunca. Sentí que me llenaba los intestinos con leche hirviendo chorro tras chorro hasta que se apaciguó. Se desplomó sobre mí y quedó como desmayado, pero Pablo ya lo estaba molestando y reclamando para que se saliera, porque me quería coger devuelta.

Cuando lo vi con la verga en la mano dura como un garrote y pronta para el ataque le pedí por favor, que me dejara poner en otra posición porque estaba cansado y dolorido. No se complicó mucho por mí, me dio vuelta, me puso los pies a los hombros, me clavó la mandarria y empezó a cogerme con todo, sin ningún tipo de miramiento para mi recién desvirgado y dolorido culito. No sé de dónde sacaba tanta energía, se había excitado tremendamente viendo como me cogía Álvaro, pero esta vez demoró en acabar como una hora. Paraba las envestidas, giraba la verga en círculos, la meneaba, la sacaba, la enterraba despacio y arremetía devuelta rápidamente con las envestidas. Cuando bajaba el ritmo de la cogida se apoyaba sobre mí completamente, me abrazaba y me besaba apasionadamente.

Era raro esto porque, pese a todo lo que habíamos pasado juntos, nunca nos habíamos besado. Mientras tanto yo aprovechaba para acariciarle la espalda, las piernas y sus nalgas. Hasta que finalmente comenzó a darme más rápido y con fuerza, empezó a temblar con un orgasmo increíble y acabó un montón de leche, tanta que sentía como se salía del culo y chorreaba por mis nalgas. Bueno también era la 3era. buena acabada que recibía mi culo en un rato. Se desplomó sobre mí, ni siquiera volvió a su cama se durmió abrazado conmigo. Por suerte, Álvaro no quiso seguirme cogiendo, porque mi culito no estaba acostumbrado a esos tratos y me habían dejado completamente agotado.

De ahora en adelante no eran sólo simples mamadas, también me cogían a diario y cuando teníamos oportunidad varias veces en el día. En el colegio, aprovechando los recreos, en un baño que generalmente estaba vacío, me cogían de parado. Me apoyaba en la pared y trataba de abrir bien las piernas para facilitarles la penetración y que no me doliera. Eran cogidas rápidas, ya que teníamos poco tiempo y siempre estaban los dos preparados y dispuestos a insertarme sus vergas. Se peleaban por ser el primero, porque a veces el segundo se quedaba sin acabar y con dolor de huevos porque sonaba el timbre y tenía que esperar al siguiente recreo para terminar de vaciar sus huevos.

En otras oportunidades estaban tan calientes los dos que me cogían uno por la boca y otro por el culo. Quedaba como ensartado en una verga larga e iba de un lado a otro, enterrándome una verga o la otra. Luego cambiaban de posiciones y no paraban hasta dejarme bien llena la boca y el culo con su deliciosa y calentita leche.

Era una delicia sentir esas dos vergas tratando de saciarse conmigo, ser usado como una putita por esos dos machos hasta hartar sus necesidades e instintos, que como buenos adolescentes tenían las hormonas pidiendo guerra a toda hora y las vergas paradas todo el tiempo. No teníamos otra cosa en nuestras mentes más que coger, coger y coger a toda hora.

Pablo queriendo innovar me pedía para cogerme los dos por el culo a la misma vez, pero yo tenía miedo que me doliera. Pablo no desistía fácilmente de sus ideas, así que siguió insistiendo hasta que me convenció y logró su meta. Se pusieron los dos de espalda en el piso y entrelazaron las piernas tratando de unir las dos vergas, yo me puse bastante lubricante en el culo y comencé a sentarme en semejante pedestal. Al principio no me entraban, le puse mas lubricante a las vergas y Pablo y Álvaro me ayudaban a abrir bien mis nalgas hasta que empezaron a entrar, me dolió un poco al principio y se me aflojaron las piernas, en consecuencia me caí encima de esos pistolones y me las enterré hasta el mango en el culo, sentía el pubis de ambos en mis nalgas, el dolor era bastante grande pero me quedé quieto, sentado así como estaba en esa especie de tronco doble y con el tiempo empezó a pasar.

Luego empecé a subir y a bajar por aquella barra de carne y ellos me ayudaban. El placer no se hizo esperar y quería meterme en el culo hasta los huevos de ambos. Seguí subiendo y bajando cada vez más rápido, ellos también ayudaban moviéndose, hasta que acabé como nunca, largue leche y leche, creo que me quedaron los huevos totalmente exprimidos.

Al sentir mi orgasmo y como pese a lo dilatado que estaba mi ano, sentían como se abría y cerraba apretando sus vergas pronto llegaron al orgasmo también ellos, llenándome como nunca el culo de leche.

la-onda-asocial  asked:

Hola, mira que me habló me habló mi crush y no quiero ser muy obvia, no se qué decirle, y pues hace poquito me dijo una amiga que él siempre me miraba y estoy muy emocionada y BLAH BLAH BLAH maricadas de cosas amorosas, no sea bruto, dígale que quiere cojer con el :) y la gente se habla porque es sociable no porque solo le gustas, ósea NONONO es que no, les toca preguntar eso porque no tiene amigas de consejos tss, bai

Y luego se enojan conmigo porque soy mamón uwu

E foi assim que eu, finalmente, voltei pra única pessoa no mundo que nunca me abandonou ou desmereceu: eu mesma. Foi desse jeito meio torto, meio bruto que eu voltei pra mim. Foi depois de me doar e me doer tanto que eu percebi que não vale à pena. Não vale porque se uma pessoa te fere mais do que te cura, isso é doença e não felicidade. É câncer e não amor. Viver de anestesias, dor e mais anestesias é sobreviver e só. Me recuso. Coração vazio e sorriso cheio, que assim seja. Os arranhões já não me doem, cada decepção eu levo como vacina. Dessa vez prometo não me abandonar, me deixar de lado ou me diminuir por ninguém nesse planeta. Se não tiver jeito, posso até me emprestar, me dividir quem sabe, mas me perder nunca mais. Agora é assim, primeiro eu. Quem não gostar das regras, não joga. Tô feliz, acredita ? Olha só a ironia, fui buscar o amor e já tinha. Fui tentar ser feliz e já era. Fui tentar me encontrar e me perdi. E, que loucura, precisei me perder pra me valorizar.
—  Tati B.