quartos de banho

Imagine - Liam Payne

Foi meio feito as pressas e pelo celular… espero que gostem! Beijos

Pedido:  Oie, poderia fazer um imagine pra mim q a garota é medica e o Liam q é marido dela reclama q ela so trabalha e nao tem tempo pra ele, ela diz q é o trabalho dela e enquanto ele ta de mimimi e carencia alguem pode ta morrendo e ela poderia evitar e vai trabalhar. Nesse dia entra um atirador no hospital e faz todos de refem, aponta uma arma pra cabeça dela e a usa pra fugir mas acaba sendo baleado e atira nela, ela fica bem depois de uma cirurgia e promete pro Liam q vai ser uma esposa melhor obg


Estava exausta.

O plantão parecia ter durando muito mais do que realmente foi. Minhas pernas e braços latejavam por conta dos esforços no hospital e tudo que eu queria era um banho e minha cama. Só.

Liam já dormia quando pus os pés no quarto e, depois de um banho tranquilo, me deitei ao seu lado bem devagar para não acorda-lo.

- Que horas são? – Liam pergunta assim que eu ponho a cabeça no travesseiro.

- Duas. Duas da manhã. – Eu digo e me ajeito na cama.

- Você demorou hoje. – Ele resmunga.

- Tivemos uma emergência. Era uma criança, eu tive que assumir por ser clínica geral.  Era grave. – Murmuro ao me lembrar da criança na maca. – Vamos dormir, sim? Você também deve estar cansado.

E ao invés de uma resposta tranquila, Liam bufa e levanta da cama indo para o banheiro.

Eu vou relaxando aos poucos e, por fim, consigo dormir até o celular de Liam despertar. Estranho, afinal, é sábado, mas Liam o desliga e continuo dormindo.

São dez horas da minha quando meu celular começa tocar com o toque estridente que preciso mudar.

- Alô? – Resmungo ouvindo Liam bufar.

- Dra. (S/N)? É Deise do hospital. – A voz dela era tão aguda e preocupada que eu me sentei na cama às pressas.

- Sim, sou eu, o que aconteceu?

- Jenni, a menina que entrou na emergência, teve o caso agravado. Me pediram para ligar pra você. – Eu sentia minhas mãos começarem a tremer, não gostava quando me ligavam para esses casos por que sempre entrava em pânico.

- Já estou indo. – Desligo o telefone em seguida e procuro qualquer roupa para vestir.

- Onde você vai? – Liam pergunta quando me vê com o jaleco na mão.

- Para o hospital, houve uma emergência com aquela menina que eu te falei. Precisam de mim.

- E eles não têm mais ninguém? – Sua foz demostra grande chateação.

- Eles precisam de mim, Liam!

- E quando você vai se dar conta de que eu também preciso? – Ele diz assim que seguro a maçaneta da porta do nosso quarto. Eu travo.

- Você não pode fazer isso comigo, não agora. – Me viro devagar para ele sentindo meus olhos marejarem.

- (S/N), eu sou seu marido. Preciso de você mais do que ninguém. – Ele suspira e passa a mão pelos cabelos. – Quantas noites faz que não dormimos juntos?

- Eu não acredito. – Eu rio e encaro o teto. – Você quer discutir sobre sexo enquanto tem uma pessoa morrendo no hospital? Sério mesmo?

- Não é sobre sexo, é sobre sua companhia. – Ele bate com as mãos sobre a cama com fúria.

- Quer saber? Fique aí com suas preocupações sobre minha falta de companheirismo que eu vou salvar as pessoas que são mais gratas pelos meus esforços. – Eu abro a porta. – Não sei por que insisto em voltar para você. – Bato a porta com força e saio correndo de casa.

Jenni teve três paradas cardíacas seguidas e apenas depois de duas horas conseguimos manter ela estável. Houve diversos sangramentos pelo seu nariz e a cada vez que ouvia o bipe de sua máquina, meu coração se lembrava da discussão com Liam.

- Todo mundo para o chão agora! – Uma voz masculina gritou em meio aos corredores, tiros ecoavam pelo hospital e a porta do quarto em que estava com Jenni foi escancarada. – Eu sempre tive uma tara por médicas.

- O que está acontecendo? – A mão do cara armado segurou meu braço me arrastando para longe da paciente. – Me solta! – Puxei meu braço com força levando um apertão mais forte como resposta.

- Fique quieta antes que eu arrebente seus miolos. – Ele disse entredentes.

- Meu deus! – Soltei entre um suspiro.

Eu via sangue escorrendo de portas e de pessoas. O corredor tinha marcas de mãos nas paredes e um grito de socorro quase escapou pelos meus lábios. Sirenes eram ouvidas do lado de fora do hospital. Fui arrastada até as grandes portas de entrada. London Bridge sempre havia sido minha segunda casa, desde os tempos de residência. E agora ele passava a ser um filme de horror.

- Largue a médica agora e renda-se, Sr. Jones. – Um policial gritou com a arma apontada para nós.

- Ora, já sabem até o meu nome. Me sinto honrado! – Descemos os poucos degraus da entrada do hospital. – Sabem, essa mocinha aqui foi bem resistente em vir comigo. – Ele puxou meus cabelos e a arma foi apoiada na minha têmpora com força.

- Larga minha esposa! – A voz de Liam soou alta e minha visão embasada de lagrimas o viu ser empurrado por policiais.

- Ah, essa bonequinha tem marido. – Ele me encarou. – Tem filhos também? – Neguei com a cabeça. – Então não tem problema se morrer.

O som da arma ser destravada, ecoou muito mais alto em meus ouvidos do que realmente era. Mas o som do primeiro tiro foi ouvido distante por mim e, ao ouvir o segundo tio, uma queimação tomou conta do meu corpo e eu apaguei.

O barulho irritante das maquinas que eu mais odiava me acordaram, o bipe constante me fazia lembrar do primeiro caso grave que eu fui responsável, eu ouvi a máquina daquele homem gritar após seu último suspiro; desde então, faço o possível para meus pacientes não serem ligados a ela.

- (S/A)? – Liam me chamou baixinho e eu pisquei várias vezes até focar minha visão em seu rosto inchado.

- Oi. – Minha voz saiu rouca. Levei a mão até a bandagem próxima a minha barriga.

- Não, não mexe. Ele acertou meio que de raspão, mas te deixou em estado grave. – Ele suspira e apoia a cabeça em meu peito. – Achei que ia perder você.

- Me desculpe, Liam, pelas palavras rudes de hoje. – Ele ergue a cabaça para me olhar.

- Hoje foi a primeira vez que você saiu de casa sem me ouvir dizer eu te amo. Quando eu vi você cair, achei que nunca mais ia poder dizer isso para você. – Ele beija meus lábios de levinho.

- Me desculpe, eu vou tentar melhorar, mas amo o que faço e, mesmo amando você mais, quero ajudar sempre que possível. – Confesso baixinho.

- Eu vou ser mais compreensivo. Prometo! – Ele me beija.

- Vamos melhorar! Eu vou melhorar. Por nós.

Pedido: Um cm o Zayn q eles estao brigados mas ele fica doente e ela cuida dele so q ele fica de birra no fim eles acabam fazendo as pazes


————————–


S/N: Eu não quero Zayn..


Zayn: E por que não??


S/N: Não estou afim!


Zayn: Você nunca está afim de nada - revirou os olhos

S/N: Você sabe que eu não sou muito de sair

Zayn: Mas é uma vez ou outra S/N, nunca saímos todo dia!


S/N: Cara, mais eu não quero!!


Zayn: Você é muito chata! - disse saindo do quarto

S/N: O que me deixa mais indignada é você não me entender e ficar bravinho comigo! - disse em um tom mais alto para ele conseguir ouvir

Alguns minutos depois, ele chega no quarto, de banho tomado e começa a se trocar

S/N: Aonde vai?

Zayn: Sair


S/N: Vai sair sozinho?


Zayn: Minha namorada não é companheira..


S/N: Qual a parte de eu não estar afim de sair você não entendeu? - falei sem paciência

Zayn: Eu já entendi S/N! Por isso vou sem
você- disse espirrando um pouco de perfume em seu pescoço


S/N: Você vai sair me deixar sozinha? É isso mesmo?

Zayn: Eu não vou discutir com você! - falou se olhando no espelho - Tchau

S/N: Não vai levar um casaco?

Zayn: Virou minha mãe agora? - me olhou

S/N: Está bem frio!

Zayn: E eu com isso?

S/N: Então vai sem casaco! Eu também vou estar nem aí com você se o senhor pegar um bela gripe! Estupido!

Zayn: Me poupe! - ele saiu do quarto, desceu as escadas e saiu de casa.

Fiquei bem irritada com ele, mas não ia perder a minha sexta-feira discutindo com o Zayn.

Eu estava super cansada e logo depois que o Zayn saiu eu adormeci..

~Dia seguinte~

10h da manhã, acordei e fui tomar um banho para tirar a preguiça.
O dia amanheceu frio, e quando saí do banheiro, percebi que Zayn não estava do meu lado.
Coloquei minha roupa e fui procurá-lo.
E lá estava ele, no sofá, encolhido e rodeado de cobertores. A cada 2 segundos ele espirrava ou tossia.


S/N: Ahh se as pessoas me escutassem mais.. - falei em um tom alto para que ele escutasse.

Zayn: Eu tô super bem! ATCHIM!! - ri fraco

S/N: Nossaaaaa! Eu tô vendo como você está super bem!


Zayn: Eu vou pro meu quarto.. - tentou levantar-se, porém falhou. Seu corpo deveria estar dolorido e fraco pelo sintomas da gripe - ATCHIM!!


S/N: Vai, eu te ajudo! - caminhei até ele, mas o mesmo não deixou eu ajudá-lo.


Zayn: Não quero ajuda! Eu.. ATCHIM.. Consigo sozinho.


S/N: Para de besteira Malik! Anda!


Zayn: Sai S/N! Não está brava comigo? Não precisa me ajudar!


S/N: Como você é infantil! - dei as costas à ele, que com dificuldades consegui levantar e foi até o quarto.


Eu não consigo ver ele doente, mesmo estando brigados, eu sinto na obrigação de cuidar do meu namorado!


Estava cortando alguns legumes, para fazer uma canja de galinha para ele, mas seus espirros e a tosse contínua estava me desconcentrando.

Respirei fundo e fui até a caixa de remédios, pegando comprimidos para gripe e levei até eles, juntamente com um copo d'água.

S/N: Toma aqui!! - entreguei à ele os compridos e o copo


Zayn: Eu não quero- falou com a voz fraca


S/N: Eu não perguntei se você quer ou não, toma aqui logo!

Zayn: Eu já falei que eu não quero!!


S/N: Zayn, eu tô perdendo a paciência!


Zayn: Me deixar sozinho é pedir demais?

S/N: Abre a boca agora e toma esse remédio!!

Zayn: Você é muito.. ATCHIMMM.. chata! - disse assoando o nariz com o lencinho.

Ele abriu a boca, tomando o remédio e novamente deitou de novo.

S/N: Nem pra me agradecer.. - falei baixinho e desci, voltando pra cozinha e finalizando a sopa.

Terminada, deixei ela esfriar um pouquinho e subi novamente até o quarto, para saber o estado do doente, já que estava um silêncio.

Chegando lá, me deparei com ele dormindo. Fui pra perto dele, para medir sua febre e estava normal. Menos mal.

Já que ele estava dormindo, eu tomei a sopa e fiquei na sala por algum tempo.

~2 horas depois…~


Acho que está na hora do Zayn acordar.

Coloquei a sopa, ainda quente em um recipiente, juntamente com um suco de laranja que não estava gelado e levei para cima, em uma tábua.


S/N: Oh Dorminhoco, acorda.. - deixei a tábua em cima do criado-mudo e acordei ele delicadamente - Fiz uma sopa pra você- Zayn abriu os olhos e se espreguiçou


Zayn: Quanto tempo eu dormi? - falou totalmente rouco - Meu Deus, minha voz.. - se sentou na cama. Coloquei alguns travesseiros atrás das suas costas e a tábua em sua perna


S/N: Toma a sopa e nem vem com essa de não querer, porque o senhor vai tomar sim! - ele riu


Zayn: Tá bom.. - liguei a televisão do quarto e deitei ao seu lado, assistindo um filme qualquer que estava passando - Terminei..- olhei pra ele, até que estava com uma carinha melhor. Ele colocou a bandeja no criado mudo e espirrou, assoando a nariz novamente.

S/N: Ótimo, vou levar lá pra baixo - me levantei da cama e quando fui pegar a bandeja, Zayn me puxa pela cintura, fazendo eu cair em seu colo

Zayn: Obrigado! - sussurrou no meu ouvido e logo me deu um selinho - Você é a melhor namorada do mundo inteiro

S/N: Sei disso! - sorri e beijei sua bochecha - Viu só! Isso que dá deixar a namorada sozinha numa sexta à noite e ainda por cima, não escutar ela! - ele riu

Zayn: Prometo que vou te obedecer a partir de agora! - beijou meu pescoço- Me desculpa!


S/N: Tudo bem!

Zayn: Te amo muito sabia?


S/N: Eu também meu doentinho!

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Olha quem voltouuu..

Espero que gostem!

Beijao

P.S: Desculpem pelo formato do texto. Meu computador quebrou e estou fazendo pelo celular ;(

Ju

Pedido: Queria um q eles brigam e ela dorme em outro quarto e passa mal de madrugada ai ele fica se culpando por não ta com ela a hora q ela tava mal,com o Zayn ….obg 😀😀

 

Zayn Vision

           Já passava das duas horas da manhã e s/n gritava em plenos pulmões e eu apenas tentava ignorar, mas já estava ficando impossível aguentar aquilo. Eu sei que fui errado é exagerei, mas ela poderia dá um tempo. Era para ser apenas uma festa com nossos amigos mais antigos, só que eu não esperava que minha ex-namorada fosse aparecer lá é da em cima de mim, mas eu não tinha culpa tentei falar para ela que eu não queria mais nada com ela, mas bem nesse momento s/n nos viu dois juntos e eu estava com a minha mão na sua cintura e a partir daí não ouvia nada além de berros e gritos.

           Sentei-me no sofá e peguei meu celular e abri em aplicativos aleatórios e escrevi alguns tuites, mas ela não parava por um segundo, queria ter tanto fôlego assim.

- Zayn, você está me escutando. – Ela se aproximou e puxou o celular da minha mão.

           Eu tentei controlar-me com todas as minhas forças possíveis, só que sinceramente não dava. Levantei do sofá e fui a sua direção. – Você não entende que não foi minha culpa, porra? – Peguei o meu celular de suas mãos. – Eu já disse um milhão de vezes, me deixa em paz. Esperava por mais gritos, mas ela não disse nada. Seus olhos estavam cheios de lagrimas, eu posso ter exagerado um pouco, mas estou com muita raiva para admitir isso ou pedir desculpas. Odiava a vê assim, mas o que eu posso fazer?

- Você é um idiota. – Ela empurrou meu corpo para trás.

- Eu posso ser sim, mas você é uma desesperada, louca e patética. – Aproximei meu corpo novamente do dela. – Pelo menos ela para era assim.

           As palavras saíram por impulso, eu realmente não queria dizer aquilo, mas eu não queria ficar sem resposta, sou um idiota é ela estava certa. S/n virou as costas e saiu andando até as escadas que dá acesso a nosso quarto. Pensei em ir atrás dela, mas eu sabia que assim que eu subisse ela iria está deitada na nossa cama.

 

S/N Vision

           Subi para o meu quarto e do Zayn e peguei o meu pijama. Zayn estava sentado na cama apenas com a sua calça de moletom, ele olhava-me com tristeza, mas eu estou muito chateada para dizer qualquer coisa, simplesmente vire-me e fui em direção ao quarto de hospedes. Tomei um banho e vesti minha roupa e deitei na cama. Eu não sabia por qual motivo estava chorando, mas sentia vontade chorar eu só queria e precisava chorar, estou triste por tudo isso que aconteceu, vê o Zayn segurando ela daquela maneira partiu meu coração em pedaços, ele sabe o quanto sou insegura em relação a mim mesma, e todas as suas ex-namoradas são perfeitas.

           Meu corpo esta cada vez mais quente eu sentia muito frio e eu sei que alguma coisa errada está acontecendo, meu corpo inteiro doía. Peguei meu celular e marcava exatamente quatro horas da manhã, pensei em chamar o Zayn, mas ai lembrei-me de tudo o que ele disse para mim há algumas horas atrás e resolvi apenas ficar deitada, talvez a febre passasse e de manhã tudo estaria de volta ao normal. Uma luz invadiu o quarto e eu me assustei, mas é apenas o Zayn com o seu celular, ele caminhava em minha direção com um olhar preocupado, ele olhava para mim com curiosidade.

           Senti no momento que ele sentou ao meu lado e ligou o abajur que ficava no criado mudo. Olhei para Zayn desconfiada, e ele sorriu de uma maneira fofa para mim, ele tinha na mão um copo de água e um remédio nas mãos.

- Você acha que esse é o melhor jeito de se desculpar? – Disse sentando-me na cama e pegando o copo de água e o remédio de suas mãos.

- Não, mas pode ser o começo.

           Assim que tomei ele colocou o copo no criado mudo e pegou-me no colo como uma criança, dei risada de sua atitude, não queria demonstrar que o tinha perdoado, mas é impossível. Quando chegamos ao nosso quarto, ele me cobriu e se deitou ao meu lado e eu coloquei a minha cabeça sobre o seu peito, Zayn fazia carinho em minha cabeça.

- Aquilo que eu disse é uma mentira, você é a mulher que eu amo.

           Apenas mexi a cabeça para ele saber que eu estava ouvido tudo. – E eu sou um idiota mesmo, você tem razão, mas sou um idiota que te ama.

           Sorri para mim mesma, não queria que ele soubesse, mas de alguma forma pude o sentir sorrindo.

Brooklyn tinha se divertido naquela tarde, não era de seu feito ficar fora até muito tarde, muito menos ser acompanhada até a porta do dormitório por garotos, mas ela tinha aberto uma exceção com o convite do Banner e realmente tinha gostado da sensação. Agora em seu quarto, de banho tomado e pijama colocado ela conversava com os amigos pelo whatsapp até sua porta ser aberta a fazendo pular de susto. “Brandon? O está fazendo aqui?”

I WON’T GIVE UP- PARTE 4

1- Hey meus amores, eu retirei a parte hot desse capítulo porque ele ficou muito grande e eu ODEIO postar partes muito grandes (cada moderadora tem um gosto. Não me xinguem, por favor kkk). Mas ele já está pronto e se vocês quiserem, eu posto amanhã mesmo assim que eu chegar da aula!

2- espero que gostem ♥

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-JÁ VAAAAI - gritei para Louis, que tocava a campainha como se a sua vida dependesse disso- quem morreu?- perguntei rindo assim que abri a porta, encontrando dois homens de 26, 29 anos, rindo como duas crianças de 5 anos.

Sabe aquele quentinho que dá no coração quando você fica muito feliz? Então.

-Vai ficar nos olhando desse jeito bobo ou vai me convidar para entrar na minha própria casa?- Harry perguntou rindo.

-Ah Desculpa!- ri envergonhada- entra.

Tentei ajudar Harry com a cadeira de rodas, mas ele retirou minha mão de perto e, acostumada com a sua grosseria habitual, puxei a minha mão antes que Harry a tocasse. Mas ele puxou minha mão de volta para perto de si, a beijando em seguida.

-Eu consigo- sorriu doce e começou a empurrar as rodas, movimentando a cadeira.

Olhei para Louis, buscando alguma resposta para o comportamento dócil de Harry, mas ele apenas deu de ombros, sorrindo satisfeito.

-O que temos para o almoço? Estou faminto- rimos de sua careta.

-Fiz a sua comida preferida- sorri orgulhosa

-MASSAAAAAA- gritou com as mãos erguidas me fazendo gargalhar.

-Deve estar uma delicia- Louis comentou lambendo os beiços.

-Você vai almoçar aqui?- Harry perguntou fechando a cara.

- Sim. Você não quer que eu almoce aqui?

-É claro que ele quer, Lou- respondi tentando amenizar o clima.

-É…com certeza. . Quero muito, é o grande sonho da minha vida- ironizou

-Eu vou arrumar a mesa.

Fugi para a cozinha, mas ainda conseguia ouvir o que os dois conversavam.

-Então…- Harry começou- você realmente vai almoçar aqui?

-Você não quer que eu almoce aqui, é isso?

-É claro que eu quero, mas eu fico pensando assim..”puts, a Els já fica o tempo inteiro sozinha por causa das turnês e dos compromissos da banda. E agora que estamos de férias, será justo deixá-la sem o boo dela por mais tempo ainda?”

-Já entendi- Louis riu- você quer ficar a sos com a (S/N).

-Achei que ia ter que soletrar para você- ergueu as mãos para o céu- obrigada Senhor!

-HA HÁ engraçadinho- fez careta- eu já estou indo, só vou me despedir da (S/N)

-Eu digo que você mandou um tchau, não se preocupe. Pode ir

-Ok cara, já estou indo- levantou as mãos em sinal de rendição- boa sorte

Me sentei na cadeira da cozinha atordoada com a conversa. Afinal, por que ele queria ficar a sos comigo?

-Esta tudo bem?- ouvi a voz de Harry ecoar pela cozinha, e me levantei em um pulo.

-Esta sim- sorri doce- cade o Louis?- perguntei fingindo que não estava prestando atenção na conversa.

-Ele teve uma emergência, e foi embora

-Ah sim..

-Pode levar a comida para mim no quarto?

Assenti e Harry subiu. Terminei de arrumar a comida, e preparei seu suco preferido.

-Harry?- gritei o procurando assim que entrei no quarto.

-No banho- gritou de volta e eu me sentei na poltrona, o esperando.

Enquanto o esperava comecei a observar melhor o quarto. Ele estava diferente, apesar de eu não ter mudado nada em sua arrumação, é como se eu estivesse entrando nele pela primeira vez.

Direcionei meu olhar para a “nossa” cama, e não pude conter o sorriso pervertido que se formou em meu rosto ao lembrar de todas as nossas noites…digamos…animadas..

Harry sempre foi muito selvagem na cama, o tipo de homem que depois de uma bela noite, se sentar era algo possível apenas quatro dias depois, quem dirá andar.

-No que a senhorita tanto pensa?- levei um susto ao ouvir a voz rouca de Harry. Olhei para a porta do banheiro e o encontrei apenas de calça moletom me olhando com um sorriso que se não fosse a situação que vivíamos, poderia arriscar que tinha um tom de malícia.

-Em nada especial- sorri fraco- trouxe seu almoço.

-Eu já vou comer, só deixa eu me sentar na cama.

-Precisa de ajuda?- perguntei me levantando da cama. Harry ficou pensativo.

-É..dessa vez eu aceito- sorrimos e eu o ajudei a se sentar na cama.

-Bom, você já está arrumado, e sua comida já está aqui. Vou deixar você comer em paz- ri fraco e me levantei, mas assim que tentei me mover, Harry segurou a minha mão.

-Almoça aqui, comigo?- franzi a testa desconfiada

-Por que você quer que eu almoce aqui?

-Quero a companhia da minha esposa, não posso?- não pude conter o sorriso gigantesco que tomou conta do meu rosto.

-Claro- me deitei ao seu lado e fiquei o observando comer.

-Você não vai comer?

-Estou sem fome

-Nananinanao, você tem que se alimentar! Abre a boca-ordenou sério.

-O que?-Perguntei rindo ao ver Harry enrolar o macarrão no garfo- sério isso?

-Mais do que serio. Agora abre a boquinha.

comecei a rir sem parar.

-O que foi?

-Nada- ri mais ainda, mas ao perceber o olhar desconfiado de Harry sobre mim, me contive- é que eu pensei besteira

-MEU DEUS (S/N), como você é pervertida!!!- não me contive e gargalhei como há muito tempo não fazia.

-É a falta de sexo- confessei envergonhada e a risada de Harry cessou- desculpe

-Tudo bem- sorriu sem graça.

-Harry?

-Sim?

-Posso te fazer uma pergunta?

-Claro

-O que aconteceu?-me ajeitei na cama, o encarando

-Como assim?

-Uma hora só falta me bater porque eu existo, e na outra, esta todo determinado e carinhoso- suspirei cansada- pelo amor de Deus me explica o que esta acontecendo com você, por favor, porque eu estou pirando aqui sem entender.

- Pra ser sincero nem eu entendo o que está acontecendo comigo- bufou frustrado.

-Por que você estava me tratando daquele jeito?- perguntei tentando ignorar a dor que eu sentia apenas ao me lembrar da ignorância de Harry comigo nesses dois meses.

-Eu queria te afastar de mim

-Por que?

-Você tem noção da onde está se metendo? A real noção?

-E onde eu estou me metendo, Harry?- perguntei impaciente.

-Caralho (S/N), você não percebe? Eu estou em uma cadeira de rodas, eu jamais vou voltar a ser o que era antes, jamais vou poder te dar prazer como antes, fazer as mesmas coisas que antes. Nossa vida jamais será a mesma. Você realmente está disposta a enfrentar tudo isso?

-É óbvio que nossa vida jamais será a mesma. Mas quem disse que isso é ruim?- perguntei enquanto acariciava seu rosto de maneira carinhosa- Por Deus Hazz, eu te amo, por você, eu enfrentaria o mundo. O que é uma cadeira de rodas perto disso?

-Era tudo o que eu precisava ouvir

Não pude aguentar a saudades que sentia e o beijei com todo o meu ser, sentindo as famosas borboletas invadir o meu estômago, enquanto o meu coração era tomado por uma alegria inexplicável que só era sentida quando os nossos lábios estavam unidos.

Sua mão foi para a minha nuca, fazendo um carinho gostoso em meus cabelos, enquanto minhas mãos percorriam todo o seu corpo com a necessidade de ter a certeza de que aquilo era real. De que o meu Hazz estava de volta.

-Eu te amo tanto, tanto tanto…-sussurrei- você não tem idéia do quanto eu sofri te vendo sofrer e não poder te ajudar, pois você não queria nem me ver- fechei os olhos atordoada com as lembranças- Você não tem noção do quanto eu queria compartilhar a sua dor, te fazer perceber que eu te amo muito mais do que você possa imaginar, muito mais do que a minha compreensão permitia..

-Você não tem idéia do quanto eu sofri tendo que te afastar quando o que eu mais queria era te ter por perto. Ter você nos meus braços me dizendo que tudo ia ficar bem e que não importa o que acontecesse você ia estar do meu lado- sorri e me sentei em seu colo, ainda com as testas coladas, o encarando nos olhos.

-Tudo vai ficar bem. E não importa o que aconteça, eu vou estar sempre, SEMPRE do seu lado. Acredite em mim

-Eu acredito

Capitulo 8

POV Clara

Logo apos o almoço Van havia saído para ir para o trabalho e eu fiquei sozinha com meu pequeno que com toda a certeza estava ligado no 220 pois não parava um minuto sequer de correr pela casa e ele queria brincar de tudo ao mesmo tempo. Eu tinha trago alguns de seus brinquedos mais a maioria havia ficado em LA porque não dava pra trazer tudo na mala mas com os poucos brinquedos que havia por ali ele brigava com todos e eu acabei sedendo e indo me divertir com meu filho, naquele momento nosso de brincadeiras eu nem lembrava da existência de Fabiano e de como ele ficaria louco quando chegasse em casa e não nos encontrasse. Depois de horas de brincadeiras Max já estava todo molhado de suor e eu nem preciso dizer que estava morta de cansaço mas o menino tava com fogo e não parentava estar nem um pouco cansado.

Clara: Max filho, vamos tomar banho ? Mamãe esta cansada.

Max: No, que binca mamã. - Como eu havia contado para vocês Max não falava muito e o pouco que falava misturava as línguas em sua cabeça. Ele não falava “sim” e “não” ele dizia “yes” e “no” como outras palavras que ele teimava em falar em inglês por mais que eu ensinasse o português, ele tinha se acostumado assim e eu achava fofo.

Clara: Filho vamos depois a gente brinca mais, já são quase 5 horas filho e daqui a pouco a Tia Van chega.

Tenho certeza que ele não entendeu metade do que eu disse mas o “Tia Van” ele havia entendido apesar do pouco tempo que ele ficou com Vanessa parece que já gostava muito dela igual a mãe. Max parecia sentir quem realmente iria nos proteger e gostava de nos de verdade. Apesar de estar sempre sorrindo não ia fácil com todos quando o menino cismava de não ir com alguém podia ter certeza que essa pessoa iria aprontar alguma. Sim eu acreditava nisso, pois isso já aconteceu algumas vezes em LA pessoas que eram “meus amigos” e que Max não gostava deles e quando eu mais precisei todos me viraram as costas provando que eu podia confiar apenas no meu bebe, May e agora em Vanessa, não sei mais algo me dizia que eu poderia contar tudo pra ela.

Tomamos nosso banho e eu peguei meu notebook para poder falar com May pelo skype já que estava sem telefone. Max assim quando a viu na tela no notebook começou a gritar e rir sem parar falando “Má, Má” acho que ele queria dizer May né ? Ela era sua madrinha e ele amava ela com certeza estava com saudades. Contei tudo pra ela que tinha acontecido e tive que ficar ouvindo “frouxa apaixonada”, depois ela me contou que por lá estava tudo bem e que não havia sinal de Fabiano, disse que qualquer coisa ela podia ligar que amanha mesmo eu iria ao shopping comprar um celular mas deixei o telefone na casa de Thais caso acontece algo, enfim desligamos.

Eu queria fazer uma janta, eu quase nunca cozinhava sempre pedia comida pronta mas eu como eu estava afim de fazer uma surpresa para Vanessa e também seria uma forma de agradecimento por estar “cuidando” de mim, então peguei Max e fomos andando ate um supermercado que tinha perto da casa de Thais, comprei um bom vinho e ingredientes para fazer um macarrão.

Já era 19:15 a comida já estava pronta e eu estava deitada no sofá com Max assistindo desenho quando eu escutei o barulho da porta se abrindo.

POV Vanessa

Clara estava deitada no sofá com Max assistindo algo na televisão e assim que Max me viu veio correndo em minha direção sorrindo eu não contive o riso olhei para Clara e ela também estava sorrindo com a cena que via, eu estava contando as horas para chegar em casa e ver ela com aquele sorriso lindo. 

Van: Boa noite bebe, você cuidou da sua mamãe direitinho ? Agora você é o homem da casa. - Disse isso pegando ele no colo e fazendo aquela voz que toda pessoa faz quando esta com uma criança.

Clara: Saiba que só consegui levar esse menino para o banho porque disse você esta chegando não é bebe ? - Clara disse caminhando ate nos.

Max: Yeees. - Max falava com um sorriso sapeca em seu rosto

Van: Nossa que cheiro bom é esse de comida ? - Quando o assunto era comida eu entendia viu. 

Clara: Eu fiz a janta. 

Van: Você sabe cozinhar ? Ixi Max alguém esta tentando me matar. - Falei sorrindo pra ela para provocar. 

Clara: Sei fazer coisas que você mal pode imaginar e com certeza eu quero te matar mais não assim. - Clara me olhou com um olhar fatal e com um misto de desejo e sedução em sua voz.

Van: Ah é ? E você pode me contar o que é já que eu mal posso imaginar ? 

Clara: Pra que contar se eu posso te mostrar ? Te garanto que é bem mais legal. 

Van: E o que esta esperando para me mostrar ? - Clara então se aproximou da minha orelha e sussurrou.

Clara: A noite é uma criança, agora vai tomar um banho porque a janta nos espera. - Se afastou mordendo o lóbulo da orelha e pegando Max que estava em meu colo.

Aquele ato de Clara me fez arrepiar inteira, estava com vontade de agarrar ela ali no meio da sala mesmo e mostrar pra ela que ela não deve mexer com fogo mas Max estava ali e eu tive que me controlar

Van: Ê Clara fica me provocando pra você ver o que acontece. - Falei indo em direção do banheiro que ficava no quarto eu precisa de um banho de água gelada.

Clara: Não vejo a hora de ver o que acontece Vanessa. - Ela disse e foi para a cozinha com Max em seu colo. 

Me apressei ainda mais para o banho pois se ficasse ali mais um minuto eu não seria capaz de me controlar.

Eu também não via a hora de tudo acontecer.    

 

Capítulo 69

- As senhoras tem alguma ideia de quem poderia ter feito isso? – O policial perguntava à Clara e Vanessa, que estavam sentadas no sofá uma do lado da outra.

- Não, senhor – Responderam juntas.

Depois de Vanessa ter entrado no apartamento de Clara e ter visto aquela cena horrorosa das fotos rasgadas, a loira imediatamente, correu até Clara e não pediu e sim ordenou para que ela ligasse para a polícia. Assim que Clara entrou em seu apartamento e viu tudo revirado, os móveis, os papeis, as roupas e principalmente as fotos rasgadas teve certeza que aquele aperto em seu coração não era bobagem, algo ruim iria acontecer e aquilo que tinha ocorrido em sua casa foi apenas um aviso.

- Você arrumou algum tipo de atrito com algum vizinho? Ou ex-namorado que possa levar a isso ou que tenha um comportamento violento? – O policial voltou a questionar, agora, somente Clara.

- Não, senhor – Clara respondeu com a voz sem emoção. Seu pensamento foi em Fabien, talvez ele fosse capaz disso, mas não agora e sim quando voltou de Las Vegas

- O senhor precisa investigar o porteiro, afinal, ele deixou a pessoa subir facilmente – Vanessa falou olhando seriamente para o policial.

- Creio que eu sei o meu trabalho, senhorita – O policial falou de forma ríspida.

- Você pode saber o seu trabalho, mas o porteiro, não – Vanessa retrucou igualmente ríspida.

- Não se preocupe, eu sei muito bem como trabalhar e a senhorita facilitaria se não se intrometesse dessa forma – O policial falava olhando firmemente nos olhos de Vanessa e depois desviou o olhar para Clara – Senhora Clara – O homem limpou a garganta antes de continuar – Creio que aqui não seja não seja seguro para ficar no momento. Há alguma casa de parente ou amigo que possa ficar? A pessoa que fez isso em sua casa, provavelmente sabe está sozinha durante esse tempo e com certeza não hesitará em fazer algo parecido ou pior – Ele falava como se aquilo fosse uma coisa qualquer.

- Você pode ficar lá em casa – Vanessa sussurrou para Clara a olhando com ternura – Você e Max quando voltar de viagem – Ela tentou dar um sorriso à loira

- Não vamos incomodar, Van? Eu não sei … – Clara também sussurrava, com a voz embargada de medo.

- Vocês são como minha família, Clara. É meu dever cuidar de vocês – Vanessa afagou o rosto de Clara com carinho, como uma forma de tranquilizar a namorada.

- Tudo bem – Clara assentiu concordando com Vanessa e se virou para o policial – O senhor sabe me dizer como funciona essa investigação? – Ela o fitava

- Sim, senhora – O policial assentiu e respirou fundo antes de começar a explicar - O inquérito funciona da seguinte forma: nós vamos reunir os elementos necessários, ou seja, as provas, para a apuração do que aconteceu aqui. Como já estamos no local em que o possível crime aconteceu, vamos ficar aqui para nos certificar de que não alterem o estado e conservação das coisas até que a perícia chegue e então, depois que tudo for liberado pelos peritos, vamos apreender os objetos que tiverem relação com o fato. Iremos colher todas as provas que servirem para o esclarecimento do fato e suas circunstâncias. Teríamos que ouvir o ofendido, o que no caso eu já fiz – Ele gesticulou para Clara e Vanessa e continuou – Teríamos que ouvir o indiciado, que no caso não sabemos quem é. No momento é apenas isso, já que não temos nenhum suspeito no momento. Entenderam? Alguma dúvida? – O policial olhou para Clara e Vanessa simultaneamente

- Acho que entendi – Clara falou olhando-o com certa confusão no olhar

- Entendemos sim, senhor – Vanessa falou firme e séria, olhando para o policial.

- Perfeito – O policial respondeu – Vou deixar que vocês a sós, com licença – E ele se retirou da sala.

- Você quer que eu arrume suas coisas? – Vanessa perguntou apreensiva, não queria que Clara entrasse novamente no quarto e o visse do jeito que estava.

- Tudo bem, Van. Vamos juntas – Clara suspirou segurando a mão de Vanessa e elas caminharam para o quarto. Ao entrarem lá se depararam novamente com as fotos rasgadas, assim como as roupas, os lençóis e a cama toda furada

- Não entendo… – Clara suspirou colocando suas roupas em uma mala, enquanto Vanessa colocava as de Max em outra.

- Quem faria isso? – Vanessa perguntou mais a si mesma do que para Clara

- Juro que pensei em Fabien, mas ele não tinha mais motivos, além de estar na França com o Max – Clara sentou na cama, na beira – Pensei também no meu pai. Ambos teriam motivos no passado, mas agora… – A loirinha deu de ombros, suspirando – Tem também a Pepa – Clara olhou para Vanessa e riu baixinho – Vai que ela é uma psicopata e você não sabe, pode não aceitar perder – Ela voltou a rir

- Até nessas horas você brinca – Vanessa também riu, balançando a cabeça negativamente – Não sei, Clara. Nós precisamos esperar o que a polícia vai dizer… – Ela suspirou – E eu acho que não vão dizer nada aproveitável – Vanessa revirou os olhos

- Eu só quero que encontrem logo essa pessoa – Clara disse com voz de choro e colocou seu rosto em suas mãos

- Ei – Vanessa a chamou, indo até ela e se ajoelhando na sua frente – Vai dar tudo certo, está bem? – Ela fazia carinho nos cabelos de Clara – Não vou deixar nada de ruim acontecer com você e com Max e com a May também – Vanessa deu um sorriso fraco

- Ai, Van – Clara pulou no pescoço de Vanessa e a abraçou com força, começando a chorar.

- Vamos, não chore – Vanessa sussurrava – Vamos para casa – Ela se levantou e puxou Clara junto, ambas pegaram as malas já prontas e foram para a casa de Vanessa.

Chegaram lá já era mais do que tarde da madrugada, Dona Solange tinha dormido já cansada de esperar a filha e Clara para explicarem o que aconteceu. Ambas seguiram para o quarto de Vanessa e tomaram banho, quietas, em silêncio e cada uma com seus pensamentos preocupados. Jack e Thor se comportavam como se sentissem que elas precisavam de carinho e deitaram-se ao lado das duas mulheres na cama. Vanessa e Clara abraçadas no meio, Jack nas costas de Vanessa e Thor nas costas de Clara. Assim os quatro dormiram. Antes de dormir, Vanessa viajou em devaneios e jurou para si mesma que iria descobrir quem estava tramando fazer algo com Clara, o que ela não sabia é que a pessoa estava mais perto da loirinha do que ela imaginava.

N.A: Seguinte, galera. Aqui vocês podem ler o 1º capítulo da nova fic: http://jogandocomoamor.tumblr.com . Quero muito que vocês digam se gostaram e que divulguem!

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