puxando assunto

*∘✧Décima quarta reação✧∘*

Kim Namjoon (Rap Monster): 

Namjoon e eu estávamos na minha casa assistindo filmes enquanto os meus pais jantavam fora. Por um milagre de deus, eles haviam concordado sem implicâncias de Namjoon dormir por aqui mas apenas porque eu não queria participar do jantar. 

Senti a mão de Namjoon em minha coxa apertando a mesma com uma certa força. Mordi os lábios e o encarei praticamente me entregando á ele com apenas um toque. Senti o meu corpo ser puxado para cima do corpo do mesmo, minhas pernas rodearam a sua cintura e um beijo urgente ser começado. 

As mãos dele passeavam por todo o meu corpo, parando na minha bunda e ficando por ali mesmo. Muitas vezes ele apertava a mesma me dando a sensação de que o shorts de tecido fino rasgaria ali mesmo. Estava tudo ficando quente até que… 

- Chegamos crianças… - Ouvi a voz do meu pai na porta e a mesma ser batida com uma certa força. Namjoon me empurrou de seu colo me fazendo soltar um gemido fraco e cair sentada no sofá. Ele levantou se arrumando e encarou os meus pais com a cara mais inocente do mundo. 

- Como foi o jantar? - Ele perguntou depois se curvar, puxando um assunto aleatório enquanto eu rezava mentalmente para que os meus pais não tivessem visto aquela cena. 

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Kim Seokjin (Jin): 

Jin inventou de fazer um jantar para agradar os meus pais, o único problema era que mais nos distraíamos do que terminávamos de preparar o jantar. Fiquei encarregada de cuida da mesa e já estava tudo pronto, só faltava Jin terminar a parte dele. 

- Vamos logo com isto, Seokjin! - O apressei assim que entrei na cozinha vendo ele me encarar todo irritadinho. Não acredito que Kim Seokjin irritado é a coisa mais fofa desse mundo. 

- Olha Jagi, se continuar me irritando não finalizarei da melhor forma possível… - Ele disse se aproximando de mim e colocando uma mexa do meu cabelo para trás. Em um movimento rápido ele segurou o meu braço delicadamente me virando de costas e prensando o seu corpo contra o meu no balcão. - Tem certeza que ainda quer jantar, (S/n)? Podemos cancelar e fazer outras coisas… 

Ele sussurrou no meu ouvido logo após deixando uma mordida em meu lóbulo fazendo-me arrepiar-me por inteira. Seokjin pressionava cada vez mais o seu quadril contra a minha bunda, dando para começar a sentir sua ereção. O momento estava tão quente que nem percebemos a presença de meus pais na porta da cozinha nos encarando com um sorrisinho irônico. 

- Mãe…Pai… - Sussurrei meio sem graça por conta da cena e logo vendo Jin caminhar até eles os cumprimentando. Como ele tinha essa cara de pau toda? 

- Esperamos tanto por vocês, sogros…(S/a) irá ajudar vocês a se acomodarem. - Seokjin sorriu para o meu pai que ainda estava de cara fechada mas a minha cara deveria estar pior ainda. 

Originally posted by theseoks

Min Yoongi (Suga): 

Yoongi era o tipo de pessoa que queria fazer as coisas sempre em momentos impróprios. Discutimos muitas vezes por conta disso mas ele sempre insistia em dizer que nos momentos impróprios era melhor pois continha adrelina junto e ele gostava. Dessa vez não era diferente, em um almoço de família Yoongi me provocava desde o momento em que nos sentamos no sofá da sala da casa da minha avó. 

- Yoongi, não… - Tirei a mão dele do botão do meu shorts e vi meus primos passarem correndo rindo. Encarei eles dando uma risadinha falsa logo olhando feio para Yoongi que insistia em colocar a sua mão no botão - Não.

- Porque não? Não tem ninguém aqui, deixa de frescura. - Ele disse abrindo o botão de uma vez e passando a sua mão para dentro do meu shorts. Peguei duas almofadas e cobri as minhas pernas, fechando os olhos e sentindo os dedos de Suga passearem por minha intimidade em cima do tecido fino da calcinha. 

Quando finalmente ele parou de me provocar e sua mão adentrou o tecido a minha mãe entrou na sala juntamente com o meu pai que estavam rindo. Tirei a mão de Yoongi de dentro do meu shorts e meu pai puxou a minha mão, me fazendo levantar e mostrando o botão do shorts aberto. Apenas fechei o shorts e encarei eles sem saber onde enfiar a cara. 

- A comida está pronta? Nós estamos indo, não é mesmo (S/n)? - Ele me encarou com a feição mais calma do mundo falando enquanto minha mãe me olhava com uma cara nada boa e o meu pai pior ainda. - Ela está até vermelha de fome. 

O olhei de canto de olhos com a boca aberta e arrumei o shorts. Min Yoongi era um homem morto depois disto. 

Originally posted by jiminrolls

Jung Hoseok (J-Hope): 

Estar com a minha família era uma das coisas que Hoseok mais gostava, o fato era que todos da família gostavam dele e nem imaginavam as coisas que Hoseok gostava de fazer escondido. Era mais um dos jantares que a minha família estava dando e a mão do meu namorado insistia em ficar brincando com o tecido da calcinha por de baixo do vestido florido que eu usava. O olhei de canto de olhos e cruzei as pernas puxando o ar e o soltando. 

- Não adianta cruzar as pernas… - Ele sussurrou no meu ouvido e eu puxei o ar, dando um tapa em sua mão por debaixo da mesa. 

- Hoseok, para, é sério! - Encarei ele e depois o meu tio sorrindo sem mostrar os dentes, ele nos olhava curioso. 

Senti a mão dele afastar a minha calcinha para o lado e um dedo ser penetrado na minha intimidade, logo sendo dois dedos e o polegar em meu clitóris. Pronto, eu estava fodida. Os movimentos dos dedos eram lentos me fazendo muitas vezes fechar os olhos e morder os lábios…Em uma das fechadas dos olhos senti uma mão em meu ombro e abri imediatamente vendo que a J-Hope tirou a mão de minha calcinha encarando a minha mãe. 

- Está tudo bem, querida? - Ouvi meu pai dizer a minha frente e assenti, sorrindo fraco depois olhando para a minha mãe e para J-Hope que sorria alegre como se fosse uma criança inocente. 

- Só estou com um pouco de sono, não é mesmo Jung Hoseok? 

- Sim, Jagiya…Apenas sono. 

Originally posted by junghosyub

Park Jimin (Jimin): 

Eu odiava estar doente e odiava ainda mais o fato de que o Jimin queria parar de fazer as coisas dele para vir cuidar de mim. Meus pais vieram para cá para me ajudar e ele ainda insistia dizendo que tinha que estar por perto sempre sendo que era apenas um resfriado. Encarei Jimin que estava ao meu lado deitado e passei a mão em seus cabelos sorrindo e sentindo meu corpo ser puxado para mais perto do seu enquanto ele afastava o meu cabelo de meu pescoço. 

- Você vai ficar bem melhor quentinha… - Ele resmungou e mordeu meu lóbulo, passando a boca por meu pescoço e dando alguns beijos naquela região. 

- Jimin, a porta… 

- Relaxa, seus pais foram ao supermercado. - Ele subiu em cima de mim e encheu meu pescoço de beijos antes de grudar nossos lábios em um beijo urgente e a sua mão deslizar para dentro da minha blusa apertando o meu seio direito. 

Quando Jimin estava pronto para retirar o meu sutiã já que havia acabado de tirar a minha blusa de moletom, ouvi um barulho de garganta olhando para a porta e vendo meu pai de braço cruzado enquanto a minha mãe nos encarava. 

- Eu…Eu só estava checando se estava tudo bem com o coração dela. - Jimin disse antes de ficar totalmente envergonhado jogando a cabeça para trás. 

Originally posted by jiyoongis

Kim Taehyung (V): 

Estávamos deitados no sofá da minha casa sem fazer nada, apenas olhando um para a cara do outro enquanto pensava em coisas aleatórias. Já havíamos falado sobre ET’s, Unicórnios, Pizza, Comida e até mesmo sobre pintas. Taehyung em um movimento rápido subiu em cima de mim e chupou o meu pescoço. 

- São 2:00 da manhã e os seus pais estão dormindo, vamos nos divertir um pouquinho… - Ele disse e eu apenas assenti, nem parecia estar em sã consciência. 

Geralmente era Taehyung quem controlava a situação mas dessa vez, resolvi fazer diferente, trocando as posições eu me sentei sobre o colo dele e apoiei os braços em seu ombro começando a rebolar devagar em cima de seu membro apenas apreciando a visão que era o ver de olhos fechados mordendo os lábios e apertando cada vez mais forte a minha cintura. 

- (S/n)…Tae… - Ouvi uma voz e antes mesmo de poder sair de seu colo a luz foi acesa dando de cara com meus pais nos olhando boquiabertos e sem reação alguma. 

- Estamos brincando de luta, sabem como Tae é uma criança não é mesmo? - Dei um murro no ombro do Taehyung o fazendo sorri e logo fechar a cara, resmungando um “Péssima desculpa”.

Originally posted by helendrv

Jeon Jungkook (JungKook): 

O meu peito subia e descia enquanto Jungkook continuava com os movimentos rápidos e mordiscava o meu busto por completo, muitas vezes apertando os meus seios. Os gemidos eram abafados mas muitas vezes um ou outro escapava sendo alto. 

- Geme mais baixo… - Ele disse eu apenas gemi em resposta puxando os lençóis da cama enquanto ele deixava os movimentos lentos apenas para me provocar. 

- Jeon… - Gemi alto e senti a língua de Jeon entrar em contato com a minha boca a calando com um beijo feroz. 

O som das nossas respirações ofegante e os sussurros desconexo e sem sentido eram apenas alguns dos barulhos que preenchiam o quarto que em minutos foi preenchido por um novo. O barulho da porta. 

Na porta se encontrava meu pai e a minha mãe com olhares curiosos que logo viraram um olhar de “Eu não acredito que estavam fazendo isso” enquanto Jeongguk tentava disfarçar que estava nu, apoiando o cotovelo no travesseiro e saindo de cima de mim. 

- Tudo bem com vocês, sogros? - Ele perguntou e deu uma piscadinha sorrindo. Porra, Jeongguk. Você acabou de detonar com o nosso relacionamento aos olhos dos meus pais. 

Originally posted by kuromel

/Sasa

¤ Pedido: Faz um do Harry que ele pega o diário dela e lê coisas de quando eles começaram a sair?

¤ Boa leitura :)

——–

  A casa estava em um completo silêncio e o tédio me consumia por inteiro fazendo com que as horas passassem de uma forma ridiculamente lenta.

  S/n havia saído para comprar alguns doces e falou para mim ficar já que ela não estava nem um pouco afim de correr de paparazzi pelo estacionamento. Porém faz mais de uma hora que ela saiu, o que me faz pensar que com certeza ela parou na casa de alguma amiga.

  Eu já não tenho mais nada para fazer, já chequei meus zilhões de e-mails, reli todas as mensagens com S/n e dei uma leve olhada no twitter. Simplesmente nada mais me interessa.

  Já cansado de toda a demora, subo para o quarto dos sonhos de minha namorada. O chamo assim pois seu teto é inteiramente pintado por uma galáxia que S/n mesma fez, e eu simplesmente adoro dormir aqui porque quando tudo está escuro as estrelas “acendem” fazendo-me imaginar milhares de coisas.

  Me jogo na enorme cama que até então estava arrumada por uma colcha na cor cinza que, propositalmente, combina com o teto.

  Meus olhos vagam pelo universo que costumo chamar de nosso e ao que descem, param na estante que se encontra ao lado da cama. Ali, reparo algo que não havia visto ainda, quer dizer, eu tinha visto apenas uma vez, mas S/n disse para mim não tocar pois era algo “confidencial”, claramente mostrando que era seu diário. Desde aquele dia eu estava louco para encontra-lo novamente, mas S/n sempre tomou muito cuidado, provavelmente esqueceu já que eu cheguei de surpresa hoje cedo.

  Me sento na beira da cama e fico encarando o caderno lilás com algumas estrelinhas, minhas mãos coçam de vontade de agarra-lo e assim fazem.

  - Desculpa S/n. - Sussurro já sentindo a consciência pesada.

  Abro o diário vendo que ele começa no dia 01/06/2012, ela provavelmente não escreve muito nele.

  No primeiro dia ela diz o quão feliz está por ter conseguido um emprego como estagiária na revista Vouge e que ia se esforçar ao máximo para se manter nele.

  Vou lendo tudo atentamente e sorrindo com algumas coisas que ela dizia sobre alguns famosos que ela tinha que falar na revista. É interessante saber que ela achava que “Niall Horan é o mais gato da One Direction.”

  Com certeza vou tocar no assunto mais tarde só pra ver sua reação.

  Chego no dia 23/04/2013 e meu coração gela um pouquinho pois, um dia antes nós tivemos nosso primeiro encontro. Meus olhos correm pelas linhas agora de uma forma mais atenta.

  “ Diário Querido,
 
  Ontem não tive tempo para dizer o quão empolgada e nervosa eu estava por sair com Harry Styles. A gente se conheceu faz pouco mais de três semanas e esse doido já quis marcar um encontro, eu recusei de começo e admito que quis me fazer de difícil, mas ele tem um charme maravilhoso e acabei aceitando…”

  Ri com aquilo, que bom saber que meu charme te seduz S/n.

  “…Ele me levou em um restaurante extremamente chique e isso me deixou bem desconfortável, eu não sou desse meio, se ele tivesse me levado para uma barraca de cachorro quente eu me sentiria bem melhor e mais a vontade para fazer meu pedido…”

  Sorrio novamente. Ela estava tão maravilhosa que nem notei seu nervosismo.

  “…mas até que Harry conseguiu me deixar mais confortável puxando assuntos sobre meu dia. Ele é realmente um fofo e ao contrário do que eu imaginei tem muito conteúdo e não só um rostinho bonito.

25/04/2013

   Diário Querido,

  Nesses dois dias eu e Harry estamos nos falando bastante, mas acho que devo estar me metendo em uma enrascada. Tenho medo de me apaixonar por aqueles olhos esmeraldas e o sorriso galanteador, não quero me machucar como me machuquei com Dylan. Sei que é errado compara-los, mas e se num futuro Harry me abandonar para ficar com a minha melhor amiga?
 
  Eu não quero mais sentir a dor de ser traída, mas também não posso passar o resto da vida sozinha. Eu liguei para minha mãe ontem e contei sobre ele, ela me disse que tenho que dar uma chance para mim mesma e embarcar nesse novo relacionamento, mas se ele tentasse algo que não deveria tomar uma atitude imediatamente.

01/06/2013

   Diário Querido,
 
Sobre não se apaixonar, eu falhei miserávelmente. Esse mês que fiquei longe de você foi porque fiquei mais perto de Harry. Ele tem sido uma pessoa incrível para mim, eu acabei contando a ele em um minuto de fraqueza sobre Dylan e ele vêm me ajudado a superar isso, eu não vejo mais as coisas como antes, agora elas parecem estar mais coloridas.

  Semana passada fui conhecer sua família, sua mãe me tratou tão bem que fez com que eu me sentisse em casa. Sua avó é adorável e disse que já me considera sua neta (esse comentário me fez ficar super envergonhada pois ela disse isso em voz alta na frente de todos!). Apenas Gemma, que é irmã dele, pareceu não gostar muito de mim, talvez seja impressão minha, mas ela não fez questão nenhuma de conversar comigo ou tentar uma aproximação.

27/06/2013

   Diário Querido,

  Harry me disse que deveríamos tentar algo mais sério, mas para mim parece cedo ainda então pedi para ele um tempo.

07/07/2013

   Diário Querido,
 
 
  Sei que pedi um tempo a ele, mas semana que vêm nós vamos para Phoenix para ele conhecer minha família. Contei a minha mãe sobre conhecer a mãe dele e ela disse que achava aquilo injusto com ela, mas sei que isso é ciúmes.

  Quando o convidei seu sorriso faltou rasgar o rosto, sei o quanto isso é importante para ele e isso me deixou feliz.

09/08/2013

  Diário Querido,

  Faz um bom tempo que não escrevo, então agora é a hora de lhe contar as novidades; Harry me pediu em namoro, oficialmente. Ele fez isso com a ajuda dos meninos da banda, aliás, Niall é realmente um gatinho. Harry sempre fica bravo quando faço brincadeiras com ele e isso é muito engraçado. Gemma também ajudou, nós estamos nos dando bem, não é como se fôssemos melhores amigas mas já é um grande passo.

  Anteontem nós tivemos nossa primeira vez e eu não sei direito como descrever, foi um momento bem mágico, sentir suas mãos em meu corpo e seus beijos em meu pescoço foi como estar no céu. Ele foi tão carinhoso comigo, sua forma atenciosa fez com que eu me derretesse mais ainda. No fim da noite ele me disse que pela primeira vez estava amando de forma intensa, mas não sei se ele disse isso para me agradar, mas parecia ser sincero e eu sei disso pois também estava sentindo o mesmo.

  Talvez eu esteja amando Harry Styles.”

  Minha respiração estava um pouco acelerada, ler todas aquelas coisas fez algo dentro de mim se abraçar de felicidade. Eu não havia chego nem na metade do diário, provavelmente ela escreveu mais coisas sobre nós.

  - Eu não acredito Harry Edward Styles! - A voz zangada falou assim que eu ia mudar de página.

  Lentamente meus olhos subiram para a figura da mulher brava no batente da porta.

  -E-eu, só… - De repente, de uma forma bem patética, as palavras sumiram da minha mente.
 
  Isso está sendo pior do que quando ela me pegou batendo uma enquanto gemia o nome dela.

  - Eu não acredito que você fez isso!  - Caminhou até mim retirante de forma bruta o diário da minha mão.

  - Desculpa, eu só…

  - Estava bisbilhotando algo particular. - Me interrompeu de forma magoada.

  Suspirei e me levantei ficando de frente com ela. S/n me encarava brava o que me fez sorrir. Era legal saber que ela já escrevia anos atrás e sobre como ela se sentia sobre nós dois, pois era algo sincero.

  - Me desculpa. - Falei mancinho para tentar acalma-la.

  Vai que ela resolve escrever sobre isso.

  Seu suspiro alto soou pelo quarto.

  - Eu falei para você não mexer nesse negócio. - Façou balançando o diário.

  -Eu só estava curioso, me desculpa. - Subi minha mão para fazer carinho em seu rosto mas ela afastou. - S/n…

  - Eu te pedi para não ler Harry, poxa, são coisas bobas. - Guardou o caderno na gaveta da estante.

  Ela estava bem chateada, mas sinceramente eu não entendo o porquê dela estar TÃO magoada, são coisas sobre nós.

  - Eu gostei de ler sobre nós e não acho que seja coisas bobas. - Ela me encarou como se não acreditasse nas minhas palavras.  - Ah S/n, qual é? Eu gostei! 

- Você está falando sério ou está fazendo isso para me agradar? - Perguntou desconfiada.

- Amor… -Falei rindo enquanto revirava os olhos. -…eu gostei de verdade! Eu adorei ver você falar sobre mim e você, além de você ter uma ótima escrita. - Reforcei vendo um sorriso contido surgir no cantinho de sua boca.

- Se você estiver mentindo… - Falou de forma ameaçadora.

- Eu juro. - Levantei minha mão mostrando meu dedo mindinho. - De dedinho. - Ela sorriu e levantou seu dedinho cruzando com o meu.

- Seu idiota! - “Xingou" se jogando em meus braços.

Ela com certeza vai escrever sobre isso.

One Shot Louis Tomlinson

  • Pedido - Eu queria um do Lou q ela é toda carinhosa cm ele e ele é seco cm ela e um dia o filho deles pergunta pq ele não é carinhoso cm a mãe
  • Eu fiz um pouco diferente do pedido… espero que não se importe :)

É de costume todo domingo Louis e (s/n) reservarem um tempo para passear no parque com a pequena Evelyn de seis anos.

Esse é um dos melhores dias para (s/n), ela pode passar a tarde inteira observando os dois amores de sua vida, mesmo que um não seja um doce de pessoa, ela ainda assim o ama intensamente.

Louis acha esse um dia chato, chato porque tem que aturar a sua mulher tentando agradá-lo e cheia de mimimi para o seu lado, a única parte boa desse dia é o sorriso no rosto de Evelyn, ele faz de tudo pela filha. Não que ele não ame sua esposa, longe disso, ele só não tem paciência.

A família Tomlinson desceu do carro e enquanto Evelyn corria para o parque sendo observada pelos olhos atentos de (s/n), Louis tirava a cesta de piquenique do porta malas.  

O dia estava radiante, o sol resolveu dar o ar da graça iluminando e aquecendo tudo e todos que entrem em contato com seus raios, as aves cantavam e pareciam brincar no céu, a grama verdinha deixava todo o cenário mais encantador.

(S/n) pegou a toalha xadrez, vermelha e branca, andando até estar debaixo da grande árvore a qual eles sentavam todo domingo.  

Era sempre a mesma coisa, arrumar a toalha xadrez e as comidas, observar Evelyn brincar e ficar com Louis debaixo da árvore, (s/n) não se importaria em repetir tudo todo domingo pelo resto de sua vida.

Assim que a toalha estava arrumada (s/n) e Louis se sentaram enquanto vigiavam Evelyn descer o escorregador.

— Como foi a semana no trabalho, querido?  

(S/n) realmente queria saber, ela infelizmente não pode o perguntar todos os dias como foi o trabalho porque ele chega tarde e somente quer dormir, Louis não permite conversas quando está na cama.

— Cansativo como sempre… Não sei por que ainda pergunta. — rude… Como sempre.

— Desculpe… — suspirou — Sabe, eu estava pensando em fazer uma viagem… Eu, você e Evelyn.  

— Você está cansada de saber que eu estou atolado de trabalho na empresa, não tenho tempo para viagens. — Louis olha para (s/n) irritado.

— Mas querido…  

— Pelo amor de Deus, (s/n), não me chame de querido, soa tão patético. — esbraveja Louis.

— Tudo bem… — (s/n) se aproxima mais do marido e pega um cacho de uva — Coma uma. — leva uma das uvas em direção a boca de Louis.

— Eu não quero! — vira um pouco o rosto.

— Uma só, Lou… — continua com a uva perto da boca do marido.

— Eu já disse que não quero! — fala mais alto e (s/n) apenas abaixa a mão suspirando.

(S/n) apenas queria chorar, ela se sente tão estúpida, Louis parece não a amar mais e isso é apenas culpa dela, segundo sua mente.

Louis não aceita mais seus carinhos ou a dá algum e ela fica desesperada por atenção puxando qualquer tipo de assunto para ele focar seus olhos pelo menos alguns segundos nela, mas ele é sempre rude e sem paciência.

Segurando a vontade de perguntá-lo se algo está errado com eles, (s/n) apenas guarda o cacho de uvas e se aproxima ainda mais de Louis encostando sua cabeça no ombro dele.  

Louis não a mandou se afastar, mas também não enlaçou sua cintura com seus braços.

Fechando os olhos, (s/n) se manteve imóvel sentindo o cheiro de seu marido, ela só pode senti-lo a noite quando dormem ou fazem sexo. A parte do sexo não acontece muitas vezes.

(S/n) se sente tão calma próxima a Louis, era como se seu mundo estivesse todo em suas mãos, não havia tempo para pensamentos ruins.

— Eu sinto a sua falta… — sem perceber (s/n) deixa escapar em um sussurro.

— Estamos todos os dias na mesma casa. — Louis diz sem dá muita importância olhando Evelyn se aproximar.

— Mas não ficamos muito tempo juntos. Quando você chega só quer ir dormir…  

— E o que você quer que eu faça? Quer que eu deixe meu emprego e fique em casa com você? Alguém tem que colocar comida na mesa. — Louis se irritou se afastando de (s/n).

A pequena Evelyn que estava a pouco tempo em pé em frente aos pais percebeu mais uma vez o clima e isso a deixou um pouco triste.

— Oi filha… — (s/n) sorriu forçado sentido seus olhos marejarem — Tem um carrinho de algodão ali, você quer? — ficou de pé olhando a menina.

— Quero sim, mamãe… — Evelyn respondeu sem ânimo e sentou-se sobre a toalha.

— Eu já volto…  

(S/n) sai apressada em direção ao carrinho de algodão doce, segurando ao máximo o choro, ela não queria chorar na frente de Louis e muito menos na frente da filha.

Evy se manteve sentada de cabeça baixa brincando com seu pequenos dedos, Louis sabia que ela estava triste já que ela é sempre tão ativa e estaria nesse momento correndo na frente da mãe.

— Papai?— a vozinha melodiosa da pequena soou aos ouvidos de Louis.

— Sim querida… — respondeu com um sorriso.

— Você não ama mais a mamãe? — ela o olhou com os olhinhos tristes.

— Claro que amo, meu amor… O que te faz pensar isso? — Louis se aproxima da filha e acaricia seu cabelo.

— Você sempre briga com a mamãe e faz ela ficar triste.

— Eu não brigo com ela, nós só conversamos. — a voz de Louis se mantém calma.

— Mas ela fica triste, eu sei…

— Desculpe o papai, ok?! — ele beija a cabeça da pequena — O papai vai ser melhor com a mamãe.

— Não faz ela triste, eu fico triste também…

Louis se sente um pouco envergonhado, precisou uma criança de seis anos para que ele percebesse que estava sendo um péssimo marido.  

Com todo o estresse da empresa, ele descontou sua irritação na pessoa errada, ele se sente tão mal ao perceber isso.

Se Evelyn se sente mal imagine (s/n)… Apenas isso se passava em sua cabeça.

Alguns minutos de silêncio depois, (s/n) voltou com um algodão doce cor de rosa e o entregou a Evy, quando estava quase sentando-se ao seu lado, Louis segurou sua mão a puxando para o seu lado a fazendo sentar de costas em seu colo.

A principio (s/n) estranhou, ele foi tão rude a não muito tempo a trás e agora a abraçou pela cintura e a beijou na nuca.

— Me desculpe por ter sido tão estúpido com você. — Louis beija a têmpora de (s/n) — Saiba que eu amo você e nossa filha mais que tudo no mundo e quando eu agir como um animal indomado apenas puxe minha orelha e me dê um sermão com cara de brava como a que você faz quando dou doces a Evy antes do jantar. — riu fazendo com que (s/n) risse também — Você também pode me chamar de querido sempre que quiser. — diz virando (s/n) de frente para ele.

— Tudo bem… Eu também amo você e nossa filha, querido.

(S/n) sorri e fecha os olhos assim que Louis coloca as mãos em sua nuca e aproxima seus rostos, selando seus lábios, Louis inicia um beijo calmo e sem pressa, suas línguas brincam em suas bocas.

Algumas palminhas podem ser ouvidas fazendo os dois rirem durante o beijo sabendo ser Evelyn, alguns segundos depois o beijo é encerrado com vários selinhos. Evelyn corre até os pais e se joga no meio deles os abraçando.

— Eu amo vocês! — Louis sorri beijando a testa das mulheres da sua vida.



Espero que tenham gostado e logo, logo postarei os outros pedidos :)

- Tay

Oi, você sabe bem quem eu sou…Sou a garota que se declarou para você e o nervosismo de sabe sua resposta foi tão grande que me fez deletar todas as redes sócias num surto de ansiedade com medo. Achei “sumindo, ao menos me declarei. Pra que resposta? Vai que é um não…”. Só tinha esquecido de um detalhe, quase impossível sobreviver no mundo hoje sem a internet. Fiquei afastada por um dia e me sentia no total tedio, como se o mundo estivesse andando como tartarugas. Voltei para mundo tecnológico, preferir fingir que nada tinha acontecido. Ate você me chama no chat, confesso que respirei fundo, fiz aquele charme de não responder logo na hora mesmo me roendo de curiosidade para sabe o que queria comigo. Quando vi, está puxando assunto comigo. Depois do “oi, tudo bem?”, veio o “está mais calma agora?”. Aquilo me tranquilizou de uma maneira entender que você sabe o quanto foi difícil chegar a ti, e me declarar. Embora hoje, tenha acontecido muitas coisas. Você me magoou muito com certas atitudes, eu não te odeio. Acredito que, se não aconteceu nada há 2 anos atrás, por que tinha que acontece algo agora? De qualquer forma agradeço, viver é uma caixa de ensinamentos. E contigo, aprendi só mais. Obrigado.

Fiquei preocupado com ela desde a noite, em que a vi entrar no prédio desnorteada de frustração. E então, fui até o porteiro, e preocupado, perguntei se ele poderia me passar o número de Ester. Ele me passou. No mesmo segundo, a chamei, me identifiquei como morador do mesmo prédio que o dela, disse que estava na noite que ela entrou desesperada no Edifício. Perguntei como ela estava e se havia recuperado da angústia. Rapidamente me respondeu: “Tudo bem não, eu conheço essa história. Você chega, bem manso. Bem encantador e me envolve. Me pergunta se estou bem hoje. Se eu melhorei da Rinite amanhã. E vai puxando assunto segunda, terça, quarta e assim sucessivamente, até o fim do mês. E eu respondendo o necessário. Mas ai, meu alarme sentimental vai apitar, e vai despertar algo em mim por você. Então o jogo inverte, né? Eu te chamo e te pergunto se está bem. Se melhorou do pé torcido do futebol. Você visualiza. Mas não responde. Eu continuo atrás de você. Pra saber se conseguiu ser aprovado naquela prova. Ou se seu time ganhou. Você visualiza. Mas não responde. Olha, melhor não. Não conversa comigo não. De verdade, me deixa em paz. Quero paz! Procura outra pessoa. Eu não, por favor.” Fiquei boquiaberto com a resposta. Eu só perguntei como ela estava. E logo percebi que, ela não estava nada bem.
—  Relatos do Leonardo, vizinho de Ester. Uma solitária qualquer.
Carta amaçada.

Bom, primeiramente, Olá! Não sei a hora ou o dia que você lerá está singela carta. Sinto-me injuriado. A algo aqui, dentro de mim, que força-me a cometer o ridículo, quando o assunto é você. Realmente, não sei comportar-me ao seu lado, pois fico trêmulo, sem reação, e acabo dizendo as coisas em uma medida de desespero, por conta do enorme impacto que você causa em mim. Quando chegou na loja, confesso que lhe tratei como qualquer uma garota, nada diferente das que lá habitavam. Mas, aquele dia que veio até mim, puxando assunto, algo ali, dentro de meu pobre coração adormecido, ressurgiu, algo que não sentia já alguns anos. Já sou um homem feito, e você fez-me parecer uma criança apaixonada. Você é diferenciada das demais, suponho que sabes disso perfeitamente. Algo, dentro de você que ilumina todo o resto, e se abrange sobre mim. Há! Perdoa-me, não quero constrangê-la. Mas, resumindo.. Você, tanto por dentro quanto por fora, é a mais bela que já tive o prazer de conhecer. A terra anda mais quente e as pessoas mais frias… Você sabe disso, porém, seu brilho nunca acaba, seu calor nunca desaparece…. 
Há! Não se iluda comigo, eu não tenho nada demais pra oferecer além de sentimento. Para alguns é nada, para outros é tudo. 
Carrego comigo um ramo de flores roubada de um jardim qualquer, e um coração cheio de esperança. 
Sei que está namorando, suponho que goste dele. Então respeitarei fielmente. Mas… Entenda-me, por favor, estou diante a mais bela das rosas, seria egoísmo meu guarda-lá só pra mim? E se outro colhê-la? Entenda, por favor. Não quero forçar nada que não queira. Sorte é aquele que tem o prazer de lhe ter ao lado.. Eu apenas não sei o que fazer… Não mais. Essa, é minha última tentativa de tentar conquista-la. Se caso, isto não venha à funcionar, eu entenderei, respeitarei, não insistirei mais.. 
Acho que já sabemos como isso acabará… Adeus..

anonymous asked:

pode fazer um daqueles fc prompt lindão para o kim namjoon, por favorzinho?

sim?? claro?? com certeza?? fc prompt pra esse homão da porra menino talentoso que merece mais reconhecimento stan kim namjoon 2k17 rei das covinhas?? (+ fc prompts)

Eu adoro a ideia do Namjoon de fc pra um personagem que é bem soft, mas ao mesmo tempo nem tanto. Alguém bem “do no harm but take no shit”. Ele não seria alguém exatamente tímido, mas ele também não seria de sair por aí puxando assunto com gente que ele nem conhece. Ele tentaria resolver as coisas fazendo o possível para não partir pro conflito, tentando fazer todo mundo chegar a um acordo; seria alguém bem pacifista e good vibes. Mas isso não significa que ele ia ficar quieto se visse algo errado acontecendo. Pelo contrário, ele super seria o tipo de pessoa que sempre se levanta quando vê algo errado. Exemplo, alguém que estuda com ele tá sofrendo bullying, ele vai lá e fala pra galere calar a boca; ele viu alguém falando merda pra outra pessoa, ele vai lá meio “bicho se toca”. Não deixaria injustiça passar em branco. Seria alguém que quer fazer algo para melhorar o mundo (mesmo que as pessoas fiquem um pouco “sério mesmo?” quando ele fala isso). Também acho legal ele sendo um personagem bem vamos quebrar estereótipos, sabe? Bem “eu me visto do jeito que der na telha e não importa o que os outros dizem”, sem medo de “quebrar normas” (porque na moralzinha, namjoon de saia é algo que tem que acontecer mais vezes porque é minha aesthetic). Só lembrando que se esse personagem morasse na Coreia, esse tipo de coisa seria algo lowkey shook, porque lá ainda tá bem enraizada as crenças da família tradicional coreana (isso até poderia render uns bons plots, uns bons angst, adoro). Ele também seria alguém que observa muito tudo a sua volta, principalmente as pessoas. Ele se importa com os outros, principalmente com as pessoas mais próximas dele, como suas atitudes podem afetá-los; isso pode acabar se tornando um problema mais tarde porque ele não pode passar a vida toda se preocupando só com os outros. Eu também imagino esse personagem como uma pessoa que lê bastante, está sempre com um livro por perto, que gosta de ir em uns rolês alternativos.

Imagine com Liam Payne - Parte 2

Parte 1

  Terminei de passar o meu batom vinho e olhei o meu reflexo no enorme espelho. Ajeitei meu cabelo e sorri automaticamente feliz com o resultado.

  - (S/a)? Posso entrar? - ouvi Gemma gritar do corredor.

  - Claro. - gritei. Fui em direção a mala que estava em cima da minha cama e a fechei. Olhei para o lado e Gemma me olhava de em cima à baixo.

  - Wow. - ri.

  - Não gostou? - perguntei dando uma voltinha para ela ver melhor a minha roupa.

  - Eu amei, você está linda. - sorri para ela. Fui em direção ao closet para ver se tinha esquecido alguma coisa e Gemma foi atrás de mim. - Sabe do que eu estava lembrando aqui?

  - Hm? - perguntei sem prestar muita atenção. Precisava ter certeza de que não estava esquecendo nada.

  - De quando você chegou. Você era tão magrinha e usava umas roupas que pareciam da sessão infantil e agora você está assim… Um mulherão. - ela riu e eu, imediatamente, parei de fazer o que estava fazendo para me lembrar do motivo de eu ter voltado para a Inglaterra. Balancei a cabeça para afastar essas lembranças.

  - O tempo me fez bem. - rimos.

  - Não só o tempo, eu te ajudei. - ela disse se lembrando. Quando eu cheguei na Inglaterra fui morar com minha mãe, só que isso só estava me deixando ainda mais infantil e então Gemma me chamou para morar com ela e desde esse dia eu nunca mais fui a mesma. Eu ainda não sei como agradecer à Gemma.

  - Eu sei. Se não fosse por você eu não sei o que seria de mim. - suspirei. Saí do closet voltando para o quarto junto com minha irmã mais velha.

  - Você ia continuar chorando pelo… Qual é mesmo o nome dele? - ela perguntou confusa. Engoli em seco e sorri fraco para ela.

  - Acho que é Ryan, não me lembro direito. - menti. Não contei para minha irmã que tinha sido Liam, com medo de que ela contasse para Harry, mas isso é passado. Já se passou um ano desde a ultima vez que vi Liam e muita coisa aconteceu e mudou. Quem quer tivesse me visto naquele ano e me visse agora saberia o quanto eu mudei e para melhor. Eu posso ter mudado mas isso não significa que minhas lembranças tenham sido apagadas, só que agora invés de ter tristeza, tinha rancor. Não quero vingança, apenas quero que isso tenha um troco e o melhor jeito de fazer isso é voltando a morar com Harry.

  - Faça ele ver o que perdeu, (S/n). - ela disse séria.

  - Eu farei. - sorrimos.

  Flashes. Muitos flashes. Eu e Harry estávamos tentando sair do aeroporto e entrarmos no carro mas os paparazzi não deixavam. Coloquei meu óculos escuro e juntei meu braço no de Harry, sempre fazíamos isso. Harry me perguntou se podíamos ir e eu assenti me preparando mentalmente para a dor de cabeça que isso seria.

  Eles perguntavam muitas coisas, pediam outras e eu só sabia contar mentalmente para não entrar em desespero. Sempre tive claustrofobia e esses caras em cima não ajudavam. Somente depois de dez minutos contados conseguimos entrar no grande carro de Harry. Voltei a respirar normalmente assim que percebi que estava segura.

  - Eu não consegui dizer antes, mas você está linda. - olhei para Harry que estava no banco do motorista e sorri para ele que me retribuiu. Eu e Harry sempre fomos muito apegados e pra quem estava acostumada a ver todos os dias o irmão mais velho, passar um ano longe do mesmo foi bastante difícil.

  - Eu digo o mesmo. - ri fraco. - Quebrando muitos corações? - perguntei vendo que já estávamos a uma pequena distância do aeroporto.

  - Por enquanto o de ninguém muito importante. - ele brincou e eu ri. Senti falta do humor dele.

  Comecei a prestar atenção na vista e uma pergunta rondava a minha mente. Los Angeles me trará sorte?

  - (S/n)? Posso fazer uma pergunta? - não dei muita importância para o que ele perguntaria.

  - Claro. - o respondi ainda prestando atenção na vista.

  - Por que foi embora? - o olhei. Harry estava sério mas continuava com o olhar na estrada.

  - Eu estava com saudade da Inglaterra. - por um lado isso não era mentira.

  - E por que voltou? - sorri para ele.

  - Porque estava com saudade de você. - falei a verdade. Harry me fazia muita falta. Ele sorriu.

  - Mesmo minha intuição me dizendo que tem algo a mais nisso ai, eu vou acreditar em você. - rimos. - Também senti sua falta, irmãzinha.

  - (S/a)? - Harry me chamou. Terminava de ajeitar as minhas coisas.

  - Sim? - gritei. Em segundos Harry já estava entrando no meu quarto. Foi só olha-lo para saber que tinha algo estranho acontecendo. Harry estava diferente, eu sabia que tinha algo acontecendo pois a meia hora atrás ele estava normal. - Aconteceu algo?

  - O que? Claro que não. - ele respondeu rápido atropelando as palavras. Fingi acreditar. - O que acha de pedirmos pizza?

  - Ótima ideia. - respondi.

  - Teria algum.. é… problema em eu chamar Liam? - o que? esse nervoso todo era por causa de Liam?

  - Claro que não, pode chamar. - respondi sorrindo. Ele respirou fundo e saiu do quarto me deixando sozinha e pensativa. Ele nunca me perguntou se podia chamar Liam, por que perguntaria agora?

  Dei de ombros para o meu pensamento e entrei no banheiro para tomar um banho bem quente. Não sabia se tinha demorado muito no banho, mas foi o tempo que eu precisava. Banhos quentes sempre me faziam esquecer do mundo, de tudo. Desliguei o chuveiro e sai do box vestindo o roupão. Voltei para o quarto e me sequei e comecei a me vestir. Quando terminei de colocar a lingerie, ouvi abrirem a porta e foi automático eu me virar para a direção da porta.

  - Porra. - engoli em seco vendo os olhos castanhos de Liam viajando por cada parte do meu corpo.

  - Não sabe bater na porta não? - perguntei, comecei a colocar o short jeans sem pressa alguma.

  - Me desculpa. - ele disse ainda sem se mover. Sorri mentalmente. Assim que terminei de colocar o short, comecei a colocar a blusa e quando já havia colocado Liam se tocou e me deixou sozinha no quarto. Comecei a rir baixo. Babaca. Penteei meu cabelo e comecei a me maquiar. Havia aprendido a amar maquiagem com Gemma.

  Quando já estava arrumada, desci a escada encontrando Harry e Liam no sofá. Harry continuava estranho, talvez até pior que antes o que me irritava profundamente. Eu sei que ele estava escondendo algo de mim, e eu irei descobrir. Me juntei a eles.

  - (S/a), nós ligamos para a pizzaria e vão demorar muito para entregar. - Harry começou a dizer e eu fingia acreditar. Oh, Harry, por que mentes para mim?

  - E…? - o incentivei a continuar vendo que ele tinha travado.

  - Ele quer saber se você pode ir comigo buscar as pizzas. - Liam disse e a minha intuição dizia que não era só isso. Harry nunca foi de mentir e saber que ele estava mentindo para mim por Liam me irritava. Eu não sabia se Liam tinha contado para Harry das coisas que aconteceram a um ano atrás mas me controlei.

  - Tudo bem. - dei o meu melhor sorriso debochado para eles. Liam se levantou do sofá e eu o acompanhei.

  Já estava dentro do carro de Liam e o silêncio deu fresta para os meus pensamentos. Eu sabia que se fosse um ano atrás eu estaria puxando assunto com Liam, ou até dando em cima dele descaradamente com minhas roupinhas da Barbie, mas vendo agora eu tive certeza de que estava tudo diferente porque se fosse mesmo à um ano atrás Liam nunca me levaria para algum lugar sozinha com ele. Ele provavelmente estaria gritando comigo agora.

  Já havíamos passado por várias pizzarias e Liam continuava a dirigir.

  - Já passamos. - o alertei.

  - Eu sei. - ele disse somente.

  Liam apertava com força o volante e prestava bastante atenção na estrada. Via gotas de suor em sua testa e me perguntei o motivo, pois não estava calor. Dei de ombros voltando a prestar atenção na rua. Liam continuava lindo mas seu interior e meu rancor por ele o deixavam horrível.

  Senti o carro parar e percebi que ele estava estacionando o carro em um lugar abandonado. Automaticamente senti meu corpo tremer com medo do que estávamos fazendo ali e do que ele poderia fazer comigo mas continuei quieta como se nada fizesse diferença.

  - Eu queria pedir desculpa. - o olhei assustada.

  - Um pedido de desculpa agora não muda muita coisa. - disse começando a perder a paciência.

  - Me deixe terminar, por favor. - assenti mesmo sabendo que qualquer coisa que ele dissesse não mudaria nada. - Eu sei que fui um completo idiota contigo, (S/a), mas era o meu jeito e eu me arrependo profundamente por cada palavra que te disse. Eu sei que um pedido de desculpa agora não vai mudar o que aconteceu mas eu quero que você saiba que se eu pudesse eu faria tudo diferente.

  - Só isso? - perguntei tentando controlar a minha respiração.

  - Eu quero outra chance, (S/n). Desde que te conheci você me deixou louco, e eu te tratava daquele jeito por ódio. Ódio de você ser muito nova, (S/a), eu sabia que ninguém iria nos apoiar por isso eu fazia aquilo. Era uma maneira de tentar tirar você da minha cabeça.

  - Você só pode estar zoando. - ri forçadamente.

  - Não estou. Eu quero te fazer minha. - e então ele me beijou. Deus.

   Era hoje. Respirei fundo vendo meu reflexo no espelho. Eu e Liam estávamos completando um ano de namoro e eu estava nervosa. Sentia meu coração querer sair pela boca. Hoje era o dia tão esperado por mim e por Liam mas por motivos diferentes.

   - Pronta, baby? - Liam me abraçou por trás e distribuiu beijos em meu ombro. Sorri para ele.

  - Prontíssima. - mal sabia ele que eu estava esperando esse dia desde que cheguei na casa da Gemma.

  Chegamos no restaurante e Liam chamou o garçom pediu nossas bebidas. Meus dedos tremiam e eu sentia que a qualquer segundo eu iria explodir.

  - Um ano. - brindamos assim que nossas bebidas chegaram.

  - Eu te amo tanto, amor. Eu não sei como te agradecer por ser essa mulher incrível. - ele se declarou.

  - Sabe, Liam, quando você me chamou de usou e me jogou fora, eu me senti um lixo. - Liam se ajeitou na cadeira.

  - Por que está dizendo isso, baby? - ele perguntou nervoso.

  - Você acreditou mesmo que eu ia te dar uma segunda chance, baby? Ah, vamos lá né, depois a idiota era eu. - ri.

  - (S/n), que merda você tá falando?

  - Liam, você me usou, me bateu… Isso aqui não é nada. - ri ainda mais. Seus olhos castanhos demonstravam confusão, tristeza e raiva, tudo que eu senti durante meses quando voltei para a Inglaterra.

  - Você tá me assustando. - Liam deixou uma lágrima deslizar pelo seu rosto, mas isso não me afetou. Ele merece.

  - Sabe, você até que foi um bom namoradinho, mas baby, isso não passa de um jogo. - Levantei da cadeira e joguei um beijo no ar. Liam rapidamente se levantou da cadeira e veio até mim, segurando meu braço com força me impedindo de ir embora.

  - Você só pode estar zoando. Diz que está zoando, (S/n)! - ele gritou chamando a atenção de todos.

  - É bom ser usado e jogado fora não é, Liam? - sorri soltando meu braço. Fui embora do restaurante deixando Liam desolado lá. Não me leve a mal, ele só teve o que merece. O mundo dá voltas, Liam.

Gabi

A aposta-capitulo 21

Flashback:

Slim:Oi…(sorrindo) como prometido,estou aqui.

Van:Ah..(tirando a atenção do livro) oi..

Slim:E ai como você está?

Van:bem…(lendo)

Slim:Ontem,nem deu tempo de perguntar seu nome.(puxando assunto)
Van:Vanessa..

Slim:O meu é Valter,mas pode me chamar de Slim.(sorridente) então Vanessa..

Van:Van…pode chamar assim,pelo apelido.(desconfortável).

Slim:Então,Van,eu me permitir comprar isso aqui pra você.(lhe entregando um livro)

Van:Romeu e Julieta? (arqueando as sobrancelhas) sério?

Slim:Creio que,você já deve ter lido,mas essa é uma história diferente,mas contraída.

Van:Quando eu puder eu dou uma lida,obrigada.

Slim:Você não é muito de falar né?

Van:Não.(seca)

Slim:Você é tão bonita que nem parece que fala pouco.(sorrindo de canto)

Van:E pra ser bonita tem que falar pelos cotovelos?(arqueando as sobrancelhas)

Slim:Não,pra falar a verdade o seu jeito me agrada muito,gosto de pessoas assim.

Van:Você é bem diferente pelo jeito.

Slim:Como você sabe? você não me conhece.(usando a mesma frase de Vanessa)

Van:Mas quem chegou puxando assunto foi você.(sorrindo)

Slim:Aeee.(batendo palmas) deu um sorriso.

XXXX-Valter,silêncio,você está em uma biblioteca.

Van:Tomou distraído.(rindo)

Vanessa ficou horas conversando com Slim,e ele estava feliz,pois aos poucos estava conseguindo seus objetivos,assim que saiu da biblioteca ele foi falar com Clara.

(fim do flashback)

Fabian:AI cara esse aqui é dos bons.(rindo)

Marcelo:Ele tem razão cara,foi você mesmo que enrolou?

Junior:Foi sim,mas não tenho só isso…(olhando para os lados)

Marcelo:Relaxa ai parceiro,aqui ninguém entrar,propriedade privada.

Fabian:Aqui,além disso o que mais você tem ai?

Junior:Depende muito o que você tá procurando.

Fabian:Então eu vou dar uma festa essa semana la em casa,e ai eu queria que você me arrumasse mais desses e…

Angela:Marcelo.(o chamando) 

Marcelo:Saco.(entregando o cigarro para Junior) fala…

Angela:Você me chamou eu fui até a sua casa e como você não estava,eu vim aqui.

Marcelo:Tive outras coisas para fazer.(pegando de volta o cigarro) quer?

Angela:Oi Junior.(pegando) não sabia que você também usava.

Junior havia ficado meio incomodado com a situação,não era essa a primeira impressão que ele queria dar para Angela,a contra partido ele viu ali nessa aproximação entre ele,Fabian e Marcelo,a oportunidade de se aproximar dela também.

Fabian:Ele não usa,só fornece.(rindo)

Angela:Jura?(surpresa)

Junior:Bom,eu queria que isso ficasse entre nós.

Marcelo:Relaxa cara,aqui todo mundo tá no mesmo esquema,né amor?
Angela:É sim…(incomodada)

Junior:Tudo bem,agora eu preciso ir.

Marcelo:Beleza,mas antes.(abrindo a carteira) deixa uns 6 desse ai pra gente.

Junior:(surpreso com a quantia) beleza,tá aqui.

(Na casa de Clara)

Passei a mão sobre sua nuca e a puxei para minha,por ser a sua primeira vez eu queria que fosse perfeito,fui acariciando seu corpo,dando leves beijos,girei nosso corpos fazendo com que ela ficasse por baixo sem parar os beijos que foram ficando mais intensos.

O beijo dela me deixava totalmente entregue,eu amava beijo com mordidas,nem preciso dizer que os dela era maravilhosos. Fui descendo com os beijos para seu pescoço,e a cada toque meu ela soltava um gemido,retirei seu sutiã e mordi levemente um de seis seios,fui mordiscando um de seus seios enquanto acariciava o outro,nisso eu já estava mais que excitada.

Clara:Van…(fechando os olhos) não para.

Van:Pede…(sussurrando em seu ouvido)

Clara:Quero ser sua agora.(voltando a lhe beijar)

Fui descendo os beijos para sua barriga dando leves mordidas,ela se arrepiou,Clara estava totalmente entregue a mim pedia por mais a cada toque que eu lhe dava,continuei descendo os beijos até chegar em sua intimidade,passei a mão levemente sobre sua calcinha,ela estava assim como eu mais que molhada,isso me deixou com mais vontade de te-la pra mim,fui passando a língua ainda sem tirar a peça,até que não aguentei mais e retirei.

Passei a língua sobre sua intimidade e ela arfou com o meu toque,totalmente entregue,a penetrei e passei a fazer movimentos circulares,passei a chupa-la e com um dedo fui lhe dando estocadas enquanto ela pedia por mais,ela era minha,continuei o que fazia e pude sentir que ela estava quase gozando.

Clara:Mas rápido Van…(ofegante)

Van:Traz pra mim…

Clara:Eu vou gozar…

Foi perfeito,seu gosto era delicioso,era ela deliciosa,o beijo dela é incrível,eu estava completamente extasiada,lhe dei um leve beijo em seus lábios enquanto ela se recuperava.

Van:você é linda sabia?(sorrindo) gostou?

Clara:Eu amei…(sorrindo)

Van:Foi mesmo…?(tímida)

Clara:humrrum.(lhe dando um beijo)

Nunca imaginei me sentir tão bem com uma mulher como foi,Vanessa soube fazer algo incrível que nenhum homem conseguiu me fazer sentir antes,mas eu queria retribuir,lhe dar prazer da mesma forma que ela me deu.

Clara:Espera ai…(se levantando) 

Van:aonde você vai?

Clara:Buscar uma coisa.(sorrindo)

Me enrolei com um roupão e desci na cozinha,peguei uma barra de chocolate e quebrei os cubinhos,voltei para o quarto e ela sorriu ao me ver com o pote em minhas mãos,coloque o chocolate em minha boca e deitei sobre seu corpo a beijando.

Clara:Que foi?

Van:Seu beijo fica ainda mais gostoso com esse chocolate.(tentando beija-la) da mais…

Clara:Calma…eu quero outra coisa.

Voltei a beija-la e fui me desfazendo de suas roupas assim como ela fez comigo,acariciei seu corpo,curtindo cada cantinho dela,a beijava lentamente,o gosto de chocolate ainda estava em nossos lábios…

Van:Tem certeza que quer fazer isso?

Clara:Sim.(lhe dando um selinho) eu quero.

Eu estava comum pouco de medo,nervosa,eu não tinha nenhuma experiencia naquilo,não sabia ao certo do que e como fazer,tentei repetir tudo o que ela fez comigo e ela parecia estar gostando de tudo aquilo.Fui dando mordidas e por todo seu corpo,e já estava excitada novamente,desci a língua deixando beijos por todo seu corpo e que corpo,passei a língua sobre um de seus seios que já estava durinho,era muito bom toda aquela “descoberta”.

Passei a unha sobre sua barriga o que fez seu corpo se arrepiar,seu abdômen se contraiu quando troquei a mão pela língua,passei a mão sobre sua calcinha,aquela mulher era uma perdição,tirei sua calcinha e de leve fui passando a língua,era delicioso,mais delicioso ainda era ouvir seus gemidos,a chupei da mesma forma que ela.

Van:clara…eu..eu vou..

Ela gozou na minha boca,suguei todo aquele liquido e voltei para beija-la,ela ainda estava de olhos fechados,esperei que ela se recuperasse e fiquei fazendo carinho em seu rosto.

Clara:Então? (receosa)

Van:Pra quem nunca tinha ficado com uma mulher,você chupa muito bem.

Clara:Vanessa…(corando)

Van:Você foi e e maravilhosa.(voltando a beija-la) agora deita,vamos dormir.

Clara:Nossa.(¬¬) que romantismo.

Van:Vem cá.(rindo) é brincadeira minha princesa.

Ficamos deitadas nos beijando e trocando caricias,logo fomos pegas pelo sono que não demorou muito a vir por conta do cansaço,ela dormiu primeiro e ainda fiquei admirando aquela coisinha toda encolhida dormindo serenamente,depositei um beijo sobre sua cabeça e dormimos agarradinha.

(Dia seguinte)

Van:Acorda princesa.(beijando seu rosto)

Clara:Ah não…(virando para o outro lado) 

Van:Bebezinha,a gente precisa ir pra faculdade.(sorrindo)

Clara:A gente não pode ficar juntas aqui na cama?(sonolenta)

Van:Não minha pequena,além do mais,eu ainda tenho que passar em casa pra trocar de roupa.

Clara:Eu te empresto uma.(manhosa) vai Van,vamos dormir mais um pouco tá muito cedo.

Van:Clarinha,deixa de ser preguicinha,vai levanta.(beijando suas costas)

Clara:A gente pode fazer isso também.(rindo baixo)

Van:Isso o que?

Clara:Repetir a noite de ontem.

Van:Mais tarde nós repetimos,agora precisamos mesmo ir.
Clara:Chata.(se levantando)

Ela ficava ainda mais linda bravinha,tomei banho com ela mas não fizemos nada,só trocamos beijos e caricias,tomamos café juntas e a levei comigo para casa,chegando lá tudo estava no mais absoluto silêncio,o que era estranho pois sempre pela manhã minha mãe ouvia um de seus cds de opera que ela tanto gostava.

Van:Pai…(o chamando)

Sergio:Vanessa…(a abraçando) onde você estava minha filha?

Van:Eu fui para a casa da Clara estudar e como o senhor estava trabalhando,preferi não incomodar.

Sergio:Clara…(indo até ela cumprimenta-la) como você está.

Clara:Eu estou bem,e o senhor.

Sergio:bem também,seus pais como estão?

Clara:Estão todos bem…

Senti meu pai um pouco nervoso,e isso de mim ele nunca conseguiu esconder,foi puxando assunto e mais assunto com Clara que não entendia nada,nem eu,já que ele evitava a olhar para mim a todo momento,algo estava errado.

Van:Pai,minha mãe ainda está dormindo?

Sergio:não filha…(nervoso)

Van:Ela foi fazer caminhada?(estranhando) está super cedo.

Sergio:Minha filha,eu disse que precisávamos conversar eu te esperei a noite toda…

Van:Tá,se o senhor quiser nós podemos conversar agora,mas antes eu gostaria de falar com a minha mãe.

Sergio:Filha,a sua mãe,ela teve que fazer uma escolha…

Van:Escolha…como assim?(apreensiva)

Sergio:Conversamos sobre isso ontem,lembra que eu te disse…

Van:Eu lembro de toda a nossa conversa,onde está a minha mãe.(se alterando)

Sergio:Foi o melhor para ela minha filha…ela…

Van:O que você fez com a minha mãe.(alterada)

Eu não estava entendo nada do que estava acontecendo,resolvi sair da sala e fiquei do lado de fora esperando-a retornar,fiquei preocupada mas era uma conversa entre os dois,fiquei mega preocupada com ela.

Van:Me responde pai…(deixando algumas lagrimas cair)

Sergio:Não filha…(tentando toca-la) 

Van:ONDE ESTÁ A MINHA MÃE,ME RESPONDE.(gritando)

Sergio:Eu a internei em uma clinica de reabilitação.

      =============Twitter:@ShowYourMiley===============

              ==========creditos:Rosana21stars=======

“O que será que eu posso dizer pra acrescentar? Eu tô cansada de tanto falar, na verdade. Não adianta me olhar assim, Stubb. Não adianta falar com esse suspiro de quem sabe o que quer, porque você não sabe. Nunca soube, deixa eu ser sincera. Não coça a barba desse jeito, você sabe que eu odeio o jeito que ela me pinica. Eu tô falando demais? Eu sei, tenho essa mania. Aprendi a falar com 2 anos, mas depois de te conhecer tive que aprender de novo. Porque o meu assunto favorito tinha virado você. Você apareceu do nada, com uma camisa polo gola V com cheiro de lavanda e um perfume forte e exalado. Puxando um assunto nada a ver, e soltando cantadas. E eu te disse que cantadas não funcionavam de jeito nenhum comigo. E você disse que a intenção era fazer rir, e não impressionar. Foi ai que você começou a impressionar, quando você não quis. Quando dei por mim tava pensando quando aquela camisa gola V iria parar em mim. Qual é, abre esses braços e deixa eu me jogar neles. Não, Robin. Seja forte, seja forte. Você precisa parar de me olhar assim, acaba com todos os meus planos e pensamentos de “não ligo pra você”. Você me estragou, Stubb. E sim, a culpa é toda sua. Sua por aparecer, sua por ter uma boca tão grande e mil dentes nela. Que fazem seu sorriso iluminar teu rosto todo. Porque até estar no silêncio com você é bom e confortante. Não, Robin, você não aprende nunca? Não, não aprendo. Nem sei disfarçar o olhar das suas pintas no pescoço, ou das suas costas. Das covinhas que você tem nela, ou da sua barba por fazer. Não me olha assim, porque você não é o centro do universo. E eu não suporto me fazer achar que é (as vezes). Bati o pé mil vezes antes de falar sobre você de novo. É chato, assim como você. Me irrita também, assim como você. As palavras fluem, e quando eu vejo, já foi. E a culpa é toda sua, toda, toda, toda. Porque isso é uma droga, porque eu fiz de você a minha droga. E porque as coisas sempre saem confusas e desarrumadas, e a culpa você já sabe de quem é.”

- Robin and Stubb

Ele faz você se sentir a maior trouxa do mundo. Ele leva horas pra responder suas mensagens, e quando responde, é com uma risadinha sem graça. Você está sempre se esforçando, puxando assunto, perguntando sobre como foi o dia dele, mas ele nunca pergunta do seu. Ele não te dá bom dia, não te leva pra tomar sorvete e nem no cinema. Só te procura quando quer. Você promete que não vai mais correr atrás, que vai seguir com a sua vida e conhecer outros caras. Você promete dar prioridade a si mesma e esquecer esse cara. Pensa que ele não merece nada do que você faz por ele, e nem que você sinta algo tão bonito por ele. Você se pergunta por que foi cair nessa. Logo você que não se apaixona facilmente. Logo você que é tão inteligente. E então você o ignora. Nos primeiros dias é difícil, você sente falta dele, você pensa nele o dia todo, você sonha com ele. Mas segue firme. Algumas semanas se passam, e já não dói tanto assim. Você consegue se concentrar em outras coisas e se divertir com suas amigas. Você se convence de que pode superar tudo e seguir em frente. Você se sente feliz. Até conhece outro cara, mas decide não criar nenhuma expectativa. Você já não sente vontade de chorar e nem abraça o travesseiro de noite. E aí ele te manda um oi. Mas não um simples “oi”. Um “oooiiii” todo enfeitado, que te faz pensar que ele provavelmente gosta de você. Porque ois enfeitados significam alguma coisa, certo? Mas você lembra que deve continuar firme, e responde secamente. Não faz perguntas, não rende assunto. Mas ele tem alguma coisa. Alguma coisa no jeito de falar que lembrou de você quando comeu na Subway, porque lá é seu fast food favorito. Alguma coisa no jeito dele lembrar do dia que vocês saíram com uns amigos e como foi divertido. Alguma coisa no jeito dele lembrar de vocês juntos deitados na cama assistindo um programa bobo tipo “esquadrão da moda”. E você rapidamente se deixa levar. Você simplesmente esquece de tudo de ruim que ele te fez sentir porque ali naquela hora vocês estão bem. E pensa: “ele está puxando assunto agora, ele pode ter mudado”. Você se deixa levar pela aparente empolgação que ele demonstra. Ele diz que quer te ver. Você diz que está com saudades. Você sempre diz que está com saudades. Você dá boa noite, diz que vai dormir. Ele responde com um “boa noite, meu bem”. E você vai dormir com um sorriso bobo no rosto. Porque você gosta dele. Porque ele demonstrou que se importa com você, e pode ser que isso signifique que ele também sinta alguma coisa por você. Pelo menos era tudo que você queria. No outro dia, você desmarca com o cara que conheceu, e vocês se encontram. Ele te trata como uma princesa, faz você se sentir única. Te dá carinho e atenção, até prepara o café pra você. Você vai embora com um sorriso bobo no rosto, imaginando quando vão se ver de novo. Vocês trocam mensagens fofas pela próxima semana. Você fala sobre sair de novo. Ele diz que vai ver. Ou que não dá, que tá sem grana, e passa o resto da semana sem mal conversar. Você tenta ser compreensiva e aceita. E aí ele some. Ele posta fotos sábado a noite junto com a galera, com uma cara de bêbado feliz. Ele vai em shows, em baladas, em churrascos, em festas, e nem lembra que você existe. Você percebe que se iludiu de novo. “Ele não vai mudar”, você pensa. Você se lembra da vez em que conversaram e ele disse que não estava pronto para assumir um relacionamento. Você percebe que ele não mudou de ideia. Você apaga as mensagens dele, com raiva. Você se dá conta de que é um ciclo sem fim. E novamente, você percebe que ele faz você se sentir a maior trouxa do mundo.
—  Trouxa é ele menina, que vai te perder.
-Aline Mello