pulinhos

Passei a acreditar em signos. Eu pedi para uma moça ler a minha mão, implorei para que alguma estrela cadente atendesse ao meu pedido. Eu tinha recorrido a São Longuinho e prometi os três pulinhos. Buscando nos astros, nas estrelas, em superstição, qualquer coisa que pudesse me fazer acreditar que ficaríamos juntos.
—  Bianca Menezes.
Amor não se pede, é uma pena. É
uma pena correr com pulinhos
enganados de felicidade e levar
uma rasteira. É uma pena ter o
coração inchado de amar sozinha,
olhos inchados de amar sozinha.
Um semblante altista de quem
constrói sozinho sonhos. Mas você
não pode, não, eu sei que dá
vontade, mas não dá pra ligar pro
desgraçado e dizer: ei, tô sofrendo
aqui, vamos parar com essa
estupidez de não me amar e vir
logo resolver meu problema? Mas
amor, minha querida, não se pede,
dá raiva, eu sei. Raiva dele ter
tirado o gosto do mousse de
chocolate que você amava tanto.
Raiva dele fazer você comer cinco
mousses de chocolate seguidos pra ver se, em algum momento, o gosto volta. Raiva dele ter tirado as cores bonitas do mundo, a felicidade.imensa em ver crianças sorrindo, a graça na bobeira de um cachorro querendo brincar. Ele roubou sua leveza mas, por alguma razão, você está vazia. Mas não dá, nem de brincadeira, pra você ligar pro cara e dizer: ei, a vida é curta pra sofrer, volta, volta, volta. Porque amor, meu amor, não se pede, é triste, eu sei bem. É triste ver o Sol e não vê-lo se irritar porque seus olhos são claros demais, são tristes as manhãs que prometem mais um dia sem ele, são tristes as noites que cumprem a promessa. É triste respirar sem sentir aquele cheiro que invade e você não olha de lado, aquele cheiro que acalma a busca. É triste amar tanto e tanto amor não ter proveito. Tanto amor querendo fazer alguém feliz. Tanto amor querendo escrever uma história, mas só escrevendo este texto amargurado. É triste saber
que falta alguma coisa e saber que
não dá pra comprar, substituir,
esquecer,implorar. É triste lembrar
como eu ria com ele. Mas amor,
você sabe, amor não se pede. Amor se declara: sabe de uma coisa? Ele sabe, ele sabe.
—  Tati Bernardi.
metódica

ela acorda.
levanta
e vai ao banheiro.

se olha,
escova os dentes
e liga o chuveiro.

tira suas vestimentas,
entra debaixo da
água fria e
se arrepia.

dá três pulinhos
e seus seios balançam.

metódica.

desliga o chuveiro.
abre o box do banheiro,
penteia o cabelo.

pega a toalha
enxuga o rosto.
ainda com sono.

veste a calcinha
vai em direção
ao quarto
pega o cigarro
e ascende.

ela se deita
olha o relógio
que aponta
cinco da manhã.

pega a revista
se debruça nos
travesseiros
e se toca.

metódica

// beatriz guilherme

LXIX - Capitulo

POV Vanessa

Clara havia me ligado naquela tarde em meio ao meu estresse do trabalho para me convidar para tomar um drink mais tarde e depois irmos para algum lugar – motel – Mas mudei seus planos dizendo que queria passar a noite no seu apartamento, com um pouco mais de privacidade, ou seja, sem o pequeno Max naquele dia. Assim poderíamos jantar e aproveitar a noite ali mesmo. Ela não discordou e quando perguntou o que eu queria de jantar pedi miojo, era simples, mas seu miojo era o melhor do mundo.

Cheguei em casa e peguei uma muda de roupas para levar para sua casa, inclusive a camisa que era dela, ela ainda não tinha percebido que eu estava com aquela camisa por todo esse tempo, mesmo depois de tudo que aconteceu e sua ‘’fugida’’ para L.A e etc.

- A Onde a mocinha vai? – Minha mãe surgiu na porta e eu dei um pulinho do susto que levei.

- Ai! Fantasma! Vou pra Clara. – respondi

- Volta pra casa ainda hoje?

- Não. – dei um sorrisinho, ela assentiu com outro sorriso e deixou o quarto.

POV Clara

Van insistiu no tal do miojo, então foi o cardápio que resolvi fazer, ela me ligou dizendo que já estava saindo de casa. E enquanto isso eu começava a preparar as coisas, acompanhada de vodka. Hoje dispensei o vinho, resolvi comprar uma vodka e energético.

- Querem privacidade hoje? – Paula perguntou fazendo uma bebida para ela.

- Não, vamos jantar aqui, depois nos trancar lá. – sorri apontando pro quarto

- Não, eu perguntei por que vou sair só volto depois da meia noite. – ela explicou tomando sua bebida

- Ah, tudo bem então. – falei enquanto cortava alguns tomates com cuidado para adicionar ao miojo.

- Max ficou na vó?

- Aham. – assenti

- Vou lá então amiga. – se aproximou e me deu um beijo de tchau.

Ela estava saindo pela porta e então Vanessa já estava chegando no exato momento, não se produziu muito para o jantar, estava normal, com uma bermuda curta por causa do calor e uma camiseta…. Pera aí, eu conhecia aquela camiseta.

- Oi gostosa. – falei quando ela entrou e encostou à porta, eu ainda estava concentrada na janta.

- Oi. – sorriu e me deu um beijo, dois três, selinhos fofos.

- Janta esta quase pronta. – terminei de juntar os ingredientes com creme de leite. – Quer fazer uma bebida?

- Faz pra mim, você faz melhor. – alisou meus cabelos.

Sorri boba, e fiz o que tinha pedido, coloquei gelo, vodka e energético, não que fosse preciso deixar bêbada para ela se soltar, mas hoje eu queria que ela ficasse bem louca. Então botei uma dose a mais de vodka, ficou mais forte que a minha.

- Aqui amor. – falei entregando a ele, que tomou em goles seguidos a bebida e eu fiquei encarando, com a boca semi-aberta.

- O que foi? Estava com sede. – ela deu de ombros com um sorriso sapeca.

Sentamos na mesa assim que ficou pronto, não que eu tivesse só pensando em sexo naquele sai, mas parecia que a forma que tomava aquele a bebida e me encarava através da mesa estava sexy demais para ser normal. Ou seria a minha bebida? Ou a dela.

- Bota uma musiquinha ai pra gente. – falou fazendo sinal com a cabeça para o rádio.

- Tá abusada hoje hein! – falei levantando e obedecendo seu pedido.

- Eu sou abusada, e hoje vou abusar de você. – falou mordendo o lábio, o que me causava um arrepio só de olhar.

Coloquei a musica, e não se passaram muitos minutos até estarmos dançando com as bebidas nas mãos, ela andou até a porta, a observei, desligou a luz, as únicas luzes que clareavam o ambiente era a luz que vinha da cozinha e as cores do rádio que iam variando conforme a musica tocava. Ela veio caminhando de forma sexy, dançando rebolado a bunda, alisando o corpo, jogando os cabelos para trás, provocando do jeito que sabia.

Peguei-me parada observando seus movimentos sem dançar, apenas observando, enchendo os olhos com toda aquela maravilha, seu corpo perfeito, o modo que se movimentava, colocava o dedo na boca, sorria e provocava. Me aproximei com dois passos.

- Vem cá delicia. – a puxei pela camisa, ela encaixou nossos corpos dançando no ritmo da musica, tornando provocativo demais para eu suportar o atrito de roupas ali entre nós.

Segurou-me pela nuca, ameaçando beijar, chegando perto, depois se afastando enquanto me dava um leve empurrãozinho e ia para trás ainda dançando. Eu me aproximava mais, clamando por contato, ela resolveu tornar as coisas provocativas, então era isso que eu iria fazer. Fiz o mesmo dancei para ela, e ela se perdeu no seu próprio ritmo, o diminuindo, começando a me observar com mais cuidado, praticamente me comendo com os olhos, foram poucos segundos e já estavam funcionando.

Eu mexia os braços apertavas os seios de um modo que fizesse mais volume, dancei na frente dela com direito a mordidinha no dedo e tudo. Virei de costas ela se aproximou lentamente, eu sentia sua aproximação sobre mim enquanto dançava de olhos fechados, logo senti quando seu corpo encostou no meu por trás, e ela removia meus cabelos para o lado, deixando meu pescoço a mostra. Beijou de leve sobre ele, eu mantinha o ritmo sem ceder. Mordeu minha orelha.

- Tira essa roupa. – falou, e eu levantei os braços, oferecendo para que ela mesma fizesse, ainda de costas ela tirou minha camiseta, passou as mãos pelo meu corpo beijou minhas costas e meu pescoço provocando uma dorzinha agradável no meu sexo. Gemi fraco, entregando o que sentia. Sua mão passou pela minha barriga e desceu fazendo uma pressão no meu sexo por cima da roupa enquanto beijava e lambia minhas costas, intercalava mordidas.

Eu continuava com os gemidos calmos, e quase suplicantes. Perdi o controle logo em seguida, girando e fazendo andar para trás e bater contra a mesa, empurrei todos objetos de cima para o lado, algo caiu, mas nem dei bola, ela se sentou na mesa, passou as pernas ao meu redor, eu segurava pela camisa e colei nossos lábios. Um beijo excitante, ela passava a língua na minha deliciosamente, chupou minha língua, fazendo meu sexo molhar mais, eu arfei entre o beijo e ataquei seu pescoço. Ela arfava e suspirava, empurrando minha boca contra o local, seu coração parecia querer fugir do peito.

- Conheço essa camiseta. – falei sorrindo enquanto tirava dela, e ela sorriu safada, mordeu o lábio.

- Roubei de você.  – me beijou, pausou – Antes mesmo… – mordeu meu pescoço, cravei as unhas nas suas costas - … de você ir para L.A.

- Hmmm. – nem consegui responder direito. Abri seu sutiã. E coloquei seu seio na boca, passando a língua devagar, movimentando com calma. Depois chupei fraquinho, seu gemido foi alto logo em seguida, ela arfou mordeu lábio, pressionou meus lábios no sei, chupei com mais vontade, mordi devagar enquanto tirava seu shorts.

Me afastei um pouco, segui o ritmo da musica tirando meu short, olhando nos seus olhos, embriagados por luxuria, queimando em tesão, me olhando. Abri meu sutiã, brinquei com meu mamilo. Ela abriu a boca, em forma de ‘’O’’ como se eu tivesse tocado nela e não em mim. Desceu sua mão, e passou pelo sexo, fazendo movimentos lá, masturbando devagar, se aliviando enquanto eu dançava para ela, e admito que eu estava muito mais que molhada, enquanto assistia ela se masturbar pra mim.

- Tira essa calcinha, quero ver melhor. – falei, ela fez, praticamente arrancou ainda em cima da mesa, apoiou uma delas sobre o local, deixando-me de frente para aquele sexo molhado latejante enquanto colocava um dedo nela e me assistia, me aproximei de costas ela tirou as mãos do sexo segurou minha cintura roçando sexo na minha bunda e gemendo. Tirei a calcinha.

Voltei a dançar, eu estava quase explodindo de tesão, vendo-a daquele jeito, provocando, mas ela ainda não tinha me tocado de forma alguma eu estava explodindo mesmo.

Desceu da mesa, e levantou minha perna, prendi ao redor do seu corpo e ela me levantou ao quarto carregada. Me tocando na cama.

Penetrou dois dedos em mim, gemi alto, meu deus, que delicia, praticamente gritei, e continuei com os gritos escandalosos enquanto ela fazia vai e vem, passava a língua pelos meus peitos, gozei em menos de 15 segundos, ela não parou e eu rebolava mais, saciando tudo aquilo que sentia, mais e mais, e ela não parava, puxava meus cabelos mordia meus lábios, e eu gemia, com gritos cortando o quarto, até gozar de novo.

- Que calor! – ela disse.

- Quer sorvete? – perguntei

POV Vanessa

Não vou negar que essa ideia me deixou intrigada. – Busca lá.

Ela correu e voltou com um pote, meteu a mão passou no meu corpo, meu mamilo se arrepiou quando ela passou por ali, chupou tirando com a língua, gemi, arquei o corpo caindo no colchão.

Passou na minha boca, tirou com beijo, beijou intensamente, fiz o mesmo, passei no seu corpo, entre os seios, lambi, ela se arrepiou, depois passou na minha barriga, lambeu, introduziu a língua no meu umbigo, mordeu minha barriga, lambeu mais, passou mais sorvete. E a sensação gelada com meu corpo pegando fogo foi a uma das melhores sensações da minha vida.

Depois desceu chupou meu sexo, meu clitóris inchado, pressionei mais sua cabeça, ela aranhou minha barriga, parou para passar sorvete geladinho ali também, gemi mais algo, ela lambeu penetrou a língua em mim, depois chupou meu clitóris de vagar, dando estocadas fortes. Gemi alto e derreti em seus dedos logo em seguida.

Invertemos os corpos para um 69, ela me chupou mais, e eu fiz o mesmo nela, ela rebolava, gemia contra meu sexo, eu penetrava nela os dedos, no sexo inchado e ela fazia o mesmo no meu. Gozamos mais uma vez.

O final da noite foi terminando aquele pote de sorvete, fazendo o corpo uma da outra de ‘’prato’’, lambendo uma da outra, beijando com o sorvete gelado em nossos lábios, depois refrescamos os corpos com um banho gelado, mais sexo, eu contra a parede, ela me mordendo, eu arranhando, torturando, beijando com tesão vontade. Matando todo aquele tesão louco que dominava nossos corpos, tendo mais orgasmo.

Terminamos a noite com o corpo vermelho, marcado, arranhado. Dormi sobre o peito dela, como um anjo depois de todo aquele suador, aquele sexo maravilhoso. Tivemos que trocar os lençóis cobertos de doce antes de dormir.

Mais um momento e noite incrível, inesquecível, perfeito como Clara, como nosso amor.

Imagine with Louis Tomlinson Part.7

Part. 6


                P.O.V. S/N

Assim que paramos na fila da roda gigante, vi algumas meninas olhando pro Paul cochichando 

- Acho que te reconheceram.- falei apontando com a cabeça para o grupinho de meninas que agora se viravam totalmente em nossa direção, ele deu uma pequena risada e sorriu pras meninas

- Paul Wesley ?.- uma das meninas perguntou só pra confirmar e ele tirou os óculos e sorriu de lado

- Olá.- falou acenado com a cabeça fazendo as meninas darem alguns pulinhos 

- Será que a gente poderia tirar uma foto com você ?.- perguntaram elas olhando dele para mim

- Claro.- ele respondeu e elas sorriram mais ainda

- Querem que eu tire ?.- perguntei olhando pra uma morena que parecia ser bem tímida e ela assentiu me entregando a câmera dela

- Sorriam.- falei antes de apertar o botão

- Agora careta.- Paul falou fazendo as meninas rirem, duas mostraram a linguá, uma fez biquinho de peixa e o Paul torceu os lábios, fechando os olhos em uma pequena fenda e eu tirei de novo

- Pronto.- falei entregando a câmera pra ruiva

- Podemos tirar uma com você, vi a sua peça da Cinderela e amei.- uma morena perguntou e eu assenti entregando a minha bolça pro Paul e ele pegou a câmera, a primeira foto foi sorrindo, a segunda fazendo careta e depois tirei uma foto com cada uma assim como o Paul e depois chegou a nossa vez na roda-gigante

- Tchau.- elas falaram entrando na “cabine”

- Tchau.- falamos acenando e logo depois entramos na nossa cabine

- Sabe eu gostaria de saber que nome você escolheu pro bebê.- ele falou quando a roda-gigante começou a se mover

-Estou entre cinco.- falei apoiando minha cabeça no ombro dele

- Quais ?.- perguntou acariciando os meus cabelos

- Se for menino será Niklaus ou Dean.- falei fazendo ele rir e eu o olhei indiguinada

- Niklaus e Dean, serio ?.- perguntou me olhando e eu me endireitei no banco

- Claro depois que eu li The Vampire Diaries e vi o Joseph fazendo o papel de Klaus, prometi a mim mesma que teria um filho chamado Niklaus.- falei o fazendo rir mais ainda e eu bati em seu ombro 

- Ei, e Dean por acaso seria de Dean Winchester ?.- perguntou me fazendo encolher os ombros e fazer uma carinha fofa

- Qual é o Jensen é Lindo e o Dean também.- falei me fazendo de santa

- Eles são a mesma pessoa.- falou indiguinado

- Eu se.- falei dando de ombro e ele me olhou bravo olhando pra cima, cutuquei o seu ombro mais ele não me olhou, cutuquei de novo e sussurrei seu nome fazendo ele me olhar de lado

- Oque foi ?.- perguntei fazendo ele me olhar e depois virar o rosto

- Stefan você não quer colocar no seu filho.- ele falou emburrado e eu ri levantando as mãos

- Prometo que o meu próximo filho se chamara Stefan.- falei ainda rindo e ele me olhou alegre e depois beijou a minha bochecha

- E se for menina ?.- perguntou e eu mordi o meu lábio inferior

- Estou em duvida sobre Charlotte, Hanna e estou completamente apaixonada pelo nome Bonnie.- falei sorrindo de lado fazendo ele erguer as sobrancelhas 

- Bom eu prefiro, Niklaus e Bonnie ou Hanna, mas ai você já tem que ver com o Louis.- falou me fazendo bufar e sair do brinquedo quando ele parou, Paul correu atrás de mim e segurou a minha mão olhando assustado pro eu rosto que estava molhado

- Hey oque foi ?.- perguntou me fazendo revirar os olhos

- Você tinha que lembrar do Louis né, tinha que lembrar dele, eu irei fazer um sorteio e o nome que eu pegar vai ser o nome do meu bebê.- falei soltando o meu braço do dele e sai andando na frente, logo ele me alcançou e me puxou me abraçando

- Me desculpa eu não queria lembrar dele, escolha o nome que você achar melhor, agora vamos pra casa.- falou secando as minhas lagrimas, depositou um beijo em minha testa e me abraçou agora me levando em direção ao carro.


Espero que tenham gostado desculpe os erros amos vocês. Comentem oque acharam, não estou recebendo quase nada de asks.

Mally/

Pessoal, olha só quantas agulhas estão disponíveis na Loja ColoridoEcletico! Tem para todos os gostos e bolsos. Da um pulinho lá!

Ah, e tem brinde especial na compra de qualquer kit de agulhas: um lindo pingente de novelo!

Loja ColoridoEcletico: http://www.elo7.com.br/coloridoecletico

#coloridoecletico #crochet #croche #cor #cores #agulhadecroche (em Super Quadra Paulistania)

Made with Instagram
Texto da Jill

http://www.afterellen.com/people/471037-start-sleeping-sex-get-life

Gente, acabei de ler o texto, pq eu tinha lido só a parte que acham que poderia ser sobre a Lauren… e realmente faz sentido, pode ser… uow minha mente tá dando pulinhos que nem no dia que descobri que a Taylor Gay Swift fez “wonderland” pra Dianna Agron. Mas enfim, a gente sempre vai ficar especulando, e nunca vai chegar a saber se é vdd ou não.

O que eu gostei no texto foi a forma como ela fala que as meninas são gays hahahaha eu ri muito, pq ela pensa exatamente como eu, e ela citou as mesmas coisas que eu falo quando eu começo a identificar uma pessoinha de nárnia, que é basicamente aquela sua amiga que ama os gueissss mas as vezes solta uns comentários homofóbicos, ou te pergunta sobre o sexo entre 2 mulheres e faz carinha de “nojo”, ou não assume que acha uma mulher gostosa… mas fala que ela é a “girl crush”, que te beija bêbada e no outro dia faz de conta que não lembra de nada… rs

Eu amei esse texto, a Jill é muito engraçada, quem puder ler… vale a pena, me rendeu boas risadas, e eu realmente conheço TANTAS assim. Vcs são tudo guei! <3