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Meu marido fez questão que eu trepasse com o Carlos

Meu nome é Paty e o meu marido se chama Roger, somos casados há sete anos. Meu marido tem 29 anos e eu tenho 27, eu venho de uma família super conservadora, formada dentro dos mais rígidos preceitos da Santa Madre Igreja. 

Cheguei virgem ao casamento, apesar das diversas investidas de Roger, que sempre tentou fazer sexo comigo desde o início do nosso namoro.
Quanto ao sexo, ele sempre foi muito sacana. Roger sempre foi super liberal e, desde o início do nosso casamento, me fez entender que amor é uma coisa e que sexo é outra coisa, completamente diferente do amor. 

Vivia me dizendo que me amava, amava a nossa família mas que tinha muita vontade de transar com outras pessoas. Eu sempre ficava aborrecida com esse tipo de conversa pois achava que ele estivesse preparando terreno para me dizer que tinha uma amante e eu vivia sofrendo com isso. 

Sou da área do Marketing de uma grande empresa de processamento de dados que presta serviços para o governo.

Foi no meu trabalho que conheci o Carlos, um jovem muito bonito e educado, com apenas 23 anos de idade, que veio fazer manutenção nos computadores do nosso departamento. Notei que quando ele se abaixava para ajustar o cabeamento da rede, por trás da minha mesa, não tirava os olhos de minhas pernas. 

Ainda não sei o que aconteceu comigo naquele momento. Só sei que passei a provocá-lo, cruzando, descruzando e abrindo as minhas pernas. 

Como eu sempre me visto com saias curtas e não abro mão de acessórios como meias 7/8, cinta-liga e calcinhas bem transadas, ele deve ter tido bons momentos enquanto fingia ajustar os fios. 

Foi quando notei que um certo volume se formava na sua calça. Fiquei excitadíssima com aquele jogo e, acho que ele até pôde perceber a umidade que se formou em minha calcinha. Quando me dei conta do que estava fazendo, peguei a minha bolsa e fui me refugiar no toalete. 

Quando voltei, ele já tinha ido embora mas encontrei em cima do teclado do computador um bilhete com um nome “Carlos” seguido do número de um telefone. 

Fiquei com medo que algum colega percebesse e, muito rapidamente peguei o bilhete e joguei dentro da minha bolsa.

Naquela noite, após o jantar, estávamos vendo TV na sala, enquanto as crianças brincavam no quarto ao lado. Aproveitei o fato de Roger começar a falar sobre suas idéias de liberdade sexual e comentei com ele que, pela primeira vez, estava concordando com ele pois naquele dia havia acontecido algo de diferente comigo, no meu local de trabalho. 

Contei a ele todos os lances do meu pequeno show de exibicionismo para o jovem encarregado da manutenção. Ao contrário do que eu imaginava, Roger mostrou-se entusiasmado, e quis saber de todos os detalhes.  

Quando lhe contei que havia ficado encharcada de tesão e que, ao voltar do toalete, havia encontrado um número telefônico sobre o teclado da minha máquina, notei que o pau dele estufou a calça, num volume até maior do que o que eu tinha visto no trabalho.  

Fiquei chocada quando ele disse:

- É isso aí, meu amor… Acho que você deveria ir em frente.

Fiquei estarrecida e perguntei:

- Como assim ir em frente? O que você está querendo dizer com isso?

E ele, calmamente, falou:

- Ora, se o rapaz deixou você com tesão, acho que você deveria dar uma boa trepada com ele, para matar essa vontade.

Fiquei atônita. 

Descarreguei um monte de impropérios sobre ele, e fui tratar de pôr as crianças para dormir e também segui o rumo da cama, não sem antes tomar um banho bem quente. 

Fiquei rolando na cama, sem conseguir dormir, pensando em tudo que havia acontecido. 

Será que Roger estava sendo sincero? 

Estava completamente atordoada com a idéia. 

Quando Roger veio deitar, fingi que estava dormindo e, enquanto ele se ajeitava na cama, fiz como se estivesse acordando e falei com a voz bem lânguida:

- Amor, você não se importaria se eu transasse de verdade com aquele rapaz? Jura?

- Juro! - ele me respondeu e continuou - Eu sei que você me ama e que ama a nossa família… Isso seria apenas a satisfação de um desejo seu. Uma coisa que eu me sinto na obrigação de ajudar você a concretizar.

Nem esperei que ele falasse mais nada, agarrei meu maridinho com unhas, dentes e tudo mais que tinha direito. 

Fizemos um amor louco, pleno de paixão, que continuou noite a dentro e eu, não me contendo, gemi diversas vezes dizendo que iria procurar aquele gatão para transar com ele. 

Percebi que o Roger estava tão ou mais excitado do que eu. Dormimos abraçadinhos e na manhã seguinte eu acordei envergonhada. Tomamos o café da manhã e eu não tive coragem de encarar meu marido. Logo que ele saiu, corri para pegar minha bolsa à procura do bilhetinho mas não consegui encontrar. Fiquei agoniada, revirei toda a bolsa em cima da cama, e procurei entre mil objetos, talões, cartões, escova, batom e nada! Devo ter deixado cair no chão do escritório. 

Fiquei triste mas pensei comigo:

- Melhor assim. Eu não iria ter coragem de ligar.

Uns quinze dias depois disso, ao voltar do trabalho, numa sexta-feira, encontrei na sala de nossa casa um monte de caixas. A empregada me disse que tinham vindo entregar de uma determinada loja e que se tratava de um conjunto para montar um computador. 

Quando Roger chegou, eu perguntei:

- Amor, que novidade é essa? Você sempre teve medo de informática.
E ele me respondeu:

- Paty, eu acho que já perdi muito tempo e agora preciso correr atrás. No mundo atual, o computador é uma necessidade. Tenho que aprender a usar essa geringonça sob pena de ficar perdido no tempo. Você me ajuda?

- Claro, amor, terei o maior prazer nessa tarefa e vamos aproveitar até para instalar Internet aqui em casa…

No domingo, Roger saiu da cama mais cedo, tomou banho e correu para sala, onde tínhamos instalado provisoriamente o computador. 

Fiquei na cama mais um pouco, minutos depois fui para o banheiro onde tomei um longo e caprichado banho, passei óleo aromático no corpo e enquanto friccionava a pele, fiquei me admirando no espelho. 

Realmente, eu sou uma mulher bonita: Loura, 1,65m de altura, 55 kg, Bunda durinha, seios menores, sutiã quarenta e dois e bumbum maior, tamanho 44 e bastante arrebitado. Tenho os olhos esverdeados e uma boca carnuda, ornada por uma dentição perfeita. 

Pensei comigo: “vou tirar o Roger do computador, arrastá-lo para cama e mostrar para ele o quanto estou tesuda”. Prendi meus cabelos, que são na altura dos ombros em um rabo-de-cavalo, vesti um roupão super curto e super transparente, coloquei uma sandália de saltos bem altos e fui à luta.  

A porta do corredor para a sala estava fechada e eu a abri em grande estilo.
Quase caí de pernas pro ar, Roger estava em pé, ao lado da mesa do computador enquanto uma outra pessoa, ainda de costas para mim, dava ordem em fios e cabos, com uma chave de fendas na mão.

Era ele! Fiquei sabendo, assim que ambos se voltaram para mim com um sorriso nos lábios, e disseram numa só voz:

- Bom dia, princesa!

Ali estava Carlos, o jovem que povoara minha cabeça com mil fantasias eróticas, na sala da minha casa, vestindo short e camiseta, lindo de morrer, ao lado do meu maridão. 

Fiquei imobilizada, sem saber o que fazer ou falar. Roger falou para mim:

- Querida, estávamos esperando você há muito tempo. Venha dar um beijo na gente.

Eu não sabia o que fazer

E ali na sala, praticamente nua, na frente de um quase estranho, junto com meu marido, me convidando para dar um beijo neles. 

Será que eu tinha entendido direito? Olhei para Roger e ele estava me acenando com a mão, num gesto para que eu me aproximasse. Meio vacilante ainda, fui na direção do meu marido que abriu os braços para me receber, enquanto Carlos depositava a chave de fendas em cima da mesa e se sentava na cadeira giratória. 

Meu marido me envolveu em seus braços me deu um beijo ardente e envergou as costas para trás, levantando-me do chão. Com esse movimento, meu roupão subiu e fiquei com a metade da minha bunda de fora.
Qual não foi minha surpresa quando percebi que Carlos estava acariciando-a e beijando-a, na maior intimidade… Espantada, desgrudei minha boca da boca de meu marido e sussurrei em seu ouvido:

- O que é isso? Você ficou louco?

E ele me respondeu, também sussurrando em meu ouvido:

- Fiquei louco de tesão. Eu sabia que você nunca iria tomar a iniciativa de ligar para o Carlos. Foi por isso que eu mesmo telefonei e combinamos essa cena para você. Relaxe e aproveite!

Neste exato momento, senti que Carlos estava separando minhas nádegas com suas mãos e enfiando sua língua no meu cuzinho ainda virgem… Fui ao delírio! 

Meu marido me recolocou no chão e, ato contínuo, Carlos também ficou em pé mas, ao se levantar, veio puxando meu roupão para cima que saiu pela cabeça. 

Fiquei nua entre os dois, que continuaram a me acariciar e a me beijar.
Eu, de olhos fechados, rodopiava entre os dois e já nem sabia mais quem estava me beijando ou quem estava me acariciando a bunda.
Fiquei louca! 

Abri meus olhos e comecei a tirar as roupas do macho que estava na minha frente. Era o meu marido. Percebi que atrás de mim, Carlos também estava tratando de tirar as suas. Assim que meu marido ficou completamente pelado, arrastei-o para o chão e montei em cima dele, enterrando todo o seu pau no fundo da minha bocetinha que já estava ardendo de tanto tesão. 

Comecei a cavalgá-lo. Meu marido tem um cacete de tamanho avantajado que muito me fez sofrer durante nossa viagem de núpcias. Mas o tempo trabalhou ao meu favor e hoje eu já consigo engoli-lo inteirinho, sem maiores dificuldades. Quando já tinha conseguido agasalhar aquele meu velho conhecido totalmente dentro da minha xoxota, percebi que o Carlos começou a lamber o meu cuzinho novamente. 

Aquilo me arrepiou todinha pois sempre tive tesão anal e muita vontade de dar o cuzinho mas o Roger, pelo seu porte avantajado, nunca tentou comê-lo pois tinha medo de me machucar. Foi nesse ponto que percebi que o Carlos, após umedecer bastante o meu cuzinho, subiu com a língua pela minha espinha até chegar com a boca no meu cangote, onde depositou uma mordidinha gostosa.
Depois ele encostou a boca no meu ouvido e me sussurrou:

- Seu maridinho me autorizou a descabaçar o seu cuzinho… posso?

Muito excitada, nem pensei para responder: virei minha cabeça para trás e dei um beijo muito gostoso naquela boca, e depois falei com a voz mais safada que consegui fazer naquela hora:

- Se ele autorizou, pode ir fundo, mas vai devagarinho porque é a minha primeira vez.

Senti a cabeça do seu pau encostando no meu rabo e, depois de uma ligeira pressão, senti que ela passou para dentro de mim. Pensei que fosse sentir dor, mas ele ficou imóvel, dando tempo para que eu relaxasse. Como ele não se mexia mais, comecei a empurrar minha bunda para trás com a intenção clara de engolir todo aquele pau com o meu cuzinho. 

Ele controlava seus movimentos, não me deixando avançar mais. Aí eu implorei:

- Enfia tudo, rasga o meu cuzinho que agora é seu também…

Somente aí é que ele foi enterrando tudo, até que eu senti seus pelos encostando na minha bunda. Essa foi uma foda inesquecível. Os dois sincronizaram seus movimentos de maneira que, quando um entrava, o outro saía. Depois eles mudaram o sincronismo: entravam e saíam juntos. A foda durou mais de quarenta minutos e eu emendei um orgasmo no outro, de forma que até hoje não sei quantas vezes eu gozei.  

Eu quase desmaiei de tanto gozar. Eles não conseguiram mais se segurar e me encheram com suas porras quentinhas. Fiquei tão relaxada que acabei entrando num estado de letargia… 

Ouvia os dois conversando e depois devo ter adormecido. Quando acordei, estávamos sozinhos em casa. O Carlos tinha ido embora e o Roger já tinha feito o almoço. 

Fui tomar um banho, almoçamos e fomos para a cama, comemorar com outra trepada o início de uma nova era no nosso casamento. 

retirado da internet