primeiros anos

Qualquer estudante do primeiro ano de medicina, sabe que batimentos cardíacos acelerados são um sinal de problema. Um batimento cardíaco acelerado pode indicar qualquer coisa. De um transtorno de pânico. A alguma coisa muito mais séria. Um coração que bate ou um que pula uma batida. Pode ser um sinal de uma aflição secreta. Ou pode indicar um romance. Que é o maior problema de todos.
—  Grey’s Anatomy.
Dar é bom. Na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez por anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um “eu te amo” baixinho, perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha, amor?”. Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.
—  Tati Bernardi.
Não vai dar tempo. Eu vou ser apagado e você vai me esquecer. Tente encontrar um jeito de lembrar de mim. Lembra que você foi a primeira com quem dancei? Como era apaixonado por você no primeiro ano e no segundo e no terceiro ano? Lembra quando você salvou a minha vida? Apenas lembre-se que eu amo você.
—  Teen Wolf.
Fico tentando buscar as palavras certas para descrever o que você me faz sentir. Eu te amo tanto, e você me faz um bem danado, porém não sei descrever isso. Então decidi escrever algo sobre nós; Tá quase fazendo um ano que nos conhecemos, e lembro como se fosse ontem da minha pessoa curtindo todas as suas fotos pra vê se o senhor se tocava to quanto eu queria te beijar - risos -, eu te achava um gato, quer dizer, ainda acho. Mas tínhamos que nos beijar logo no primeiro dia do ano, só pra ficar claro que ia ser pra sempre, ou melhor, eu espero que seja para sempre, e mesmo que dure pouco, pra mim será para sempre. Quantas vezes será que fomos dormir querendo mandar uma mensagem? Minha nossa, dois retardados sofrendo um pelo outro só por orgulho. Gente vai aí um conselho; Nunca, em hipótese alguma tente esconder o que você sente, se não for recíproco eu tenho pena da pessoa e você supera, mas nossa, talvez você pode só estar atrasando a sua felicidade. Sabe eu sou tão grata por ter você, quando eu mais achei que não tinha feito nada de bom nessa vida porque nada de bom me acontecia você apareceu. Quando a gente tá no telefone, porque é mesmo, esqueci dessa parte, ficamos oito meses lutando contra o sentimento pra quando você decidiu ir embora nos abrirmos um para o outro - risos -, a gente foi mesmo bem idiota. Mas enfim, quando estamos no telefone, a quase oito mil quilômetros de distancia, e ficamos em silencio, eu imagino a gente deitados, bem juntinho, em silencio. Você é muito ciumento e isso me irrita bastante, mas você é tão carinhoso, e me faz rir as vezes, sem querer talvez. Mas você também é ignorante, as vezes. Você me irrita, não por ser você, mas por me fazer te amar sendo você, e me sinto a pessoa mais feliz do mundo quando você diz que me ama, soa como a minha canção preferida. E acho que esse texto já esta muito grande, mas eu não disse nada do que queria, mas ainda dá tempo de dizer que te amo, e que dessa vez quero fazer dar certo, e espero que dê.
—  Poesigrafar.
Eu tinha 17 anos e ela 16. Não completou nem duas semanas depois do primeiro beijo e mesmo assim à pedi em namoro. É claro, eu era um adolescente impulsivo e que não pensava direito mas é que estava completamente deslumbrado e apaixonado por aquele sorriso, por aquele olhar e por aquele lindo e encantador jeito de ser. Hoje já se passaram 20 anos e eu ainda a olho do mesmo jeito, e se eu pudesse voltar atrás eu faria tudo do mesmo jeito. Temos um casal de filhos e somos mais felizes a cada dia que passa, e de uma coisa eu tenho certeza: tê-la pedido em namoro naquele pequeno tempo de convivência foi a melhor escolha que eu poderia ter feito em toda minha vida.
—  GABRIEL, 37 ANOS 💕
Existe amor mais bonito do que amor á primeira vista? Você deve se perguntar várias coisas ao ler essa frase, ele existe? Pode ser possível amar á primeira vista? Amar uma foto? Uma voz? Um olhar? Eu te respondo, é sim possível amar á primeira vista, primeiro toque, primeira risada, primeiro “Alô”. Seus pais amam você á primeira vista, sua mãe te ama antes disso, te ama ao ouvir ler um teste de gravidez, ao ouvir seu coração pelo ultrassom, você ama seus sobrinhos, primos, irmãos á primeiro vista, a primeira vez que você vê aquele pequeno ser tão minúsculo que mal abre os olhos, você ama quando ele suspira, ama quando ele respira, ama por ele ter sobrevivido à gestação, você ama seu cachorro, gato, ou até passarinho ama ele mais do que muitos amigos que tem. Amor verdadeiro é aquele que sentimos quando nem conhecemos, quando você se apaixona pela ideia de amar, mas não fique pensando que tudo será um mar de rosas, que tudo será colorido e bonito todos os dias, porque não é. Seus pais sofrem quando você chora de dor, você chora quando o pequeno ser fica doente, você sofre quando seu bichinho de estimação vai ficando velhinho e sabe que ele irá morrer. Agora uma pergunta que muita gente se faz, ou fará ao ler esse texto, é possível amar alguém que não seja seus pais, irmãos, sobrinhos, primos ou bichinho de estimação á primeira vista? É possível sim! Mas você se apaixonada, ou tem um “amor repentino”, depois vem os problemas, as lágrimas, as diferenças, seja á primeira vista, ou ao primeiro “Alô”, você ama a ideia de amar, você se sente feliz, completo, uma descarga enorme de endorfina, você ama sem conhecer, sem saber dos maiores defeitos, sem conhecer as camadas da pessoa, sem conhecer o caos, a família, amigos, você simplesmente ama. Muita gente pode não concorda com isso, mas amor á primeira vista, ou ao primeiro Alô, pode durar anos, até décadas, se você souber ultrapassar as diferenças que irão aparecer, as brigas que irão acontecer. Você saberá mudar pela pessoa, mas não porque você tem mudar para a pessoa ser feliz e fazer as vontades dela, você vai querer mudar pelo seu bem-estar, pelo bem-estar do seu parceiro, pelo bem-estar em conjunto que os dois terão.
—  Anna Paula Varella.
Está tudo bem?”
“Sim. Ótimo. — respondo com um sorriso, e é como se eu estivesse de volta ao primeiro ano da escola de teatro, dizendo o que os outros querem ouvir para que fiquem felizes mesmo quando eu não estou. Interpretando o papel.
—  Meu Romeu.
Texto 1 ano de namoro

Chegou o dia que tanto esperamos, meu amor!! Não é 1 hora, não é 1 dia, não é 1 mês.. E sim 1 ano. Um ano de muitas brigas, muitas discussões, mas também muito amor, muita felicidade, muita cumplicidade e foi isso o que nos uniu e nos manteve juntos até hoje. E enfim estamos aqui, comemorando esse dia tão especial. Essa data que marca nossas vidas, porque foi quando demos início à uma longa história! Passamos por muita coisa pra chegar até aqui. Muita gente desacreditou, muita gente dizia que não ia dar certo e deu. Porque o Deus une, o homem não é capaz de separar! Somos um completo exemplo de superação e um motivo de orgulho pra muita gente, principalmente para aqueles que torcem pela nossa felicidade! Você foi a melhor coisa que podia ter me acontecido, chegou sem avisar, do nada e foi se tornando tudo, tudo de mais importante, tudo o que eu mais quero. Hoje, sou dependente sua! Quem dera eu poder conseguir expressar em palavras tudo o que você significa pra mim.. ficar ao teu lado pra mim não tem preço, ver esse seu sorriso que completa o meu dia, também não tem preço. A cada dia me sinto mais realizada ao seu lado, me sinto a pessoa mais feliz desse mundo e a mais privilegiada também.. por ter recebido o melhor presente que alguém pode receber e por ter você em minha vida. Mesmo sem merecer, talvez. Nada nessa vida é por acaso, tudo tem uma razão e eu sei que tem um futuro lindo e cheio de surpresas preparado pra nós. Uma história escrita por mão divina, eu e você! Ficar longe de você é como se eu estivesse fora de mim, como se tudo tivesse perdido sentido.. porque meu mundo só gira normalmente, com você do meu lado, porque você é tudo o que eu preciso pra ser feliz. Quero aproveitar pra te agradecer por ser esse namorado tão compreensivo, tão amigo, tão companheiro, tão meu. Estou a cada dia mais apaixonada por você e assim vai ser pra sempre. Você é o homem da minha vida, o que eu preciso pra ser feliz! Não só hoje, como em todos os dias, desejo que nosso relacionamento evolua e que só tenha amor. Que tudo de ruim se afaste de nós e que na nossa vida só permaneçam as coisas boas. Que não nos faltem motivos pra sorrir e que sejamos muito felizes juntos. E por fim, que esse nosso primeiro ano, seja o primeiro de muitos que estão por vir! Você me faz feliz e eu te amo por isso e por mais outros milhões de motivos. Feliz 1 ano, minha vida!“

anonymous asked:

Oi bonita ♡ que acha de nos contar o que vc faz quando perde a inspiração pros seus chars? Compartilhar aquelas técnicas maravilhosas de inspo? Eu amaria, e tô precisando no momento

Hey babyyy. Olha, pode parecer meio idiota mas quase sempre da certo DSKODKSO Enfim, quando eu perco o muse para os meus chars acabo mudando o FC deles. Às vezes a cara da criança enjoa e é bom dar uma mudada!

De qualquer forma, vou te dar outras dicas, mas considere isso que falei lá em cima. Se não der certo, é só trocar novamente <3 (se os admins não deixarem aí é outra história).

  • Responder questionários de personagens para conhecer mais o seu char. Veja uma lista bonitinha de vários questionários que coloquei aqui
  • Crie uma lista de plots que você procura (veja um exemplo aqui) e chame o pessoal para criar tramas com você. Quando tem uma amizade legal, ship ou plots intensos pra desenvolver acaba animando MUUUITO. 
  • Faça moodboard e aesthetic. Criar uma página do seu char no pinterest ativa muito a imaginação. Das fotos você pode criar muitos plots. 
  • Não desista sem tentar, essa é minha maior dica. Eu to jogando no Patronus faz mais de um ano e fiquei com TRÊS chars durante esse tempo, desenvolvendo de todas as formas possíveis. Mudei FCs, criei novas amizades, shippei com pessoas diferentes, dei unfollow e voltei, etc. Se você simplesmente desistir pode acabar se arrependo mais pra frente. 
  • Me contradizendo um pouco em relação ao item anterior, não se prenda ao char caso ache que o ciclo dele finalizou. Se você já fez de tudo e não deu certo, dê um tempo para ele. Se prender faz com que você perca a vontade de jogar… Dê unfollow e volte depois de um mês, crie um char novo, idk. Também pode pedir um tempinho de hiatus e voltar com um plot bombástico que explique sua ausência??? 
  • Sempre se lembre que RPG é algo pra você usar a imaginação. Caso esteja em um jogo que não seja real life, tem uma liberdade maior de explorar o universo do roleplay. Uma coisa que as pessoas sempre esquecem é de explorar o plot, e garanto que ele é feito com carinho pela moderação. 

Espero que eu tenha ajudado!!

Acho que meu marido queria um chifre

Oi! Faz um tempinho que descobri estes sites de relatos eróticos. Acho o máximo e sou leitora assídua!

Hoje reuni coragem pra contar o que aconteceu comigo há 5 anos atrás. Confesso que já estou super excitada só de escrever até aqui! 

Podem me chamar de Cíntia (nomes serão falsos), sou casada e hoje tenho 31 anos.

Eis um pouco da minha vida: Nasci e cresci no interior de SP. Sou de uma família tradicional e por isso fui criada com muita religião e bons modos. Apesar de tudo, não absorvi muito essa mentalidade conservadora! Na verdade sou extrovertida e super de bem com a vida…

Aos 19 anos eu não era diferente das outras meninas! Sonhava em me casar, ter filhos e formar uma família! 

Foi nesta época aliás, que me casei com o Caio…. um mineiro, de 35 anos. Nossos pais eram muito amigos e a amizade deles foi nosso elo de aproximação… 

Os primeiros anos de casamento foram maravilhosos! Muito amor, viagens e alguns mimos materiais. Apesar da vida mais confortável (coisa que eu nunca tive até então), não abri mão de trabalhar…

Quando casei vim morar em Belo Horizonte. Consegui um emprego de vendedora em uma joalheria e a vida seguiu…

Em 2009 me formei em letras e passei a dar aulas de português e inglês (meu sonho) para alunos de uma escola pública do meu bairro. O que mais me motiva é o prazer de ensinar e manter alguma independência financeira, coisa da qual nunca abri mão!

E assim a vida seguiu, mas nem tudo foi como planejei… Após algum tempo de convivência com meu marido, percebi que ele tinha comportamentos e assuntos estranhos demais pra mim… 

Sim, claro, eu assustei muito, chorei, pensei em me divorciar… Mas felizmente o destino conspirou ao nosso favor e hoje estamos muito bem e felizes.

Tudo começou nos primeiros anos de casada. Em nossas intimidades, Caio ficava perguntando coisas estranhas pra mim querendo saber, por exemplo, detalhes da minha primeira transa: Com quem foi, se eu tinha gostado, se eu fiz anal, se eu tinha gozado, essas coisas…

Achava super estranho mas até aí não dei muita atenção! Só achei estranho o marido querer saber detalhes de experiências sexuais passadas de sua esposa. Mas tudo bem, até aí nada demais…

Além disso, outra coisa que havia notado no Caio era o interesse dele em me fazer vestir determinadas peças de roupa. Ele adorava comprar lingerie pra mim (sempre muito sexy, sempre muito provocante). Até aqui também não tinha demais, afinal, é super normal um homem presentar a mulher que ama com roupas íntimas…

O detalhe é que o Caio insistia pra que eu usasse sempre, todo dia, até pra trabalhar! Sempre uso lingierie em ocasiões especiais (isso vai de cada mulher), mas no meu dia a dia preferia aquela calcinha básica de algodão mesmo (por conforto). Mas acabei fazendo o gosto dele e passei a usar lingeries no meu dia a dia, com direito a calcinhas fio dental e etc. Também não era apenas isso que me deixou intrigada com o Caio…

As coisas ficaram mais estranhas pra mim em um belo dia que fui com o Caio ao banco. Ele tinha que fazer uma transferência de alto valor. Ficamos sentados aguardando a chamada da senha… Não tinha muitas cadeiras vazias então eu sentei longe dele. 

Foi quando percebi o vigilante do banco que controlava a porta giratória me encarando! Ele era até bem bonito (um negro forte e alto). Claro que eu não correspondia aos olhares de ninguém, mas mesmo assim ele parecia meio que obcecado na minha pessoa… 

                       

Pela forma intensa dele olhar, a melhor definição que tinha pra isso era: Eu estava diante de um psicopata ou no mínimo um tarado maluco. Ou então ele achou que eu ia roubar o banco (risos).

É super normal pra mim receber uma cantada na rua, um flerte ou ser olhada por outro homem, mas não perto do marido! Não daquele jeito tão sem pudor! Morri de vergonha e ignorei ao máximo!

Até o Caio percebeu a situação. 

Lógico que eu jamais contaria aquilo ao Caio. Mas assim que saímos do banco, dentro do carro, meu marido fez um comentário com uma certa euforia:

_”Amor, percebeu que o vigia do banco não tirava os olhos de você?”

(Eu)
_”Sério? Não percebi não…” menti pra evitar brigas.

Achei super estranho ele me perguntar algo assim, sem demonstrar raiva. Mas o que me assustou mesmo veio depois:

(Caio)
_”O que você achou daquele cara?”

(Eu) 
_ “Eu? Não achei nada…”

(Caio) 
_ “Quero saber se você achou ele atraente ou coisa assim…”

(Eu) 
_”Credo Caio não! Ficou louco?” Achei que ele queria testar minha fidelidade, por isso respondi meia tensa…

Pelo forma assustada com que respondi, ele acabou não falando mais nada… Mas eu podia jurar que a última coisa que ele parecia sentir era ciúmes de mim…

Foi assim que minha luz de alerta acendeu! Se fosse com meus ex-namorados, com certeza aquele vigilante teria sérios problemas! Tinha algo muito errado com meu marido, pensei…


Mas as coisas não pararam por aí! Calma, que tem mais! (risos)

Antes e durante nossas transas, meu marido tem por hábito colocar filmes pornográficos. Até aí nada demais pra mim… Como dizem por aí, entre quatro paredes vale tudo para apimentar a relação…

Mas eu notei um padrão nesses filmes… Era sempre uma atriz loira, era sempre um ator negro ou bem moreno… As vezes era um ator, as vezes dois, três, quatro, cinco negros transando com uma atriz loira… Eram sempre negros fortes, orgias, essas coisas…

Eu sabia que nem todo filme pornográfico era assim.

Meu marido não é negro nem moreno… (se meu marido fosse negro daria pra entender que a intenção era me excitar pra transar com ele ou algo do gênero) Mas no filme só havia uma coincidência: A atriz era loira! Eu não mencionei ainda, mas eu sou loira.

Minha ficha não caiu porque o Caio era obcecado por pornografia envolvendo negros e loiras. Não, não é isso… 

As coisas foram se somando… O destaque que ele deu para o fato do vigia ser negro questionando se o rapaz me atraía, além dessa fixação por porngrafia interracial… Mas as peças do quebra-cabeças só se encaixaram um dia quando a gente assistia a mais um filme pornô do mesmo gênero… Foi quando o Caio fez esse comentário:

_”Amor, já se imaginou transando com dois negros assim? O que acha?”

Nesse momento levei um baita susto e respondi meia desnorteada:

_”Ai Caio!… Que coisa mais pervertida!“

(Caio)
_”Ué, o que tem demais? Fantasia é uma coisa normal…”

(eu)
_”Eu sei mas… Não… Nunca me imaginei não.” respondi ao Caio com mais clareza.

(Caio)
_”Pois saiba que se você dissesse que sim eu não iria ficar bravo…”

Fiquei sem palavras… Não conseguia entender (na época) nada sobre o comportamento do meu marido… Será que meu marido não gostava mais de mim? 
Fiquei triste pensando nisso e nem dormi direito…

Mas a paranóia na minha cabeça começou de verdade um belo dia, em uma de nossas transas, quando ele disse: “Amor, fecha os olhos e finge que sou outro cara comendo você…”

Quando chegou aí nesse ponto eu pensei: Pode parar tudo! 

Antes eu achava que o Caio não gostava de mim! Mas depois disso eu tive certeza mesmo! Que outra explicação tinha para ele insistir em uma terceira pessoa na nossa relação? Pra mim ele não gostava de mim e não queria admitir! 

Será porque eu não conseguia dar um filho pra ele? Será que não gostava de mim por causa do meu problema de infertilidade? Sim, há muito tempo estávamos tentando ter um filho, sem sucesso…

Acho que muitas mulheres no meu lugar ficariam super depressivas nessa situação… Mas por alguma razão me recusei a viver chorando pelos cantos!

Eu tenho autoestima elevada e me acho bonita, fato que comprovo pelos constantes olhares masculinos… Olhares que até o momento não correspondia por fidelidade ao Caio.

Tá certo que não tenho bumbum enorme nem seios grandes, mas tenho tudo em cima como há 10 anos. Segundo as pessoas que conheço, aparento ser mais nova do que sou. Tá certo que sou branca demais, magra e baixa, de aparência frágil. (Sou loira, cabelos lisos, 1,57m e peso 48kg). Enfim, não tenho aquele biotipo de brasileira corpulenta, mas me acho bonita, delicada e sim, sou vaidosa!

Foi com esse pensamento de auto estima elevada que eu não deixei a peteca cair!

Bem ou mal a vida seguiu… Chateada eu fiquei sim mas eu simplesmente deixei pra lá. Achei que o Caio não fosse mais longe do que isso… Mas sim, ele foi muito, muito longe! Vou contar o porque, mas vocês só vão entender mesmo no final.

Foi no ano de 2011. Caio adora futebol e na ocasião era final de campeonato. Estavam pra jogar os principais times daqui de MG. Meu marido foi no bar, comprou cerveja e me avisou que o amigo dele (Cleber) viria assistir o jogo aqui no nosso apartamento…

Não concordei e brigamos muito! Não gostei da idéia de ter homens bebendo e gritando feito loucos na minha casa! Além do que a bebedeira faz o banheiro ficar um nojo e depois sobra pra quem limpar? Pra mim, claro. Não tínhamos empregada.

Aliás, o principal motivo de não concordar com o Caio é que nosso banheiro social estava em reforma, isto é, sem piso e sem vaso. Não tinha como aquilo acontecer!

Briguei muito mas ele insistiu, o que me deixou furiosa o dia inteiro! Eis que por volta das duas horas da tarde a campainha tocou…. Em vez de um amigo como ele havia dito, dois homens entraram na minha sala, sendo

que um deles eu conhecia muito bem. 

Era o Cleber, o grande amigo do Caio. Foi padrinho de casamento, inclusive. Eu adorava a Júlia (esposa dele). Mas eu não conhecia o outro homem que o acompanhava, juro que nunca tinha visto ele na minha vida! 

E esse homem (Maurício, nome que descobri mais tarde), também não parecia ser íntimo do Caio, mas era muito próximo do Cleber!

Admito sim que o Maurício era muito atraente! Aparentava ter uns 25 anos. Era moreno, alto, com um corpo lindo e forte… Cabelo preto bem cortadinho… Resumindo, ele era mesmo de cair o queixo! (risos).

Quando cheguei na sala vi o Caio todo animado:

_”Aqui amor! Olha só quem está aqui!”

Olhei pra eles, dei um sorriso e disse:

(Eu)
_”Oi Cleber? Quanto tempo! Tudo bem? E a Júlia?”

(Cleber)
_ “Oi minha linda! Estamos super bem obrigado! Vim dar trabalho procê hoje! (sic)

(Eu)
_”Que nada! Fique à vontade!” respondi com simpatia, apesar de estar furiosa com o Caio!

(Cleber)
_ “Tomei a liberdade de chamar meu “parceiraço” Maurício pra vir comigo!” (sic)
_ “Maurício, esses são Caio e Cíntia! Gente boníssima! Gente da melhor qualidade!”

Maurício lançou um olhar fixo em mim e fez questão de me cumprimentar com aqueles dois beijinhos. E a partir daí enquanto os três conversavam percebi que Maurício a cada curto intervalo me fitava com os olhos!

Percebi sim, mas ignorei como sempre faço na rua e fui até a cozinha… Apesar de não concordar com a farra do Caio procurei ser educada e fui preparar alguns petiscos para eles comerem…

Já na cozinha, eu estava lutando com um vidro de palmito daqueles com tampa rosqueável, que teimava em não abrir! 

Foi quando apareceu aquele homem estranho sozinho, de repente, simplesmente invadindo minha cozinha com uma lata de cerveja na mão e dizendo:

_”Dá esse vidro aqui moça!”

Em silêncio dei o vidro pra ele, que nas suas mãos abriu num piscar de olhos… Olhei pra ele sorrindo e agradeci educadamente:

_”Nossa, muito obrigado!”

(Maurício)
_”De nada linda!” (percebam que ele forçou uma intimidade pra cima de mim).

Fiquei sem graça por estar sozinha com aquele homem estranho na minha cozinha. Maurício percebeu isso e quis quebrar o gelo entre nós:

_”Então quer dizer que você é paulista?”
_”Sou… Estou longe de casa!” respondi sorrindo.
_”Não sabia que SP tinha moça bonita desse jeito!” elogiou Maurício.

Quando ouvi isso fiquei super sem graça (risos)! Branquela que sou, sabia que tinha ficado com o rosto vermelho… Simplesmente agradeci dizendo:

_”Gentileza a sua!!”

Percebendo que fiquei constrangida ele tentou mudar de assunto:

_”Ué, você não bebe cerveja não?”

Enrolei toda pra responder, mas acabei respondendo que bebia sim, apesar que nunca fui íntima da cerveja. Minha preferência é por vinhos.

No mesmo instante que respondi Maurício abriu uma lata e me deu nas mãos. Aceitei e fui bebendo enquanto preparava a comida…

_”Quer ajuda aí?” se ofereceu o Maurício…
_”Não precisa não! Já estou acabando!” respondi com gratidão.

Eu estava de costas pra ele, mas Maurício não saiu da cozinha. Eu sentia que ele estava só me observando…

Fiquei um pouco tensa na hora, o que me fez beber a cerveja sem ver, tomando grandes goles… 

Não tenho o costume de beber, por isso a latinha de cerveja que bebi tão rápido foi o suficiente pra me sentir um pouco zonza… Tratei de servir logo os rapazes e me deitei na cama pra ver se passava…

Deitada no meu quarto, em meio aos efeitos preliminares da cerveja, fechei os olhos pra tentar dormir… De repente ouvi três batidas na porta e o trinco se mexeu…

Levei um susto! Me cobri logo com o edredom! Na mesma hora o Maurício enfiou a cabeça antes de entrar e disse:

_”Desculpa moça, é que seu marido disse que eu podia abrir a porta e usar o banheiro da suíte! Parece que o outro está quebrado!”

Ignorando aquela violação de intimidade guardei a fúria para o Caio mais tarde!!! Respondi assustada, mas sem ser grosseira:

_”Entra, pode usar!”

Gelei a espinha quando vi aquele homem entrar no meu quarto com a cerveja na mão, tornar a fechar a minha porta e se dirigir ao banheiro! Sim, eu estava sozinha com um estranho no meu quarto de casal! E meu marido parecia não se importar!

Meu Deus, Caio estava louco? Por pouco aquele homem me via só de calcinha!

Quando Maurício saiu do quarto fiquei pensando naquela situação toda! O modo como Maurício me olhava, a intimidade com que ele me tratava, mesmo sabendo que eu era casada… De repente cogitei uma coisa! Será que o Caio… Não pode ser! Pensei… Será que o Caio estava metido nisso??? 

Suei frio! Depois eu pensei melhor: Não, não pode ser verdade… Ele não teria coragem! Imaginando que era bobagem da minha cabeça enfraquecida pela cerveja, voltei a dormir…

Enquanto dormia, de tempos em tempos alguém entrava no meu quarto para fazer minha suíte de mictório público! Ora o Cleber, ora o Maurício e até Caio!

Com tanto “entra e sai” já nem olhava mais quem vinha… Apenas ignorava com olhos fechados, focada na missão impossível de dormir!

Meia hora depois minha espinha voltou a gelar… Alguém entrou no quarto, fechou a porta e não entrou no banheiro da suíte!

A demora dele em entrar no banheiro me deixou intrigada…. Mas fiquei sem abrir os olhos, fingindo estar em sono profundo…

Sentia que eu estava sendo observada! Quem seria? Eu não queria abrir os olhos. Fiquei imóvel, de bruços na cama, sob o edredom, sem esboçar reação alguma…

De repente senti aquela pessoa se aproximar de mim e meu coração foi batendo mais forte… Por fim, descobri quem era. Tentei ouvir as vozes que vinham da sala. Eram do Caio e do Cleber. Por exclusão, conclui que o observador era o Maurício!

Fiquei imóvel e sem reação… Logo em seguida, senti meu edredom sendo levantado com cuidado… Primeiro meus pés foram descobertos, depois minhas pernas…

Ai meu Deus! Aquele homem estava tentando me ver nua! Tive calafrios e palpitações, mas fiquei paralisada, sem reação!

De repente meu bumbum ficou exposto. Meu coração quase pulou da boca…

Eu estava com uma calcinha fio dental rosa super íntima… Presente do Caio, inclusive. De repente percebi ele se abaixar e comecei a sentir um ar quente intermitente no meu bumbum, como se fosse respiração. Percebi que Maurício estava cheirando meu bumbum!

Quase tive um infarto… Aquele homem tentava me violar de todas as formas, e parecia não querer me acordar… Depois senti as mãos ásperas e frias dele tocando meu bumbum enquanto cheirava ele! 

Maurício não foi mais longe, talvez por medo que eu acordasse … Depois foi para o banheiro da suíte. Pelo barulho que eu ouvi da urina cair no vaso, percebi que ele nem fechou a porta pra urinar…

Depois ele saiu do quarto em direção à sala e eu consegui ficar mais calma pra poder processar aquele turbilhão de sensações!

Comecei a pensar que talvez tudo fosse mesmo plano do Caio. Mais tranquila, comecei a refazer em minha mente a cena em que Maurício tocou minhas partes íntimas, na intimidade do meu quarto… Tive um choque inesperado de excitação depois que tudo aquilo passou!

De repente eu percebi que queria de novo! Queria que ele voltasse e fizesse de novo! Acho que eu tinha acabado de pisar em terras desconhecidas onde desejos ocultos e desconhecidos e mim vieram à tona.

Louca de excitação comecei a me autoconvencer pensando: Se meu marido traz homens pra minha casa, deixa eles entrarem no meu quarto e fica me estimulando a desejar outros homens então eu não vou impedir se o Maurício quiser algo!

Mas a porta do quarto se abriu novamente e o medo tomou conta de mim fazendo-me abandonar aquele pensamento. Agora era o Cleber quem ia ao banheiro…

Quando o Cleber saiu, eu quis me levantar… Se eu ficasse na sala eu sabia que o Maurício iria ficar no meu pé… 

Mas o medo não me deixava seguir adiante… Que droga!!! Acho que pra mim só tinha um jeito pra coragem aparecer na hora certa: Me embebedar um pouco!

Levantei da cama, fui para a sala e sentei no sofá perto dos rapazes. Depois abri uma lata de cerveja e comecei a assistir o jogo…

E o Maurício começou a me fitar… Curiosa, as vezes eu olhava pro Maurício só pra saber se ele estava me olhando, momento em que nossos olhares se cruzavam…

A cerveja foi fazendo o efeito esperado e meu juízo estava indo embora. Comecei a perder medos e me sentir muito à vontade… 

A essa altura eu já era capaz de olhar para o Maurício sem culpa e sem a mínima dó do Caio. Eu já era capaz de rir para o Maurício, de ter toda malícia, de olhar o corpo dele e desejá-lo! Trocamos olhares como dois adolescentes!

Meu marido estava tão bêbado e focado no jogo com o Cleber que nem se dava conta do que ocorria debaixo do seu nariz…

Percebi o interesse de Maurício em não deixar o copo do meu marido vazio, sempre enchendo mais e mais… Ele era mais sacana do que eu imaginava (risos).

Fiquei tentada a ficar a sós com o Maurício! Ao perceber que os petiscos estavam se acabando, dei um suspiro e perguntei animada:

_”Querem mais petiscos rapazes?”
_”Sim amor, por favor!” respondeu o Caio sem tirar os olhos da TV.

Levantei do sofá e fui até a cozinha com a lata de cerveja na mão. 

Enquanto preparava a comida, eis que Maurício aparece na cozinha. Só que desta vez eu não estava tensa nem com medo… Na verdade estava excitadíssima e ansiosa pelo que podia acontecer…

Maurício estava autoconfiante e indiscreto como sempre. Sabendo que eu já tinha algum interesse nele, começou a investir em mim:

_”Acho que seu marido está mais pra lá do que pra cá… Não para de beber…”

(Eu) 
_”Pois é, eu notei isso! Tô me sentindo até um pouco sozinha…”

(Maurício)
_”Não consigo entender como ele prefere ver futebol a ficar com uma esposa tão linda!”

(Eu)
_”Brigadinha hahaha Mas você está exagerando né…” respondi com modéstia.

(Maurício)
_”É sério! Você é mesmo muito lindinha… Atraente… Gostosa…”

(Eu)
_”E casada… hahaha…” comentei levantando a mão esquerda, exibindo a aliança.

(Maurício)
_”Ah vamos esquecermos essa parte? Eu já esqueci que você é casada desde a hora que eu te vi!”

(Eu)
_”Ah é? hahahaha. Quem sabe não tenho uma amnésia hoje…”

Diante do meu sinal verde, Maurício veio na minha direção, ficou na minha frente, colocou as mãos na minha cintura e disse:

_”Senti sua falta quando foi pro quarto dormir…”

Quando vi ele segurar minha cintura e falar aquilo meu coração acelerou e minhas pernas bambearam… Excitada, atropelei as palavras mas fui corajosa pra me render com uma voz manhosa:

_”Ai ai… O que você quer hein?”

(Maurício)_
”Quero você! Todinha!”

(Eu)
_”Mas meu marido tá perto…”

(Maurício)
_”Seu marido vai ficar mais 45 minutos ocupado! É tempo suficiente pra gente!”

Imediatamente o Maurício me agarrou e me deu um beijo de língua que eu não consegui resistir… 

Depois me colocou sentada na bancada da cozinha e ficou de pé entre minhas pernas, enquanto chupava meu pescoço…

Com medo de alguém ver, afastei ele de mim com algum esforço e disse com voz trêmula de excitação:

_”Você é louco? Alguém pode ver!”

(Maurício)
_”Vamos pro seu quarto então!”

(Eu)
_”No meu quarto não! Meu marido e o Cleber ficam entrando lá pra usar a suíte! Vamos pro outro quarto! Me espera lá que eu já vou!”

No mesmo instante Maurício se foi… Esse quarto, que para a minha sorte vivia com a porta fechada, não era tão confortável quanto o meu… Tinha apenas uma cama de solteiro para hóspedes. O maior risco era porque ficava de frente para a sala! Apesar disso era o lugar mais seguro…

Antes de ir pra lá queria terminar de preparar os petiscos e evitar que meu marido viesse atrás de mim… Assim que eu terminei servi o Caio e o Cleber, Em seguida fui discretamente para o quarto de hóspedes…

Quando cheguei lá Maurício estava me esperando sem camisa, com um volume na bermuda! Mal fechei a porta e ele já foi me colocando de costas na parede, me agarrando e me dando um beijo. Depois tirou minha blusa revelando meus seios sob o sutiã, enquanto dizia:

_”Delícia, me dá esses peitinhos!”

Maurício abaixou as alças do meu sutiã e o puxou para baixo revelando meus seios. Depois veio abocanhando eles com muito desejo. Aquilo me deixou louca! Segurei por trás de sua cabeça enquanto ele passava a língua nos meus mamilos que estavam duros…

Minha excitação aumentava toda vez que eu ouvia a voz do meu marido na sala…

De repente ele me virou de frente pra parede me deixando de costas pra

ele. Depois abaixou meu shortinho jeans revelando meu bumbum, que aliás, estava muito mal escondido pela calcinha fio dental que eu usava. 

Com o rosto na parede, protegi meus seios com as mãos enquanto ele se ajoelhou, segurou minhas pernas e levou a boca direto no meu bumbum…

Fui nas nuvens! Aquela sensação da barba por fazer roçando meu bumbum era tudo! Ele colocou minha calcinha para o lado e cravou a língua na minha vagina. Fiquei com tanto tesão que fechei os olhos e comecei a me abaixar instintivamente, arrebitando o bumbum… 

Nunca senti tanto tesão com uma língua! Percebi como ele era experiente…
Minutos depois, Maurício ficou de pé exibindo o volume na bermuda e segurou por trás do meu pescoço, forçando-me para baixo enquanto dizia apressado:

_”Mete a boca vai! É todo seu vai! Vai porra!”

Simplesmente obedeci! De joelhos, abaixei a bermuda dele. Depois abaixei a cueca e o pênis dele saltou… Maior que do meu marido e bem mais grosso! Tinha 18cm e ligeiramente curvado pro lado.

Ajoelhada diante daquele homem, segurei o pênis e coloquei o que podia na boca… Eu estava com a calcinha nos joelhos e seios pra fora, sutiã na barriga, toda nua, chupando o pênis de um cara a 6 metros do meu marido! Toda vez que penso nisso não me aguento de tesão!

Enquanto eu chupava, Maurício foi falando umas coisas que me deixou louca;

_”Porra que boquinha gostosa!”

Comecei a massagear meu clitóris super inchado de excitação enquanto chupava… Gente, que excitação!

Depois de alguns minutos Maurício me puxou pelo braço, me deixando de pé enquanto disse de um jeito pouco cavalheiro:

_”De quatro na cama, vai! Gostosa!”

Amei o jeito autoritário! Percebi na hora que era alguma fantasia dele… Entrei no jogo, obedeci e fiquei de quatro na cama esperando. Maurício subiu na cama com o pênis na mão, se abaixou em mim e já foi me penetrando.

_”Puta que pariu, você é muito apertadinha!” disse ele ofegante.

Aos poucos minha vagina foi abrigando o pênis dele. Senti um pouco de dor, afinal, estava acostumada com o pênis do meu marido, que era muito mais fino.

Maurício segurou nos meus cabelos enrolando-os na mão e começou os movimentos da penetração. 

Maurício socava minha vagina com muita força! Pequena e leve que sou, só não perdia o equilíbrio porque ele me segurava pelos cabelos… Meus seios chacoalhavam…

Meus cabelos (snif)… Cuido tanto deles pra poder parar nas mãos de um homem daquele jeito! Mas a excitação que eu tive valia a pena! Pela primeira vez eu era desprezada daquele jeito! Não sabia como era tão bom o prazer da desonra (risos)!

Percebendo minha excitação, Maurício começou a falar sacanagens pra mim:

_”Toma sua sem-vergonha! Vadia do caralho!”
_”Tá gostando tá? De levar pica, tá? Fala pra mim!
_”Tô! ai!!!! Cachorroooo!”

Maurício arrancava os gemidos mais sinceros de mim! 

Muito excitada, comecei a ter orgasmos tão intensos que perdi a força nos braços e caí com o rosto no travesseiro gemendo, enquanto Maurício me comia sem trégua e dizia:

_”Vai goza pra mim safada!”

Ai que loucura! Quase desmaiei… Fazia muito tempo que não tinha um tão intenso!

Em seguida, sem parar de me comer, Maurício ofegante perguntou:

_”Você toma pílula né?”

Eu não tomava porque estava tentando engravidar! Então, preocupada, respondi:
_”Não!”
_”Caralho, queria gozar dentro! Vou ter que gozar na sua cara…” ele disse.

Que bom que ele era sensato! De repente ele acelerou os movimentos e gritou:
_”Caralho, vou gozar!”

No mesmo instante ele se desengatou de mim, ficou de pé e me puxou pelos cabelos, me levando até seu pênis, enquanto jatos de esperma começaram a sair e pegaram em cheio no meu rosto!

Nossa, foram umas seis golfadas de esperma, suficiente pra sujar meu rosto e escorrer pelo queixo, pescoço e seios…

Na mesma hora eu peguei minha calcinha e limpei meu rosto. Depois fui pro banheiro me lavar… E era na hora certa porque o jogo estava prestes a terminar!

Depois de me lavar eu fui pra cozinha, momento em que fiz um sinal chamando o Maurício, porque estava na hora de saber algumas verdades…

Na cozinha, a sós, fui direta com ele:

_”Maurício, fala a verdade, meu marido tem alguma coisa a ver com isso?”
_”Como assim?” ele indagou.
_”Pode parecer loucura o que vou perguntar. Mas foi meu marido que pediu pra você transar comigo não é?”

Maurício ficou em silêncio pensativo, depois respondeu:

_”Sinceridade? Não.”
_”Mas tenho que te contar uma coisa…”

(Eu) 
_“O que? Diz!”

(Maurício)
_”Sério, não conheço seu marido. Sou primo do Cleber. Não sei se você sabe disso ou não, mas seu marido pediu pro Cleber tentar te comer aqui hoje. O Cleber até quis, mas voltou atrás, por medo da esposa descobrir e por não entender esse lance estranho demais pra ele. Como somos muito amigos ele comentou isso comigo. Na hora fiquei doido pra te conhecer e ele me trouxe aqui. Vim pra te pegar mesmo, caso você desse mole. Não tive medo do seu marido porque na pior das hipóteses, se ele me pegasse te comendo ia ignorar ou ia me agradecer. Conheço esse tipo de cara. Conheço muitos assim. Tenho namorada e somos liberais. Ela sabe que eu vim aqui pra isso. ”

Confesso que fiquei boquiaberta! Liberal? Um mundo novo se abriu diante dos meus olhos. Não acreditei que meu marido tinha pedido o Cleber pra transar comigo! Meus Deus, com que cara eu ia ficar olhando pra ele agora? Daí o Cleber ainda sai contando isso pra todo mundo…

Na mesma hora eu implorei pro Maurício:

_”Maurício pelo amor de Deus, não conta o que fizemos pro Cleber! Diga que eu não aceitei!”

(Maurício)
_”Calma gata! Tranquilo eu não conto nada. Não sou moleque nem iniciante! Já disse, sou liberal há muito tempo e sei como é. O que se faz num quarto fica num quarto e ponto final.”

Fiquei relativamente aliviada, mas ainda estava desconfiada daquele papo. Só tinha um jeito de confirmar a veracidade daquilo: Caso meu marido ficasse me perguntando demais sobre o Maurício, era sinal que ele sabia…”

Mas em seguida Maurício me fez um pedido:
_”Posso contar pra minha gata? Ela pediu pra saber detalhes. É coisa nossa mesmo, intimidade do casal. Morre com a gente.”

Pela sinceridade do Maurício não liguei que ele contasse pra namorada dele, até porque não a conhecia. Desde que fosse pra ela e ninguém mais!

No final foi tudo muito bom. Despedi do Cleber sem demonstrar constrangimento. Depois despedi do Maurício como se fosse um estranho e ele agiu da mesma forma, o que me passou mais confiança nele e no que disse pra mim!

Em outra oportunidade eu conto minhas sensações sobre esse episódio, como isso mudou meu jeito de ser e o que aconteceu depois. 

Quem quiser me contar as impressões quando leu esse relato manda um e-mail: loirasexbh@gmail.com 

Beijos!

[��4�b)��

Você teve a coragem de partir meu coração em trilhões de pedacinhos e nem olhou para trás. Nem olhou. Você poderia olhar nem que seja pra rir do quão otária eu fui por ter te dado outra chance, mas você preferiu ir embora sem ver o estrago que deixou. Você me destruiu.
—  Laura Mello.
Rasga, sangra, enche de saudade.
Paixões se esvaem, amizades se apagam, namoros acabam e depois ninguém mais nem se considera amigo. Pessoas vem e vão em nossas vidas, feito uma catraca de metrô. Cada um tem um jeito característico, só seu. Às vezes vamos lembrar daquela piada, daquele beijo, daquela pinta no canto do olho, aquela peculiaridade da pessoa que acaba dando uma saudadezinha. Nos tornamos memórias, simples assim, algumas marcam nossa história em segundos, outros demoram dias e por aí vai. Somos passageiros, você pode discordar, mas deve se lembrar de alguém que chegou de passagem e não demorou pra ir embora. É disso que a vida é feita, de lembranças que nos fazem ficar com ar saudoso, quando estivermos com uns 60 anos e bater aquela saudade de fulano que era o engraçado da turma, ou sicrano que tinha um estilo extravagante pra roupas ou beltrano que você gostava desde do primeiro ano do ensino médio. A saudade nunca tem fim, uns acham que não sentem mais e pensam que esqueceu, mas a verdade é que essa saudade fica guardadinha em um cantinho do seu coração. A saudade é infinita, todo mundo tem a sua. E então, repentinamente, nos reencontramos com aqueles velhos amigos, os velhos amores, as lembranças que se deixam ir pelo dia-a-dia retornam, aquelas lembranças que nunca foram embora, mas foram engolidas pela correria da rotina. Você relembra o quanto foi feliz naquela época, se pergunta se aquilo um dia voltará, mas já passou. Infelizmente, são apenas lembranças que ficaram, de momentos que nunca voltarão, mas que ficarão guardados para sempre em nosso coração.
eu não queria

não que eu fizesse tanta falta assim ou tanta questão de ser saudade porque nunca precisei ser amada dois segundos por alguém que, no minuto seguinte, sequer lembraria como soa o timbre da minha voz ao acordar. eu não queria me fazer de opção pra que já tinha prioridades e, tudo bem, é o meu direito. 

eu não queria ter que sair sozinha e encher a cara pra me lamentar no telefone depois das 03:00. não queria chamar o garçom e fazer papel de otária dizendo o velho clichê de: “meu amor me esqueceu na porta de um cinema e eu fiquei lá pagando de trouxa pros casais que passavam”.

eu não queria muitas coisas, e tudo bem não querer demais. 

mas entre os poucos tópicos de uma lista gigantesca, descobri que não querer demais às vezes era pior do que querer muito, porque entre todos os meus não querer, me vi encurralada em becos que me ligavam direta ou indiretamente a pessoa que você era. e aquilo me assustava, porque qualquer perfume era motivo de lembrar, qualquer comida um pouco mais apimentada, qualquer jesto meio parecido com o que você fazia com as mãos quando tava nervoso, qualquer piscada desconcertante ou qualquer mudança de peso de um pé pro outro me tornavam a lembrar de como foi bom não querer ser a prioridade de alguém. e tudo bem também.

tudo bem não acertar quem vai ser o cara que vai dividir uma cama king com você daqui dez, vinte, trinta anos no primeiro encontro. tudo bem se decepcionar em sites de relacionamento porque na foto ele parecia muito mais bonito do que pessoalmente. tudo bem não gostar de sorvete de morango e aquilo parecer rude porque é o sabor preferido de sorvete dele (ou dela). tá tudo bem se decepcionar de vez em sempre e seguir caminho achando que teu príncipe encantado vai tá lá na esquina do posto de gasolina esperando o reboque porque o carro ficou no prego, e você solicitar uma carona que sempre vai terminar com um: “até qualquer outro dia.” e tu se dar contar de que, não vai ter outro dia, você nem pegou o celular dele mesmo. 

e tá tudo bem ser feita de momentos, efêmeros ou não. tá tudo bem.

✖ LEGENDAS LONGAS 1 ANO DE NAMORO ✖
  1. Um ano são 365 dias e 365 noites. Doze ciclos da lua. Quatro estações. Mas este ano com você tem sido 365 lindos pôres do sol, doze luas cheias cor de mel e quatro primaveras.
  2. Há um ano, a minha vida começou a mudar. Com você ao meu lado comecei a sonhar com o nosso futuro, e cada dia com você me dá forças para lutar para construir o nosso castelo de felicidade. 
  3. O seu amor me faz feliz, como quero que seja feliz a nossa vida! Tenha a certeza que se eu pudesse escolher alguém para amar em todo o mundo, escolheria você.
  4. Desejo, com todo o meu coração, que este seja o primeiro ano de amor do resto das nossas vidas. Que nosso amor sempre supere tudo e todos, que nosso amor sempre seja maior que a inveja e mal de todo o mundo.
  5. Espero que este dia seja tão maravilhoso como tem sido estar ao seu lado, neste um ano de namoro.
  6. 1 ano, 12 meses, 54 semanas, 365 dias, 8760 horas, 525600 minutos, 31536000 segundos. Eu te amo e não houve um só mês, uma só semana, um só dia, uma só hora que eu não te amasse. Te amei, te amo e sempre vou te amar, pra sempre e pra vida toda, meu grande amor.
  7. À nós felicidades nesses um ano de namoro. Eu amo você, apenas por ser você, sem precisar de motivos ou um porquê, não tem explicação.
  8. Se passaram 365 dias e é como se tivéssemos começado a namorar ontem, tudo mudou, o tempo passou, nós mudamos, mas e o nosso amor? E aquele amor que surgiu o ano passado? Ele continua tão firme, tão forte, tão grande, tão puro, que eu desconfio que alguém possa fazer ele se acabar.
  9. Nesses um ano, você conseguiu fazer eu me apaixonar todos os dias, com todos esses defeitos que me irritam e me encantam ao mesmo tempo. Engraçado né?
  10. Há exatamente 365 dias atrás eu entreguei meu coração pro cara mais incrível que eu conheci, e esse cara me fez sentir emoções que jamais imaginei.
  11. E no inicio, nós não tínhamos nada a ver um com o outro, além da vontade de ficarmos juntos, o tempo passou, e apesar das diferenças, nós soubemos nos unir, e com isso, finalmente completamos um ano de namoro.
  12. E eu tenho certeza que nossa história foi escrita torta de propósito pra gente se cruzar, e finalmente, estamos aqui, há um ano.
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Sobre o vestibular de Medicina:

— Eu quero ser médica.

Mas ela assiste a televisão, às vezes horas em um só dia.
E vê uns vídeos no youtube.
Ela para o assunto na metade. E dorme. Às 22h. Para acordar às 10h! 12 horas de sono. 12 horas a menos. Assunto atrasado.
De vez em quando, ela falta a aula.
De Química.
A pior matéria dela.
Para escrever besteira no caderno. Para jogar no celular. Para chorar no banheiro. Para estudar outra matéria. Para visitar a amiga. Para comprar comida do gato.
Ela vai ao cinema.
Ela sai com as amigas. Uma vez por semana! Uma noite sem estudar! Uma noite sem genética elétrica hematopoiética ética dialética (…)
Duas vezes. Ela saiu duas vezes.
Ela saiu três vezes. Três turnos a menos. Perdidos.
Ela foi para a academia.
Duas vezes. Em uma semana. Uma hora lá. Uma pra ir. Uma pra voltar. Seis horas a menos.
Ligou para a mãe. Trocou o horário da aula para tomar um café com ela.
Mas aquele horário é o horário em que é melhor para se aprender Biologia.
O professor disse que era.
Ela faltou a prova.
Ela não sabe que era o simulado do ano?
O professor disse que era.
Foi o MEC que fez.
Mas ela foi para a praia. Com a família. Estava a seis meses sem ir.
Ela disse que precisava de ar fresco (de ar fresco preciso eu que o-r-g-u-l-h-o-s-a-m-e-n-t-e estou desde segunda sem ler o jornal sem ver a novela sem conversar com minha amiga sem ver meu namorado sem ver a cor do céu sem saber o que é descansar)
Perdeu a segunda metade da aula.
Perdeu o dia de entregar a redação.
Ih, logo a de poluição e meio ambiente.
Segundo semestre. Disse que estava cansada:
Isso porque foi para a praia semana passada.
Porque perdeu a prova semana passada.
Porque perdeu a aula mês retrasado.
Porque viu o jogo um ano atrás.
Porque viu as amigas na tarde de quarta.
Porque viu o filme do ator preferido no cinema.
Porque dorme oito horas por dia, quando quer.
Porque viajou esse ano.

Porque parece que nem faz vestibular para Medicina
Porque parece que tem uma vida
Porque parece que manteve a saúde mental.
Porque parece que se cuida
Que suporta
Que é feliz.

Ela nunca vai ser médica.

Ela passou.
Como assim?
Foi sorte.
Só pode ter sido.
Ela nem estudava.
Ela ia para a praia.
Ela ia para o cinema.

Ela ia pro cursinho?
Até ia.
E estudava?
Menos que sicrana.
Sicrana morava no curso.
Beltrana estudava 12 horas por dia.
Fulana leu o Amabis 13x, e uma das vezes foi de trás para frente.

Ela, não.
Ela parecia até gente.
Gente normal, que quer outra coisa.
Ou que já passou.
Ou que nunca vai passar em Medicina.

Mas ela ia para o restaurante.
Em dia de semana, às vezes.
Dez vezes. Em um semestre.

Mas ela faltou aula e viajou.
Na prova do ano, até.

Mas ela não vinha tanto quanto eu
Não estudava 12 horas por dia todos os dias
Não parou de fazer tudo que gostava
Não parou de ver todo mundo que amava
Não fez o que o primeiro lugar do ano passado fez

Mas ela continuou vivendo a vida dela.
Que loucura!!

(…)
Porque para conseguir ser médico a gente não precisa deixar de ser gente.
E nunca vai ser uma loucura sair com os amigos uma vez por semana.
Duas vezes, quando se fizer necessário
Viajar com a família.
Manter a nossa saúde emocional elevada e fazer o melhor de um ano de muito (sim, muito!) estudo.
No ano do meu vestibular, eu…
Fui para jogos da Copa do Mundo.
Escrevi um livro de 100 páginas.
Faltei algumas (rs) aulas.
Passei três meses sem curso de Física.
Passei por momentos impossíveis, que não desejo a ninguém.
Feito a humana que sou, perdi uma avó.

Mas eu prometo que estudei.
Bastante. Desde pequena.
E que abri mão, também. De muito. De mais do que podia, até.

E eu vou ser médica.
Faltam 4 anos e meio.
Não fui pelo processo com toda a saúde emocional que eu gostaria, mas com certeza trilhei meu caminho mais saudavelmente que muita gente [e indo parar no mesmo lugar].

E tantos outros também vão ser médicos.
Que, com saúde, fizeram tudo de um jeito tão diferente do meu!
Cada um passa do seu jeito. Escreve sua história. Conhece seus limites.
Não existe modelo, esquema, horário de estudos ideal.
Nem sempre o mais cansado é, no final, aquele que merece mais.
Nosso equilíbrio só a gente conhece.

Às vezes tentar seguir o exemplo de alguém, o esquema do cursinho, a ideia do que é um aluno dedicado é apenas mais um empecilho em um caminho que já é tão difícil.

Então qual é o sentido de se martirizar para ser alguém que não somos quando já somos bons o suficiente, à nossa maneira?

O negócio é ser feliz
Ter saúde
E querer. Querer muito
Querer mais do que imagina que quer.

O resto se resolve.
❤️

—  Letícia Telles Sales - texto retirado do facebook

Eram dois amigos inseparáveis. Desde a infância, faziam tudo juntos. Enquanto Edu subia no pé de jambolão, Andy ficava embaixo, esperando as frutinhas. Tocavam campainha e saiam correndo, Edu sempre na frente, Andy atrás. Eram vizinho, duas casas de diferença. Ficavam até tarde da noite conversando, sobre tudo. Só paravam quando a voz grossa, rouca do pai dele gritava “Andy, pra dentro, vem tomar banho”. Andy ia e no outro dia, se encontravam depois da aula, com a galera. Jogavam bate, brincavam de todas as brincadeiras de criança. Era uma rotina deliciosa. Confiavam cegamente, um no outro. Edu contava tudo pra Andy e vice versa. E assim, foi .Edu deu seu primeiro beijo, aos 15 anos. Um beijo cheio de dentes, nada de língua. No outro dia, nos encontros na calçada, na porta da sua casa Edu contou pra ele.

-Andy, ontem eu beijei a Fernanda. Nossa, que beijo horrível. Será que todos vão ser assim?

Andy parou. Alguma coisa dentro dele berrou. Ele gostava da Fernanda, mas naquele momento, com aquela informação, sentiu raiva. Teve medo. “será que estou com ciúmes dele? Deve ser ciúmes de amigo!”

-Edu, acho que não. É o primeiro, a gente deve ir melhorando com o tempo. Foi só um beijo?

-Foi sim, o pai dela chegou para busca-la, tivemos que parar. Mas amanha vou tentar combinar outra coisa com ela.

Andy sentiu outra pontadinha no coração. “porra, outro beijo? O que ele viu naquela magrela sem peito?”.

O pai dele grita, e Andy, pela primeira vez sente um alivio por encerrar uma conversa com Edu. Se tivesse ficado ali mais um pouco, teria demonstrado sua raiva com a situação.

Naquela noite, Andy não consegue dormir. Um turbilhão de pensamentos passa pela sua cabeça. Ele nem acha Edu tão bonito. Mas Andy tem uma admiração profunda por ele, sua coragem, a maneira como ele sempre protegeu e cuidou dele. Andy é novo, nunca sentiu aquilo por ninguém, e estava confuso, com medo de estar confundindo. Tem um medo enorme de estragar a sua amizade mais sincera, duradoura e a mais bonita. Resolve não comentar. Era o primeiro segredo entre eles.

O tempo passa o tempo de conversa depois da aula, na calçada já não é tão frequente. Chegam às provas. Eles precisam estudar. Sentem uma falta absurda um do outro. Parece que Andy não consegue dormir do mesmo jeito, sem conversar com Edu. Edu trazia uma paz, que ele não conseguia em outro lugar, em outros abraços. Andy tinha nele, naquele grande amigo, um porto seguro que ele não tinha em nenhum outro lugar.

Eles vão pra faculdade. Edu  bate na porta do Anderson, o chama pra conversar na calçada. Estava com saudades dos papos, dele. Eles riam muito juntos. Conversam sobre horas, colocam o papo em dia. E num desses assuntos, Andy repara.

-Edu, vejo que está mais sorridente do que da ultima conversa. O que foi?

Ele ri e diz:

-É garoto, tu me conhece. Andy estou apaixonado. Conheci uma menina na faculdade. Linda, meiga, inteligente e engraçada. Estamos começando a sair agora. Não sei se vai dar certo, mas estou muito afim de tentar algo serio com ela.

O mundo de Andy desaba. Ele deixa cair uma lagrima.

-O que foi Andy?

-Problemas aqui em casa.

Andy desconversa, entra. Pela primeira vez, entra sem o grito do pai.

Noite em claro, choro no travesseiro, uma vontade louca de sumir. Ali, ele toma uma decisão. Ia se afastar, não estava fazendo bem. Andy gostava dele e não tinha coragem de contar. Tinha medo de Edu brigar com ele. Queria ter a imagem daquela amizade de 20 anos, como algo bom. Ele simplesmente ia sumir. Afastar. E colocaria a desculpa no tempo, na correria do dia a dia.

Então assim ele faz.

E tempo vai passando, e eles ficam dias sem se falar. Ele começa a namorar, Andy foca tudo nos estudos. Medicina não é um curso fácil.

Quando Andy começa a esquecer daquilo tudo. Um ano depois daquela conversa com ele, a ultima conversa dos dois, está sentada, estudando. Ouve a campainha tocar. Três toques, como só Eduardo fazia. Ele gela o coração. Arruma-se rapidamente e sai.

-Uma saudade enorme tomou conta de mim, podemos conversar?

-Logico Eduardo, mas coisa rápida que tenho prova amanha.

Conversam sobre algumas coisas. As coisas entre eles nunca mudam. Começam a brincar, riem. Ele percebe que precisa parar se não nunca vai esquecer aquele menino. Tenta saber como está o namoro dele.

-Edu, como está seu namoro?

-Então Andy, foi por isso que vim aqui. Eu terminei.

-Por quê? Você parecia gostar tanto dela?

-Porque ela não era você! Percebi, com o tempo, que eu procurei você nela o tempo todo. Ela não tinha seu sorriso confortante. Ela não tinha esse olhar que você tem que consegue olhar a minha alma e me entender como ninguém. Ela não tinha seu abraço, que com dois braços unem nossos corações e fazem deles um só, por alguns instantes. Ela não tinha seu senso de humor, sua criatividade absurda. Ela nunca me fez rir, Andy. Nem de cerveja ela gostava. Ela era uma pessoa espetacular. Mas tinha um defeito: Não era você. Mesmo você sendo um menino, quero ter você ao meu lado.

Andy  não consegue esconder o sorriso. Ele vai em direção de Edu e dá um abraço longo. O abraço mais demorado entre eles.

-Cara, desde os 15 anos, eu guardo esse segredo comigo. Eu sou apaixonado em você. Ninguém nunca cuidou de mim e me protegeu, como você. Ninguém fez meus deveres de matemática ou tocou violão pra mim, na calçada, como você. Ninguém fez tudo incrivelmente bem feito como você. Só que tenho muito medo de te perder, se tivermos alguma coisa e não der certo. Como fazemos?

-Tentamos. Desculpa Andy, mas não posso perder a pessoa mais incrível que eu conheci na minha vida. Corremos o risco, mas não é possível que esse amor, que tenho dentro de mim a 20 anos, tenha se enganado.

Então, ele se aproxima e tenta beija-lo. Andy afasta. Ele estranha, Andy ri e diz.

-Se vamos fazer isso, vamos fazer com calma e começar diferente. Quero que você traga flores e me busque amanhã. Coloque sua melhor roupa. E no final da noite, se você merecer. Beijamo-nos.

-Combinado, Amanha, as 20:00 te busco.

Edu chega, pegou o carro do pai, Andy lindo. Saem, comem.Edu tenta beija-lo a noite inteira. Nada. Quando está deixando Andy em casa. Ele tira o cinto e tenta o beijo de despedida. Andy nega e diz.

-Desce do carro, abre a porta pra mim.

Edu acha graça, adora ver ele se divertindo com aquilo. Ele abre a porta. Andy o abraça, pega em suas mãos e o leva para a calçada, no mesmo lugar que sempre sentaram.

-Pronto, aqui, no lugar que construímos todo esse sentimento. Beija-me aqui, na nossa calçada.

E naquela noite o pai dele não grita. Nada atrapalha. Porque quando é pra ser, até o universo conspira a favor.

Eu estou cansada, farta de ouvir sempre as mesmas histórias, farta de ouvir corações partidos aos prantos, cansei de ouvir histórias de romance terminados. Todo dia a mesma história, sempre alguém me procura para desabafar, e advinha a causa da tristeza? Isso mesmo! Esse tal amor, aquele carinha que ela conheceu por ai, se apaixonou e de uma hora pra outra, o cara foi embora. Tipico né? Já virou normal isso atualmente, Deus me livre virar moda. Mas essa é a realidade dessa sociedade, delas crianças e jovens, ou até adultos perturbados. Sabe o amor? Tô falando do verdadeiro amor, okey? É por causa dele que eu estou aqui. É por ele, ou por falta dele, que muitas pessoas ficam acordadas de madrugadas, não conseguem dormir. Sabe o amor? Ele da saudade, daquelas que só a presença da pessoa pode curar. Por causa dele, as pessoas ficam “bobas”, chegam a mandar beijos pela janela, dançar no meio da rua, só para tirar um sorrio da pessoa amada. Até aprendemos a cozinhar a comida favorita de alguém, só para agradar, só para mostrar o quando você se importa com ela. Ainda tem gente que aparece de manhã na porta, desesperada por que acordou com saudade. Sabe o amor? Está em falta, quase extinto. Já ouvi histórias, na verdade, minha vizinha me contou que ela está casada há mais de 60 anos com o primeiro namorado, com quem deu o primeiro beijo, aos 18 anos. Eu fico aqui pensando, onde foi parar isso? O amor se perdeu no tempo? Se for isso, por favor, me mate! Hoje uma pessoa está se declarando e amanhã aparece beijando outra. Essa é a triste realidade. Pode ter certeza, vai se machucar. Vai aparecer caras aos montes falando que gosta de você. E o pior, vai ter um que você vai se apaixonar. Pode ser pelo o mais certinho ou o cara “revoltado”, mas ele vai te fazer sofrer. Não importa á aparência, os gostos, o dinheiro e a classe social, muitos garotos só querem se divertir, “curtir a vida”. Mas você tem um bom coração e ira entregá-lo, vai fazer de tudo e do impossível para agradá-lo. Iram te enganar, infelizmente. Tudo começa uma maravilha, um conto de fadas, te deixam acreditar que chegaram ao céu. E ai minha amiga, simplesmente do nada somem, tiram seu chão e você cai. E que tombo feio! Sua vida fica por um triz. Digo isso por experiencia próprio, cai uma, duas, três e rezo para não acontecer uma quarta. Pois não sei se meu coração aguenta, ou o que sobrou dele. Até parece que meu coração não aprende! Ele cismou em correr atrás do amor, em tentar mais uma vez, até encontrar e acertar. Meu pobre coração, está na década errada. Mas o amor anda por ai, perdido nesse tempo e mundo louco e eu vou encontrá-lo, como você também irá. E os tombos faz parte, mas cuidado ao máximo! Pois algumas cicatrizes podem te acompanhar para o resto da tua vida.
—  Ilusões de Esther. 
Ser vestibulando é estar sempre na expectativa de conseguir realizar um sonho, de ter um futuro melhor. Quando decidimos tentar, não sabemos o que virá pela frente, apenas acreditamos e vamos. Com o passar dos dias, a ansiedade e o medo são os sentimentos que mais crescem dentro da alma. Você se empenha, acorda cedo pra estudar, abdica de uma grande parte da sua vida social: das saídas com os amigos, do tempo nas redes sociais, dos encontros com a família e das coisas que você mais gosta de fazer. Além da sua auto cobrança, existe a pressão vinda da família que está sempre torcendo por você, mas que sempre irá falar “Você não está estudando o suficiente!” ou quando você acaba não dormindo pq tem que estudar “Para de estudar e vai dormir!”… Na verdade, para os que estão de fora, que não vivem o que vivemos, nada está realmente bom. As perguntas sobre as provas e todas as críticas vão te fazendo mal, te consumindo por dentro, mas você não desiste. Há quem passe no primeiro ano de tentativa e há quem fique 2,3,4 (…) anos tentando. Imagina como é difícil… A esperança de conseguir concretizar um sonho não morre, mas o mundo torna essa trajetória massante, dolorosa.
Apesar de toda a dificuldade, continuamos tentando pq a nossa felicidade está em questão e guardamos as lágrimas para a hora da aprovação.