primeiros anos

Dar é bom. Na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez por anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um “eu te amo” baixinho, perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha, amor?”. Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.
—  Tati Bernardi.
Qualquer estudante do primeiro ano de medicina, sabe que batimentos cardíacos acelerados são um sinal de problema. Um batimento cardíaco acelerado pode indicar qualquer coisa. De um transtorno de pânico. A alguma coisa muito mais séria. Um coração que bate ou um que pula uma batida. Pode ser um sinal de uma aflição secreta. Ou pode indicar um romance. Que é o maior problema de todos.
—  Grey’s Anatomy.
Eu tinha 17 anos e ela 16. Não completou nem duas semanas depois do primeiro beijo e mesmo assim à pedi em namoro. É claro, eu era um adolescente impulsivo e que não pensava direito mas é que estava completamente deslumbrado e apaixonado por aquele sorriso, por aquele olhar e por aquele lindo e encantador jeito de ser. Hoje já se passaram 20 anos e eu ainda a olho do mesmo jeito, e se eu pudesse voltar atrás eu faria tudo do mesmo jeito. Temos um casal de filhos e somos mais felizes a cada dia que passa, e de uma coisa eu tenho certeza: tê-la pedido em namoro naquele pequeno tempo de convivência foi a melhor escolha que eu poderia ter feito em toda minha vida.
—  GABRIEL, 37 ANOS 💕

o que eu podia ter pensado
e não pensei
o que eu podia ter visto
e não vi
o que eu podia ter acreditado
e não acreditei
o que eu podia ter sido
e não fui
o que eu podia ter feito
e não fiz

isso tudo
pesa dentro de mim
em algum lugar
nenhum


mas eis eu aqui
em construção
em forma física
ocupando espaço
e matéria


um ser que não existiria
se eu tivesse sido
o que não fui
e feito
o que não fiz
quase por
um triz

—  Wander
Está tudo bem?”
“Sim. Ótimo. — respondo com um sorriso, e é como se eu estivesse de volta ao primeiro ano da escola de teatro, dizendo o que os outros querem ouvir para que fiquem felizes mesmo quando eu não estou. Interpretando o papel.
—  Meu Romeu.
Dar é dar. Fazer amor é lindo, é sublime, é encantador, é esplêndido, mas dar é bom pra cacete. Dar é aquela coisa que alguém te puxa os cabelos da nuca, te chama de nomes que eu não escreveria, não te vira com delicadeza, não sente vergonha de ritmos animais. Dar é bom. Melhor do que dar, só dar por dar. Dar sem querer casar, sem querer apresentar pra mãe, sem querer dar o primeiro abraço no Ano Novo. Dar porque o cara te esquenta a coluna vertebral, te amolece o gingado, te molha o instinto. Dar porque a vida de uma publicitária em começo de carreira é estressante, e dar relaxa. Dar porque se você não der para ele hoje, vai dar amanhã, ou depois de amanhã. Dar sem esperar ouvir promessas, sem esperar ouvir carinhos, sem esperar ouvir futuro. Dar é bom, na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um eu te amo baixinho perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha, amor?”. Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar.
—  Luís Fernando Veríssimo
Nem tudo a gente entende, nem entendemos como as lágrimas podem fluir no meio de algo bom. Como um bocado de felicidade se torna tristeza por um tempo, para após tornar-se um montão de alegria. Quem compreende os planos de Deus? Quem é capaz de lutar contra sua sabedoria e buscar decifrar a maneira que Ele ensina os seus filhos a serem realmente, verdadeiramente felizes? Chorei sim, me senti angustiado, desgostoso com tudo e mais um pouco, mas era Deus expremendo todo egoísmo em mim, para hoje me fazer perceber o que nunca perceberia sem tais provações; que não amo ninguém como amei e tenho amado você. É necessário sofrer no amor, para que o mesmo se determine como tal. E se perguntarem de janeiro a janeiro, do primeiro ano de casamento ao último ano da nossa vida: foi e é amor.
—  Jhonatan Stuartt.
Fico tentando buscar as palavras certas para descrever o que você me faz sentir. Eu te amo tanto, e você me faz um bem danado, porém não sei descrever isso. Então decidi escrever algo sobre nós; Tá quase fazendo um ano que nos conhecemos, e lembro como se fosse ontem da minha pessoa curtindo todas as suas fotos pra vê se o senhor se tocava to quanto eu queria te beijar - risos -, eu te achava um gato, quer dizer, ainda acho. Mas tínhamos que nos beijar logo no primeiro dia do ano, só pra ficar claro que ia ser pra sempre, ou melhor, eu espero que seja para sempre, e mesmo que dure pouco, pra mim será para sempre. Quantas vezes será que fomos dormir querendo mandar uma mensagem? Minha nossa, dois retardados sofrendo um pelo outro só por orgulho. Gente vai aí um conselho; Nunca, em hipótese alguma tente esconder o que você sente, se não for recíproco eu tenho pena da pessoa e você supera, mas nossa, talvez você pode só estar atrasando a sua felicidade. Sabe eu sou tão grata por ter você, quando eu mais achei que não tinha feito nada de bom nessa vida porque nada de bom me acontecia você apareceu. Quando a gente tá no telefone, porque é mesmo, esqueci dessa parte, ficamos oito meses lutando contra o sentimento pra quando você decidiu ir embora nos abrirmos um para o outro - risos -, a gente foi mesmo bem idiota. Mas enfim, quando estamos no telefone, a quase oito mil quilômetros de distancia, e ficamos em silencio, eu imagino a gente deitados, bem juntinho, em silencio. Você é muito ciumento e isso me irrita bastante, mas você é tão carinhoso, e me faz rir as vezes, sem querer talvez. Mas você também é ignorante, as vezes. Você me irrita, não por ser você, mas por me fazer te amar sendo você, e me sinto a pessoa mais feliz do mundo quando você diz que me ama, soa como a minha canção preferida. E acho que esse texto já esta muito grande, mas eu não disse nada do que queria, mas ainda dá tempo de dizer que te amo, e que dessa vez quero fazer dar certo, e espero que dê.
—  Kelly Cristina Campos
Dar é bom. Na hora. Durante um mês. Para as mais desavisadas, talvez por anos. Mas dar é dar demais e ficar vazia. Dar é não ganhar. É não ganhar um “eu te amo” baixinho, perdido no meio do escuro. É não ganhar uma mão no ombro quando o caos da cidade parece querer te abduzir. É não ter alguém pra querer casar, para apresentar pra mãe, pra dar o primeiro abraço de Ano Novo e pra falar: “Que cê acha, amor?”. Dar é inevitável, dê mesmo, dê sempre, dê muito. Mas dê mais ainda, muito mais do que qualquer coisa, uma chance ao amor, esse sim é o maior tesão. Esse sim relaxa, cura o mau humor, ameniza todas as crises e faz você flutuar o suficiente pra nem perceber as catarradas na rua.
—  Tati Bernardi.
✖ LEGENDAS LONGAS 1 ANO DE NAMORO ✖
  1. Um ano são 365 dias e 365 noites. Doze ciclos da lua. Quatro estações. Mas este ano com você tem sido 365 lindos pôres do sol, doze luas cheias cor de mel e quatro primaveras.
  2. Há um ano, a minha vida começou a mudar. Com você ao meu lado comecei a sonhar com o nosso futuro, e cada dia com você me dá forças para lutar para construir o nosso castelo de felicidade. 
  3. O seu amor me faz feliz, como quero que seja feliz a nossa vida! Tenha a certeza que se eu pudesse escolher alguém para amar em todo o mundo, escolheria você.
  4. Desejo, com todo o meu coração, que este seja o primeiro ano de amor do resto das nossas vidas. Que nosso amor sempre supere tudo e todos, que nosso amor sempre seja maior que a inveja e mal de todo o mundo.
  5. Espero que este dia seja tão maravilhoso como tem sido estar ao seu lado, neste um ano de namoro.
  6. 1 ano, 12 meses, 54 semanas, 365 dias, 8760 horas, 525600 minutos, 31536000 segundos. Eu te amo e não houve um só mês, uma só semana, um só dia, uma só hora que eu não te amasse. Te amei, te amo e sempre vou te amar, pra sempre e pra vida toda, meu grande amor.
  7. À nós felicidades nesses um ano de namoro. Eu amo você, apenas por ser você, sem precisar de motivos ou um porquê, não tem explicação.
  8. Se passaram 365 dias e é como se tivéssemos começado a namorar ontem, tudo mudou, o tempo passou, nós mudamos, mas e o nosso amor? E aquele amor que surgiu o ano passado? Ele continua tão firme, tão forte, tão grande, tão puro, que eu desconfio que alguém possa fazer ele se acabar.
  9. Nesses um ano, você conseguiu fazer eu me apaixonar todos os dias, com todos esses defeitos que me irritam e me encantam ao mesmo tempo. Engraçado né?
  10. Há exatamente 365 dias atrás eu entreguei meu coração pro cara mais incrível que eu conheci, e esse cara me fez sentir emoções que jamais imaginei.
  11. E no inicio, nós não tínhamos nada a ver um com o outro, além da vontade de ficarmos juntos, o tempo passou, e apesar das diferenças, nós soubemos nos unir, e com isso, finalmente completamos um ano de namoro.
  12. E eu tenho certeza que nossa história foi escrita torta de propósito pra gente se cruzar, e finalmente, estamos aqui, há um ano.
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*Pedido

* OIE, vim fazer um pedido 😊 queria um imagine q o Liam e a garota eram melhores amigos desde sempre e já passaram por muita coisa juntos so q pela popularidade ele abandona ela q é nerd e começa a “implicar” cm ela como os outros fazem ate q um dia ele se machuca e ela ajuda ele, leva pra casa dela e tals no fim eles ficam juntos, clichês são os melhores 😍😂


- Liam eu estou com medo!- (S/N) segurava firme a mão do amigo.

-Calma (S/A), vai dar tudo certo!- Liam sorriu e segurou a mão da mais nova.

Liam e (S/N) se conheceram quando a pequena se mudou para a casa ao lado da família Payne, Liam como sempre fora muito curioso logo já estava ao lado da pequena menina tímida de quatro anos.

Como esse seria o primeiro ano da menina na nova escola, seu melhor amigo estava ao seu lado como sempre esteve, (S/N) se sentia protegida ao lado do amigo, que era mais considerado como irmão, mesmo que suas mães dissessem que um dia os dois iriam se casar.

Mas com o passar dos anos aquela amizade que todos diziam ser inquebrável se desfez deixando o coração daquela que agora podia se dizer uma mulher quebrado, (S/N) achava que sua amizade com Liam nunca poderia ser quebrada, mas ela estava errada, a amizade se desfez por pura luxúria do mais velho.

Liam que agora se encaixava no grupo dos populares da escola não queria estar envolvido com a nerd da escola, isso seria uma vergonha e poderia deixar sua popularidade em jogo, então o moreno resolveu que seria melhor quebrar qualquer laço que tivesse com (S/N), mesmo que isso pudesse a ferir.

- Acho melhor a gente ir pra aula Niall!- (S/N) disse andando pelos corredores com seu único amigo, Niall.

- Vamos logo, não podemos nos atrasar!- os dois caminhavam sorrindo pelos corredores da escola.

-Olha só se não são o nerdzinho e a esquisita!- (S/N) reconheceu a voz de seu ex amigo, o que deixou seu coração em pedaços.

-Eles me chamaram de feia e esquisita; Liam!- a menina de dez anos chorava sentada ao lado do amigo na calçada.

-Não precisa chorar, eles são uns bobos, você é a menina mais bonita que eu já vi!- Liam beijou a bochecha da amiga.

-Nos deixe em paz Payne!- (S/N) foi despertada de seus pensamentos assim que ouviu a voz de Niall.

-E se eu não deixar, o que você vai fazer?- Liam dizia com ironia.

-Deixe ele pra lá Niall, vamos logo.- (S/N) puxou Niall pela mão deixando Liam para trás.-Eu não acredito que ele se tornou esse monstro.

-Não liga pra ele, você ainda está cercada por pessoas que te amam!

-Vamos ser amigos para sempre! Nada vai poder quebrar nossa amizade!- Liam dizia enquanto se balançava no parque junto da amiga.

-Você é meu melhor amigo pra sempre!- ambos sorriam e brincavam animados.

O dia se passou normalmente, (S/N) passou a maior parte do tempo estudando junto de Niall, os dois se davam muito bem, algum diziam que eles mais pareciam um casal de namorados, o que deixava Liam ainda mais nervoso, mas na verdade eles só eram bons amigos.

Já Liam andava cercado por mulheres e seus amigos fazendo sempre alguma piadinha boba com os novatos da escola, sua vida não era mais a mesma desde que se deixou levar pelas aparências e abandonou sua pequena, mas agora não havia como voltar no tempo.

(S/N) andava apressadamente até os portões da escola afim de não encontrar Liam e seus amigos, o que foi em vão, logo Marylin estava empurrando a garota que caiu sentada no chão derrubando todos os deus livros e deixando pequenos arranhões em seu braço.

-Está doendo muito Liam!- amenina chorava sentido sangue escorrer em seu joelho.

- Calma, eu vou cuidar de você sempre!- Liam beijou a testa da menina.

-Onde você pensa que vai com tanta pressa sua nerd?- Marylin ria da menina que agora tentava se levantar.

- Me deixa em paz…- (S/N) sussurrou e saiu correndo pelos portões deixando algumas lágrimas escaparem por seu rosto.

No dia seguinte a menina não tinha disposição alguma para levantar da cama, mas ela sabia que se quisesse um futuro melhor para ela e sua família teria que terminar seus estudos e entrar em uma boa faculdade.

Assim que saiu de casa a menina pode perceber que Liam quase engolia uma menina na calçada de sua casa, (S/N) lançou um olhar triste para o casal e continuou caminhando até a escola.

- Quando formos mais velhos vamos nos casar e ter a nossa casa assim como nossos pais!- Liam dizia segurando a mão da amiga.

-Sim, e vamos ter um cachorro chamado Alfredo! (S/N) sorriu e tentou depositar um beijo na bochecha do amigo o que teria acontecido se ele não tivesse tido a mesma idéia e a boca de ambos se encontraram.

Talvez hoje o dia não tivesse começado tão bem para (S/N), mas ela estava decidida a mudar isso, hoje ela e Niall riam se divertir, nem que fosse em casa assistindo a algum filme e comendo pipoca.

Ambos andavam animados pela rua até escutarem alguns gritos e uma certa movimentação no fim da rua, chegando mais perto puderam perceber que ali mesmo estava acontecendo uma briga e um dos caras envolvidos era Liam, muitos começaram a correr, inclusive os “amigos” do rapaz o deixando desacordado na calçada.

-Eu não posso deixar ele aqui Niall!- a menina olhou para o amigo assustado.

-O que você quer fazer?- o menino olhou para ela como se ela tivesse três olhos.

-Vamos levar ele pra minha casa, não está tão longe daqui!- mesmo relutante Niall aceitou a idéia.

Com muito trabalho eles chegaram a casa de (S/N) que por sorte estava vazia, Niall o deixou na cama de (S/N) e voltou para a sala onde a amiga estava.

-E quando ele acordar?- Niall se sentou ao lado de (S/N).

- Ele irá me xingar e sair por aquela porta.- (S/N) disse sem pesar.

-Você acha mesmo que foi uma boa idéia ter o trazido pra cá?

- Agora já está feito, não temos mais o que fazer!

-Bom, eu já vou indo, vamos deixar nossa programação para outro dia!- Niall beijou a testa de (S/N) e saiu de sua casa.

(S/N) subiu até seu quarto onde Liam continuava dormindo tranquilamente, o que afez lembrar dos dias em que dormia em sua casa por ela alegar que se sentia mias segura ao seu lado.

- Obrigada por dormir comigo hoje, você vai me proteger dos monstros!- (S/N) dizia se deitando ao lado de Liam.

-Eu vou sempre te proteger dos monstros e de todas as criaturas pavorosas desse mundo!

Mas quem diria que ele viraria o pesadelo de todas as noites de (S/N)…

- (SN)…- Liam a despertou.

- Oi…- ela disse sem jeito.

- O que eu estou fazendo aqui?- Liam perguntava ainda meio tonto.

-Bom, seus amigos te deixaram desmaiado na rua, então eu resolvi te trazer para cá, mas pode ficar tranqüilo que eu não irei contar a ninguém. – (S/N) disse o encarando.

-Muito obrigado por ter se preocupado comigo depois de tudo que eu te fiz.- Liam passava as mãos pelos cabelos em sinal de que estava nervoso.

- Não tem problema, eu sei que daqui pra fora você vai continuar sendo o mesmo.-(S/N) disse se levantando e indo para a cozinha.

-Olha, eu não sei o que te dizer, eu agi mal, mas me desculpa!

- Um pedido de desculpas não vai curar a ferida que você vem me causando a anos!- os olhos da menina estavam marejados.

- Eu sei que fiz mal, sei que errei com você, logo com você que faria tudo por mim, me perdoa por isso!

-Você prometeu que iria me proteger, mas você quem me machucou, você prometeu que iria me amar, mas você só quebrou meu coração em mil pedacinhos, você disse que iria estar sempre ao meu lado, mas se afastou me deixando sozinha enquanto você mesmo sabia que esse era meu maior medo, FICAR SEM VOCÊ ERA MEU MAIOR MEDO!- (S/N) soluçava enquanto lágrimas grossas caiam de seus olhos.

- Eu não sabia que iria te machucar tanto, eu me deixei levar, mas eu quero consertar meus erros, por favor, me dá uma chance de te reconquistar!- ele se aproximou da menina.

-Eu não sei se consigo acreditar em você Liam…

- Eu vou reconquistar sua confiança, vou fazer de tudo para isso, eu te amo, e você ainda vai voltar a me amar!

-Eu nunca deixei de te amar…-(S/N) disse em um sussurro.

- Nós vamos ficar juntos para sempre princesa!

- Por favor, não me machuca novamente…

-Eu não irei, eu te amo muito pra continuar insistindo nesse erro!

-Eu acredito em você!

E assim começava mais um capítulo da história dos dois amigos que um dia prometeram amor eterno um ao outro.


Yasmim:)

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VENHAAAAM, PRIMEIRO REBLOGUE DO ANO, POR TEMPO INDETERMINADO!!!

Qualquer estudante do primeiro ano de medicina, sabe que batimentos cardíacos acelerados são um sinal de problema. Um batimento cardíaco acelerado pode indicar qualquer coisa. De um transtorno de pânico… A alguma coisa muito… Muito mais séria. Um coração que bate ou um que pula uma batida. Pode ser um sinal de uma aflição secreta. Ou pode indicar um romance… Que é o maior problema de todos.
—  Grey’s Anatomy
Por bem, decidiram então pelo fim. Depois de ininterruptos cinco anos. O primeiro foi de tremedeira nas pernas. No segundo, atingiram o nirvana sexual. Com o terceiro veio junto o apartamento. No quarto, desejo mútuo por terceiros. Finalmente, o quinto mostrou que haviam se tornado dois. Definitivamente, duas novas perspectivas de vida. Ela não pediu que ele ficasse. Ele chorou porque sempre foi o pilar sentimental do casal, e só por isso. Ela ficou com o apartamento. Ele com o labrador, com nome de ex-craque do Internacional. A última coisa que ele fez foi catar seus discos da Legião Urbana. Ela deu uma última olhada em volta. Ele entregou a chave. Ela deixou escapar que nunca vai esquecê-lo, de alguma forma. Ambos relembraram o plano de provar pra todo mundo que dava para coabitar romanticamente. A porta se fechou dando fim ao que não tinha fim. Ela decidiu rever tudo. Jurou que seria eternamente fiel à liberdade. Agora, madruga suas noites em discotecas, na companhia de estranhos e envolta em novos braços peludos. Aos sábados, dorme até meio dia para esquecer a antiga rotina de acordar cedo, fazer jogging no Parcão e almoçar os bifes maravilhosos da mãe dele. Não assiste mais novela, passou a usar mais vestido, começou a ouvir Bossa Nova e cogita tatuar o pé. Ele planejou uma revolução. Decidiu conhecer alguém novo, ligou para uma garota de programa. Hoje, não fica um dia sem compartilhar o violão com velhos amigos no Bar dos Podres. Invariavelmente, passa os domingos de chuva na cama, na companhia do Falcão, uma garrafa de Merlot e A Montanha Mágica, de Thomas Mann. Perdeu seis quilos no último mês, deixa roupas penduradas, trocou de emprego e cogita passar o feriadão em Ilha Bela. E suas vidas continuam, sob nova direção. Outro mês se foi, e eles não tem notícias e nem previsão de reprise. Ele é grato a si mesmo pela implosão das grades. Ela sente um mundo de possibilidades inflando ao seu redor. Ele pede aos amigos que digam a ela que até está bem, levando, obrigado. Ela não oculta uma certa tristeza no olhar na frente deles. Ele espera que ela esteja feliz e bem acompanhada, com alguém decente, que tenha ao menos o carinho que ela merece. Ela torce secretamente para que tão cedo ele não encontre uma garota ‘melhor’. Querendo ou não, ele pensa nela de quando em quando. Toda noite, se aproxima do velho apartamento com o labrador Falcão, e questiona as luzes apagadas já na tarde-noite. Fica imaginando se aquela dor crônica no pescoço curou, se tem comido beterraba e controlado direitinho a tireoide, conforme prometeu que faria. Agora, desconfia que as novas garotas da sua vida serão meros passatempos. Sente falta de ouvir aquela voz meio gasguita. Chega a pegar o telefone. Não telefona. Bem ou mal, ela sente sua ausência. Toda noite, evita estar em casa lembrando que o espaço do apartamento triplicou por um milhão. Sente falta de camisetas espalhadas aleatoriamente. Fica lembrando ele cozinhando espaguete al pesto, ou quando ele sentava na janela dedilhando ‘Tears In Heaven’, ou assistia o colorado comportadinho, roendo as unhas sem parar, os pés no sofá. Hoje, coleciona casos com cafajestes fajutos. Sente falta dos sermões que levava por andar descalça no chão frio. Verifica o funcionamento do telefone: tu-tu-tu. Presos pela liberdade, prosseguem cada um na sua, conectados por um fio invisível que não conduz mais eletricidade. Um fio de saudade dissonante e a certeza de que, amor como aquele deles, não acontece no tocar de uma varinha de condão.
—  Gabito Nunes.
Meu signo nasceu para amar momentos e não eternidades. Eu sou o primeiro signo do zodíaco, vindo de seu primeiro dia e hora, a prova de que experiências com amor por signos do elemento fogo são tão quentes à ponto de gerar dor e não prazer como muitos pensam. Quando o primeiro signo ama ele leva muito afeto e depois deixa muito a desejar, no começo do amor ir embora é uma especialidade, ser de alguém é uma prisão, não que sejamos vadias sem coração ou cafajestes, claro que queremos um amor para a vida toda, mas é difícil para nós amar alguém completamente, a ponto de ficar e aturar rotinas com essa pessoa. Eu vou lhes dar alguns exemplos, meu primeiro amor tinha 17 anos e eu 5, a coisa mais difícil de acontecer que não aconteceu, ele subia na metade do caminho do meu ônibus e eu lembro de observá-lo da minha cadeira sorrindo enquanto ele percebia e sorria de volta, mas é claro que não levaria a sério a inocência de uma criança, afinal era apenas uma admiração, uma fantasia, ele era meu príncipe das histórias que costumava lembrar à noite. Anos depois no inferno chamado “ensino fundamental” ainda acreditava no amor, ô signo idiota, na quarta série dos meus pesadelos, a professora nos pediu para fazer arte com material reciclável e um dos alunos mais bonitos, porém problemáticos fez uma flor e me pediu para que eu adivinhassem para quem era, e mesmo com 10 anos de idade eu sabia que aquela flor foi feita por ele para mim, mas eu não a queria, sei que sonhava muito com a magia do amor como todas as outras garotas, mas desde cedo eu sabia que era preciso ter muita coragem para enfrentá-lo e aceitá-lo e eu não tinha coragem. Decidi falar o nome de todas as garotas metidas da classe uma por uma e para todas ele insistia em dizer não e eu também insistia em não aceitar seu afeto, enfim ele se virou e deu a flor para outra garota e eu juro que não me arrependi. Mais um ano se passou e eu fui para um inferno maior chamado “fundamental 2”, eu confesso que foi um ano bem estranho, algumas pessoas da série seguinte à minha fizeram uma brincadeira como aquela de “vai dar namoro”, foi um evento autorizado pelo colégio, o que fez todas as turmas presentes. Eu lembro de estar observando do lado de fora da quadra pelas suas grades um garoto sentado ao lado de duas garotas e uma mulher o perguntando de quem ele gostava e quem ele queria beijar, a primeira garota tinha cabelos longos e parecia  ser uma patricinha, enquanto a outra parecia ser mais liberal e engraçada, e ele era loiro, alto, bonito e confuso entre as duas. Minhas amigas na época começaram uma aposta interna de com quem ele ficaria e eu participei em minha mente, era óbvio que ele ficaria com a patricinha, meninas assim eles podem controlar não é mesmo? Ou não? Bem na época eu pensava assim, e foi isso que aconteceu, e a mocinha de cabelo curto deu a entender que estava satisfeita, mas eu sabia que não, naquele momento eu soltei “o amor é mesmo uma merda” e fui embora. Em casa comecei a pensar naquele garoto e secretamente escondi uma paixão por ele, descobri que ele era amigo do meu primo, descobri que ele acabou não ficando com aquela garota e até descobri o nome dele, mas eu não me recordo mais. Ah e também me lembro que que deixei o ano inteiro passar por mim sem tentar uma aproximação dele. No ano seguinte havia um peso no ar, ele não estava mais no colégio, mas eu parecia satisfeita, para mim era melhor não alimentar mais essas coisas, por que o amor é um morto de fome, quanto mais você alimenta, mais ele fica insatisfeito. No caminho para o colégio havia um garoto bem parecido com ele de costas andando na minha frente, eu fiquei feliz e com uma ponta de esperança, esquecendo de tudo que eu havia pensado sobre isso na semana anterior e o segui até que ele entrou no meu colégio, ele subiu as 7 rampas na minha frente, mas algo me fez perdê-lo de vista, então eu lamentei e segui em frente, ao chegar na porta da sala de aula alguém me cutucou e quando virei lá estava ele, tímido e risonho e não se parecia mais com o garoto que acabava de sair da minha mente, “essa é a sala do 7° ano?” ele falou restirando sua timidez “sim” eu respondi e entramos juntos na sala onde todos nos olhavam, a garota tímida e anti-social junto com o novato bonito? Ninguém aceitaria esse fato. Alguns dias se passaram e nós nos aproximamos muito, mas não deu para sermos os “melhores amigos contra o mundo”, aquele garoto virou um encosto na minha vida, ele me perturbava a cabeça e o coração, estando presente ou não. Lembro que ele ficou com uma garota mais velha e todos pareciam radiantes com o novo “pegador”, mas eu tinha a impressão de que ele não estava tão feliz. Nos dias seguintes ele veio brigar comigo e teria ficado por isso se eu não tivesse a belíssima ideia de dar um tapa em suas costas, o que o fez voltar e ficar na minha frente, eu levantei e ficamos alguns segundos encarando um ao outro, mas fomos empurrados por uma antiga amiga e eu tive o reflexo mais rápido do mundo que me fez perder de beijá-lo, mas ele continuava na mesma posição, a garota o repreendeu dizendo para ele que todos sabiam que ele gostava de mim e ele ficou bem envergonhado, mas eu deixei passar, mais uma vez eu não queria contato. Todos os dias depois desse ele me pedia uma bala e dizia “eu te amo” e é claro que eu levava na brincadeira, na verdade ninguém nunca sabia quando ele estava falando sério. Depois disseram que eu era estranha e ele desmentiu falando que eu era bonita, me puxou no meio da sala para pedir uma opinião sobre a cor de um objeto e eu sem saber de nada disse que era branco, e ele sorriu para seu amigo e disse “está vendo? é branco”, depois ele perguntou por mim no meio da sala e todos viraram caçadores me procurando, quando me acharam não exitaram em falar “Olha ela lá, está com saudades?” e ele permaneceu calado, tímido. Logo depois ele me puxou novamente e me disse que queria falar comigo, mas isso nunca aconteceu, ele nunca me chamou e isso me fez perceber o quanto eu odiava seu silêncio, mas adorava o meu quanto a isso. Depois nos afastamos e eu nem sei o por que direito, acho que a vida tomou novos rumos e fomos por caminhos tortos e diferentes. Alunos novos entraram e eu vou resumir para vocês que alguns gostaram do meu cinismo e rótulo “anti-pessoas”, não me perguntem como. Todos perguntavam de quem eu gostava e isso me irritava, então acabei inventando que gostava de um dos amigos dele, e esse amigo falou que não me queria, por que óbvio se você conta algo para amigas falsas elas contam para todo mundo. Enfim eu o ignorei completamente e depois disso ele começou a me perseguir, até esbarramos na porta, o coitado achava mesmo que eu me sentia afetada por ele, mas na verdade eu escondia o quanto gostava de outro. No último dia de aula, no meu último ano naquele colégio apenas um que dizia gostar de mim me abraçou, eu lembro que seu abraço foi forte e ele não queria me soltar, pedi para que ele me largasse, mas depois aceitei abraçá-lo por mais um tempo, foi o abraço mais simples e verdadeiro que já recebi, mas eu o soltei e o ouvi dizer que sentiria muitas saudades, e eu como “rainha do gelo mirim” não respondi, apenas sorri. Depois fui para outros colégios, conheci outros garotos, decidi tirar o “bv”, mas acabei me enjoando do garoto antes disso e o ignorei por uma semana, o que o fez ficar bastante chateado, ignorei todos que passaram pela minha vida, até os que tentavam uma aproximação amigável e só agora pude perceber que tantos garotos passaram por mim gostando de mim por algum motivo que eu desconheço, que adoraria saber, mas que não os dei a oportunidade de falar. Eu não os dei voz, apenas silêncio e eu odiava silêncio. De uns tempos para cá ainda encontrei o garoto de quem consegui gostar por mais tempo no ônibus, mas eu fiz questão de ignorá-lo, por que no fundo não sabia como olhar para ele, como falar com ele sem desabar pelo tempo perdido, pelas conversas enterradas, pelas voz que ele tinha, mas que não usou e pela coragem que eu não tive, na verdade não tivemos, quando o encontro ele parece triste, parece afetado, põe seu fone e escuta alguma música, mas eu o observo mesmo com ele pensando que eu o ignoro, o observo com a certeza de que ele será feliz com alguém, mas que esse alguém não será eu. Esse meu signo não deixa, me prende na solidão e na frieza, no desamor fácil, mas eu sei que nunca deixei de amá-lo e nunca deixei de sentir medo disso, mas eu e meu signo nascemos para não amar o amor, nascemos para gelá-lo e deixá-lo quieto e para que se um dia amarmos alguém, alguém do elemento “ar” como ele, sempre amar momento (como os que carrego dentro da cabeça), e nunca eternidades (como as que levo em meu coração).
—  Poesografa.
REBLOG DE AUTORIAS BAIADOSURF 🔆 💛

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