prestativo

Reação dos paqueras após tirarem a virgindade da Docete

Armin: E você ainda disse que não fazia a menor ideia do que estava fazendo… Espero que consiga pelo menos sair da cama.

Castiel: E aí? Como foi a noite? Dormiu bem? *expressão pervertida*

Kentin: Como você está? Você está bem? Posso fazer algo por você? *prestativo e cuidadoso*

Lysandre: Bom dia, meu anjo! *aparece no quarto com o café-da-manhã e rosas*

Nathaniel: Você é linda de todas as formas e com todas as expressões.

Pomba-Gira Rosa Caveira

Dona Rosa Caveira é um mistério só. Pomba gira pouco conhecida, tem reputação de maravilhosa curandeira e aspecto inquietante. Nas imagens populares, ironicamente difíceis de encontrar no Brasil, ela exibe um corpo meio esquelético e meio humano coberto com capa e capucho. Nos meios tradicionais é dito que ela é a “esposa” de Seu Caveira, exu do cemitério e Chefe da Linha dos Caveiras, um grupo de servidores fiéis e muito prestativos.

Pertence a linha negativa dos Pretos-Velhos. Chefiada por Omulu.
Dona Rosa caveira é a entidade chefe da falange das Rosas, ou seja, na realidade é o nome de uma falange, onde muitos espíritos trabalham e adotam o nome da
mesma.
Existem também os espíritos que trabalham na falange e não adotam o
“Caveira”, por motivos de funções ou hierarquias, como Dona Rosa Negra ou Dona Rosa da Noite.
Essa falange é especializada na captura, prisão e encaminhamento de espíritos de magos negros e seus seguidores.
Sua manifestação quando incorporada é de poder e seriedade.
Suas oferendas, devem ser feitas, somente a pedido da entidade e a entrega, no cemitério ou nas encruzilhadas específicas.
Suas cores nas roupas dos médiuns costumam ser pretas e discretas, podendo haver alguns detalhes em vermelho ou roxo.
Também podem usar capa com capuzes, no caso de médium de hierarquia ou se autorizado pelos dirigentes.
Raramente seus médiuns usam muitos badulaques, optando pela austeridade e seriedade dos espíritos que trabalham como guardiãs dessa falange.
JÁ QUE COMO CHEFE DE FALANGE DA LINHA DAS ALMAS, PODE TRABALHAR DENTRO E FORA DA CALUNGA (CEMITÉRIO).

Claudia Baibich

Mademoiselle.

“Au fond de chaque âme il ya un trésor
caché que seul l’amour à découvrir.”

  • tradução da frase: “No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir.”
  • é meio hot (acho que meio-muito-muitíssimo-explícito)
  • vocês já pararam pra imaginar o Harry como um Marquês irritante, irresistível e sarcástico, que te irrita e fica te importunando, mas que adoraria tê-la? Deus eu preciso parar de ler romance de época!
  • é bem grandinho, mas é especial dizerem o que acharam :)

A garota entrou no pequeno flat e deixando seu sapato encharcado pela chuva ao lado da porta, caminhou cautelosamente até o quarto do namorado. Seu cheiro a pegou desprevenida, nunca pensara que seria tão afetada por um garoto como era por Harry. Ele era sempre tão atencioso e prestativo pra ela, que sua frieza e o anti-sentimentalismo já não funcionavam com ele. Havia horas em que enquanto ela estudava e o garoto lhe infortunava, depois de ter-lhe dado um esporro, ela se via admirando o olhar baixo e o autocontrole forçado dele, ele era tão lindo. E ela tão insensata e malcriada com ele, nunca lhe dissera seus reais sentimentos, achava que sempre fora explícito para ele o quanto ela lhe amava, e nos momentos em que sua garganta coçava para lhe dizer tais palavras, ela simplesmente se virava e dormia, ou ignorava totalmente o ardor em sua garganta.

O quarto estava vazio, e ela esperava por isso, minutos antes de tomar a decisão de ir ao flat ele havia lhe ligado e disse que não estaria quando ela chegasse, estava ajudando a mãe e a irmã em algo delicado. O aniversário dele seria na próxima segunda, e agora, sábado à noite, ela não fazia a mínima ideia do que preparar a ele. Estavam juntos há quase três meses, e S/N nunca havia se entregado pra ele, apenas caricias e conversas baixinhas e intimas durante a madrugada, mas sempre que as pontas dos dedos caminhavam pela pele exposta de S/N, seu corpo doía de desejo, mas o medo sempre era maior. Despiu-se, jogando as roupas no chão e entrando no chuveiro morno, sua cabeça latejava e seu peito se inflava arduamente. A agua a lavou por inteiro seu corpo, e metade de seus pensamentos conturbados foram juntos ralo abaixo. Seu corpo afundou no enorme colchão de Harry, e S/N puxou a coberta sobre seu corpo, e ela cheirava a ele, cheirava a cada pedacinho dele e pertencia a ele. A chuva tinha ficado mais forte e agora entrava um ventinho agradável pela fresta da janela, S/N puxou o travesseiro de Harry contra o peito e sugou o perfume que continha ali, caindo gradativamente no sono.

Em seu sonho, ela trajava uma pequena camisola de musseline e Harry tinha suas calças preta, abertas enquanto eles se beijavam sedentamente. A mão dele estava sobre sua nuca e a puxava para ele, sua língua explorava cada pedacinho de sua boca a penetrando em lugares que nunca pensara dar-lhe tanto prazer. Abaixou suas mãos para o abdômen de Harry e arranhou-o com as unhas, ouvindo-o arfar sobre seus lábios, levou a mão para baixo da boxer do garoto e se demorou na cavidade que levava a seu membro. Suas costas estavam sobre o colchão e ele sobre ela, podia sentir o volume de sua excitação através da calcinha e inclinou seu quadril para poder estar mais próximo dele. Harry riu e desceu seus beijos para o pescoço da garota, seus beijos eram molhados e depositados nas veias pulsantes da garota, ele a beijava e soprava em seguida, fazendo-a gemer em protesto.

Por favor, por favor, por favor.

A mão dele fora pra sua calcinha e ele apertou sua virilha, fazendo-a fechar os olhos e se inclinar sobre a cama, um de seus dedos escorregou pra sua intimidade, tocando a carne lisinha e completamente molhada, ela arfou e quando ele iria começar a estimula-la seus dedos saíram, o corpo de Harry estava longe demais para ser tocado e seu corpo doía em desejo.

Seus olhos se arregalaram ao despertar do sonho e se assustaram ao perceber a silhueta do garoto sentado ao seu lado na cama, ele tinha a mão no quadril da garota e o apertava em forma de carinho, enquanto ela lutava para controlar sua respiração. Podia sentir sua intimidade molhada, sua mão estava sobre ela e um de seus dedos inclinados contra sua intimidade como se fosse..

Deus, resmungou a garota pra si mesma, eu estava.. Oh..

Ela encarou Harry com receio de que ele percebesse, mas nada fora notado pelo namorado, ele subiu a mão do quadril para o ombro da garota, indo até o pescoço se inclinou contra ela e deixou um beijo em seus lábios. Ela os sugou com força assustando o garoto e o fazendo recuar por um momento, as mãos de S/N tremiam e vacilaram ao tocar o ombro do namorado, ele a beijou por mais algum tempo e desceu os beijos para seu maxilar, dando uma mordida e depois descansando o rosto na curva entre o pescoço e ombro da garota, sugando-lhe seu perfume.

– Harry – se forçou a dizer e ele murmurou algo baixinho em seu pescoço. – Amor.

– Diga, amor. – murmurou agora mais forte, para que ela entendesse.

– Hazz… – sussurrou baixinho demais, e sua súplica foi atendida por um olhar preocupado do garoto. Ele voltou a se sentar e a encarava com tamanha preocupação, procurando em seu corpo algo que o dissesse o que estava doendo.

– O que você tem, querida? – perguntou baixinho e passou a mão pelo braço que levava até a mão na intimidade de S/N. Ela estremeceu e Harry puxou o cobertor seguindo o braço da garota, até suas mãos escondidas no pano do shorts. – Você tem dor, hm, quer dizer, está doendo aí?

A garota o encarou assustada e por mais que tentasse puxar sua mão de volta, seu corpo estava totalmente congelado, impossibilitando-a de se mexer. Seus olhos se fecharam e antes que ela pudesse dizer alguma coisa, Harry a interrompeu.

– Amor, me diz.. – pediu novamente e pousou a mão na bochecha da garota. – Me diz o que está doendo..

– Eu-eu estava sonhando.. – murmurou baixinho e sua respiração voltou a pesar, ao se lembrar dos pensamentos impróprios com o namorado.

– S/N..

Ela o ignorou e suspirando, continuou.

– Eu estava, quer dizer, nós estávamos – murmurou baixinho desviando o olhar do garoto. – Você estava, Harry, por favor..

– Eu estava te machucando? – perguntou o garoto assustado, e então olhou novamente para o braço da garota indo até sua intimidade e possivelmente lhe auto acariciando. Um arrepio repentino subiu pela espinha dorsal dele e o fez se tremelicar afastando a sensação e o desejo crescente. Em vão. – Deus, eu estava te… S/N, eu estava te tocando?

– Tocando? Uh? – perguntou confusa e entendeu o duplo sentido da pergunta. Com um sorriso sem jeito e envergonhado, escondendo toda a frustação de não ter conseguido alcançar o prazer ela respirou fundo e mordeu o lábio inferior com força, antes de dizer: – É, nós estávamos, droga. Sim.

– E então você… – continuou e apontou pra mão de S/N em seu shorts, fazendo-a entender momentaneamente.

– Deus, não! – resmungou irritada e retirou a mão de lá. – Eu não sei, eu nunca fiz isso. Jesus, não.

Ele a tocou no braço e lhe acariciou com cuidado.

– Isso é normal, amor. – murmurou baixinho, arrastando a ponta dos dedos sobre a pele de S/N. Um gemido retraído escapou dos lábios da garota, a fazendo contrair as pernas em protesto. – Eu sei o que você está sentindo, e.. Droga, eu sei o que você está sentindo.

Repetiu e se levantou praguejando coisas e passando a mão no cabelo com raiva, se sentou novamente e a encarava cansado.

– Sabe? – perguntou arqueando a sobrancelha pro garoto que respirava pesado, encarando o nada. – Harry..

– S/N, vamos ignorar isso.. – resmungou e se levantou caminhando até o guarda-roupas. – Há dois jeitos de isso passar, o primeiro jeito não chega nem a ser ponderado por nós. Espere um pouco e vai passar, enquanto isso eu vou tomar banho.

Amo..

O garoto entrou no banheiro e logo o chuveiro fora ligado. S/N se sentou na cama e prendeu o cabelo num coque, a temperatura de seu corpo estava alta e a fez tirar o cobertor de suas pernas. Deitou-se na cama e encarou o teto, a pulsação em sua intimidade ia diminuindo pouco a pouco e a temperatura a acompanhava, fazendo-a tremer de frio devido ao ar gélido que entrava pela janela. As cenas de seu sonho agora estavam mais distantes, a não ser pelo perfume de Harry, que a incitava de diversas maneiras. A silhueta dele, chamou sua atenção e a fez o encarar perplexa.

O primeiro jeito, dissera ele, não chega nem a ser ponderado por nós.

O medo a pegou, mas seu corpo ardeu em desejo. Ela o queria tanto, ela o queria como nunca quisera outro, dentro de si preenchendo cada pedacinho de seu corpo, fazendo-a suspirar e ouvindo-o suspirar. Tocando seu corpo com carinho e desejo, a beijando para esconder seus gemidos e respirando ofegantemente em seu pescoço, depois de atingirem total prazer. Pelo menos, era assim que ela imaginava uma noite de amor, segundo os livros.

– S/N – ele a chamou e ela o olhou confusa por um minuto, tirando todas as narrações apaixonadas de romances da cabeça. Ele a olhava perdido. – Eu posso te perguntar uma coisa?

– Hã, uhum..

Ele suspirou pesado e passou a mão pelo rosto.

Me deixa te tocar..

Não era uma pergunta nem uma afirmação, mas uma súplica e seu corpo doeu com aquilo. Toda a temperatura de seu corpo se elevou a fazendo arfar, se sentou na cama e o encarou sem expressão alguma. Ele se aproximou, apenas com a boxer e a toalha em seu ombro e se sentou na cama. S/N correu os olhos pela pele desnuda do garoto, caminhou pelo abdômen até as cavidades de Harry, observou cada tatuagem em seu corpo e imaginou como seria seus lábios se arrastando pela pele macia e quente de Harry, mordeu o lábio e fungou alto chamando a atenção de Harry.

Por favor ­– murmurou e se aproximou os lábios aos de S/N, lambendo-lhe os lábios e roçando nos dela. – Me deixa te tocar, por favor.

Tudo aquilo formou uma bagunça simultânea na cabeça de S/N, todos os desejos que ela tinha, as vontades de saber como era ser tocada por ele, e o desejo nato em seu corpo pelo corpo do namorado. Ela o beijou, fazendo seus lábios se chocarem e dar um pequeno choquinho, forçando umas das mãos de Harry subir até seu pescoço e o acariciar, controlando os movimentos agitados de S/N. A mão da garota fazia jus ao restante do corpo e tremia insanamente, e ela o queria agora, queria dar uma resposta para cada uma de suas questões não esclarecidas, pegou a mão do namorado que estava em seu pescoço e a segurou por um momento, a levou até o colo e a apertou fraquinho enquanto gemia nos lábios do garoto, que mordeu seu lábio inferior e o puxou. S/N levantou a mão do garoto e a pôs sobre seu seio direito o deixando ali, retirou sua mão e deixou a mão na nuca de Harry. O garoto parou o beijo, no momento em que percebeu o que ela acabara de fazer e a olhou, a observou a procura de um esclarecimento, ou seja lá o que..

– S/N, te.. – murmurou baixinho, encarando sua própria mão no seio da namorada e levantou seus olhos para a garota, ela se inclinou e o beijou.

Seus lábios se tocavam em busca de um prazer que ambos sabiam como alcançar , mas não tão rápido. Harry desceu seus beijos para o pescoço de S/N e intercalava entre beijar e morder, afastou a mão do seio de S/N e desceu até a barra da camiseta, tocando a pele dela por baixo do pano e subindo por suas costas até o feixe de seu sutiã, o soltando. Harry a beijou e a deitou na cama, jogando a toalha de seu ombro no chão, abaixou a mão novamente para a barriga de S/N, tocando-a por baixo do pano da fina camiseta e subindo até seu seio, sua mão cobriu o seio de S/N em formato de conchinha e ele os massageou, tocando o bico do peito com o dedo repetidas vezes. Se afastou do corpo da garota e puxou a camiseta para cima e a tirando, colocou-a de lado na cama e a observou com carinho, cada pedacinho da pele exposta de S/N, o bico de seus seios ficando rijos com o friozinho que se chocava contra eles e o olhar tímido de S/N desviando do dele, os braços se cruzaram escondendo os seios e ele sorriu, se deitando novamente sobre ela e tirando os braços, deixando com que os seios de S/N roçassem com seu peito desnudo.  Harry apoiou um de seus braços ao lado do corpo de S/N, se sustentando enquanto sua mão livre passava o dedo ao redor dos lábios de S/N, ela os abriu suspirando pesadamente e ele sorriu, beijando-lhe.

A mão de Harry massageava os seios de S/N, enquanto ela respirava o mais controladamente forçado possível e o beijava para não gemer alto demais. Os beijos desceram até o pescoço e rumaram até os seios, onde ele passou os lábios sobre bico e lambeu o círculo, fazendo-a arranhar suas costas, ele se despediu do seio direito com um beijo e o massageou enquanto mordia, beijava e lambia o direito. S/N se contorcia sobre seu corpo e sentiu a excitação de Harry em sua coxa, lembrou-se do sonho e estranhamente fez o mesmo, passou as mãos pelo abdômen de Harry, passando os dedos pelas tatuagens que ela bem conhecia e caminhando até a cavidade que a levaria até seu membro, deixou a ponta de seus dedos presos contra o elástico da boxer, sem coragem para descer mais um pouquinho sequer. Harry desceu sua mão do seio de S/N, para seu shorts caminhando até a virilha da garota e a apertando, S/N se contorceu ao seu toque e Harry deslizou um dedo na carne lisa e escorregadia de S/N, a penetrou devagarinho e S/N o sentia, massageando sua intimidade e todo seu corpo tremendo com aquilo. Um gemido escapuliu de seus lábios e Harry os selou, lambendo sua língua e a selando logo em seguida. Dois dedos a penetraram e ela fechou as pernas contra as mãos de Harry.

– Amor – sussurrou baixinho, próximo ao ouvido de S/N, fazendo-a arfar e gemer ao mesmo tempo. – Assim você vai se machucar.

Pouco a pouco, ela abriu novamente as pernas e deixou com que Harry retirasse seus dedos de dentro de sua intimidade. Ela a sentia pulsar em busca do alivio e todo seu corpo gritava em busca do alivio. Antes que pudesse protestar, Harry tinha tirado seu shorts, junto a sua calcinha e passava a ponta de seus dedos próximos a sua intimidade, ela arfou e protestou:

– Por favor, Harry. – resmungou baixinho, e Harry se inclinou para beijá-la, novamente sua excitação roçou contra a coxa de S/N, e ela choramingou baixinho, fazendo de alguma maneira Harry se deitar abaixo dela, enquanto seu corpo estava sobre o dele. Ela distribuiu beijos pelo peitoral de Harry e mordeu o pescoço do garoto, assoprando em seguida, assim como ele havia feito antes. As mãos do garoto estavam sua cintura e a fizeram sentar sobre sua excitação, ela o sentiu rijo e duro sobre sua intimidade molhada e pulsante, apenas o pano da boxer os separava. S/N o olhou confuso e um pouquinho aterrorizada, em busca de alguma instrução.

Tire-a. – murmurou baixinho no ouvido de S/N e ela suspirou assentindo, seus dedos brincaram com o elástico da boxer e então voltaram a tremer mais ainda, ela o puxou para baixo e tirou a boxer pelos tornozelos de Harry, sem o encarar ou encarar a ele. – Amor.

– Uh? – S/N resmungou baixinho, enquanto as mãos de Harry caminhavam em seu braço e ela encarava a cabeceira da cama a cima deles.

– Olhe pra mim. – sussurrou baixinho e lentamente S/N abaixava o olhar para o rosto de Harry. Ela tinha medo nos olhos, e ele sorria pra ela.

Deus, pensou o garoto sorrindo, Eu estou na cama com uma puritana.

– Não tenha medo. – murmurou baixinho pra ela e ela engoliu em seco, fazendo o segurar a gargalhada. – Vá devagar, eu não vou te machucar. Toque-o – sussurrou baixinho e as mãos tremulas de S/N o tocaram, ele praguejou baixinho e ela o soltou rapidamente. – Não amor, continue.

Ela o tocou novamente e abaixou o olhar devagarinho pro membro em sua mão. Ele pulsava como ela inteira, era consideravelmente grande, arriscaria dizer que era o maior que já tinha visto, mas ela nunca tinha visto algum outro, e isso a assustou. Ele era assustadoramente grande.

Deus.­ – choramingou baixinho e apertou o membro em sua mão, as pernas de Harry ficaram tensas abaixo de si e ela não sabia o que fazer, os olhos do namorado estavam fechados enquanto ele inclinava a cabeça pra trás e resmungava alguma coisa. S/N não fazia a mínima ideia do que fazer agora, o tocou passando a ponta de seus dedos pelo comprimento dele e se inclinou, deixando um beijo tímido em seu membro. Harry gemeu um pouco mais alto e ela tornou a beija-lo, mais pra cima.

– Na-não, amor. – sussurrou e a puxou pra seu corpo, ela ainda ­o sentia abaixo de si e aquilo a fez protestar um pouquinho, enquanto Harry beijava seu pescoço. – Amor, coloque a mão abaixo de seu seio e traga-o pra mim. Ahh. – disse sendo interrompido por um pequeno gemido quando S/N se desiquilibrou e acabou sentando-se em cima dele.

Seu corpo todo doía e ela sentia sua intimidade pulsar violentamente contra a pele de Harry. Colocou sua mão abaixo de seu seio esquerdo e levou-o até Harry, ele o sugou e sua língua o tocava arduamente, sugando o bico rígido e estimulando-o com a boca. Desceu sua mão da cintura de S/N, para sua intimidade tocando-a. Penetrou dois dedos em sua carne inchada e reclamona de desejo, e a penetrava com carinho e vontade. S/N se remexeu acima dele e soltou a mão de seu seio, apoiando-se sobre Harry.

– Harry, por favor. – implorou e ele assentiu, tirando seus dedos dela e a virando, deixando-a deitada abaixo de si.

– Eu vou te beijar inteirinha. – sussurrou e deixou um beijo em seus lábios, descendo para o maxilar e indo pro pescoço, lambeu sobre sua veia pulsante e a assoprou, continuou até os seios e os sugou, fazendo S/N inclinar as costas e se apoiar sobre os cotovelos, gemendo baixinho. Beijou toda a extenção de sua barriga e caminhou até seu baixo ventre, beijando suas coxas e mordendo-as, uma de suas mãos estavam sobre os seios de S/N e ele levantou uma das pernas da garota, colocando-a sobre seu ombro. Sua língua a penetrou e tocava em lugares que S/N nunca imaginaria que iriam lhe proporcionar prazer, inclinou seu quadril contra Harry e a formigação em seu baixo ventre tomou força, ela estava quase atingindo o prazer e ele parou de estimula-la, dando um beijo em sua intimidade e voltando a se deitar sobre ela.

– Hazz – gemeu em protesto e ele a beijou sugando seus lábios, acariciando sua nuca. Ele se sentou sobre os próprios joelhos e abriu as pernas da garota, para que pudesse se encaixar nela. Ele se inclinou sobre ela, e S/N se contraiu respirando mais forte e apertando os lençóis.

– Amor, olha pra mim. – pediu e assim ela o fez, ele deixou um beijo em seus lábios e os sugou, acalmando-a. – Eu vou entrar em você, e vai doer um pouquinho.

– Eu estou..

– Com medo, eu sei bebê.. – o garoto murmurou e sorriu se inclinando contra ela e enquanto ela extremecia com o contato do membro de Harry em sua coxa, o garoto pegou em sua mão e entrelaçou os dedos aos dela. – Eu vou te fazer uma pergunta.

– Harry.. – choramingou não entendendo o que ele queria fazer, e ele apenas a beijou. Seu membro estava sobre a entrada de sua intimidade e ela não parecia notar.

– Apenas me responda, ok? – murmurou e se empurrou um pouco contra ela, ela o encarou e observou os lábios do moreno a sua frente. Enquanto se empurrava contra ela, ele apertava sua mão chamando a atenção para o ardor entre os dedos dela. – Quando foi nosso primeiro encontro?

– Ugh? – estremeceu enquanto tentava afrouxar a mão da de Harry, resmungou algo baixinho e o respondeu: – O primeiro encontro? Foi em treze de março.

– Em que lugar? – perguntou e se afundou um pouquinho na garota, fazendo-a o sentir sobre sua intimidade. Ela grunhiu com a dor e ele apertou sua mão – Me responde.

– Num evento de fotografia. – resmungou com ódio. E contraiu sua intimidade contra o membro de Harry, o fazendo arfar.

Ugh, droga. Você quer me beijar? – continuou e se afundou nela um pouquinho a mais.

– Que?

Você quer me beijar? – repetiu e ela o observou, observando os lábios do garoto e o sentindo contra suas pernas, o ardor em sua intimidade e seu desejo a machucando mais ainda.

– Quero.

– Então me beije. – sussurrou e assim ela o fez, quando os lábios da garota estavam sobre o dele, a língua pedindo passagem para ele, Harry se afundou na garota e sentiu as unhas dela sobre as costas de sua mãos. – Quando você quiser eu me movimento.

O sonho de S/N e as suas perguntas foram bem maiores que o ardor já enfraquecido. Respirando fundo ela assentiu, deixando com que o namorado se movimentasse dentro dela. A fricção do membro de Harry em sua carne inchada e molhada, a fizeram pensar em um enorme jardim florido com borboletas em seu nariz, ela sorriu e recebeu um beijo em seu nariz. Definitivamente, a borboleta.

Suas mãos estavam no rosto de Harry e ela o observava, enquanto ele saia de si e entrava novamente a fazendo gemer loucamente, seu rosto era de puro prazer e concentração, ele estava tão possuído por todo aquele momento que ela mal podia parar de se contorcer, tentando o sentir cada vez mais e mais. O quadril de Harry se chocava contra o dela e a fazia sentir dentro de si, profundo, grande e duro. Numa enorme confusão de “Ahhh”, “Uhhh” e gemidos indecifráveis, quando Harry a penetrou novamente e saiu de forma rápida e ligeira, voltando a seu interior novamente, ela o sentiu e estremeceu, seu corpo totalmente vulnerável ainda recebia Harry em busca do próprio prazer, ele estremecia com ela e gemia de uma forma tão linda e apaixonante pra ela. Em mais uma estocada, ele saiu de dentro dela e jorrou seu prazer sobre a barriga de S/N.

Deus.

­– Você es..tá bem, amor? – perguntou fraquinho deitado ao seu lado, com a respiração tão ofegante quanto a dela.

– É, uhum.. – sussurrava as palavras não conjugadas e sentia sua moleza no corpo. Aquilo era maravilhoso.

– Eu te machuquei? – perguntou enquanto tentava se levantar e se sentou na cama, a observando cauteloso. Ela sorriu sem forças e com os olhos pesados, tentou se virar para deitar de modo certo. – Eu vou te limpar, espere.

Assim como dito ele o fez, pegou uma toalhinha e a molhou, passando sobre a barriga de S/N e limpando a secreção de sua barriga. Enquanto ele o fazia, S/N o observava, ele não a encarava com malicia ou desrespeito, apenas cuidava dela. Ele estava tão lindo, completamente nu andando pelo quarto e apenas sobre a luz da lua que se erguia lá fora, ela se pegou pensando em como seria senti-lo estremecer em seu interior, seu prazer a invadindo e preenchendo cada cantinho dela, então ela seria completamente Harry. Ele se deitou ao lado dela e a puxou para seu peito, passando a mão em suas costas, ela estremeceu com o toque de seus dedos e ele sorriu, dando-lhe um beijo na testa. Metade do corpo de S/N estava sobre o de Harry, ela podia sentir o peito dele sobre o seu, bombardeando o ar e o sangue necessário para que ele fosse o seu Harry. Sentia o membro dele próximo a sua intimidade e aquilo a excitou um tiquinho, suas mãos desceram para o tocar, mas Harry a repreendeu cheirando seu ‘cangote’ e dando-lhe um beijinho.

– Amor, você não pode. – sussurrou baixinho, e colocou a mão dela sobre seu coração.

– Eu aguento – resmungou S/N baixinho, sendo atingida pelo sono.

– Você está exausta e isso ia te machucar. – murmurou e de algum modo conseguiu faze-la tentar de descer a mão até seu membro. – Se amanhã você ainda me quiser, e não estiver tão cansada.. Eu vou ser muito prestativo.

– Tá bom, bbubbuuu ­– resmungou baixinho e se entregou ao sono, sentindo o perfume de Harry e as batidas de seu coração. Antes que pudesse realmente se entregar ao sono e descansar, ela fez uma pequena listinha mental, do que faria no dia seguinte: – Amanhã. Mais. Cuidar. Harry.

anonymous asked:

Olá pessoas!!! Acho que estou estreando aki! Na vdd não sei nem se já pode mandar as perguntas, masssss não resisti <3 Em fim minha pergunta é p/ a Rose e pro Nix: Oq vcs dois acham de serem shippados???? Não mintam! Ah, Ethan saiba que vc é muito gato, te amo lindoooo

(Está estreando sim <3)

Rosemary: Ah, o Nix é um doce de pessoa, ele! É prestativo, inteligente, de bom coração e mente aberta. Resumindo; Phoenix tem todos os requisitos necessários. Eu gosto dele, de verdade. Ele veio da ilha, não é mesmo? Ah, ele é muito bom em campo, vocês não acham? Eu acho que tem um certo potencial, vocês não? Já repararam no jeitinho reservado que ele costuma andar? Ou no sorrisinho de lado? Sinto muito, acho que viajei um pouco! Não quero parecer prepotente, nem nada, mas… Sabe, eu adoro ouvir um bom elogio! Quem não? “Nossa Rose, como vocês dois são tão fofos juntos!” “É incrível como ambos combinam… Essa sintonia é tão… Mágica!” E é claro, consistindo a possibilidade de às forças superiores, nas entrelinhas, a nossa queridíssima autora, conceda… Pois bem, seria feliz, muito, muito feliz. Estou falando muito? É, eu sei. Mas é claro que existem prós e contras, nunca forçaria tanto a barra. Ele é um garoto e é óbvio que existem coisas mais importantes que namoro. É o que sempre digo: “Se não deu certo, pois não era para ser.” Gente, eu estou falando muito? Desculpe, desculpe. Por quê eu sou tão… tagarela? Ah, pelas barbas de Netuno! Pois, bem, você já tem sua resposta… Eu quase isso. Sim, Sim… apostaria em um namoro e adoraria a aceitação das pessoas. 

Originally posted by paaoolaaa

Phoenix: Estou, na verdade, bem surpreso. Afinal, a Rose é a popular da escola, e eu sou apenas aquele nerd que ficava com o Norwood. Então… É, é bem diferente, mas se as pessoas estão querendo, eu não hesitaria em realizar esse desejo.

Originally posted by ohiloveyoubaby

Ethan: Oh, obrigado. Não é sempre que recebemos elogios.

Luce não sabia como se afastar de Cam. Ele sempre fora tão gentil, e ela gostava dele, mas, no entanto, por razões que a fazia se sentir culpada, ele meio que estava começando a irritá-la. Ele era tão perfeito, tão prestativo, e era exatamente daquilo que ela precisava no momento. Mas… ele não era Daniel.
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