prestativo

Ainda que eu falasse línguas, as dos homens e dos anjos, se eu não tivesse o amor, seria como sino ruidoso ou como címbalo estridente.
Ainda que eu tivesse o dom da profecia, o conhecimento de todos os mistérios e de toda a ciência; ainda que eu tivesse toda a fé, a ponto de transportar montanhas, se não tivesse o amor, eu não seria nada.
Ainda que eu distribuísse todos os meus bens aos famintos, ainda que entregasse o meu corpo às chamas, se não tivesse o amor, nada disso me adiantaria.
O amor é paciente, o amor é prestativo; não é invejoso, não se ostenta, não se incha de orgulho.
Nada faz de inconveniente, não procura seu próprio interesse, não se irrita, não guarda rancor.
Não se alegra com a injustiça, mas se regozija com a verdade.
Tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.
O amor jamais passará. As profecias desaparecerão, as línguas cessarão, a ciência também desaparecerá.
Pois o nosso conhecimento é limitado; limitada é também a nossa profecia.
Mas, quando vier a perfeição, desaparecerá o que é limitado.
Quando eu era criança, falava como criança, pensava como criança, raciocinava como criança. Depois que me tornei adulto, deixei o que era próprio de criança.
Agora vemos como em espelho e de maneira confusa; mas depois veremos face a face. Agora o meu conhecimento é limitado, mas depois conhecerei como sou conhecido.
Agora, portanto, permanecem estas três coisas: a fé, a esperança e o amor. A maior delas, porém, é o amor.
—  1 Coríntios 13:1-13

Sabe aquela garota linda que você é doido para ter um relacionamento com ela? Tenho uma boa notícia, você tem uma chance! Mas não é tão simples, ela é uma garota difícil, virtuosa e filha do Criador de tudo, resumindo…. Ela não é qualquer uma, você tem que ser um verdadeiro príncipe com ela, um rapaz educado, prestativo, respeitar os espaços e ouvi-la, mas antes de tudo isso você é apenas um admirador dela, aliás, um admirador que ora por ela, que jejua pela vida dela, porque você não vai chegar na moça com a cara e coragem sem antes ter falado dela para Deus das suas intenções, imagina que feio?! Se torne amigo dela, seja para ela uma pessoa completa. Como assim? Geralmente uma garota tem varias pessoas para determinadas coisas, uma para dividir seus segredos, uma pessoa para sair com ela, uma pessoa que sempre está incentivando ela a se aproximar das coisas de Deus, enfim, são várias pessoas, você precisa ser tudo isso e um pouco mais não que queira substituir essas pessoas, mas você se tornará alguém que ela precisa e consequentemente conquistará a confiança dela, isso a princípio é tudo o que você precisa. Veja bem, você passou de um admirador que ora pra um amigo e conquistou sua confiança, em todos esses passos proponha momentos de leitura da Bíblia com ela, proponha orações na madrugada, não permita de forma alguma que durante esse processo tanto ela quanto você se afaste de Deus! É uma caminhada no qual não dá pra correr, então de forma alguma tente adiantar as coisas… [continua]

Personalidade do seu personagem

Matéria originalmente feita e postada por The Character Chick, todos o créditos pertencem ao seu autor original. 

A personalidade é a coisa mais importante sobre o seu personagem.

Assim, sempre que eu vejo fichas de personagens, a maioria das pessoas só colocam um pequeno parágrafo para aquela seção. Se você está lutando e não sabe o que seu personagem deve dizer ou fazer, quais as decisões que ele deve fazer, eu garanto-vos que este é o problema.

Você sabe nome, idade, raça, sexualidade, altura, peso, cor dos olhos, cor do cabelo, os nomes de seus pais e irmãos ‘do seu personagem. Mas estas não são as coisas que realmente importam sobre eles.

Traços:

  •  Pegar traços que não necessariamente caminham juntos. Por exemplo, alguém que é controlado, agressivo e vão pode também ser generoso, sensível e de fala mansa. Caracteres precisam ter pelo menos uma falha que realmente impacta em como eles interagem com os outros. Traços positivos podem funcionar como falhas, também. É aconselhável que você escolha, pelo menos, dez traços.
  •  As pessoas são complexas, cheias de contradições e, por favor, me perdoe se isso faz alguém desconfortável, mas até mesmo os valentões podem ser “agradáveis” com as pessoas. Qualquer um pode ser uma pessoa “má”, mesmo alguém que é educado, gentil, útil ou tímido também pode ser narcisista, irritante, arrogante e mentiroso. As pessoas não são apenas “más” ou “boas”.

Crenças:

  •  Ideias ou pensamentos que seu personagem tem ou pensa sobre o mundo, a sociedade, os outros ou a si próprio, mesmo sem prova ou evidência, ou que pode ou não ser verdade. Crenças podem contradizer seus valores, motivações, autoimagem, etc. Por exemplo, a crença de que é uma pessoa incrível e responsável quando seus traços são preguiçosos, irresponsáveis e superficiais. Sua autoimagem e quaisquer crenças que eles têm sobre si mesmos podem ou não podem ser semelhantes/o mesmo. Eles podem ter uma autoimagem pobre, mas ainda acreditarem que são melhores que todos os outros.

Valores:

  •  O que seu personagem acha que é importante. Normalmente influenciada por crenças, sua autoimagem, a sua história, etc. Alguns valores podem contradizer suas crenças, desejos, características, ou até mesmo outros valores. Por exemplo, seu personagem pode valorizar o respeito, mas uma das suas características é ser desrespeitoso. É aconselhável que você liste pelo menos dois valores, e saber qual eles valorizam mais. Por exemplo, seu personagem crê nos valores da justiça e da família. A irmã dele lhes diz que ela apenas roubou $ 200 da carteira do seu professor. O que será que eles dizem sobre ela, ou eles a deixaram ficar com o dinheiro? A justiça, ou a família? De qualquer maneira, seu personagem provavelmente tem alguns sentimentos negativos, culpa, raiva, etc., mas de trair seu outro valor.

Motivos:

  • O que seu personagem quer. Ele pode ser abstrato ou algo tangível. Por exemplo, querer ser adorado ou querer esse trabalho para pagar a medicação do seu pai. Motivos podem contradizer suas crenças, traços, valores, comportamentos, ou até mesmo outros motivos. Por exemplo, seu personagem pode querer ser uma boa pessoa, mas seus traços são egoístas, manipuladores e narcisistas. Motivos podem ser a longo prazo ou a curto prazo. Todo mundo tem desejos, realizados ou não. Você pode escrever “eles não sabem o que eles querem”, mas você deve saber. É aconselhável que você liste pelo menos um desejo abstrato.

Sentimentos recorrentes:

  •  Sentimentos que eles têm durante a maior parte de sua vida. Se você colocá-los para baixo como uma característica, é provável que eles também sejam sentimentos recorrentes. Por exemplo, deprimido, solitário, feliz e etc.

Autoimagem:

  • O que os personagens pensam de si mesmos: sua autoestima. Alguns caracteres são orgulhosos de si mesmos, outros têm vergonha de si mesmos, etc. Eles podem pensar que eles não são bons o suficiente, ou pensam que é a pessoa mais inteligente do mundo. Sua autoimagem pode contradizer suas crenças, traços, valores, comportamentos, motivações, etc. Por exemplo, se sua autoimagem é pobre, eles podem ainda ser uma pessoa alegre ou otimista. Se eles têm uma autoimagem positiva, eles ainda podem ser uma pessoa deprimida ou negativa. Como eles se imaginam pode ou não ser verdade: talvez eles pensem que são uma pessoa horrível, quando eles são, de fato, muito atenciosos, prestativos, gentis, generosos, pacientes, etc. Eles ainda têm falhas, mas falhas não vão necessariamente torná-los uma pessoa terrível.

Comportamento:

  • Como traços, valores, crenças, autoimagem do personagem, etc., são exteriormente exibidas: como eles agem. Por exemplo, dois personagens podem ter a característica “com raiva”, mas todos eles provavelmente irão expressá-lo de forma diferente. Um personagem pode ficar quieto e quer ser deixado sozinho quando estão com raiva, o outro pode se tornar agressivo verbalmente. Se o seu personagem é um mentiroso, ou ele de repente fala com muito cuidado quando ele normalmente não faz? Alguém que é imprudente pode ter problemas com limites ou comer o último pedaço de pizza na geladeira quando sabia que não era dele. Comportamento é extremamente importante e é aconselhável que você pense muito sobre as ações de seu personagem e o que exatamente ele mostra sobre eles.

Comportamento:

  • Seu humor geral e disposição. Talvez eles sejam geralmente tranquilos, alegres, mal-humorados, ou irritados, etc.

 Postura:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem: não tão importante como todo o resto. É aconselhável que você preencha isso depois. A postura é como o personagem carrega-se. Por exemplo, talvez eles balancem os braços e mantem seus ombros param trás enquanto andam, o que parece ser a postura de uma pessoa confiante, por isso, quando eles se sentam, as pernas são provavelmente abertas. Outro personagem pode cair e tem os braços cruzados quando eles estão sentados, e quando eles estão andando, talvez ele arraste os pés e olhe para o chão.

Padrão discurso:

  •  Uma parte secundária da personalidade de seu personagem: não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Padrões de fala podem ser palavras que seu personagem usa com frequência, se eles falam claramente, que tipo de gramática que eles usam, se eles têm um vocabulário amplo, um pequeno vocabulário, se são sofisticados, brutos, gaguejantes, repetindo-se, etc. Eu, pessoalmente não tenho um vocabulário muito amplo, você poderia dizer.

Hobbies:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem: não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Hobbies podem incluir coisas como desenhar, escrever, tocar um instrumento, coleta de rochas, recolhendo copos de chá, etc.

Peculiaridades:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem, não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Peculiaridades são comportamentos que são únicas para o seu personagem. Por exemplo, eu, pessoalmente, sempre coloquei minhas meias de dentro para fora e verifico o limite máximo para as aranhas algumas vezes por dia.

Gostos:

  • Uma parte secundária da personalidade de seu personagem, não tão importante como todo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Gostos e desgostos são geralmente ligados ao resto da sua personalidade, mas não necessariamente. Por exemplo, se seu personagem gosta de fazer a lição de casa de outras pessoas, talvez seja porque eles querem ser apreciado.

Não gosta:

  •  Uma parte secundária da personalidade de seu personagem, não tão importante como tudo o resto. É aconselhável você preencher isso depois. Gostos e desgostos também podem contradizer o resto de sua personalidade. Por exemplo, talvez uma das características do seu personagem seja desonesta, mas eles não gostam de mentirosos.

 História:

  • O passado do seu personagem tem eventos-chave que influenciam e moldam suas crenças, valores, comportamentos, desejos, autoimagem, etc. Eventos escritos devem implicar ou explicar porque eles são do jeito que são. Por exemplo, se seu personagem é desconfiado, talvez ele deva ter mentido muito para seus pais quando era uma criança. Talvez eles estivessem em um relacionamento há vinte anos e descobriu que seu parceiro estava traindo-o o tempo todo. Se sua motivação/querer é ter a atenção positiva, talvez seus pais simplesmente não lhes elogie e ele foque demais no negativo.

Em mental e deficiências físicas ou doenças:

  • Se seu personagem sofreu um trauma, ele precisa ter um efeito sobre o seu personagem. Talvez eles tornaram-se mais irritado ou impaciente ou crítica dos outros. Talvez suas crenças sobre as pessoas mudem-no para tornar-se: “até mesmo os valentões podem ser pessoas agradáveis”, “qualquer pessoa pode ser uma pessoa má“.
  • As pessoas não são a sua doença ou deficiência: ele não deve ser o seu traço definidor. Eu tenho ansiedade, mas eu ainda sou idealista, preguiçoso, atencioso, impaciente e, ocasionalmente, rancoroso; Eu ainda quero me tornar um autor; Eu ainda acredito que as pessoas são geralmente boas; Eu ainda valorizo fazendo o que me faz sentir confortável; Eu ainda tenho uma autoimagem positiva; Eu ainda sou uma pessoa. Você deve preencher a personalidade de seu personagem no meio do caminho, menos antes mesmo de tocar na possibilidade de seu personagem ter uma deficiência ou doença.

  Geralmente tudo sobre seu personagem deve se conectar, mas hey, mesmo gêmeos que cresceram na mesma casa exata têm personalidades diferentes; eles valorizam coisas diferentes, têm diferentes crenças. Talvez um deles assistisse a um filme que teve um enorme impacto sobre o tema e possibilidade de seu personagem ter uma deficiência ou doença.

Nem tudo precisa ser explicado. Alguém pode ser exigente desde que era pouco por nenhuma razão em tudo. Alguém pode ser uma pessoa negativa, mesmo que cresceu em um lar feliz.

Eu acredito que este é um layout de pensamento para fora para fazer personagens, antagonistas e protagonistas bem delineados, se eles estão sendo criados para um roleplay ou para um livro. Este layout também é útil para estudar Personagens, se você estiver olhando para interpretar com precisão como eles ou escrevê-los em fanfiction ou o que quer.

- Chick

Tradução feita por Myrla, todos os créditos são para The character chick

Ele gostava de bandas antigas, filmes clássicos e tocava violão. Ela gostava de Jonas Brothers, filmes da sessão da tarde e não sabia sequer tocar apito. Ele era a favor, ela do contra. Ele era sério, ela irônica. Ele descomplicado, ela complicada. Ele quieto, ela inquieta. Ele a amava, ela tentava. Ele antenado, centrado, dedicado. Ela área, egoísta, complexa. Eram disfuncionais, avessos, incoerentes. Ele amava, ela fugia. Ela calava, ele entendia. Falava, ele ouvia. Fazia piada, ele ria. Fazia drama, ele compreendia. Ele deixou de amar e ela ficou mais vazia. Antes de tudo começar eram melhores amigos, hoje em dia não são nem meros conhecidos. Ela o amava –como um amigo. Ele quis tentar ser mais do que isso. Estava sempre lá, “o prestativo”, ela deixou se levar então resolveram tentar. Eram um casal que não estava na mesma frequência. A amorizade não funcionou. Por parte dele era amor, por parte dela, amizade. Eles brigaram. Ele se afastou. Ela tentou ter de volta o seu amigo-irmão, mas não adiantou. Nunca mais se viram, se falaram ou se tocaram. Ela cresceu, ele mudou. Ficou mais sério, mais centrado. Ela mais fria, antissocial. Ele se encontrou, ela se perdeu. Ela passou a ouvir Legião e começou a amar os Beatles. Ele se arruma mais, ela usa camisetas de bandas. Ela paciente, ele impaciente. Ela estudiosa, ele desleixado. Ela preocupada, ele despreocupado. Ela careta, ele na moda. As coisas se inverteram, mas ainda não foi amor.
—  Dizem que os opostos se distraem e os dispostos se atraem. Nós? Ainda continuamos com o nosso cara ou coroa. 
Evangelho em ações.

- Numa viagem missionária que fiz recentemente com minha esposa:

Parei para abastecer o carro…
Enquanto isso, o frentista me oferecia vários outros serviços, café, calibragem, etc… Eu estava ocupado no celular. Ouvi-lo de longe sem me atentar a ele ou ao que era dito. Ao seguir estrada novamente, minha esposa me repreendeu: “Você nem ao menos olhou para o rapaz. Ele estava todo prestativo. A camiseta diz que ele está em treinamento. Ele estava buscando fazer o melhor. Daqui há dois anos você não poderá reclamar do frentista ignorante que te atenderá, pois terá sido atitudes como a sua que o formou”.

Meu único sentimento é o arrependimento. Estou ensaiando o retorno ao Posto, para que evangelho faça sentido em ações práticas.

“O sal sem sabor não presta para nada, nem mesmo para adubo. É lançado fora!”

Lucas 14.34

Por; Gledeson Cardoso.

Reação do EXO ao ter uma namorada baixinha

Traduzido/Adaptado

Original/Créditos:  EXO + BTS Imagines

Sehun: Seria irritante sair com ele se você for mais baixa. Ele iria te irritar constantemente sobre isso. Ele teria o Chanyeol ao lado dele para fazer piadinhas com a sua altura. Se você pedir para ele pegar algo em uma prateleira mais alta, ele nunca iria parar com as piadinhas.  “Não é minha culpa se você é baixinha. Suba em uma cadeira para alcançar.” Mas teriam vários momentos fofos. Se ele visse que você realmente estava tendo dificuldades para alcançar algo, ele pegaria isso para você e daria um beijo em sua testa.

Kai: Sua estatura baixa seria adorável para ele. Ele iria querer que você aprendesse dança de salão com ele porque ele acharia muito fofo olhar para você enquanto vocês dançam. Ele te trataria como um de seus filhotes; fazendo qualquer coisa por você.

D.O.: Ele ficaria feliz por finalmente ser o maior. Ele usaria isso como uma chance para mostrar o quão prestativo ele pode ser. Ele iria sempre ajudar você a alcançar coisas que ele acha que você não alcançaria (mesmo se você dissesse que consegue pegar.) Ele também iria bater em qualquer outro garoto que fizesse piada com a sua altura.

Chanyeol: Ele iria achar você muito adorável por ser baixinha. Ele usaria isso como uma desculpa para sempre te pegar no colo ou apoiar o braço na sua cabeça. Ele adoraria olhar para você e te ver na ponta dos pés só para beijá-lo.

Chen: Ele faria piadinhas da sua altura o tempo todo. Ele iria segurar as coisas longe do seu alcance só para te irritar ou colocaria suas coisas favoritas em um armário alto. Se você estivesse tendo um dia ruim, ele iria chegar, dar um beijo em sua testa, e tentar te fazer rir fingindo ser mais baixo que você e pedindo para você pegar as coisas para ele.

Baekhyun: O comportamento dele seria uma mistura do Chanyeol e do Chen. Metade do tempo, ele iria te provocar, perguntar “como está o tempo aí em baixo?” Mas na outra metade ele iria dizer o quão adorável você é. Ele faria você ficar na ponta dos pés para beijá-lo, mas quando você estivesse quase conseguindo, ele ficaria na ponta dos pés também para ficar mais alto. Se você ficasse irritada, ele te pegaria no colo e te daria um beijo.

Lay: Esse anjo iria achar sua altura perfeita. Ele iria perguntar constantemente se você quer que ele pegue algo para você. Ele também envolveria sua cintura e te levantaria para poder te dar um beijo. Ele seria ainda mais protetor com você; segurando a sua mão forte em locais lotados para não te perder no meio da multidão (como já aconteceu algumas vezes antes).

Suho: Ele acha sua altura adorável e sempre comenta sobre isso. Ele diria o quão fofa você é, o quanto ele ama a sua altura, e o quão perfeitamente vocês combinam. Ele te abraçaria por trás, deixando beijinhos no topo da sua cabeça.

Xiumin: Xiumin trataria você como uma criança as vezes. Especialmente se você for mais nova que ele. Ele seria muito fofo perto de você, mesmo você tendo que lembrá-lo que você é pequena, não uma criança. Porém, em outros momentos ele tiraria vantagem da sua altura. Ele te pegaria no colo, para te colocar sobre o balcão da cozinha então ele iria poder te beijar sem machucar seu pescoço.

Mademoiselle.

“Au fond de chaque âme il ya un trésor
caché que seul l’amour à découvrir.”

  • tradução da frase: “No fundo de cada alma há tesouros escondidos que somente o amor permite descobrir.”
  • é meio hot (acho que meio-muito-muitíssimo-explícito)
  • vocês já pararam pra imaginar o Harry como um Marquês irritante, irresistível e sarcástico, que te irrita e fica te importunando, mas que adoraria tê-la? Deus eu preciso parar de ler romance de época!
  • é bem grandinho, mas é especial dizerem o que acharam :)

A garota entrou no pequeno flat e deixando seu sapato encharcado pela chuva ao lado da porta, caminhou cautelosamente até o quarto do namorado. Seu cheiro a pegou desprevenida, nunca pensara que seria tão afetada por um garoto como era por Harry. Ele era sempre tão atencioso e prestativo pra ela, que sua frieza e o anti-sentimentalismo já não funcionavam com ele. Havia horas em que enquanto ela estudava e o garoto lhe infortunava, depois de ter-lhe dado um esporro, ela se via admirando o olhar baixo e o autocontrole forçado dele, ele era tão lindo. E ela tão insensata e malcriada com ele, nunca lhe dissera seus reais sentimentos, achava que sempre fora explícito para ele o quanto ela lhe amava, e nos momentos em que sua garganta coçava para lhe dizer tais palavras, ela simplesmente se virava e dormia, ou ignorava totalmente o ardor em sua garganta.

O quarto estava vazio, e ela esperava por isso, minutos antes de tomar a decisão de ir ao flat ele havia lhe ligado e disse que não estaria quando ela chegasse, estava ajudando a mãe e a irmã em algo delicado. O aniversário dele seria na próxima segunda, e agora, sábado à noite, ela não fazia a mínima ideia do que preparar a ele. Estavam juntos há quase três meses, e S/N nunca havia se entregado pra ele, apenas caricias e conversas baixinhas e intimas durante a madrugada, mas sempre que as pontas dos dedos caminhavam pela pele exposta de S/N, seu corpo doía de desejo, mas o medo sempre era maior. Despiu-se, jogando as roupas no chão e entrando no chuveiro morno, sua cabeça latejava e seu peito se inflava arduamente. A agua a lavou por inteiro seu corpo, e metade de seus pensamentos conturbados foram juntos ralo abaixo. Seu corpo afundou no enorme colchão de Harry, e S/N puxou a coberta sobre seu corpo, e ela cheirava a ele, cheirava a cada pedacinho dele e pertencia a ele. A chuva tinha ficado mais forte e agora entrava um ventinho agradável pela fresta da janela, S/N puxou o travesseiro de Harry contra o peito e sugou o perfume que continha ali, caindo gradativamente no sono.

Em seu sonho, ela trajava uma pequena camisola de musseline e Harry tinha suas calças preta, abertas enquanto eles se beijavam sedentamente. A mão dele estava sobre sua nuca e a puxava para ele, sua língua explorava cada pedacinho de sua boca a penetrando em lugares que nunca pensara dar-lhe tanto prazer. Abaixou suas mãos para o abdômen de Harry e arranhou-o com as unhas, ouvindo-o arfar sobre seus lábios, levou a mão para baixo da boxer do garoto e se demorou na cavidade que levava a seu membro. Suas costas estavam sobre o colchão e ele sobre ela, podia sentir o volume de sua excitação através da calcinha e inclinou seu quadril para poder estar mais próximo dele. Harry riu e desceu seus beijos para o pescoço da garota, seus beijos eram molhados e depositados nas veias pulsantes da garota, ele a beijava e soprava em seguida, fazendo-a gemer em protesto.

Por favor, por favor, por favor.

A mão dele fora pra sua calcinha e ele apertou sua virilha, fazendo-a fechar os olhos e se inclinar sobre a cama, um de seus dedos escorregou pra sua intimidade, tocando a carne lisinha e completamente molhada, ela arfou e quando ele iria começar a estimula-la seus dedos saíram, o corpo de Harry estava longe demais para ser tocado e seu corpo doía em desejo.

Seus olhos se arregalaram ao despertar do sonho e se assustaram ao perceber a silhueta do garoto sentado ao seu lado na cama, ele tinha a mão no quadril da garota e o apertava em forma de carinho, enquanto ela lutava para controlar sua respiração. Podia sentir sua intimidade molhada, sua mão estava sobre ela e um de seus dedos inclinados contra sua intimidade como se fosse..

Deus, resmungou a garota pra si mesma, eu estava.. Oh..

Ela encarou Harry com receio de que ele percebesse, mas nada fora notado pelo namorado, ele subiu a mão do quadril para o ombro da garota, indo até o pescoço se inclinou contra ela e deixou um beijo em seus lábios. Ela os sugou com força assustando o garoto e o fazendo recuar por um momento, as mãos de S/N tremiam e vacilaram ao tocar o ombro do namorado, ele a beijou por mais algum tempo e desceu os beijos para seu maxilar, dando uma mordida e depois descansando o rosto na curva entre o pescoço e ombro da garota, sugando-lhe seu perfume.

– Harry – se forçou a dizer e ele murmurou algo baixinho em seu pescoço. – Amor.

– Diga, amor. – murmurou agora mais forte, para que ela entendesse.

– Hazz… – sussurrou baixinho demais, e sua súplica foi atendida por um olhar preocupado do garoto. Ele voltou a se sentar e a encarava com tamanha preocupação, procurando em seu corpo algo que o dissesse o que estava doendo.

– O que você tem, querida? – perguntou baixinho e passou a mão pelo braço que levava até a mão na intimidade de S/N. Ela estremeceu e Harry puxou o cobertor seguindo o braço da garota, até suas mãos escondidas no pano do shorts. – Você tem dor, hm, quer dizer, está doendo aí?

A garota o encarou assustada e por mais que tentasse puxar sua mão de volta, seu corpo estava totalmente congelado, impossibilitando-a de se mexer. Seus olhos se fecharam e antes que ela pudesse dizer alguma coisa, Harry a interrompeu.

– Amor, me diz.. – pediu novamente e pousou a mão na bochecha da garota. – Me diz o que está doendo..

– Eu-eu estava sonhando.. – murmurou baixinho e sua respiração voltou a pesar, ao se lembrar dos pensamentos impróprios com o namorado.

– S/N..

Ela o ignorou e suspirando, continuou.

– Eu estava, quer dizer, nós estávamos – murmurou baixinho desviando o olhar do garoto. – Você estava, Harry, por favor..

– Eu estava te machucando? – perguntou o garoto assustado, e então olhou novamente para o braço da garota indo até sua intimidade e possivelmente lhe auto acariciando. Um arrepio repentino subiu pela espinha dorsal dele e o fez se tremelicar afastando a sensação e o desejo crescente. Em vão. – Deus, eu estava te… S/N, eu estava te tocando?

– Tocando? Uh? – perguntou confusa e entendeu o duplo sentido da pergunta. Com um sorriso sem jeito e envergonhado, escondendo toda a frustação de não ter conseguido alcançar o prazer ela respirou fundo e mordeu o lábio inferior com força, antes de dizer: – É, nós estávamos, droga. Sim.

– E então você… – continuou e apontou pra mão de S/N em seu shorts, fazendo-a entender momentaneamente.

– Deus, não! – resmungou irritada e retirou a mão de lá. – Eu não sei, eu nunca fiz isso. Jesus, não.

Ele a tocou no braço e lhe acariciou com cuidado.

– Isso é normal, amor. – murmurou baixinho, arrastando a ponta dos dedos sobre a pele de S/N. Um gemido retraído escapou dos lábios da garota, a fazendo contrair as pernas em protesto. – Eu sei o que você está sentindo, e.. Droga, eu sei o que você está sentindo.

Repetiu e se levantou praguejando coisas e passando a mão no cabelo com raiva, se sentou novamente e a encarava cansado.

– Sabe? – perguntou arqueando a sobrancelha pro garoto que respirava pesado, encarando o nada. – Harry..

– S/N, vamos ignorar isso.. – resmungou e se levantou caminhando até o guarda-roupas. – Há dois jeitos de isso passar, o primeiro jeito não chega nem a ser ponderado por nós. Espere um pouco e vai passar, enquanto isso eu vou tomar banho.

Amo..

O garoto entrou no banheiro e logo o chuveiro fora ligado. S/N se sentou na cama e prendeu o cabelo num coque, a temperatura de seu corpo estava alta e a fez tirar o cobertor de suas pernas. Deitou-se na cama e encarou o teto, a pulsação em sua intimidade ia diminuindo pouco a pouco e a temperatura a acompanhava, fazendo-a tremer de frio devido ao ar gélido que entrava pela janela. As cenas de seu sonho agora estavam mais distantes, a não ser pelo perfume de Harry, que a incitava de diversas maneiras. A silhueta dele, chamou sua atenção e a fez o encarar perplexa.

O primeiro jeito, dissera ele, não chega nem a ser ponderado por nós.

O medo a pegou, mas seu corpo ardeu em desejo. Ela o queria tanto, ela o queria como nunca quisera outro, dentro de si preenchendo cada pedacinho de seu corpo, fazendo-a suspirar e ouvindo-o suspirar. Tocando seu corpo com carinho e desejo, a beijando para esconder seus gemidos e respirando ofegantemente em seu pescoço, depois de atingirem total prazer. Pelo menos, era assim que ela imaginava uma noite de amor, segundo os livros.

– S/N – ele a chamou e ela o olhou confusa por um minuto, tirando todas as narrações apaixonadas de romances da cabeça. Ele a olhava perdido. – Eu posso te perguntar uma coisa?

– Hã, uhum..

Ele suspirou pesado e passou a mão pelo rosto.

Me deixa te tocar..

Não era uma pergunta nem uma afirmação, mas uma súplica e seu corpo doeu com aquilo. Toda a temperatura de seu corpo se elevou a fazendo arfar, se sentou na cama e o encarou sem expressão alguma. Ele se aproximou, apenas com a boxer e a toalha em seu ombro e se sentou na cama. S/N correu os olhos pela pele desnuda do garoto, caminhou pelo abdômen até as cavidades de Harry, observou cada tatuagem em seu corpo e imaginou como seria seus lábios se arrastando pela pele macia e quente de Harry, mordeu o lábio e fungou alto chamando a atenção de Harry.

Por favor ­– murmurou e se aproximou os lábios aos de S/N, lambendo-lhe os lábios e roçando nos dela. – Me deixa te tocar, por favor.

Tudo aquilo formou uma bagunça simultânea na cabeça de S/N, todos os desejos que ela tinha, as vontades de saber como era ser tocada por ele, e o desejo nato em seu corpo pelo corpo do namorado. Ela o beijou, fazendo seus lábios se chocarem e dar um pequeno choquinho, forçando umas das mãos de Harry subir até seu pescoço e o acariciar, controlando os movimentos agitados de S/N. A mão da garota fazia jus ao restante do corpo e tremia insanamente, e ela o queria agora, queria dar uma resposta para cada uma de suas questões não esclarecidas, pegou a mão do namorado que estava em seu pescoço e a segurou por um momento, a levou até o colo e a apertou fraquinho enquanto gemia nos lábios do garoto, que mordeu seu lábio inferior e o puxou. S/N levantou a mão do garoto e a pôs sobre seu seio direito o deixando ali, retirou sua mão e deixou a mão na nuca de Harry. O garoto parou o beijo, no momento em que percebeu o que ela acabara de fazer e a olhou, a observou a procura de um esclarecimento, ou seja lá o que..

– S/N, te.. – murmurou baixinho, encarando sua própria mão no seio da namorada e levantou seus olhos para a garota, ela se inclinou e o beijou.

Seus lábios se tocavam em busca de um prazer que ambos sabiam como alcançar , mas não tão rápido. Harry desceu seus beijos para o pescoço de S/N e intercalava entre beijar e morder, afastou a mão do seio de S/N e desceu até a barra da camiseta, tocando a pele dela por baixo do pano e subindo por suas costas até o feixe de seu sutiã, o soltando. Harry a beijou e a deitou na cama, jogando a toalha de seu ombro no chão, abaixou a mão novamente para a barriga de S/N, tocando-a por baixo do pano da fina camiseta e subindo até seu seio, sua mão cobriu o seio de S/N em formato de conchinha e ele os massageou, tocando o bico do peito com o dedo repetidas vezes. Se afastou do corpo da garota e puxou a camiseta para cima e a tirando, colocou-a de lado na cama e a observou com carinho, cada pedacinho da pele exposta de S/N, o bico de seus seios ficando rijos com o friozinho que se chocava contra eles e o olhar tímido de S/N desviando do dele, os braços se cruzaram escondendo os seios e ele sorriu, se deitando novamente sobre ela e tirando os braços, deixando com que os seios de S/N roçassem com seu peito desnudo.  Harry apoiou um de seus braços ao lado do corpo de S/N, se sustentando enquanto sua mão livre passava o dedo ao redor dos lábios de S/N, ela os abriu suspirando pesadamente e ele sorriu, beijando-lhe.

A mão de Harry massageava os seios de S/N, enquanto ela respirava o mais controladamente forçado possível e o beijava para não gemer alto demais. Os beijos desceram até o pescoço e rumaram até os seios, onde ele passou os lábios sobre bico e lambeu o círculo, fazendo-a arranhar suas costas, ele se despediu do seio direito com um beijo e o massageou enquanto mordia, beijava e lambia o direito. S/N se contorcia sobre seu corpo e sentiu a excitação de Harry em sua coxa, lembrou-se do sonho e estranhamente fez o mesmo, passou as mãos pelo abdômen de Harry, passando os dedos pelas tatuagens que ela bem conhecia e caminhando até a cavidade que a levaria até seu membro, deixou a ponta de seus dedos presos contra o elástico da boxer, sem coragem para descer mais um pouquinho sequer. Harry desceu sua mão do seio de S/N, para seu shorts caminhando até a virilha da garota e a apertando, S/N se contorceu ao seu toque e Harry deslizou um dedo na carne lisa e escorregadia de S/N, a penetrou devagarinho e S/N o sentia, massageando sua intimidade e todo seu corpo tremendo com aquilo. Um gemido escapuliu de seus lábios e Harry os selou, lambendo sua língua e a selando logo em seguida. Dois dedos a penetraram e ela fechou as pernas contra as mãos de Harry.

– Amor – sussurrou baixinho, próximo ao ouvido de S/N, fazendo-a arfar e gemer ao mesmo tempo. – Assim você vai se machucar.

Pouco a pouco, ela abriu novamente as pernas e deixou com que Harry retirasse seus dedos de dentro de sua intimidade. Ela a sentia pulsar em busca do alivio e todo seu corpo gritava em busca do alivio. Antes que pudesse protestar, Harry tinha tirado seu shorts, junto a sua calcinha e passava a ponta de seus dedos próximos a sua intimidade, ela arfou e protestou:

– Por favor, Harry. – resmungou baixinho, e Harry se inclinou para beijá-la, novamente sua excitação roçou contra a coxa de S/N, e ela choramingou baixinho, fazendo de alguma maneira Harry se deitar abaixo dela, enquanto seu corpo estava sobre o dele. Ela distribuiu beijos pelo peitoral de Harry e mordeu o pescoço do garoto, assoprando em seguida, assim como ele havia feito antes. As mãos do garoto estavam sua cintura e a fizeram sentar sobre sua excitação, ela o sentiu rijo e duro sobre sua intimidade molhada e pulsante, apenas o pano da boxer os separava. S/N o olhou confuso e um pouquinho aterrorizada, em busca de alguma instrução.

Tire-a. – murmurou baixinho no ouvido de S/N e ela suspirou assentindo, seus dedos brincaram com o elástico da boxer e então voltaram a tremer mais ainda, ela o puxou para baixo e tirou a boxer pelos tornozelos de Harry, sem o encarar ou encarar a ele. – Amor.

– Uh? – S/N resmungou baixinho, enquanto as mãos de Harry caminhavam em seu braço e ela encarava a cabeceira da cama a cima deles.

– Olhe pra mim. – sussurrou baixinho e lentamente S/N abaixava o olhar para o rosto de Harry. Ela tinha medo nos olhos, e ele sorria pra ela.

Deus, pensou o garoto sorrindo, Eu estou na cama com uma puritana.

– Não tenha medo. – murmurou baixinho pra ela e ela engoliu em seco, fazendo o segurar a gargalhada. – Vá devagar, eu não vou te machucar. Toque-o – sussurrou baixinho e as mãos tremulas de S/N o tocaram, ele praguejou baixinho e ela o soltou rapidamente. – Não amor, continue.

Ela o tocou novamente e abaixou o olhar devagarinho pro membro em sua mão. Ele pulsava como ela inteira, era consideravelmente grande, arriscaria dizer que era o maior que já tinha visto, mas ela nunca tinha visto algum outro, e isso a assustou. Ele era assustadoramente grande.

Deus.­ – choramingou baixinho e apertou o membro em sua mão, as pernas de Harry ficaram tensas abaixo de si e ela não sabia o que fazer, os olhos do namorado estavam fechados enquanto ele inclinava a cabeça pra trás e resmungava alguma coisa. S/N não fazia a mínima ideia do que fazer agora, o tocou passando a ponta de seus dedos pelo comprimento dele e se inclinou, deixando um beijo tímido em seu membro. Harry gemeu um pouco mais alto e ela tornou a beija-lo, mais pra cima.

– Na-não, amor. – sussurrou e a puxou pra seu corpo, ela ainda ­o sentia abaixo de si e aquilo a fez protestar um pouquinho, enquanto Harry beijava seu pescoço. – Amor, coloque a mão abaixo de seu seio e traga-o pra mim. Ahh. – disse sendo interrompido por um pequeno gemido quando S/N se desiquilibrou e acabou sentando-se em cima dele.

Seu corpo todo doía e ela sentia sua intimidade pulsar violentamente contra a pele de Harry. Colocou sua mão abaixo de seu seio esquerdo e levou-o até Harry, ele o sugou e sua língua o tocava arduamente, sugando o bico rígido e estimulando-o com a boca. Desceu sua mão da cintura de S/N, para sua intimidade tocando-a. Penetrou dois dedos em sua carne inchada e reclamona de desejo, e a penetrava com carinho e vontade. S/N se remexeu acima dele e soltou a mão de seu seio, apoiando-se sobre Harry.

– Harry, por favor. – implorou e ele assentiu, tirando seus dedos dela e a virando, deixando-a deitada abaixo de si.

– Eu vou te beijar inteirinha. – sussurrou e deixou um beijo em seus lábios, descendo para o maxilar e indo pro pescoço, lambeu sobre sua veia pulsante e a assoprou, continuou até os seios e os sugou, fazendo S/N inclinar as costas e se apoiar sobre os cotovelos, gemendo baixinho. Beijou toda a extenção de sua barriga e caminhou até seu baixo ventre, beijando suas coxas e mordendo-as, uma de suas mãos estavam sobre os seios de S/N e ele levantou uma das pernas da garota, colocando-a sobre seu ombro. Sua língua a penetrou e tocava em lugares que S/N nunca imaginaria que iriam lhe proporcionar prazer, inclinou seu quadril contra Harry e a formigação em seu baixo ventre tomou força, ela estava quase atingindo o prazer e ele parou de estimula-la, dando um beijo em sua intimidade e voltando a se deitar sobre ela.

– Hazz – gemeu em protesto e ele a beijou sugando seus lábios, acariciando sua nuca. Ele se sentou sobre os próprios joelhos e abriu as pernas da garota, para que pudesse se encaixar nela. Ele se inclinou sobre ela, e S/N se contraiu respirando mais forte e apertando os lençóis.

– Amor, olha pra mim. – pediu e assim ela o fez, ele deixou um beijo em seus lábios e os sugou, acalmando-a. – Eu vou entrar em você, e vai doer um pouquinho.

– Eu estou..

– Com medo, eu sei bebê.. – o garoto murmurou e sorriu se inclinando contra ela e enquanto ela extremecia com o contato do membro de Harry em sua coxa, o garoto pegou em sua mão e entrelaçou os dedos aos dela. – Eu vou te fazer uma pergunta.

– Harry.. – choramingou não entendendo o que ele queria fazer, e ele apenas a beijou. Seu membro estava sobre a entrada de sua intimidade e ela não parecia notar.

– Apenas me responda, ok? – murmurou e se empurrou um pouco contra ela, ela o encarou e observou os lábios do moreno a sua frente. Enquanto se empurrava contra ela, ele apertava sua mão chamando a atenção para o ardor entre os dedos dela. – Quando foi nosso primeiro encontro?

– Ugh? – estremeceu enquanto tentava afrouxar a mão da de Harry, resmungou algo baixinho e o respondeu: – O primeiro encontro? Foi em treze de março.

– Em que lugar? – perguntou e se afundou um pouquinho na garota, fazendo-a o sentir sobre sua intimidade. Ela grunhiu com a dor e ele apertou sua mão – Me responde.

– Num evento de fotografia. – resmungou com ódio. E contraiu sua intimidade contra o membro de Harry, o fazendo arfar.

Ugh, droga. Você quer me beijar? – continuou e se afundou nela um pouquinho a mais.

– Que?

Você quer me beijar? – repetiu e ela o observou, observando os lábios do garoto e o sentindo contra suas pernas, o ardor em sua intimidade e seu desejo a machucando mais ainda.

– Quero.

– Então me beije. – sussurrou e assim ela o fez, quando os lábios da garota estavam sobre o dele, a língua pedindo passagem para ele, Harry se afundou na garota e sentiu as unhas dela sobre as costas de sua mãos. – Quando você quiser eu me movimento.

O sonho de S/N e as suas perguntas foram bem maiores que o ardor já enfraquecido. Respirando fundo ela assentiu, deixando com que o namorado se movimentasse dentro dela. A fricção do membro de Harry em sua carne inchada e molhada, a fizeram pensar em um enorme jardim florido com borboletas em seu nariz, ela sorriu e recebeu um beijo em seu nariz. Definitivamente, a borboleta.

Suas mãos estavam no rosto de Harry e ela o observava, enquanto ele saia de si e entrava novamente a fazendo gemer loucamente, seu rosto era de puro prazer e concentração, ele estava tão possuído por todo aquele momento que ela mal podia parar de se contorcer, tentando o sentir cada vez mais e mais. O quadril de Harry se chocava contra o dela e a fazia sentir dentro de si, profundo, grande e duro. Numa enorme confusão de “Ahhh”, “Uhhh” e gemidos indecifráveis, quando Harry a penetrou novamente e saiu de forma rápida e ligeira, voltando a seu interior novamente, ela o sentiu e estremeceu, seu corpo totalmente vulnerável ainda recebia Harry em busca do próprio prazer, ele estremecia com ela e gemia de uma forma tão linda e apaixonante pra ela. Em mais uma estocada, ele saiu de dentro dela e jorrou seu prazer sobre a barriga de S/N.

Deus.

­– Você es..tá bem, amor? – perguntou fraquinho deitado ao seu lado, com a respiração tão ofegante quanto a dela.

– É, uhum.. – sussurrava as palavras não conjugadas e sentia sua moleza no corpo. Aquilo era maravilhoso.

– Eu te machuquei? – perguntou enquanto tentava se levantar e se sentou na cama, a observando cauteloso. Ela sorriu sem forças e com os olhos pesados, tentou se virar para deitar de modo certo. – Eu vou te limpar, espere.

Assim como dito ele o fez, pegou uma toalhinha e a molhou, passando sobre a barriga de S/N e limpando a secreção de sua barriga. Enquanto ele o fazia, S/N o observava, ele não a encarava com malicia ou desrespeito, apenas cuidava dela. Ele estava tão lindo, completamente nu andando pelo quarto e apenas sobre a luz da lua que se erguia lá fora, ela se pegou pensando em como seria senti-lo estremecer em seu interior, seu prazer a invadindo e preenchendo cada cantinho dela, então ela seria completamente Harry. Ele se deitou ao lado dela e a puxou para seu peito, passando a mão em suas costas, ela estremeceu com o toque de seus dedos e ele sorriu, dando-lhe um beijo na testa. Metade do corpo de S/N estava sobre o de Harry, ela podia sentir o peito dele sobre o seu, bombardeando o ar e o sangue necessário para que ele fosse o seu Harry. Sentia o membro dele próximo a sua intimidade e aquilo a excitou um tiquinho, suas mãos desceram para o tocar, mas Harry a repreendeu cheirando seu ‘cangote’ e dando-lhe um beijinho.

– Amor, você não pode. – sussurrou baixinho, e colocou a mão dela sobre seu coração.

– Eu aguento – resmungou S/N baixinho, sendo atingida pelo sono.

– Você está exausta e isso ia te machucar. – murmurou e de algum modo conseguiu faze-la tentar de descer a mão até seu membro. – Se amanhã você ainda me quiser, e não estiver tão cansada.. Eu vou ser muito prestativo.

– Tá bom, bbubbuuu ­– resmungou baixinho e se entregou ao sono, sentindo o perfume de Harry e as batidas de seu coração. Antes que pudesse realmente se entregar ao sono e descansar, ela fez uma pequena listinha mental, do que faria no dia seguinte: – Amanhã. Mais. Cuidar. Harry.

Reação dos paqueras após tirarem a virgindade da Docete

Armin: E você ainda disse que não fazia a menor ideia do que estava fazendo… Espero que consiga pelo menos sair da cama.

Castiel: E aí? Como foi a noite? Dormiu bem? *expressão pervertida*

Kentin: Como você está? Você está bem? Posso fazer algo por você? *prestativo e cuidadoso*

Lysandre: Bom dia, meu anjo! *aparece no quarto com o café-da-manhã e rosas*

Nathaniel: Você é linda de todas as formas e com todas as expressões.

Pomba-Gira Rosa Caveira

Dona Rosa Caveira é um mistério só. Pomba gira pouco conhecida, tem reputação de maravilhosa curandeira e aspecto inquietante. Nas imagens populares, ironicamente difíceis de encontrar no Brasil, ela exibe um corpo meio esquelético e meio humano coberto com capa e capucho. Nos meios tradicionais é dito que ela é a “esposa” de Seu Caveira, exu do cemitério e Chefe da Linha dos Caveiras, um grupo de servidores fiéis e muito prestativos.

Pertence a linha negativa dos Pretos-Velhos. Chefiada por Omulu.
Dona Rosa caveira é a entidade chefe da falange das Rosas, ou seja, na realidade é o nome de uma falange, onde muitos espíritos trabalham e adotam o nome da
mesma.
Existem também os espíritos que trabalham na falange e não adotam o
“Caveira”, por motivos de funções ou hierarquias, como Dona Rosa Negra ou Dona Rosa da Noite.
Essa falange é especializada na captura, prisão e encaminhamento de espíritos de magos negros e seus seguidores.
Sua manifestação quando incorporada é de poder e seriedade.
Suas oferendas, devem ser feitas, somente a pedido da entidade e a entrega, no cemitério ou nas encruzilhadas específicas.
Suas cores nas roupas dos médiuns costumam ser pretas e discretas, podendo haver alguns detalhes em vermelho ou roxo.
Também podem usar capa com capuzes, no caso de médium de hierarquia ou se autorizado pelos dirigentes.
Raramente seus médiuns usam muitos badulaques, optando pela austeridade e seriedade dos espíritos que trabalham como guardiãs dessa falange.
JÁ QUE COMO CHEFE DE FALANGE DA LINHA DAS ALMAS, PODE TRABALHAR DENTRO E FORA DA CALUNGA (CEMITÉRIO).

Claudia Baibich

Reações dos paqueras se a Docete estivesse de tpm

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Muito obrigada, amore (。’▽’。)♡

Desculpa a demora. Eu espero que goste (* >ω<)

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Armin: *quando a Docete fica zangada, fala qualquer coisa fofa na tentativa que ela pare de brigar com ele* Você é tão linda! Por que tanta beleza? Faz parte dos seus objetivos diários me fazer ficar encantado diariamente com você?

Castiel: Ai não… Lá vem ela de novo ressuscitando algo que aconteceu há séculos… *fica sem paciência com tantas reclamações e principalmente quando são repetitivas; mas se esforça para não se irritar*

Kentin:

- Quando a Docete começa a brigar:

Mas eu não fiz nada disso, amor! Para de ouvir a Rosalya que ela fala muita besteira! Eu nem sei sobre o que você está falando!

- E quando a Docete está se queixando de dor/estresse/qualquer outra coisa que deixe ela mais manhosa:

Você já acabou com o seu sorvete?! Quer um pouco do meu? Não, meu amor, você não está gorda, você é linda de qualquer forma.

Lysandre: Ei, ei, está tudo bem, ok? Eu estou aqui, com você, e não vou sair. Se precisar de qualquer coisa, eu estarei ao seu lado. *tem a maior paciência de lidar com a bipolaridade da Docete*

Nathaniel: Bom dia, minha princesa! Está se sentindo bem? Quer dar uma volta? Pode ser que melhore. Quer comer algo? Quer ir naquela loja que você fala há semanas? Quer alguma coisa? O que posso fazer por você? *fica prestativo tentando evitar discussões, mas se a Docete brigar, dependendo de qual for a razão, perde a paciência e é difícil voltar ao normal*

I like you more and more the less that you breathe; @Hyukyung

 Hyunjeong nunca fora uma pessoa vingativa. Nunca. Sempre fora prestativo, gentil. Educado. Divertido e otimista. O ponto era que sempre havia um limite para tudo, incluindo para seu humor, ou para o que as pessoas faziam consigo. No caso, tratarem-no como um meliante, um marginal. Coisa que até poderia ser, mas não havia ninguém naquela vila que pudesse apontar-lhe o dedo, para julgar seu caráter sobre isso. Não havia ninguém no mundo, mas, principalmente, em Bukchon, que pudesse condená-lo por seus comportamentos. E, se alguém tentasse, então ele faria de tudo para deixar o melhor lado de sua personalidade, para lá, na mais nova intenção de fazer com que seu agressor ou agressora – não apenas sobre aspecto físico – pagasse pelo estresse pelo qual o havia feito passar.

 Era aquilo que ele tinha em mente para com Minkyung. A garota que vira como amiga por um bom tempo, até que tivesse a audácia de se colocar entre ele e Phoebe, num acerto de contas. Fato que não o teria incomodado, se não fosse pelo detalhe tão catastrófico: a maneira como se afastara da amiga americana, logo após o ocorrido. Desde então, ele tinha lá seus planos para fazer Minkyung pagar. Estes que consistiam em situações bobas à princípio, mas avançavam para algo muito maior agora, conforme o sentimento crescia dentro de si: ódio.

 E ele, este sentimento, estava todo concentrado em seus movimentos daquele dia, ao longo da manhã. Com a folga no trabalho de meio período, à tarde, pôde fazer serão à porta do colégio. Com os óculos muito bem posicionados no rosto, o celular com as músicas no volume máximo. Não vira problema algum em passar todo aquele tempo escorado no muro, aguardando que o sinal batesse. Até que isso finalmente aconteceu e, com o olhar atento, acompanhou nem tão de longe, os movimentos de Minkyung. Até metade do caminho, mais ou menos, quando avançou por uma esquina paralela, apenas para que pudesse dar de cara com ela. Literalmente.

“Esse é aquele momento em que a Chapeuzinho Vermelho anda pelo bosque, mesmo com o lobo mau à espreita?” O sorriso deturpado em seus lábios foi inevitável, enquanto mantinha as mãos dentro dos bolsos do moletom. “E aí, bebê chorão.”

@bc-minkyung

Especial Niall Horan - #1

Almoço em família:

- Tudo certo? – murmurei para mim mesma, olhando as travessas na cozinha e checando se tinha feito tudo que tinha planejado. Acrescentei um pouco de queijo ralado na massa e sorri, estava tudo conforme o planejado.

Sai da cozinha e andei até o portal que dava para o enorme quintal da casa, onde eu já tinha arrumado a mesa para todos nós almoçarmos, com guardanapos, talheres, pratos e copos. Lembrei de colocar um pequeno vaso no centro da mesa e senti o aroma de rosas quando me aproximei.

- Amor? – Niall gritou de dentro da casa – Onde está a bóia de braço do Ethan?

- No armário, á direita. Na segunda gaveta – gritei de volta, ajeitando a toalha

Houve uma pequena pausa, então:

- Amor? – ele gritou de novo – Qual das bóias é a do Ethan?

- É a do Homem aranha! – gritei e ri – Ou qualquer outra!

- Mas eu quero a do Olaf! – ouvi um gritinho do quarto, e depois mais alguns, até Niall descer as escadas com Ethan e Noah, de sunga e bóias diferentes. Cada um com uma bóia do Olaf e do homem aranha.

- Mas o que? – perguntei confusa

- Eles estavam brigando pelas bóias então decidi colocar um personagem em cada braço – Niall disse e deu de ombros

Sorri para meus filhos e andei com eles até a borda rasa da piscina.

- Que horas os meninos chegam? – perguntei já me virando e ajudando meus filhos a entrarem na piscina.

- Chegamos! – Liam gritou do portal

Revirei os olhos.

- Não existe campainha não? – perguntei divertida, recebendo os padrinhos dos meus filhos e sorrindo.

- Somos de casa, pra que desperdiçar tempo com campainha? – perguntou Harry

- Tudo bem então – balancei as mãos do ar – Harry, vá guardar as bebidas na geladeira, por favor.

Ele prestou continência e seguiu para a cozinha, enquanto eu ficava do lado de fora com Liam e Louis, que já tinham tirado as camisas e estavam dentro da piscina com os meninos.

- Amor? – Niall gritou, outra vez. Só agora eu percebi que ele não estava mais conosco – Sabe onde está a minha sunga vermelha?

- Na parte do meio do armário, junto com as cangas!

Outra pausa, acho que nem de um minuto.

- Amor? – ele gritou – Aqui só está a preta e a azul!

- Porra Niall, quantas sungas você tem? – perguntou Harry, saindo da casa e vindo na nossa direção

- Olha o palavrão, Styles! – chamei a atenção dele – Usa qualquer uma amor, são todas sungas!

- Mas eu quero a vermelha! – ele disse, aparecendo na janela, e fazendo bico.

- Niall, entra de short. Não quero ver suas pernas brancas e peludas! – exclamou Louis, fazendo Noah e Ethan rirem

- Papai tem as pernas bem peludas! - gritou Noah, balançando os braços na água, jogando esguichos na cara de Louis.

Niall fez cara de magoado na janela, e entrou, demorando alguns minutos, e reaparecendo de shots e com Megan no colo, que parecia meio sonolenta. Assim que me viu, ela esticou os bracinhos e veio para o meu colo, bocejando e coçando os olhos.

- O que houve, princesa? – perguntei passando a mão em seus cabelos loiros

- Estou um pouco cansada, mamãe - ela resmungou

- Cadê a bebê mais linda do titio ? - Harry perguntou, fazendo voz engraçada e se aproximando de Megan

A menina pareceu se animar um pouco, e sorriu para o padrinho.

- Eu não sou mais bebê, tio Harry!

- Megan! Você está quente! - exclamei um pouco preocupada, colocando a mão na testa dela.

- Eu causo esse efeito nas mulheres - disse Harry sorrindo, e eu lhe dei um tapa na braço

- Ela é uma criança, idiota!

-Mamãe! Não chama o titio de idiota - falou Megan no meu colo, e Harry piscou para mim - Parem de falar alto, minha cabeça dói - ela colocou as maos na cabeça e deitou no meu pescoço

- Niall! Vá comprar um remédio para Megan!

- Estou molhado, querida - ele disse da piscina, sorrindo de um jeito meigo. Revirei os olhos.

- Eu fico com ela enquanto você vai lá comprar- Harry se ofereceu, pegando a menina em seus braços e a embalando de um jeito bem fofo, fazendo ela sorrir algumas vezes.

Entrei na casa para pegar a minha bolsa e as chaves do carro, mas antes, lembrei que tinha deixado a torta de pêssego no forno, então fui até o portal e gritei para Harry:

- Fique de olho na torta pra mim, sim? O forno vai apitar quando estiver pronta!

Harry assentiu com a cabeça e continuou falando com Megan. Sai da casa e fui para a farmácia mais perto, mas acabei passando também em uma lojinha de brinquedos infantis. Mãe é assim né.

Comprei uma bola de praia e alguns patinhos e outros bichinhos de borracha. Megan pode se animar e querer entrar na piscina, então aproveitei e comprei uma bóia de braço para ela também.

Quando cheguei em casa, um cheiro não muito agradável estava no ar, e tudo em silêncio. Comecei a ficar nervosa, e fui direto para o quintal, encontrando todos murmurando entre si. Soltei um suspiro de alívio e todos ali tomaram um susto, principalmente Harry, que estava tão branco quanto papel. Já percebi que tinha algo de errado, mas não disse nada. Estava mais preocupada com Megan, então dei o remédio para ela e chamei todos para a mesa.

- Quem vai me ajudar a pegar as coisas? - perguntei sorrindo, esperando alguém se manifestar

- A comida já está na mesa, querida - Niall disse meio óbvio, sentando se na mesa com  todos e pude perceber que a mesa já estava posta.

- Sairei mais vezes para quando voltar, só ter que sentar e comer - usei um tom divertido, e todos pareciam bem, menos Harry.

Comecei a colocar a comida das crianças, e servi os homens para depois colocar o meu prato. Assim que peguei no garfo, lembrei que as bebidas estavam na geladeira da cozinha.

- Vou buscar as bebidas! - disse já me levantando, mas Harry foi mais rápido, levantou se num pulo

- Eu pego! -  e saiu em disparada para a cozinha,voltando segundos depois, com sucos e gelo.

- Quanta eficiência! - falei tirando sarro com a cara dele, mas Harry só sorriu sem graça e se sentou, nervoso.

- Ou medo de morrer - Louis murmurou do outro lado da mesa, e Liam e Niall prenderam o riso.

- AÍ! - exclamei, quando senti alguém me chutando por baixo da mesa, logo percebendo pelo olhar assustado de Harry, que tinha sido ele.

- Me perdoe

- Você está bem? - perguntei a ele, que só balançou a cabeça e ficou olhando pro prato.

Comecei a servir os sucos, e percebi que ele trouxe o de Melancia e Abacaxi. Teria que ir lá dentro buscar outro. Quando fiz menção de levantar, Harry gritou:

- Onde você vai?

- Noah tem alergia a abacaxi. Vou buscar outro suco para ele

- Eu busco! Qual você quer?

- Harry, está tudo bem. Eu pego. Ele é meu filho. -  o tranquilizei, achando que ele estava querendo ser prestativo, e segui para dentro da casa, tentando achar a pequena jarra de suco de uva.

Estava quase saindo da cozinha, quando lembrei da torta que estava no forno. Harry deve ter deixado lá sem saber o que fazer. Mas quando o abri, estava vazio. Talvez ele tenha colocado na pia ou na geladeira para esfriar, mas quando olhei nesse lugares, também não achei a travessa de torta.

Andei até a mesa e servi meu filho com o suco de uva, fazendo ele soltar um gritinho de alegria e beber quase todo o copo de uma vez. Me virei para Harry, ainda intrigada com o paradeiro da torta.

- Harry, onde você colocou a torta para esfriar? - assim que as palavras saíram da minha boca, Harry se engasgou com a comida, ficando totalmente vermelho e sem ar.

Quando enfim ele conseguiu voltar a respirar, limpou a boca com o guardanapo e desviou os olhos.

- Era pra colocar para esfriar? -  a voz dele saiu mais fina que o normal, e eu ri.

- Claro, como vamos comer a torta quente?

Todos os homens se entre olharam e riram, menos Harry, é claro. O que já estava me irritando profundamente.

- Onde você enfiou a torta, Styles?

Ele mordeu a boca e não me respondeu.

- Tá no freezer, mamãe - disse Ethan, olhando para mim com olhinhos cúmplices e sorrindo com a boca cheia.

- Obrigada, querido - sorri para o menino e olhei feio para Harry, não entendendo o porque dele não me responder.

Fiz o caminho até a cozinha outra vez e fui direto ao freezer, dando de cara com a travessa de torta, de fato.  Porém, algo estava errado. Muito errado.

Aproximei mais o rosto e logo percebi o problema, que fez meu sangue borbulhar. Sai da cozinha batendo o pé e fui ate a mesa, provavelmente com uma cara de má porque alem dos homens ficarem assustados, as crianças também ficaram.

- Que merda é aquela?

- Olha, eu posso explicar! – Harry começou a gaguejar e levantar, erguendo os braços em total defesa

- Explicar o que? – gritei – Eu só pedi para ficar de olho na torta!

- Mas a Megan estava tão… – o cortei

- Não ponha a culpa na minha filha, seu irresponsável! – bufei – Era só desligar o forno quando ele apitasse! Qual o problema de escutar o apito e desligar?

- Você não está entendendo … – ele tentava se explicar, mas não parecia tão chateado assim. Resolvi fazer um joguinho.

- E além de queimar a minha torta, você a coloca quente no freezer? – perguntei, incrédula – Você sabe o que acontece com travessas de vidro quente quando entram em contato com uma superfície gélida?

Ele balançou a cabeça negativamente.

- Elas racham, idiota! – exclamei, jogando os braços pro alto – Elas quebram!

- É só comprar outra! – ele disse, parecendo mais calmo.

Cai de joelhos no chão e coloquei as mãos no rosto.

- Aquela travessa foi da minha tratará vó! Do chá de panela que ela teve quando casou pela primeira vez! – gritei com voz chorosa – Era a única lembrança que eu tinha dela!

Apertei as mãos no rosto, e funguei alto, fazendo todos ficarem em silencio por muitos minutos. De repente, sinto Harry me abraçando.

- Meu Deus. Me desculpa, me desculpa! – ele disse acariciando meu cabelo – Eu não não sabia! Me perdoe! Céus! O que posso fazer ?

Reprimi a vontade de rir e funguei mais uma vez, tirando as mãos do rosto e tendo a certeza de que estava com os olhos cheios de água.

- Não tem nada que possa fazer – murmurei baixo, parecendo triste.

Harry parecia incrivelmente mal, e estava a ponto de chorar quando Niall e eu explodimos em gargalhadas, levando Niall e Liam junto de nós.

- O que ? – perguntei Harry, confuso.

Levantei-me do chão, colocando as mãos na barriga e quase ficando sem ar de tanto rir. Harry olhava para gente, confuso, mas depois entendeu tudo e fez cara de bravo. Muito bravo.

- Eu não acredito que você fez isso! – ele gritou para mim e ficou todo vermelho – Eu quase chorei aqui!

- Eu sei – limpei as lagrimas – Eu vi!

- Querida, você com certeza é a melhor atriz de todos os tempos! – falou Louis, jogado na cadeira e rindo.

- É por isso que sou muito bem paga!

- Você vai me pagar! – Harry gritou, mas eu não tive tempo de reagir, ele já tinha me jogado no ombro e andado comigo ate a beira da piscina, me tacando nela logo em seguida.

- Você é louco? – gritei, assuando o nariz de tanta água que respirei.

- Isso é pra você aprender a não me deixar nervoso

- Estou encharcada, Harry! – falei, vendo meus jeans molhados e colados nas pernas.

Harry me ofereceu um sorriso sacana e piscou para mim.

- É o efeito que causo nas mulheres

A última coisa que ouvi, antes de Harry sair correndo pela casa, foi:

- Você tem um segundo para correr, Styles

Niall não estava brincando quando falou um segundo.

/Larry

Não importava se tinha razão, devia me calar. No meu tempo, ser educado era ficar em silêncio. Na mesa, não podia emitir som que não fosse da natureza do garfo e da faca. Criança aceitava, não falava. Como um bicho doméstico, um galo, um cachorro, um gato, um canário belga. Encabulava quando raspava a louça, arranhava as rodas ao estacionar no meio-fio do prato. Meu pai falava sem parar dos negócios, dos vizinhos, do futebol e eu escutava com continência e louvor. Nunca me passou pelos ouvidos nenhuma pergunta inteligente para fazer, até porque as perguntas inteligentes surgem das bobagens e não corria riscos. Se as conversas tivessem sido gravadas na época, descobriria que não apareci na própria infância. Entrava com um “obrigado” e saía no “com licença”. Não questionava os hábitos, preocupado em me ver livre o mais rápido possível daquela cena. Não sabia como viver para me sentir morto. Não sabia como morrer para me sentir vivo. Meus bolsos cheios de bolas de gude para acompanhar as mãos. Os bolsos do meu pai cheios de chaves para desafiar as mãos. Os bolsos de minha mãe cheios de pedras do terço para esquecer as mãos. A sobremesa era sagu ou arroz de leite, que comia com vagar e ódio, já que consistia na mesma merenda da escola. Passava o dia comendo sagu ou arroz de leite. A canela em cima do doce me arrepiava de careta, emburricava a respiração. Me censurava antes da censura, me proibia antes da negação, me cavava antes de ser enterrado. Pensativo como quem se penteia no espelho. Prestativo como quem tem culpa por crescer. Nas saídas em família, permanecia igualmente calado, omisso, aceitando que as pessoas secassem seus dedos no meu rosto em cada encontro. Quando recebia um elogio público de comportado, o pai sorria, a mãe sorria, e bem que tentava sorrir, mas os dentes eram de leite e logo cairiam. Nunca levantei a voz. Falava para dentro, com a cabeça inclinada de cavalo cansado. Tinha serenidade porque não encontrava outro sentimento para colocar em seu lugar. Não havia estômago para chegar ao fim da esperança. Não estava escuro para me defender com vela, muito menos claro para procurar sombras. Conhecia de cor o ato de contrição, apesar da dificuldade de inventar pecados. A humildade lembrava covardia, o que explica minha vontade insana de fazer calar esse tempo, o meu tempo de camisa fechada até o último botão.
—  Fabrício Carpinejar.
Welcome my... babies? II Mel and Matt

Hoje era o dia do primeiro exame de ultrasonografia de Melissa, e seu marido não perdeu a chance de acompanha-la. Ele estava se mostrando mais prestativo e compreensivo que o normal depois que ambos descobriram a gravidez e a loira estava adorando aquilo. Sua barriga só tinha crescido um pouquinho, mas bem pouco mesmo o que fez com que ela estranhasse. Mas segundo o médico que estava acompanhando toda a gestação dela e isso normal para as mães de primeira viajem. O enjoos e nauseas continuaram a aparacer, mas como ela já estava acostumada com isso não teve muita diferença. Mas algo que realmente a incomodou foi a fato de seus seios ficarem mas sensiveis o que também segundo o médico era algo normal. Mas que incomodava, incomodava. Seus pais iam a visitar frequentemente e Sarah sempre a fazia companhia quando Matthew tinha que sair por algum motivo.Algo que ela notou que ele evitava fazer ao máximo. Era esse tipo de atitude que fazia ela gostar dele cada da mais.

Melissa estava deitada na maca e sentia o médico passar o aparelho na sua barriga.- Mas olha para isso.- o homem comentou. A loira olhou para a tela mas não entendeu nada do que tinha ali.

- O que foi, algum problema com meu bebê?- perguntou ficando preocupada.

- Não, está tudo ótimo.- ele sorriu e a fitou e depois olhou para Matt.- É que não é só um bebê. São dois.

- São gêmeos?- ela perguntou surpresa e logo olhou para o marido com um sorriso no rosto.- Dá para saber o sexo?

- Exatamente.- o homem olhou para tela com atenção.- São duas meninas.

Ele é mais que meu namorado. Se a definição de namorado é ‘aquele cara que anda de mãos dadas e tem liberdade pra beijar a garota quando quiser’, definitivamente, ele é bem longe disso. Ele é meu amigo, meu parceiro, meu quase irmão. Eu me sinto a vontade com ele pra falar sobre tudo, entende? Com ele, eu sou diferente. Eu sou engraçada, extrovertida e, cara, linda, Eu me sinto linda perto dele, porque ele faz com que eu me sinta assim. Nós nos xingamos, nós lutamos, e nos enroscamos depois. Eu me sinto segura no abraço dele, e eu não me importaria de ter aquele sorriso dele de 'poxa, eu sei que você quer, e você sabe que eu quero; por que você não deixa?’ todos os dias do meu lado. Porque, cara, eu gosto dele. Gosto pra caralho. Eu consigo me imaginar casada com ele. Não pelo lado bonitinho da coisa. Mas, só de saber que eu teria ele comigo todos os dias, eu já me animo com isso. Ele é o tipo de cara que me faz imaginar uma discussão sobre o confuso pensamento de Aristóteles enquanto um orgasmo tá rolando. É sério, cara. Ele vai além de um cara gato com uma pegada que, pelo amor de Deus, é irresistível. Ele é inteligente, atencioso, prestativo, carinhoso, e lindo. Os conceitos dele sobre a vida e seus mistérios me fazem pensar sobre o que eu sou e o que eu quero ser do lado dele. E, cara, ele é meu namorado. Eu não quero perdê-lo. É isso.
—  Karen Eduarda
Não é saudade, é lembrança. Consigo me lembrar de seu sorriso branquinho que aparecia a todo momento, do carinho mais carinhoso que senti mesmo longe, das conversas mais estranhas, do sentimento mais forte, do seu lado engraçado e positivo de ver a vida, do seu amor por estrelas e vozes, pela minha voz. Ela era um boa garota, pra alguns até ótima, mas eu que nunca fui bom, principalmente pra ela. Nunca fui metade do que ela merecia, porque meu sorriso sempre foi metálico e nunca apareceu sem motivo forte, não sou bom em fazer carinho ou em ser muito prestativo, prefiro conversas pensantes, sentir algo nunca foi escolha, mas prefiro congelar tudo, sei ser engraçado, também amo as estrelas e a voz dela. Já tentei mudar, por ela, mas não consigo ser diferente, eu sou um cara mau, que nunca se importou com ela de verdade. E tenho pena, sinto muito, talvez eu fale pra ela um dia. Enquanto ela chora e fica se perguntando se algo realmente valeu a pena, eu estou vivendo sem nem lembrar da existência dela. Devia ter percebido que sou insuficiente até pra mim. Incrível ver a Rapunzel se apaixonar pelo lobo mau, porque nem na mesma história estamos, por isso ela chora de saudade e eu não sinto nada com meu coração congelado impedindo que algum sentimento flua
Eu sou um cara mau, por ter ferido os sentimentos dela.
—  Preceitos de Ben versus Cartas para João.
Nos conhecemos em uma tarde qualquer, dessas no meio da semana que mesmo com a correria do dia a dia você se permite por um instante respirar. Ele me parecia um garoto prestativo, extrovertido e tinha uma pitada de mim, algo nele me fazia sentir como se já nos conhecêssemos à anos, não sou uma garota que costuma falar com estranhos, mas com ele foi diferente conversamos por horas naquele dia e ele me ensinou uns truques de um jogo, não passamos disso até então. No decorrer da semana já estávamos “amigos de infância”; cúmplices, ouvintes.. e algo começou a acontecer, as pessoas estavam começando a notar que aquela superproteção que tínhamos um com o outro não era algo assim tão normal, e a “anormalidade” ganhou proporções grandes, passamos a não nos desgrudar. Assistíamos filmes que envolviam ação e romance (a ação era só para camuflar a parte do romance, que era tudo que precisávamos esclarecer um para o outro, mas era cedo além de surreal), trocávamos músicas; ele fã dos clássicos do rock e eu não sabia definir o meu gosto a musical, geralmente a música me escolhe e ele quase sempre escolhia algo que me tocava a ferida. Quando anoitecia ele cantava pra mim e era a única parte do dia em que eu não pensava mais em nada, só me deixava levar por sua voz doce e suave, era apaixonante ouvi- lo cantar; a forma trêmula que as palavras saíam de sua boca e o sorriso bobo que ele dava a cada estrofe, estávamos tão apaixonados.., isso era obvio, mas não queríamos estragar as coisas, o que tínhamos talvez não se parecesse com amor nem de longe, o amor é um sentimento tão egoísta, acaba sempre deixando alguém partido ao meio e éramos como um só. Essa história conta um pouco de nós antes de selarmos a sepultura do nosso coração com um “eu te amo”.
—  Amantes da Loucura; inicio e reticências, INParanhos.