preconceituosa

Ser mulher...

Ser mulher é ser forte quando todos dizem que ela é fraca. É nunca desistir de uma luta quando todos já desistiram. É ser complicada ao ponto de ninguém entende-la, mas saber exatamente o que é. Ser mulher é ser amor, paz e caos ao mesmo tempo. Ser mulher é ir atrás de seus sonhos e conquista-los. Ser mulher é saber esperar sua vez, e quando chega, faz acontecer. Ser mulher é não desistir quando alguém disser que ela não pode, ou não consegue fazer algo, é ir e mostrar que estão todos errados, que ela consegue. Ser mulher não é fácil em uma sociedade preconceituosa, mas a cada dia que passa conquistamos os nossos direitos, afinal, ser mulher é isso, é nunca desistir.

Caren B.

Sou a maldade em crise, tendo que reconhecer as fraquezas de um lado que nem todo mundo vê. Fiz em mim uma faxina, e encontrei no meu umbigo o meu próprio inimigo que adoece na rotina. Eu quero me curar de mim. Quero me curar de mim. O ser humano é esquisito, armadilha de si mesmo. Fala de amor bonito e aponta o erro alheio. Vim ao mundo em um só corpo, esse de um metro e sessenta, devo a ele estar atenta. Não posso mudar o outro. Vou pequena e pianinho fazer minhas orações. Eu me rendo da vaidade
que destrói as relações. Pra me encher do que importa, preciso me esvaziar. Minhas feras encarar, me reconhecer hipócrita. Sou má, sou mentirosa, vaidosa e invejosa. Sou mesquinha, grão de areia. Boba e preconceituosa. Sou carente, amostrada. Dou sorrisos, sou corrupta. Malandra, fofoqueira, moralista e interesseira. E dói, dói, dói me expor assim. Dói, dói, dói, despir-se assim. Mas se eu não tiver coragem pra enfrentar os meus defeitos. De que forma, de que jeito eu vou me curar de mim? Se é que essa cura há de existir, não sei. Só sei que a busco em mim, só sei que a busco.
—  Me curar de mim, Flaira Ferro.
HOMOSSEXUALIDADE

É difícil tocar nesse assunto sem se irritar, algo tão normal para alguns, já para outros não posso dizer o mesmo. Estamos em pleno século XXI(21) e não importa onde você vá, sempre irá esbarrar com alguma pessoa homofóbica, preconceituosa, machista, racista, etc… Já virou comum hoje em dia as pessoas(principalmente os homens) usar os seguintes termos: viado, baitola, boiola, gayzinho, bicha…, para ofender ou diminuir os homossexuais e como se já não bastasse tamanha estupidez e falta de noção de seu ato, tem alguns que ainda agridem não só verbalmente como também fisicamente, e em alguns casos chegam até matar homossexuais.
Bom, ai eu pergunto, um ser humano desses que tem em mente que julgar e discriminar o outro pela sua orientação sexual é correto, pode ser considerado uma pessoa normal?

“ah Lucas mas qualquer um tem direito a livre expressão de opinião”

SEU CU! Entenda de uma vez por todas, NINGUÉM pode discriminar ou julgar o outro pela sua COR, RAÇA, ORIGEM, CRENÇA RELIGIOSA, CONDIÇÃO E SAÚDE FÍSICA SENSORIAL E MENTAL…, ou principalmente no caso sua ORIENTAÇÃO SEXUAL, é errado, é preconceituoso, é estúpido, é CRIME. Por exemplo, nenhum homem no mundo acordou um dia e disse: “ah, hoje vou virar gay e vou dar o meu cu”, não é uma escolha ou opção caramba, digamos que seja um tipo de atração, a pessoa não sabe o que está sentindo, ela só sabe que sente um certo tipo de atração diferente e com base nisso começa a ser vista de uma forma diferente, começa a ser DISCRIMINADA.

“ahh Lucas mas eu não sou obrigado(a) a aturar nenhum gay”

EXATAMENTE! Você não é obrigado(a) a aturar nenhum homossexual, MAS, não julgar e respeitar você tem obrigação SIM. Você não precisa conviver ou muito menos ser amigo(a) deles, até mesmo porque ai já é um problema seu, mas dai querer apontar o dedo e julgar ou discriminar alguém pela sua orientação sexual é extremamente intolerante. A partir do Novo Testamento nem Jesus jugou os homossexuais, na verdade não tem nenhuma fala dele nesse Novo Testamento citando os homossexuais, então com base nisso, quem é você pra julgar alguém pela sua orientação sexual?

“ahhh Lucas mas os meus filhos vão estranhar quando ver um homossexual”

ERRADO! Quando os pais não são homofóbicos ou preconceituosos as crianças conseguem entender aquilo como algo perfeitamente normal, apesar de provavelmente elas não verem sempre uma pessoa homossexual em seu dia-a-dia, cabe aos pais desde cedo começarem a explicar aos seus filhos mais sobre o assunto, o qual não deve ser visto como algo estranho o que na verdade deve ser tratado com o máximo de clareza possível, fazendo assim com que a criança não comece a ser preconceituosa desde a infância.

Enfim, é complicado tentar explicar para certas pessoas que HOMOSSEXUALIDADE NÃO É UMA OPÇÃO SEXUAL! Caso você seja uma pessoa assim: homofóbica, racista, machista…, é melhor você começar abrir mais a sua mente, pois o mundo evoluiu e está evoluindo a cada segundo que passa e você ai, ficando para trás. Amanhã você pode acordar, fazer suas coisas de rotina, e do nada começar a sentir atração por pessoas do mesmo sexo que o seu, bem, você não vai saber o que está acontecendo nem o porque, antes você achava a Mariazinha linda, hoje nem tanto, amanhã você olha para o Joãozinho e já não consegue mais desviar o olhar para ele, e vice-versa. Você iria achar aquilo estranho, não?!

A pois, mesmo que você não goste de homossexuais, tudo bem, mas não julgue, respeite para que você seja respeitado(a) também.

— Lucas Brito.

i’m in love with the shape of you

  • Olá pessoas!! Tudo bom? One shot/imagine novinho em folha, espero que gostem. Eu sumi de novo, mas tenho sim alguns imagines em comecinhos. É que eu demoro demais num imagine só e no processo de um começo outro e vira tudo uma bagunça. Desculpem os erros, por mais que tente sempre tem coisa errada.
  • A maioria desse imagine eu escrevi ouvindo Shape of You - Edinho Sheeran
  • Enjoy it!

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  ¤ “Até que enfim você apareceu em Brubs”

Pois é, me desculpem, mas a escola que eu estou não dá sossego em nenhum dia!

  ¤ Isso é um pedido que já tá ficando bem atingo, aliás, todos estão, me perdoem por isso também!

  ¤ Boa leitura :)

———–

  Os balões coloridos enfeitavam toda sala chegando até uma parte da escada. A festa estava boa, na verdade maravilhosa, mas não para Harry Styles. Aquilo com certeza não  estava sendo tão lindo quanto para as outras pessoas.

  É aniversário de sua irmã, todos estão presentes, até mesmo sua ex mulher com o mais novo namorado, o que fazia daquela festa algo entediante.

  Não que Harry estivesse com ciúme, jamais! Diria ele.

  Mas não é confortável ver uma pessoa que você conviveu durante doze anos em uma relação com outra pessoa bem mais nova que ela. Harry nunca foi o tipo de pessoa preconceituosa, isso passava longe do homem. Mas ver a maneira como aquele rapaz abraçava S/n por trás fazia algo incomodar seu peito.

  Aquela mulher já havia sido dele.

  - Quer mais uma cerveja? - A voz bem familiar de Niall chamou sua atenção fazendo com quê os olhos verdes parassem de encarar como S/n sorria perto do tal Caio.

  - Por favor. - Falou aceitando de bom grado a que o loiro lhe oferecia.

  Os dois ficaram em silêncio examinando tudo aquilo que estava acontecendo ao redor. Os olhos de Niall estavam enterrados em Tiffany, a garota dançava alegremente como se aquela fosse sua última noite e ele ficava feliz com aquilo, ele gostava de saber como ela estava alegre mesmo passando por tantas coisas.

  Enquanto nos lábios do loiro havia um sorriso, na do moreno havia um bico um tanto cômico. No outro lado da enorme sala, S/n estava encostada na parede enquanto os lábios de Caio percorriam seu pescoço.

  Ela sempre fora tímida em relação a carícias em público, nunca gostou muito de se expor, mas algumas coisas haviam mudado desde que embarcou em seu novo relacionamento.

  S/n era ciente do quão mais novo o rapaz era em relação a sua idade, porém, resolveu se arriscar pelo menos uma vez. Apesar de suas cabeça dizer que ela estava apaixonada por Caio, seu coração sempre dizia o contrário, mas de qualquer maneira ela apenas queria experimentar um pouco de como era sentir adrenalina em suas veias novamente.

  - Você acha que ela gosta dele de verdade? - Harry perguntou para Niall que por um momento parou de babar na noiva.

  - Quem? - Perguntou desentendido fazendo Styles revirar os olhos.

  Não é possível que ele esteja tão vidrado nela assim!

  Pensou Harry.

  - S/n, você acha que ela gosta de verdade daquele moleque? - Seu tom não continha raiva nem mesmo desprezo, era como se ele realmente estivesse curioso para saber a opinião do amigo.

  - Ah. - Niall murmurou um pouco indeciso no que falar. Ele sempre foi amigo de Harry, mas também sempre foi amigo de S/n, não queria deixar ninguém por baixo, muito menos causar discórdia, isso seria terrível. - Ele parece ser uma pessoa legal, mas não o tipo de cara que seria o essencial para S/n. - Ele falou meio desconfortável. - Mas ele é legal! - Reforçou fazendo o moreno rir.

  Ao que seus olhos voltaram para a ex, viu que ela agora se encontravá sozinha e um pouco pensativa. Mas sua solidão não durou muito tempo, Caio logo voltou com dois copos e um deles foi oferecido a S/n que sorriu em agradecimento. O rapaz depositou um beijo em seus lábios e Harry constatou que não gostava daquilo.

  A música agitada parou dando início a uma bem lenta, Talking Out Loud de Ed Sheeran. Harry sorriu com aquilo e viu ali uma oportunidade.

  Se levantou deixando um “já voltou” para o loiro que não entendeu muito bem pois estava preocupado vendo sua noiva rebolar. O sorriso nos lábios de Harry, brincavam como se fossem de um adolescente pronto para aprontar alguma. Assim que chegou perto do casal, viu que eles já se posicionavam para começar alguns paços, porém, um toque no ombro de Caio fez tudo parar e os olhos de S/n se arregalaram.

  - Você a me emprestaria por um momento?  - Ele perguntou como se fosse a situação mais normal no mundo.

  O mais jovem engasgou um pouco por simplesmente ter um pouco de medo de Harry. Seus olhos procuraram pelos de S/n procurando um ponto de partida e ali Harry viu o quanto o rapaz era inexperiente, não por querer opinião de S/n, mas sim por não ter o que dizer.

  Babaca.

  - Se você se sentir desconfortável eu posso ficar aqui. - Ela disse ao mais novo que nega com a cabeça dizendo que por ele tudo bem.

  O fato era, aquela não era uma simples música, aquelá era A música. Eles haviam a dançado no lugar da valsa no dia do casamento e nem em um milhão de anos ele deixaria ela dançar com outro.

  As fortes mãos foram para a cintura dela aproximando os corpos, mas não tanto. Harry tinha plena consciência de que S/n estava em um relacionamento sério e não queria causar problemas para os dois.

  Isso era o que ele tentava se convencer.

  - Você é a pessoa mais atrevida que já conheci. - Ela se manifesta assim que a voz de Ed soa pelo local.

  - Era isso que você mais admirava em mim. - Ele diz provocando uma revirada de olhos da parte da moça.

  - Eu não sei como não notava o quão rude isso era. - Falou fingindo lamentação.

  A mão de Harry apertou mais a cintura de S/n, que pareceu não notar e continuou a dançar.

  - Ele não parece tão experiente quanto você.  - Harry diz se referindo ao rapaz que agora parecia totalmente deslocado naquele local.

  - Ele é bem mais do que parece ser. - S/n defendeu mesmo sabendo que aquilo era uma grande mentira.

  - Ah é? - Perguntou com a sobrancelha arqueada.

  - Sim. - Afirmou novamente.

  O rosto de Harry se aproximou um pouco mais do dela o que fez com que ela recuasse um pouco, mas a forma persistente dele fez com que sua boca chegasse ao seu ouvido.

  - Então por que não está dançando com ele?  - Perguntou com falsa inocência fazendo S/n arfar.

  Não ouve uma resposta, S/n apenas continuou dançando.

- Você sente falta de nós dois? - A pergunta agora partiu dela.

- Você sente? - Ele retrucou.

S/n novamente revirou os olhos, ela odiava os joguinhos que Harry fazia, mas também sempre gostou de estar neles. Era algo deles.

- Às vezes. - Falou dando ombros como se aquilo não fosse algo importante, mas era. - E você?

-Sempre. - Respondeu direto.

S/n não podia negar, suas pernas haviam ficado mais moles e seus coração um pouco mais acelerado.

- Sabe o que realmente me interessa? - Ele perguntou agora encarnado S/n de forma profunda, mas por dentro estava em um conflito se deveria realmente perguntar o que estava em sua mente.

S/n negou com a cabeça já sabendo que não viria coisa boa.

- Você beija ele como me beijava? - A pergunta fez S/n ficar totalmente desconcertada, coitada, mal sabia o que viria bela frente. - Vocês fazem amor como nós fazíamos? - Se as pernas dela estavam moles, agora haviam derretido, sua sorte (ou não) era que os fortes braços a seguravam.

Em seus pensamentos ela imaginava o quão particular aquelas respostas eram. Harry era simplesmente um louco, ela queria apenas sair dali e dizer ao seu namorado que foi uma péssima ideia ter saído de casa, entretanto, suas pernas não obedeciam sequer uma ordem, imagina uma sequência delas!

- Por que você quer saber isso? - Perguntou um pouco desacreditada.

Harry mexeu seus fortes ombros de forma descontraída, mas não era assim que ele estava por dentro. Na realidade o seu interior estava tremendo de medo de ela dizer que sim, o novato é bem melhor que ele.

- Ele não parece ser o cara que te satisfaz. - Respondeu como se aquilo fosse normal, mas estava ficando constrangedor.

- Ele se esforça para me agradar…em todos os sentidos. - Completou a última parte dando uma pequena alfinetada em Harry que sorriu torto.

- Eu sempre quis fazer o melhor para você. - Ele disse assim que capitou a indireta.
 
- Não quero discutir sobre o fim de nosso relacionamento agora. Não aqui. - Falou tentando se afastar mas Harry a prendeu mais. - Harry…

- Diga que vai almoçar amanhã comigo às 11h20min naquele nosso restaurante favorito e eu deixo você ir fingir que se importa com o menininho mimado. - Disse fazendo S/n encara-lo incrédula mais uma vez.

- Você é inacreditável.

- E você maravilhosa. - Piscou fazendo charme. - 11h20? - Perguntou soltando S/n que suspirou.

- 11h30. - “ Confirmou” fazendo Harry comemorar intensamente por dentro e logo virou as costas deixando um sorriso bobo saltar por seus lábios.

Seria um recomeço?

Eu não virei, eu apenas sou.

Sua dor é ter que esconder quem você é para todos, inclusive para quem você mais ama.
Isso é ser Homossexual e esconder da família.
Por mais difícil que seja quebrar a expectativa da sua mãe da princesa encontrar um príncipe como sempre te ensinou, por mais difícil que seja dizer o que você é de verdade, nunca poderá fugir.
O medo dos seus amigos se afastarem de você, da sua mãe te olhar com outros olhos, do seu pai se revoltar, o medo das pessoas te olhar de uma forma diferente, o medo de ser apontado na rua, de trocarem de calçada, medo da sociedade preconceituosa achar que você tem uma doença por ser homossexual. VOCÊ É OBRIGADO A ENFRENTAR!
O pior é que os medos não são enfrentados um de cada vez, todos eles vão a tona juntos e se você não tiver um apoio vai cair sozinho, se você guardar tudo pra você, vai ser um peso tão grande que não vai conseguir caminhar.
Quem te ama de verdade, te apoia mesmo quando não concorda no início, mesmo que não sejam capaz de olhar nos olhos um dos outros por medo de encarar a realidade, uma hora ou outra vão ceder, e você já vai se sentir mais leve por tirar o peso de um segredo, de esconder de todos quem você é.
Aprenda que toda forma de amor é válida, e que sempre haverá gente dando pitaco, isso acontece até mesmo com casais heteros, quando dizem “fulana é bonita demais pra ciclano, prefiro ela com beltrano”. Isso é fato, você sempre vai ouvir “Tao lindo, uma pena que dá o ‘cu’”, “Olha lá a sapatão ”. Encare tudo isso como elogio, encare tudo isso com um sorriso no rosto e quer saber? AME QUEM VOCÊ QUISER. Você é livre pra ser você, livre pra se amar, livre pra amar ao próximo, não precisa viver preso num rótulo que diz quem você deve amar ou não, não precisa viver preso a mente fechada das pessoas, pois o que pensam ou não de você, é problema deles, que nunca saberão amar ninguém, pois o ódio e o preconceito estão ocupando o espaço que deveria ser do amor no coração deles. Mas o que você realmente é, é problema seu, que falem, que se afastem, você não tem que ter medo que quem vai embora por sua sexualidade, pessoas vazias não ocupam espaço perto de você.

E você ama, apesar da diferença de idade, das religiões, dos pais, da sociedade preconceituosa, das brincadeiras bobas dos amigos, do ‘impossível’, das provocações dos inimigos, do mundo querendo separar vocês, você simplesmente ama e é isso o que importa, e no final você só quer que tudo dê certo.
—  Kettlen Santana
10 filmes para derrubar preconceitos no dia mundial de luta contra a homofobia

A data é celebrada oficialmente desde 1992 todo dia 17 de maio. Fizemos uma lista de filmes que ajudam a pensar sobre o tema

Meninos Não Choram (1999)

Nascida numa região extremamente preconceituosa dos EUA, Teena Brandon assume sua identidade masculina e, enquanto tenta encontrar o amor, é vítima de abusos violentos. Inspirado em uma história real, o filme deu a Hillary Swank o Oscar de melhor atriz. (Imagem: divulgação Fox)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Azul é a Cor Mais Quente (2013)

Uma adolescente tem suas primeiras experiências sexuais e se apaixona perdidamente por uma garota mais velha. A relação se torna um rito de passagem para a maturidade. (Imagem: divulgação Imovision)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Filadélfia (1993)

Num dos primeiros filmes a tratar abertamente sobre a questão do HIV, Tom Hanks vive um sujeito demitido da empresa simplesmente por ser portador do vírus, que alia-se a um advogado homofóbico cuja percepção vai mudando gradativamente. (Imagem: divulgação Columbia)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Priscilla – A Rainha do Deserto (1994)

Duas drag queens e uma mulher trans viajam pela Austrália espalhando alegria. O filme trata as personagens sem cair no estereótipo, e virou um marco na comunidade LGBT. (Imagem: divulgação MGM)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Milk – A Voz da Igualdade (2008)

A história do primeiro ativista gay a ser eleito para um cargo oficial na Califórina é uma lição de superação, com uma performance de Sean Penn premiada no Oscar. (Imagem: divulgação Focus)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Hoje Eu Quero Voltar Sozinho (2014)

No cinema brasileiro recente, o filme mostrou a vida de um jovem deficiente visual que busca uma vida independente, e se apaixona por um dos melhores amigos. (Imagem: divulgação Vitrine)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Flores Raras (2013)

Glória Pires vive uma arquiteta em uma relação turbulenta com a poeta americana Elizabeth Bishop, neste drama com o Rio de Janeiro como cenário, baseado em uma história real. (Imagem: divulgação Imagem Filmes)

Source: Yahoo Vida e Estilo

O Segredo de Brokeback Mountain (2005)

Um dos filmes mais famosos sobre o tema, vencedor de 3 Oscars, o drama conta o amor proibido de dois cowboys obrigados a esconder seu amor por conta do preconceito. (Imagem: divulgação Universal)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Minhas Mães e Meu Pai (2010)

A família formada por duas mães e seus filhos frutos de inseminação artificial é abalada quando as crianças descobrem o pai biológico, nesta comédia dramática indicada a 4 Oscars. (Imagem: divulgação Focus)

Source: Yahoo Vida e Estilo

Direito de Amar (2009)

O estilista Tom Ford estreou na direção com este filme sobre um professor de inglês em depressão após a morte de seu parceiro. (Imagem: divulgação Sony)

Source: Yahoo Vida e Estilo

O que sobra então? Barzinhos de MPB? Nem pensar. Até gosto da música, mas rapazes que fogem do trânsito para bares abarrotados, bebem discutindo a melhor bunda da firma e depois choram “tristeza não tem fim, felicidade sim” no ombro do amigo, têm grandes chances de ser aquele tipo que se acha super descolado só porque tirou a gravata e que fala tudo metade em inglês ao estilo “quero te levar pra casa, how does it sounds?” Foi então que descobri os muquifos eletrônicos alternativos, para dançar são uma maravilha, mas ainda que eu não seja preconceituosa com esse tipo, não estou a fim de beijar bissexuais sebosos, drogados e com brinco pelo corpo todo. To procurando o pai dos meus filhos, não uma transa bizarra.
—  Tati Bernardi.
9

WANTED CONECTION: princesinha irmã caçula para Max Bedford

IDADE: entre 14 e 19 anos

NOME: Up to Player

FUNÇÃO: Aluna ou de Hogwarts ou da Dumbledore, vai de acordo com a idade que escolher.

CASA: Preferível que seja Sonserina

CONTATO: @maxbedford​ e RESUMO DA FICHA do max

SUGESTÃO DE FC: Cabelos escuros e olhos azuis… nada impede do cabelo ser de outra cor, porém os olhos precisam coincidir com os do Max, que são azuis.

RP: newpatronus-rp

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Estava lendo Tiago (Tg 1:2) um dia desses e numa das passagem li que “Acepção de pessoas” é pecado. Fiquei com isso na mente, o que seria “acepção de pessoas”? Então, eu achei um ótimo sinônimo para isso. Acepção nada mais é do que “preconceito”. Interessante, não? Preconceito é tão errado ao ponto de ser considerado pecado! Mas, automaticamente eu pensei “Bom, não sou preconceituosa!”, só que mesmo assim eu fiquei refletindo e percebi que sim, eu sou. Quantas vezes ao chegar num lugar novo eu me aproximei de pessoas “aceitas no padrão da sociedade”? Quantas vezes eu dei aquela olhada julgadora em alguém que passou por mim na rua? Quantas vezes eu falei mal de alguém apenas por causa da sua aparência? Quantas vezes eu fiz essa bendita acepção?! QUANTAS?! E eu sei que estamos numa época onde a palavra DESCONSTRUIR está na moda e eu entendo. Mas, além de DESCONSTRUIR AQUILO QUE LHE IMPÕEM, desconstrua também aquilo que ninguém fala sobre. Desconstrua o que você não tem coragem de assumir. Se desconstrua primeiramente, faz bem.
—  Reflita, Days.

anonymous asked:

Toda vez que você fala da tua mãe, eu me identifico... bem, eu sou lésbica e namoro porém e a minha mãe acha que 'ela' é só minha amiga... Minha mãe nunca gostou da minha namorada, mas ultimamente esta de acordo com a 'amizade' e minha namorada vira e mexe dorme aqui, sai com minha família, vai nas festas, enfim... minha mãe é evangélica conservadora e preconceituosa, eu diria... Qual o melhor jeito de me assumir pra ela? Ou é melhor nem se assumir e deixar que o tempo dirá?

Lamento muito por estar nessa situação, anon. Eu totalmente te compreendo. Eu mesmo nunca me disse lésbica pra minha mãe, quando ela soube que eu gostava de mulheres foi porque eu simplesmente apresentei minha então namorada a ela. Nunca tive “a” conversa. O mesmo está ocorrendo agora com a questão trans, não temos “a”, mas ela sabe que tem algo acontecendo, ainda que não saiba exatamente o que.
Não falar nada e deixar que o tempo passe é uma opção. Sua mãe saberá o que está acontecendo, porque ninguém é bobo, mas por eu mesmo fazer isso, eu já não sei se essa é a melhor opção, apesar de todos os problemas envolvidos quando “a” conversa ocorre. Viver desse jeito não é saudável, anon. Não temos qualidade de vida, isso é viver de misérias, viver como pedinte. Sempre haverá o assunto pendente, a conversa não feita, as palavras que são evitadas. Todos os envolvidos sabem o que está acontecendo mas ninguém faz nada. É estar em um local inerte e desconfortável. Quanto mais fico nessa situação, mais revoltado me encontro, tanto comigo, quanto com a minha mãe. Você deve analisar sua situação e ver se não corre risco de sofrer alguma violência, ser expulsa de casa ou afins, se você não correr esses riscos, talvez deva escolher viver livre.  Escolha a felicidade.

Ser mãe. Ser mãe exige responsabilidade, maturidade, paciência, tempo, amor, carinho, dedicação. Ser mãe é maravilhoso, é intenso, é o sonho da maioria das mulheres. Porém, quando esse sonho vem antes do esperado, e quando não se tem nada planejado, ser mãe exige o dobro de tudo isso, e exige também a coragem, a força para lutar contra essa sociedade hipócrita e preconceituosa. Não é nada fácil, ser alvo de olhares tortos, ser alvo de boatos mentirosos, não é fácil ser tachada de irresponsável, não é fácil notar as pessoas cochicharem sobre você, ou ter que ouvir comentários do tipo: “- você acabou com sua vida”. Não é fácil, você ter que responder todo dia perguntas do tipo, “Nossa você tá grávida? Quantos anos têm?” Puro preconceito, o que importa a idade que tenho? O que importa as roupas que uso? O que importa se foi planejado ou não? È essa mania que o ser humano tem de julgar a tudo e a todos, de rotular pessoas, de julgar pelo que vê. Como se isso já não fosse o suficiente, ainda tem o que passamos, o nosso emocional, o baque da descoberta, saber que dentro de você tem um bebê, que você que mal sabe cuidar de si mesma, está gerando uma vida, uma vida totalmente dependente da sua, uma vida totalmente dependente de você, frágil, e incapaz de se cuidar sozinho. Ai você fica assustada, não sabe se vai conseguir, não sabe como agir, não sabe o que fazer. Algumas vezes pensamentos completamente sem noção passam pela sua cabeça, as lágrimas escorrem no seu rosto,o medo se torna gigante,você pensa se não é mesmo verdade o que dizem, você pensa nos estudos, nas baladas, na sua vida que vai mudar completamente, e é tudo muito difícil, até você conseguir por fim, aceitar os fatos. Quando você por fim aceita, vem os planos, de como será o quarto do bebê, se vai ser menino ou menina, você pensa no nome, nas roupinhas, no rostinho… A cada visita ao médico, a ansiedade aumenta, seu corpo começa a mudar, e seus pensamentos também. Você descobre que 9 meses na verdade são 38 semanas, você vê o seu bebê na ultrassom pela primeira vez e sente seu coração bater mais forte e quase sair pela boca, as lágrimas escorrem novamente, mais dessa vez elas são de emoção. Você escuta o coração do seu bebê pulsar e percebe que ama aquele pedacinho de você mais que tudo. È ai que começa a espera, e o amor, por alguém que você nunca viu, que nunca tocou, só cresce. A vontade de ter o seu bebê nos braços é imensa e você pensa nisso todos os dias, você imagina quando ele irá nascer, você pensa no parto, faz planos de que roupinha levar pra maternidade, imagina como será o rostinho… Até que finalmente, chega o grande dia, você começa a sentir as tais contrações, e quer logo correr pro hospital. Ao chegar lá, as contrações aumentam, a dor é forte, mais a vontade de ter seu bebe com você é ainda maior, e é isso que te dá forças. Você pensa no bebê, apenas nele e em mais ninguém. Depois do nascimento, vem o alívio, a dor passou. Você olha pro lado, e o médico vem com aquela coisinha tão pequenininha e frágil, é a coisa mais linda que você já viu na vida. E de repente, aquela menina que não sabia nem sequer como segurar um bebê, por puro instinto materno, consegue cuidar do bebê perfeitamente bem. Ao chegar em casa, é tudo muito novo, a sua rotina muda completamente, e com o passar dos meses  você começa a se adaptar.  Você percebe que agora seu coração bate fora do corpo, e que um pedacinho de você está ali na sua frente, e que é você que vai cuidar e protegê-lo por toda a vida.  A cada dia é uma nova descoberta, o medo vai sumindo, e você já não está mais assustada. Com o passar do tempo, o amor, só aumenta, e um minuto longe, mesmo que seja pra ir à esquina comprar algo pra comer, parece tirar um pedaço de você. Cada sorriso sincero vale mais que mil baladas valem mais que tudo. Você pensa no que passou, e ri do quanto foi boba em pensar que não conseguiria, sim, muita gente imaginou que não, e o medo por vezes te fez acreditar nisso, mais você olha pro seu bebê, sente seu cheiro, e admira seu sorriso, e é ai que você percebe que tudo valeu muito à pena, e que para a surpresa de muitos, você se tornou uma mãezona! È uma pena, que em pleno o século 21, a sociedade ainda discrimine a gravidez na adolescência, a gravidez não planejada. Conheço muitas adolescentes, que são mais mulheres, mais responsáveis, e  mais mães, do que muitas mulheres de 30 anos. Pra ser mãe não tem idade, pra ser mãe só é necessário amar, mais que tudo aquele ser que você gerou. Ser mãe é um dom divino. ♥

Quando uma briga acontece e alguém que você gosta se vai, é aceitável. Quando ocorre uma traição e uma das partes se nega a voltar, ou aquilo não pode ser consertado. É duro. Quando alguém é obrigado a ir embora pra outra cidade e não pode mais manter um relacionamento, é triste. Quando alguém te troca, é decepcionante. Quando alguém deixa de te amar e por isso não existe mais uma relação saudável, é triste. Quando algo acontece e vocês não conseguem mais se entender, é complicado. Mas quando você se amam, tem uma relação saudável, são fiéis, tranquilos e respeitosos e mesmo assim não podem ficar juntos pois uma sociedade preconceituosa coloca sua integridade em risco caso o faça, é homofobia.
Ingênuos os que acreditam que em um dia, o mundo em que vivemos terá fim. Sinceramente, o mundo já vem se acabando há tanto tempo. Olhe ao redor. O mundo está cheio de pessoas gananciosas, que matam e desmatam para conseguir o que querem. Pessoas preconceituosas, que maltratam outros só por causa da cor, etnia, crença ou sexualidade. Corruptas, que roubam de seus semelhantes, indo contra os direitos sociais. E também existem pessoas egocêntricas, que acham que o mundo gira em torno apenas delas mesmas, não se disponibilizam a ajudar o próximo. Convenhamos, diante de todas essas pessoas, seres tão ignorantes que não se deram conta ainda do mal que fazem não só aos outros, como também a si próprias; o mundo ainda vai precisar de apenas um dia para chegar ao fim?
—  Mariana Krusemark
Os livros estão sendo minha única saída deste mundo caótico — este que é repleto de pessoas intolerantes, preconceituosas e ignorantes. Os livros me fazem sonhar, viver e voar sem sair do lugar. Eles têm o poder de me dar conhecimento, viagens, calmaria e alegria.
Um conselho? Leia. Leia muito. Abra um livro e desbrave-o.
Fuja deste mundo louco através de uma bela leitura.
—  Bruno Estevam

anonymous asked:

vomitando c/ postagem Homossexualidade e Espiritismo, ridpiculo!! Indignada!!!!! Vcs eram ótimos aqui até propagarem essa ideia anticristã de que homossexualismo é natural... um absurdo... esse nojo tem que ser exterminado! Jesus não pregou homossexualismo

Primeiramente, boa noite. 

Jesus não pregou ódio, intolerância, desrespeito. Jesus não propagou ideias como a que você está propagando. Ele nos ensinou a amar ao próximo, a respeitar, a tolerar, a sermos caridosos.

A homossexualidade é algo natural uma vez que está inserida no contexto geral da natureza animal e humana. É algo que muitas vezes é inato ao espírito. É o espírito que ama, não o corpo. O espírito não tem sexo, estamos temporariamente no sexo masculino ou feminino, o que importa é termos respeito ao nosso corpo e termos uma vida sexual digna, com amor verdadeiro. De que vale ser heterossexual e levar uma vida sexual desregrada? O que mais vale aos olhos de Deus, um heterossexual desta forma ou um homossexual que mantém uma relação saudável com a pessoa que é sua companheira, amando-se ambos, respeitando-se e formando uma verdadeira família?

Estamos em uma sociedade em que já devemos respeitar as diferenças, não devemos ficar nos importando com o que o outro faz ou deixa de fazer na área sexual, aliás, quanto mais nos importamos, mais temos preocupações conosco mesmo nessa área, é a única explicação! Se estamos seguros conosco mesmos, por que iremos nos preocupar com o que o outro faz ou deixa de fazer? Segundo estatísticas, a grande maioria das pessoas que se preocupa se o outro é homossexual ou não, é porque não está segura da sua sexualidade, principalmente entre os homens.

Que tal colocarmos em prática os ensinamentos de Jesus em sua verdadeira essência? Os homossexuais são tão dignos de amor e respeito quanto os heterossexuais.

Os tatuados, os roqueiros, os ateus, os funkeiros, as prostitutas, todos eles devem ter nosso respeito e amor incondicional sem discriminação. Nossa sociedade é cada vez mais segregada, cada um se enclausurando em sua grupo social, divulgando estudando suas meias-verdades e achando que são uns melhores que outros, mas no final, estão todos caminhando para o lado errado.

Imaginemos se o Cristo iria rejeitar estes irmãos.. claro que não, Ele sempre quis por perto os que eram considerados errados pela sociedade.. pensando assim, os homossexuais talvez tenham mais Cristo ao lado deles do que muitos heterossexuais que se afastam de Sua presença pelas atitudes preconceituosas como essas.