praticada

Só o Aba cura os corações arrependido e feridos.Somente Ele cura e traz a vida,somente Ele nos ajuda a perdoar e amar,aqueles que nos feriram.“Perdoar não é um sentimento,mas sim uma escolha”.
Se Deus Pai nos perdoa pelas as nossas falhas praticadas,porque não podemos fazer o mesmo?.
O Pai Celestial é o único que não erra e nos perdoa,então devemos fazer o mesmo.Liberar perdão não é fácil mais é necessário,se você não está conseguindo liberar perdão,peça a Deus e Ele o ajudará a perdoar e amar aqueles que te feriram.
—  Perdoar é necessário
Porque feminismo não é sobre igualdade de gêneros?

Esse maravilhoso texto é do blog Sapataria Radical.


Para começar: o que é igualdade?

No sentido político, ela pode ser definida por identidade de condições entre os membros da mesma sociedade. Geralmente, as pessoas que afirmam buscar a igualdade de gêneros almejam que homens e mulheres possuam as mesmas condições sociais, políticas e econômicas na sociedade. Ainda assim, tal expressão não faz sentido por definição, e mesmo que fizesse, não é só a isso que se resume a política do movimento feminista. Nesse texto, vou discorrer sobre esses dois pontos.

A expressão igualdade de gêneros é um paradoxo. Para entendermos o porquê disso, precisamos definir politicamente o que entendemos por gênero. Qual a diferença entre gênero e sexo? Sexo é a biologia. Nascemos macho ou nascemos fêmea. Nossos sistemas reprodutores e por consequência algumas outras características físicas de nossos corpos diferem. Gênero, por outro lado, é o construto ideológico e inteiramente social que se dá a partir disso.

Para exemplificar de forma bem didática: um bebê é do sexo feminino ou do sexo masculino, fêmea ou macho. Isso é sexo. Dizemos, a partir de uma construção social, que um brinquedo éde meninas (feminino) ou de meninos (masculino): isso é gênero. É o pressuposto social colocado em cima de indivíduos a partir de seu sexo biológico. É o sapatinho cor de rosa que sua família comprou pra você, mulher, antes mesmo de você nascer. É o furo na sua orelha, a boneca no seu travesseiro, a maquiagem infantil cheia de glitter.Quando nós, feministas alinhadas à teoria radical, afirmamos que gênero é isso, estamos reconhecendo como a sociedade vê os homens e mulheres e pautando nossa política feminista a partir daí.

Gênero é o conjunto de imposições sociais que culminam na masculinidade e na feminilidade. E elas não são opostas, não são dois pólos, a partir do momento que não há simetria: uma está acima da outra. O homem é o ser humano absoluto, a mulher é o ser humano possuidor de uma particularidade: o útero. O homem é a normalidade, é o indivíduo masculino e o todo, e a mulher é a alteridade, é o indivíduo masculino com uma certa carência de qualidades. Eles não são opostos e por isso não compõem um binário. A masculinidade não existe sem a feminilidade para dominar, e a feminilidade não existe sem a masculinidade pra lhe impor submissão. Um não existe sem o outro, e dessa forma o gênero se fecha enquanto sistema, não dando espaço para quaisquer variações. E a partir do gênero e da validação política e institucionalizada que ele possui, a sociedade nos estrutura em duas classes sexuais.

Essas classes sexuais não estão apenas em desigualdade: sua relação é de dominação e exploração. Homens não são apenas privilegiados em relação a mulheres, eles são agentes ativos de nossa submissão e se beneficiam diretamente dela. A manutenção dessa relação de poder entre as classes sexuais se fundamenta, além de no sistema de gêneros, na heterossexualidade e maternidade compulsórias, na indústria do sexo (prostituição e pornografia), na exploração do trabalho doméstico, na pedofilia, no estupro enquanto arma de guerra, entre outros. Mas é o sistema de gêneros que nos faz tão dóceis a ela — através de uma ferramenta chamada socialização.

A socialização é o que nos molda. É como somos criadas desde que estamos na barriga de nossas mães. É o que nos faz crer que, por sermos mulheres, devemos ser dóceis, comportadas, submissas, cuidadoras, mães, esposas, mulheres de bem. É o que nos diz que nunca seremos bonitas, sensuais e atraentes o suficiente, e que estar agradável aos olhos dos homens é essencial para nossa validação enquanto seres humanos. A socialização é o conjunto de políticas culturais praticadas pela família, escola e sociedade que nos encaixa na classe que nos é devida. E ela se dá a partir da leitura social que temos desde antes de nascermos.

E quando estamos crescidas, ouvimos que os frutos da socialização, as chamadas diferenças entre homens e mulheres, na verdade são biológicos: mulheres são assim. Homens são assim. É natural. Você cresce acreditando que isso é o que você é, é inato, é a sua essência enquanto ser humano do sexo feminino. Você nasceu para isso. Não há como fugir. Essa imposição social atrelada ao biológico é o que dificulta tanto a luta feminista: como lutar contra algo que supostamente é “essência feminina”? A nossa resposta é que tal essência não existe. Nem o gênero.

Então, o termo “igualdade de gêneros” não faz sentido porque, por definição, gênero é uma hierarquia, não uma dualidade. Não há como igualar masculinidade e feminilidade, pois elas são fundamentadas nessa hierarquia. Uma não existe sem a relação de poder sustentada pela outra.

Quando queremos falar do pareamento das condições sociais, políticas e econômicas de homens e mulheres, então, estaríamos falando de uma suposta igualdade entre as classes sexuais homem e mulher, que na realidade é inviável enquanto tais classes sequerexistirem pautadas no gênero. Porque mesmo que, utopicamente, conseguíssemos mudar todas as leis que institucionalizam a misoginia, mesmo que conseguíssemos leis novas que garantissem os direitos da mulher e se afirmassem contra a violência masculina, mesmo que toda essa mudança descomunal de alguma forma fosse feita, nada iria mudar enquanto mulheres continuassem a ser criadas para serem mulheres, para acreditarem que a vocação de suas vidas é cuidar dos filhos do marido que, ele sim, tem potencial para se realizar plenamente enquanto ser humano.

É por isso que o feminismo precisa ir além de reformismos e pensar em revolução. Porque não se muda uma ideologia tão arraigada e institucionalizada com alterações nas leis e emendas constitucionais. O patriarcado não vai encontrar seu fim enquanto existir o conceito de essência feminina e essência masculina, enquanto nós mesmas acreditarmos que somos o que somos porque nascemos com vagina. O fim do patriarcado se dará com o fim do gênero: com o fim de qualquer imposição social dada a partir do sexo biológico, e por consequência com o fim de toda e qualquer institucionalização da misoginia.

Estes sao os autores da nojice praticada num autocarro do porto. Recentemente o facebook eliminou publicações de paginas que se insurgiram contra o video divulgado e publicaram esta imagem. Enfim, coitadinhos, violaram uma rapariga em público e nao querem ter fama :(

Mas o tumblr nao é o facebook e nem tem muita tendência a perceber português muito bem.

Enquanto lhe preparavam a cicuta, Sócrates tentava aprender uma melodia de flauta. “Para que quer aprendê-lo?”, perguntaram-lhe. “Para saber antes de morrer.” Se me atrevo a lembrar desta resposta, trivializada nos manuais, é porque me parece a única justificação séria da vontade de conhecimento, seja ela praticada no umbral da morte ou em qualquer outro momento.
—  Emil Cioran.

“Bem aventurados os humildes de espírito, porque deles é o reino dos céus” (Mateus 5:3)

Se você já leu a história de Jesus, com certeza sabe que Ele foi o maior exemplo de humildade que já pisou nessa terra. Jesus lavou os pés dos seus discípulos naquela noite de Santa Ceia. Jesus foi amigo de pessoas que nós julgaríamos. Jesus acolheu pessoas que nós rejeitaríamos. Mas porque Jesus, sendo o Cristo, o Messias, o Poderoso, o filho de Deus, se mostrou tão humilde se Ele é tão grande?

Quando me imagino nos tempos que Jesus viveu, eu O vejo como um exemplo vivo. Aquela pessoa que você olha e já aprende algo, mesmo que observe apenas alguns segundos. O mais interessante é que até sem falar nada, Ele nos ensinava através de suas ações. É esse exemplo que nós temos que seguir.

Jesus nunca se considerou maior que os outros (mesmo sendo). Jesus nunca humilhou alguém, seja com palavras ou com atitudes. Jesus sofreu tudo o que sofreu calado, Ele aceitou ser xingado, cuspido, HUMILHADO, zombado e, por fim, pregado em uma cruz.

“Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade; cada um considere os outros superiores a si mesmo” (Filipenses 2.3)

A humildade parece uma coisa simples, mas é difícil exercê-la. É mais fácil dizer que Deus vai abençoar você, só você, e não os outros. É mais fácil ter o desejo de ver as pessoas que não gostam de você na “platéia”, e você no “palco”, como diz uma música gospel bem conhecida. É mais fácil exaltarmos a nós mesmos do que considerarmos outras pessoas superiores a nós, mas a vida cristã não é fácil assim. Como podemos seguir o maior exemplo de humildade se não formos humildes? Somos arrogantes, e a arrogância é uma das coisas que Deus pede que renunciemos para que possamos seguir a Cristo. 

Vamos parar de achar que já sabemos de tudo, porque na verdade nós não sabemos nada. Vamos ouvir as pessoas mais sábias que nós, porque assim podemos adquirir conhecimento. 

Já passou da hora de sermos cristãos de verdade e deixarmos o orgulho de lado pra fazer a obra de Deus. O mundo vive pecando, mas não precisa da nossa arrogância e prepotência, precisa da nossa compaixão, porque nós também pecamos todos os dias e o Criador tem compaixão de nós. O mundo precisa de cristãos que amem, que demonstrem mansidão. Precisa de cristãos que parem de ser egoístas achando que Deus só olha pra eles por causa da religião que seguem ou porque vão à igreja. Deus também quer que demonstremos ao mundo o que Jesus nos ensinou, porque o verdadeiro evangelho não pode ser pregado se não for com humildade. 

“Humilhai-vos na presença do Senhor, e ele vos exaltará” (Tiago 4:10).

Que a mesma humildade que Jesus teve seja praticada por nós. 

Fiquem na paz.

Não é e nunca será

Eu detesto essa sua 

Sede por atenção

Sua cópia mal feita

Suas verdades inventadas 

Sua moral não praticada,

Seu julgamento desmedido 

Dos que não tem lar

Seu riso

Mordaz e fugitivo

Procurando abrigo

Sem se perguntar, 

E você não percebe

Que é só uma chata 

Borbulhando inveja 

A caça de um cara

Pra te desprezar. 


Rafael Liguili

Acredito que as pessoas deveriam ler mais a Bíblia, para que absorvam com mais sabedoria os ensinamentos de Cristo, ao invés de ficarem vendo, lendo, dando “ibope” as desgraças, e tirando conclusões tiradas de sites de notícias.
Fico “bege” em ver algumas pessoas que se dizem Cristãos, conhecedores da palavra de Deus, mas quando no primeiro momento que veem uma maldade sendo praticada e espalhada pelas redes sócias, já começam a condenar, desejar a morte do próximo.
Tenham mais entendimento e sensatez criaturas, pois o único digno de nos julgar é Deus!
Li no livro de Max Lucado, aliás um dos melhores escritores dos últimos tempos, que Deus o ama como é, mas se recusa a deixá-lo desse jeito. Ele quer que você seja…Simplesmente com Jesus!
Amem seu próximo, se não conseguem amá-lo, entreguem nas mãos de Deus!
Parem de gerar ódio, lembrem-se o que mata é o que sai da boca. Temos uma geração crescendo no ódio, acordem!
Ao invés de julgarem, deixem para entidades competentes aqui na terra realizarem tal trabalho ( julgar, condenar ou prender), pois se a justiça do homem é falha, que é muito provável, a divina não é!
Orem por essas pessoas, para que se voltem para o bem, não desejem o mal, pois desejar o mal é se igualar a elas!
Pensem nisso!!!
Deus abençoe à todos!!
—  S M✾
Prólogo



Não se deve julgar um livro pela capa e nem uma pessoa por sua aparência. Essa é uma frase muito usual, mas pouco praticada. Todos podem pensar que eu sou uma mulher burra, alienada, sem cérebro e quantos mais adjetivos qualificativos ruins quiserem por, mas eu estou longe de ser assim. Eu sou vaidosa, me sinto bem estando bonita e arrancando olhares, mas isso não significa que eu não posso equilibrar beleza com inteligência. Não é porque eu gosto de ser livre e viver tudo que a vida me oferece, que sou uma pessoa que não pensa no amanhã, pois eu penso e reflito muito e justamente por isso eu tenho à certeza que algo está muito errado, eu só apenas ainda não descobri o que está acontecendo.


Fui até a varanda daquele rebuscado quarto de hotel, um dos hotéis mais luxuosos de São Paulo, na verdade, do Brasil, hotel onde apenas se hospedava a casta da sociedade, pessoas infinitamente ricas e influentes, e cá estava eu, em um excelente quarto do mesmo, sentada no chão frio da varanda, olhando o céu negro da noite e fumando um cigarro, minha cabeça girava a mil, eu não sabia o que pensar, ultimamente tudo era estranho e parecia um quebra cabeça, eu apenas tentava a todo custo montar as peças. O motivo de toda minha inquietação era meu marido.

Eu conheci Adrien a quase três anos, ele era um homem bonito, de porte e que sabia como tratar uma mulher, dizem que lordes são inglês, porém o meu era francês e para completar, por um ótimo descuido do destino, poucos meses depois que nós conhecemos eu engravidei e nasceu meu pequeno Max que ainda é um bebê de um ano e meio. Adrien era um homem sério em oposição a mim, eu sou uma garota que ganhava a vida tocando em casas noturnas e fazendo Striptise na internet, com o corpo tatuado, cabelo descolorido e um senso de liberdade descomunal, já Adrien é um empresário, que passa horas do seu dia focado em trabalhar e fazer lucros, com noventa porcento do seu guarda-roupa formado de roupa social e terno e gravata. Ao menos era assim que ele era quando eu o conheci e até três meses atrás, porque hoje ele é apenas um homem completamente diferente.

Nos conhecemos em Las Vegas, aonde nos moramos, ou talvez apenas aonde nos morávamos, pois hoje eu já não tenho mais certeza de nada. Adrien é francês e eu sou brasileira, mas ambos não tínhamos vontade de sair dos Estados Unidos, apenas rodávamos nossos países para encontrar nossas famílias e logo regressávamos a nossa casa, mas novamente repito, era assim, hoje mais não.

Viemos para o Brasil fará três meses amanhã, a visita iria durar uma semana, tínhamos tudo programado, porém por algum motivo alheio a minha vontade e a minha ciência, até hoje não voltamos.  Adrien nunca podia se ausentar mais do que uma semana da empresa, pois segundo ele mesmo, quando ele não ia, nada lá funcionava, porém fazia três meses que ele nem em sombra passava pela empresa, porém ainda assim ele tinha dinheiro suficiente para manter um luxuoso hotel, um luxuoso carro alugado, comprar roupas caras e tudo mais que quisesse, aquilo era estranho demais. Da onde estava saindo esse dinheiro todo? Por que não querer voltar para os Estados Unidos? Entre outras, essas eram as principais perguntar que rondavam minha mente e me desinquietava.

Faz exato uma semana que perguntei Adrien sobre isso, sobre os reais motivos que o fazia querer permanecer no Brasil, o país onde ele mal sabia falar a língua corretamente, perguntei como ele ainda tinha dinheiro se nem mais com seu sócio o via falando, minhas dúvidas foi a chave para abrir a caixa de Pandora, Adrien ficou descontrolado, por um segundo pensei que ele me bateria, porém ele não foi tão longe, depois disso nossa relação apenas está funcionando na base da ironia da parte de ambos, raiva da dele e desconfiança da minha. Mas o mais estranho de tudo, é que mesmo assim, mesmo com o clima ruim, Adrien nem em sonho pensa em voltar para a América do Norte. Definitivamente algo estava muito errado e eu iria descobrir o que era, ou não me chamaria mais Clara Aguilar.

Ser sozinho tem motivos ignotos. Solidão não precisa de razão para nutrir-se. Não necessitamos de um motivo deveras forte para realmente sermos um solitário. Não se torna um solitário ermo de repente. Assim como outras coisas solidão também a gente adestra. Solidão não é uma escolha, solidão está colado na alma. Ser sozinho proporciona diversas coisas e nos aproxima de nós mesmos naquelas vagarosas e gélidas noites rotineiras. Ser sozinho nos encanta ao ver e rever coisas que só nós próprios conseguimos evocar. Ser um ermo não é algo que se escolhe: vem junto. Vivemos plenamente a solidão todos os dias — mesmo que seja imperceptível. Ser sozinho traz paz, afasta o alarido e atiça o fogo da sabedoria. Aprendemos muito connosco mesmo. O fato de querer ser só não deve ser maior do que a vontade de poder viver em bando. É primordial criar laços e afetos com tudo e todos. Devemos viver e compartilhar a felicidade de outrem para que isso seja também nosso júbilo. Solidão é uma prática saudável quando praticada da maneira certa. Ser sozinho é ser acompanhado. A diferença é que essa companhia vem de dentro para fora. Brota com a gente e finda-se com o mesmo.
—  Túlio Santos | Solidão.
Não adianta apenas compartilhar mensagem de Deus virtualmente, ela deve ser praticada todos os dias, a cada segundo da nossa vida.
—  A. Hávila