pq gifs~

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THERE IT IS

I would like to personally thank ATLUS for making our dreams come true

Mesmo com toda a ambientação temática do Baile de Inverno, Manu estava começando a sentir calor em meio a toda aquela gente, também um pouco sufocada pelas inúmeras camadas do vestido. As janelas estavam fechadas, então a bruxa viu-se absorta ao olhar a neve que caia lá fora, tanto que quando alguém aproximou-se dela, tomou um susto.

Sabe quando te perguntam por que tua cara tá toda fodida e daí você diz “espera só até ver a cara do outro”? Eu queria poder dar essa resposta junto com uma história bacana de briga de bar, mas a verdade é que eu caí de bicicleta mesmo.

Whoa, This Closet is Crowded! | Felipe & Edgard

Aparentemente, a única maneira de calar Adam era ceder. Se não pode vencê-los, junte-se a eles. Mas, era seu dia de folga, uma noite na boate não lhe faria mal, não é mesmo? Bem, o pensamento lhe arrancava uma careta. E lá foi ele, em uma camisa social roxa, um jeans simples e um sapatênis – recomendação de entendedores de balada. E chegando ao Índigo, talvez Adam tivesse razão: deveria beber. Era a única maneira de sobreviver àquela noite. Além disso, a parte mais difícil sempre era começar. Depois que se acostumava à música ruim e o álcool começava a descer, se divertir ficava mais fácil.

Alguns copos mais tarde, Lipe estava fazendo algo que jamais imaginaria se estivesse sóbrio: se aventurando na pista de dança. Talvez fosse o álcool, ou talvez fosse a batida de Crazy in Your Love que fizessem seus pés se moverem. De qualquer maneira, ele nunca havia sido um dançarino de boate. Sabia dançar valsa, tango até mesmo, mas eis porque não gostava de balada: não tinha coreografia. Você só precisava jogar as mãos para o alto e se mexer de alguma forma. E bem, nisso, era péssimo. Tanto que acabou pisando no pé de alguém. “Oh, me desculpe!” pediu, mas a música alta não lhe deu certeza se foi ouvido ou não. Não é como se o álcool sensibilizassem seus sentidos também, de qualquer forma. Para ter certeza, segurou o homem pelo ombro e lançou ao seu ouvido: “Eu pedi desculpas!” (@devil-inside-me)

Summer não pedia ajuda frequentemente. Mas ela tinha uma prova se aproximando e havia voltado para o Instituto agora, depois de longas férias na França com a família. Então teve que apelar para um aluno de matemática que era bem falado pelos professores da faculdade. Logo que descobriu qual era o dormitório dele -um aluno chamado @dontbe-so-blue - ela foi até lá, com seus cadernos e seu orgulho enfiado na bolsa. Bateu na porta do quarto, esperando que alguém atendesse.