poupard

The moon is immortalized by its marvelous cool glow,
     The gray-blue haze it blankets over the world.
I stare up at it,
     In all its brilliance,
     Same as the rest of the world,
But I long for a different view.
I long to stand on the dark side of the moon,
     The side we cannot see.
The side that is
     Hidden
          From the world,
A promised land of
     Treacherous joys and explosive treasures.
I want to dwell in the land that the sun doesn’t touch,
     Where the virgin ground is pure,
          Untrampled.
The insufferable need for a bright world
Lit on fire
Seems to have passed over my head,
     Like cows jumping over the moon,
And now all I long for is
     The cold
          And the dark,
The only place that feels like home.
—  Julianna Poupard (via @lucidtransparency)
Eu sou Andrômeda

Eu carrego o universo nos olhos,
porque me dói ser pouco diverso,
então eu não me nego, nem me
desprezo, qualquer que seja o meu
brilho, eu deixo brilhar.

Por que não os chocar com
o que eu sou? Por que os poupar
de minha luz? Poupá-los me
causaria escuridão, então
eu os choco, sem perdão.

Pode ser que eu não seja toda
essa galáxia, mas quem daqui,
desse espaço, pode me provar
o contrário?

Não é ingênuo pensar que
toda verdade é universal?

Por isso eu gosto de quem
carrega o universo nos olhos.
Esse tipo de pessoa me enche
de estrelas e me cobre de poesia,
me ilumina com o coração
e me ensina que na vida é
preciso brilhar todos os dias.

Gustavo Pozzatti