porta nova

Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar… E algumas coisas nunca mudam. E que comece o novo jogo.
—  Gossip Girl.
Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar. Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível. E algumas coisas nunca mudam. E que comece o novo jogo.
—  Gossip Girl.
Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar. Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível. E algumas coisas nunca mudam.
—  Gossip Girl. 
Já amei New York

Oi gente, desculpa o atraso! Espero que gostem! Até amanhã! Beijos 

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- Tem certeza que pegou tudo? – Niall perguntou pela terceira vez, enquanto eu terminava de fechar uma das malas que ele me emprestou para a mudança.
- Sim, Niall! – Resmunguei e o ouvi rir.
- Vou descendo essas malas aqui e volto para pegar essa ultima. Está bem?
- ‘Tá! Eu fico te esperado aqui.
Niall levantou da cadeira em que estava sentado, caminhou até onde eu estava deixando um beijo estalado no meu rosto. Não tive nem tempo de retribuir, ele já estava saindo do quarto com duas malas de roupas nas mãos.
O apartamento de Beth era pequeno, mas eu teria um quarto só para mim é uma cozinha para fazer minha própria comida. Estava muito mal acostumada com bandejas e mais bandejas toda vez que eu pedia um serviço de quarto.
Depois que Niall buscou a terceira, e última, mala, descemos para o hall onde entreguei a chave do quarto; caminhei com Niall até seu carro e o mesmo dirigiu ouvindo as instruções do GPS posicionando no painel do carro.
O ajudei a descer as malas e entramos juntos no pequeno apartamento que ficava no primeiro andar.
Meu novo quarto não tinha muita personalidade; as paredes brancas davam um ar clássico assim como os móveis amadeirados.
- Senta aí na cama mesmo enquanto eu guardo minhas coisas… – Disse a Niall que olhava para os lados meio atordoado.
- Se você quiser posso ir. Não me importo. – Ele pôs as mãos dentro dos bolsos da calça jeans.
- Eu quero que você fique! Mas também preciso arrumar minhas coisas. – Ele assentiu e sentou na cama.
Comecei a desfazer mala por mala e quando me dei conta, Niall dormia escorado na cabeceira. Corri para meu celular e tirei uma fotografia sua.
- Niall, quer dormir aqui? – Pergunto baixinho enquanto acaricio seu rosto.
- Não. Não quero ser inconveniente; e é sua primeira noite como colega de quarto da Beth, vocês vão querer comemorar. – Nós rimos. – Eu vou indo, mas qualquer coisa é só me ligar…
- Está bem. – Sorri e me levantei junto com ele. – Mas vou levar você até a porta da minha nova residência.
- Está bem!
Segurando sua mão, caminhamos em passos lentos até a porta escura que o levaria embora.
- Você me liga? – Ele pergunta já do lado de fora.
- Ligo! – Disse sorrindo.
Niall concordou com a cabeça e antes que ele pudesse dar algum passo para ir embora o puxei elas mangas do seu casaco de moletom e o beijei. Ele tentou se afastar no primeiro momento, mas, pouco a pouco, foi relaxando e me beijando com vontade.
- Eu não vou mais embora se você me beijar assim de novo… – Ele sussurrou assim que eu o soltei.
- Sério? – Perguntei me fazendo de boba.
- Sério!
- Então acho melhor beijar de novo antes que você fuja. – Falei devagar, passando meus lábios os seus.
- (S/A). – Ele disse em tom de advertência.
- Niall… – Eu gemo baixinho.
De forma bruta, Niall me beija de novo. Empurra a porta com os pés e caminhamos até meu quarto.
- Eu não quero que você faça barulho. – Ele diz intercalando mordidas no meu pescoço.
- Está bem… anda logo. – Disse com a voz falhando e tentando levantar sua camiseta.
- Shii… – Niall sussurrou no meu ouvido tirando minhas mãos de sua camisa para seus cabelos.
Suas mãos acariciavam meu corpo por debaixo da blusa de manga longa que eu usava. Eu sentia minha pele pinicar depois do toque dos seus dedos. O frio na minha barriga me fazia ficar enjoada, como se fosse minha primeira vez com Niall.
Seus beijos eram calmos e ele me fez deitar sobre a cama colocando seu corpo sob o meu. Suas mãos tiram peça por peça do meu corpo, o acariciou e me fez pedir por mais mais.
Eu tentei retribuir toda atenção que ele dava a mim, mas falhava miseravelmente; de forma escancarada. Meus olhos nem piscavam enquanto Niall se vestia com a camisinha. Minha boca ficou seca e eu o senti me preencher lentamente, com um único suspiro escapando dos meus lábios de maneira sôfrega.
Eu já havia transado com Niall pelo menos três vezes desde que nos conhecemos, mas eu nunca havia me sentido assim. Suas mãos desenhando meu corpo, minha voz falha, minhas pernas bambas e sem nenhuma preocupação na minha mente; nada de pensar se meu corpo era ou não o suficiente para ele, se meu rosto denunciava o prazer que eu sentia…. Eu não me preocupei com nada, com nenhum sentimento negativo, com nenhuma angústia. Eu apenas deixei que Niall fizesse o melhor. E ele fez.
No momento em que eu atingi meu orgasmo, minha mente divagou, minhas pernas deixaram de serem sentidas, meu corpo pesou mas ficou leve ao mesmo tempo, eu me senti sorri de olhos fechados e ouvi os sons maravilhosos que Niall emanava enquanto sentia seu prazer junto ao meu.
Eu me entreguei a Niall; de corpo e alma.
Niall respirava pesado ao meu lado, com as mãos sobre a barriga e os olhos fechados.
Com o restinho de força que me sobrava, me virei para ele, e deixei minha cabeça descansar sobre seu peito. Enlacei a mão que estava em sua barriga com a minha e a acariciei com meu dedão.
Ouvi Niall suspirar e ergui meu olha até o seu; até aquele olhar profundo que sempre me deixava perdida; que me fez fantasiar histórias e juras de amor.
Em uma semana, Niall me fez sentir coisa que um relacionamento de ano não chegou perto. Eu sentia seu amor, seu desejo e seu carinho. Eu faria qualquer coisa para me manter ao lado dele e não havia nada que me faria mudar de ideia.
- Em que essa cabecinha tanto pensa? – A voz de Niall saiu rouca e lenta.
- Na sorte que eu tive de te encontrar naquele café. – Sussurrei decidida a contar a verdade. – Niall, eu ainda não sei que quero assumir um relacionamento agora, mas eu não quero ficar longe de você. Eu. Niall, eu. Droga! Eu te amo!
- O que? – Niall se sentou, me fazendo sentar também.
- É! Isso que você ouviu! Eu amo estar com você, e não só na cama; você me faz sentir especial, de uma maneira única e não quero me afastar. Não quero que você pense que vou ficar contente em te ter longe.
- Quem é você e o que fez com a (S/N) de dois dias atrás que queria distância? – Niall me encarava de forma engraçada; só não ri por estar nervosa demais.
- Niall!
- Eu não sei o que falar. – Ele coça a cabeça. – Mesmo! Achei que você ia me mandar sair correndo…
- Não conseguiria fazer isso. – Cubro meus seios com o lençol e desvio meu olhar do seu.
- Ei. – Seus dedos em meu queixo me fazer o encarar. – Eu estou muito feliz de você ter sido sincera comigo. Eu já disse e repito: gosto muito de você! Gosto mesmo! Sou apaixonado por você desde a primeira vez que te vi. Não sentia meu coração pular do peito a muito tempo, é só de ver você parece que tem uma nada de rock dentro do meu peito. Me deixa te apresenta como namorada aos meus amigos, por favor!
- Mas nos conhecemos a uma semana! -Quase grito.
- Mas já te amo como se fosse um ano!
Sua resposta me faz arfar. Nunca, nem nos meus livros de romance, vi alguém se declarar assim. Nem me imaginei dizendo como realmente me sentia.
- Vamos tentar? Só tentar… Se você quiser te chamo de amiga, mas eu quero te tratar como namorada. Como minha namorada. Eu sei que você tem medo, inseguranças…. Mas eu não sou ele, e posso ser muito melhor.
- Você já é melhor. – Digo baixo.
- Entende? Eu quero muito mais do que uma foda de tempos em tempos; eu quero levar você para sair, conhecer meus lugares favoritos, te apresentar minha família. Eu quero uma coisa séria. Quero que você vá aos finais de semana para minha casa e fique usando pijamas de vó como os que têm na sua mala. E um não me importo. Eu não ligo.
Eu não o deixo continuar. Eu me jogo em seus braços e o beijo. De novo e de novo e de novo.
- Eu aceito ser sua namorada. – Niall sobe mão que está na minha cintura até a barra do lençol a subindo para cima, para cobrir melhor meu seio. – Eu quero ser sua namorada. Eu quero fazer todas essas coisas que você falou e te levar até New York para te apresentar aos meus pais. Eu te amo.
- Vocês não estão transando aí dentro, né?! – A voz da Beth fez Niall fechar a boca, desistindo de falar.
- Não! – Grito. – Como você sabe que ele tá aqui?
- O carro, (S/N)! O carro! – Ela fala rindo e ouço seus passos indo para longe da porta.
- Acho melhor a gente se vestir. – Niall diz rindo.
- É melhor mesmo.
Depois de vestir só o blusão e a calcinha me sento de novo na cama.
- Então… me leva até a porta? – Ele pergunta e eu nego com a cabeça. – Não?
- Não! Você vai deitar aqui de novo! E ficar abraçadinho comigo. – Eu deito a cabeça no travesseiro, vejo Niall sorrir e caminhar até onde estou.
- Estou entrando! – Beth grita abrindo a porta enquanto Niall senta na cama ao meu lado. – Que cheiro de sexo!
- Impressão sua. – Niall diz rindo.
- Que nojo. – Ela torce o nariz rindo em seguida. – Vão jantar comigo?
- Vamos! – Niall responde por mim.
- Você vai passar a noite aqui?
- Se você não se importar… – Niall da de ombros.
- Ah, tudo bem. Se controlar os barulhos tá tudo certo. – Niall ri e eu sinto meu rosto corar. – Quando a janta ficar pronta aviso vocês.
-Quer ajuda? – Pergunto.
- Não, mas a louça é de vocês.
- Acho justo! – Digo e ela pisca para mim; sai do quarto e fecha a porta.
- Onde a gente estava mesmo? – Niall pergunta para mim.
- Na parte em que você diz que me ama… – Digo sorrindo e Niall se inclina para me beijar.

Já parou para pensar, as coisas que vem planejando aonde Ele se encaixa? E se agradece todo dia que sua vida passa, pois pode ter certeza que Ele olha por você. Já parou pra perceber que tudo que Ele faz por nós, não pede nada em troca. Que quando tudo te fechou, te abre novas portas. E quanto tempo do seu dia, você tira pra poder agradecer? Abra o seu olho e vê que você hoje tem saúde, tem a paz, felicidade que nem todos podem ter. E tem um Deus ali em cima que até chora quando vê você sofrer, que escolheu sacrificar o filho Dele só pra te deixar viver. E é tão fácil de dizer: Obrigado Deus! por tudo que o Senhor me deu.
—  Henrique e Juliano.
Walt Disney

É um tipo de diversão fazer o impossível. 😆

Quanto mais você gosta de si mesmo, você vai ficando menos parecido com qualquer outra pessoa, o que o torna único. 💕

Se você pode sonhar, você pode fazer. 🎈🙅

Quando você é curioso, você encontra várias coisas interessantes para fazer. 🙅🙈

A diferença entre ganhar e perder é muitas vezes…não desistir. 💪

Nós nos mantemos seguindo adiante, abrindo novas portas e fazendo novas coisas, porque nós somos curiosos e curiosidade nos mantém descobrindo novos caminhos. 👊💪

Quando você acreditar em uma coisa, acredite até ao fim, de forma implícita e inquestionável. 👊💕

Todos seus sonhos podem se tornar realidade se você tiver a coragem para persegui-los. 🎈🏃

A maneira de começar é parar de falar e começar fazer. 🏃💪

Você chega a um ponto onde você não trabalha por dinheiro. 🙅

Há mais tesouros em livros do que em todas as Ilhas do Tesouro saqueadas por piratas. 😍💕

Um homem nunca deveria negligenciar sua família pelos negócios. 🙇

Eu não quero que o público veja o mundo onde eles vivem quando eles estão no parque (Disneylândia). Eu quero que eles se sintam em outro mundo. 😍

As oportunidades permanecem por aí. 😌

Faça o que você faz tão bem que vão querer ver de novo e mostrar para seus amigos. 👏👏

Por que se preocupar? Se você fez o melhor que podia, se preocupar não fará nada melhor. 🙇🙅

Ideias vêm da curiosidade. 👁

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Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar. Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível. E algumas coisas nunca mudam. E que comece o novo jogo.
—  Gossip Girl
Assim como as estações, as pessoas têm a habilidade de mudar. Não acontece com freqüência, mas quando acontece, é sempre para o bem. Algumas vezes leva o quebrado a se tornar inteiro de novo. Às vezes é preciso abrir as portas para novas pessoas e deixá-las entrar. Na maioria das vezes, é preciso apenas uma pessoa que tenha pavor de demonstrar o que sente para conseguir o que jamais achou possível. E algumas coisas nunca mudam. E que comece o novo jogo.
—  Gossip Girl

Ah, a sua falta…
Como ela me surta.
O pouquinho de esperança que me resta,
Cada gota,
Ela me furta.

Assim, aos pouquinhos, me mata.
Dói mais que sal na afta.
E minha alma grita:
Se for machucar mais, me dê direito a um anestesista!
E se não me amas mais, por favor, minta!
Droga… como sou egoísta​!

A fofoqueira nata:
Ele está com outra, cê acredita!?
Por que querem tanto que eu parta?
Reflita…
Minha mente diz, aflita:
Deixe de ser pessimista!

Chega! Me tirem deste planeta.
Dessa confusão dolorosa não quero mais ser protagonista.
Aguenta…

Me sinto sozinha, perdida em uma rua totalmente deserta.
Deserta… e infinita,
Mas inquieta.
Alguém me conforta?
Ausência maldita.

Tanta coisa presa na garganta…
Não importa,
Ninguém se importa.
Já morri por dentro, já cheguei na cota.
Insista…
Me sinto coberta…
Coberta pela escuridão em forma de manta.

Feche todas as portas,
Para novas feridas não estou mais aberta.
A cura das que já existem nunca será mesmo completa.
Ou sim… será? Se caso não houver mais vida a vista?
Resista…

Será que ele volta?
São tantas perguntas,
Para nenhuma resposta.
Será que falta muito para finalmente estar morta?
Exista…

Por favor, volta?

—  Anie B.
Sem

Talvez, só talvez, se você passar três cadeados na porta, retirar todos os ternos mofados do armário - das tentativas de se vestir para as práticas religiosas e a preferência em ficar em casa e dormir -, recolher o seu chinelo preferido já amarelado pelo tempo, arrancar com força as receitas coladas na parede - das vezes em que tentava agradar por uma via diferente -. Talvez se você levasse todas as coisas que lembram você perceberia que são poucas e pequenas. Que você quase não deixou marcas além das emocionais. Que nas vezes em que tentávamos tirar uma foto você virava de costa ou fazia questão de borrar. Você, nem materialmente, se fez presente. Talvez quando você entregasse as chaves com raiva e destilasse palavras de ameaça e horror para aqueles que ficaram, e se você batesse forte com a porta do carro para depois sair em disparada a lugar nenhum - não importa mais. Finalmente eu acreditaria que você foi embora. Não mais cheiraria as fronhas do travesseio em busca de um resquício seu como fazia aos 6 anos de idade, não mais perguntaria para a minha mãe enquanto tentava dormir se você estava bem, se nada tinha te acontecido, se era normal passar noites foras sem aviso. Enumerava as possibilidades da culpa ser minha. Meu deus, nunca foram. Não mais ficaria perto do telefone esperando uma ligação de consolo dizendo que ‘eu também não consigo dormir’. Talvez assim eu acreditaria na sua ida. Se você não ousasse voltar com os três trincos na porta, com chaves novas para a fechadura ou uma cópia idêntica, com um discurso decorado na língua e com os olhos marejados de desculpas. 'Eu vou mudar, eu prometo’. Talvez se você não soubesse o caminho de volta eu acreditaria que não tem volta. Eu lembro quando era criança e você me ensinava que íamos a igreja em busca de algo maior. Depois, aos 22 anos, você me diz que estamos aqui apenas por uma salvação. Eu choro. Eu não sei do que você conseguiu se salvar. Eu não posso chamar de perda o que nunca foi.

A verdade pode ser dura, mas a realidade é que se você está começando a vida agora, sempre irá parecer que é o fim do mundo quando se acaba um relacionamento, mas nunca é. Julgo isso não por idade, pois existem pessoas muito mais velhas que sequer chegou ao patamar que outras mais novas estão. Mas eu digo uma coisa, você pode achar vazio, você pode não concordar, mas invariavelmente o que vai acontecer é que depois você irá conhecer uma outra pessoa, vai achar que a ama muito mais do que o anterior, isso se tiver coragem de seguir em frente e continuar tentando (o que espero que consiga), pois ao contrário dos contos de fadas, não existe esse negócio de alma gêmea, blá, blá, blá. O amor começa sempre com o amor próprio. Quando nos amamos, nos respeitamos e nos aceitamos em primeiro lugar, para só então conseguirmos fazer o mesmo com o próximo. O pior é parar de tentar por medo de não dar certo, porque você nunca vai ter certeza do vai acontecer se não tentar, às vezes dá certo, outras não. A vida é isso mesmo, uma inalcançável busca. Relacionamentos são sempre difíceis e complicados, cheios de altos e baixos, e bem ou mal sempre vale a pena. Sempre vai ser bom enquanto durou, sempre ensinamos e aprendemos com eles, e quando acaba todos seguimos em frente, somos obrigados a seguir, porquê o mundo não vai parar até que você fique melhor. Hoje, eu aprendi, eu evoluí, aprendi a respeitar as diferenças, eu vivi, é isso, vivi. O importante é viver, quando portas se fecham novas se abrem, é assim, sempre será… Talvez a vida seja um eterno vazio, onde muita coisa não faz sentido, mas ao mesmo tempo faz.
—  Kamilla Rocha.

Aquela Bola De Neve Em Que Os Sentimentos Se Transformam

Há um tempo eu descobri a bola de neve em que os sentimentos (quando não estão claros para ambas as partes) se transformam. Hoje, após esse tempo, afirmo que o sentimento de nostalgia é, sem sombra de dúvidas, uma faca de dois gumes. Ele nos faz acreditar que tudo que passou será melhor do que está por vir e que, nada que virá, será melhor e/ou mais engraçado do que já passou. Mentira. A gente nem sabe o que vai acontecer amanhã! Como, então, um sentimento pode nos dar a certeza de que, algo que aconteceu há alguns anos, foi a melhor coisa de nossas vidas até agora?

  Se eu soubesse como termina essa brincadeira (chamada “vida”), talvez eu pudesse, em um momento de devaneio, afirmar que tal passagem em minha existência na Terra foi (e será) melhor do que tudo que está por vir. Mas eu não posso. E nem quero. Eu amo não saber o que vai acontecer amanhã. Amo a hipótese de poder criar novos caminhos sem me importar com os velhos. A tal liberdade que os nossos antepassados lutaram por nós e que, atualmente, quase ninguém goza dessa dádiva. Aproveitemos, amigos!

  Somos livres para qualquer atitude. Desde que ela honre seus princípios e respeite o próximo, é claro. Não estou fazendo apologia para que as pessoas vivam numa anarquia e façam o que der na telha. Estou fazendo apologia à liberdade e ao desapego do passado. Esqueça o passado. Ele já passou.

  Foque no presente. No seu futuro. Até por que, alguns que estão à sua volta, infelizmente, irão morrer. No final, só vai restar você contra você mesma. É melhor se preparar para a maior briga do mundo. E não são países e nem ideologias duelando. É você contra você mesmo. Se você ganhar, você perde. Se você perder, você perde.

  Desapegue do passado. Deixe que ele passe. Apenas tente se lembrar dos maravilhosos momentos que tivemos, das risadas espontâneas, dos sorrisos sinceros, das brigas bobas, das músicas que embalaram a nossa queridíssima (e inigualável) trilha sonora, dos filmes que víamos na sua/minha cama, dos ataques de ciúmes, enfim, de tudo de bom que fizemos. O que houve de errado, deixe lá atrás. Não importa mais. Na verdade, nunca importou. Nessa balança chamada “saudade”, deixe que os momentos bons pesem mais que os ruins. Afinal, a gente aprende errando.

  Desapeguemos do passado, amigos. Não há nada melhor do que estarmos abertos para novas aventuras, novos amores, novos desafios, novas decepções, novos rumores…

  O passado, na minha opinião, é aquela coisa que faz você morrer de vergonha do que já fez mas ao mesmo tempo te faz ter borboletas no estômago só de pensar naqueles bons momentos que você já teve. É como amor e ódio, juntos, numa só relação. Você morre de vergonha por tantas coisas que fez por alguém, mas ainda morre de amor por alguém que você fez tantas coisas. Se você pudesse, voltaria no tempo e faria tudo diferente?

  Eu não. Eu voltaria no tempo e faria tudo outra vez. Sem por e sem tirar. Só para ter aqueles abraços espontâneos, aqueles sorrisos lindos, aqueles ataques de ciúmes e tudo mais. Mas hoje, em plena consciência, tenho a certeza de que deixo todas as vontades, desejos e ideias para o passado remoer e guardar no seu tesouro. Passado. Passou. Não passa mais. Fica na memória um grande amor para quem quiser ver e aprender. Da mesma forma que eu vi, vivenciei, aprendi e amei. Da forma mais intensa.

Mas é passado. E digo que passou. Com o maior orgulho que alguém possa ter. Por ter amado e ter sido amado. Mas, hoje, passou. É passado.

  Por isso, eu digo: desapeguemos do passado, amigos.

  O novo bate em nossa porta todos os dias. Deixemos ele entrar.

Se não fosse amor, eu já teria desistido na primeira oportunidade. Se não fosse amor, eu teria ido embora quando você quis que eu fosse. Se não fosse amor, eu não suportaria a sua grosseria. Se não fosse amor, eu teria surtado contigo na primeira briga. Se não fosse amor, eu teria coragem de te deixar. Se não fosse amor, eu não iria dormir sorrindo só porque chegou uma mensagem sua. Se não fosse amor, eu não acharia tua respiração a mais bela melodia e tua voz a mais linda canção. Se não fosse amor, eu teria me doado menos. Se não fosse amor, eu não sentiria tanto ciúmes. Se não fosse amor, eu não iria querer ouvir todos os dias que sou sua. Se não fosse amor, eu não te desejaria como eu desejo. Se não fosse amor, minha calmaria teria ido embora e meu monstro tinha se revelado. Se não fosse amor, eu não ficaria esperando por uma ligação ou uma mensagem tua o dia todo. Se não fosse amor, eu não teria tanta necessidade em te chamar de “meu”. Se não fosse amor, eu não teria planejado todo nosso futuro. Se não fosse amor, eu abriria portas para novas paixões. Se não fosse amor, meu dia não ficaria somente bom se você estivesse nele. Se não fosse amor, eu não insistiria tanto. Se não fosse amor, meu coração não iria pulsar tanto ao ver uma notificação tua. Se não fosse amor, minhas mãos não ficariam tão geladas enquanto digito. Se não fosse amor, os frios na barriga já teriam ido embora. Se não fosse amor, eu não teria ignorado todas as vezes em que você disse que era para eu desistir. Se não fosse amor, eu não te colocaria em prioridade na minha vida. Se não fosse amor, eu não procuraria nos versos das músicas trechos sobre nós. Se não fosse amor, eu não iria sorrir tanto ao falar contigo. Se não fosse amor, eu não teria medo de te perder. Se não fosse amor, viraria.
—  Se não é amor, eu não sei o que é, meu bem.