por:let

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Estou sentada olhando as estrelas e pensando como tudo era lindo quando começou, como tudo parecia que ia dar certo e tentando entender porque dar errado nunca esteve na minha cabeça, mas olha só como acabamos, não é mesmo? Lembra das promessas…  dos desejos, das palavras ditas que nunca poderão ser apagadas. Oh, meu bem, sinto por ti uma profunda dor, não porque eu estou sofrendo de amores, não, mas sim porque marcou, e vai ficar aqui guardadinho em algum canto do meu peito, pra sempre. Não é exagero, mas você me fez uma pessoa melhor, agora sou destemida, te agradeço por isso. Posso lhe assegurar que nunca mais abaixarei a cabeça para ninguém, sou uma pessoa forte, e isso tudo graças a você. Aliás, deve tudo a você por ter me tornando essa pessoa que sou hoje. Talvez dizer “obrigada” seja pouco e meio paradoxal. Como assim, te agradecer por me fazer tão bem mas ao mesmo tempo tão mal? Eu não esperava por sua partida, mas levo comigo os momentos bons e as vezes em que você me fizeste sentir tão especial. Levo comigo a certeza de que há amores que vem para nos fortalecer e nos ensinar. Que bom que encontrei o meu.
—  Escrito por Grazi, Letícia B., Isadora G. e Danielle em Julietário.

Quantas vezes vou ter que cair do cavalo para aprender? Caramba! Eu ando esgotada das pessoas, sinto que todas elas são vazias, que na maioria das vezes vivem para destruir alguém. Eu me sinto parte delas também, sinto que nada faz sentido, que não descobrimos a essência da vida, sinto que existir já não basta, quero mais, preciso de mais. Busco por mais. Mas, sempre tem aquele porém, de que nada depende apenas de mim, tudo vai além das minhas mãos. Tudo, absolutamente tudo depende ao menos de mais um para dar certo e as pessoas são egoístas, seus sentidos, sentimentos são todos egoístas. E eu não aguento mais viver por aí fingindo que aceito tudo. Eu cansei de fingir sorrisos, de fingir que sou de ferro, porque, olha, eu não sou. Meu nível de suportar cargas pesadas diminuiu. Minha capacidade de tentar ser forte, se esvaiu. A dor que a humanidade me causa, pesou meus ombros, e eu ando cambaleante. Meio lenta, tentando apenas existir. Além do meu corpo cansado e esfolado de tantas quedas, minha alma também está machucada, meu ego está danificado, pois penso em todas as pessoas hipócritas e egoístas, e não tem como me imaginar no meio. Somos um emaranhado de gente que não sabe ser bom o tempo todo, quando que ser bom para si acaba derrubando outro, pisando em mais um, e nada disso acaba, acabamos sendo uma cama de gato, onde ninguém se sai bem no final. Se analisarmos, a vida virou um “quem dá mais”, “quem ganha mais”, “quem é mais”. Tá tudo muito superficial e eu cansei de ser assim, não quero mais. Não quero crescer às custas de ninguém, ninguém além de mim.
—  Escrito por Letícia B., Dai, Anelise e Paula em Julietário.
Sinceramente? Eu sei, bem no fundo, que ninguém poderá um dia lhe substituir. Você, além de amor, foi amigo. Foi certeza dentre tantas dúvidas, luz em meio a escuridão. Fostes a melhor coisa que me aconteceu em todos esses anos. E agora, estou só nessa imensidão chamada vida. O pior não foi te perder, assim, o pior é me sentir só, vazia, saber que você não vai voltar, que não vai me ligar no meio da noite pra dizer que me ama e que sente saudade. Saudade dos meus beijos, do meu carinho, do meu abraço, do meu afeto. Dói ter a certeza de que nunca vou te abraçar novamente, você seguiu seu caminho, se apaixonou de novo, está feliz. E eu? Bem, estou aqui sufocada de tantos sentimentos que já não cabem dentro do meu peito, com a angústia da minha vida não mudar, com o medo imenso de que daqui 10 anos talvez eu esteja no mesmo abismo de agora. Tenho medo que eu me perca em amores, em tantos falsos nomes e esqueça o que é amar de verdade, estar apaixonada de verdade. Tento te colar nestes rostos, de emoldurar nestes sonhos que tento criar, mas só me dá mais angústia, uma dor forte na ponta do estômago de estar fazendo tudo errado e acabar que no final, eu seja aquele alguém que simplesmente viveu por inteiro um amor pela metade, e olha que a culpa ainda será minha, pobre coitada.
—  Escrito por Juliana, Lucas, Letícia B. e Letícia S. em Julietário.