por favor me casar

Capitulo 62

 

Sara se levantou e saiu do salão, eu continuei a fitando ela tinha um corpo lindo, desenhando suas curvas delicadas, seus cabelos preso com alguns fios soltos, aquele óculos em seu rosto só a deixava mais provocante. Era impossível não admirar.

- cof cof – ela limpou a garganta – Ta gostando? – vanessa estava atrás de mim.

- O que? Oi ? – me virei rápido, percebendo que ela me pegava no flagra. Fiz de desentedida..

- Ela é gostosa né? – Ela dizia irritada.

- Ai Van não começa. – me levantei saindo

Ela puxou meu braço e me fez parar.

- Olha pra mim. – ela disse brava

Me virei e a olhei.

- Clara eu vi o beijo que ela te deu, e vi como voces estão próximas. – ela pausou

- Van, não foi nada demais, foi um beijo no rosto de carinho por todos os anos de nossa amizade. – me expliquei

- Beleza, não quero nem saber. Só uma coisa muito séria que te digo, estamos muito perto de mudar nossas vidas, de sermos uma da outra pra sempre. Se você não quer mais isso, seja sincera comigo e me diz o que ta sentindo, só que eu não vou te perdoar se me trair.

- Vanessa por favor, meu amor – coloquei as mãos em seu rosto e a fiz me olhar- Eu nunca faria isso com você, NUNCA.  eu te amo e você sabe que você me tem todinha sua, meu coração é seu desde o primeiro momento que te vi, eu nunca estive confusa de nada do que sinto, nunca temi em me casar com você, em ser sua eternamente, por favor não se cegue de ciúmes, porque ele pode  destruir tudo. Eu te amo tanto não pense isso de mim. – lágrimas já percorriam meu rosto.

- Eu não estou cega, pelo contrario eu tenho visto muita coisa e eu não quero ser trouxa de ta aqui com você, de fazer tudo por você e no final você me deixar por qualquer uma.

- Já disse Van, nunca faria isso. Voce é a mulher da minha vida. Acredite em mim, acredite em tudo que passamos desde o começo. Acredita no meu amor por você.

- Eu nunca duvidei Clara, mas algumas atitudes suas me fez mudar de ideia.

- Caralho Van você ta me magoando. O que eu fiz pra você duvidar do meu amor? Conversar com a Sara? Relembrar historias? Esse beijo de carinho na bochecha VAN … qual é? Eu te amo digo isso pra você todo dia meo, ainda duvida, poxaa –

- Me desculpa, mas esse beijo que ela te deu, só me fez ter certeza que ela não quer só sua amizade.

- Eu já disse a ela que sou noiva e ela disse que nos deseja felicidades, ela não tem nenhuma intenção Vanessa.

- Beleza Clara, vamos para casa não quero ficar discutindo aqui.

- beleza. – confirmei chateada.

Poxa ela não tinha direito de duvidar do meu amor, tudo que passamos juntas, todas as dificuldades só fez me dar certeza que ela era a mulher da minha vida. Era injusto ela dizer sem razão, apenas por ciúmes.

Chegamos em casa e cada uma foi para um lado eu fui cuidar de Max e ela foi para o quarto, eu sabia que ela ainda estava irritada com o beijo dado por Sara, mas eu não tive culpa. E não havia nada demais, era um beijo de carinho, de amigas, sem intenção alguma. Além do mais ela duvidou do que eu sentia, e pra mim foi doloroso ouvir aquilo.

Deitamos em nossas camas, ainda sem falar uma com a outra. Ela deitou-se de costas para mim ainda calada. Deitei-me ao seu lado, mas não consegui aguentar todo aquele silencio e aquele gelo no quarto. Me sentei na cama.

- Vanessa. – a chamei.

Ela se virou rápido como se esperasse aquelas palavras, se fosse agoniante todo o silencio.

- Desculpa – disse triste. Ela se sentou na cama, e esperou eu continuar.

- Eu errei em algumas coisas e sei que você não merece isso. Eu te provoquei, eu disse coisas a Sara que possa ter lhe dado esperanças ou ousadia de me dar aquele beijo. Errei em a olhar daquela maneira. Me desculpa – terminei chorando, e passando a mão sobre a dela ainda acanhada e arrependida.

- Clara eu também lhe peco desculpas eu não devia ter falado aquilo, eu nunca devia ter duvidado do que sentia, eu só estou insegura e com ciúmes. Não quis te magoar, me perdoa meu amor.

- Eu te amo. –lhe disse a puxando para mim e beijando sua boca.

Ela agarrava meus cabelos e com uma das mãos conseguiu abrir o sutiã, meus seios estavam a mostra eu fiz a mesma coisa e tirei sua blusa, a deixando apenas de calcinha, puxava seus cabelos para tras e a beijava freneticamente. Ela dominou novamente ficou por cima de mim, e sua perna pressionava meu sexo suas mãos fortes passavam por todo meu corpo apertando.

- Você é minha. – ela sussurrou

- Toda sua - disse em seu ouvido seguido de uma lambida.

Ela continuava a me pressionar e eu passava língua lentamente em seus seios, depois os sugava forte. Contornei a sua calcinha com um dedo e fui brincando com seu clitóris. Ela ainda em cima se movimentava esfregando nossos corpos, abria as minhas pernas e deliciava com a as mãos em meu intimo apertava as minhas coxas e brincava com meu grelo, introduzia e tirava os dedos. Sentia meu intimo todo molhado, e seus dedos deslizavam com facilidade. Ela levou os dedos em sua boca os chupou sorriu e os voltou a me introduzir. – delicia – ela sussurrou.

Avancei em sua boca e senti o meu gosto nela, percorri toda ela com minha língua chupava seu queixo lambia sua orelha, sugava e marcava todo o seu pescoço, a virei ficando por cima.

Continuei a beijando e a mordendo até chegar em seu intimo, onde eu a chupei com tanta vontade que eu sentia o seu desespero pelo prazer, seus gemidos gritando meu nome e sua voz rouca e implorando para não parar, continuei a chupando minha língua se deliciava com toda sua vagina, aquela sensação de latejar o intimo de prazer só crescia. Senti seu gozo quente em minha boca seguido de um alto gemido, me fez gozar junto senti meu liquido descer por minha perna enquanto eu chupava lentamente o seu, suas unhas cravadas nos lençóis da cama sua respiração ofegante me deixava satisfeita por tê-la feita mais uma vez minha, minha amante, minha mulher minha namorada. Eternamente minha.

El diario de Zeus~Capitulo 19.

Capítulo 19

  • Narra Samuel.

Estaba en la habitación, se acababa de ir Sol y Mauro, quien ayer se había llevado una buena ostia de parte de su madre por haber venido. Cuando supo de Zeus y lo que le había pasado, le dio permiso de venir una vez al día con Sol, Zeus estaría aquí una semana más después de que despertara, ya que lo querían tener en observación, una cosa así era muy delicada, había perdido bastante sangre y había estado inconsciente dos semanas, debía estar en observación y por consecuente más personas venían a verlo, pero odiaba que vieran con pena a Zeus. Y se notaba que él lo odiaba, y mucho.

Mire a Zeus, estaba leyendo algún libro que le había traído mi madre para pasar el rato, pero no parecía interesado en la lectura del mismo, por eso opte a interrumpirle.

-Zeus… ¿Podemos hablar?

Esperaba una respuesta negativa.

-Dime.

Esa no me la esperaba.


-Sé que te incomoda que te vean de esa manera, yo lo odio, pero créeme que yo jamás te voy a ver de esa manera. ¿Vale?

-Voy a dormir.

Puso el libro en la mesita de noche y se giró, arropándose hasta la cabeza. Suspire, me levante de la silla decidido a ir a dar una vuelta por el hospital. Tal vez debía ir a ver al médico y preguntarle sobre mi vomito. Sé que no es normal que uno vaya por la vida vomitando sangre así por que sí. Debería decirle.

Me topé con una enfermera que se veía de unos veintitantos años, le toque amablemente el hombro llamando su atención y ella me miro, juraría que sus ojos brillaron al verme. Pero joder que ya estoy viejo para ella.

-¿Puedo ayudarle en algo?

-¿Me podría decir donde se encuentra el doctor de mi hijo? –tuve que aguantar la risa cuando vi su mueca de tristeza por decir “mi hijo”, miro su libreta y luego me miro.

-¿Zeus de Luque?

-Si.

-Está en su oficina, tercer piso, puerta 20.

-Gracias. –Note como su mirada viajaba a mis manos, en busca de algo. El anillo de bodas. Mierda, me lo había quitado ayer, se había llenado se sangre y lo quería limpiar.

-De nada… Guapo.

-¿Disculpe?

-Lo siento señor, es que yo, no vi su anillo de casado.

 Que directa. 

-No lo llevo hoy, mi esposo lo debe de tener.  

-¿Esposo?

-Si señorita, nos vemos.

Y me fui cagando leches hasta el elevador, joder, tengo 38 años y sigo ligando, menuda bestia parda sigo siendo. Si pudiera me golpeaba el pecho, pero eso seria raro. 

Con un leve golpe de puños, llame a la puerta, una vez estaba fuera de ella. Tras un amable pase del doctor, gire el pomo y entre, cerrando la puerta tras de mí.

-Hola Samuel, toma asiento. ¿Cómo esta Zeus?

-Él está bien, el que no se encuentra bien soy yo.

-¿Qué ocurre?

-Vera, ayer vomite sangre.

El doctor me miro y luego anoto algo en su libreta.

-Debo hacerte unas preguntas para saber que tienes Samuel.

-Vale.

-¿Habías vomitado antes de ayer?

-No.

-¿Cuándo comenzó?

-Ayer en la noche.

-¿De qué color era la sangre?

-Pues… -Me reí- No era la típica sangre roja, era más obscura.

-¿Tienes otros síntomas?

-Síntomas en si no se si sean, he dormido muy poco, o no duermo. Me siento muy cansado, demasiado, he descuidado mi trabajo y como usted lo noto, a la única familia que tengo. Y últimamente me duele mucho la cabeza.

-Vale ¿Usted fuma o bebe alcohol?

Me quede en silencio.

-Si. Bebo.

-¿Cuándo fue la última vez que bebió?

-hace dos semanas.

-¿Por qué tomaste?

-Recordé a mi esposo.

-¿Qué le paso a tu esposo Samuel?

-Se quitó la vida. Me abandono.

 

El doctor continuo anotando cosas en su libreta en silencio y después de unos minutos me miro.

-Mira Samuel, yo no puedo hacer nada por ti, el vómito es provocado por las presiones, preocupaciones y tristezas de su cuerpo, y por el alcohol. Debido a los síntomas que me menciona, lo muy probable es que tengas depresión.

-¿Necesitare antidepresivos?

-Sí, pero yo no puedo recetarlos, necesitas ver al psiquiatra.

-¿psiquiatra? Eso es para locos. Yo no estoy loco.

-No es para locos Samuel.

-¿No? ¿Por qué no?

-Simplemente no es para locos, las personas que asisten a los psiquiatras tienen problemas que no pueden controlar ellos y que de repente ese problema te controla a ti y ese problema comienza a ser tu vida. ¿No te pasa eso?

-Bueno… sí.

-¿Lo ves? Y no estás loco.

Le mire y guarde silencio, me dio un papel.

-En el piso donde este Zeus, dos pasillos a la izquierda, la última puerta es la del psiquiatra del hospital, dale esto. Suerte Samuel.

-Gracias doctor.

Me levante y salí pensando. ¿Realmente necesito el psicólogo?

Una vez tomadas las indicaciones del doctor, me encontraba en el consultorio del psiquiatra. Toque la puerta y un señor de unos 50 años me abrió, me regalo una cálida sonrisa y  me invito a pasar.

-¿Samuel? –Asentí- El doctor te mando un papel verdad-Volví a asentir y se lo di, él lo leyó y con la mano me indico que tomara asiento en un sofá que estaba ahí, era blanco, toda la habitación era blanca, los muebles, las flores, raro. Me senté en el sofá, él se sentó en una silla frente a mí.

-Ponte cómodo, esto será nuevo para ti, y te costara abrirte y decirme cómo te sientes, pero es normal, Samuel, estoy para ayudarte.

-Vale.

-Aquí dice que bebes. ¿Puedo saber desde cuándo bebes?


-Desde los 20 años.

-¿Por qué?

-Es complicado.

-Te escucho Samuel. Normalmente las personas toman por que tienen una pena muy grande o porque alguien no lo acepta. ¿Es tu caso?

-Sí, mi padre no aceptaba mi relación amorosa.

-¿Eres gay Samuel?

-Bisexual.

-¿Tu padre no aceptaba eso?

-No, jamás acepto que saliera con chicos, para el eso no eran cosas de hombres de verdad.

-Vale. ¿Te casaste?

 

-Si.

-¿Con un hombre o una mujer?

-Un hombre. Su nombre es Guillermo.

-¿Cuánto tiempo llevan casados?

-17 años.

-¿Dónde está el ahora?

Sentí un nudo en la garganta.

-Murió hace 12 años.

-Entonces ustedes no siguen casados.

-Claro que sí, que haya muerto no significa que no lo estemos.

-Vale, llevas razón. –escribió algo en su libreta. -¿Qué edad tenían cuando se casaron? –Hice una mueca y mire mis dedos.

-Tuvimos dos bodas, en la primera, él tenía 18 y yo 21. –El hombre me miro. –En la segunda el 22 y yo 25.

-¿Por qué se casaron dos veces?

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-Es una tontería ¿Vale? –Me reí al recordar- Éramos jóvenes y tontos, y nos amábamos mucho, teníamos dos años de relación, sus amigos me odiaban porque yo era su primer novio, desde los 16 él se dio cuenta de que le gustaban los hombres, y yo lo “aproveche” de cierta manera. Ese día era nuestro aniversario, había planeado una cena en mi casa pero mi padre se enteró de lo nuestro y nos arruino la noche, estaba molesto, muy molesto. Él no me reclamo, y fuimos a comer hamburguesas al final de la noche. –Me reí mas fuerte.- Le compre una cajita que trae un juguete y yo me compre una, en plan “regalo de aniversario”. A él le salió un auto rojo y a mí un anillo de princesas, nos reímos durante un rato hasta que, simplemente se me ocurrió pedirle matrimonio y acepto.

-¿Y cuándo se casaron?

-Esa día.

*–*

-¿Te quieres casar conmigo?

-Dije mirándole, el no paraba de reír, esta era por lo menos la escena más rara del mundo, estábamos en mitad del estacionamiento del McDonald’s, yo de rodillas frente a él, con el tonto anillo de juguete en mis manos.

 

-Samuel eres tonto ¿Lo sabias? –Asentí- Pero eso, me quiero casar contigo.

 

Sonreí, sonreí como un tonto, sabía que esta era una locura, una tontería, que era un juego, pero el había dicho que si a mi juego, y eso me hacía feliz.

 

Me levante y le coloque el tonto anillo en el dedo menique, ya que en los demás no le entraba, me reí de nuevo y lo tome de las mejillas, haciendo que me mirara.

 

-Te amo. –Dije mirándole a los ojos.

 

-Jo jijual- balbuceo ya que estaba presionando sus mejillas, sentía que las mías ardían de tanto reír esta noche, lo acerque a mí y lo bese. El me correspondió al beso, pasando sus manos por mi cuello, parándose sobre sus puntas. Él era más bajo que yo.

Nos separemos cuando fue necesario hacerlo y lo mire.

 

-Vamos, iremos a casarnos.

 

-Claro Samuel. Ahora mismo.

 

-Ahora mismo, vamos. Ya llamare a tus papas luego.

 

Tome su mano y lo hice caminar.

 

-¿De qué hablas tío?

 

-Ya verás. –Le guiñe un ojo y cuando vi un taxi pasar le pedí parar.

 

Nos subimos al taxi.

 

-¿A dónde vamos? –Pregunto Guille mirándome, le ignore y mire al conductor.


-Al aeropuerto por favor. –Este asintió y se puso en marcha.

 

-¿Al aeropuerto? ¿A qué vamos allá?

 

-Ya verás pequeño, ya verás.

 

-No soy pequeño, te lo he dicho ya muchas veces.

 

Me reí y bese su mejilla. El reto del camino lo llevamos en silencio hasta el aeropuerto, una vez ahí y tras pagar el taxi, entramos.

 

-¿Qué hacemos aquí?

 

-Aquí hay una capilla donde podemos casarnos, es legal.

 

-¡Samuel! –Paro sus pasos y me miro. -¿Hablabas enserio?-Asentí.

 

-¿Tú no? Guille por favor, me quiero casar contigo.

 

-Igual yo, pero ¿Aquí? –Señalo el lugar- Eres muy romántico Samuel.

 

-No se necesitan esas cosas para casarnos. No necesito un traje negro o una orquesta tocando “nuestra” canción, personas mirando y diciendo cosas buenas y malas de nosotros. Te necesito a ti conmigo, y eso me basta para párteme frente a un altar y poder decir “si, acepto a este cabezón como esposo”.

 

Guillermo sonrió y volvió a tomar mi mano.

 

-Vale, vamos.

 

Y caminamos lo que faltaba para llegar a la capilla.

*–*

-Luego de eso, años después nos casamos cuando el matrimonio gay fue legal en todo el país.

-Vale. –El hombre siguió anotando en la hoja, la charla con el siguió, me pregunto si hubo problemas en nuestro matrimonio, amenazas de separaciones o engaños, a todo respondí que sí y le conté, era increíble cómo fue que le estaba contando todo a él sumido en un increíble e inexplicable llanto que no parecía parar. Le conté todo, lo de Estefanía, como la conocí, el último mes de vida de Guillermo, mi vida después con Zeus. Todo.

-Tienes depresión Samuel.

-¿Depresión?

-Sí, hay tres tipos, por genes, que las personas heredan la depresión de sus padres, la provocada por las hormonas cuando somos adolecentes y por el estrés y la pérdida de un ser querido. Tú tienes la última. Mira, esto tomara mucho tiempo, pero debes de poner de tu parte, tu misma depresión está influyendo a Zeus y a sus actos.

-Hare todo lo que sea posible, todo lo que sea necesario para que mis acciones no afectan a mi hijo.

-Mira, te daré dos cosas que debes hacer, una, es tomar antidepresivos, ayudaran a que puedas dormir, a que estés menos molesto y eso.

-¿Y la segunda cuál es?

-La segunda es más difícil Samuel, y no esperes que la hagas pronto.

-¿Qué es?

-Debes olvidar a Guillermo y dejarlo ir.


Los amo. Ya esta. <3