por beatriz

Eu me lembro de cada decepção, e de como me esforcei para continuar com a minha essência após cada uma delas. Me lembro de todas as coisas ruins que já me disseram, e só de lembrar é como se estivesse ouvindo novamente. Me lembro que achava o fim do mundo as “briguinhas” com os meus melhores amigos, sem saber que haveria coisa pior pela frente. Eu me lembro de todos os momentos em que tentaram me colocar para baixo, dizendo o quão eu era incapaz ou que não iria alcançar tal objetivo. E doía muito, pois muitas vezes era de pessoas próximas à mim. Cada dia era uma pancada diferente, que só me fazia sentir vontade de ficar deitada, lá quietinha, só eu e meu fone de ouvido, pois com ele sim eu ouvia melodias e falas boas. Eu me lembro quando comecei a perceber que ninguém valia a pena, ao ponto de eu perder a minha paz. Me lembro de quando tudo que eu tinha era eu e meu espelho, porque nele refletia exatamente como eu me enxergava. Eu me lembro de tudo. E ao reviver esses pequenos flashbacks, acho até que eu tenho medo do mundo. Ou, talvez, das pessoas? Eu tenho medo de me entregar, me decepcionar, de confiar, de vacilar. Uma insegurança toma conta de cada centímetro do meu corpo, e por mais bobo que seja, aos poucos se vai meus sonhos.
—  Escrito por Fran, Beatriz, Grazi e Amanda N. em Julietário.
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Five hundred steps por Beatriz Castillo
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I took the photo from a cliff. You can go down it using a long stone staircase called five hundred steps. # #landscape #travel #traveling #Cliff #sunset

É como uma osmose emocional, espiritual e, até mesmo, física. Eu sou o soluto mais concentrado, enquanto recebo algo de outro alguém. Sentir de novo, sentir o novo. Conexões, quanto mais firmes, mais fazem com que se misturem e confundam, pois nada mais somos senão gases de volumes e formas instáveis. E misturando. E bagunçando. (Re)organizando. Sinto suas paixões, seu calor, tato. Assim como suas dores, hesitações, inseguranças. Se me permite, também seu obscuro. Eu posso te ver nu. Você me vê nu, pois me mostro. Eu-me-arregaço-para-você. Uma dança descompassado. 1, 2, 3, 4. 1, 2. 2. 2, 4. Os movimentos são livres, o que não significa que sejam de total desordem. Acertamos os passos, sim, às vezes, quase sem querer. Então meu cérebro se deleita, usufruindo do que lhe é exposto. 1, 2, 3, 4. 1, 2, 3, 4. Selvagem, orgânico, deveras sem explicações. Os elos diversos de almas inquietas. Se me permite, eu te permito.
Você-se-arregaça-para-mim.
E nos erguemos, reformamos as vigas. Puro arregaçamento.
—  Quando conheci Esteban.
Não espere por mim. Mas não viva sua vida como se eu nunca tivesse passado por ela.
—  Beatriz Nascimento.
Clichê ou não, você fez minha cabeça girar, fez as borboletas do meu estomago voarem. Te ver ali parada, me olhando com aqueles olhos grandes, fez o meu mundo sair do prumo, fez com que meu pés não tocassem mais o chão, eu só queria correr e te beijar. Beijar até ficar sem folego, te sentir perto de mim. Menina, você não sabe o que causa em mim, me deixa louco, com os pêlos do braço eriçados, me deixa nas nuvens. Estar perto de você é como se eu tivesse que navegar em um mar agitado num barquinho de papel. Me causa uma sensação estranha, mas um estranho bom. Estar com você é sempre uma aventura, e eu gosto disso. Gosto de como você faz as coisas parecerem fáceis. Você tem o dom de deixar colorido, o que na minha vida era preto e branco. Você chegou e me fez sentir sensações que ninguém jamais fez, e não quero te comparar aos meus amores meio boca antigos, porque quando lhe encontrei, eu entendi o porquê de todas as outras vezes terem dado errado. Você me olha fixamente, e com um sorriso diz que o nome disso é destino, e eu fico risonho querendo ouvir isso para sempre. Pois se for destino, quero que ele nos mantenha juntos, será que isso é pedir demais? Só hoje já supliquei por você baixinho umas mil vezes, só hoje eu enumerei vários planos ao teu lado. Garota, eu já nem sei se sou capaz de viver sem um sorriso teu. Talvez, o timbre da tua voz tenha se tornado o preferido do meu coração, porque sempre que ouço qualquer palavra da tua boca o coração dispara. Assim como minhas mãos suam ao te ver chegar, ao sentir teu cheiro em minhas narinas. Só te peço duas coisas: diz que pretende ficar hoje, amanhã, depois, e dá aquele sorriso gostoso que eu adoro.
—  Escrito por Bianca, Lucas, Beatriz e Amanda N. em Julietário.
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The little dock. por Beatriz Castillo
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# #dock #sea #storm #night #clouds #lanscape

A cada dia que passa percebo que não, eu não sou daqui. Sou estrangeira. Minha alma vem do céu e tem saudades de lá. E espero ansiosamente por Ti. Percebo também que as coisas desse mundo não me preenchem mais, por mais que às vezes eu tente, não dá, não me satisfaz. Encontrei em Ti o que nada desse mundo pode me proporcionar: o amor que liberta, a graça que superabunda e a misericórdia que constrange. Saber que virás me deixa feliz, rindo à toa.
—  De alguém que espera por tua chegada, Beatriz Dornelas.
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MAKE UP ARTISTS MEXICANOS EN FASHION WEEK

Beatriz Cisneros es una make up artists mexicana reconocida a nivel internacional que temporada tras temporada asiste a las principales capitales para la Semana de la Moda. París fue el destino para F/W 17, donde realizó los maquillajes en desfiles de Vivienne Westwood, Balmain, John Galliano, Giambattista Valli, Lanvin, Kenzo y Delphine Delafon, por mencionar algunos. Cabe destacar que Cisneros es reconocida por la revista Elle México, en su edición de marzo, como una de los make up artists mexicanos que triunfaron en Fashion Week SS17. 

En imagen. Looks ejecutados por Beatriz Cisneros en los desfiles de Balmain y Vivienne Westwood.

“No soy como las demás chicas”

Ilustración por Beatriz Prados.

Cuando tenía 11 años y estaba transitando la primer etapa de la adolescencia, leía muchos libros (principalmente novelas románticas) que trataban diversas tramas, desde el príncipe que elije a su esposa como si fueran productos en venta de un supermercado, o la chica buena que tiene un promedio excelente pero se enamora del chico malo de la secundaria y pierde toda su moral, hasta la chica emo que es aislada por sus compañeros y es, milagrosamente, salvada por el chico popular. En cada historia, aparte de que la mujer era objeto del hombre (ya sea para ser “salvada, “elegida” o “amada”), me cruzaba con la frase: “No soy como las demás chicas”.

Crecí con este pensamiento de que estos personajes (el de la típica chica que no usa maquillaje, no tiene amigas, no practica deportes, no es popular, no tiene sexo con muchos chicos, tiene buenas notas, no se arregla el cabello, odia la música pop y sólo escucha bandas viejas, etcétera) son todo lo que tenía que aspirar a ser al crecer.

Bueno, dejenme decirles algo: ¡Primicia! ¡Todos estos conceptos son totalmente erróneos!

Primero, no existe la “típica chica” ni las “demás chicas”. Las mujeres somos seres complejos que tienen pensamientos propios, intereses variados, objetivos, y gustos y disgustos, al igual que los hombres. Es imposible meter a la mayor parte de las mujeres en una caja y decir “todas las mujeres son iguales”, creando este estereotipo de que si sos tal cosa y te gustan ciertos aspectos perteneces a un bando y si sos todo lo contrario, al bando opuesto.

Ahora, ¿Por qué pensamos que es malo ser como las demás chicas? No hay que ser un genio ni tener una lógica magistral para descubrir la razón, pero voy a decirla de todas formas: desde que tenemos conciencia somos obligadas, por nuestro entorno (padres, profesores, medios de comunicación, etc), a desarrollar este inmenso odio sin razón alguna hacia nuestro propio género: históricamente, ser mujer está asociado con ser débil, tonta y torpe mientras que ser hombre significa ser valiente, poderoso e inteligente. Entonces, ¿A quién le gustaría ser torpe, tonta y débil cuando podes ser valiente, poderosa e inteligente? Si todavía no estás segura de mi punto, responde sinceramente esta pregunta: ¿Cuantas veces en tu vida dijiste “Ojalá fuera hombre y no mujer”?

Yo lo he dicho incontable cantidad de veces, hasta que me di cuenta de que ser mujer es mucho más que eso. Ser mujer significa ser hermosa y poderosa al mismo tiempo, con nuestros pensamientos inteligentes, nuestros cabellos de distintos tamaños y colores, nuestra habilidad de transformar ideas, y con cuerpos que tienen la capacidad de generar vida. ¿Por qué debería disgustarme ser así?

Ser como las “demás chicas” no es un insulto, no es algo perjudicial. Te gusten los deportes o te guste el maquillaje, te guste la música o prefieras el cine, si amas las zapatillas u adoras los tacos, si estás entre medio de todo: Merecemos respeto, tanto del hombre como entre nosotras mismas. Por lo tanto, si sos mujer y rebajas a otras mujeres para hacerte ver como una mujer única, interesante e inigualable frente a los hombres (o frente a la sociedad en sí) estás generando una competencia que definitivamente no es la solución ya que desvalorizas a un género completo de mujeres que también son únicas, inteligentes, creativas, etc etc. Con esto no quiero decir que ser la “típica chica” es incorrecto o que querer destacar está mal, me refiero a que es una idea que se torna en una acción negativa cuando deshumanizamos y hasta odiamos a otras mujeres, perpetuando la idea machista de que tenemos que competir entre nosotras para sobresalir porque sino somos todas iguales.

Estas ideas que fueron implantadas en nuestras mentes sin permiso alguno nos colocan en el medio de un abismo del cual sólo los que se atreven pueden cruzar. Tenemos que abrir los ojos y darnos cuenta de que juntas somos más fuertes, imaginate si estás en el baño del boliche y ves a una chica que está usando algo que a vos no te gusta tanto pero en vez de criticarla con tu grupo de amiga, te acercas y le haces un cumplido sobre algo positivo. Con esa mínima acción, estamos empezando un cambio más grande de lo que imaginamos.

Así que atrevámonos y aprendamos a encontrar similitudes en cada mujer diferente a nosotras, ya sea que conocemos o que cruzamos por la calle mientras volvemos a casa, a respetar a nuestros pares (a nuestros hermanos pero principalmente a nuestras hermanas). Mirate a vos, que estás leyendo esto, seguro sos muy opuesta/o a mí pero, sin embargo, estás absorbiendo mis palabras y esa es nuestra similitud, eso nos une a los dos, eso crea un puente entre el precipicio que excavó la sociedad para separarnos y hacernos creer que el camino que estamos destinados a seguir es único: el del odio, la envidia, la discriminación, la violencia.
Pero no te preocupes, no tengas miedo de ser como “las demás chicas”. Dame la mano así te ayudo a cruzar.

As minhas cicatrizes são demais para você, e desde já, lhe adianto: não seja ousado e não entre nesse barco! Tudo aqui é demais para você e não digo de beleza, ou algo relacionado a isso, e sim de fraquezas e decepções. Você não aguentaria um mês no meu mar de rosas, pois tem mais espinhos que o peixe que você comeu no domingo passado, você iria se engasgar. Não ouse entrar na minha vida, pois já é demais sentir minhas mágoas, e ser uma pra alguém seria doloroso, e talvez, eu não aguentaria! Você tem seu barco de decepções, eu sei, mas aqui não é competição de quem sofre mais e sim, simples gestos de compreensão, você compreende? Você não precisa de alguém cheia de incertezas, defeitos e fraturas. Não precisa de alguém que num dia tá bem, no outro não mais. Não precisa de mim e minhas inúmeras decepções domesticadas que insistem em ficar. Posso até confessar que sinto uma coisinha aqui dentro por ti, mas não vale a pena insistir em tudo isso, sabe? Eu já cansei de colecionar de tantas decepções e acho melhor vivermos em lugares separados, bem distantes um do outro. Você com as suas mágoas e eu com as minhas. Deixo claro que você não vai perder nada, afinal, não precisa dos meus dramas e acredito que a sua vida será muito melhor se eu não fizer parte dela. Ah… e fala pro teu coração não insistir no meu, pois do amor, já desisti faz tempo. Eu tenho andado meio cansada de apostar em toda essa coisa de amar, é uma burocracia e tanto. O amor é resposta, mas também é aposta. Quem inventou o amor, esqueceu de deixar o manual de instruções. Então, optei por desistir. Você não aguentaria conviver com as ondas de humor que me cercam, meu bem. Eu sou um eterno mar de complicações, não aposte em mim. Vamos ficar assim, eu aqui, você ai, e a saudade no nosso meio, ardendo no peito.
—  Escrito por Beatriz, Juliana, Ane e Anelise em Julietário.
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The mystery behind the light. por Beatriz Castillo
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# #mystery #landscape #light #forest

Códigos de la feminidad pertenecientes a la política farmacopornográfica:

Mujercitas, el coraje de las madres, la píldora, cóctel hipercargado de estrógenos y progesterona, el honor de las vírgenes; La bella durmiente, la bulimia, el deseo de un hijo, la vergüenza de la desfloración; La sirenita, el silencio frente a la violación; Cenicienta, la inmoralidad última del aborto, los pastelitos, saber hacer una buena mamada, el Lexomil, la vergüenza de no haberlo hecho todavía; Lo que el viento se llevó, decir no cuando quieres decir sí, quedarse en casa, tener manos pequeñas, los zapatitos de Audrey Hephurn, la codeína, el cuidado del cabello, la moda, decir sí cuando quieres decir no, la anorexia, el secreto de saber que quien te gusta realmente es tu amiga, el miedo a envejecer, la necesidad constante de estar a dieta, el imperativo de la belleza, la cleptomanía, la compasión, la cocina, la sensualidad desesperada de Marilyn Monroe, no hacer ruido al pasar, no hacer ruido al comer, no hacer ruido, el algodón inmaculado y cancerígeno del Tampax, la certitud de la maternidad como lazo natural, no saber gritar, no saber pegar, no saber matar, no saber mucho de casi nada o saber mucho pero no poder afirmarlo, saber esperar, la elegancia discreta de Lady Di, el Prozac, el miedo a ser una perra calentona, el Valium, la necesidad del string, saber contenerse, dejarse dar por el culo cuando hace falta, resignarse, la depilación justa del pubis, la depresión, la seda, las bolsitas de lavanda que huelen bien, la sonrisa, la momificación en vida del rostro liso de la juventud, el amor antes que el sexo, el cáncer de mama, ser una mantenida, que tu marido te deje por una más joven…

Beatriz Preciado

“Me gusta un chico”

Ilustración por Beatriz Prados.

“Me gusta un chico”… No es algo que no suene anormal. Es muy común que te guste alguien, ojo, tampoco tan común, a veces podes sentir eso de que no me gusta nadie, ando sola y está perfecto, es algo común también. Pero si es algo único lo de gustar de alguien. Aparecen emociones y síntomas nuevos, te volves más boluda, empezas a a preocuparte por boludeces que le pasan, queres verlo todos los días con una excusa distinta. Si, desde mi punto de vista, es algo hermoso. Pero, llegando a este punto, hay algo malo en que me guste este chico.

Él le pego a su ex novia.

Si, soy una boluda, y no puedo perdonar eso. Y no podría perdonármelo a mí misma si me llegará a pasar algo así, por unos sentimientos y síntomas de mierda. Por eso no puedo hacer más que gustar de él. No le tengo miedo, cada vez que me grita siento que no me va a pegar a mí. Pero ¿y si me equivoco? ¿Por qué no me pegaría a mí sabiendo que ya golpeó? Será que le tengo mucha confianza. Pero la realidad es que yo no puedo confiar tanto teniendo ese historial. Me muero por estar con él y por disfrutar de él. Pero no puedo.

Me gusta un chico, pero no puedo estar con él.

(Enviado anónimamente.)

Eu sinto doer, machucar e apertar.

Finalmente eu entendi o que significa a dor, pois ela não é opcional e nem bonita como muitos falam por ai, você simplesmente sente aquela angustia e não consegue fazer nada. Como os romancistas adoravam a dor para ter inspiração? Será que eu to esquecendo de algo para adorar isso? Acho que deve ser o Whisky ou uma Vodka. Vem cá, garçom, eu quero uma dose de cada, se não for pedir demais. Não, garçom, me traz um copo de água, porque eu quero me afogar. “Sentimos dor porque somos humanos” , “a dor precisa ser sentida”, verdades atrás de verdades, mas será que precisa ser sempre assim? A cada passo que dou, dois são para não sentir essa dor. A cada esquina que eu viro é pra não me afundar naquela poça de lágrimas que ia se formando ao cair no chão seco. A cada dor nas pernas de tanto andar, a dor do peito ia aumentando. Nada que façamos mude? Nada que façamos alivia esse pesar? Quem sabe uma dose de endorfina ajude a melhorar essa dor, mas se bem que depois de uma noite essa dor estará de volta, me matando por dentro. A dor em si não se vai completamente, o que podemos fazer é se acostumar com ela.

Escrito por Beatriz, Letícia S. e Isadora G. em Julieta-s.

O Espírito Santo, é um ser tão sublime que mesmo sabendo o ser humano falho que sou, ele ainda assim me ama, e mesmo assim quis o meu coração pra habitar. As vezes me questiono, “Por que, Deus mesmo me conhecendo tão bem, ainda assim quis morar dentro de mim?” A resposta é simples, a graça dele é infinita e sua benignidade dura para sempre. Ele não me ama ou mora em mim, por merecimento meu, mas sim porque ele é bom demais. Quantas e quantas vezes, eu larguei tudo e corri pro mundo? Sem nem ao menos pensar em Cristo. Quantas e quantas vezes, ele me livrou de coisas terríveis e eu nem se quer agradeci. Mas nem por isso ele desistiu de mim, muito menos deixou de me livrar. Deus é bom demais, para que nossa capacidade humana possa compreender. Deus é tão generoso conosco e nós somos tão ingratos com ele. Nós não merecemos nada, mas ainda assim ele nós dá tudo. Nós não somos nada, mas ainda assim ele nos chama de filhos amados. E o que temos feito, para agradecer? Eu aprendi, que cada respirar meu, é motivo de levantar meus olhos em direção ao seu e dizer “Obrigada, senhor pelo dom da vida” Me sinto envolvida pelo amor de Deus, de uma forma tão boa que meu coração fica acelerado toda vez que falo Dele ou com Ele. Sabe? Eu sou apaixonada por Cristo e por suas obras.
—  Beatriz Lemos