por aqui tudo bem

De qualquer forma, se não der certo, te agradeço por me mostrar que ainda há algo de bom aqui dentro. Tudo bem se acabar em nada. A gente já foi muito.
—  Motivando.
Bom dia.”
“Como foi seu dia?”
“Toma cuidado.”
“Me manda mensagem quando chegar em casa pra eu saber que tá segura.”
“Bons sonhos.”
“Como você está?”
“Espero que esteja se sentido melhor!”
“Tenha um ótimo dia hoje.”
“Estou com saudades.”
“Boa noite.”
“Posso ir na sua casa?”
“Posso te ver?”
“Posso te ligar?”
“Dorme bem.”
“Você é linda.”
“Quer algo pra beber?”
“Vamos assistir um filme.”
“O que está fazendo?”
“Como vai seu dia até agora?”
“Vai ficar tudo bem!”
“Estou aqui por você.”
“Bons sonhos.”
“Você precisa de algo?”
“Senti sua falta.”
“Está com fome?”
“Só queria ouvir sua voz.”
“Você fez meu dia. ”
Você não precisa ouvir um “Eu te amo” pra saber que alguém te ama. As pessoas falam com o coração mais do que você pensa.
—  Escute com cuidado.
Bom dia.“
"Como foi seu dia?”
“Toma cuidado.”
“Me manda mensagem quando chegar em casa pra eu saber que tá segura.”
“Bons sonhos.”
“Como você está?”
“Espero que esteja se sentido melhor!”
“Tenha um ótimo dia hoje.”
“Estou com saudades.”
“Boa noite.”
“Posso ir na sua casa?”
“Posso te ver?”
“Posso te ligar?”
“Dorme bem.”
“Você é linda.”
“Quer algo pra beber?”
“Vamos assistir um filme.”
“O que está fazendo?”
“Como vai seu dia até agora?”
“Vai ficar tudo bem!”
“Estou aqui por você.”
“Bons sonhos.”
“Você precisa de algo?”
“Senti sua falta.”
“Está com fome?”
“Só queria ouvir sua voz.”
“Você fez meu dia.
—  Você não precisa ouvir um “Eu te amo” pra saber que alguém te ama. Escute com cuidado. As pessoas falam com o coração mais do que você pensa.

eu sempre lembro de você quando olho o céu porque as estrelas me lembram os brilhos dos seus olhos e a imensidão da noite é como o que eu sinto por você e eu te queria aqui agora, l., mas tudo bem você não estar aqui e tudo bem também você não querer estar aqui eu nem mesmo sei se é recíproco mas nem me importo. tudo que já senti até hoje, senti sozinha.

O que te motiva a viver? Hein? Ei, volta aqui. Fica mais um pouco. Aceita alguma bebida? Ouvi dizer que as coisas estão difíceis para você, mas o que te motiva a viver? Se tá difícil, por que ainda está aqui? Não quer falar né? Tudo bem. Eu entendo. Só quero te dizer que, sinceramente, continue sendo assim. Hoje em dia as pessoas desistem rápido do que querem. E você ainda está aqui! Caindo e levantando, caindo e levantando. E acho que todo o resto deveria ser como você.
—  Yalen Raquel.
Desculpa

mas me soltou, me deixou ir, me largou, não foi atrás, não disse ‘’não’’ nem se quer opinou, apenas ignorou e eu fui. Ir foi minha única escolha, ir só me restava, ir para longe de ti. Parti e doeu, vi que não era importante, deixei de lado e esqueci, ou pelo menos amenizei a dor por aqui. Sorri, fingi e atuei, ouvi alguns ‘’tudo bem?’’, assenti e disse sim e nem se quer observaram todas as lágrimas por aqui. Passou, ok, doeu, tudo bem, superei e não volta, porque eu tanquei a porta e não te quero aqui.

Maricarla Gomes.

vez em quando eu me debruço sobre o papel e as palavras se perdem nas lacunas abertas que você deixou, mas eu não sei verbalizar nenhuma delas.
você foi embora e deixou seu silêncio abrigado nos cômodos e eu não consigo me lembrar qual foi a última vez que ouvi a sua voz de verdade.
mas eu desejei ter gritado tanta coisa e ter te perguntado: o que eu faço agora?
com a nossa viagem de final de ano
com a nossa vontade
-que se perdeu quando você saiu por aquela porta, ou antes disso-
com a nossa vontade de se ter mais um pouco no tato um do outro, no cheiro um do outro, no peito um do outro.
porque ainda que o peso tenha ido embora alguns dias depois de você partir
é sempre doído, é sempre triste se enxergar morrendo dentro de alguém.
eu ouço as pessoas dizendo “vocês vão se encontrar de novo, talvez mais preparados um para o outro, talvez mais maduros um para o outro”
mas eu não quero, entende? eu não quero sentar numa estação qualquer e esperar o seu trem chegar
eu não quero ver nascer e morrer a esperança de te ver descendo na minha direção
eu não quero ficar te procurando em outros rostos e outros corpos não enquanto você me esquece entre as suas reuniões de trabalho e nos seus momentos livres quando você nem pensa em me ligar pra dizer oi tá tudo bem por aqui, não se preocupa.
eu não quero te esperar mais porque, eu tava preparada pra você, quando você foi embora
eu tava preparada, eu me preparei toda
eu coloquei o meu melhor vestido, eu me perfumei com o cheiro que você mais gosta
eu organizei a casa por você, eu escondi o caos e deixei só o que era bonito pra que você não sentisse vontade de ir.
eu tava pronta pra você
mesmo tropeçando as vezes, mesmo quando te amar me deixava de asas machucadas sobrevoando o abismo
mesmo quando eu olhava pros teus olhos e não via nada.
me ouvindo agora eu posso jurar que já sabia da sua partida.
mas eu acho que eu sentei no sofá pra te esperar enquanto assistia você ir
e eu sabia que você tava indo porque eu senti quando você foi deixando de me olhar com a mesma calma de antes
quando foi esquecendo o carinho nos dias frios e o alento nos dias tristes.
e mesmo estando pronta, eu não fiz nada.
eu não pude, como eu seria capaz de te segurar pelos braços e te pedir, por favor, fica mais um pouco?
até a gente consertar o que tá quebrado ou até a gente construir coisas mais bonitas e não precisar mais desses pedaços que a gente deixou cair
um por um
enquanto a rotina devorava os nossos sonhos.
como eu, sendo um pássaro, poderia te prender dentro de mim e te impedir de voar?
eu não poderia. eu não pude, entende?
talvez você quisesse, talvez um pedido, te fizesse ficar.
mas amor não se pede, lembra?
eu não poderia pedir
desculpa.

One Shot Harry Styles

  • Pedidos - Poderia fazer um do Harry, que ele e a S/N foram casados, tiveram um filho, e ela tá grávida dele, só que ele está noivo de outra pessoa, mas como pai da criança, ele tenta ao máximo estar presente, dai a S/N começa a misturar as coisas (tipo beijar ele), eles (Harry e S/N) NÃO ficam juntos no final?! muito obrigada
  • Oi tudo bem?! Adoro seus imagines!!! Queria um do harry que ele a S/N acabam de ter uma filha r ele está todo fofo e eles vai dar o primeiro banho nela!!!


— Vamos lá, (seu apelido), eu sei que você pode.

Harry passou a mão sobre minha testa suada e sua voz me deu forças para continuar me esforçando para ter a nossa bebê, e não muito depois o choro da nossa pequena pôde ser ouvido por toda a sala de parto.

Eu não me esqueço esse momento nem por um segundo, ele passa por minha mente sempre que eu vejo Harry e seus olhos e seu sorriso, cada vez me dando mais certeza de que ele está aqui para a nossa família novamente. Mesmo que ele tenha uma noiva, ele a deixou para passar a semana na nossa casa depois que eu deixei o hospital com a nossa tão esperada Darcy, as esperanças de ele voltar a morar conosco é cada vez maior, ele me dá os sinais.

Ele sempre pergunta se eu estou bem e então traz as minhas refeições na cama mesmo que eu diga que posso ir preparar eu mesma, ele tem cuidado de mim e dos nossos filhos tão bem que é nítido que ele tem saudades de nossa família, ele com certeza quer voltar e não sabe como abordar esse assunto.

— Ela é tão linda, não me canso de olhá-la…

Harry disse baixinho ao lado do berço de Darcy a olhando como se fosse a coisa mais preciosa do mundo enquanto ela tem um sono calmo. E sim, ela é a coisa mais preciosa.

— Nós fizemos bem os nossos filhos. — faço o comentário com um sorriso em meus lábios.

— É… Será que o Luke está bem com a minha mãe?

Luke, o nosso filho de quatro anos, está passando a semana com a avó para que Harry e eu focasse nossos cuidados em Darcy, Harry quis passar a semana com a gente para que ela o conheça e se acostume com ele, mas eu sei que isso é uma desculpa para voltarmos a viver em família.

— Ele é um doce, não precisa se preocupar. — sorri pensando no nosso pequeno cavalheiro — Ele será um grande homem, assim como o pai.

— Eu espero que seja melhor… — ele sussurrou se afastando do berço — Na hora do banho, será que eu posso ajudar? Como fiz com o Luke bebêzinho?

— Claro, eu adorarei a sua ajuda. — eu falei animada, mas que do eu queria parecer.

— Obrigado por me deixar ficar com ela essa primeira semana, eu não gostaria de ficar longe. — ele se sentou na poltrona de frente para o berço.

— Nós somos uma família, não precisa agradecer. — eu sorri mais uma vez recebendo seu olhar em minhas direção.

— É… Eu estou indo na cozinha, quer alguma coisa? — ele se levantou caminhando até a porta.

— Não, obrigada.

E então ele saiu me deixando no quarto com um sorriso bobo, eu recebi muito bem todos os sinais de que ele me quer de volta, talvez tenha visto o quanto a noiva dele não o fará feliz como eu o fiz e não realizará o sonho dele como eu realizei o dando dois filhos e uma linda família. Não importa se estamos dormindo em quartos separados enquanto ele está aqui, os olhares dizem tudo, os sorrisos também.

[…]

— Espere um pouco, tem que checar a temperatura da água. — eu falei colocando minha mão na água sentindo-a morna enquanto Harry segura Darcy já sem roupa em seu colo — Pode colocá-la aqui antes que ela faça xixi em você. — ri baixo o vendo, com todo cuidado do mundo, colocar a pequenina na água a segurando firme para não escorregar.

— Eu lembro que quando dávamos banho no Luke, ele chorava como se estivéssemos o maltratando, mas a Darcy está tão quietinha. — ele disse baixo para não assustá-la com o seu tom de voz e pegou um pouco de água com sua mão em formato de concha, jogando sobre a pequena barriga.

— Até hoje ele não gosta de banhos. — sorri ao lembrar do meu menino — Mas Darcy será uma boa menina, não que o Luke seja um filho ruim.

— Eu sei o que quer dizer… Espero que ela não me dê problema com os rapazes. — ele sorriu lavando o pequeno corpo em seu braço.

— É cedo demais para pensar sobre isso, não acha?! — fixei meus olhos em seu rosto que tinha a expressão concentrada.

— Nunca é cedo para me preocupar com a minha garota.

O banho em Darcy foi tranquilo, eu que acabei ajudando o Harry de vez em quando em vez dele me ajudar, estamos agora no quarto e ele fez questão de vestir a nossa pequena e eu apenas sentei ao seu lado assistindo o quão cuidadoso ele era em tudo que fazia.

— Eu acho que me saí bem depois de tanto tempo sem arrumar um bebê. — Harry disse ao terminar.

— Você é sempre bom no que faz. — eu sorri olhando para ele ao mesmo tempo que ele me olhou — Esses dias têm sido os melhores. — coloquei minha mão sobre seu braço me aproximando discretamente dele — Obrigada por estar com a nossa família. — sussurrei e em um impulso encontrei seus lábios com os meus.

Foi como se a terra parasse para que pudéssemos aproveitar ao máximo esse momento, nós nos amamos, eu sei que ele me ama, e esse beijo, mesmo sendo um encostar, de lábios é tudo para mim.

— Você não pode fazer isso! — Harry se afastou rapidamente e quando eu vi ele já estava no meio do quarto — Eu vou me casar, o que tivemos acabou.

— Nossa filha acabou de nascer, Harry… Você não pode deixá-la, não pode me deixar quando eu sei que o que você mais quer é ficar. — me coloquei de pé a sua frente.

— Nós já estávamos separados quando ela nasceu, não crie expectativas de uma coisa que já teve o seu fim. — Harry se afastou quando tentei me aproximar.

— Você está aqui agora, não teve um fim.

— Eu estou pela minha filha, eu e você estamos separados, não eu e ela. — ele disse me fazendo sentir o impacto de suas palavras.

— Mas… Mas você tem sido tão bom para mim. — abaixei meu olhar desviando do seu dizendo minhas palavras em um tom baixo.

— Não me leve a mal, mas você é a mãe dos meus filhos, é importante para eles que você fique bem e eu quero te ver bem.

— Só a mãe dos seus filhos…

— Somos amigos também, (seu apelido)… Nós já vivemos tanta coisa juntos, coisas boas principalmente, mas ficamos melhores em caminhos diferentes.

— Se você diz… — sussurrei ainda com meu olhar pregado no chão.

— Não quero que fique triste, você vai arranjar alguém que te mereça. — ele colocou a mão sobre meu ombro.

— Eu… Me desculpe… Por misturar as coisas.

— Está tudo bem… Vem aqui.

Harry rodeou seus braços em volta do meu corpo e eu encostei minha cabeça em seu peito ouvindo as batidas do seu coração, eram calmas e faziam me lembrar dos velhos tempos. Pena que essas batidas não são mais por mim como ele dizia que eram há algum tempo.



Espero que tenham gostado… ❤

Desculpe a demora para postar, mas ultimamente escrever está sendo difícil e eu estou dedicando algum tempo para votar nos meninos.

- Tay

Reaction: Levando-os para uma loja de lingerie

• J-Hope • 

 Hoseok seria a pessoa mais animada da loja pelo incrível que pareça. Ele pegaria várias peças e mostraria todas a você falando o quanto você ficaria maravilhosa em todas elas. Ele te ajudaria a escolher algumas e daria opiniões sinceras sobre qual cores ele mais gostava ou não. Ele deixaria de ser seu namorado por alguns minutos para se tornar sua melhor amiga. 

Keep reading

Carta ao Futuro  

  Querido futuro

  Por favor, não se apresse parar vir. Está tudo bem por aqui. Eu acho. Ela está ao meu lado, sorrindo e começo a ter certeza, bem ali naquele momento, que estou apaixonado. E isso é bom!

  Deixe-a ficar. Só mais um pouquinho. É uma merda cada vez que ela vai embora. Toda vez que ela se despede eu tenho a singela impressão de que poderia ter feito muito mais. Poderia ter a abraçado mais, ter a beijado mais, ter a cheirado mais, ter a conquistado mais…

  Pra mim, qualquer tipo de relacionamento é feito na base da confiança e de conquistas (naturais, não forçadas). E, mesmo que cada um tenho seus momentos (e às vezes motivos) de deslizes, a gente tem que saber perdoar. Grande poder esse, o de perdoar (que só aprendemos quando o tempo passa). Por isso eu te peço, tempo, não venha. Óh, futuro próximo que por mais que esteja próximo ainda aparente estar distante, não venha. Estamos bem nesta noite. Eu aqui fazendo carinho e ela rindo. Depois de um longo tempo de silêncio. Qual o motivo do riso? Nem eu sei. Melhor não perguntar.

  Por isso, tempo, que arranja muito contratempo, não venha. Esta noite parece ser invencível, interminável e impecável. Tudo parece perfeito. E, por mais que não exista perfeição (e sim chaves e fechaduras que se encaixam de uma forma magnífica e única), esta noite está melhor do que a abertura de Malhação (na época do Cabeção). Aquilo que era abertura de verdade.

  Que Deus me perdoe pelos meus meros devaneios tolos. Eu ainda estou aprendendo a me amar. Ainda estou aprendendo que certas coisas são mais impactantes (e importantes) do que anos de vida e/ou de profissão. Até por que, no final, só vai restar pó. E como eu não sou o Maradona, isso não me interessa nem um pouco. Pra que queremos nos matar de trabalhar? Para morrermos sozinhos e ricos? Talvez. Mas eu quero mesmo é que o mundo capitalista se foda e que eu encontre alguém que mereça ser valorizado (alguém que se der valor). Eu quero alguém que me faça chorar e rir. Chorar de tanto rir e rir de tanto chorar. Pronto. Difícil? Sim. Impossível? Também. Ao menos era o que eu achava.

  Tenho só vinte e seis anos. Ainda há muito tempo (para tanto contratempo que insiste em me ensinar). Ainda há um futuro. Mas eu não quero. Não agora. Eu não quero que esse futuro chegue agora. Por que, se ele chegar, ela vai ter que ir embora. E, se ela for embora, ferrou. Eu vou ter aquela singela impressão de que eu poderia ter a abraçado mais, ter a beijado mais, ter a cheirado mais, ter a conquistado mais…

  Então, futuro próximo que por mais que esteja próximo ainda aparente estar distante, não venha. Estamos ótimos aqui. Há um sofá, choros, risos, beijos inesperados, chocolate, mordidas no lábio, cheiro no pescoço, conversas fiadas e carinhos avulsos.

  Futuro, se você fosse homem e tivesse uma mulher linda no seu colo, você ia querer que outro alguém chegasse e acabasse com o seu divertimento? Não. Então, por favor, seja o meu amigo e me entenda. Não venha agora, futuro. Não venha. Eu e ela estamos ótimos aqui.

  Só me dê mais cinco minutinhos. Só mais cinco minutinhos e eu acho que consigo abraça-la mais, beija-la mais, cheira-la mais, conquista-la mais e, quem sabe, “outras cositas” também. Mas só se houver companheirismo e amor. Sem nenhum dos dois não dá pra rolar. 

  É um pedido do seu amigo, futuro. Por favor, não venha. Se atrase um pouco. É super normal chegar atrasado em alguns compromissos hoje em dia. Eu nem ligo

  Desde que ela esteja ainda aqui comigo

‘’Por isso tempo se eu disse que é mei sabido, você diz que é bem pior. Bem pior do que o planeta quando perde o girassol.’’

“O que eu posso te dizer nesses 9 meses de namoro? Que foram os melhores meses da minha vida? Que mano, nunca pensei que a gente ia dura tanto assim? Só posso te falar que esses meses com você valeram tanto a pena, que por mais que a gente não se entenda as vezes, tenha brigas bobas, no final a gente sempre se entende. Eu sei que não sou a melhor namorada do mundo, eu tenho defeitos assim como você também tem, mais lembra? Quando a gente ama, os defeitos viram apenas detalhes, eu posso ser sim uma criança, posso agir como criança, falar como criança, e até mesmo ter um coração como de uma criança, o amor também, meu amor é puro e verdadeiro por você. Você me faz mais que feliz. Agradeço muito por você ter entrado assim do nada na minha vida e ter conquistado tudo por aqui. Você me faz bem, me faz sorrir, me faz chorar, me faz rir, me faz tudo mano, e eu te amo muito príncipe. Nunca se esqueça que por mais que eu esteja longe de você basta fechar os olhos que eu estarei sempre ao seu lado amor. Eu te amo e obrigado por esses meses incríveis. Te amo vida ♥“

Decepções 💔👌💬✔

- Às vezes, ficamos tristes por motivos que parecem bobos aos olhos dos outros, mas que nos machucam extremamente 😔💬🍃✔
- Esperei muito de pessoas erradas 😒👌💔✔
- É tão triste quando te avisam muitas vezes sobre uma pessoa e você defende ela com unhas e dentes e no fim era realmente o que o povo dizia 😔👊♻✔
- Uma vida inteira resumida em evitar fazer mal a alguém, mas esse alguém não pensar nem duas vezes em te fazer mal…😔💔💬
- De qualquer forma, se não der certo, te agradeço por me mostrar que ainda há algo de bom aqui dentro. Tudo bem se acabar em nada…🙏💬♻
- Eu me importo demais, esse é o problema 😪✌💬
- Na hora você ignora, mas depois aquilo não sai da tua cabeça 😔💔💬
- Não, eu não vou implorar pela sua atenção 😪💔💬
- Malditas palavras mal ditas 💬😪💔
- É incrível como as pessoas se tornam adoráveis quando precisam de você 🙄👌🏻🍃
- Para você, eu era um capítulo. Para mim, você era o Livro 😕✍🏻💭
- Cuidado com a carência, ela costuma ver o amor onde não existe 🙄💔💭🍂
- Aos poucos tudo vai mudando 💭🤦🏻‍♀🍃
- As pessoas querem te ver bem, mas nunca melhor do que elas 💭👣🚶🏻‍♀
- Então um dia você simplesmente muda. Todos nós mudamos 🌪👣🍃
- Mentir pra si mesmo é sempre a pior mentira😔💭✨
- Você é uma pessoa boa, por isso coisas ruins acontecem com você 💭🤦🏻‍♀🍃
- Eu posso desculpar muitas coisas mas não me esqueço das merdas que me fazem 🤦🏻‍♀💭👣
- Dizem que as mulheres se apaixonam pela forma que são tratadas, e por esse mesmo motivo também abrem mão 🚶🏻‍♀💭🍂👣
- Quem muito se alimenta de ilusão não digere a realidade 😕👌🏻🍂
- Antes cê era minha meta agora não chega nem na minha reta 🙄👋🏻🍃
- É irônico. Eu estava com tanto medo de te perder que acabei perdendo 😪💔💭

Oi.
Essa é uma carta sem destinatário, por enquanto.
Mas então, olá.
Ah me desculpe, não sou boa em começar as coisas e provavelmente você vai descobrir isso algum dia.
Sei que ainda não estou pronta, mas penso em você todos os dias.
Penso em como, quando, por que vou te encontrar…
E será que você vai chegar?
Às vezes te quero aqui, mas às vezes me sinto bem estando só.
Qual será o meu destino ?
Ando pelas ruas pensando em quem você pode ser e me pego rindo por isso.
Por que a gente sempre tem que desejar essas coisas de amor? não dá para conviver com isso.

Desculpe meu exagero e os dramas. Mas fazem parte do que fui e do quê sou.

Talvez goste de mim por isso, ou não.
Mas eu sei de uma coisa e quer saber?
Eu vou te esperar e sei que vai valer a pena.

As coisas têm sido difíceis, mas o meu Senhor me diz que você logo estará comigo.

Nesse momento eu penso que você deve estar sendo preparado, amadurecendo ou até sofrendo por algo, mas eu sinto aqui dentro que é tudo para o nosso bem. Nossos destinos serão traçados, ou será que já foram?

Não vejo a hora de te encontrar, e não saber quando vai ser é inquietante. Mas tudo bem, é tudo perfeito se é da vontade dEle e eu só quero o que for da vontade dEle.

Obrigada por me esperar, obrigada por ter aguentado até aqui e eu sei que está sendo dureza.
Vai valer a pena cada segundo de espera, cada dia difícil, pois eu sei que você vai chegar e vai tornar os meus dias mais bonitos.
Seu sorriso vai ser par do meu e seus abraços serão minha morada.
Nossos beijos vão se encaixar como se fossem feitos um para o outro e seremos.
Nós dois seremos feitos um para o outro, e nem a morte nos separará.
Obrigada por existir e eu te peço, tenha paciência e fique forte. Pois eu estou sendo moldada também.

Da sua futura namorada, noiva e mulher.

—  uma carta para um alguém que eu ainda não conheço.
Li esses dias uma frase que era tipo assim “a gente tinha tudo pra dar errado, e deu certo”. Tentei te encaixar no meio dessa frase, e dei risada porque por essa frase pra nós dois, é o mesmo que contar uma piada. Stubb, ainda não aprendi a ser imatura o suficiente pra entender o seu jeito. E você ainda procura um pouquinho de maturidade pra entender o meu. Você por acaso sabe fazer alguma coisa dar certo? Acho que sua sina é dar errado, Stubb. E a minha sina é tentar mudar a tua. Eu podia mesmo por aqui que a gente tinha tudo pra dar certo, mas, veja bem… A gente não tinha. Nada, nadica que pudesse dar pelo menos um pouco certinho. Até quem vê de longe, Stubb, conhece bem esse teu cheiro de cafajeste bem lavado. E eu sabia bem disso, acho que eu meio que tampei o nariz. Sabe? Você é meio tudo-pra-dar-errado e eu sou meio metódica. Eu quero tudo certinho e no lugar, e você estragou tudo.“Você tem belas coxas, Robin. É um belo mapa e um bom aroma pra seguir”. Você tem uma bela barba bem feita, Stubb, e um belo mapa e um aroma de cafajeste horrível pra seguir. Sabe aquele negócio de “só não deu certo nesse momento”? A gente não deu certo em nada.“Mudei de perfume, viu, Robin?” “Que interessante, mas a canalhice é sua essência.” “E as tuas coxas ainda são os meus mapas favoritos”. E o teu jeito de encrenca, Stubb, ainda é a coisa mais errada e péssima do mundo. Mas, infelizmente, todo yin tem um yang. E com a gente não foi nem um pouquinho diferente. Sabe o que é? A gente tinha tudo pra dar errado, e deu.
—  Robin and Stubb.
As Estrelas

- Min Yoongi/Suga

- Romântico

N/A: Levei um século para fazer esse imagine, espero que tenha valido a pena >.<

Originally posted by sugaglos

Um dos meus amigos mais próximos, Dean, sempre que podia voluntariava em uma instituição que cuidava de pessoas com vários tipos de problemas. Desde leves depressões até doenças mais sérias, como câncer. Eu já ouvira falar coisas muito boas e muito ruins sobre esse lugar, o que me deixava curioso para conhecer.

-Então, vamos? – Perguntou Dean, colocando seu cinto. Eu, ele e mais três amigos estávamos indo para a instituição neste exato momento, o que me deixava muito nervoso. Minhas mãos suavam e eu sentia medo de fazer alguma coisa errada, mesmo que sem querer. – Suga?

-Sup. – Respondi, terminando de colocar o cinto.

-Você parece estar com a cabeça em outro lugar. Ao menos escutou o que acabei de falar? – Dean se aproximou um pouco de mim, colocando a mão na minha testa. – Não está doente…

-Eu estou bem, cara. Só me sinto um pouco nervoso. – Eles ficaram em silêncio por alguns segundos, até que Jin, o mais velho de nós, colocou a mão no meu ombro.

-Não tem motivos para se sentir assim. Só relaxa que vai dar tudo certo, entendeu? – Assenti, respirando fundo e sorrindo um pouco por finalmente estar indo em uma instituição como essa.

 Chegamos lá em uma hora. O tempo passou bem rápido, já que ficamos fazendo batalhas de rap e coisas assim, o que foi bem divertido. Assim que Dean estacionou, descemos e senti minhas pernas trêmulas, meu estômago embrulhado.

-Vamos lá, já avisei a secretária que iríamos vir então podemos apenas entrar.

-Você tem o número da secretária? – Perguntou Namjoon, erguendo a sobrancelha e sorrindo com apenas um dos cantos dos lábios. Dean pareceu um pouco sem jeito, mas então deu uma risada rápida, respondendo a pergunta logo depois.

-Não vamos entrar em detalhes, Namjoonie. – Dean deu dois tapas leves no ombro de Namjoon antes de começar a andar na nossa frente, nos guiando.

 Assim que entramos, pude ver que a sala estava cheia de pais e algumas crianças ativas que corriam pelo hall. A secretária deu a permissão para entrarmos para visitar os internados, e foi isso que fizemos, mas não juntos.

 Marcamos de nos encontrar ás três em ponto na sala de espera, isso significa que cada um teria uma hora e meia para ficar lá dentro.  Seria uma visita rápida, mas não a única.

  Bati em uma das primeiras portas que vi, esperando a permissão para entrar. Assim que ouvi uma voz me permitindo de visitar, abri-a e vi um menino careca deitado em uma cama.

 Ele estava cheio de tubos – em seu nariz, peito, braço… – mas sorriu assim que me viu entrar. A enfermeira o ajudou a sentar e se afastou para que eu pudesse falar com o garoto. Apresentei-me para os dois, as mãos tremendo e o coração acelerando a cada segundo.

-Prazer, eu sou Min Yoongi – Aproximei-me do menino e sentei em uma cadeira ao lado da sua maca. – E você é?

-Brendon. – O menino parecia envergonhado, mas tudo o que eu conseguia focar naquele momento eram seus olhos mais verdes que a própria natureza.

-Eu tenho 23 anos, e você?

-Quatorze. Como é ter 23? – Aquela pergunta me pegou de surpresa, então hesitei um pouco antes de responder.

-Eu acho legal, sabe? Não sou mais um adolescente, mas também não sou completamente adulto. É divertido… Não sei bem como descrever. Por quê?

-Dizem que não vou passar dos quinze, então quero saber como é ter idades acima dessa. – Não sabia como responder, simplesmente dei um sorriso fraco e assenti.

 Falei mais um pouco com Brendon e depois fui a várias salas, aproveitei bem o meu tempo. Até fiz uma velhinha com uma depressão se iniciando sorrir, então acabei considerando esse dia como produtivo.

 Faltavam dois minutos para o relógio marcar perfeitamente três horas, então tinha que me apressar. Foi aí que eu vi, por uma das paredes de vidro que havia ali, uma porta aberta e uma menina gritando coisas como ‘’Não!’’ ‘’Para!’’, não consegui me manter calmo em uma situação assim.  Andei devagar até a porta, tentando ser o mais silencioso possível.

 Vi que uma menina – muito, muito, muito magra - estava tentando se proteger de uma enfermeira que puxava seus cabelos e sacudia sua cabeça. Fiquei paralisado por um tempo, sem saber o que fazer.

-Você não é mais tão bonita quando está machucada, não é?! – A enfermeira disse, socando o estômago da menina. 

-EI! O que você está fazendo?! – Falei, entrando com pressa e afastando a mulher da menina. – Você não deveria tratá-la assim! Deveria estar cuidando dela! – Talvez com o barulho que fiz, alguns outros enfermeiros chegaram à sala, levando-a para fora enquanto faziam várias perguntas. – Você está bem? – A garota assentiu, tirando os cabelos da frente do rosto.

 Tão magra.

 Continuei encarando-a por um tempo, vendo que ainda continuava linda mesmo tão magra. Parecia que se ficasse de pé, poderia quebrar. Além de que seus braços estavam enfaixados e uma parte do seu pescoço era tapada por um curativo. Aquilo foi o suficiente para estilhaçar meu coração, ver uma garota nessas condições.

 Garotas deveriam ser tratadas com todo o cavalheirismo possível.

-Qual o seu nome? – Perguntei, sentando-me na ponta da cama. Ela parecia tão assustada, como se eu pudesse machucá-la.

-_______… – A voz baixa me fez inclinar o corpo um pouco para frente para escutar melhor.

-Eu me chamo Min Yoongi, mas pode me chamar de Suga – Sorri, mas não recebi um sorriso de volta. – Ela sempre fez isso com você? – A menina assentiu. – E tem algum motivo…?

-Ela disse que eu não mereço ser bonita.

-Ela deve ser doida, isso sim. Sabe, é engraçado aquela mulher trabalhar em um lugar que cuida de pessoas com problemas sendo que é ela quem precisa ser internada. – A menina sorriu um pouco, o que me fez sorrir também.

-Por que veio me ajudar?

-Ninguém merece apanhar… Caso você se sentir confortável com isso, pode me dizer quais são os motivos que a fizeram ser internada?

-Tenho anorexia e costumava cometer automutilação. Eu tinha conseguido parar, mas a enfermeira sempre é tão ruim que semana passada, tentei me suicidar e… – Não a deixei continuar falando. No mesmo instante, quase que involuntariamente, abracei-a forte com lágrimas nos olhos.

 Ficamos em um silêncio constrangedor por vários minutos que pareceram ser anos, mas não a soltei. Continuei abraçado nela até que sentisse que a hora certa para me afastar. Nunca fui de ser assim com pessoas quando acabei de conhecê-las, raramente abraçava meus amigos. Porém, por algum motivo, aquela garota…

-Tudo bem? – Perguntei enquanto me afastava. Ela assentiu e seu rosto quase brilhava de tão vermelho. Eu ainda sentia lá dentro do meu peito que aquilo não era o suficiente.

 Olhei para os pulsos dela e depois para os meus, vendo a diferença de grossura. E então avisei minhas pulseiras, usava quatro nesse dia. Tirei uma rapidamente, estendendo na direção dela.

-Posso? – Perguntei. Ela lentamente me estendeu seu braço, então, com cuidado, o segurei e coloquei a pulseira ali. Era simples, apenas com alguns pingentes. – Não deixe de usar essa pulseira. Eu vou fazer de tudo para te visitar todas as semanas, conversar um pouco, ver se está tudo bem… Ok?

-Por quê?

-Você não me quer aqui? – Ela corou imediatamente ao meu ouvir dizer isso. – Porque se não quiser, eu entendo. Não virei.

-… Eu quero. – Ergui a sobrancelha e sorri ao ouvi-la dizendo aquilo. Seu rosto já estava quase explodindo de vergonha.

-Então toda a semana eu vou vir aqui te visitar e essa pulseira é a garantia disso. Cuide muito bem dela. Sinto muito, mas tenho que ir… Volto antes mesmo que diga meu nome. – Falei enquanto me afastava, sorrindo e me despedindo adequadamente, curvando-me.

O que eu não sabia era que assim que passei pela porta, indo ao encontro dos meus amigos, ______, com sua fraca voz, chamou pelo meu nome enquanto encarava a nova pulseira com um leve sorriso no rosto.

 Todos nós estávamos muito animados, contando o que havia acontecido durante as visitas. Não contei para eles sobre ______, não queria ter que me incomodar com piadinhas de melhores amigos em uma hora daquelas.

Tudo o que eu queria mesmo era me jogar na cama e dormir pelo resto da tarde. Só que não fui dormir quando cheguei. Sentei-me no sofá, olhando fixamente para a televisão desligada e repassando a cena daquela menina apanhando várias vezes na minha cabeça.

 Quantas vezes por dia aquilo acontecia? Como ninguém nunca havia visto? Parecia ser uma garota tão doce e saber que era tratada desse jeito… Machuca o coração de qualquer pessoa ver um ser humano considerado inofensivo apanhar daquele jeito. 

 Deitei-me na cama, mas não conseguia parar de pensar nela. Pelo o que vi, não tinha nada no seu quarto. Nem uma simples televisão. O que aquela garota fazia o dia todo? Sentei-me e olhei ao redor do cômodo. Eu tinha uma pequena prateleira cheia de livros, mas todos eles já haviam sido lidos.

 Levantei e peguei uma bolsa, colocando os mais interessantes ali dentro. Coloquei também alguns papéis, lápis e uma borracha. Eu iria voltar naquela instituição durante a noite.

 Arrumei-me e peguei as chaves do carro, indo em direção ao hospital sem esperar muito. Para o meu azar, o trânsito estava terrível. Demorei uma hora e meia para chegar, mas quando estacionei, peguei a bolsa e saí correndo vendo que as portas ainda se encontravam abertas.

 Eu não deveria estar fazendo isso, mas aquela imagem dela apanhando e depois me encarando com lágrimas nos olhos enquanto falava comigo, o medo em sua expressão… Aquilo não me deixava descansar.

 Vi algumas pessoas na sala de espera, mas fui direto para o corredor no qual entrei nesse dia mais cedo. Consegui avistar a porta de ______ aberta, esperando por mim, mas antes que pudesse me mover mais um passo…

-Não estamos em horário de visitação. – Uma mulher colocou a mão em meu ombro, impedindo-me de entrar.

-Você não entende, é urgente.

-Você pode esperar no hall, como todos os outros.

-Eu só quero entregar isso pa-

-Por gentileza, vá se sentar imediatamente.

-Você pode entregar isso a ______ para mim? – Falei, já me irritando com aquela mulher. Ela simplesmente não entendia. – Ou me deixe fazer isso, por favor, vai levar só alguns minutos, talvez segundos.

-Por favor, vá embora e volte às oito da manhã, quando a visitação abrirá novamente. Não estou pedindo, se não fizer isso, vou ter que chamar os seguranças. – Até pensei em falar mais alguma coisa, mas não consegui.

 Saí da instituição, entrando no carro. Virei a chave, mas nada aconteceu. Continuei repetindo e repetindo isso, mas o automóvel simplesmente não ligava. Soquei o volante, sabendo que não iria conseguir sair de lá tão cedo. 

Tentei telefonar para um amigo meu que trabalhava no posto de gasolina, mas eles não atendiam ás nove da noite. Minha casa era longe dali então a única opção que me restava era dormir dentro do carro. Deitei o banco do motorista o máximo possível e tentei achar a posição mais confortável, se é que era possível.

 Apenas acordei com a luz do sol batendo direto nos meus olhos. Grunhi e usei minha mão para tapar toda aquela claridade. Olhei para os lados, o hospital já estava aberto. Peguei a bolsa, checando se todos os livros se encontravam ali e então saí do carro.

 Minhas costas estavam me matando, quase não conseguia andar direito. Sem contar a dor no pescoço que também diminuía meus movimentos temporariamente. Assim que entrei, dei de cara com a mulher que havia me barrado ontem. Ela sorriu para mim e me obriguei a sorrir também, apenas por educação porque lá dentro do meu peito, sentia uma leve vontade de mandá-la para aquele país que não existe.

 Fui direto para o quarto de _______, mas antes de entrar pude ver as crianças e adolescentes brincando no quintal que ficava atrás da instituição. Estranhei em não ver ela lá fora.

-Olá?… – Falei, entrando devagar. _______ estava dormindo abraçada no próprio travesseiro e até mesmo babando um pouco. Sentei-me na cadeira que havia do lado da sua maca e suspirei, não sabendo o que fazer. Não queria acordá-la, então fechei os olhos e dormi mais uns minutos.

-Suga?… – Ouvi uma voz doce me chamando e por um momento, pensei que estivesse sonhando. Abri meus olhos devagar, olhando para cima.  ________ me encarava, os cabelos totalmente desarrumados e o rosto marcado pelo travesseiro. Sorri um pouco ao vê-la acordada, ajeitando-me na cadeira.

-Bom dia, ______ – Ela sorriu de leve, acenando na minha direção usando a cabeça. – Dormiu bem?

-Nem tanto… Mas e-e você? – Seu rosto estava ficando vermelho, o que me fez rir um pouco antes de responder.

-Minhas costas estão me matando, já que dormi no carro – Ela pareceu surpresa, então a poupei de perguntar alguma coisa. – Eu ia te trazer algumas coisas ontem, mas a maldita secretária não me deixou passar. Meu carro não tinha gasolina e passei a noite lá fora. Basicamente, essa é a história.

-Você está bem? – Assenti, pegando a bolsa do lado da cadeira e entregando para _______.

-Abra. São só algumas coisas para você se divertir aqui dentro, já que parece tão… Entediante. – A menina abriu e seu rosto se iluminou em admiração. Essa foi a primeira vez que a vi sorrindo de forma tão radiante, até mesmo seus olhos se fecharam um pouco.

-Jura que tudo isso é pra mim? – Assenti, sorrindo. – Muito obrigada mesmo, Suga! Eu nem sei como te agradecer e-

-Tudo bem. Eu fiz isso por vontade própria, não precisa me agradecer – Falei, ainda com o sorriso no rosto. – Olha, _______, por que não vamos dar uma volta lá fora?

-Eu não… Não dá. Não tenho força para me manter de pé e as cadeiras de roda estão em falta. Eu tinha uma, mas resolvi ceder e dá-la para uma velhinha que precisava mais.

-Não tem mesmo nenhum jeito de você ir lá fora? Está um dia tão bonito, não está quente…

-Suga, eu… Não. Não tem como… – Pensei por um tempo, até que tive uma ideia. Levantei-me e tirei o cobertor de cima de ______, que me encarou assustada.

-Você vai sim ir lá fora, precisa ver como está bonito, além de precisar de um pouco de ar. – Peguei-a nos braços e me assustei ao perceber o quão leve aquela menina era. _______ não olhava para mim, seu rosto brilhava em uma cor forte de vermelho.

 Com ela no colo, pedi para que carregasse junto o soro que estava injetado no seu braço. Ela estendeu a mão e segurou-o, o puxando junto conosco. 

 Chegamos lá fora e coloquei a menina sentada em um banco de madeira que balançava. Ela finalmente olhou para mim e depois para as coisas ao redor dela. Vi ­­­­______ sorrir de leve quando deu de cara com velhinhos conversando e sorrindo.

-Não está bonito? – Perguntei, olhando para as crianças. Ela assentiu, suspirando.

-Faz dois anos desde que não venho aqui fora. - ______ disse, sem pensar muito.

-Por quê?

-Faz dois anos desde que doei minha cadeira para aquela velhinha e ninguém parecia disposto a me trazer aqui fora, do jeito que você fez… Obrigada, de verdade.

-Não foi nada de mais. 

 Ficamos ali parados, apenas sentindo o vento batendo em nossos rostos e sem trocar uma palavra. Eu sabia o motivo a entendia tão bem. Passei por problemas graves também quando ainda era jovem. Depressão, fobia social… Até mesmo tentativa de suicido, assim como ela. E ver outras pessoas nessas mesmas condições mentais, talvez acionasse o meu lado emocional de uma forma forte e presente.

 Talvez seja esse o motivo pelo qual me sinto tão próximo dela.

-No que está pensando? Parece distante. - ______ disse, encarando-me.

-Não é nada, só estou pensando um pouco no que aconteceu nos últimos dias até agora. Nada que precise ser mencionado, se é que me entende – Suspirei e a encarei de volta. – Sabe, eu ainda não sei a sua idade.

-Tenho vinte, mas antes que você diga, eu sei que pareço bem mais nova. Todos os médicos dizem isso – Ela riu para si mesma, o que me fez sorrir. – E você tem?

-Vinte e três – Mais um silêncio se estabeleceu entre nós dois até que senti minha barriga roncar. – Vou comprar alguma coisa para comer, vai querer o quê?

-Eu não estou com fome.

-Não perguntei se está com fome, perguntei o que quer comer. – Ela pareceu ficar sem jeito por me ouvir falando desse jeito, mas então suspirou e me encarou.

-Quero o que você pedir. Não estou com fome de qualquer maneira. – Assenti, me levantando e indo em direção à cafeteria do hospital.

 Cheguei lá e pedi dois sanduíches, sem tirar nada, mesmo eu não sendo tão fã assim de alface, e duas maçãs. Agradeci e voltei para onde ______ estava sentada. A menina tinha os olhos fechados e um leve sorriso no seu rosto, como se sentisse livre.

-Voltei! – Falei, me sentando.

-O que trouxe? – Perguntou-me, parecendo animada.

-Dois sanduíches e, para sobremesa, duas maçãs. – Ela fez uma careta, me encarando.

-Não gosto de saladas, por que está me obrigando a comer isso?

-Você precisa comer coisas saudáveis e eu vou te fazer engolir isso nem que seja a força – Ela suspirou e pegou o sanduíche na mão, tirando-o do plástico e comendo. – Não é tão ruim, viu? – Falei enquanto comia o meu.

 Assim que terminamos, comemos as maçãs e então a coloquei deitada na cama mais uma vez. Sentei-me na cadeira, observando-a. Mesmo sendo excessivamente magro, seu rosto ainda continuava lindo. As suas feições pareciam desenhos feitos à mão. Percebi que seu cabelo estava sem cor e quebradiço, não estava vivo.

-Eu vou ir embora agora, tenho que trabalhar, mas prometo que volto amanhã ou talvez no fim de semana, tudo bem? – Ela assentiu, pegando um dos livros que eu havia dado. Acenei usando uma das mãos e saí do quarto.

  Aquela menina definitivamente não saía da minha cabeça.

 Passei o resto da tarde no estúdio, produzindo junto com Rap Monster e J-Hope, amigos meus que também foram na instituição naquele dia. Fiz de tudo para não pensar nela, mas não dava. Na minha cabeça só rondavam ideias do que eu poderia fazer para ela nos próximos dias. Era meia-noite quando consegui finalmente deitar na minha cama e adormecer, sabendo que no dia seguinte talvez fosse até a instituição.

 E foi isso que fiz. Acordei, comi e fui direto para o hospital, conhecer mais _______ e saber quais são os seus gostos, suas opiniões sobre os assuntos do cotidiano… Coisas assim.

 Cheguei lá e quando entrei em seu quarto, vi _____ chorando abraçada em seu travesseiro. A garota até mesmo soluçava. Corri o mais rápido que pude para perto dela, abraçando-a e acariciando sua cabeça.

-O que aconteceu? – Perguntei, preocupado.

-Por que você me deu um livro em que o personagem principal morre?! Eu gostava tanto dele… – Ela continuou a chorar e eu a soltei, fazendo-a olhar para mim.

-Você passou a madrugada toda lendo? – Ela assentiu, tirando as lágrimas da bochecha.

-Era um livro viciante e eu não estava com sono, então continuei lendo até terminar hoje ás três da manhã, e só nessa hora fui dormir. Porém, sonhei com os personagens e lembrei que a principal morria e acabei ficando emotiva.

-VOCÊ ME ASSUSTOU, SABIA? – Ela começou a rir e me abraçou, uma coisa que nunca havia feito antes. Paralisei surpreso.

-Desculpa, prometo não fazer isso de novo. – Suspirei, sentando-me e encarando-a.

-Tudo bem, eu te perdoo, mas só desta vez. Então, _______, estava pensando e queria saber mais sobre você, caso se sentir confortável.

-Mais sobre mim?

-Sim, seus hobbies antes de ser internada, músicas preferidas, comidas preferidas… Sabe? Esse tipo de informação. – Ela assentiu e ficou encarando o teto por uns segundos.

-Eu gostava de dançar todos os tipos de música, sempre preferi batidas mais calmas, gosto de chocolate e de ver as estrelas. O único problema é que faz tanto tempo que não as vejo, não lembro nem de como era o seu brilho… Isso me deixa um pouco triste, mas… É, fazer o que.

-Você parece estar se sentindo mais confortável comigo. Está gostando de mim? – Perguntei, erguendo a sobrancelha. Ela sorriu e ficou vermelha, segurando no seu cobertor.

-Você é legal e parece ser uma pessoa boa, talvez eu possa estar te considerando um possível amigo. Vai precisar de mais dias para me conquistar… Yoongi. – Ela hesitou ao dizer meu nome, provavelmente não se lembrava. Comecei a rir e suspirei, encarando-a.

  Olhar para ela ainda me dava arrepios, eu conseguia ver os seus ossos e aquilo me fazia sentir preocupação sobre a saúde da garota. Tão magra com uma idade dessas… Dava-me vontade de chorar de novo.

-Conquistar? Eu não quero te conquistar – Falei, sorrindo e vendo-a ficar vermelha. – Venha, vamos à rua de novo e vou te comprar outro sanduíche.

-Por quê?!

-Você tem que comer e não ligo se não está com fome, vai comer sim – Ela revirou os olhos e cruzou os braços. – Mas aviso que está um pouco frio lá fora, talvez queira levar o seu cobertor.

 Ela se enrolou no cobertor, deixou-me pegá-la no colo e segurou seu soro. Saímos e ficamos conversando lá fora por um tempo, percebi o quão enorme era o seu amor pelas estrelas e a lua. Sabia muitas coisas sobre elas e afirmou que um grande sonho seu era vê-las novamente.

 E como no dia anterior, fui para casa e deixei-a lá sozinha. E isso se repetiu por semanas e mais semanas. Não sabia mais ao certo quanto tempo fazia que eu a visitava regularmente, mas já havia virado um hábito.

 Eu a obrigava a comer todos os dias e aquilo estava fazendo ______ ganhar peso e cor. Suas bochechas estavam mais coradas e seus ossos não estavam mais tão aparentes. Além de que ela fez questão de me dizer que sua menstruação havia voltado… Eu realmente não precisava saber disso.

 Um dia, acordei mais cedo do que normalmente, ás dez horas. Tomei meu café da manhã e sentei-me no sofá, na televisão o homem do jornal dizia qual era a previsão para o resto da tarde. Estava pensando no que fazer com ­­­_______ quando ouço o cara do tempo dizer:

-E durante a noite o céu estará limpo, completamente sem nuvens, apenas as belas estrelas e a grande lua cheia.

 Era isso. Eu levaria ______ para ver as estrelas, mas teria que ser escondido ou aquela mulher da secretaria me mataria.

 Levantei do sofá e comecei a escrever tudo o que consegui pensar para o plano. Nenhuma das ideias parecia funcionar.

 Peguei minhas coisas e fui até o hospital, entrando no corredor onde ficavam os quartos, mas passando por todas elas. Tentei entrar na sala para funcionários, mas fui parado por um deles. Um enfermeiro.

-O que pensa que está fazendo?

-Eu posso falar com você? Aqui dentro? – Perguntei. Ele me olhou confuso e desconfiado. – Por favor, é para uma coisa importante.

-Você entra primeiro – O homem abriu a porta e eu entrei, correndo para o banheiro enquanto carregava ele junto. – Eu posso chamar a segurança a qualquer momento, se lembre disso.

-Tudo bem. Olha, você conhece a paciente do quarto 502? – O homem assentiu e eu contei tudo o que estava acontecendo, para que isso o sensibilizasse. – Por favor, me empreste o seu uniforme, assim eu posso leva-la lá fora para ver as estrelas.

-Cara… Ok, eu faço isso, mas siga o que estou falando. Não vá lá fora, os enfermeiros normalmente não carregam pessoas no colo até o jardim. Tente ser o mais discreto possível e suba pelo elevador até o teto, é só apertar o botão roxo.

-Muito obrigado, é sério, você não sabe o quanto eu agradeço por isso.

 O homem me mandou esperar do lado de fora do vestuário enquanto ele tirava as roupas e colocava as dele mesmo. Isso demorou uns três minutos, logo eu entrei e coloquei o uniforme que estava no armário dele.

 Eu já era branco pra caramba, usando roupas claras parecia um fantasma. 

 Saí de lá, agradecendo-o mais uma vez e corri para o quarto de _______, encontrando-a dormindo abraçada no livro novo que eu havia comprado para ela. Sentei-me ao seu lado e brinquei com seus cabelos até que acordasse, abrindo seus olhos devagar e me encarando surpresa.

-Suga?…

-Eu mesmo, mas finja que é qualquer outro enfermeiro – Ela assentiu, mesmo com a sua expressão demonstrando confusão. – Essa vai ser uma das melhores noites de todas desde que foi internada aqui, prometo.

-O que está planejando? – Ela perguntou, sentando-se na cama e sorrindo um pouco. Apenas pisquei para _____. 

 Passei a tarde toda naquele hospital, cuidando dela e conversando mais um pouco. Quase fui descoberto algumas vezes, mas sempre consegui me safar com a ajuda de _______. A noite chegou e estava na hora de colocar o meu plano em prática.

 Expliquei tudo para ela e então a peguei no colo, caminhando rapidamente até o elevador. Não olhei para trás assim que entramos, apenas apertei com pressa no botão roxo. Coloquei ______ no chão, já que a garota conseguiu ficar de pé sozinha. Seu único problema era andar.

-Ansiosa? – Perguntei, cutucando seu ombro.

-Muito… Obrigada por tudo isso, Yoongi. Você está sendo a melhor coisa que me aconteceu em anos. – Ela se aproximou de mim com dificuldade e me abraçou forte, enfiando o rosto no meu peito e respirando fundo.

 E então a porta do elevador se abriu e ______ me soltou, olhando para fora. Seus olhos se encheram de lágrimas e um sorriso surgiu nos seus lábios. Ela segurou em meu braço para consegui andar, mas quase caiu no chão então a peguei no colo, nos levando para fora.

 Sentamos no chão e o som de todos os lugares pareceu ter desaparecido. A menina não parava de olhar para cima, algumas poucas lágrimas descendo devagar pelo seu rosto. Ela suspirou, sorrindo e depois rindo.

-Elas são tão lindas, mais bonitas do que jamais poderia me lembrar!

-Elas enfeitam o céu escuro…

-Elas são como as pequenas coisas que nos dão esperanças no meio da escuridão, dos momentos ruins… Elas são como você é para mim. – A menina me encarou com seus olhos brilhando e o sorriso sincero no rosto.

-Eu sou a sua estrela? – Perguntei, sorrindo e me aproximando.

-A única no meio de um vasto escuro e assustador – Ela respondeu, rindo e colocando a cabeça no meu ombro. – Eu nunca vou me cansar de te agradecer por tudo o que têm feito até hoje, Yoongi… Por que, no dia em que me conheceu, me disse que viria me visitar?

-Eu senti alguma coisa, um sentimento que me disse para fazer isso. -Sabe que sentimento é esse?

-Não, ainda não… Você sabe?

-Não faço nem ideia, mas estou feliz que você tenha sentido e escutado ele. - ______ olhou para cima, encarando-me com atenção. Nossos rostos estavam tão próximos e meu coração batia tão forte que quase podia escutá-lo.

 Um silêncio cresceu entre nós, mas não era como os outros. Os antigos eram desconfortáveis, esse era acolhedor. Não percebi, mas um sorriso estava plantado no meu rosto e no dela também, mas antes que pudéssemos fazer qualquer coisa…

-O que você pensa que está fazendo com a paciente?! – Escutei aquela voz… A voz da secretária seguida por passos de várias pessoas diferentes. – Eu lhe avisei que não deveria visitar ninguém de noite! É perigoso para ela!

-Perigoso como? Acha que eu vou jogá-la daqui de cima? – Perguntei, me levantando e ajudando-a a se levantar. – Eu estou mais para enfermeiro do que vocês! Olha como ______ está bem mais saudável agora! O que faziam antes por ela?!

-Senhor, acalme-se. Vamos descer e você vai ter que ir embora, já que quebrou uma de nossas regras-

-NÃO, eu não vou embora! Não podem me tirar daqui! E quando a ______?! Já perguntaram como ela se sente? Tentaram ao menos falar com essa menina?!

-Yoongi, acalme-se… – Ela disse, segurando no meu braço. – Eu já estou bem agora, obrigada por ter me trazido para ver as estrelas. – Assenti, me afastando dela e seguindo um dos seguranças, mas então vi que enfermeira iria levá-la para o seu quarto.

 Era aquela mesma que estava batendo nela no dia em que a conheci. O olhar daquela mulher era insano.

-NÃO! ______! – Chamei, correndo na direção dela. Vi que a menina também tentava correr na minha direção, mas a enfermeira a proibia. Antes que a alcançasse, um segurança me segurou forte.

-YOONGI! – Ambos lutávamos para nos soltarmos, mas não conseguíamos. Até que em um momento, um homem que parecia ser o chefe de toda aquela instituição passou por todos nós e apontou para mim.

-Eu prometi para mim mesmo que não iria deixar nenhum baderneiro causar problemas no meu hospital… Você, infelizmente, está proibido de visitar qualquer paciente nesta instituição por tempo indeterminado. Seguranças, tirem-no daqui.

 Fui arrastado à força para fora do hospital, sendo deixando na calçada na frente da porta. O que aconteceria com _______ nas mãos daquela enfermeira mais uma vez?!

Comecei a chorar, socando o chão e machucando minha mão. Mas nenhuma dor se comparava a pensar em ______ apanhando quase todos os dias novamente daquele jeito. Sem uma comida adequada, sem entretenimento adequado…

 Levantei-me, entrando no carro e dirigindo para casa, arrasado. Passei um mês tentando convencer a secretária a me deixar entrar, tentei até pedir ajuda de Dean que a conhecia melhor que eu, mas não adiantava.

 Em uma das minhas idas até lá, percebi que os enfermeiros estavam agitados. Sentei-me em uma das cadeiras do hall, olhando para o quintal lá fora. Do nada, médicos passam correndo levando uma maca para o local onde ficava a sala de emergência. As pessoas, incluindo eu, ficaram assustadas.

-ALGUÉM AQUI ESTÁ REGISTRADO PARA A DOAÇÃO DE ÓRGÃOS?! – Alguns levantaram as mãos, eu também levantei, pois tinha me registrado há algum tempo. – ALGUÉM ESTÁ DISPOSTO A DOAR UM RIM NESTE EXATO MOMENTO?!

-Depende de quem está precisando, o doador deve conhecer o paciente! – Disse uma mulher com um filho no colo.

-(S/N/C)! – Falou em voz alta o enfermeiro que estava pedindo por doadores. Meu coração parou imediatamente. Era ela quem estava naquela maca.

 Saí correndo na direção do enfermeiro e assenti com a cabeça, sendo levado para a sala de cirurgia rapidamente. Deitaram-me em uma maca e após levar uma injeção anestésica, apaguei e não vi mais nada.

 Quando acordei estava com o local onde ficava meu rim dolorido e estava me sentindo um pouco tonto. Tentei me sentar, mas só consegui com a ajuda de um enfermeiro que se encontrava de pé ao meu lado. Sorri para ele e recebi alguns biscoitos para comer.

-Obrigado… – Tentei falar, mas minha boca estava mole e eu não sentia direito. O enfermeiro riu um pouco.

-O médico disse que você pode sair quando quiser e o chefe nos disse para te liberar, já que ajudou a salvar a vida daquela menina. - Falou ele, sorrindo enquanto saia da sala, deixando-me sozinho.

 Levantei-me da cama, sentindo um pouco de dor. Tentei andar, mas aquela dor estava me deixando até sem ar. Sentei-me novamente esperando aquilo tudo passar.

 Assim que consegui sair da sala, perguntei para uma enfermeira onde estava _______ agora, se ela já estava bem. A mulher disse que a menina estava no quintal, descansando um pouco.

 Apressei-me até lá e quando cheguei, ela estava sentada no banco, olhando para as crianças brincando. Parecia ser mais cedo do que quando cheguei aqui… Será que havia se passado um dia?! Olhei para calendário na parede do hospital e sim, eu tinha apagado por um dia inteiro… 

 Fechei os olhos e respirei fundo, querendo esquecer isso e fui até ______, sentando-me ao seu lado. A menina sorriu e colocou a cabeça no meu ombro.

-Está sabendo do que me aconteceu? – Perguntou ela. – Meu rim parou de repente. Tiveram que fazer uma cirurgia de última hora, mas graças a tudo que é bom, tinha uma pessoa para doar no hall. Um golpe de sorte, não? Queria poder agradecer essa pessoa… Ela salvou a minha vida, sabe? - ______ falou, olhando para os seus pés. Dei uma risada curta, passando o braço ao redor dos seus ombros.

-De nada. – Ela olhou para cima, confusa. Olhei na direção do meu curativo e ergui um pouco a blusa, mostrando-o. ______ arregalou seus olhos e piscou várias vezes, parecendo não acreditar naquilo.

-Foi você?! – Assenti. A menina me abraçou com toda a sua força, me deixando até um pouco sem ar. Senti a maciez dos seus lábios na minha bochecha, saindo e voltando várias vezes. – Eu te amo, Yoongi. – A abracei, colocando-a quase que no meu colo, meus braços firmemente ao seu redor.

-Eu também te amo, _______. – Ela sorriu, se aconchegando nos meus braços.

-Yoongi… Eu vivo falando sobre as estrelas para você, disse até qual é a minha estrela Qual é a sua estrela? - _____ Perguntou, sorrindo um pouco e com o rosto bem próximo do meu. Abaixei um pouco meus lábios até que tocassem os seus em um beijo doce, depois beijei seu nariz e a aconcheguei mais em meus braços.

-Qual é a minha estrela?… – Fiquei um tempo em silêncio, ouvindo as nossas batidas de coração juntas como em uma música. Respirei fundo e então finalmente dei uma resposta. – É você.

N/F: Sei que isso pode parecer meloso demais, mas quem é a estrela de vocês? Cada um tem a sua, e qual é a de vocês? Já falaram o quanto a amam hoje? Agradeceram-na? Se ainda não fizeram isso, vão fazer agora mesmo! Não deixem que ela esqueça disso!

 Não sei bem porque estou nessa vibe toda, mas me aguentem hahaha, deve ter sido o imagine. Enfim, espero que tenham gostado ^^

//MinSuga

Aquele desabafo, com Deus.

Dói. O Senhor sabe que dói, não é? É um caminho longo. E tantas vezes eu ch(oro) baixinho, sendo o único jeito de me esvaziar. Não sei por quê o Senhor me colocou aqui, mas tudo bem, Deus; tenho certeza que há um propósito. Eu não quero jamais, questionar o Teu querer. O Senhor não me daria tal coisa, sem que soubesse que eu iria conseguir lidar com ela. É cansativo, confesso. Porém, todos os dias, através dos Teus olhos, eu consigo enxergar às misericórdias, se renovarem sobre minha vida. Mesmo não merecendo, Tu se faz presente em mim. E, é por isso que eu não desisto, Deus. Mesmo que às lágrimas caiam essa noite, eu sei; logo pela manhã, a Tua alegria me encontrará.