Me gustaria, tener conversaciones interesantes.
Hablar de politica
Hablar de ideologia
Hablar del universo
Hablar de las estrellas
Hablar del capitalismo
Hablar del comunismo
Hablar del feminismo
Hablar del machismo
Hablar de la sociedad
Hablar de los sueños
Hablar de cultura
Hablar de musica
Hablar de libros
Hablar de arte
Hablar de historia
Hablar de anecdotas
No se, no quiero que me pregunten “Que haces?” quiero que me cuenten las cosas mas boludas que pasan por la cabeza de uno.

For those that think that this is about the independence of Catalonia:

It. Is. Not.

Saying that the referendum was illegal doesn’t justify using violence. People wanted to exercise their right to vote and the prime minister sent instead against them thousands of riot policemen with the permission of beating up defenceless, peaceful citizens.

Let’s not forget they harmed elderly people and children.

So no, this isn’t only about Catalonia, this is about democracy and human rights.

Vivo en una ciudad adolorida por las balas
las discotecas cerraron, al igual
que los labios que pronunciaban la esperanza
y la política tampoco nos ayudaba
vi a mi cuñado con su rostro asustado,
lágrimas atrapadas de coraje,
un convoy que lo tuvo secuestrado,
al igual supe de conocidos
que tentados por el camino fácil
desaparecieron a las orillas de un río.
Vivo en una ciudad adolorida por las balas,
llena de smog, donde el trabajador
que gana un salario injusto
a las horas de su cuerpo,
tiene que gastarse la mitad de su sueldo
para transportarse a su labor,
vi a los hípsters creerse intelectuales
y con los que aman la carne asada
y el futbol; eran lo que sigue
de intolerantes
¿De qué sirve tener ideas brillantes
si el fin te lleva a lo miserable?
Los diccionarios no te hacen más humano,
pero sí, las historias, que atento escuchas
de tus hermanos.
Son pocos los que estando arriba,
te miran hacia abajo para darte la mano
Pero el aire, a pesar de estar tan contaminado,
es la consciencia de un sabio,
y sé que existe la voluntad de un cambio,
cambios que no provocarán los mandatarios,
un cambio es un BUENOS DÍAS,
UNA CARTA DE AMOR,
un cambio es TE ENSEÑO LO QUE SÉ
SI HARÁS ALGO DE PROVECHO,
un cambio es COMPARTIR TUS IDEAS
SIN SEMBRAR FANTATISMO,
un cambio es UNA PALABRA DE ALIENTO,
RECONCILIARTE CON TU PADRE,
un cambio es DARLE DE COMER AL DESAUCIADO,
UNA MONEDA AL MÚSICO DE LA CALLE,
REGALAR TU OBRA AL QUE TE CRITICA,
JUGAR CON LOS NIÑOS
y me he dado cuenta
que es muy egoísta pensar
que no puedo restar un poco del dolor
de esta ciudad
adolorida por las balas
—  El color de los tallos, Quetzal Noah
A las feministas del primer mundo les vienen con el cuento de que el feminismo no les hace falta porque lo suyo no es opresión, que se fijen en las mujeres del tercer mundo, que esas sí están jodidas, que no se quejen porque podrían estar peor.
A mí me viene mi madre conque el feminismo no me es necesario porque debería dar las gracias por vivir en un zona urbana de Pakistán, que al menos no vivo en una zona rural donde a las chicas jóvenes las casan con hombres que les doblan la edad, que podría estar peor.
Nuestra empleada del hogar, Shabana, casada con su tío a los 15 y que ahora, con 18 ya tiene dos criaturas, jamás ha oído hablar de feminismo. Su padre le dice que debería dar las gracias, ya que su marido no la pega ni le arroja “tehzaab” (ácido), que podría estar peor.
¿Esto es un patrón o me lo parece solo a mí?
—  pocketfullofsterek.
Sobre o Aborto.

O aborto acima de tudo, é um crime previsto pelo código penal, e ao contrário do que muitos pensam o supremo tribunal federal (STF) não tem competência de legislar, e muito menos anular algo já previsto pelo código penal.

Agora partindo do princípio ético e moral, que é algo extremamente deixado de lado ultimamente, não existe “direito da mulher” ou “saúde pública” quando se trata de assassinar o próprio filho. O aborto, na maioria dos casos, é uma atitude de desespero, onde a mulher se encontra sem saída e muitas vezes é pressionada pela família ou namorado a fazer tal ato, então onde a tal “liberdade feminina” se encontra em uma situação como essa? Ser contra o aborto, é zelar pela vida da criança e da própria mulher, pois o procedimento do aborto é algo extremamente agressivo e invasivo, além de comprometer á saúde mental da mulher, muitas entram em depressão, síndrome do pânico ou se culpam a vida toda pelo sentimento de ter matado o próprio filho. Se estivessem realmente preocupados com a saúde da mulher, não estariam pensando em legalização do aborto, que é algo extremamente prejudicial para á saúde física e psíquica da mulher, mas sim em uma melhor infraestrutura para gestantes, como por exemplo, órgão pró-vida, que dão acompanhamento médico e psicológico para essas pessoas que se encontram nessa situação de desespero. Furar o útero, desmembrar seu próprio filho (o desmembramento ocorre quando a criança ultrapassa 3 meses) e comprometer futuras gestações, não é um direito e muito menos está ligado á “liberdade”.

O aborto que estão querendo legalizar aqui no Brasil, não são em casos de estupro ou onde a gestação compromete á saúde da mulher, pois esses casos já são descriminalizados, o que estão querendo legalizar é uma covardia, dando até mesmo ao STF o direito de exercer funções que não os cabem. O que querem, é que por exemplo, uma mulher com plena condição econômica de criar seu filho, aborte pelo simples incômodo. Quando se legaliza algo assim, você além de abrir portas para que as pessoas não pensem duas vezes antes de cometer tão crime, pois elas se sentiram mais asseguradas pelo fato de ser feito sob a legalidade, você ainda dá incentivo para que se invista menos em saúde e educação, pois com o aborto, vem a redução populacional.

Um argumento banal que é usado, é que “até os 3 meses não existe vida”, mas isso é uma completa falácia, pois a ciência comprova que a vida começa no momento da fecundação, além do fato de que o sistema nervoso, não define o início da vida. Outro argumento comumente usado, é que as mulheres morrem em número absurdos por ano tentando fazer abortos clandestinos, esse argumento é completamente furado e deturpado, pois são pouquissímos os casos de mulheres que morrem em um procedimento de aborto clandestino, cerca de 20 á 30 ao ano. Esses número absurdo de 1.000.000 de mortes, são número manipulados e divulgados pelas próprias empresas abortistas, que lucram com o procedimento. O próprio movimento feminista, movimentou milhões de dólares para promover o aborto aqui no Brasil. 

“Eu confesso que sabia que os números eram totalmente falsos, e suponho que os outros, se parassem para pensar sobre isso, também sabiam. Mas, na moralidade da nossa revolução, eram números úteis, amplamente aceitos. Então, por que não usá-los da nossa forma? Por que corrigi-los com estatísticas honestas? A principal preocupação era eliminar as leis contra o aborto, e qualquer coisa que pudesse ser feita para isso era permitida”.

(Dr. Bernard Nathanson, médico ginecologista e obstetra)

Com a legalização do aborto não vem a conscientização, muito menos os números do procedimento caem. Basta ver as estatísticas de de países onde o aborto é legal, por exemplo o Chile, onde o aborto é ilegal as taxas são baixas, já na Índia com o aborto legalizado, as taxas são 5 ou 6 vezes maiores.

O fato de que o marido ou namorado abandonou a mulher grávida, não dá o direito da mesma, de assassinar o próprio filho. O que é contraditório, é que os abortistas são extremamente contra á moral judaíco-cristã, que protege e zela a família, assim, indo completamente “contra” àqueles que abandonam seus filhos e esposas.

São contra à família tradicional, mas usam como argumento de que o aborto seria algo benéfico, pois a criança poderia crescer em um família desestruturada.

Os argumentos abortistas são baseado em falácias, especulações e dados manipulados, e muitos defendem esses argumentos, sem antes procurar saberem da verdade, que muitos canalhas, se aproveitam do pouco conhecimento de alguns para encher a cabeça dos mesmos com imbelicidades facilmente aceitas, para fortalecer mais ainda seu exercito de não-pensantes e idiotas-úteis, para assim, alcançarem seus objetivos perversos. 

so like read this pls

my name’s kat. i’m 16, close to 17, and i just graduated high school. i’m a literal lesbian. hopefully, i’m going to college.

i live in venezuela. granted, i’ve lived a pretty sheltered life: my mom’s got a stable job which led to me and my brother living an okay life, even when our country’s falling apart. when we were little, we saw grown ups fight over politics, and we playfully joined in, not knowing how terribly deep it went. as the years went by, we saw the government and the opposition constantly plant hatred towards each other on the population. now that we’re older, we understand. now that we’re older, our families torn apart, our friends fleeing away, we understand.

i won’t be able to study what i want. because in this country, it doesn’t make money. because my country’s a trainwreck.

today’s july 30th 2017. today’s election day. the government of my country has decided to create a new constitution from scratch, without consulting the people. today, the elections are to choose who’ll write it, not if we want it or not.

the past few months, starting back in april if i recall correctly, have been disastrous. it began when the government decided to give the congress the middle finger and do whatever it wanted, instead of what the people wanted. so the people got angry and stood against it, for months and months. the military retaliated against them brutally; there’s dozens of dead and hundreds of injured, if not more. but if today’s elections end up in a literal purge, which at this point wouldn’t surprise me, those numbers will grow incredibly fast.

what i’m saying is: this is the product of twenty years of people insulting themselves. twenty years of a government praising hatred and applauding violence. this was once the richest country in latin america, this was the country that initiated the latin american independence wars. this was the country i was proud of. and i still am. but it has become so broken and corrupted: not just the government, but the people.

our tt at twitter today are, amongst others, #suicidazonacional (national collective suicide) and #the purge, often tweeted together. but along these, through all of these months, all of these years, the trends of my country have always been hateful and it breaks my heart to see how the place that i grew up in has become such a dark place to be.

It’s possible they might cut us off from the internet. they might cut our electricity and blame it on some sabotage. it has happened before. so, in that case, i guess i wanted to write this: my feelings towards this subject.

old people suck and have ruined my country, my life and countless others. don’t let governments manipulate you.

5 metas de leitura para 2017

- “Orgulho e Preconceito” (Jane Austen)

Um livro “água com açúcar” que coloquei nas minhas metas, pois gosto de ler coisas que me distanciam um pouco apenas do real e cotidiano. Já assisti ao filme diversas vezes, e decidi adquirir o livro para ter uma visão mais aprofundada daquilo que já amo. Conta a história de um “amor impossível” entre duas pessoas, que aparentemente não possuem nenhuma ligação, mas com o decorrer da trama, seus sentimentos se provam ser maior do que qualquer orgulho ou preconceito. 

- “Esquerda Caviar” (Rodrigo Constantino)

O título por si só já resume muito do que é a grande parte daqueles que se dizem defensores do socialismo, mas vivem a mercê dos privilégios de um sistema capitalista. Este é um dos livros que mais tenho vontade/curiosidade de ler, pois retrata as hipocrisias, incoerências e falácias da esquerda, principalmente no quesito do populismo de alguns “ídolos” da vertente. 

- “Não, Sr. Comuna” (Evandro Sinotti) 

Este é um livro que fala sobre política de uma maneira leve e até mesmo engraçada, refutando falácias que são típicas esquerdistas, como frases tão divulgadas e reproduzidas de Paulo Freire. Gosto de livros que ao mesmo tempo lhe proporcionam conteúdo, consigam fazer isso de uma maneira descontraída, para ler em momentos que não necessitam de uma ampla concentração, e dê para ler em momentos até para relaxar. Este é um dos demais motivos pelo qual me interesso muito pelo livro.

- “O guia politicamente incorreto da história do Brasil” (Leandro Narloch) 

Muitas da coisas que crescemos ouvindo, e que são frisadas pelas escolas, em sua grande maioria, são mentiras. E infelizmente muitos acabam levando esses ensinamentos manipulados como uma verdade absoluta, sem querer buscar informação. Este livro desmistifica todo esse ciclo de falsos ensinamentos que continuam sendo reproduzido por todos. Pessoas, que assim como eu, cresceram ouvindo que Zumbi dos Palmares foi herói, fariam bom proveito deste livro.

- “Jardim das Aflições” (Olavo de Carvalho)

Um dos livros do Olavo que pretendo ser este ano, resolvi começar a minha meta pelo Jardim das Aflições, no qual já ingressei na leitura. É um livro sobre reflexões e argumentações de corriqueiras atitudes politicas “despretensiosas”, que com seus discursos enfeitiçadores conseguem com que as pessoas façam coisas, que “lúcidos e informados, não se prestariam em fazer”. (”tout commence en mystique et finit en politique”)

Tenho uma infinidade de outros livros que aguardam na minha lista de metas, mas estes cinco são os que mais me agradam no momento e pretendo começar por eles. Assim como também tenho uma infinidade de filmes e documentários, que nos ajudam, gradativamente, a sairmos dessa bolha de falsas verdades e ignorância.