polegares

ALGUÉM um dia disse que o mundo vai me enrolar
Não sou a ferramenta mais afiada no galpão
Ela estava parecendo meio idiota com o dedo e o polegar formando um l na sua testa
-
Agora você é um grande astro,comece seu jogo,vá jogar
Agora você é um astro do rock,comece o show,seja pago
E tudo que reluz é ouro..
Apenas estrelas cadentes são excessão…

Um dos melhores anúncios do gênero. Ever!

Sou diretamente atingido por sua mensagem.

Vejo-me em um dos braços estendidos com a mão fechada e o dedo polegar em sentido afirmativo.

É isso o que fazemos quando diantes de testemunhos como o retratado na foto.

Porém, para bem além do gesto, pouco ou nada revela nosso grau de mobilização, de fato.

Já ser um voluntário de uma causa é recolher os braços e arregaçar as mangas; chamar para si o trabalho de mudar uma realidade que em nada merece nosso LIKE.

Ok, ok, eu consigo… Calminha. — Sussurrou para si mesmo, fitando o pergaminho envelhecido em suas mãos por um momento. Com cuidado enfiou um dedo na abertura do papel, puxando a folha de uma única vez. Girou-o de forma habilidosa ao redor de um braço, então do outro, e finalmente do corpo inteiro. Levou a mão livre até os lábios e mordeu o polegar. Lágrimas saíram de seus olhos ao sentir a pele ser rompida e o sangue irromper, então largou o pergaminho e deixou o corpo cair sobre o chão. — Eu nunca vou conseguir usar um selamento. Que merda… Isso tinha que utilizar sangue? Pelo amor de Júpiter… Pare de sangrar! — Gemeu, chupando o dedo machucado.

Madonna posta foto antiga com Sean Penn

Às vésperas de seu aniversário, Madonna está nostalgica (Reprodução/ Instagram)

Prestes a completar 57 anos, Madonna parece meio nostalgica. A cantora compartilhou no Instagram uma foto antiga em que aparece sendo beijada por Sean Penn, que completa 55 anos no dia seguinte ao do aniversário dela. “É quase nosso aniversário. Dois leoninos”, escreveu ela na legenda da imagem.

Sean Penn e Madonna tiveram uma relação turbulenta e foram casados entre 1985 e 1989. “Se tivéssemos ficado juntos, teríamos enlouquecido um ao outro. Eu me comportava tão mal quanto ela. Nunca gostei de ser o centro das atenções. Nosso casamento fazia com que nossa vida fosse pública, então, não tínhamos um casamento de verdade”, declarou Sean Penn à biografia de Madonna.

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No documentário ’Na Cama com Madonna’ (1991), a cantora declarou que Sean Penn tinha sido o grande amor de sua vida. Antes do filme ser lançado, a cantora tentou convencer o diretor a cortar essa declaração, mas foi impedida por Harvey Weinstein, então dono da Miramax, produtora responsável pelo documentário.

Ele limpou uma mancha de areia molhada do meu rosto com o polegar. Estávamos apoiados em nossos cotovelos, olhando nos olhos um do outro com uma intensidade que fazia meu sangue ferver. Um pouco antes de ele se inclinar para retribuir o meu beijo, o momento pareceu ter congelado, e me lembro de pensar em como aquilo tudo ers perfeito. Em como éramos perfeitos juntos.
—  Gelo Negro, Becca Fitzpatrick
Sonia Abrão acredita que biografia de Rafael Ilha vai ajudar na captação de verba para filme sobre o ex-Polegar

Sonia Abrão deu entrevista sobre o livro para o programa ‘Pingue-Pongue com Bonfá’, no ar na internet. Foto Reprodução

Ao contrário do que costuma acontecer, ficou pronto primeiro o roteiro do filme sobre Rafael Ilha do que a biografia dele, “Rafael Ilha - As Pedras do meu Caminho”, que será lançada pela autora, Sonia Abrão, no próximo dia 2 de setembro, às 18h30, na Livraria Cultura do Conjunto Nacional, em São Paulo. Foi o que a apresentadora da Rede TV! contou a Marcelo Bonfá no programa de internet “Pingue-Pongue com Bonfá”. “Demorei dois anos para escrever o livro. Não poderia parar a minha vida para escrever. Fazia as entrevistas com o Rafael nos fins de semana”, explicou Sonia sobre as 304 páginas sobre a trajetória de vida do ex-Polegar.

O roteiro ficou pronto antes e foi assinado em parceria com a irmã dela Margareth Abrão. “O Rafael tem uma história de superação. E vai virar filme. O livro vai servir para a captação de verba para viabilizá-lo. É uma obra concreta para tentar os recursos. Está muito diferente agora com o livro pronto em mãos. A gente fez certo lançando o livro primeiro”, contou Sonia a Bonfá.

A apresentadora acredita que o longa-metragem pode ser rodado já no ano que vem. O livro tem a “orelha” assinada por Fausto Silva e o prefácio, por Gugu Liberato. Rafael, que tem a vida marcada por polêmicas como o uso de drogas e prisões, é repórter especial do “A Tarde É Sua”, estará na próxima edição de “A Fazenda”, como o Yahoo! antecipou, tem um programa na internet e faz shows relembrando os tempos de Polegar.

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🌜#BoaNoite!!! No dia 2 de setembro Sonia Abrão e Rafael Ilha irão lançar a biografia do ex-polegar, em São Paulo. A biografia com o título “As Pedras do meu Caminho” será lançada na Livraria Cultura (Conjunto Nacional), às 18h30.

Escuridão.

Originally posted by coffing

   49°09'09.8"N 87°25'35.1"E 292301AGO35 -9C

   Sentado e com a minha A-545 em meu colo como se fosse uma criança, esfrego minhas mãos já sem luvas fazendo o máximo de fricção que dá sem machuca-las e as retorno a fogueira em minha frente tentando passar calor para o resto do meu corpo. Observo o céu nessa noite fria sem nuvens e o que eu vejo é um tapete azul marinho com bordados em forma de pontos e poeira branca como as tapeçarias feitas no Iraque ou Irã, não sei ao certo onde, mas sei que são magníficos, quando sou interrompido pelo Capitão comendo o ultimo item de seu IRP-P, uma lata de atum fumegante. A fumaça que sai da lata de ração em sua mão somado a uma mastigação lenta lhe dá um ar misterioso.  Segurando o ultimo biscoito agua e sal e limpando os restos de comida da lata com seus dedos, aponta com polegar sujo de comida em minha direção:
   Capitão: - Não vai comer nada?
   - Estou sem fome.
   Capitão: - Ainda pensando?
   -No que?
   Capitão: - Que faz praticamente dois dias e nada dela.
   - Não discuto ordens.
   Capitão: - Ah! “qual é?”, somos crianças agora?
   - Me diz o senhor.
   Ele respira fundo como quem vai me dar uma bronca e em um ímpeto desleixado joga a lata colina abaixo seguidamente aponta seu indicador para mim.
   Capitão: - Eu devia…
    O som infernal  de lata batendo  em pedras nessa noite silenciosa faz com que ele deixe de apontar para mim e faça uma careta de quem fez merda, mas eu continuo olhando para ele como se nada estivesse acontecendo.
    Ao termino da barulheira ele se recompôs olha para os lados e eu continuo olhando como se nada tivesse ocorrido:
    - O senhor dizia…
   Capitão: - Nunca é fácil tomar decisões. Sei que devemos focar no que é nos ordenado, nós treinamos para sermos assim. Sei que essa bagunça vai terminar um dia e espero que ainda estejamos aqui para vermos com nossos próprios olhos o fim disto. Mas me pego perguntando sobre os invasores e se nós temos alguma chance contra eles. Isso me deixa confuso e com medo.  E quando eu vejo que ainda lutamos entre nós ao invés de contra eles isso me deixa…….., sabe?…..Eu não sei……. Só fiz o que achava ser certo……..

Originally posted by machinesofwar

   O silencio da noite fria só é quebrado após estalar da madeira na fogueira.  A silhueta do Capitão olhando para o fogo, envolto de luz e sombras criadas pela noite e a fogueira lhe concede um ar de dualidade sombria  e isso me deixa confuso e apreensivo sobre seus pensamentos.
   - Eu entendo o senhor e …, mas que porra é essa?
   O silêncio da noite é quebrado por uma explosão supersônica muito próxima de nós seguida por um rastro de fogo quase morto. Eu e o capitão pulamos de susto, parecia que nossos corações iam sair pela boca e nosso sangue gelou. Naquele momento pensei que pudesse ser artilharia ou sei lá tamanho estrondo causado.  Mais que acelerado e de maneira barulhenta e desorganizada  montamos a antena de rádio e o Capitão puxou o comunicador:
   Capitão: -  Foxbat, Fulcrum ou PAK-FA, quem sabe?

   Puxo o rangefinder e o coloco em modo de visão noturna e observo o alvo.
   -Não sei..
   Capitão: - Bravo Echo 2 na escuta?
   - Não acho que seja dos nossos. Ele está manobrando.
   Capitão: - O rádio ficou mudo o dia todo, deve ser hostil.


“”Ruído de turbinas desacelerando””
“”Ruido de flaps em parada máxima””
“”Ruído de turbinas em modo freio””


- Está dando um Cavalo de pau…
Capitão: - Berkut? Não dá pra ver bem.
O capitão praticamente gritando como se previsse o pior.
Capitão: - Bravo Echo 2 na escuta!!!? Avistamos um pássaro!!!
- Capitão olhe…


“”Ruido de engrenagens se ajustando””
“”Ruido de turbinas em nova configuração””

- Humanoide…
Capitão: - Que Deus tenha piedade de n…


“”Barulho de GU-11 55mm atirando””
“”Estática e ruídos””
“”Escuridão””

Originally posted by augmentyka

COD_102
Diário Neural tentando reconexão… 1
Diário Neural tentando reconexão… 2
Diário Neural tentando reconexão… 3
COD_403
Não foi possível Reconectar com o usuário EDF00125632154BR
COD_503
Estado do usuário desconhecido
Fim da Transmissão

aamericancandy asked:

"Close your eyes."

Aladdin deixou uma risada rouca escapar e balançou a cabeça, tomando um pouco do líquido do copo. “Ok, eu realmente subestimei você. Acho que teremos de encontrar alguma outra competição pra fazer, em uma delas eu vo…” Antes de concluir sua frase, o rapaz fora surpreendido pelo beijo, deixando o copo de água cair de sua mão e levando a mesma para o rosto dela, seu polegar acariciava a bochecha alheia enquanto sua outra mão estava levemente na cintura da loira. Fez questão de diminuir por completo a distância entre eles e puxou-a contra si, fazendo sus corpos colidirem e, ao mesmo instante, apertou seus olhos com força absorvendo a estranha e deleitável sensação com volúpia. Segurou firme a cintura de Rachel e aprofundou o beijo, sentindo seu corpo inteiro se arrepiar com suas mãos percorrendo partes do corpo alheio e parando no queixo dela. “Acho que você poderia ter me feito calar a boca mais cedo, uh?” Al pigarreou e sorriu de canto, piscando algumas vezes e umedecendo seus lábios meio inchados. 

Ex-Polegar Rafael Ilha fará revelações em biografia

As orelhas da biografia de Rafael Ilha foram escritas por Fausto Silva (Reprodução/ Instagram)

O ex-Polegar Rafael Ilha lançará uma biografia escrita por Sônia Abrão no próximo dia 25. O livro ’As Pedras do Meu Caminho’ falará sobre os vícios, internações, paixões e sobre a tentativa de suicídio do cantor. “Não havia o que negociar. Não aguentava mais, não queria mais, vida sem sentido, vazio, fúria. Com um caco de vidro pontiagudo encostado no pescoço, ameaçava um ponto final. E foi mais rápido que os apelos dos socorristas: abriu um corte no pescoço, da nuca até o lado esquerdo”, diz parte do primeiro capítul da obra.

Com orelhas escritas por Fausto Silva e o prefácio feito por Gugu Liberato, a biografia de Rafael Ilha já tem diretor para a versão cinematográfica: Lucas Margutti, diretor de ’Penas Alternativas’.

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“Meu nome é Rafael Ilha Alves Pereira, estou na casa dos 40 anos, tempo de um balanço de vida. Para os que achavam que já conheciam minha história, fica aqui o que nunca foi contado! O que deixei guardado no sótão.  Entre o sucesso e a dor, a angústia e o vício, a música e a marginalidade, entre o amor e o crack, o microfone e um fuzil, o auditório e o morro, os fãs e os traficantes, entre ser ídolo e bandido, eu me perdi”, escreveu o próprio Rafael Ilha na apresentação da biografia.

Descoberto

Um Ser chega ao planeta Terra e, ao invés de seguir a tendência e ir para os EUA fazer compras e conhecer a Disney, decide por se instalar em um lugar mais quente, onde as pessoas costumam ser mais receptivas com os de fora, um tal de Brasil.

À primeira vista, Ele se impressiona justamente com o que vê. Dimensões continentais, litoral extenso repleto de praias paradisíacas, florestas que impressionam por seu tamanho e diversidade, uma área alagada e outra desértica que são esplêndidas à sua maneira e, dentre outros, os rios. Ah! Os rios!

O Indivíduo, então, decide começar do começo. E qual melhor maneira de se fazer isso, se não pela história do local? Ele descobre que, há muito tempo atrás, uma espécie de mamíferos bípedes possuidores de um telencéfalo altamente desenvolvido e polegar opositor fez uma longa jornada provinda de um lugar atualmente denominado como África, a qual começou a povoar a região onde ele se encontra. Estima-se que esses mamíferos tenham demorado cerca de 50 mil anos para se fazerem presentes em toda a extensão do que hoje é conhecido como Brasil.

Mais alguns milhares de anos se passam, esses mamíferos continuam a viver em harmonia com o mundo a sua volta. Passando a louvar ao que eles acreditavam ser os provedores de tudo que eles precisavam para sobreviver, desenvolvendo sua própria forma de expressão, de arte, língua, organização social, etc. Porém, sempre conscientes de que eles faziam parte do meio à que pertenciam. Isso fez com que o Sujeito se perguntasse por quê esses mamíferos não se sentem mais assim. Por que, agora, eles se consideram dominantes e, ainda por cima, parecem ter dado um sentido equivocado para essa palavra?

Ele chegou à conclusão de que algo que acontecera há apenas 500 anos atrás pode ser a resposta para essa pergunta. Cá estava a tal espécie de mamíferos, vivendo suas vidas, quando outros mamíferos – da mesma espécie e provindos de áreas mais frias que, por esse e outros motivos, possuíam peles mais alvas e costumavam cobrir seus corpos – chegaram em suas caravelas e disseram haver descoberto o lugar. Mas é aí que as coisas começam a ficar confusas, pois o Elemento não entendeu quem descobriu o que, já que esses mamíferos que chegaram mais tarde eram exatamente iguais aos que aqui estavam. Inclusive, se colocados um ao lado do outro, via-se que ambos mamíferos eram bípedes possuidores de um telencéfalo altamente desenvolvido e polegar opositor. - Para facilitar, é melhor separar os grupos de mamíferos. A partir de agora os que chegaram primeiro serão chamados de Primeiros e os que chegaram posteriormente de Segundos – Os Segundos, por motivos incompreensíveis para quem deu início a toda essa indagação, estavam convictos de que os Primeiros eram inferiores. Já os Primeiros, parecem ter reagido de forma ingênua e curiosa com relação a seus semelhantes, isso, sim, o Indivíduo conseguiu compreender.

Assim, não satisfeitos em conviver em harmonia com os Primeiros, os Segundos não só exploraram os Primeiros de forma terrível como também tentaram transformá-los em uma subespécie de Segundos. João ficou indignado quando descobriu – o verbo agora sendo usado de forma correta – o que os Segundos fizeram, mas nada se compara a como ele se sentiu quando soube o que os Segundos fizeram com outro grupo de mamíferos adaptados a climas mais quentes que viviam na África – sim, a mesma África de onde os Primeiros acabam por ser oriundos (lembra?) e, acredite ou não, os Segundos também – após ficarem desapontados com a performance dos Primeiros como Segundos. Os Segundos forçadamente trouxeram os Terceiros para o local onde apenas os Primeiros costumavam viver anteriormente e subespécie de Segundo seria uma forma de amenizar o que os Terceiros acabaram se tornando.

Maria, parando para refletir sobre o mundo ao seu redor, viu que se levou 50 mil anos para povoar o Brasil, mas que 500 anos não foram o suficiente para reparar os danos que os Segundos fizeram. Durante esses 500 anos, o país foi colônia, império, república, passou por uma ditadura e voltou a ser república. Porém, mesmo após todas essas mudanças, uma visão Segundista prevalece.

Atualmente, Luís vê que os Brasileiros – mamíferos bípedes possuidores de um telencéfalo altamente desenvolvido e polegar opositor habitantes do Brasil – acabaram tornando-se uma mistura de Primeiros, Segundos e Terceiros. O que, contra todas as expectativas de Sofia, acabou gerando uma população que, mesmo sendo exatamente igual aos demais de sua espécie, tem sua própria identidade e conseguiu cativar Felipe de uma forma profunda e única. Silvia não se cansa de se impressionar com a quantidade de beleza, das formas mais variadas, que ela testemunha à sua volta.

Porém, ainda no Brasil, Vitor tem medo de mostrar como realmente se sente em relação aos meninos de sua sala e Beatriz lamenta pela inferioridade associada a ela pelos machos (e até mesmo pelas próprias fêmeas) de sua espécie, Enquanto Emílio só torce para que seus filhos possam ver o quão belo o mundo ainda é.

Claro que continuam existindo os que se consideram Segundos e fazem de tudo para demonstrar isso, enquanto alguns poucos gostariam apenas de ter condições de serem Primeiros, já os Terceiros, coitados, continuam a serem vistos em último lugar.

E foi assim, que deixando de olhar apenas para o próprio umbigo, o Ser (o Indivíduo, o Brasileiro, Nós) deu-se conta de que ainda há muitos reparos a serem feitos, e isso serviu para motivá-lo a continuar lutando pelo dia em que todos seremos vistos como Um.

Harry Louis e ex-Rouge negociam para entrar no reality show ‘A Fazenda 8′

Harry Louis desembarcou esta semana em São Paulo, depois de curtir férias na Europa. Foto Reprodução/Instagram

A oitava edição do reality show “A Fazenda” começa no dia 23 de setembro na Record, mas a lista dos peões que ficarão confinados em Itu (SP) ainda não está fechada. Segundo uma fonte do Yahoo!, o DJ e modelo Harry Louis (ex-namorado do estilista Marc Jacobs e ex-ator pornô) está negociando com a emissora a sua participação. 

Quem também está na mira do programa é a atriz e cantora Li Martins, ex-Patricia Lissah, famosa por ter integrado o grupo Rouge, sucesso no início dos anos 2000. Ela deve assinar nos próximos dias. Como o Yahoo! antecipou, Rafael Ilha (ex-Polegar) já assinou com o canal e vai para a fazenda em Itu.

A Record pretende fechar a lista até o fim do mês. Enquanto ela não é divulgada oficialmente, as especulações continuam. Falam também nas participações de Simony, Mara Maravilha, Amanda Françozo, Adriana Colin e Rayanne Morais, ex-mulher de Latino. Vamos aguardar. O programa será apresentado por Roberto Justus.

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Eu sinto falta de você ..
Sinto falta de ver, sinto falta do seu beijo, do seu toque. Quero sua boca pra eu assoprar, suas bochechas pra colar a minha, te abraçar e não querer soltar mais. Estou com saudades de quando me abraçava por trás, apesar de me assustar. São inúmeras coisas que estão fazendo falta, de quando me fazia de boneca, e de quando eu falava com você como bebê, de te beliscar e você me morder, e de quando subia nas suas costas e beijava seu ouvido, eu ouvia: aiii amor. Saudades das lutinhas com polegares, das birras, dos abraços. Se eu soubesse que faria tanta falta andar de dedinho com você, todos os dias a maior distância entre nós seria a de nossas roupas.. Posso te contar um segredo ? Eu adoro o fato de você ser mais forte que eu, não sei porquê, mas me passa a segurança de que jamais vai me soltar. Eu tenho saudade do sussurro no meu ouvido: eu te amo. Sinto falta da minha amiga, do meu amor ..
Em biografia, Rafael Ilha conta que assistiu à execução brutal quando trabalhava para o tráfico em favela

Rafael Ilha fez revelações chocante em sua biografia (Reprodução/ Instagram)

Em sua biografia ’As Pedras do Meu Caminho’, escrita por Sonia Abrão, Rafael Ilha, 42, contou que trabalhou para o tráfico como fogueteiro (responsável por avisar aos criminosos sobre a chegada da polícia), chefe de contenção (barreira no pé do morro que segura a polícia a bala, para dar tempo aos traficantes), trabalhou na contabilidade e chegou a gerente  do tráfico, braço direito do dono do morro.

O ex-Polegar revelou que conheceu o traficante Zuzu na casa de Neusinha Brizola, que chegou a ser baleado no ombro durante um tiroteio na favela, e que só desistiu de sua ‘carreira’ no tráfico quando foi obrigado a assistir a uma execução brutal de um dos membros da quadrilha, suspeito de roubar. “Foram dando tiros: num joelho, depois no outro, braços, cotovelos, ombros… O rapaz urrava de dor e nada do tiro de misericórdia. Como continuava consciente, prolongaram seu sofrimento, um verdadeiro martírio. Ele ainda implorava pela vida, quando veio o golpe final: jogaram gasolina na parte de baixo de seu corpo e atearam fogo. Atiraram de novo e incendiaram da cintura pra cima”, contou Rafael Ilha na biografia.

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No livro, Rafel Ilha ainda traça um paralelo entre a carreira de músico e de traficante. “Acho que o ponto em comum entre ser artista e ser traficante, para mim, foi a sensação de poder. Eu não tinha mais uma guitarra e um palco, mas eu tinha um fuzil e o morro”, contou ele.