piso-madeira

cores e seus sentimentos

laranja: o café da manha que sua mae prepara só quando tem visita em casa, sair pra caminhar em dias ensolarados, acordar antes do seu alarme tocar, abrir presentes, fechar os olhos em um lugar barulhento, atender ligações no seu aniversario, sonhar acordado durante a aula, abraçar alguem cheiroso, entender poesia clássica, comprar material escolar, vestidos de bolinha, fazer carinho em cachorros de rua, festas a fantasia, filme de terror numa sexta feira 13, sua cor favorita.

verde: tardes no parque, casas de madeira que tem vida própria, carros abandonados, trocado perdido no bolso da calça, o metrô de madrugada, a nostalgia dos filmes animados, visitar sua casa de infância, cair no sono a tarde sem querer, ler poesia antes de dormir, se arrumar pra sair e se sentir confiante noite inteira, trocar bala de menta em um beijo, o cheiro de canela, mandar carta a amigos distantes, longas viagens de carro

vermelho: acender fosforos só pra ver a chama queimar, beijar a pessoa a qual você nao para de pensar, sair escondido, o som de salto alto sobre pisos de madeira, bolo de aniversario, saidas de emergência, dormir nú no frio, passar os dias dos namorados com as amigas, conversas existencialistas na madrugada, terminar um livro em uma noite, beber pela primeira vez, comprar flores pra sua mae no caminho de volta do trabalho, joelhos ralados, sarcasmo

azul: a estatica da tv quebrada, madrugadas acesas pela luz da geladeira, tomar banho de mar, contos da mitologia grega, esculturas de mármore, abrir a janela num dia de ventania, andar de aviao pela primeira vez, sair do cinema depois da meia noite, dormir na casa dos outros, tinta respingada na parede, abrir um biscoito da sorte, não conseguir dormir por ficar pensando no dia de amanha, livros infantis, beijar no cinema, tomar banho no inverno

amarelo: beijos doces, cafunés, café logo depois de acordar e na sua xicara preferida, a areia macia entre os dedos, risadas selvagens, memórias calorosas, receber flores no dia do seu aniversário, precisar mentir pra não machucar alguem, ouvir alguem falando uma lingua estrangeira, se sentir produtivo, fazer alguem sorrir, tomar limonada, rir das proprias piadas, dançar sozinho repentinamente, virar a noite e ver, pela janela aberta, o sol

violeta: cheiro de banho tomado, museus vazios, mulheres de terno, tirar 10 em uma prova difícil, sentir-se amado, conhecer alguém famoso, ir ao parque de diversões, chupar pirulito, tomar milkshake, dormir com alguem, se machucar e ter quem cuide de você, ver filmes de acao e ter o sentimento de que voce adquiriu as habilidades dos personagem e pode salvar o mundo, sempre esquecer os nomes que você deu aos seu bichos de pelucia, fazer as malas pra viajar, e eu, pequena, tentando convencer todos a me chamarem por um outro nome

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(primeira imagem)Essa é a Residencia Corleone. Sim, a possível criação de minha futura residência mas talvez, com o passar do tempo, isso mude, não sei. Eu sou extremamente metamorfo (que vive em metamorfose, e ignore a palavra vulgar além de errônea). O que reflete nessa residência é a intimidade que ela transmite para todos que a vêem que, quase de imediato, possuem a sensação de ser a morada de um amigo/conhecido próximo, porém, essa casa também reflete a solidão que possuo por uma incompatibilidade constante com outros, sendo essa em questão de pensamentos e de um lado visionário que apenas eu possuo em meio ao ciclo que me adapto. Ela é uma casa que possui circulações enormes para que eu pudesse andar por ela, sentir a rigidez e seriedade do piso de madeira em meus pés descalços; o aconchego da enorme sala que traz o íntimo (vermelho nos sofás) ao sério (parede em madeira cinza) com um laço de paz (rack da tv em branco), sala esta na qual eu poderei me deitar e repensar no grande espaço da casa que representa o grande espaço social que vivo mas ainda assim, cá estou eu, a caminhar por meio desta sociedade sempre me adaptando mais do que outros se adaptam à mim. A sala de jantar possui bancos de lanchonetes para relembrar aquela área de comer apenas e ir embora, algo passageiro, um hábito e prazer diário porém passageiro, ali então acaba aderindo a sensação de “estar aqui o tempo que devo estar” sem algo acima disso, sem propagar e sem aumentar ou diminuir, apenas deixar ser. Aqui ao lado esquerdo, temos um home office. Neste angulo, o home office fica muito na frente da cozinha, porém, o home office possui uma larga área de trabalho, tendo o computador, impressora, scanner e o projetor à frente (na parede). Ele está em preto e branco devido ao yin & yang, ao equilíbrio do ser, o lado bom e o lado ruim, o lado calmo e o lado nervoso, é isso que ele retrata que, por mais que há esse espaço tão grande, há uma seção dele que poderá me fazer me sentir maior para a residência ou a residência menor para minha existência.  Ao lado da sala de jantar, possui uma área de lazer que será demonstrada em uma foto. É um salão nesse padrão também de yin&yang com espreguiçadeiras (segunda imagem). E temos o banheiro (terceira imagem), que demonstra um “novo ambiente”, por ser isolado é um direito meu escolher se o mesmo será integrado à esse para completar essa longa viagem ou se terá uma identidade um tanto diferente, escolhi a última opção então, que me pareceu mais tentadora. O banheiro possui a sua pia em puro branco com faixas (linhas horizontais) em um branco gelo, que dão mais entorno à madeira que se apresenta, que traz uma seriedade mais aconchegante do que sensual ou rígida, é apenas a seriedade dos pais de um adolescentes que se comunicam falando gírias e por redes sociais, sabe? É o sério sem deixar de ser intimo. Temos então a parede aonde está a pia e tudo, que foi um acabamento puramente estético, que serviu para demonstrar a beleza, suavidade e forma do banheiro. O espelho é extremamente lindo, não ? Porém ele reflete o que está à frente dele que, na maior parte das vezes em um certo modo egoísta, somos nós mesmos.  Sempre preferimos nos vermos, e temos essa crítica imposta sabe, por exemplo, a camera traseira do celular sempre é muito melhor do que a frontal e, ainda assim, preferimos nos vermos em uma foto menor com uma qualidade pior do que vermos o que está a nossa frente em toda sua expansão com uma qualidade o mais próximo possível do que nossos olhos captam. É, somos um tanto narcisistas. Então, esse espelho me reflete mas me lembra que há um “resto”; não por serem sobras mas sim por serem partes. Para que eu não me esqueça disto. Nunca. Então o espelho tem essa forma enorme para que eu possa sempre ter memórias fotográficas de momentos com outras pessoas, com minhas visitas que agora são parte da casa como eu. O projeto não está finalizado mas quando estiver, com certeza, eu irei postar ele aqui. Obrigado por sua atenção.

Casa isolada em meio a natureza, segura, clima frio, um quarto, colchão tamanho king no chão, cozinha abastecida, edredons, abundância de almofadas, piso de madeira, parede abarrotada de papéis, fotos, escritos, lembranças, algum cheiro agradável transcendendo o lugar, chocolate, comidinhas que não prestam, sons da natureza e por último - Você - amor meu.
—  Ronaldo Antunes

IMAGINE HOT COM LIAM PAYNE

  • Confesso que achei esse imagine beeem grandão, mas como sou muito boazinha, resolvi deixar assim mesmo, uma só parte..
  • Boa leitura xx

(Liam On)

‒Você não vai  mesmo com a gente Liam? ‒ Andy perguntou mais uma vez pra mim enquanto levantávamos da mesa do bar.

‒Não cara.. ‒Respondi  negando com a cabeça,  mais uma vez.

‒Ah fala sério Liam! Só você não vai.. Por que isso? ‒ Dessa vez Jack indagou, como se eu tivesse fazendo algo inadmissível. Acho que à seus olhos era.  

‒Você lembra que, diferente de vocês, eu tenho uma namorada né? ‒ Eu mais uma vez respondi  óbvio, mas ambos riram de mim.

‒ Qual o problema nisso?‒ Jack indagou e eu o olhei sério ‒Cara, ‒ A mão de Jack foi para meu ombro enquanto já caminhávamos pra fora do bar que estávamos ‒Você não precisa necessariamente fazer algo sério num bar de strippers.. ‒ Ele segurava o riso e eu o encarei sério negando, ele bufou e voltou a falar ‒Ah Liam, fala sério, ela nem precisa saber! Você não recebeu uma mensagem dela a uns trinta minutos falando que ela se atrasaria pra chegar em casa porque estava o transito e tinha saído tarde do trabalho lá? ‒ Afirmei com a cabeça enquanto os dois ao meu lado acompanharam com o olhar a bunda de uma mulher que passou por nós.

‒Sim, ela mandou essa mensagem.. ‒Fiz a atenção deles voltar a conversa

‒Ela vai chegar toda estressada e cansada cara, sem chances de acontecer alguma coisa.. ‒ Andy também pois as mãos em meu ombro, ainda tentando me convencer a ir no tal lugar

‒E o melhor é que sem chances dela perceber alguma coisa também! ‒ Jack completou, num tom óbvio.

‒Não importa cara, eu não vou. Vocês não vão me convencer à ir, muito menos a trair minha namorada. ‒Encarei Jack e ele revirou os olhos, como se eu estivesse errado.‒ Boa noite..

Me desvencilhei dos braços deles indo um pouco mais pra frente do bar, pro ponto do táxi. Antes de partir pude escutar um deles gritar algo como

‘Nós com certeza teremos uma boa noite, vamos nos divertir! Já você..’

Revirei os olhos negando com a cabeça e entrando no carro.

(S/n On)

Me joguei na cama depois de ter me arrumado pra dormir sozinha naquela cama de casal. Eu tinha esquecido totalmente que hoje seria a tal sexta dos garotos que acontecia as vezes aonde o Liam saia com os amigos pra algum lugar que eu não faço mais ideia. Eu já me preocupei muito com essas noites, mas chega num ponto que você simplesmente supera e passa a não acreditar em teorias loucas da própria mente.

Normalmente nessas noites ele chegava lá pras três ou quatro da manha, muitas vezes bem alegrinho. Ri com a imagem de Liam bêbado. Ele ficava patético, e esse foi um dos primeiros motivos que me fez ter certeza que ele não conseguiria fazer nada com alguma garota nem se quisesse.

A coberta, que agora parecia  fina demais,  não aquecia meu corpo daquele tempo frio de hoje, e isso era horrível. Era um pouco mais de meia-noite quando ouvi a porta bater no andar de baixo, e eu estranhei. Ouvi seus passos no piso de madeira, vindo até o quarto,  mas eu realmente não me importei em sair daquela posição ou abrir os olhos agora.

Depois de alguns segundos, senti seu lado na cama afundando. Mas eu ainda permaneci imóvel.

Liam já estava deitado ali, e eu estava de costas pra ele. Senti seu braço envolver meu corpo se aproximando mais de mim. Suas mãos passaram sobre meu ombro, levando o meu cabelo para outra posição. Alguns fios ainda continuaram ali, e minha pele de arrepiou enquanto ele os tirava dali com a ponta dos dedos.

Em meio ao toque eu acabei me entregando num pequeno gemido abafado.

E o ‘grandfinale’ foi o beijo que Liam depositou em meu pescoço,exatamente ao mesmo tempo que ele apertou mais minha cintura e fez nossos corpos colidirem. Eu sentia cada parte de seu corpo atras de mim, e isso incluía seu membro.. Mas eu não sei o que me fez perceber ele ali agora.

Liam beijou a pele sensível de meu pescoço mais um vez antes de direcionar a boca ao meu ouvido

‒Boa noite‒ Sua voz estava estupidamente mais rouca e mais grave que o normal, e sua mão em minha cintura já me envolvia por completo com força, deixando nossos corpos ainda mais colados, e minha bunda muito mais próxima a seu membro. Eu suspirei involuntariamente como uma idiota. Ele sorriu, e eu sei disso pois o beijo seguinte em meu pescoço foi mais fraco e pudia sentir seu sobre minha pele.

Seus beijos começaram a se transformar no que eu imagino serem leves chupões, enquanto ele ia subindo a mão. Ela foi para minha barriga, por dentro da blusa branca do pijama, e subia.  

Já não estava mais na barriga, já havia passado pelas minhas costelas, e eu sabia exatamente o que ele tava fazendo. Quando senti elas passearem pelo inicio de meu seio.

Sua mão agarrou um dos meus seios com calma, envolvendo-o por inteiro, e sem fazer mais nada, minha cabeça já estava levemente inclinada pra trás. E então, quase de repente,  ele apertou forte meu seio, de uma maneira que poderia ser agressiva se não fosse externamente gostosa. Ele afrouxou a mão e logo deu mais um aperto fazendo eu suspirar.

Eu podia sentir sua respiração sobre meu pescoço, e ao apertar pela terceira vez vez, Liam pareceu puxar mais forte o ar, e de alguma forma, puxando todo meu cheiro consigo. Eu gemi fraca mais uma vez e Liam soltou mais um beijo molhado sobre meu pescoço.

‒Liam.. ‒ Ele apertou mais uma vez. Ele passou a praticamente estimular meus mamilos,  fazendo eu mover meu corpo involuntariamente. E isso incluía a minha bunda, ainda colada em seu membro, que já não estava tão adormecido assim.

-Hum.. ‒ Ele respondeu em meu ouvido com uma naturalidade inacreditável pra mim.  Liam passou a massagear meu seio dessa vez sem parar. Eu suspirava enquanto ele parecia se divertir com aquilo, e ele de fato estava.

Suas mãos pararam um pouco, mas logo seus dedos começaram a se movimentar. Eles circulavam a ponta de meu seio, de uma forma que em poucos segundos, ele ficou rígido. Com os olhos fechados, soltei um som abafado por minha boca, e remexi o quadril involuntariamente.

Parece que não eram só meus seios que estavam rígidos.

Sorri pra mim mesma.

Ele abaixou a mão mais uma vez, voltando pelo caminho antes percorrido. Suspirei e virei minha cabeça por cima do ombro, ele estava prestes a começar a beijar o início das minhas costas e parou um pouco e me encarou antes de , de fato, beijar o lugar. Sorri mais uma vez mordendo meu lábio inferior enquanto um sorriso torto se formava em seus lábios, algo quase sapeca, mas essa palavra não condizia com seu olhar que estava muito mais pra certa luxuria do que para qualquer inocência.

‒Como foi a noite dos meninos? ‒ Perguntei e Liam soltou o beijo em meu ombro, no momento, próximo a minha boca.

Eu o acompanhava com o olhar. E logo seus olhos, que antes estavam fechados, se abriram e ele me encarou, com aquele mesmo sorriso.

‒Foi boa mas.. Eles queriam incluir meninas..

‒E ai, ‒ Mordi meu lábio inferior tentando disfarçar um sorriso que já se formava em meus lábios pela indagação ‒Você não foi com eles..?

‒E vim pra casa.. ‒ Ele deu de ombros, como se fazer o que ele fez tivesse sido o mais óbvio. Eu não conseguia parar de sorrir agora, por mais babaca que isso fosse. E ele esticou minimamente o rosto e grudou nossos lábios.

O beijo foi se intensificando, e eu pus minha mão sobre o rosto dele, passando a controlar-lo. Mas ele já estava tomando proporções muito mais quentes do que eu esperava em pouquíssimo segundos.

Era algo intenso, quase voraz e enquanto eu me concentrava ali, comecei a sentir sua mão descendo sobre meu corpo, de uma forma contrária ao beijo, quer dizer, sua mão passava sobre minha pele com uma delicadeza inacreditável, e isso fazia com que carte parte do meu corpo que era tocada se arrepiasse.

Liam passou a mão sobre a barra de meu short, mas não entrou muito mais que um quarto da mão ali, e contornado a barra do short, ele chegou a parte de trás de meu corpo e apertou minha bunda sem pudor algum, fazendo eu separar nossos lábios um pouco e automaticamente gemer num sussurro, mas nossos lábios ainda estavam próximos e entre abertos.

Meus olhos estavam fechados, e quando fiz menção de abrir, Liam atracou meu pescoço soltando beijos e chupões por ali, provavelmente sem se importar com as marcas que isso deixariam. Mas mesmo que eu tivesse que usar cachecol durante toda a minha vida, eu não queria que ele parasse isso.

Sua mão passeou mais uma vez sobre minha pele totalmente sensível ao seu toque, e dessa vez, com a mão sobre minha barriga, ele parou os beijos molhados e as mordicadas sobre meu pescoço.

Seus dedos passaram pelo elástico do short, mas ele não fez isso com a calcinha, seus dedos continuavam com um pano (fino) de distancia de minha intimidade.

Sua mão se posicionou no tecido rendado de minha calcinha justo aonde estava minha intimidade, e obviamente, eu estava molhada ao ponto de passar pelo pano fino.

‒Vejo que vir pra casa foi realmente uma ótima escolha minha. ‒ Ele sussurrou em meu ouvido, sua voz parecia ter voltado a estar à tom  mias baixo que o normal.

E então, de surpresa, ele levantou um pouco o dedo ali, fazendo com que eu automaticamente fechasse minhas pernas sobre sua mão e suspirasse forte, enfurnando minha cabeça sobre o lençol da cama.

Só depois de certo tempo, ele  tirou as mãos dali. Sua mão saiu de meu short, e logo foram à minha coxa, fazendo com que, mais uma vez, eu abrisse a minha perna, quase num pedido desesperado pra trabalhar ali.

Eu achei que sua mão fosse voltar a minha intimidade, mas na verdade, ambas foram para a barra de minha blusa. E com certa delicadeza, ele foi subindo o pano da mesma. Meus seios ficaram a mostra e logo, nos livramos da minha blusa. Liam afastou um pouco o corpo do meu, fazendo com que minhas costas passassem a se apoiar mais na cama do que em seu peito.

Suas mãos voltaram para o lugar que estavam, dessa vez entrando também sobre o tecido rendado da calcinha que eu usava. E então direto com dois dedos diretamente sobre minha intimidade ele começou a brincar.

Os dedos de Liam faziam movimentos circulares, hora calmos, hora rápidos, e eu suspirava sem ele nem ao menos ter de fato entrado em mim, nem com os dedos.

Ele massageava minha intimidade enquanto eu movimentava meu quadril intensificando consideravelmente as coisas ali.

E foi por volta da terceira rebolada que dei, senti o braço de Liam se ajeitar enquanto seu corpo encontrava um melhor posição. E em questão de segundos, eu pude sentir seus lábios sobre meu seio direito.

Seus dedos massageavam minha intimidade com calma enquanto ele chupava meu seio mais próximo. Seus dedos passaram por meu clitóris, fazendo movimento circular ali, me fazendo arfar forte.

Liam movimentou seus dedos por ali mais algumas vezes enquanto sugava forte meu mamilo, sem se importar com o estado que eu já me encontrava. Eu suspirava, praticamente, a cada movimento seu .

Liam mordiscou fraco a parte sensível de meu seio, eu gemi baixo, e depois de meio segundo seus dois dedos, finalmente, entraram em minha intimidade arrancando um alto gemido meu.

Suspirei seu nome ainda imóvel, e esse foi o estimulo para que ele começasse a movimentar seus dedos dentro de mim.

Ele parou de estimular meu seio com a boca, apesar da mão do braço que estava abaixo de meu corpo ainda estimulá-lo. Essa posição possibilitou com que eu virasse meu rosto pra ele. Eu não conseguia manter os olhos abertos por muito tempo por conta de seus movimentos dentro de mim que me faziam gemer. Mas pude ver que ele me encarava sorrindo.

Uma de minhas mãos estavam sobre seu braço, apertando-o enquanto seus dedos se movimentavam rapidamente dentro de mim. E então, quase que instintivamente, pus minha mão sobre seu membro ainda coberto, já consideravelmente duro.

Meu simples toque fez ele suspirar, e eu sorri orgulhosa por isso.

E então seu polegar começou a estimular meu clitóris enquanto seus dedos faziam o movimento de vai e vem dentro de mim, minha reação automática foi apertar seu membro sobre minha mão, e isso fez com que nossos gemidos desesperados saíssem juntos.  Seu gemido, praticamente sobre meu ouvido, e o meu sobre o dele. Aquilo era anestesiante, e eu não conseguia mais abrir os olhos.

Com certa dificuldade e pressa, abri o botão e o zíper de sua calça. Pus minha mão para dentro dali e comecei a movimentar minha mão em vai em vez enquanto ele movimentava os dedos em circulo dentro de minha intimidade.

Nossos movimentos eram estimulados um pelo outro.

A medida que Liam movimentava seus dedos dentro de mim, eu movimentava minha mão, que já masturbava-o, o que fazia ele suspirar e grunhir sobre meu ouvido.

E então eu senti uma onda de calor inexplicável, um calor interno, como se eu tivesse acabado de entrar numa aguá muito gelada e recebesse esse choque térmico, algo que pareceu passar por toda a minha espinha e me fez gemer alto, gritando um pouco e fechando minhas pernas com força mesmo com a sua mão ainda ali. Liam sabia tanto quanto eu que esse era meu ápice.

Seus dedos passaram a se movimentar com calma, muita calma. Minha cabeça estava enfurnada sobre a cama, e minha mão saiu de seu membro, percorrendo todo o seu braço. Pus minha mão sobre a dele, sentindo que apenas seus dedos de mexiam ainda. Eu suspirei seu nome mais uma vez ou duas.

Liam retirou com calma as mãos dali. Cada toque seu sobre minha pele fazia eu me arrepiar e eu ainda suspirava. Virei minha cabeça, e logo, meu corpo. Primeiramente levei minhas duas mãos até seu rosto, puxando-o para um beijo.

O beijo era quente, mas logo desci uma de minhas mãos indo ao seu peito, e cortei o beijo ao sentir a blusa ali.

‒Não acredito que você ainda está com isso e eu estou assim.. ‒ Enquanto eu falava minha mãos foram pra barra de sua blusa, puxando-a pra cima com pressa e sem qualquer delicadeza. Liam se desfez dela rapidamente e então ele mesmo puxou-me pela nuca em mais um beijo quente e feroz.

Uma de minhas mãos desceram por seu abdômen chegando mais uma vez a barra de sua calça. Seu botão já aberto facilitou a entrada da minha mão ali agora, e então, eu comecei com os mesmos movimentos de antes.

Minha mão ia hora rápido, hora devagar, e Liam suspirava sobre o beijo.

Seu membro já estava totalmente rígido,  pra fora da cueca e da calça quando eu comecei a movimentar minhas mãos ainda mais rapidamente. Liam já tinha partido o beijo, e agora mordia o lábio inferior abafado seus próprios gemidos com os olhos entre abertos.

E dessa vez, era eu quem o encarava enquanto ele sentia um prazer absurdo com minhas mãos.

Eu ia cada vez mais rápido e logo seu corpo amoleceu e ele gozou sobre minha mão. Sorri vitoriosa sentindo sua respiração pesada. Levei meus lábios aos dele, mas não colei nossos lábios. Sua boca levemente aberta, sua respiração descompassada, e nossos corpos suados.

‒S/n.. ‒Uma de suas mãos segurou forte minha cintura,e eu colei nossas testas‒ Eu te amo.. E nós vamos nos casar, em breve, eu juro pra mim mesmo, que você será a minha esposa. ‒Sorri pra ele que mantinha os olhos fechados e então, aproximei nossos lábios, juntando-os  enquanto sentia suas mãos  apertando forte meu quadril contra si.

‒Eu também te amo Liam.. Eu também te amo.

Quando eu tinha 15 anos, tinha um amigo muito querido que é meu amigo até hoje e tinha um membro de sua família, um primo e esse garoto tinha um maravilhoso senso de humor, era muito engraçado, ele podia pegar a situação mais negativa, passar por ela e você iria esquecer por que estava bravo porque está rindo demais, o único problema era que ele tinha provavelmente a mais baixa autoestima que eu já vi, ele não achava que era importante, que valia alguma coisa. Um dia, no Natal para ser mais preciso, o meu amigo foi pra casa desse seu primo, porque estavam fazendo um enorme jantar de família, era uma família muito, muito grande e moravam a duas casas de distância um do outro, enfim, ele foi até a casa, na sala de estar que era onde seu primo estava normalmente jogando videogame, ou assistindo tv, ou simplesmente se divertindo mas no dia ele estava no seu quarto, então meu amigo foi ao seu quarto tentou abrir a porta, mas estava trancada e ele gritou “Yo, hey, vamos, todos estão esperando você”, só se ouviu silêncio e o que aconteceu depois, foi ele tentar de novo “Hey, vamos, hora de ir, todos estão esperando por você” e mais uma vez houve silêncio… e então houve uma voz do outro lado da porta e disse: “Eu não posso fazer isso, eu não sei como continuar, não tenho uma direção, não sei pra onde ir e a frustação será o mínimo que irei sentir”, então alguns segundos passaram antes que meu amigo pudesse dizer algo, “BANG”, então o tempo parou, e se passaram mais alguns segundos e mais alguns, e de repente, um som veio do outro lado da porta de novo e haviam movimentos, eram como se objetos que estavam empilhados tivessem sido derrubados, a mobília que havia sido colocada no lugar errado foi arrastada pelo piso de madeira e de repente a maçaneta da porta virou e meu amigo que a esse ponto já estava caído no chão, se levantou… e a porta abriu e lá estava meu amigo, e lá estava seu primo com um olhar apavorado olhou pra ele e disse: “Olhe pra mim, nem isso eu consigo fazer, nem isso eu consigo terminar, me ajude a entender o que devo fazer e quem eu sou… porque estou completamente perdido” e meu amigo colocou suas duas mãos sobre as mãos dele, o olhou nos olhos e disse: “Você ainda nem começou a arranhar a superfície do quanto sua vida importa não só pra mim, nossos amigos, nossa família, mas a sua vida é um dom para o mundo que está esperando por você”.
Então ele me disse algo que jamais vou esquecer, isso ficou e ecoa na minha cabeça todos os dias que estou aqui, ele me olhou pela última vez naquele dia e disse: “A vontade de viver, sempre vai prevalecer sobre a habilidade para morrer”.
—  Shinedown, sobre a música 45.
O meu bloco de notas se encontra vazio.

As linhas do meu caderno com cheiro de passado enrustido me lembra tudo aquilo que tento olvidar, eu queimo e jogo fora as folhas que não me convém, de certa forma, eu tento manter o equilíbrio entre a linha tênue das minhas vontades e das minhas necessidades, eu luto pelo silêncio mais profundo e enlouqueço com marcas de café preto pelo piso de madeira na velha casa, os tijolos estão ficando velhos, podres, mas permanece com todo o equilíbrio de manter esses cômodos perversos que nos serve de moradia nas mais tristes noites de verão, eu consigo enxergar daqui o morro dos ventos uivantes, e isso me faz pensar do nosso romance vagabundo de quinta categoria, romance esse que não existe nos dicionários da vida, e sim nas histórias mais banais, que conseguem quebrar aquilo que chamamos de coração ao meio, fica duas bandas ensanguentadas, eu posso dividir um pouco dessa dor com você, eu posso tentar colocar em palavras tudo que me vem à tona, meu líbito nunca foi abandonar o meu bloco de notas, nem os meus cadernos com páginas tristes.

Onde se encontra mesmo a tinta vermelha da minha caneta de tampa azul? 

Eduardo Alves, indeferindo.

Banho-me com toda a solidão que minhas mãos puderem levar ao meu corpo. Escuto, ainda que baixo, porém simultaneamente, o fatídico ranger e estalar das madeiras do piso pouco acima, me ofertando uma porção de abandono. O ambiente parcialmente silencioso me permitia acompanhar o cair de cada gota que abençoava a terra abaixo dos meus pés enquanto eu, bucólica moça, rezava para que a terra que fosse regada, mas que as flores brotassem em mim.
—  Quanto tempo até eu puxar o gatilho?