pirataria

Pirataria ou conveniência?

“Nós achamos que há uma confusão fundamental sobre a pirataria. A pirataria é quase sempre sobre um problema de serviço, e não um problema de preço. Por exemplo, se um pirata oferece um produto em qualquer lugar do mundo, 24 horas por dia, adquirível pela conveniência de seu computador pessoal, e o provedor legal diz que o produto é travado por região, que virá para o seu país 3 meses depois do primeiro lançamento e só pode ser comprado numa determinada loja, então o serviço do pirata tem mais valor.”

As armadilhas do mercado editorial: Editoras

Você terminou de escrever o seu livro e quer publicá-lo, certo?

É um caminho natural e temos muitas editoras por aí dispostas a isso, mas antes de sair procurando (no Google) pela editora, é bom você conhecer os tipos de contrato que existem e como eles vão se relacionar com você e com a sua carreira de escritor.

Editoras Tradicionais:

Aquelas que imaginamos: A editora investe no autor pagando todos os custos e o autor “deita na fama”. 

  • Como funciona: Normalmente custeam uma tiragem de até 500, 1000, 2000 exemplares na primeira edição. Esse número varia com a editora em questão. Essas editoras costumam avaliar o material verdadeiramente, com uma leitura crítica, pode solicitar mudanças de enredo (de leves à intensas) e custeará toda a produção: revisão, capa, diagramação, distribuição, impressão de originais etc. O autor normalmente tem pouca liberdade de escolha.
  • Direitos autorais: 8% a 25% em cima do preço de capa (impresso/e-book) dependendo da editora.
  • Dica para mandar seu original: Faça uma boa revisão, procure analisar se o selo procurado publica o seu gênero de livro, conheça os canais de distribuição das editoras analisadas e tenha paciência para aguardar uma resposta de publicação, pois essas editoras recebem muitos livros, procuram um certo tipo de gênero e avaliam o potencial de venda do seu livro (sim, é venda mesmo, nem sempre tem a ver com a qualidade do seu texto - afinal, para textos ruins existe sempre o profissional de copydesque!).
  • Editoras no mercado: Gutenberg, Pandorga (selo da casa), Rocco (selo da casa), Leya, Intrínseca, Novo Conceito (selo da casa), Dracco, Casa da Palavra, etc.

Editoras de Projeto-Pago:

São aquelas que, grandes ou pequenas, cobram do autor toda a produção e não avaliam o original.

  • Como funciona: Normalmente, pegam qualquer original e fazem o trabalho editorial. É comum esses projetos pagos custarem por volta dos 15 mil reais (um livro de 200-300 páginas) ao AUTOR. Sim, o autor paga o equivalente à 500 livros (preço de capa) e recupera esse valor vendendo os 500 livros que “comprou”. Muitas editoras pedem que você não conte que você pagou, o que é “errado”, pois engana o autor (e o leitor), mas algumas deixam que seja dito abertamente.
  • Direitos autorais: Tenha em mente que um projeto pago você não deve receber um baixo valor de direitos autorais (entre 15% a 30% já é baixo para algo que você pagou todos os custos e o lucro da editora). Aí que está a armadilha: a editora vai sim lucrar com os seus 500 exemplares, você estará pagando mais que o custo dos seus livros (incluindo capa, revisão, diagramação e distribuição)
  • Porque alguns fazem: Alguns autores acham válido pois “iça” o nome do autor no mercado e acaba sendo um “atalho” para pular para selos maiores, mas só recomendo se você tem esse dinheiro “sobrando” mesmo, de outra forma, você vai gastar muito dinheiro e pode acabar com 500 livros encalhados.
  • Mas meu original é avaliado? Dependendo da editora há sim um trabalho bem feito que vai ajudar o autor a ter uma maior distribuição em suas vendas, mas são casos raros e necessitam de atenção.
  • Dicas para enviar os originais: Converse com autores publicados para entender se vale a pena. Procure saber se a distribuição é verdadeiramente boa para que seu dinheiro seja bem investido (editoras que não distribuem não vendem, você continuará desconhecido e o lance todo é “içar” seu nome, certo?). Veja se inclui brindes.
  • Editoras no mercado: Novo Conceito (Selo Novas Páginas), Rocco (Selo Fábrica), Novo Século (selo Novos Talentos), Record (não sei o selo), Pandorga (não sei o selo), entre outras. A maioria das editoras tradicionais ou ditas tradicionais tem um selo pelo qual o autor passa “pagando” o projeto. Apenas atentem-se a como esses selos funcionam para não serem enganados, o que ocorre muito.

Editora Sob-Demanda:

Muitas editoras novas no mercado trabalham com o sistema sob demanda. Ele funciona como o tradicional (a editora custeia tudo em seu selo da casa - mesmo que tenha um selo pago) e imprime os livros conforme vende.

  • Como Funciona: O autor paga alguma coisa ou não, depende da editora, mas a maioria cobra sim um valor “simbólico” para capa, diagramação, revisão e impressão. O autor pode comprar quantos livros quiser (a preço de capa é salgado, mas a preço de “custo” é legal). A armadilha está nesse ponto: Algumas editoras pagam 7 reais no livro e te vendem à 14 reais dizendo que é o preço de custo, procure sempre gráficas para ter certeza do valor antes. O livro à venda vai para o dobro do preço de custo (falso ou verdadeiro) que passam a você no site da editora e seus canais de distribuição são limitados (outros sites, nunca tem o livro físico nas livrarias). Você ganha de 15% a 30% do preço de capa, depende da editora, como é uma “Parceria” entre autor-editora, é um “equilíbrio”, embora eu não acredite que nenhuma editora que caia nesse conceito seja 100% justa nos preços.
  • Porque alguns fazem: “Iça” um pouco o nome do autor, mas não tanto quanto os projetos-pagos. Alguns autores já descobriram que os custos dessas editoras são menores e há uma “parceria”, você paga menos (sem precisar se render ao super-custo das grandes editoras) e tem uma “editora” assinando seus originais. Procure saber sobre os canais de distribuição, pois algumas editoras não conseguem colocar o seu livro em livraria nenhuma!
  • Mas meu original é avaliado? Novamente, depende da editora. Sim tem editoras que avaliam, tem editoras que fingem que avaliam mas aceitam qualquer coisa, e tem editora que não avalia.Como saber a diferença? Se a editora aceita apenas os primeiros capítulos e já assina contrato contigo, é uma armadilha. Ela não avalia sua obra completa, ela avalia o seu potencial de vender livros. Pergunte se você recebe uma avaliação crítica da obra completa antes do lançamento, se não, bem então aí é que não avaliam mesmo. Olhe para o número de lançamentos semestrais da editora (muitos autores por mês = não avalia nada com atenção).
  • Cuidado: Fuja de editoras em que os donos/familiares dos donos são autores. Normalmente são pura encrenca e há falta de profissionalismo ou na forma como os autores são tratados.
  • Dicas para enviar originais: Não tem muito, apenas pegue o e-mail em que eles recebem os originais. Registre sua obra antes, claro.
  • Editoras no mercado: Dracena, Literata, Modo, Novo Romance, Chiado, Garcia Edizione,  etc etc etc… são maioria no mercado!

Editoras/Gráficas (independentes ou com selo editorial)

São gráficas (elas imprimem o livro, você paga todos os custos) e algumas oferecem trabalhos editoriais a parte, que você pode ou não fazer.

  • Como funciona: Você paga tudo, ela vende em seu site e quase nunca em livrarias (pode acontecer). Mas você recebe direitos autorais (você normalmente pode escolher o valor). O autor custeia tudo (capa, revisão, diagramação, impressão, ISBN, ficha etc).
  • Porque alguns fazem: Menor custo. Normalmente o autor pode imprimir apenas 1 livro, ou quantos desejar. São boas opções para autores que querem apenas ver seus trabalhos impressos e não tem vontade de se içar no mercado. Algumas possuem opções de contratar dentro delas os serviços citados (e se o autor for um bom diagramador, por exemplo, não precisa pagar nada. Os sistemas aceitam até o Word do livro, sem precisar ser um PDF diagramado).
  • Cuidado: São mais gráficas que editoras e você precisará arcar com os custos paralelos, além disso, não venderá em locais que a editora-gráfica não estiver (como site de livrarias, livrarias físicas e eventos gerais - salvo a bienal de sp e rj que essas casas costumam ir com um stand).
  • Qual a vantagem então? O autor tem 100% de controle dos processos, pode gerenciar sua carreira sozinho e alguns fazem muito sucesso sendo contratados por grandes editoras depois (exemplo: nana Pavoulih, Josy Stoque e a maioria dos rankings da Amazon BR (Kindle), de autores “independentes”.
  • Editoras no mercado: Clube de Autores, AgBook, Letras&Versos, Amazon - Create Space e Kindle, Delicatta, PerSe, BabyBook, etc.

Devo escolher editoras novas ou mais firmadas no mercado?

Nem sempre podemos pagar o “valor” de ser publicado em uma editora firmada no mercado e corremos para as novas, ávidas por originais. Isso pode ser um erro e a maior parte das reclamações vem daí! Digo por quê:

  • As editoras novas tem pouco alcance e pode frustrar as expectativas do autor.
  • Muitas editoras não são profissionais, mas editoras que os donos criaram para publicar seus amigos autores ou a si mesmo. Tome cuidado.
  • Muitas editoras novas não são profissionais, mas oportunistas disfarçados. Te cobram tudo, não entregam o livro, ganham em cima do seu trabalho e “roubam” o seu patrimônio intelectual vendendo-o sem a sua autorização.
  • Muitas editoras publicam apenas e-book e o autor pode se estressar ao tentar publicar depois o mesmo livro em impresso. As vezes, a editora não tem força para lutar contra a crescente pirataria de seus ebooks.
  • Sim, prefiro que você pague 16 mil em um selo bom de uma editora séria e tenha o seu nome verdadeiramente içado do que você queimar sua obra com editoras pequenas anti-éticas e se estressar (sim, eu já passei por todos os problemas acima, falo por experiência, pergunte-me como).

É universal: hoje o mercado editoral é (quase) puramente voltado para venda, poucas são as editoras que investem em autores iniciantes unicamente pelo seu potencial de escrita (oras, o mercado está cheio destes!)

Há sim editoras sérias no mercado e outras nem tanto, em todos os tipos de editora. Você vai sempre encontrar armadilhas. Não estou aqui para dar nome aos bois, citei boas e ruins e você deve fazer o trabalho de pesquisa. E outra: a editora ruim para um autor pode ser ótima para outro.

Se você quer publicar, tem que entender que o livro é um produto e não um apego amoroso. Seja profissional em tudo o que você faz.

Mais dúvidas? Deixe no comentário que tentaremos responder!

Watch on theremedyblog-blog.tumblr.com

Sejam bem-vindos ao "The Remedy Blog“, o lugar onde vou partilhar e abordar alguns dos mais pertinentes temas do universo dos videojogos (e não só) de uma forma descontraída e, acima de tudo, divertida.

Para "celebrar” esta minha primeira publicação decidi voltar ao passado recente, mais precisamente à altura em que estive a estagiar na redacção do MyGames, e colocar aqui “Jogar não dá”, o tema musical “oficial” do apagão da PSN.

Divirtam-se e passem por cá mais vezes ;) 

Portal do governo da Bahia publica pornografia e músicas piratas

Um desenvolvedor de TI do Instituto do Meio Ambiente e Recursos Hídricos (Inema) do governo da Bahia publicou fotos pornográficas e disponibilizou o download de músicas em MP3 pirateadas. A proliferação da notícia nas redes sociais, em especial no microblog Twitter, fez com que o governo retirasse o site Instituto de Gestão Águas e Clima (Incá) do ar na noite de quarta-feira (29/6).

Há cerca de um mês, o Incá se fundiu com o Instituto do Meio Ambiente, formando o Inema. O site do novo setor está em fase de desenvolvimento e deve substituir os portais dos outros órgão.

Segundo nota divulgada no site do Instituto do Meio Ambiente, a assessoria de imprensa informou que a retirada do portal do Incá “não aconteceu em virtude de um ataque externo. A PRODEB [Companhia de Processamento de Dados do Estado da Bahia ], como órgão responsável pela hospedagem do site, confirmou que a origem da inserção dos dados aconteceu através da utilização de conta e senha de usuário interno”.

O conteúdo foi inicialmente divulgado pelo internauta @IzzyNobre aos seus 20.078 seguidores no Twitter, na noite da última terça-feira. Com tweets e piadas sobre a publicação de pornografia e músicas piratas, o nome do funcionário Luis Carlos Batista de Cerqueira chegou a estar entre os tópicos mais postados do microblog. A conta do desenvolvedor no Twitter (@AndraxBR) tem atualizações apenas até essa data.

O Inema informou que as investigações da sindicância já foram iniciadas e o caso será apurado tanto pelo órgão em que Cerqueira trabalha, como pela Prodeb, para identificar como o conteúdo foi publicado sem a devida restrição. O funcionário está afastado do cargo até o término das investigações.

IDG Now!

SOPA é retirada da pauta do Congresso dos EUA

O autor do projeto de lei americano antipirataria SOPA, Lamar Smith, declarou nesta sexta-feira, 20, que está retirando a proposta da pauta “até que haja um consenso maior em torno de uma solução”.

“Está claro que precisamos rever nossa abordagem para chegar na melhor maneira de lidar com o problema de ladrões estrangeiros roubando e vendendo produtos e invenções americanos”, disse o deputado republicano em entrevista à Reuters.

“Ouvi as críticas e levo a sério suas preocupações em relação à legislação proposta”, ele continuou. “O comitê continuará a trabalhar com donos de direitos autorais, empresas de internet e instituições financeiras para desenvolver propostas que combatem a pirataria online e protegem a propriedade intelectual americana.”

ProXXIma se posiciona contrária ao projeto de lei que cujo texto considera draconiano na forma como trata, especialmente, os buscadores e outros sites de internet. A ProXXIma reforça que é contra a pirataria e apoia o seu combate desde que de forma justa e com leis voltadas especialmente para quem pratica tais atos ilegais.

Imagine uma internet só com pornografia e artistas da Globo e sucessos do verão!

Pois é meus amigos, é isso que irá acontecer se o governo americano continuar a CONTROLAR a internet.

Sim, CONTROLAR. Já que mesmo sem a aprovação da S.O.P.A: Stop Online Piracy Act (Lei de Combate a Pirataria) e da P.I.P.A.:Protect IP Act (Ato de proteção da Propriedade Intelectual), fechou o Megaupload, e as outras empresas, como o Fileserve e o Filesonic, com medo desse abuso de poder, pararam o seu funcionamento e cessaram o pagamento de seus colaboradores, o Uploaded e o 4Shared dissera que irão começar a fazer a mesma coisa.

Tá certo, ele promovem um bocado na pirataria, mas o fim da pirataria irá prejudicar não só a eles, mas como todos os usuários

Bem, Max, e o que isso significa?

Significa que iremos voltar a Era que todos usavam somente chats, que realmente é “chats” pra ca*alho!

Vamos para outros fatos de arrupiar os pentelhos da testa!

  • Significa também que as músicas somente compradas, as únicas que escutaremos são do tipo “Ah, se eu te pego” e outras baboseiras a mais. Já que elas serão compradas, ninguém irá se arriscar a pagar por uma banda desconhecida.
  • Significa que por não ter como compartilhar informações, muitos concurseiros de plantão não terão como estudar, nem as empresas e professores novos na área de educação virtual terão sucesso, pois ninguém irá pagar por um escola ou professor que não conhecem.
  • Significa que a venda de consoles(video-games) será reduzida e muito, já que foi pela pirataria que a Sony derrubou a Nitendo com o primeiro PlayStation.
  • Significa que quem vende cursos pela internet está f*dido, pois, tanto os brasileiros quanto outros de países em desenvolvimento, sempre preferirá gastar dinheiro com festas e bebidas do que pagar um curso que eles não conhecem a qualidade e nem sabe se vai ser útil no futuro. Do qual usualmente só compram cursos que baixaram anteriormente ilegalmente.
  • Significa que não compartilharemos nada que for maior que 25MB ou 20MB, que é o limite de arquivos anexados das empresas de e-mail gratuito.

Resultado:

  • Ninguém se interessará por outra áreas de conhecimentos, pois não tem como vê-las a utilidade antes de pagar
  • Não tendo interesse em outras áreas, os jornais irão ficar pior do que já são, já que os únicos assuntos serão do tipo: estupro no BBB, supergrávida, a Xuxa peida, e o Ronaldinha tocando uma.
  • Com todo o resto do conteúdo proibido por crimes a propriedade intelectual, o único que resta é de conteúdo cavalar, que aparece fazendo sexo com a Mônica Mattos (atriz pornô).
  • As únicas músicas que escutaremos são as trilhas sonoras das novelas da Globo e as musiquinhas de propaganda eleitoral e do governo!
  • Digam tchau para o Rock e até para o forró (já que eles ganham com shows, e as músicas são disponibilizadas na net). 

Crítica pessoal: Nunca tive dinheiro para pagar a minha educação, e a educação oferecido pelas escolas são uma porcaria e a faculdade é uma merda, ambos só oferecem um papel tão duro que não dá nem para limpar a bunda. Quando você amassa, fica um bocado de pontinhas que fere as pregas.

Em questão disso, todo o meu conhecimento e senso crítico são provenientes de conteúdo ilegal da internet, como ebooks e cursos, dos mais variados tipos e autores. 

Não é nada contra a Globo, que quando não tenho nada para fazer e estou sem vontade de ler, assisto novela com a mãe. Não é nada contra as músicas bestas, eu até adoro ver as gostosas semi-nuas, com um shortinho bem curtinho e coladinho, mostrando o capô de fusca e balançando a bunda no meio da rua. Não é que eu seja contra a pornografia, eu até vejo também, mas só não quero ver é meus neurônios saírem pelo meu pinto. Mas…

Observando nível de intelectualidade nossa, seres humanos, brasileiro e seres com um órgão que até o gênios usam no máximo 5%, faço este apelo a todos, por mim e por vocês. NÃO NOS DEIXEM MAIS IMBECIS DO JÁ SOMOS! 

Se quiserem ajudar e é um simples usuário como eu, vamos motivar e apoiar as pessoas que estão lutando pela liberdade na internet. Coloquem imagens da campanha do grupo de hackers chamado Anonymous nos perfis do facebook, msn ou orkt, e agradeçam e reconheçam suas ações.

Eis algumas imagens: