pirando aqui

I WON’T GIVE UP- PARTE 4

1- Hey meus amores, eu retirei a parte hot desse capítulo porque ele ficou muito grande e eu ODEIO postar partes muito grandes (cada moderadora tem um gosto. Não me xinguem, por favor kkk). Mas ele já está pronto e se vocês quiserem, eu posto amanhã mesmo assim que eu chegar da aula!

2- espero que gostem ♥

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-JÁ VAAAAI - gritei para Louis, que tocava a campainha como se a sua vida dependesse disso- quem morreu?- perguntei rindo assim que abri a porta, encontrando dois homens de 26, 29 anos, rindo como duas crianças de 5 anos.

Sabe aquele quentinho que dá no coração quando você fica muito feliz? Então.

-Vai ficar nos olhando desse jeito bobo ou vai me convidar para entrar na minha própria casa?- Harry perguntou rindo.

-Ah Desculpa!- ri envergonhada- entra.

Tentei ajudar Harry com a cadeira de rodas, mas ele retirou minha mão de perto e, acostumada com a sua grosseria habitual, puxei a minha mão antes que Harry a tocasse. Mas ele puxou minha mão de volta para perto de si, a beijando em seguida.

-Eu consigo- sorriu doce e começou a empurrar as rodas, movimentando a cadeira.

Olhei para Louis, buscando alguma resposta para o comportamento dócil de Harry, mas ele apenas deu de ombros, sorrindo satisfeito.

-O que temos para o almoço? Estou faminto- rimos de sua careta.

-Fiz a sua comida preferida- sorri orgulhosa

-MASSAAAAAA- gritou com as mãos erguidas me fazendo gargalhar.

-Deve estar uma delicia- Louis comentou lambendo os beiços.

-Você vai almoçar aqui?- Harry perguntou fechando a cara.

- Sim. Você não quer que eu almoce aqui?

-É claro que ele quer, Lou- respondi tentando amenizar o clima.

-É…com certeza. . Quero muito, é o grande sonho da minha vida- ironizou

-Eu vou arrumar a mesa.

Fugi para a cozinha, mas ainda conseguia ouvir o que os dois conversavam.

-Então…- Harry começou- você realmente vai almoçar aqui?

-Você não quer que eu almoce aqui, é isso?

-É claro que eu quero, mas eu fico pensando assim..”puts, a Els já fica o tempo inteiro sozinha por causa das turnês e dos compromissos da banda. E agora que estamos de férias, será justo deixá-la sem o boo dela por mais tempo ainda?”

-Já entendi- Louis riu- você quer ficar a sos com a (S/N).

-Achei que ia ter que soletrar para você- ergueu as mãos para o céu- obrigada Senhor!

-HA HÁ engraçadinho- fez careta- eu já estou indo, só vou me despedir da (S/N)

-Eu digo que você mandou um tchau, não se preocupe. Pode ir

-Ok cara, já estou indo- levantou as mãos em sinal de rendição- boa sorte

Me sentei na cadeira da cozinha atordoada com a conversa. Afinal, por que ele queria ficar a sos comigo?

-Esta tudo bem?- ouvi a voz de Harry ecoar pela cozinha, e me levantei em um pulo.

-Esta sim- sorri doce- cade o Louis?- perguntei fingindo que não estava prestando atenção na conversa.

-Ele teve uma emergência, e foi embora

-Ah sim..

-Pode levar a comida para mim no quarto?

Assenti e Harry subiu. Terminei de arrumar a comida, e preparei seu suco preferido.

-Harry?- gritei o procurando assim que entrei no quarto.

-No banho- gritou de volta e eu me sentei na poltrona, o esperando.

Enquanto o esperava comecei a observar melhor o quarto. Ele estava diferente, apesar de eu não ter mudado nada em sua arrumação, é como se eu estivesse entrando nele pela primeira vez.

Direcionei meu olhar para a “nossa” cama, e não pude conter o sorriso pervertido que se formou em meu rosto ao lembrar de todas as nossas noites…digamos…animadas..

Harry sempre foi muito selvagem na cama, o tipo de homem que depois de uma bela noite, se sentar era algo possível apenas quatro dias depois, quem dirá andar.

-No que a senhorita tanto pensa?- levei um susto ao ouvir a voz rouca de Harry. Olhei para a porta do banheiro e o encontrei apenas de calça moletom me olhando com um sorriso que se não fosse a situação que vivíamos, poderia arriscar que tinha um tom de malícia.

-Em nada especial- sorri fraco- trouxe seu almoço.

-Eu já vou comer, só deixa eu me sentar na cama.

-Precisa de ajuda?- perguntei me levantando da cama. Harry ficou pensativo.

-É..dessa vez eu aceito- sorrimos e eu o ajudei a se sentar na cama.

-Bom, você já está arrumado, e sua comida já está aqui. Vou deixar você comer em paz- ri fraco e me levantei, mas assim que tentei me mover, Harry segurou a minha mão.

-Almoça aqui, comigo?- franzi a testa desconfiada

-Por que você quer que eu almoce aqui?

-Quero a companhia da minha esposa, não posso?- não pude conter o sorriso gigantesco que tomou conta do meu rosto.

-Claro- me deitei ao seu lado e fiquei o observando comer.

-Você não vai comer?

-Estou sem fome

-Nananinanao, você tem que se alimentar! Abre a boca-ordenou sério.

-O que?-Perguntei rindo ao ver Harry enrolar o macarrão no garfo- sério isso?

-Mais do que serio. Agora abre a boquinha.

comecei a rir sem parar.

-O que foi?

-Nada- ri mais ainda, mas ao perceber o olhar desconfiado de Harry sobre mim, me contive- é que eu pensei besteira

-MEU DEUS (S/N), como você é pervertida!!!- não me contive e gargalhei como há muito tempo não fazia.

-É a falta de sexo- confessei envergonhada e a risada de Harry cessou- desculpe

-Tudo bem- sorriu sem graça.

-Harry?

-Sim?

-Posso te fazer uma pergunta?

-Claro

-O que aconteceu?-me ajeitei na cama, o encarando

-Como assim?

-Uma hora só falta me bater porque eu existo, e na outra, esta todo determinado e carinhoso- suspirei cansada- pelo amor de Deus me explica o que esta acontecendo com você, por favor, porque eu estou pirando aqui sem entender.

- Pra ser sincero nem eu entendo o que está acontecendo comigo- bufou frustrado.

-Por que você estava me tratando daquele jeito?- perguntei tentando ignorar a dor que eu sentia apenas ao me lembrar da ignorância de Harry comigo nesses dois meses.

-Eu queria te afastar de mim

-Por que?

-Você tem noção da onde está se metendo? A real noção?

-E onde eu estou me metendo, Harry?- perguntei impaciente.

-Caralho (S/N), você não percebe? Eu estou em uma cadeira de rodas, eu jamais vou voltar a ser o que era antes, jamais vou poder te dar prazer como antes, fazer as mesmas coisas que antes. Nossa vida jamais será a mesma. Você realmente está disposta a enfrentar tudo isso?

-É óbvio que nossa vida jamais será a mesma. Mas quem disse que isso é ruim?- perguntei enquanto acariciava seu rosto de maneira carinhosa- Por Deus Hazz, eu te amo, por você, eu enfrentaria o mundo. O que é uma cadeira de rodas perto disso?

-Era tudo o que eu precisava ouvir

Não pude aguentar a saudades que sentia e o beijei com todo o meu ser, sentindo as famosas borboletas invadir o meu estômago, enquanto o meu coração era tomado por uma alegria inexplicável que só era sentida quando os nossos lábios estavam unidos.

Sua mão foi para a minha nuca, fazendo um carinho gostoso em meus cabelos, enquanto minhas mãos percorriam todo o seu corpo com a necessidade de ter a certeza de que aquilo era real. De que o meu Hazz estava de volta.

-Eu te amo tanto, tanto tanto…-sussurrei- você não tem idéia do quanto eu sofri te vendo sofrer e não poder te ajudar, pois você não queria nem me ver- fechei os olhos atordoada com as lembranças- Você não tem noção do quanto eu queria compartilhar a sua dor, te fazer perceber que eu te amo muito mais do que você possa imaginar, muito mais do que a minha compreensão permitia..

-Você não tem idéia do quanto eu sofri tendo que te afastar quando o que eu mais queria era te ter por perto. Ter você nos meus braços me dizendo que tudo ia ficar bem e que não importa o que acontecesse você ia estar do meu lado- sorri e me sentei em seu colo, ainda com as testas coladas, o encarando nos olhos.

-Tudo vai ficar bem. E não importa o que aconteça, eu vou estar sempre, SEMPRE do seu lado. Acredite em mim

-Eu acredito

Capitulo 11 {Tudo ou Nada}

POV VANESSA MESQUITA

Eu estive esperando por uma mensagem de lovespizza durante esses dois meses. Eu havia enviado outra mensagem perguntando se ela havia recebido a anterior, apenas para ela saber que eu estava me esforçando, mas ela não respondeu nenhuma delas. E eu admirava isso, no fundo. Ela tinha o orgulho dela, eu o meu. Mas isso não queria dizer que eu gostava daquilo. Eu me vi, durante esses dois meses, virando o meu celular, o tempo inteiro apenas, esperando por aquela mensagem, e ela nunca vinha. Isso estava me afetando mais que o meu relacionamento com Polly. Depois daquele dia em que conversamos sobre o que ocorrera entre Logan e ela, nos demais bem por nada mais que alguns dias. Eu fui pra casa naquele final de semana,  acompanhada de Kadu que decidiu passar um final de semana comigo, e de repente, lá estava aquele estranhamento entre nós novamente. Eu até tente conversar com ela depois disso, mas ela voltou a me ignorar como antes fazia. Ela parecia ter voltado a ficar abatida, e eu simplesmente odiava vê-la daquela forma. Eu sabia que havia sido uma experiência um tanto traumática para ela. Uma tentativa de estupro era algo horrível, me davam arrepios apenas por pensar em Polly desprotegida em um momento em que ela precisou tanto de mim. Me doía ver que a recuperação dela demoraria mais do que eu estava pensando que duraria.

Depois daquele incidente, tive uma discussão ferrada com Kadu, onde o fiz prometer de pés juntos que a partir daquele momento, iria me contar absolutamente tudo, principalmente se envolvesse alguém tão importante quanto Polly. O estranhamento entre nós não durou mais que alguns dias, e eu agradecia por isso.

Aqueles meses, na faculdade, haviam me consumido mais que qualquer outra coisa. Não apenas os trabalhos que eu tinha que fazer para as minhas aulas, mas também as reuniões de estudo da monitoria. Aquela remessa de calouros tinha vindo com defeito, não era possível. De onde saia tanta dúvida ao mesmo tempo? Fazíamos reuniões três vezes por semana, e em toda reunião, pelo menos cinco calouros se juntavam à nós. Não era obrigatório ir a todas, mas eu gostava de ir ao menos a duas por semana. Elas já tinham designado para os monitores quais seriam as matérias que cada um iria ensina como especifica. Mari, que era monitora comigo, pegou Bioquímica, Sarah, uma garota baixinha com os óculos maiores que o rosto e os olhos tão negros quanto os meus, dividia Embriologia com um  garoto chamado Julio, duas garotas das quais eu não lembrava o nome dividia Biofísica; e já eu, peguei aquela que todo o semestre eu pegava: Anatomia. Eu adorava anatomia, e achava que ela era uma matéria totalmente incompreendida, pois todos ficavam reclamando que tinha muita coisa pra decorar… De fato, tem muita coisa. Mas se esforçando um pouquinho só a mais, você consegue. E foi isso que me encantou tanto em Anatomia: é como um desafio. A matéria te desafia a aprendê-la. E eu,  particularmente, adorava  desafios.

Tentei focar nos estudos, sinceramente, mas ainda assim sentia falta de conversar com um certo alguém antes de dormir. Isso era meio louco, pra se falar a verdade, já que havíamos conversado por, o quê, cinco dias? Mas ainda assim, sentia falta.

E por falar em sentir falta,  eu sentia uma falta danada da minha jaqueta de couro. Aquela caloura ainda  não tinha dado as caras pra me devolver. E eu andava tão centrada que sequer pensei em procurá-la. Eu já estava quase aceitando a derrota.

Era uma sexta-feira a noite. Kadu ia sair com uns amigos. Chamou-me pra ir, mas eu, sinceramente não estava no clima para balada, então recusei. Pretendia passar a noite deitada na minha cama. Ângela havia ido para sua casa pouco depois que as aulas de sexta-feira acabaram. Ela iria passar o final de semana lá. O que me deixava o dormitório todinho só para mim. Estava remexendo no meu celular quando ouvi um barulho muito atípico e ao mesmo tempo familiar tocar.

Isso é..?, pensei. Não, não pode ser.

Abri a mensagem e notei ser de lovespizza, mas antes que eu ficasse animadinha com isso, percebi ser uma mensagem totalmente voltada para uma duvida da faculdade. Respondi o mais simpática que eu pude. Ela precisava entender que eu estava me esforçando. E não era sempre que eu tentava me esforçar por uma amizade. Entretanto, sua resposta foi tão seca quanto a sua pergunta.

Larguei  o celular na cama e levantei-me. Quando me dei conta, já estava andando de um lado para o outro dentro do pequeno quarto, parando algumas vezes apenas para encarar o celular.

Como ela pode ser tão cabeça-dura?, pensei. Ela não percebe o quanto eu to me esforçando? Ela não tem ideia de que pra mim é quase impossível fazer isso?

E foi ai que eu pensei: é claro que ela não sabia que para mim era difícil pedir desculpas ou engolir o meu orgulho por pouca coisa. Ela mal me conhecia. Ela conhecia a blackeyes, não a Vanessa Mesquita.

Resolvi parar de criancice e engolir o meu orgulho de uma vez por todas. Eu não tinha ideia do por quê eu estava fazendo aquilo, mas eu precisava fazer. Eu sentia muita falta daquela garota. Respirei fundo e consegui enviar um ’”sinto sua falta”. Rebaixei-me. Engoli o meu orgulho. Cedi primeiro. E então, decidi que, se ela não respondesse aquela mensagem, eu desistiria de uma vez por todas. Apertei forte o celular na mão e noite ele vibrar. E logo que li a mensagem, meu coração foi á boca.

lovespizza: não tanto quanto eu sinto a sua.

Respirei aliviada e não consegui tirar um sorriso do meu rosto por alguns segundos. Eu não tinha perdido ela. Tentei ignorar o fato de que havíamos deixado de nos falar por dois meses e respondi a mensagem como se nada tivesse acontecido.

blackeyes: então… monitoria? Precisa de ajuda com a matéria?

lovespizza: sim, sim. Acredito que irei em uma dessas reuniões semana que vem, ou na próxima.

blackeyes: e qual a matéria?

lovespizza:  e você acha mesmo que eu vou te dizer? Pra ai então você saber direitinho quem eu sou e tirar proveito disso? Não, não, nem pensar. Só digo quem eu sou, se você disser primeiro quem você é.

Não consegui não rir com aquela mensagem. Não só pelo fato de ela ter sido engraçada, mas porque, no fundo, eu estava aliviada por ter recuperado aquela que poderia vir a ser, um dia, a minha melhor amiga.

 

POV CLARA AGUILAR

Voltamos a conversar tão rapidamente quanto tínhamos parado. E, no fundo, eu agradecia por isso. Eu gostava demais de conversar com ela. E como morar sozinha estava sendo um pé no saco de tão chato e solitário, era bom ter alguém para conversar durante as noites frias, mesmo que não pessoalmente. Ficava me perguntando quando diabos eu ia arrumar um namorado para que assim aquela carência toda fosse embora.

Deixei  que os primeiros dias da semana se passassem, e então resolvi ir em uma das reuniões da monitoria na sexta-feira. Eles se reuniam logo depois das aulas do período da tarde em uma sala reservada no prédio de Medicina. Era uma sala grande, com mesas redondas para estudo e alguns notebooks nelas para as pesquisas. Quando cheguei, vários livros já estavam dispostos nas mesas, e várias pessoas já estavam lá dentro. Tentei reconhecer um rosto entre aqueles novos que estavam estudando, mas não reconheci nenhum. Havia cerca de vinte ou mais calouros naquela sala. A maioria parecia apavorada. Tentei procurar pelos monitores e encontrei alguns. Uma garota baixinha de olhos negros me encarou por alguns instantes, me convidando a entrar. Fiquei encarando ela por algum tempo. Olhos negros… Blackeyes? Tentei dissipar esses pensamentos. Estudo, Clara. Estudo!

Entrei na sala, mas antes que eu pudesse chegar na garota dos olhos negros, esbarrei em alguém e deixei cair os meus livros. Era Vanessa, a garota da biblioteca, a garota da jaqueta, a garota do piti com o namorado, a garota com os olhos mais lindos que eu já vira… opa Clara! Calma ai.

Parei de encará-la e desci para pegar os meus livros do chão. Eu estava, sinceramente, com vergonha de olhar para a cara dela naquele momento, já que haviam se passado dois meses e eu ainda não havia devolvido a jaqueta dela. Pra falar a verdade, eu sequer tinha procurado por ela, e parara de trazer a jaqueta  na bolsa no mesmo dia em que eu havia corrido atrás dela depois do incidente com o tal do Kadu. Talvez eu só não estivesse afim de procurar por ela, mas no fundo eu sabia que eu só queria um pretexto para vê-la novamente.

Ao término de pegar os meus livros, levantei-me e olhei ao redor, procurando desesperadamente por um rosto conhecido. Encontrei Mari apoiada em uma das mesas, tentando explicar alguma coisa para um garoto que eu vi ser da minha turma.

- Mari! – exclamei, praticamente correndo até ela. Ela levantou o olhar para mim e sorriu.  – Finalmente alguém que eu conheço. Eu já estava pirando aqui.

- Clarinha, vem cá! – disse e me puxou para um abraço apertado. – O que tá fazendo aqui, garota? Eu não quero ver você com dificuldade em nenhuma matéria!

Senti meu rosto corar imediatamente. Eu não estava nem um pouco afim de decepcionar Mari. Não depois que ela me dera tanto apoio para começar a minha carreira.

- É que… – comecei a falar, fazendo uma careta. – Tem algumas coisas que eu realmente não to conseguindo entender.

Mari me olhou com o olhar só brincando. Eu pensei o quanto o começa pode ser terrível.

- Você quase me matou de susto, Mari! – praticamente gritei com ela, dando um tapa em seu braço. – Achei mesmo que estivesse decepcionada comigo.

- Awwwwnn, Clara – Mari exclamou. – Não faz esse biquinho pra mim. É golpe baixo! – Ela riu. – Mas me fala, em qual matéria que você esta tendo diculdade?

- Anatomia – falei, torcendo o nariz. Naqueles últimos meses só a menção daquela palavra já me fazia querer vomitar.

-Opa! – Ela exclamou e logo se virou para o lado, procurando por alguém. – Mesquita! – Logo que ela falou, uma cabeça levantou e eu pude observar aqueles olhos negros de Vanessa encarando Mari, e logo depois, me encarando. – Tenho uma aqui pra você.