piradas

Eu tentava esconder o que estava escrito na minha testa, com letras em neon, fonte 80 e piscando: "T E A M O", como se já não fosse o suficiente todas as minhas tentativas frustradas de te fazer entender, mas quando o assunto era fugir, você era o mestre. Sempre foi instável, e talvez por essa instabilidade toda, eu te quis — deixando claro, que nunca gostei de desafios. — na minha cabeça de maluca, doida, pirada e todos os adjetivos semelhantes a esses, sempre achei que com um pouco de amor (que sempre estive disposta a dar/dei), o seu jeito de se fazer intacto as situações que não conseguia controlar poderia de alguma forma se abalar e nessa brecha eu me faria presente. Te levei na minha casa, te apresentei aos meus pais, comprei um porta retrato, coloquei a nossa foto que tiramos em um passeio no domingo a tarde e te dei de presente no dia dos namorados, na intenção de fazer você sempre lembrar do quanto fomos felizes naquele domingo, naquele passeio e naquele momento e que poderia/pode ser assim para o resto da vida. Você foi sedendo, sua armadura foi se desfazendo, e lá vem você com um cachorro dizendo que se chamava Dean, e que íamos cuidar, e logo falei “não sabe nem cuidar de você, e quer cuidar de outro ser vivo?” você riu, e com aquele sorriso você poderia aparecer com um canil inteiro que eu não me importaria, se eu tivesse aquele sorriso para o resto da minha vida, eu cuidaria até do mundo. Também teve aquela vez, numa sexta a noite em que eu torci o pé em um salto 17, você ficou preocupado e como sempre foi exagerado pensou que eu ia morrer, ficou agindo como se fosse uma despedida, e disse então, aquilo que estava escrito na minha testa, com letras em neon, fonte 80 e piscando: “T E A M O”. Nesse espaço de tempo, entre o corredor da emergência até os primeiros socorros, eu vi que o amor espera, e que você estava esperando por mim, ali, na sala ao lado. Esperei tanto pelo momento que eu fosse ser correspondida, que o seu amor finalmente poderia ser meu. E hoje, estou aqui. De frente a você, com todas as pessoas que nós amamos ao redor, e você aí, todo lindo com esse terno que nunca gostou de usar, com essa gravata borboleta, esperando ansiosamente pelo meu ‘sim’ que você sempre teve desde o primeiro dia que eu te vi.
—  Coisas que eu nunca disse. Bianca Menezes.
É que eu sou assim, meio louca, pirada. Eu canto mesmo, canto só pra mim, em qualquer lugar, na rua, na faculdade. Converso comigo mesma e até me respondo. Entro em conflito comigo e com o mundo. Tenho crise de desespero quando estou triste. Choro. Depois supero e sigo em frente. Sorrio e brinco. A vida é assim, meus caros, você tem que se aceitar como é e ser feliz, porque de tristeza o mundo tá cheio
—  AnaRita -
Pálpebras de Neblina

Fim de tarde. Dia banal, terça, quarta-feira. Eu estava me sentindo muito triste. Você pode dizer que isso tem sido freqüente demais, ou até um pouco (ou muito) chato. Mas, que se há de fazer, se eu estava mesmo muito triste? Tristeza-garoa, fininha, cortante, persistente, com alguns relâmpagos de catástrofe futura. Projeções: e amanhã, e depois? e trabalho, amor, moradia? o que vai acontecer? Típico pensamento-nada-a-ver: sossega, o que vai acontecer acontecerá. Relaxa, baby, e flui: barquinho na correnteza, Deus dará. Essas coisas meio piegas, meio burras, eu vinha pensando naquele dia. Resolvi andar. Andar e olhar. Sem pensar, só olhar: caras, fachadas, vitrinas, automóveis, nuvens, anjos bandidos, fadas piradas, descargas de monóxido de carbono. Da praça Roosevelt, fui subindo pela Augusta, enquanto lembrava uns versos de Cecília Meireles, dos Cânticos: “Não digas ‘Eu sofro’. Que é que dentro de ti és tu? / Que foi que te ensinaram/que era sofrer?” Mas não conseguia parar. Surdo a qualquer zen-budismo, o coração doía sintonizado com o espinho. Melodrama: nem amor, nem trabalho, nem família, quem sabe nem moradia - coração achando feio o não-ter. Abandono de fera ferida, bolero radical. Última das criaturas, surto de lucidez impiedosa da Big Loira de Dorothy Parker. Disfarçado, comecei a chorar. Troquei os óculos de lentes claras pelos negros ray-ban - filme. Resplandecente de infelicidade, eu subia a Rua Augusta no fim de tarde do dia Tão idiota que parecia não acabar nunca. Ah! como eu precisava tanto de alguém que me salvasse do pecado de querer abrir o gás. Foi então que a vi. Estava encostada na porta de um bar. Um bar brega - aqueles da Augusta-cidade, não Augusta-jardins. Uma prostituta, isso era o mais visível nela. Cabelo malpintado, cara muito maquiada, minissaia, decote fundo. Explícita, nada sutil, puro lugar comum patético. Em pé, de costas para o bar, encostada na porta, ela olhava a rua. Na mão direita tinha um cigarro, na esquerda um copo de cerveja. E chorava, ela chorava. Sem escândalo, sem gemidos nem soluços, a prostituta na frente do bar chorava devagar, de verdade. A tinta da cara escorria com as lágrimas. Meio palhaça, chorava olhando a rua. Vez em quando, dava uma tragada no cigarro, um gole na cerveja. E continuava a chorar - exposta, imoral, escandalosa - sem se importar que a vissem sofrendo. Eu vi. Ela não me viu. Não via ninguém, acho. Tão voltada para a própria dor que estava, também, meio cega. Via pra dentro: charco, arame farpado, grades. Ninguém parou. Eu, também, não. Não era um espetáculo imperdível, não era uma dor reluzente de néon, não estava enquadrada ou decupada. Era uma dor sujinha como lençol usado por um mês, sem lavar, pobrinha como buraco na sola do sapato. Furo na meia, dente cariado. Dor sem glamour, de gente habitando aquela camada casca grossa da vida. Sem o recurso dessas benditas levezas de cada dia - uma dúzia de rosas, uma música de Caetano, uma caixa de figos. Comecei a emergir. Comparada à dor dela, que ridícula a minha, dor de brasileiro-médio-privilegiado. Fui caminhando mais leve. Mas só quando cheguei à Paulista compreendi um pouco mais. Aquela prostituta chorando, além de eu mesmo, era também o Brasil. Brasil 87: explorado, humilhado, pobre, escroto, vulgar, maltratado, abandonado, sem um tostão, cheio de dívidas, solidão, doença e medo. Cerveja e cigarro na porta do boteco vagabundo: carnaval, futebol. E lágrimas. Quem consola aquela prostituta? Quem me consola? Quem consola você, que me lê agora e talvez sinta coisas semelhantes? Quem consola este país tristíssimo? Vim pra casa humilde. Depois, um amigo me chamou para ajudá-lo a cuidar da dor dele. Guardei a minha no bolso. E fui. Não por nobreza: cuidar dele faria com que eu me esquecesse de mim. E fez. Quando gemeu “dói tanto”, contei da moça vadia chorando, bebendo e fumando (como num bolero). E quando ele perguntou “porquê?”, compreendi ainda mais. Falei: “Porque é daí que nascem as canções”. E senti um amor imenso. Por tudo, sem pedir nada de volta. Não-ter pode ser bonito, descobri. Mas pergunto inseguro, assustado: a que será que se destina?


- Caio Fernando Abreu

Meus amigos são estranhos, assim como eu também sou. Estranhos no bom sentindo. Mas, deixe eu te contar uma coisa. As melhores pessoas são assim: Estranhas, piradas, loucas, bizarras, anormais, esquisitas, diferentes, extraordinárias… Entre diversos outros sinônimos que eu poderia usar.
—  Gabriel Mariano - Enigmas de Oliver.
Tem certeza que quer seguir nesse lance? Olha, se eu doou meu coração, não aceito devolução. Não gosto de propaganda enganosa, por isso já aviso: eu sou louca, maluca, pirada, na tpm eu fico pior. Mas eu sou carinhosa, tenho muito amor pra dar, confesso que falo demais, sinto demais, eu sou demais, sou eu em excesso. Eu tenho defeitos, muitos. Tenho algumas qualidades, umas duas. Por favor, leia os termos de uso antes de qualquer decisão precipitada , não quero que daqui um tempo você se canse de mim e me descarte, até porque não nasci pra isso, não mereço; sou mulher e não um brinquedinho. Cuidado! Sou frágil!
—  Contos para nunca serem lidos.
Status: Gustavo lima / Pitty

E tá perdendo a linha, descendo na balada, com dedinho na boca, ela tá pirada.

Vem fazer diferente o que ninguém mais faz 

Diz o que é preciso, pra te ter aqui comigo.

Te amei de um jeito que esqueci até de mim.

hoje eu vou te amar daquele nosso jeito 😍🎶

Minha vontade é ter você aqui, mais uma vez♫♪

Eu sei que lá no fundo há tanta beleza no mundo, eu só queria enxergar.

Viver parece mesmo coisa de insistente.

TÔ APROVEITANDO CADA SEGUNDO ANTES QUE ISSO AQUI VIRE UMA TRAGÉDIA

Eu estava aqui o tempo todo só você não viu !

Agora que eu voltei quero ver me aguentar

Credite se pegar , plss.

Status fotos sozinhas ² ❀

👊 Horas sou brisa, horas sou vulcão  ❥

De 1 a 10, ela vale 11  ✳💎

Comigo é 8 ou 80, se você quer eu quero em dobro mas se não quer, eu quero menos ainda ☺

Vida é brisa passageira, não deixe passar ♣

Aqui mal nenhum chega. A raiva seca. O olho gordo emagrece. E quem procura, acha amor…  ♡ ❣

Porque a força de dentro é maior que todos os ventos contrários…  ❣

Atirar pedras é fácil, o difícil é ser a vidraça…  ❀

Movida pelo bem  ♡

Mó porte de modelo, sorriso de menina, sempre com a mão no cabelo… 🎀

Notas sobre ela… É vaidosa. Faz questão de nunca maquiar a alma… 🌷

Quem nada me acrescenta, nenhuma falta me faz… 💋

Liga o Bluetooth ai, vou te passar um pouco de felicidade… ✌ 🍃

Vive falando que eu sou marrenta, mas se amarra na minha marra. 👊

Ela é maluca, pirada. Perdeu um parafuso, mas eu vou te contar um segredo: AS melhores pessoas são assim…  ❥

youtube

Lapidada en 3, 2, 1…

Cover de “Hourglass” de Lamb of God. 

No meio de tanta bagunça, tanto falatorio, tanta fofoca, ela estava ali.. sempre animada, sempre sorrindo, brincando. Amigos de amigas, amigas de seus amigos. você garota chegou na minha vida quando eu mais precisava de uma amiga do lado. A loucura que eu tinha juntou com a tua, completou tudo. Palhaçadas, palavras, conversas, paradas em paradas, muita história pra contar. lembra daquele dia no ônibus kk- com a Yane . “Fisolofia” ! e as duas enfiadas na escada do ônibus pra pegar a carteirinha . Deus sabia exatamente o que ele queria quando te botou na minha vida. duas loucas varridas, duas doidas. Amiga, você é mais um desses anjinhos que raramente descem na terra. Obrigada, por me ouvir, obrigada por me aturar, e obrigada principalmente por eu me orgulhar de ter uma amiga como vc. Jujuba, você é um cristalzinho viajante no meio desse mundão “vei” sem porteira !

Te amo, sua maluquinha. ;D

Para Juliana Azevedo 

E existem aquelas pessoas que por mais distantes que estejam, ainda continuam perto. Aquelas que, passe o tempo que passar, serão sempre lembradas por algo que fizeram, falaram, mostraram, pelo que nos fizeram sentir. É isso, as pessoas são lembradas pelos sentimentos que despertaram em nós. E quanto maior o sentimento, maior se torna a pessoa.
Caio Fernando Abreu 

                 Follow Friday de Natal e Ano novo

Heeey, divas e divos…. Feliz natal e um próspero ano novo ♥♥

Desejo a vocês boas festas, muita comida, menos piadinhas como “é pra ver ou pra comer?”

Desejo que no ano de 2016 vocês continuem divando muito e fazendo a dash brilhar muito, que o seu crush comece a te dar bola, que sua série favorita saia do hiatus…. enfim vamos ao Follow Friday

Não se esqueçam de seguir o meu outro tumblr @h-eroina-de-pijama

  • A ordem não quer dizer nada
  • Não retire e nem coloque ninguém
  • Se estiver aqui, reblog ou dê like

Me desculpe se esqueci alguém =/

Até o próximo Follow Friday, povo lindo ♥♥♥

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OLA ABIGOS, eu sei que esse ano eu não fiz quase nehum ff, porém agora no final do ano eu vou juntar as pessoas que eu mais reblogo e que marcaram mais a minha dash pq vcs merecem ^-^ Eu gostaria de botar todo mundo que eu sigo aqui, porque eu só sigo tumblr que eu realmente gosto e vale a pena dar +follow, mas como não dá vai entrar que eu lembro só mesmo (rçrçrrç), então não fique triste se você não entrou (ate pq minha memoria e pessima). A ordem não importa, blá blá blá e aqui vai a lista

e isso genten, como ja falei a ordem nao importa, que voces tenham um otimo natal e um super 2015 que todos seus desejos se realizem e tal sjhjdhf

me sigam tambem pq eu sou legal morango-nerd e fim

yaaaay