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Ela era o meu-quase-amor, aquilo-que-por-pouco-não-deu-certo, e isso acabava me prendendo no “e se…”. E se eu tivesse sido diferente? E se eu não fosse esse cara que as meninas disputavam pra ficar? E se ela fosse uma das meninas que queriam ficar? E se?
Poderia ter sido tudo diferente, se não fosse por mim… Se não fosse por ela ser tão… Ela.
Nunca foi um para sempre porque isso era tempo demais pra nós dois. Era um quase. O quase-amor que me dói por inteiro por nunca ter sido.
—  Anna Júlia – Quisera eu.